perspectivas

Terça-feira, 26 Janeiro 2016

Cavaco Silva sai com dignidade

 

Cavaco Silva emendou a mão, vetando agora a lei da adopção de crianças por pares de invertidos e a lei da promoção cultural do aborto — depois de Cavaco Silva ter promulgado a lei do aborto em 2007 que surgiu de um referendo não vinculativo, segundo a Constituição.

As leis em causa voltarão ao parlamento e serão aprovadas pela maioria radical de Esquerda coordenada pelo jacobino António Costa.

os-malandros-web

marcelo-plastic-man-webEm Portugal faltam homens de fibra, capazes de fazer rupturas; por isso é que a eleição de Marcelo Rebelo de Sousa é mais do mesmo. Nisso estou de acordo com Passos Coelho: Marcelo Rebelo de Sousa é um “cata-vento”.

Precisamos de homens com coragem na política, capazes de renunciar a um cargo político, se necessário, em nome de uma convicção racionalmente fundamentada.

Vem aí a lei da eutanásia proposta pela Esquerda jacobina, e Marcelo Rebelo de Sousa promulgará a lei em nome da “unidade nacional”, em nome do “compromisso” e da “acção política ao centro”.

Quanto mais a Esquerda radicaliza, mais o centro vira à esquerda, e mais o Marcelo Rebelo de Sousa se transformará na “direita da Esquerda”. O “centro político” é exactamente isso: a “direita da Esquerda”, ou seja, o grupo dos “idiotas úteis” de Lenine.

Sábado, 16 Janeiro 2016

Prof. Paul Gottfried: “Como a Esquerda derrotou a Direita”

Filed under: Política — O. Braga @ 1:13 pm
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Sexta-feira, 15 Janeiro 2016

O blogue Jugular quebrou o silêncio (finalmente!)

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 12:59 pm
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Depois de um longo silêncio comprometedor, depois as agressões sexuais a mulheres por parte dos islamitas “refugiados” na Alemanha, o blogue Jugular quebrou finalmente o silêncio, para falar de… Manuela Ferreira Leite!

Domingo, 10 Janeiro 2016

Ricardo Araújo Pereira no Maxime/Titanic Sur Mer (ser gay é coisa fina)

 

O ideal do esquerdista é ser gay; ele faz tudo para parecer gay, para vencer o preconceito reaccionário do estereótipo do heterossexismo. Muitos esquerdistas ainda não conseguiram evoluir no sentido da ultrapassassem dos preconceitos da heteronormatividade, e por isso ainda não conseguiram alcançar o estatuto supremo da nossa sociedade: ser um gay reconhecido inter pares.

Para a Esquerda, ser gay é coisa fina; ser gay é melhor do que ser operário, empresário, jornalista ou funcionário público. Ser gay não é uma mera profissão ou actividade: é um estatuto social, comparável a um estatuto inerente a um cargo de natureza política mas de carácter vitalício. Esta é uma das razões por que o esquerdista almeja ser gay.

“Os Prémios Arco-íris 2015, uma iniciativa da ILGA Portugal que pretende reconhecer e incentivar personalidades e/ou instituições que, com o seu trabalho, se distinguiram na luta contra a homofobia, são entregues este sábado, dia 9, no Maxime/Titanic Sur Mer, a partir das 21h30, numa cerimónia conduzida por Ricardo Araújo Pereira”.

Prémios da ILGA também destacam Presidenciais

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Parece que o Ricardo Araújo Pereira tem vindo a tentar ser gay, mas a coisa não é para qualquer um; não é qualquer bicho-careta que é gay. Para se ser gay tem que se pertencer a uma casta superior, a uma elite. Ser gay é uma instituição, um ex-libris.

É provável que, no futuro, se possa ser gay através de concurso público, mas, por enquanto, o Ricardo Araújo Pereira vai ter que esperar. Ou então ele terá que fazer um curso intensivo nas saunas gay de Lisboa, ainda assim sem qualquer garantia de que o estatuto de gay lhe seja concedido.

Sexta-feira, 8 Janeiro 2016

O politicamente correcto é (também) um puritanismo romântico

Filed under: Política — O. Braga @ 8:10 pm
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“Political correctness is not merely the imposition of rules of sensitivity on us; it is also the demand that incorrect thoughts expressing the forbidden attitudes must be stigmatized and abolished. For reasons I have given earlier, this seems virtually impossible, but impossibility has never discouraged moral reformers.

And the basic assumption of the politically correct moral reformer is that the moral life is essentially imitative. That is part of the reason why the anti-discrimination movement is so preoccupied with creatures called ‘role models.’

The assumption is that the young (particularly) will imitate those they admire, so the state attempts in the first place to control the people called ‘celebrities’ by imposing the responsibilities of ‘model-hood’ upon them. It relies on the psychology of imitation to control the way people behave.

“One way of understanding this strange project is to say that it is a version of the story of the fall of man, played backwards, so that fallen men return to their pristine condition of moral goodness.”

Kenneth Minogue, The Servile Mind – How Democracy Erodes the Moral Life (Encounter, 2010) extract from pages 107 through to 109.


Trata-se de um puritanismo invertido e romântico, traduzido por Rousseau através do conceito de “bom selvagem”.

Em 1754, Rousseau escreveu um livro com o título “Discurso Sobre a Desigualdade” em que afirmou que “o homem é naturalmente bom e só as instituições [da sociedade] o tornam mau”. Atirar a culpa para a sociedade é uma característica endémica do romantismo.

Segundo Rousseau, o primeiro homem que vedou um terreno e disse: ‘isto é meu’, achou pessoas bastantes simples para acreditar nisso, e foi o verdadeiro fundador da sociedade civil. Ele vai ao ponto de de deplorar a introdução da metalurgia e da agricultura. O trigo é símbolo da nossa infelicidade. A Europa é um continente infeliz por ter o máximo do trigo e do ferro. Para abandonar o mal, basta abandonar a civilização, porque o homem é naturalmente bom, e o selvagem depois de jantado está em paz com toda a natureza e é amigo de todas as criaturas.

Rousseau enviou uma cópia do livro a Voltaire que depois de o ler, escreveu-lhe em 1755 uma carta em que dizia o seguinte:

“Recebi o seu novo livro contra a raça humana, e agradeço. Nunca se utilizou tal habilidade no intuito de tornar-nos estúpidos. Lendo este livro, deseja-se andar de gatas; mas eu perdi o hábito há mais de sessenta anos, e sinto-me incapaz de readquiri-lo. Nem posso ir ter com os selvagens do Canadá porque as doenças a que estou condenado tornam-me necessário um médico europeu, e por causa da guerra actual naquelas regiões; e porque o exemplo das nossas acções fez os selvagens tão maus como nós.”

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Quarta-feira, 6 Janeiro 2016

A culpa é das vítimas

 

“The Mayor of Cologne says women should adopt a “code of conduct” to prevent future attacks following trouble on New Year’s eve when women in the city centre were subjected to sexual assaults by hundreds of men.

Henriette Reker attended an emergency meeting with police and other officials on Tuesday to discuss how best to deal with the crimes that occurred when 1,000 men, “of Arab or North African appearance”, took over the area around the main station”.

Mayor of Cologne urges code of conduct for young women to prevent future assaults

Henriette RekerCentenas de mulheres alemãs foram molestadas sexualmente (e algumas violadas), na cidade alemã de Colónia, por um milhar de “refugiados” segundo o critério do blogue Jugular. Essas mulheres molestadas não andavam nuas na rua, nem sequer de mini-saia no Inverno da Alemanha: estavam vestidas normalmente.

A Presidente da Câmara Municipal de Colónia, Henriette Reker (na imagem: um camafeu e um estafermo inédito! Deve ser feminista!) estabeleceu um código de conduta para as mulheres da cidade, que inclui manterem-se a um braço de distância dos “refugiados” (segundo o critério do blogue Jugular), não se afastarem do seu grupo, e pedir ajuda a transeuntes.

Ou seja, a culpa do comportamento dos “refugiados” (segundo o critério do blogue Jugular) é das vítimas.

Inverte-se a moral, o que é uma característica do politicamente correcto. A culpa da violação sexual da mulher branca europeia por parte do muçulmano, é da mulher branca — porque os muçulmanos estão (por enquanto) em minoria. Ora, é preciso proteger as minorias.

Domingo, 3 Janeiro 2016

O que é o Marxismo Cultural

Filed under: Política — O. Braga @ 9:52 am
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Terça-feira, 29 Dezembro 2015

A Esquerda duplicou a população portuguesa, apesar da lei do aborto

 

“Sempre que oiço «portugueses e portuguesas» ou «todos os portugueses e todas as portuguesas», gera-se-me a ideia de que a população de Portugal duplicou. Se calhar tenho o periscópio avariado”.

Duas por todos

Quinta-feira, 19 Novembro 2015

O politicamente correcto, o mimetismo cultural, e a desumanização do ser humano

 

Quando as acções humanas parecem ser “copiadas” espontaneamente de outras, falamos de “mimetismo”. Fernando Pessoa dizia que o povo português é parecido com o povo alemão: tem uma forte tendência para o mimetismo cultural; age e pensa em turba.

mimetismoRené Girard dizia que muitas das nossas emoções mais fortes são, de facto, geradas por mimetismo; e os me®dia desempenham um papel essencial no mimetismo cultural. Quando uma emoção forte tem efeito sobre outrem, e depois de devidamente propagandeada pelos me®dia, assume uma dimensão de círculo vicioso em crescendo até à histeria social que pode colocar em causa a integridade física e moral das pessoas que padecem dessa mesma emoção forte.

Na medida em que muitas das emoções fortes — e mesmo extremas — em circulação na sociedade têm um fundamento mimético, são emoções derivadas, ou seja, violam o princípio da procura da originalidade. Isto levou a que alguns escritores — por exemplo, Camus, Sartre, e os existencialistas em geral — pensassem ser original a criação de personagens que não tinham emoções (por exemplo, n’ “O Estrangeiro”, de Camus): a falta de emoções da personagem do Estrangeiro faz dele um ser humano diferente, que foge à bitola do mimetismo emocional; e, por isso, é um homem “original”; é o novo homem romântico do século XX: original, talvez, mas sem as emoções exacerbadas do romantismo do século XIX. Do “oitenta” do século XIX passámos ao “oito” no Existencialismo do século XX.


Hoje é vulgar uma preocupação fanática em não “ferir os sentimentos” dos outros, porque não se aceita (através de um mimetismo cultural) o facto de podermos “ferir os sentimentos” dos outros sem querer, por exemplo; ou que os “sentimentos feridos” de outrem podem não ser da minha responsabilidade.

Um igualitarismo radical, que é a base do politicamente correcto, tende a tornar ofensiva qualquer comparação entre pessoas que possam sugerir subjectiva- ou objectivamente que uma delas é “superior” à outra — o que gera uma paranóia cultural que transforma o mimetismo emocional em uma obrigação social. A diferença entre pessoas é vista pelo politicamente correcto como sinónimo de hierarquia.

O politicamente correcto torna as diferenças — objectivas, entre pessoas — quase invisíveis; e esta invisibilidade das diferenças também está ligada à preocupação fanática de não “ferir sentimentos”. Esta noção politicamente correcta, segundo a qual o reconhecimento da realidade, tal qual esta se nos apresenta, é “ofensivo” — leva a uma espécie de pânico cultural acerca de qualquer emissão de um juízo de valor sobre qualquer pessoa: não se trata de um exacerbar do “eu”, como se diz aqui: mas antes trata-se da anulação colectiva do “eu” individual: quando se invoca o “eu”, é para o anular logo a seguir.

Em geral, a contemporaneidade tende a ter uma relação patológica com as emoções — em parte devido ao aumento da importância social e política das mulheres. As emoções substituíram agora os juízos de valor morais realistas (com aderência à realidade), e rotulam esses juízos de valor realistas como sendo “anticientíficos”. O homem contemporâneo rejeita o Deus “invisível” e, simultaneamente, classifica a consciência, a moral, os valores, o sentido da vida, como sendo matérias “não-científicas” — desumanizando, assim, o ser humano.

Quinta-feira, 5 Novembro 2015

A Isabel Moreira e o sistema de quotas para mulheres

 

“As quotas que fazem com que 35% do Parlamento português seja feminino continuam a ser necessárias para que as mulheres tenham acesso ao poder? Isabel Moreira e Teresa Leal Coelho, embora estejam sentadas em bancadas diferentes, a primeira na do PS e a segunda na do PSD, concordam: sim”.

As quotas para mulheres continuam a ser uma necessidade


O sistema de quotas para mulheres na política (e não só) vai contra o princípio da igualdade de oportunidades, uma vez que é dada preferência às mulheres. Ademais, vai contra o princípio da valorização do mérito, uma vez que as mulheres eleitas por quotas não necessitam de qualquer mérito pessoal para assumir a função de deputadas. quotas

Acontece que o nosso actual sistema político da chamada “democracia representativa” não é democrático — e é este sistema não-democrático que serve de base para o argumento das quotas para as mulheres.

quotas-mudança-de-sexoE não é democrático porque o papel dos partidos políticos é crucial na escolha dos candidatos a deputados, o que impede que as mulheres (e homens) se candidatem com maior liberdade e auto-iniciativa. Ou seja, a Isabel Moreira, e quejandas feminazistas como por exemplo a Teresa Leal Coelho, valorizam a actual partidocracia (não democrática) também porque precisam desta para impôr um sistema de quotas para mulheres que é, em si mesmo, antidemocrático.

O sistema de quotas para mulheres é antidemocrático, porque os cidadãos deveriam poder escolher os deputados que elegem independentemente de serem homens ou mulheres.

Para isso, o sistema da actual “democracia representativa” deveria ser alterado e reformado no sentido de dar maior independência dos candidatos a deputados em relação às cúpulas partidárias. Mas é isto que a Isabel Moreira e as feminazistas não querem, porque se assim fosse, as mulheres seriam confrontadas com a realidade da meritocracia; o que a Isabel Moreira e a Esquerda querem para as mulheres é o facilitismo no acesso ao Poder.

O sistema de quotas para mulheres significa que os políticos sejam eleitos em função do seu sexo, e não em função do seu mérito. Por cada mulher eleita com o sistema de quotas e não por mérito próprio mas só porque é mulher, há um homem ou uma outra mulher com mérito que não são eleitos.

A introdução de quotas para mulheres alimenta a “guerra entre os sexos” que tanto agrada à lésbica Isabel Moreira.

Domingo, 1 Novembro 2015

Um exemplo da aliança Marx / Maomé : a discriminação da anti-discriminação

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 12:41 pm
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Duas notícias:

padeiro1/ um padeiro americano, cristão, que se tinha recusado fazer um bolo para um “casamento” gay por motivos religiosos, foi condenado pelo tribunal e obrigado por este a fazer o dito bolo.

2/ dois trabalhadores muçulmanos de uma empresa americana de transportes que se tinham recusado, por motivos religiosos, a transportar e a manusear bebidas alcoólicas, foram despedidos pela empresa. Recorrendo ao tribunal, os dois muçulmanos ganharam o seu caso e foram ressarcidos pela empresa em 240.000 US Dollars.

O problema aqui são os motivos religiosos que levam a que um profissional se recuse a fazer determinado trabalho — sendo que, em tudo o resto, as situações são diferentes. Hoje já se coloca em causa o direito dos médicos e enfermeiros à objecção de consciência, por motivos religiosos, em relação ao aborto, por exemplo.

Parece que os motivos religiosos islâmicos têm mais valor do que os motivos religiosos cristãos. E, “em política, o que parece, é!” — António de Oliveira Salazar

Segunda-feira, 12 Outubro 2015

O José Pacheco Pereira, alegadamente, faz parte da tribo dos “tolerantes”

 

Parece que há tribos de “tolerantes” ou de “intolerantes”; as primeiras são tribos boas, e as segundas são tribos más. O José Pacheco Pereira, alegadamente, faz parte de uma tribo boa dos “tolerantes” que não toleram as tribos dos “intolerantes”.

As tribos dos “tolerantes” detêm a verdade, têm o conhecimento que as tribos dos “intolerantes” não têm. Por isso, os “tolerantes” encontraram já o caminho para a salvação. A verdade soteriológica dos “tolerantes” e do José Pacheco Pereira deve ser imposta à maioria ignara e intolerante. Naturalmente que os “tolerantes” devem deter o Poder para que a maioria intolerante seja salva.

Os “tolerantes” pretendem a concentração de Poder (neles próprios) para a construção de um “mundo melhor”: só eles, detentores do conhecimento, podem vislumbrar a via salvífica para a humanidade: por exemplo, a eliminação da “violência inscrita na desigualdade das economias”, a erradicação das culturas localizadas que “se baseiam em identidades agressivas que excluem os outros” — mesmo quando estes excluem agressivamente aqueles. O José Pacheco Pereira e os “tolerantes” estão acima da condição humana, são semi-deuses alienígenas que orientam a salvação da humanidade; são os gnósticos modernos.

Quando alguém procura a verdade com afinco, é condenado pelo José Pacheco Pereira e pelos “tolerantes” como sendo intolerante — porque, segundo os “tolerantes”, a verdade ou não existe, ou é relativa. Tal como os gnósticos da Antiguidade Tardia, os “tolerantes” têm uma mundividência anticósmica e, portanto, anticientífica.

A verdade é só a deles, a dos “tolerantes”, construída ideológica- e abstractamente. Para os “tolerantes”, a verdade e o ser humano são conceitos abstractos, que não são definidos por experiências concretas. E se alguém, em nome da verdade verificada e demonstrada, é obrigado pelos factos a ser intolerante, corre o sério risco de ser confrontado com a verdade exclusivista e maniqueísta dos “tolerantes” do gnosticismo moderno.

Os “tolerantes” — a Esquerda — são moralmente superiores.

E essa superioridade moral dos “tolerantes” permite-lhes ser intolerantes para com os “intolerantes” — mesmo que a intolerância dos “intolerantes” se baseie na verdade dos factos.

Por isso, temos todos que ser tolerantes, por exemplo, em relação ao consumo de drogas; ou temos que ser tolerantes em relação ao estilo de vida perigoso e promíscuo gay; ou devemos ser tolerantes em relação ao terror islâmico; ou devemos ser tolerantes em relação a uma possível imigração muçulmana em massa que ocupe o nosso país — devemos reduzir a nossa opinião ao silêncio que cala as consciências em nome da “tolerância”.

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