perspectivas

Terça-feira, 19 Outubro 2021

Os dinamarqueses são fassistas

fodenocu webCamaradas!

Os dinamarqueses andaram a vasculhar as estatísticas e chegaram à conclusão de que o custo da imigração não-europeia é de 5 mil milhões de Euros por ano. 

denmark immigration web

Camaradas!

Não devemos vasculhar as estatísticas, porque é anticientífico. A única coisa que podemos vasculhar é a História, para a virar ao contrário!

Em oposição aos fassistas dinamarqueses, temos em Portugal um primeiro-ministro e um ministro da administração interna que são progressistas, porque defendem a imigração em massa de não-europeus, incluindo muçulmanos — o revela, de facto, uma intenção de construir um mundo melhor, à moda do papa Chico.

imigração um futuro melhor web

Camaradas católicos!

Temos que seguir as ideias do papa Chico e denunciar os fassistas dinamarqueses que andam a vasculhar as estatísticas. Como diz o papa Chico: “as estatísticas não dão de comer”.

Os camaradas do Comité Central do nosso partido estão solidários com as ideias do papa Chico e com o clero católico, contra os fassistas dinamarqueses que querem poupar um míseros tostões por ano restringindo a imigração muçulmana, e adoptando uma postura política contra a diversidade cultural.

Abaixo os fassistas dinamarqueses! Viva o Kosta! Viva a Isabel Moreira! Viva o Cabrita! Viva Karl Marx! Viva o António Gramsci! Viva o papa Chico!

A diversidade é a nossa força! A luta contínua! Allahu Akbar!

diversidade-islamica-web

Sexta-feira, 8 Outubro 2021

Um bom maomerdano viola uma mulher enquanto reza a Alá

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobia,islamofobismo — O. Braga @ 10:21 am

allahu-goat-webImaginem um cristão medieval a rezar um Pai-Nosso e duas Avé-Marias enquanto violava uma mulher. E, à medida em que a violação sexual se prolongava no tempo, aquele bom cristão da Idade Média passava a rezar o Terço enquanto “montava” a vítima.

Eu não tenho conhecimento de que alguma vez isto tivesse acontecido no mundo da cristandade. O cristão normal sabe que a violação sexual é um mal intrínseco — fisicamente e espiritualmente.


Mas, para o Islamismo (caracterizado por uma endogamia milenar que reduziu drasticamente o QI médio da população) , a violação de uma mulher é um acto bom, comandado por Alá:

« A survivor of a Muslim rape gang in the UK has said that her rapists would quote the Qur’an to her, and believed their actions justified by Islam.

On another occasion, Muslim migrants in France raped a girl and videoed the rape while praising Allah and invoking the Qur’an. In India, a Muslim gave a Qur’an and a prayer rug to the woman he was holding captive and repeatedly raping. And the victim of an Islamic State jihadi rapist recalled: “He told me that according to Islam he is allowed to rape an unbeliever. He said that by raping me, he is drawing closer to God…He said that raping me is his prayer to God.” In India, a Muslim kidnapped and raped a 14-year-old Hindu girl, and forced her to read the Qur’an and Islamic prayers. In Pakistan, another Christian woman recounted that her rapist was also religious: “He threw me on the bed and started to rape me. He demanded I marry him and convert to Islam.»

France: Muslim who quoted Qur’an while raping his victim

No Islão, quem viola uma mulher é considerado um santo.

O Corão é bem explícito: as suras 4:3, 4:24, 23:1-6, 33:50, 70:30, entre outras, incitam os Maome(r)danos a violarem mulheres para se transformarem em santos.

Naturalmente que, para a Esquerda, pelo facto de eu criticar a santificação da violação das mulheres, por parte dos Maome(r)danos, passo imediatamente a ser classificado de “racista”, “xenófobo” e “islamófobo”.

