perspectivas

Quinta-feira, 17 Fevereiro 2011

O gay Paulo Portas e o seu combate à homofobia no CDS/PP

Cinco militantes do CDS/PP que se preparavam para apresentar uma lista de delegados ao próximo Congresso acusaram, esta terça-feira, a direcção de Paulo Portas de os expulsar com o pretexto de serem «nacionalistas de direita e homofóbicos».

CDS/PP expulsa militantes por nacionalismo e homofobia



É urgente a criação de um partido conservador em Portugal, porque esse partido não existe hoje. O Partido Social Democrata é o irmão gémeo do Partido Socialista; o PNR, embora seja um partido patriótico, é também um partido socialista; e o CDS é um partido controlado por Paulo Portas, que sendo gay (e gayzista inconfesso), fecha à direita do espectro político-partidário português os desígnios do marxismo cultural.

Desde que o professor Adriano Moreira deixou a liderança do CDS que não existe um partido conservador em Portugal.

Paulo Portas desempenha hoje, na nossa sociedade, o papel dos mencheviques na “estratégia de tesoura” de Lenine. O marxismo cultural controla praticamente todo o tecido político português, e Paulo Portas é a tenaz alegadamente de “direita” que aperta, à “direita”, o círculo político-partidário e, assim, não deixa nenhuma alternativa política de fora da estratégia marxista cultural.

Penso que apenas dois partidos conseguem escapar à tenaz politicamente correcta: o PNR e o PPM. Porém, o primeiro partido tem uma visão socializante (embora não-marxista) da sociedade, e o segundo partido confunde um regime (a monarquia parlamentar como sistema constitucional) com a essência de um partido político e, por isso, perdeu a sua credibilidade.

Neste momento eu não voto — não porque me queira abster ou porque aprecie a abstenção, mas porque não me identifico minimamente com um partido político. E como eu, há muita gente que vota hoje no Partido Social Democrata e/ou no CDS que passaria a votar num partido conservador.

Fica aqui a ideia : Partido Tradicionalista (PT). Ou, talvez, melhor: Partido Português Conservador (PPC).

4 comentários »

  1. Eu sinceramente penso votar no Partido Pró-Vida. http://portugalprovida.blogspot.com/

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    Comentar por Mauro Cappelari — Sábado, 19 Fevereiro 2011 @ 6:10 pm | Responder

  2. Onde é que já se viu, realmente o feirante vai de mal a pior.

    Qualquer pessoa normal é homofóbica,qualquer pessoa normal deve ser homofóbico, é uma reacção natural, no sentido de não querer conversas com esta gente, homofóbico não significa necessáriamente andar a perseguir estes individuos, significa distância desta gente, pelo menos é assim que eu a entendo.

    Por ste andar quaqluer dia estão ai a criminalizar esse palavrão chamado homofobia.

    É o degredo, e já não se pode ser nacionalista, nacionalista no bom sentido, mas pelos vistos agora a moda é ser europeista, qualquer dia sai também legislação para punir os euro-cépticos.

    Mas eu pergunto em que pais vivemos? Isto é uma democracia? Ou é uma ditadura partidária à escala europeia?

    Parece mais facismo europeu.

    Em relação aos partidos ditos da direita, isso em Portugal não existe.

    O PSD é um partido de esquerda, a sua matriz ideológica é de esquerda, eram os próprios fundadores que o assumiam na altura da criação no pós 25 de Abril.

    O CDS como diz e bem em tempos foi um partido de direita, deixou de ser desde que Paulo portas tomou conta daquilo, mas está-se a esquecer de Manuel Monteiro, esse sim para mim era um lider de direita, e muito importante, era euro-céptico.

    A unica coisa de direita que Paulo portas vai fazendo é a oposição ao TGV iberista de Sócrates, com o qual pelos vistos o PSD está também enfeudado, caso contrário já teria exigido a sua paragem, ou então votaria afavor da moção de censura do BE para o parar de vez.

    Em suma, qualquer Português de bem, deve ser homofóbico, patriota de direita, deve praticar uma cultura de vida, ser contra o aborto e a favor dos incentivos á natalidade, contra casamentos de panulas vaselinados, e claro euro-céptico, porque esta UE está feita para acabar com Portugal como nação soberana, querem-nos entregar aos aburte aqui ao lado.

    E este pais só esta no estado em que está devido aos plutocratas de Bruxelas, caso contrário ja tinha sido posto na linha, nem que fosse com um golpe de estado.

    Como se costuma dizer, e permita-me a expressão, quem tem cú tem medo, se não houvesse este poder supranacional que é a União europeia, qualquer primeiro minsitro fosse ele qual fosse sabia que havia um limita que não poderia passar, e a partir do qual os militares interviriam. Como há este poder supranacional, fazem o que querem e ainda lhes sobra tempo, porque sabem que os militares estão sequestrados por Bruxelas.

    O problema é este.

    Sócrates, nunca teria o atrevimento para dizer que a sua principal prioridade era a Espanha, Espanha, Espanha, e não estivessemos na UE, saberia que se disse-se isso no dia seguinte tria uma alta patente a beter-lhe à porta.

    Mas que mais dizer, estamos entregues a negreiros e a iberistas traidores.

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    Comentar por Alberto Neves — Domingo, 20 Fevereiro 2011 @ 12:59 am | Responder

  3. “Qualquer pessoa normal é homofóbica”?
    Eu não sou homofóbico, logo não sou normal ? O que é ser normal? É você que decide o que é ser “normal” ?
    Por você , era VOCÊ que escolhiia, certo?
    Tenha VERGONHA de dizer isso, nem que seja num blog, onde você não tem cara e pode vir ser fascista á vontade!

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    Comentar por zézé — Domingo, 12 Junho 2011 @ 8:59 pm | Responder

    • *********

      Em primeiro lugar, ó Zezinho, quem não é homófobo, então é homófilo. Eu não sou nem hipócrita nem homófilo; logo, sou homófobo (com orgulho). Você tem falta de prática e parece que não sabe o que é o princípio do terceiro excluído. “Ser ou não ser, eis a questão”; você parece que é.

      Depois, a homofobia deve ser entendida no sentido de homocepticismo. Ver:

      https://espectivas.wordpress.com/2011/04/27/vamos-todos-redefinir-a-linguagem-politicamente-correcta/

      Neste sentido, a esmagadora maioria das pessoas são homófobas ou homocépticas (o que vai dar no mesmo). Homofobia não é aquilo que o seu grupo quer; não é você que define o que é homofobia.

      Fascista é o movimento político gayzista! E você parece pertencer ao clube…

      Você não comenta mais aqui.

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      Comentar por O. Braga — Segunda-feira, 13 Junho 2011 @ 12:04 am | Responder


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