perspectivas

Quinta-feira, 2 Abril 2020

O António Guterres está “lélé da cuca”

O Guterres nunca me enganou; um indivíduo insidioso, com ares de bonacheirão, que singrou na política através de um certo sincretismo ideológico característico da chamada Terceira Via socialista (por exemplo, Tony Blair).

Agora, o Guterres vem exigir 10% do total do PIB do planeta (de todos os países do mundo) para a ONU ! — alegadamente para combater o vírus da China.

O homúnculo está louco!

O valor total exigido por Guterres para a ONU é de cerca de 8 biliões de Euros (8 triliões Euros, na classificação anglo-saxónica), o que corresponde a 2.900 vezes o actual orçamento anual da ONU que é de 3 mil milhões de Euros (ou 3 biliões de Euros).

O homenzinho não pode estar bem da cabeça…!

guterres-costa-taxamos o ar-web

Domingo, 8 Março 2020

¿Substituição da população europeia?!!! É Teoria da Conspiração da extrema-direita fassista!!!

Quinta-feira, 5 Março 2020

Na Austrália, a Esquerda não quer que os carros do Estado sejam racistas

Uma senadora da Esquerda australiana exige que os carros do Estado não sejam da cor branca, alegadamente (ver vídeo abaixo) porque “a cor branca reflecte o passado colonial”.

Quinta-feira, 20 Fevereiro 2020

António Costa e Rui Rio irão pagar muito caro o que estão a fazer a Portugal

Filed under: Bloco de Esquerda,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,eutanásia — O. Braga @ 4:56 pm

Aconselho a leitura de dois artigos:


Durante duas décadas, a Esquerda (incluindo o PSD, e a cobardia do CDS) defendeu uma política anti-natalidade em Portugal.

Os anticoncepcionais e o aborto passaram a ser grátis e pagos pelo Estado. As mães solteiras passaram a pagar menos impostos do que as mães casadas. O apoio do Estado às famílias numerosas praticamente desapareceu.

Toda a política da Esquerda, nas últimas duas décadas, foi contra a família natural.

Agora chegou o tempo de colher os frutos do niilismo político esquerdista.

Com uma população envelhecida — com pouca gente jovem —, a Esquerda recorre à eutanásia dos velhos para tentar remendar o mal que fez, mas adoptando um outro mal ainda pior.

Esta gente vai ter que pagar isto com língua de palmo.

Terça-feira, 18 Fevereiro 2020

¿Por que razão os me®dia e as ‘elites’ empolam o “caso Marega”?

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,imigração,Racismo — O. Braga @ 5:49 pm

 

A reboque de um incidente em um estádio de futebol — que ainda está sob investigação policial e, por isso, ainda sem conclusões objectivas dos factos —, os me®dia portugueses causam já um alarme social e a tal ponto que os portugueses são considerados racistas (ler este artigo no Porta da Loja): por exemplo, quando a vergonha do grupo SONAE — o jornal Público, na voz do seu director — afirma que “há comportamentos racistas arreigados na sociedade portuguesa”.


¿O que é que está em causa, com esta campanha me®diática patrocinada pela extrema-esquerda e apoiada caninamente pela Não-esquerda?

1/ um país — democrático — com uma cultura homogénea é de mais difícil controlo discricionário por parte do Estado.

Num país democrático (repito: democrático), o nível de abuso do Poder do Estado sobre os cidadãos é directamente proporcional à “diversidade cultural”. A chamada “diversidade cultural” — que é, basicamente, o multiculturalismo — é fonte de conflitos culturais e étnicos que tornam imprescindível a existência de um Estado omnipresente e omnisciente.

O multiculturalismo — ou a chamada “diversidade cultural” — conduz inexoravelmente a um reforço desmesurado da discricionariedade do Poder do Estado.

2/ a alternativa ao multiculturalismo e ao consequente aumento brutal da discricionariedade do Poder do Estado, é a negação da democracia por parte das elites — o que, por enquanto, ainda não é abertamente admitido pela ruling class.

3/ A imposição coerciva do multiculturalismo, em uma sociedade culturalmente homogénea, tem a grande vantagem de aumentar desmesuradamente o Poder discricionário do Estado sem colocar (aparentemente) em causa o formalismo da democracia parlamentar.

Podemos verificar que, em países como a Suécia, a discricionariedade do Poder do Estado atingiu actualmente níveis próprios de um Estado autoritarista — embora o sistema político sueco e as suas elites sublinhem veementemente o formalismo democrático do regime político. Na Suécia, por exemplo, estamos em presença de uma democracia apenas formal, e que já não o é na sua substância.

Dez porcento da população da Suécia é já proveniente de países exóticos. E a corrente imigratória continua.

 

Imigração na Suécia

Para que o povo português aceite passivamente uma imigração massiva que é pretendida pelas “elites”, pretende-se convencer as pessoas de que “os portugueses são todos uma cambada de racistas”, aumentando brutalmente os níveis de dissonância cognitiva na sociedade — por forma a inibir qualquer tipo de reacção à imposição coerciva de um Estado plenipotenciário por via do aumento fabricado de conflitos culturais e étnicos.

4/ como eu já tenho escrito aqui — e o Jaime Nogueira Pinto também já escreveu sobre isso — a ruling class (dos países europeus, em geral) é controlada pela aliança entre a plutocracia globalista, por um lado, e os seus caciques locais e nacionais, por outro lado (a aliança entre George Soros e a Esquerda, que conduz paulatinamente à sinificação, mais ou menos literal, dos países da Europa).

O aumento desmesurado do Poder discricionário do Estado é uma imposição da plutocracia globalista que é francamente aceite pela ruling class  portuguesa.

5/ para que o projecto de destruição da homogeneidade cultural portuguesa — e consequentemente, o projecto de fortalecimento desmesurado e discricionário do Poder do Estado sobre os cidadãos e a destruição da nação portuguesa — siga em frente, a ruling class  portuguesa (patrocinada pela plutocracia globalista) tem que promover a importação massiva de imigrantes provenientes de culturas de fora da Europa.

Os imigrantes que Portugal já tem são ainda muito poucos. É preciso invadir Portugal de imigrantes, tendo como limite mínimo os dez porcento da população. Para a classe política portuguesa, o número a atingir (a curto/médio prazo) seria o de 2 a 3 milhões de imigrantes provenientes de países culturalmente exóticos.

E para que o povo português aceite passivamente essa imigração massiva que é pretendida pelas “elite” política, pretende-se convencer as pessoas de que “os portugueses são todos uma cambada de racistas”, aumentando brutalmente os níveis de dissonância cognitiva na sociedade — por forma a inibir qualquer tipo de reacção à imposição coerciva de um Estado plenipotenciário por via do aumento fabricado de conflitos culturais e étnicos.

Quinta-feira, 6 Fevereiro 2020

O Partido Comunista é o único partido da Esquerda que (ainda) não é utilitarista

Filed under: Esquerda,esquerdopatia,eutanásia,utilitarismo — O. Braga @ 8:48 am

«Lucas Pires argumenta que a “eutanásia é uma visão utilitária da vida” e esquerda “devia ser contra”, tal como é contra o consumismo noutras áreas.»

“Eutanásia é uma visão utilitária da vida” e esquerda “devia ser contra”


O Jacinto Lucas Pires está equivocado: nem toda a Esquerda tem uma “visão utilitária da vida”.

O único partido da Esquerda que (ainda) não é utilitarista é o Partido Comunista; aliás, na esteira do próprio Karl Marx, que dizia que “o utilitarismo é moral de merceeiro inglês”.

O próprio Álvaro Cunhal (o ex-Secretário-geral do Partido Comunista), no seu livro “O Aborto – Causas e Soluções”, confessa que hesitou muito — e reflectiu ainda mais — antes de defender a legalização do aborto, precisamente por causa do carácter utilitarista da lei do aborto (e, por isso, não consentâneo com a pureza da doutrina marxista).


Toda a doutrina utilitarista encontra-se condicionada por duas proposições antitéticas ou contraditórias entre si:

bentham

  • uma proposição positiva (axiomática de interesse próprio), que diz que os homens devem ser considerados como indivíduos egoístas, calculadores e racionais, e que tudo deve ser pensado e elaborado a partir do seu ponto de vista — por exemplo, Rui Rio do PSD ou José Pacheco Pereira; “libertários” de Esquerda que mais não são do que prosélitos do marxismo cultural, como Rui Tavares; a maioria da elite do Partido Socialista; e grande parte dos militantes do Partido Social Democrata;
  • e uma proposição normativa (axiomática sacrificialista), que afirma que os interesses dos indivíduos, a começar pelo meu próprio, devem ser subordinados e mesmo sacrificados à felicidade geral ou do "maior número" — por exemplo, Catarina Martins do Bloco de Esquerda, alguns quadros do Partido Comunista (excluindo Jerónimo de Sousa);