Segunda-feira, 20 Setembro 2021

Bruxelas está entregue à bicharada islâmica

Filed under: imigração,Islamismo,islamização,islamofobismo,União Europeia — O. Braga @ 4:39 pm

Hoje, a verdade acerca do que se passa no mundo é censurado pelo Twitter e pelo FaceBook — ter contas no FaceBook (e no Instagram, que vai dar no mesmo) ou no Twitter serve apenas para confraternizar e/ou “engatar”: qualquer facto (verdadeiro e verificável) que contrarie uma determinada mundividência globalista, é imediatamente censurado.

A alternativa é, de facto, o GAB (o GETTR também censura algumas opiniões). Ou seja: um jornalista que se preze, ou um cidadão consciente, têm contas no GAB. bruxelas-video-web

Por exemplo, vemos aqui um vídeo que jamais (em tempo algum!) passaria no FaceBook ou Twitter; um vídeo que demonstra como a polícia de Bruxelas (a cidade capital da Bélgica e da União Europeia) já não controla as ruas da cidade, onde os Maomedanos fazem praticamente o que querem.

É isto que o CHEGA pretende evitar em Portugal — uma vez que temos um primeiro-ministro que se identifica com a imigração maomerdana.

Domingo, 5 Setembro 2021

Jacinda Ardern, a Primeira-ministra socialista da Nova Zelândia

Depois de um ataque islâmico contra seis pessoas, em um supermercado na capital da Nova Zelândia e em que três pessoas ficaram em estado graveJacinda Ardern, a Primeira-ministra socialista da Nova Zelândia, mostrou-se preocupada com as eventuais represálias do povo em relação ao Islamismo e aos islamitas.

Esta senhora interpreta, na perfeição, a ideia de politicamente correcto que defende o princípio segundo o qual é perfeitamente possível agarrar um cagalhão pela sua parte mais limpa.

«…Asked about concerns of a backlash against New Zealand’s Muslim community, Ardern said it “would be absolutely wrong” to “direct any frustration at anyone beyond this individual.”

“What happened today was despicable. It was hateful, it was wrong, it was carried out by an individual, not a faith, not a culture, not an ethnicity, but an individual person who was gripped by ideology that is not supported here by anyone or any community.”»

Em resumo: a ideia (da senhora) é a seguinte: “não há nada no Islão que incentive ou apele à morte dos infiéis”. Só quem não leu o Corão pode ter esta ideia.

jacinda ardern web

Terça-feira, 17 Agosto 2021

O Islão é uma barbárie

O Islamismo não é uma religião propriamente dita: em vez disso, é um princípio de ordem política; o Islamismo é uma ideologia política.

Cabul Afeganistao 1970 web

afeganistao decada de 1970 webEstas fotos são da década de 1970, quando o Afeganistão experimentou uma determinada autonomia em relação ao Islão.


Um aviso ao monhé das cobras: a imigração islâmica deve ser banida; e os políticos que incentivarem e promoverem a imigração islâmica devem ser punidos, no futuro, com penas pesadas de prisão (e as penas deverão ser aplicadas retroactivamente). monhe-das-cobras-web

Quinta-feira, 12 Agosto 2021

As instituições do poder político fazem parte de um complexo manicómio

Filed under: imigração,Islamismo,islamização,islamofobismo — O. Braga @ 5:58 pm

Este título fez-me rir às gargalhadas 🙂

germany-kaboom-web

Temos a sensação de que os malucos tomaram conta do asilo; ou melhor: somos todos governados por malucos, a partir do asilo composto pelas instituições do poder político.

Une française de souche + En infödd svensk

Filed under: imigração,Islamismo,islamização,islamofobismo — O. Braga @ 4:57 pm

Une française de souche

Os me®dia vem dizer que a senhora que pichou a Torre de Belém é “francesa”.

leila-lakel-web

Nenhuma destas duas senhoras teria liberdade de acção política nos seus países de origem. No entanto, ambas defendem a restrição da liberdade dos cidadãos autóctones dos diversos países da Europa.

Acontece que a senhora Leila Lakel nasceu na Argélia; desde logo, o argumento do “solo” não funciona a favor do atributo de “francesa” que os me®dia lhe dão; e muito menos funciona o argumento do “sangue”.

O caso de Leila Lakel é o exemplo acabado de que um imigrante dificilmente sentirá o país de acolhimento (ou a cultura europeia) da mesma forma que um cidadão autóctone sente o seu país histórico.

Existe, nesta senhora, ódio à Europa; ódio ao sucesso histórico da Europa, em contraponto ao fracasso enorme da cultura islâmica de onde ela é oriunda. Por isso é que o Islão e a Esquerda são aliados tácitos: ambos odeiam tudo o que a Europa significa e representa.

O Islão e a Esquerda vivem e alimentam-se de ódio.

En infödd svensk

O caso da senhora Nyamko Sabuni ilustra, de forma complementar, a ideia do poder político imenso granjeado pelas minorias imigrantes e anti-culturais, em uma Europa que vai perdendo as suas referências históricas.

sabuni-web

Esta senhora nasceu no Burundi e teve educação muçulmana (embora seja criticada por, alegadamente, ser anti-islâmica), e sabe-se lá por que razão, é a líder do partido liberal sueco (ainda iremos ver a Joacine "Vai-te Katar" Moreira a liderar partido IL – Iniciativa Liberal); e já se dá ao luxo de exigir a expulsão da Hungria cristã da União Europeia.

Nenhuma destas duas senhoras teria liberdade de acção política nos seus países de origem. No entanto, ambas defendem a restrição da liberdade dos cidadãos autóctones dos diversos países da Europa.

Quarta-feira, 19 Maio 2021

A pergunta do "Polígrafo" : “¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?!”

A imagem, em baixo, foi respigada no Adamastor; mostra uma comparação entre o que se passou, no dia 13 de Maio, no santuário de Fátima e no campo do Martim Moniz, em Lisboa.

Portanto, nós vemos, verificamos in loco; mas segundo o "Polígrafo", os nossos olhos são mentirosos.

fatima-martim-moniz-web

Agora, caro leitor, imaginem que a Igreja Católica adquiria o hábito de ocupar sistematicamente, por exemplo, a praça do Rossio (em Lisboa) para as suas celebrações religiosas semanais: teríamos a Esquerda a berrar, e a pedir ao governo para enviar a polícia de choque “contra os reaccionários”; mas tratando-se dos parceiros da Aliança entre Marx e Maomé, nem o "Polígrafo" se inibe de sair em defesa deles.

Allauhakbar !

Nota: A frase “¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?!” é de autoria de Groucho Marx; a política portuguesa transformou-se em uma anedota.

Terça-feira, 18 Maio 2021

Raquel Varela e a diabolização da democracia

A Raquel Varela mostra aqui as suas verdadeiras cores: a única democracia do Médio Oriente — a israelita — é, por ela, diabolizada de uma forma exaustivamente irracional.

Alcorão, 9:29: “Matem os judeus e os cristãos, se eles não se converterem ao Islão ou se não pagarem a Jizya”.

Alcorão 2:217 e 4:89: “Quem deixar o Islão terá que ser morto”.

O texto da Raquel Varela é um chorrilho de asneiras vindo de quem desconhece a realidade (cultural, social, histórica) dos países de maioria islâmica, em geral, — desde logo porque é impossível a existência, de uma forma estável, de um Estado laico em um país em que prevaleça a chamada “singularidade islâmica”.

Alcorão, 8:12 e 47:4 : “Crucifiquem e amputem os não-muçulmanos”

Alcorão 8:60 : “Espalharás o terror por entre os não-muçulmanos”

Para o muçulmano, a autoridade do Estado de Direito não é reconhecida: só a lei islâmica (Sharia) é válida. Podemos verificar este facto, por exemplo, na Turquia e/ou na Indonésia, onde o Estado de Direito é apenas uma “capa” legalista que esconde o verdadeiro Poder legítimo, o do totalitarismo da Sharia.

Alcorão 8:12 e 47:4: “Decapitem os não-muçulmanos”.

Alcorão 9:5: “O bom muçulmano deve matar e ser morto pela causa de Alá”.

A incorporação dos muçulmanos palestinos (em geral) em uma putativa solução de um só Estado dito “laico” em Israel (como defende a Raquel Varela e uma certa Esquerda psicótica), é puro delírio interpretativo que decorre da ideia (radical e tipicamente de Esquerda) da possibilidade de uma total maleabilidade da Natureza Humana, por um lado, e por outro lado da admissão (pela Raquel Varela e por essa Esquerda) da necessidade absoluta de construção de um Estado totalitário (antidemocrático, que proíba a prática do Islamismo) que submeta (mediante a força bruta do Estado) a possibilidade de um Estado teocrático e autoritarista de índole islamita.

Alcorão 9:111 : “O bom muçulmanos deve matar os não-muçulmanos para poder receber o prémio das 72 virgens no paraíso”.

Alcorão 4:34 : “O bom muçulmano pode bater nas mulheres”.

Este último versículo do Alcorão deveria ser justamente aplicado à Raquel Varela.

hitler-islao-web

Domingo, 9 Maio 2021

Em França, 1 nova mesquita é construída a cada 15 dias

Em França, 1 nova mesquita é construída a cada 15 dias; e uma igreja ou capela cristã é destruída nesse mesmo período de tempo.

Entretanto, a socialista Ana Catarina Martins escandalizou-se, no paralamento, quando André Ventura defendeu a ideia segundo a qual a imigração islâmica para Portugal deve ser evitada a todo o custo.

São estas as “socialistas feministas”.

mau-halito-islamico-web

Terça-feira, 27 Abril 2021

A situação de guerra civil iminente em que a Esquerda e os “liberais” colocaram a França

macron-uniao-europeia-islamismoSer “liberal” é hoje exactamente o oposto do defendido pelo  liberalismo clássico; e a mudança de paradigmas, do liberalismo para o “progressismo” actual, começou exactamente com o “liberal”  John Stuart Mill.

Hoje, ser liberal, é defender o reforço do poder do Estado sobre os cidadãos — o que está nos antípodas ideológicos do defendido, por exemplo, por John Locke.

“O mundo burguês — os actuais liberais — trata de modo diferente os seus principais inimigos: vomita para cima dos da Direita tradicionalista, e absorve e recupera os da Esquerda”.

Nicolás Gómez Dávila 

A situação actual de potencial desintegração da unidade territorial de França, causada pela massiva imigração islâmica incentivada pela Esquerda e pelos “liberais”, levou a que 20 generais franceses (e 80 outros oficiais das Forças Armadas de França) escrevessem uma carta aberta ao povo francês, alertando para a eventual falência do Estado de Direito democrático se nada for feito pela governança francesa.

Os “liberais” andam a brincar com o fogo; e a fazer o jogo político da Esquerda marxista.

globalismo-macron-web

Domingo, 1 Novembro 2020

Não é possível imaginarmos o Islão sem a violência da Jihad

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo — O. Braga @ 5:42 pm

Podem ver aqui um texto da Helena Matos (em PDF): “¿Quem vai ajoelhar diante das vítimas do terrorismo islâmico?”.

A Helena Matos trata (de certa forma) a maleita do Islamismo na Europa, mas ela não entra no âmago do problema: ¿é possível a religião islâmica sem o conceito de “Jihad”?

A Jihad faz parte da essência do Islamismo.

Isto significa que é praticamente impossível conviver pacificamente com o Islão. A essência do Islão é a submissão.

E enquanto não chegarmos todos a esta conclusão, continuará a haver gente degolada na Europa, e a Helena Matos continuará a escrever textos comedidos de crítica ao politicamente correcto.

islao-moderado-web

Página seguinte »

%d bloggers like this: