perspectivas

Quarta-feira, 21 Dezembro 2016

Assunção Cristas visita a mesquita de Lisboa

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 12:46 pm
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Assunção Cristas vestiu o véu islâmico durante a sua (dela) visita à mesquita de Lisboa, e aceitou o preceito islâmico da segregação entre sexos. Podem ver o vídeo aqui.

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Entretanto, só falta que a Assunção Cristas aceite a dinâmica doméstica receitada no Alcorão, conforme vídeo abaixo. Assunção Cristas não resistiria a 5 minutos de discussão comigo acerca do Islão.

 

Porrada todos os dias faz bem à saúde da mulher, diz o profeta.

Não contem comigo para votar no CDS/PP de Assunção Cristas. Também não vou com o Partido Social Democrata de Passos Coelho das "barrigas de aluguer". Provavelmente vou ter que me virar para outros movimentos políticos.

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Domingo, 1 Maio 2016

O José Pacheco Pereira sempre foi um marxista

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:31 pm
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“O que torna o Pacheco Pereira um traste moral não é as ideias que tem ou não tem. Passamos a semana inteira a ouvir coisas tão ou mais estúpidas do que aquelas que ele faz questão de repetir por todo lado em que lhe derem atenção, sem as acharmos, por isso, indignas. O que faz dele um traste é não ter a coragem de sair do PSD, e ir para Associação 25 de Abril, para o Bloco, para a Bloca, ou para onde lhe der na realíssima gana. Toda a gente tem direito de mudar.”

Insurgente

A ideia que o José Pacheco Pereira tem do Partido Social Democrata é a de que é um partido de esquerda. E ser de esquerda é sofrer de influência marxista.

jpp-marxOu seja, o José Pacheco Pereira é de opinião de que as experiências dos partidos comunistas (URSS, Cuba, etc.) não traduzem o desígnio de Karl Marx: foram erros históricos; e que o ideal marxista pode ser resgatado através do socialismo fabiano, em que o colectivismo vai sendo construído através da desconstrução do indivíduo — o individualismo radical que coloca o indivíduo isolado face ao Estado plenipotenciário; com o indivíduo isolado e atomizado, o reforço do Poder do Estado conduzirá ao colectivismo que o comunismo clássico não construiu de forma eficaz.

O José Pacheco Pereira sempre foi um marxista, embora relapso em relação ao comunismo soviético.

Nunca ouvirão de José Pacheco Pereira qualquer crítica às engenharias sociais propostas pelo Bloco de Esquerda e pela ala esquerdista do Partido Socialista. O José Pacheco Pereira é um gramsciano inconfesso, e por isso, hipócrita — pelo menos, o Bloco de Esquerda assume o estapafúrdio e o irracional. O silêncio de José Pacheco Pereira em relação à estratégia gramsciana de alienação do indivíduo na sociedade, faz dele um submarino marxista no Partido Social Democrata. Mas não é só ele: há muitos mais submarinos marxistas no Partido Social Democrata e no CDS/PP.

“Em 2013, a então maioria propôs que a expressão "Direitos do Homem" fosse substituída por Direitos Humanos. PS e BE votaram a favor, PCP e Verdes abstiveram-se”.

"Homem" não engloba as mulheres, disseram PSD e CDS em 2013

Alguém se admira que o Bloco de Esquerda quisesse alterar o Cartão de Cidadão para Cartão de Cidadania? O Partido Social Democrata e o CDS/PP defendem os mesmos princípios do Bloco de Esquerda.

A ideia de José Pacheco Pereira segundo a qual o Partido Social Democrata é um partido de Esquerda corresponde à verdade. E, como bom marxista, o José Pacheco Pereira não admite nem tolera que hajam correntes ideológicas divergentes dentro do Partido Social Democrata.

Domingo, 20 Março 2016

A nova geração do CDS

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A nova geração de progressistas direitosos e campeões dos direitos de braguilha. Prefiro a bala marxista a uma palmadinha direitóide.

Domingo, 13 Março 2016

Paulo Portas, o voto útil e os amanhãs que cantam

Filed under: Política — O. Braga @ 7:19 pm
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Paulo Portas diz que acabou o voto útil. Esquece-se que os portugueses, em geral, votam no potencial primeiro-ministro, e não na potencial constituição do parlamento.

Por exemplo, entre Passos Coelho e a Assunção Cristas para primeiro-ministro, do mal, o menos mau. E lá se vai a teoria do Paulo Portas… pela pia abaixo.

O partido da Uber

Filed under: Política — O. Braga @ 6:55 pm
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Com Assunção Cristas, o CDS não será o “partido do táxi”, mas antes será o “partido da Uber”: qualquer traquitana lhe serve para servir de geringonça.

ASSCRIS-WEB

Sábado, 12 Abril 2014

A contraproducente Assunção Esteves

Filed under: Passos Coelho,Política,Portugal — O. Braga @ 7:48 am
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james-bond-webA recusa de Assunção Esteves — leia-se, Partido Social Democrata + CDS/PP — em convidar os “Militares de Abril” a participar nas comemorações do próximo 25 de Abril revela a miopia política de quem nos governa: a recusa do convite é contraproducente, porque estão (o PSD+CDS) a dar uma importância excessiva a um facto político que existirá de qualquer modo — ou seja, não é porque o convite não seja feito que o facto político da intervenção dos militares nas comemorações do 25 de Abril desaparece da cena política: pelo contrário!, a recusa da Assunção criou já um facto político ainda maior do que se tivesse sido feito o convite!

Há um ditado chinês que diz, mais ou menos isto: “mantém os teus inimigos próximos de ti para que possas controlá-los de uma forma mais eficaz”. Não perceber isto revela a burrice da Assunção Esteves e de quem manda nela (Passos Coelho). Estamos entregues a burros; mas burros que têm um ego do tamanho do universo e julgam-se o supra-sumo da perspicácia política.

Repare bem, caro leitor: Passos Coelho é o político mais burro que tivemos depois do 25 de Abril de 1974: consegue ser mais burro do que o General Vasco Gonçalves! Mas quem o vir, à primeira vista e naquela pose fatela de James Bond do bairro da Amadora, cai no conto do vigário.

Quinta-feira, 20 Fevereiro 2014

A hipocrisia do CDS/PP na questão da adopção de crianças por pares de invertidos

 

“O CDS-PP disse hoje respeitar a decisão do Tribunal Constitucional, que ‘chumbou’ a proposta de referendo sobre adopção e co-adopção por casais do mesmo sexo, e reiterou que “no actual contexto do país” não considera esta matéria prioritária.

“O CDS, como sempre, respeita as decisões do Tribunal Constitucional e mantém que no actual contexto de dificuldade do país a co-adopção não é uma prioridade“, referiu, numa declaração escrita enviada à Lusa, o porta-voz do CDS, Filipe Lobo d’ Ávila.

foi-cesarianaUma coisa que, alegadamente, não é prioritária, não significa necessariamente que não seja legítima. A prioridade de uma acção não condiciona necessariamente a sua putativa legitimidade. Ou seja, parece que, para o CDS/PP, a adopção de crianças por pares de invertidos não é prioritária, mas nada indica que não seja legítima. Para o CDS/PP, a adopção de crianças por pares de invertidos é uma questão de prioridade, e nada mais do que isso.

Eu sempre pensei que pelo facto de Paulo Portas ser homossexual, isso não influenciaria a linha política tradicional do CDS/PP. Enganei-me. Estamos sempre a aprender.

Até Bagão Félix alinhou pelo diapasão sodomita deste CDS/PP de Paulo Portas: segundo ele, “o Presidente da República fez muito bem” em pedir a fiscalização preventiva do documento, e agiu “como manda a Constituição”. Até porque, continuou, “não era uma questão de prioridade” visto que o referendo “tinha sido aprovado apenas por um partido”.

Porém, a vergonha deste CDS/PP é exposta pelo constitucionalista Jorge Miranda, que dá o exemplo daquilo que este CDS/PP invertido deveria dizer:

O constitucionalista Jorge Miranda disse esta quarta-feira não ver inconstitucionalidade na proposta de referendo sobre a Co-adopção e adopção de crianças por casais homossexuais, que aguarda decisão do Tribunal Constitucional. “Inconstitucional não é. A Constituição diz quais são as matérias que não podem ser objecto de referendo e essa matéria não está excluída”, disse Jorge Miranda em declarações à agência Lusa.

O professor reconhece que as perguntas que constam da proposta de consulta popular “são um pouco diferentes”, mas mesmo assim considera que é sempre “possível responder ‘sim’ a uma e ‘não’ a outra”. Sobre o facto de uma das perguntas propostas (sobre a adopção plena) não ter qualquer iniciativa legislativa associada, questão que várias vozes defendem poder suscitar dúvidas de constitucionalidade, Jorge Miranda sustentou que “não é necessário que tenha”.

Ressalvando que “tem acompanhado pouco a questão”, o professor da Faculdade de Direito de Lisboa, adiantou que resta aguardar pela decisão do Tribunal Constitucional. A proposta de referendo sobre esta matéria foi enviada pelo Presidente da República, Cavaco Silva, ao Tribunal Constitucional, que se encontra a avaliar a constitucionalidade das duas perguntas contidas na proposta, uma sobre a Co-adopção e outra sobre a adopção plena de crianças por parte de casais do mesmo sexo. A proposta de referendo, apresentada pelo PSD, foi aprovada no Parlamento, com a abstenção do CDS-PP e os votos contra de PS, PCP, BE e PEV, há três semanas.”

Ainda hei-de ver este CDS/PP reduzido ao “partido da bicicleta”. Enganou meio mundo mas não engana o mundo inteiro.

Sexta-feira, 6 Abril 2012

Um “directo” a Paulo Portas

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 6:46 pm
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“Somos um partido de valores e não de humores.”

via Carta de membros do Conselho Nacional do CDS a António Pires de Lima, Presidente do Conselho Nacional.

Quarta-feira, 4 Abril 2012

O “efeito Paulo Portas” no CDS/PP (6)

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 1:58 pm
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“Uma vez que nenhuma das matérias constava do programa eleitoral do CDS ou do programa de Governo, entendeu a direcção do CDS não impor aos deputados disciplina de voto em qualquer sentido.

via A notícia da morte do CDS decretada por dez pessoas foi claramente exagerada – 31 da Armada.

Agora vem o argumento histriónico: a adopção de crianças por duplas de gays, por exemplo, não estava na proposta de programa de governo do CDS/PP, e portanto, não há que criticar o Mesquita Nunes por ter votado a favor. Esta gente não tem sentido do ridículo… !

Se o Bloco de Esquerda propuser, na assembleia da república, uma lei de descriminalização do “aborto pós-nascimento”, e se acontecer que haja um deputado do CDS/PP que vote a favor, o escriba supracitado virá dizer: “Meus caros! Absolutamente normal! O “aborto pós-nascimento” não estava previsto no programa de governo do partido, e portanto, não havia como impor a disciplina de voto”.

Realmente, não sendo eu militante do CDS/PP, tenho a sensação e a noção que este partido está em crise. O CDS/PP de Paulo Portas segue hoje a estratégia política do Partido Socialista de José Sócrates: os fins justificam todos os meios.

O “efeito Paulo Portas” no CDS/PP (5)

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 1:37 pm
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Aqui, o escriba compara — não faz uma analogia: faz uma comparação — a posição de Ribeiro e Castro na sua posição sobre o feriado do 1º de Dezembro, por um lado, com a posição, por exemplo, do deputado do CDS/PP, Adolfo Mesquita Nunes acerca da adopção de crianças por duplas de gays.

“Daqui, salta logo à vista que é incoerente quem critica Ribeiro e Castro por votar de acordo com a sua consciência (numa questão que devia envergonhar toda a bancada do CDS, diga-se de passagem, se for na realidade “radicalmente patriótica”, como há umas semanas ouvi Telmo Correia dizer que o CDS é) e ao mesmo tempo defende que noutras matérias os deputados possam votar livremente. Assim como é incoerente defender a atitude de Ribeiro e Castro e simultaneamente atacar os que nas tais outras matérias votam de acordo com a sua consciência. O argumento de que há coisas onde a liberdade de voto deve ser dada e outras não, não colhe, porque qualquer critério de verdade que possa definir substantiva e positivamente estas matérias tende a tornar-se absoluto, exclusivo e a ser contraproducente, isto é, afrontando e eventualmente afastando militantes e simpatizantes do CDS.”

Depois de colocar a questão do feriado do 1º Dezembro e a adopção de crianças por duplas de gays no mesmo plano, o escriba afirma que, no CDS/PP, existe um debate saudável. E conclui que é correcto acabar com a disciplina de voto no CDS/PP.

Ou seja, seria coerente, para o escriba, que um deputado do CDS/PP alinhasse com o Bloco de Esquerda, por exemplo, na lei da eutanásia; ou que apoiasse, possivelmente num futuro não muito longínquo, uma proposta do Bloco de Esquerda de legalização do “aborto pós-nascimento” que permitisse à mãe matar a criança recém-nascida. E não me venham dizer que há algumas matérias que estão sujeitas a disciplina de voto, e outras não. Ou há disciplina de voto em função dos estatutos e do programa do partido, ou não há.

Se querem retirar as referências cristãs dos estatutos do CDS/PP, força com isso! Teria o condão de aclarar as ideias, de tornar a liderança actual do CDS/PP mais honesta, e de permitir a existência de um espaço para a criação de um novo partido político.

O “efeito Paulo Portas” no CDS/PP (4)

Filed under: Política — O. Braga @ 1:15 pm
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“Os que defendem o “direito ao pluralismo” para justificar votações dissonantes em matérias ditas fracturantes não têm como negar (i) o direito de José Ribeiro e Castro a votar contra a revisão do Código do Trabalho (motivada pela extinção do feriado do 1.º de Dezembro), nem (ii) o direito de “12 Conselheiros Nacionais” quererem discutir a mudança de actuação do Partido – até porque Paulo Portas, quando era líder parlamentar, sempre manteve a disciplina de voto.”

via O essencial sobre o último Conselho Nacional do CDS – Senatus.

O “efeito Paulo Portas” no CDS/PP (3)

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 1:05 pm
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Eu não sou militante do CDS/PP [nem de qualquer partido] e talvez por isso tenha uma visão, senão mais objectiva, pelo menos diferente da de alguns militantes do CDS/PP. Temos aqui um militante do CDS/PP que faz propositadamente uma confusão de conceitos:

“O meu CDS é um partido em que alguns são Conservadores ( acreditam que cada cultura tem as suas soluções óptimas), alguns são Liberais ( querem um estado regulador mas não intervencionista) e outros são Democratas Cristão ( querem um conjunto de politicas em que a doutrina social da igreja é o que orienta a sociedade).
Alguns de nós são as três coisas já que elas não se excluem mas a maioria é só uma ou duas delas. Alguns de nós são mais liberais durante uma certa altura da vida e mais conservadores noutra altura…”

O escriba contrapõe os conservadores ao liberais por razões diferentes. Seria como se eu dissesse que ser comunista, por um lado, e não ser comunista, por outro lado, se deve a uma causa diferente e incomum nos dois casos; ou, por outras palavras: por exemplo, seria como se se dissesse que “ser comunista ou não, nada tem a ver com o marxismo”.

Para o escriba, ser conservador tem a ver estritamente com a cultura; e ser liberal tem a ver com a economia. E portanto, conclui o escriba, não tem nada a ver uma coisa com a outra, nem se pode contrapor um conservador a um neoliberal. E, por outro lado e segundo o escriba, o democrata-cristão é coisa diferente do conservador.

Vemos ali um exemplo concreto de como o CDS/PP de Paulo Portas está a ser sujeito a uma espécie de golpe-de-estado. Paulo Portas desempenha uma função semelhante à dos mencheviques na estratégia da “tenaz de Lenine”: fecha à direita o ideário de esquerda.

A ler: Por que não sou liberal.

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