perspectivas

Segunda-feira, 29 Julho 2019

You will be called ‘racist’ by criticizing Islam

Filed under: A vida custa,Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo — O. Braga @ 10:02 am
Anúncios

Sexta-feira, 26 Julho 2019

O Islão é uma religião satânica

O Carlos Fiolhais publica aqui um trecho de um livro da autoria de um francês, acerca da violência dos militantes do Estado Islâmico. Estão implícitos no trecho alguns erros comuns de análise, por exemplo:

maome1/ o francês parte do princípio de que as religiões são todas essencialmente iguais — o que é um erro de palmatória;

2/ o francês parte do princípio de que o “secularismo” (entendido como “oposição à religião”) não é uma manifestação peculiar de religiosidade — o que é um erro de burrinho;

3/ o francês não consegue perceber que o Islão é uma religião niilista  (é uma religião negativa); e, neste sentido, é uma religião satânica (do ponto de vista do Cristianismo) — assim como a Esquerda, em geral, tem como base ideológica um niilismo que defende a destruição do status quo humano em nome da “construção do Homem Novo”; e assim como o nazismo se baseou no niilismo de mentes doentes como a de Nietzsche (ou Goethe) para defender a ontologia de um super-homem.

É neste sentido que se se tem construído, no Ocidente, a aliança entre Karl Marx e Maomé.

Perante uma religião satânica (por exemplo, o Islamismo; ou o maoísmo), ou seja, perante uma ideologia niilista, o ser humano equilibrado e normal sente-se impotente e confuso — porque o arquétipo mental do islamista está (literalmente) nos antípodas da mentalidade ocidental herdeira do Cristianismo.

A endogamia (defendida pelo próprio Maomé) é a chave do sucesso do niilismo islâmico: o casamento sistémico entre familiares próximos, ao longo de séculos, marcou o actual baixo nível de QI no mundo islâmico; e este baixo QI do muçulmano médio é essencial para a manutenção da religião satânica islâmica.

Um monge budista afirmou o seguinte acerca do Islão:

“O muçulmano é como a perca africana: primeiro destrói o habitat em que vive, eliminando as outras espécies; e depois de ter eliminado as outras espécies, dedica-se religiosamente a destruir os indivíduos da sua própria espécie”.

vantagem de ser maomerda-web

Domingo, 23 Junho 2019

A vantagem de ser Maomerda

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 7:26 pm

vantagem de ser maomerda-web

O Paquistão informa que vai censurar este blogue

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 7:02 pm

Recebi um email dos serviços do WordPress informando-me que o Paquistão bloqueou o acesso a este blogue por causa de uma imagem aqui publicada. Segue referida imagem do email do WordPress:

pakistan-web

A imagem que o Paquistão não gosta e censura é a seguinte:

maome

Aproveito o ensejo para informar o Paquistão (e o Afeganistão, e o Azerbaijão, e os OutrosQueParaLáEstão) do seguinte:

— Ide para a vossa grandessíssima alternadíssima que vos pariu!

Segunda-feira, 3 Junho 2019

Quem semeia ventos, colhe tempestades

Walter Lübcke foi o político “conservador” e de “direita” alemão que afirmou (várias vezes) nos me®dia que “os cidadãos alemães que não gostam da imigração islâmica em massa são livres de abandonar a Alemanha” (ver vídeo).

Walter Lübcke apareceu ontem, morto, no jardim da sua casa, com um balázio na tola.

Segunda-feira, 22 Abril 2019

O Islão é uma religião satânica

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 1:38 pm

 

A possibilidade de uma pessoa se auto-explodir diminui drasticamente quando ela come carne de porco.


« He wanted to maximize the carnage; his god promised Paradise for those who “kill and are killed” for him (Qur’an 9:111), so he might have thought he could increase the reward he would receive by killing as many people as possible.»

Sri Lanka: Jihad murderer Mohamed Azzam Mohamed blew himself up in busy Easter Sunday hotel buffet line

Quinta-feira, 18 Abril 2019

A estória da catedral de Notre Dame está muito mal contada pelos me®dia

Filed under: islamização,Islamofascismo,islamofobismo — O. Braga @ 7:16 pm
Tags:

Segunda-feira, 18 Março 2019

Dualidade de critérios das elites políticas a favor do Islão (2)

 

Vemos na primeira imagem a reacção do esquerdista Corbyn ao massacre de “cafres” em Manchester por parte dos supremacistas islâmicos.

E na segunda imagem vemos a reacção da dita avantesma em relação ao recente massacre de muçulmanos na Nova Zelândia . 

Este é apenas um dos muitos exemplos da atitude enviesada das elites de Esquerda em relação ao Islão.

Corbyn-1-web)

Corbyn-2-web

Dualidade de critérios das elites políticas a favor do Islão (1)

Filed under: Europa,Islamismo,islamização,islamofobismo,Islão,União Europeia — O. Braga @ 8:46 am

Sexta-feira, 15 Março 2019

Olho por olho, dente por dente (não há alternativa a isto, senão através de um totalitarismo)

 

Nunca ouvimos o turco Cerdogan criticar qualquer ataque terrorista islâmico contra os “cafres” na Europa. Jamais!. Mas quando aconteceu o ataque de hoje na Nova Zelândia contra os Maome(r)das, o turco Cerdogan veio amaldiçoar o perpetrador.

Os muçulmanos são como a perca africana: primeiro destroem o meio-ambiente em que vivem, matando todas as outras espécies de peixe; e quando só restam os da sua espécie, devoram-se uns aos outros.

Mas, ainda mais grave, é a atitude da classe política europeia em geral, e sobretudo a Esquerda. Quando aconteceu o ataque islâmico em Manchester contra crianças “cafres”, não vimos nem o Marcelo Rebelo de Sousa, nem a classe política portuguesa em geral, manifestar a sua repulsa nos canais de televisão: parece que a classe política europeia se resignou ao terrorismo Maome(r)das.

A classe política fala em “supremacia branca” quando se refere ao terrorista da Nova Zelândia, mas nunca se referiu à violência extrema do radicalismo Maome(r)das na Europa como sendo “supremacia islâmica”. Estamos entregues a uma classe política composta por filhos-de-puta.

Ora, esta dualidade de critérios por parte das elites ocidentais, perante a violência brutal do Maome(r)dismo, tem como consequência a radicalização de sinal contrário, tal como aconteceu hoje na Nova Zelândia. Mas ainda estamos no prelúdio deste processo político radicalizado — porque a crescente violência dos Maome(r)das na Europa vai implicar (mais tarde ou mais cedo) uma reacção radical dos “cafres” indígenas europeus.

Dutch professor integrate Muslims

A probabilidade de uma guerra civil na Europa é muito grande, porque é impossível a qualquer sociedade assimilar culturalmente pessoas oriundas de países islâmicos — a não ser que se institua na União Europeia um sistema totalitário do tipo chinês (sinificação), em que a repressão sobre os muçulmanos é brutal. Aliás, estamos já a caminhar para um totalitarismo na União Europeia.

Os muçulmanos são como a perca africana: primeiro destroem o meio-ambiente em que vivem, matando todas as outras espécies de peixe; e quando só restam os da sua espécie, devoram-se uns aos outros.

Terça-feira, 12 Fevereiro 2019

A Esquerda, a Estimulação Contraditória e a Dissonância Cognitiva das massas

 

Quando se trata de contrariar os Maome(r)das na Europa, os esquerdopatas da laia do Ludwig Krippahl andam caladinhos que nem ratos — porque quem tem cu, tem medo! Eles não se atrevem!

Mas quando se trata de bullying sobre a tradição europeia originária, os cobardes da laia dele são os grandes heróis da televisão.


É assim que a comida islâmica, dita “Halal”, espalha-se por todos os supermercados europeus, com o beneplácito do politicamente correcto (aka marxismo cultural): mesmo que nós não queiramos, podemos estar a comprar comida Halal; mas nunca se verão filhos-de-puta da Esquerda criticar a carne Halal no supermercado próximo de si; por outro lado, veremos sempre (e necessariamente) os cabrões esquerdopatas criticar a tourada portuguesa, onde o touro não é morto na arena.


Os ditos “libertários de esquerda” (da laia do Ludwig Krippahl) revelam-se quando proíbem aquilo com que não concordam. É tudo farinha do mesmo saco totalitário marxista.


halal-web

Mas o que mais me chateia nos ditos “libertários de esquerda” é que usem e abusem da Estimulação Contraditória e da dissonância cognitiva como armas de controlo político das massas — por exemplo: ao mesmo tempo que, por um lado, eles criticam (e tentam mesmo proibir) a tradicional matança anual de um porco por parte de um pobre transmontano (para fazer os tradicionais enchidos caseiros, e para salgar um presunto), por outro lado eles calam-se cumplicemente em relação à sangria Halal dos animais dos seus amigos Maome(r)das (porque o maometanismo também é crítico da civilização ocidental: “O inimigo do meu inimigo, meu amigo é”; ou “Les bons esprits se rencontrent…” ).

É inexoravelmente de filhos-de-puta desta estirpe que é composta a Esquerda.

Domingo, 10 Fevereiro 2019

A ideia segundo a qual “o pluralismo e a diversidade de religiões é querida por Deus”, é directamente contrária à fé católica

 

1/

Este é um princípio decisivo para quem queira estar na religião/religiões com dignidade: Deus não precisa que O defendam; as pessoas sim. Porque é isso que Deus quer, o seu único interesse são as pessoas”.

O Anselmo Borges diz que “Deus não precisa que O defendam”, por um lado; mas, por outro lado, ele fala em defesa de Deus (“porque é isso que Deus quer, o seu único interesse são as pessoas”). O Anselmo Borges pretende fazer a defesa de Deus dizendo que “Deus não precisa que O defendam” — o que não é senão uma forma sinistra de o defender, mas de uma forma negativa.

O Anselmo Borges é uma contradição com pernas. O que me admira é que ninguém, dentro da estrutura eclesiástica da Igreja Católica portuguesa, tenha coragem de lhe fazer frente na praça pública.

2/

É claro que o Anselmo Borges vem fazer a defesa da visita do papa Chiquinho aos Emirados Árabes Unidos — um país que se rege pela lei islâmica da Sharia e que, por isso, pratica a pena-de-morte, e aplica o imposto da Jizya aos católicos. Mas estes factos insofismáveis, que demonstram que não existe reciprocidade nos países islâmicos, são escondidos da opinião pública em nome do marxismo cultural.

A ideia segundo a qual “o pluralismo e a diversidade de religiões é desejada por Deus” (ideia esta defendida pelo Chicão e pelo palerma Anselmo Borges), é directamente contrária à fé católica.

O pluralismo e a diversidade religiosas, entendidas exclusivamente em si mesmas e por princípio, são um mal — e por isso não podem ser desejadas por Deus. As ditas “religiões” que não incluem em si mesmas o conceito de Santíssima Trindade, são falsas religiões. Ponto final.

Neste sentido, podemos dizer que o Chico é um apóstata: ele pode ser aquilo que ele quiser, mas certamente não é um católico.

3/

A Igreja Católica segundo o Chico é assustadora, porque, por exemplo, não tem em consideração o conceito islâmico de Taqiyya. O Chico condena a Igreja à imolação no altar da lei islâmica (Sharia) — e isto em nome do “pluralismo”, “fraternidade”, “diversidade”, etc.

As pessoas (como o Anselmo Borges) têm fraca memória, e já se esqueceram do que aconteceu à Esquerda depois da revolução islâmica no Irão. A Esquerda iraniana aliou-se aos Aiatólas contra o Xá, e depois os islamitas assassinaram tudo o que mexia à esquerda. O mesmo irá acontecer com a Igreja Católica do Chicão.

Deus o leve mais cedo do que tarde, antes que cause mais alarde.

4/

O facto de haver liberdade (jurídica) de praticar uma determinada religião, não significa que eu seja obrigado a reconhecer ou a aceitar a ideia segundo a qual “todas as religiões são iguais” — aliás, este mesmo princípio é seguido pela lei islâmica nos Emirados Árabes Unidos, onde os católicos pagam um imposto específico pelo simples facto de serem católicos (Jizya).

Ora, é isto que o Chico defende (que as religiões são todas iguais), alegadamente em nome da Igreja Católica e contra a doutrina da Igreja.

Vemos em baixo um vídeo em que o francês Eric Zemmour explica o conceito de islamização de um determinado território. Mas, a julgar pelo Anselmo Borges (que segue o seu guru Chicozinho), a islamização da Europa é aceitável em nome do “pluralismo”, “fraternidade”, “diversidade”, etc..

É espantoso como o Anselmo Borges fala do Islamismo, quando parece objectivamente que ele nunca leu o Alcorão.

Só uma besta quadrada do calibre do Anselmo Borges (ou/e o Chico) pode afirmar que “as religiões são todas iguais”. De facto, não são!

 

Página seguinte »

Site no WordPress.com.

%d bloggers like this: