perspectivas

Quinta-feira, 13 Junho 2019

A Direitinha politicamente correcta. Educadinha. Caladinha.

Filed under: PSD,Rui Rio — O. Braga @ 5:29 pm
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Quarta-feira, 24 Abril 2019

Marcelo Rebelo de Sousa é um relativista

 

O “problema” de Marcelo Rebelo de Sousa não é só a eventual “falta de coragem” (como escreveu a Helena Matos): Marcelo Rebelo de Sousa é um relativista (o “relativismo católico”, interpretado exemplarmente pelo papa-açorda Chico e por uma grande parte do clero português). O relativismo de Marcelo Rebelo de Sousa pode ser bem atestado através do seguinte vídeo que faz a sua (dele) caricatura:

 

 

Mas o relativismo pega-se: lembro-me de ler um texto (de Março de 2016) do católico João César das Neves acerca do papa-açorda Chicozinho, em que o citado economista católico defendia a tese segundo a qual o papa-açorda não seria socialista (ou não seria adepto do marxismo). O João César das Neves olha para a realidade e nega-a; ou então recusa-se a aceitar os factos objectivos acerca do papa Chicozinho. A negação da realidade é a condição de qualquer ideologia política.

 

Eu só posso julgar o Marcelo Rebelo de Sousa (ou o João César das Neves) por aquilo que é objectivo — a alegada “falta de coragem” de Marcelo Rebelo de Sousa é um juízo subjectivo, porque não tenho a certeza se o dito é corajoso ou não: o que me parece, de uma forma objectiva, é que Marcelo Rebelo de Sousa é um relativista (uma pessoa que julga que “a verdade é relativa”, e por isso detentor de um arquétipo mental a-científico).

Domingo, 24 Março 2019

A Isabel Moreira e sistemático apelo à emoção e à irracionalidade

 

Eu penso que é possível defender uma ideia, uma causa, sem que se recorra sistematicamente à emoção dos interlocutores; podemos, em vez disso, utilizar a razão. O problema das mulheres na política (em juízo universal) é o constante recurso à irracionalidade para fazer prevalecer determinados pontos de vista.

Em nome da “justiça” e da “igualdade”, pessoas da laia da Isabel Moreira vão promovendo a pedofilia na cultura antropológica através da “educação” de crianças pré-adolescentes.

O apelo à emoção — a instrumentalização política da irracionalidade — faz com que a Isabel Moreira misture o conceito de educação de crianças de 11 anos, por um lado, com o da educação de pubescentes de 14 ou 15 anos, por outro lado — para assim “justificar” (como se fosse racionalmente justificável) o ensino explicitamente gráfico, e mesmo obsceno para aquela faixa etária, do conceito de “homossexualidade” e “transgenderismo” a crianças de 10 e 11 anos de idade.

isabel-moreira-bruxa-webPessoas como a Isabel Moreira não têm perdão (nem jurídico, nem ético), porque enganam de forma consciente. Agem de má-fé. São pessoas que incorporam e representam a perversidade do espírito do nosso tempo; são as grandes responsáveis pela dissonância cognitiva que grassa na nossa cultura, e que nos vai conduzindo paulatinamente a um totalitarismo de veludo.

Em nome da “justiça” e da “igualdade”, pessoas da laia da Isabel Moreira vão promovendo a pedofilia na cultura antropológica através da “educação” de crianças pré-adolescentes. “Em política, o que parece, é”; e parece que pessoas da laia da Isabel Moreira promovem a pedofilia na cultura antropológica.

Nós sabemos de que lado da barricada está a promoção cultural da pedofilia : está do lado dos sequazes da Isabel Moreira. Quem votar nos amigos da Isabel Moreira está, pelos menos de forma indirecta, a promover a pedofilia na nossa cultura.

Quarta-feira, 20 Março 2019

Uma pessoa “Intersexo” ou é biologicamente XY (homem) ou é biologicamente XX (mulher)

 

Não há volta a dar: não me venham com merdas!

Do ponto de vista da biologia, uma pessoa dita “intersexo” ou tem cromossomas XY ou XX (não se inclui aqui o chamado “hermafroditismo”, que não é propriamente “intersexo”: o hermafroditismo não é apenas uma anomalia: é uma condição patológica!).

Não há, do ponto de vista cromossómico, “meio-sexo”; não há pessoas com cromossomas XYXX, ou coisa que o valha (excepto com a patologia hermafrodita); não há pessoas com cromossomas LGBTI.

Existem pessoas com cromossomas XYX ou XXX (um cromossoma a mais), mas nestes casos não há diferença entre as características sexuais internas e externas (ovários e vagina, por exemplo): o que existem, nestes casos, são problemas de níveis hormonais elevados.

Embora seja uma anomalia rara, uma pessoa “intersexo” tem os cromossomas de uma pessoa normal (ou XX, ou XY); ou seja, uma pessoa “intersexo” é biologicamente masculina ou feminina.

Terça-feira, 12 Março 2019

No Islão, a palavra do homem vale pela de três mulheres; no Feministão, a palavra da mulher vale pela de três homens. O Feministão é a antítese simétrica do Islão.

 

Leio esta notícia : ″Sexo sem consentimento é violação.″ PAN e BE pedem alteração à lei.


Para mim, é perfeitamente claro que “sexo sem consentimento é violação”.

O problema que se perfila é o de que a Esquerda pretende que o conceito de “sexo sem consentimento” dependa exclusivamente da subjectividade da mulher e da sua declaração unilateral de “não-consentimento”.


No Islão, a palavra do homem vale pela de três mulheres; no Feministão, a palavra da mulher vale pela de três homens. O Feministão é a antítese simétrica do Islão.


Ou seja: parece-me que, segundo a lei do PAN (Pessoas-Animais-Natureza) e do Bloco de Esquerda (a que se junta o Partido Socialista de António Costa, e provavelmente o partido de Esquerda que é o PSD de Rui Rio), basta que a mulher afirme que não houve consentimento para um determinado acto (hétero) sexual — e mesmo que não exista qualquer tipo de violência ou coacção! — para que o homem possa apanhar 5 anos de prisão.

Se eu estiver errado no meu raciocínio, por favor corrijam-me!.

Se o meu raciocínio estiver correcto, o que a Esquerda pretende é — pura e simplesmente — instituir a estigmatização social do homem heterossexual, criminalizando o simples desejo sexual masculino e natural em relação às suas esposas e namoradas, fazendo com que as experiências sexuais negativas de algumas mulheres feministas se transformem em “abuso sexual” generalizado por parte dos homens, concedendo às feministas na política o Poder escorado em leis sancionadoras que determinem a natureza de toda e qualquer interacção (sexual e não-sexual) entre homens e mulheres.

Como diz Janice Fiamengo : “o poder de definir a realidade é o maior Poder que é possível ter, e o que o feminismo pretende é retirar ao homem a capacidade de ter voz, tanto na esfera pública como na esfera privada”.

Segunda-feira, 11 Março 2019

Janice Fiamengo e o feminismo anti-heterossexual

 

O Ludwig Krippahl escreve aqui sobre o “feminismo” — seja o que for que isso signifique. Antes de mais, recomendo a visualização de um vídeo da professora universitária canadiana Janice Fiamengo, como segue:

 

1/ actualmente, a mera manifestação (pública ou privada) de desejo heterossexual é classificada pela Esquerda como “assédio sexual”;

2/ as feministas (ou seja, a Esquerda) identificam o “sexo” heterossexual com “dano” físico e/ou moral da mulher.

A razão do Ludwig Krippahl é parcial; mas a razão da Janice Fiamengo é praticamente total. Vejam o vídeo.

Segunda-feira, 13 Fevereiro 2017

Bom humor, perante a estupidez da Fernanda Câncio

 

Para o esquerdalho, uma mulher que abortou é “uma mulher com coragem”. E foi a “coragem das mulheres” abortadeiras que ditaram a “grande derrota da Igreja Católica”.

A tonta não se contenta com a violação de uma regra ética: pretende que a sua transgressão se converta em regra nova; a perversidade desperta sempre a secreta admiração da imbecil que escreve umas coisas em um qualquer pasquim do Regime.

Uma estupidez não deixa de o ser, só porque há quem morra por ela; e é costume apregoar direitos para se poder violar deveres; portanto, não se tratou de “coragem das mulheres”, mas de estupidez de mulheres e de homens — a novela romântico-pornográfica, da Fernanda Câncio e da esquerda em geral, abortará sempre, porque a cópula não é um acto do indivíduo, mas é uma actividade da espécie.

E perante a estupidez da escriba — detentora de um alvará de inteligência concedido pela merda das elites que temos —, sorrimos: porque as derrotas nunca são definitivas quando se aceitam com bom humor. O mundo da Fernanda Câncio (e do politicamente correcto) parece invencível; como o dos dinossauros desaparecidos.

Segunda-feira, 6 Fevereiro 2017

A estaurofobia de uma putéfia de alto coturno

 

Eu (dantes) fazia a distinção entre “esquerda”, por um lado, e “esquerda radical”, por outro lado; hoje, já não faz sentido essa distinção: “esquerda radical” é redundância. Sempre houve esquerdalho radical; mas hoje ele está plasmado orgulhosa- e diariamente nos me®dia, sem qualquer filtro racional. Vivemos num PREC.

Quando se pergunta ao encarregado de educação de uma criança se pretende que o respectivo educando tenha aulas de religião e moral católicas, acontece muitas vezes (mesmo que seja apenas e só por motivos de tradição) que o encarregado de educação anui ou aquiesce. Ou seja: o encarregado de educação não se opõe.

A Jezabel da imprensa esquerdista (Diário de Notícias) diz que isso é “tornar obrigatória a religião e moral católicas nas escolas públicas”. Para ela, não se aplica o ditado segundo o qual “quem cala consente ou autoriza”: pelo contrário, para a vulgívaga de palacete, “quem cala é obrigado a aceitar”.

O problema aqui é o de saber o que é o “consentimento”, por um lado, e o que é “obrigação”, por outro lado.

É claro que quem não se opõe a que os seus filhos tenham aulas de religião e moral católicas, não é obrigado a que os seus filhos tenham aulas de religião e moral católicas.

Quando nós não nos opomos a qualquer coisa, exercemos (pelo menos) a nossa liberdade negativa. Para a górgona dos me®dia, a Esquerda possui o monopólio da liberdade negativa: toda a gente que não for de Esquerda tem que “sair do armário e passar a vergonha da denúncia pública” da sua liberdade positiva (apontada a dedo).

A Europa está a mudar. Até em Espanha já sinais de Vox Populi. Pode ser que a megera seja “eutanasiada” à força. Nunca se sabe.

Sexta-feira, 13 Janeiro 2017

Existe um plano da ONU de genocídio dos brancos

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 11:15 am
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Sábado, 3 Dezembro 2016

O modus operandi da Esquerda: “Se odeias alguém, acusa-o de ódio.”

 

“If you hate somebody, just accuse them of hatred. Now you’re morally justified in hitting them in the head with a bag of rocks.”

“El "delito de odio" consiste en que los que te odian te denuncian por odiarles. Todo muy jurídico.”


Dei com este artigo no sítio do Bloco de Esquerda.

catarina-martins-neanderthal-web“As formas de racismo, xenofobia, homofobia e misoginia que estamos a ver não são novas. As cruéis campanhas contra Obama recordaram-nos que estavam aí. A simpatia em relação a polícias que mataram pessoas negras desarmadas foi outro sinal muito claro. O horrível tratamento dos migrantes que vêm do Sul e o ardor da islamofobia também o foram. Mas tudo isto parecia para muitos de nós tão irracional e aberrante que não era possível imaginar que metade dos cidadãos surfariam essa onda de podridão. Trump modelou um racismo e uma misoginia sem vergonha aos quais se acomodaram uma enorme quantidade de pessoas para votar nele.

Outro enorme grupo de pessoas foram tocadas e comovidas pelo seu discurso racista e sentiram-se finalmente libertadas do superego censor dos movimentos feministas e anti-racistas. A única coisa que as denúncias públicas do racismo de Trump fizeram foi levar esse ódio à clandestinidade. Trump conseguiu emancipar uma paixão racista que sempre tinha estado expressa, por exemplo, naquilo que conhecemos como cultura policial. O discurso amoroso de Hillary só ajudou a dar alento à vida furtiva do ódio. E Trump pôde monopolizar a raiva dos homens brancos de classe trabalhadora”.

Vejamos a visão que o Pablo Iglesias do Podemos (o Bloco de Esquerda espanhol) tem do feminismo.

“Porta-voces varones que son mujeres”.

 

Vemos, tanto no texto do Bloco de Esquerda como no vídeo do Podemos, uma total desorientação ideológica.

Por exemplo, no Bloco de Esquerda parte-se do princípio de que os homens brancos (que, alegadamente, são todos racistas, xenófobos, homófobos, etc.) foram suficientes para ganhar as eleições americanas. Reparem no discurso: é psicótico. Esta gente sofre de psicose grave.

Mas o problema mais grave é que esta esquerda radical será, a breve trecho, fonte e causa de violência feroz na sociedades democráticas — como já está a acontecer nos Estados Unidos, quando esta Esquerda contesta os resultados das eleições com violência nas ruas.

Para esta esquerda, quem votou em Trump não deveria existir: é uma aberração ontológica; e em última instância, deverá ser fisicamente eliminado.

Para esta esquerda, basta acusar alguém de “ódio” para estar legitimado o seu terrorismo urbano. E se alguém reage ideologicamente contra esse terrorismo urbano, a esquerda denuncia-o por ódio.

Quinta-feira, 17 Novembro 2016

“Mansplaining”: a nova arma feminista e politicamente correcta contra o homem

 

macho-betaO termo “Mansplaining” aplica-se quando um homem explica qualquer coisa a uma mulher sem que esta lhe tenha pedido qualquer explicação.

Por exemplo, se uma mulher estiver a fazer uma manobra de condução errada, e eu for ajudá-la a estacionar o carro dando-lhe instruções, incorro em Mansplaining e, por isso, sou sexista e um porco machista.

Portanto, ajudar uma mulher espontaneamente e sem que ela peça ajuda é “Mansplaining”, ou seja, é uma manifestação de sexismo e machismo javardo. Para não sermos sexistas nem porcos, temos que nos abster de ajudar as mulheres e/ou explicar-lhes o que quer que seja.

Mas há aqui um problema: se uma mulher nos pedir uma qualquer explicação sobre um qualquer assunto, e nós não dermos essa explicação, também somos sexistas e porcos machistas.

A única forma de (nós, homens) não sermos sexistas e machistas porcos, é obedecer às ordens das mulheres.

Quinta-feira, 22 Setembro 2016

Manuel Maria Carrilho e a sociedade emasculada de Engels

 

O Pedro Arroja põe-se a jeito com algumas teorias abstrusas; por exemplo, a de que a sociedade portuguesa é feminina. Se “a sociedade portuguesa é feminina” (como diz o Pedro Arroja), ¿o que dizer das sociedades alemã e nórdicas, por exemplo?

mulheres-be-web

isabel-moreira-jc-webO que se está a passar na Europa é um fenómeno cultural marcadamente marxista (gramsciano) que passa pela instrumentalização dos me®dia no sentido da emasculação do homem, e a promoção de uma sociedade matriarcal (matriarcado) tal como aconselhado por Engels.

E, por outro lado, a emasculação do homem é defendida como uma solução para o Aquecimento Global, uma vez que o feminismo defende a ideia de que os flatos dos bebés causam o Aquecimento Global; ou seja: para o feminismo politicamente correcto marxista, quanto mais paneleiros, menos Aquecimento Global.

Nessa sociedade de eunucos e emasculados, por um lado, e de amazonas lésbicas, por outro lado, o homem tem um estatuto social inferior — como podemos inferir da opinião da Isabel Moreira acerca Manuel Maria Carrilho.

Na sociedade de Engels, a mulher tem sempre razão nos seus actos (mesmo quando pratica o infanticídio, por exemplo). E o modelo da sociedade de Engels voltou a estar na moda com merda de gente como o panasca Foucault ou psicopata Peter Singer que é ensinada nas nossas universidades.

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