perspectivas

Terça-feira, 25 Junho 2019

O “orgulho gay” no Canadá (pobres crianças …!)

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Quarta-feira, 10 Abril 2019

Cuidado com o queijo !

Quinta-feira, 16 Novembro 2017

Homo-correctness against men

Sexta-feira, 26 Maio 2017

A liberdade gay é maior do que a liberdade do cidadão normal

 

No texto, os deputados do Bloco de Esquerda sustentam que duas alunas da Escola Secundária de Vagos “terão sido vistas “a beijarem-se por uma funcionária da escola” e depois “chamadas à direcção da escola, onde terão sido informadas que não se podem beijar em público porque isso ‘incomoda pessoas’”.

“A actuação da direcção da escola visou especificamente a orientação sexual das alunas. Os alunos da Escola Secundária de Vagos realizaram hoje um protesto contra a homofobia e contra a presente situação em concreto”, expõem os deputados bloquistas, acrescentando que, “de acordo com relatos de alguns alunos e alunas, a polícia terá sido chamada e os estudantes ameaçados de processo disciplinar”.

Alunos de Vagos protestam contra “homofobia”, BE pede explicações

Vemos aqui em baixo um exemplo da “liberdade gay” na via pública.

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Sexta-feira, 10 Julho 2015

O gayzismo e o casamento

 

“O espírito diz abertamente que, nos últimos tempos, alguns hão-de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas diabólicas, seduzidos pela hipocrisia de mentirosos, cuja consciência foi marcada com ferro em brasa.

Proibirão o casamento e o uso de alimentos que Deus criou para serem consumidos em acção de graças pelos que têm fé e conhecem a verdade.”

— 1 Timóteo 4, 1-4

Domingo, 12 Outubro 2014

A Esquerda caviar, a Direita salmão, e adopção de crianças por pares de invertidos

 

Para além da Esquerda caviar, existe em Portugal uma Direita salmão-rosa que defende o casamento anfíbio: a reprodução anfíbia é externa e a desova é feita em ambiente adequado e politicamente correcto para que a “prole” se mantenha viva.

“Temos uma dinâmica familiar em que ambos assumimos o papel de pais, a lei só me reconhece a mim, mas o nosso filho não tem dúvidas”, revela Diogo Infante.

Há uma dúvida que o filho adoptivo dele não tem: é a de que não tem mãe conhecida.

foi cesarianaNão ter mãe ou pai conhecidos, é uma infelicidade. Mas uma coisa é admitirmos que existem casos de crianças que, por infelicidade, não têm mãe conhecida; e outra coisa é apoiar um movimento político homossexualista que fomente a proliferação e vulgarização de mães desconhecidas. Uma coisa é constatar que as desgraças existem; outra coisa é tentar promover e normalizar a desgraça das crianças em nome de putativos “direitos” de adultos.

Ademais, há aqui um detalhe que não é despiciendo: o facto de a lei permitir, por hipótese e por exemplo, que um homem se “case” com o seu cão, não se depreende dessa permissão legal que exista de facto um “casamento”. A lei pode ser o que qualquer doente mental quiser; o casamento, não.

Esta gente mete nojo! — não porque sejam homossexuais (cada um come do que gosta), mas porque apresentam sintomas claros de psicopatia: não conseguem colocar-se no lugar de uma criança a quem é apagado, do registo civil, o nome da mãe e de todo o ramo familiar materno.

E, não contentes com isso, pretendem levar a sociopatia mais longe através das “barriga de aluguer” que será a próxima guerra destas bestas com forma humana.

Sexta-feira, 10 Janeiro 2014

A liberdade religiosa está a ser ameaçada pela aliança da direita com a esquerda

 

Este texto dá-nos uma visão breve do processo histórico recente que levou a colocar em causa a liberdade religiosa nos Estados Unidos. Um facto que é de extrema importância, e que eu chamo à vossa atenção, é o da aliança entre a direita neoliberal Goldman Sachs e a esquerda marxista cultural, no sentido da limitação e restrição da liberdade religiosa nos Estados Unidos. Ou seja: por razões diferentes, a direita Goldman Sachs e a esquerda marxista cultural estão de acordo no que respeita à limitação da liberdade religiosa.

(more…)

Segunda-feira, 2 Dezembro 2013

A Croácia proíbe o “casamento” invertido e anfíbio

 

 

bandeira da croacia“Os croatas aprovaram, em referendo, uma revisão da Constituição para impedir o chamado «casamento entre pessoas do mesmo sexo». A iniciativa partiu das forças políticas defensoras da Civilização e contou com o apoio da Igreja Católica, que na Croácia se movimenta em defesa dos valores cristãos e da família natural.

O Governo de esquerda tentou travar esta emenda constitucional. O Primeiro-Ministro, Zoran Milanovic, defensor da aberração chamada «casamento entre pessoas do mesmo sexo», lamentou em tom ameaçador a decisão dos croatas.”

(Fonte)

Domingo, 1 Setembro 2013

Foi você que pediu o “casamento” gay ?

Estatísticas publicadas no Canadá revelam que 4 em 5 assassinatos de gueis são perpetrados pelos respectivos “maridos”; ou seja, um “marido” guei mata o outro “marido”. E depois aparecem, nos jornais, parangonas contra a “homofobia dos heterossexuais”.

Homicides chez les hommes gais lors de situations de violence conjugale : des statistiques alarmantes

No ano de 2010, aconteceram na cidade de Montreal 11 assassinados devido a violência doméstica; e dessas 11 mortes, 4 mortos eram “maridos” guei. Se tivermos em consideração o facto de os “maridos” guei serem uma minoria ínfima da totalidade dos maridos de Montreal, podemos ver a dimensão do problema da maridagem guei.

Não existem estatísticas em Portugal, porque a maridagem da ILGA Portugal não deixa. Mas no Canadá e em 2004, 15% dos gueis e das fufas declararam ter sido vítimas de violência dos respectivos e respectivas “maridos” e “maridas”, ao passo que no mesmo ano, apenas 7% dos cônjuges heterossexuados sofreram de violência doméstica.

Foi você que pediu a maridagem guei? Então limpe-se a esse guardanapo.

Sábado, 10 Agosto 2013

A Gaystapo em acção na Escócia

«The Court of Session in Edinburgh has fined a Scottish man £40,000 ($62,020 U.S.) in damages after he sent a message on Twitter calling a lesbian same-sex “marriage” advocate “a danger to children.”

Lesbian Jaye Richards-Hill sued David Shuttleton, an antiques dealer from Barrhead, near Glasgow, for defamation because of his remarks about her homosexual activism.»

O escocês David Shuttleton foi condenado por um tribunal a pagar cerca de 47 mil Euros por ter colocado uma mensagem no Twitter em que dizia que uma activista dos Khmers Rosa, de seu nome Jaye Richards-Hill, era um “perigo para as crianças”.

A agente da Gaystapo Jaye Richards-Hill recorreu para o tribunal da Ingaysição que, de acordo com a doutrina da Al Gayeda e segundo as normas do salafismo gay, condenou o cidadão David Shuttleton a pagar uma indemnização de 47 mil Euros por delito de opinião.

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Quarta-feira, 27 Março 2013

Walter Schumm: um reaccionário troglodita, um nazi sanguinário, um porco homófobo e um estúpido ignorante

Antes de mais nada, convém dizer que o professor Walter Schumm não era, até há pouco tempo, um reaccionário troglodita, um nazi sanguinário, um porco homófobo e um estúpido ignorante. Pelo contrário, Walter Schumm assumiu posições e postulados, num passado recente, que são hoje utilizados pelo lóbi político gay para defender a adopção de crianças por pares de homossexuais. Já agora: Walter Schumm é professor na universidade do Kansas, Estados Unidos.

Um recente estudo do professor Walter Schumm demonstrou que grande parte dos jovens na casa dos vinte anos, e que foram criados por pares de lésbicas ou gays, assumem a homossexualidade. Ou melhor dizendo: 58% dos jovens criados por pares de lésbicas, e 33% dos jovens criados pares de gays, descrevem-se a si mesmos como “homossexuais”.

Ou seja, e em cálculos muito rápidos: se, por hipótese académica e numa primeira geração em consideração, 5% do total das crianças de uma sociedade fossem adoptadas e criadas por pares de homossexuais, a segunda geração de pares homossexuais potencialmente adoptantes de crianças seria da ordem dos 9,5% do total [de crianças] — o que corresponderia a um aumento geométrico da percentagem de homossexuais em circulação na sociedade.

¿Percebem agora por que razão o lóbi político da Gaystapo pretende a adopção de crianças?

Por outro lado, o estudo do professor Walter Schumm destruiu completamente o argumento da Gaystapo segundo o qual “os homossexuais já nasceram homossexuais”. É óbvio que, salvo os casos de anomalia genética (ADN), ninguém “nasce homossexual” — assim como ninguém “nasce maçon” e apesar disso a maçonaria parece existir há milhares de anos.

A partir de agora fica claro que Walter Schumm vai passar a ser um reaccionário troglodita, um nazi sanguinário, um porco homófobo e um estúpido ignorante.

Terça-feira, 12 Março 2013

O “bullying homofóbico” e o lóbi político homofascista

policia pensamentoA notícia do pasquim Público é extraordinária: alegadamente, crianças entre os 6 anos de idade e os 9 anos, são vítimas de “bullying homofóbico” nas escolas primárias (ensino básico) — como se as crianças dessa faixa etária tivessem uma vida sexual activa. ¿ Como é possível levar a sério esta gente? ¿ O que é que se passa com a imprensa?

1/ ¿ O que é o “bullying homofóbico”?

2/ ¿ O que são “comentários homofóbicos”?

Desde logo, o lóbi político gayzista constata, alegadamente, que existe em Portugal uma média de 3,36 queixas de “bullying homofóbico” por ano, e em todos os estabelecimentos de ensino do país. O que é que este número significa? Significa que o lóbi político gayzista acha que 3 queixas — por aquilo que se entende por “bullying homofóbico” — por cada ano, e em todas as escolas primárias, secundárias e universidades do país, é um “número monstruoso” e que merece o policiamento do pensamento dos alunos.


liberdade de expressão web png1/ Não existe uma definição de “homofobia” (até porque não existe uma definição de “homossexualidade”!). Desafio a quem quer que seja que defina “homofobia”. Existe um conceito de “homofobia” — mais ou menos alargado e/ou subjectivo —, mas não existe uma noção de “homofobia”. Ora, se não existe uma definição de “homofobia”, ¿ como se pode, então, definir “bullying homofóbico”? Podemos falar em bullying, em termos gerais, mas a noção de “bullying homofóbico” é um absurdo, porque se qualifica a priori uma categoria específica de bullying que não é definível.

2/ O lóbi político homofascista considera que comentários de tipo “os sapatos cor-de-rosa, nos homens, são uma característica dos invertidos” são “comentários homofóbicos”. O problema do lóbi político homofascista relaciona-se com a linguagem utilizada, e não com a particularidade de o comentário ser verdadeiro, ou não. Dou um exemplo com uma proposição:

“As mulheres, em geral, pensam de uma forma independente e livre, libertas em relação às normas masculinas e opressivas que se caracterizam pela dedução racional”.

Qualquer feminista radical aplaudiria esta minha proposição (até a deputada do Partido Socialista, Isabel Moreira!). Agora, a seguinte proposição:

“As mulheres, em geral, são ilógicas”.

¡ Explodem as cabeças das feministas e dos agentes do politicamente correcto!

E porquê? Porque, na primeira proposição, está implícita uma apologia (um pretenso elogio) da ilogicidade da mulher, e na segunda está implícita uma crítica. O problema do politicamente correcto está em relação a qualquer crítica a qualquer comportamento que diga respeito a um qualquer grupo social considerado alegadamente vítima de “dominação” — mesmo que esse grupo social seja intrinsecamente totalitarista.

Se disséssemos assim: “os sapatos cor-de-rosa, nos homens, são uma característica da diversidade sexual” — então, veríamos o politicamente correcto bater palmas. Mas no fundo, as duas frases significam a mesma coisa: a diferença é que a primeira frase é crítica de um comportamento, e a segunda frase pretende fazer a apologia desse mesmo comportamento.

Quando, numa sociedade, a liberdade de qualquer crítica a um qualquer comportamento passa a ser reprimida pela força bruta do Estado, estamos em presença de uma deriva totalitária da democracia — mais ou menos aquela que Tocqueville denunciou e que consiste na atomização da sociedade mediante a quase total intermutabilidade do indivíduo.

Constatamos o paradoxo do politicamente correcto: alegadamente em nome dos direitos privados do indivíduo, anulam-se os direitos sociais e privados do indivíduo.

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