Todo o utilitarismo mistura, em proporções infinitamente variáveis e dependente apenas da discricionariedade política das elites, uma axiomática do interesse e uma axiomática sacrificialista, que é simultaneamente um encantamento pelo egoísmo e uma apologia do altruísmo, e tentativa de reconciliar um ponto de vista ferozmente individualista e uma vertente colectivista, globalizada e holista.

Bloco de Esquerda, Partido Socialista, e PSD actual são partidos que perfilham o princípio ético de Bentham — o da maior felicidade para o maior número possível”: mas quem não faz parte do “maior número” … está f*d*d*!

Quarta-feira, 29 Janeiro 2020

O círculo da “diversidade” e “inclusão” da Esquerda

Filed under: A vida custa,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,Esta gente vota — O. Braga @ 5:55 pm

diversidade-esquerda-web

Sábado, 18 Janeiro 2020

O partido Chega de André Ventura já entrou em decadência

Filed under: CHEGA,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 3:48 pm

Tal como aconteceu com a "Direitinha" que é o PSD de Rui Rio e o CDS de Assunção Cristas, o CHEGA do André Ventura já assimilou e interiorizou a campanha de pânico moral imposta pela Esquerda; e, por isso, o partido CHEGA entrou já em decadência.

Para que o partido CHEGA pudesse crescer substancialmente, teria que passar (para o povo) a ideia de que não é permeável às invectivas ideológicas da Esquerda.

A razão por que o PSD de Rui Rio e, principalmente o CDS de Assunção Cristas, diminuíram drasticamente o seu apoio popular, foi a ideia — aceite pelo povo — segundo a qual estes dois partidos “obedecem” ideologicamente à Esquerda (excepto na economia).

A tentativa de André Ventura em colocar o CHEGA ao “centro” — como se o “centro” não fosse uma posição relativa! — vai desmobilizar o partido. Requiescat in pace!

Quinta-feira, 16 Janeiro 2020

O inferno ético idealizado pela Esquerda

Filed under: aborto,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 5:41 pm

“Mais repulsivo que o futuro que os progressistas involuntariamente preparam, é o futuro com que sonham.”

Nicolás Gómez Dávila 


we live in hell web


Imagem daqui

Do Direito Tradicional, ao Direito Natural e à irracionalidade actual do Direito

O ilustre José, do blogue "Porta Da Loja", escreveu o seguinte (a propósito da tentativa de assassinato profissional do juiz Carlos Alexandre, vindo da parte do Partido Socialista):

«Uma medida cirúrgica, visando um juiz de Direito, é um acto legislativo ilegal. As leis são gerais e abstractas e por isso será inadmissível tal procedimento.»

A tentativa positivista de racionalização total do Direito desembocou na actual irracionalidade do Direito.

O princípio segundo o qual “as leis são gerais e abstractas” é um bom e clássico princípio de justiça — mas o problema é que o Direito (com o advento do pós-modernismo) se afastou da Justiça quando erradicou (da estrutura formal do Direito Positivo) qualquer fundamento metajurídico (do próprio Direito) — por isso é que a Isabel Moreira diz que o Direito “é anti-natural, felizmente”.

A ideia segundo a qual cada caso concreto (da vida social humana) é subsumido numa regra geral que transcende a sua singularidade (a singularidade do “caso concreto”) é um dos pilares do Direito Natural iluminista (o início da racionalização do Direito), que se opôs ao Direito Tradicional na Europa.

Se o Direito Natural (com Wolff, por exemplo) tem já em si princípios racionais, o seu fundamento depende de princípios de ordem metajurídica (“metajurídico” = “aquilo que está para além do jurídico”), como por exemplo, a Razão, a Natureza, a metafísica, os valores do Cristianismo.

Porém, o actual Direito Positivo (pós-moderno) levou a subsunção (da generalização da regra) para além do limite racional desejável, ou seja, introduziu no Direito um novo factor de irracionalização: a redução (arbitrária), da norma jurídica, ao facto.

A tentativa positivista de racionalização total do Direito desembocou na actual irracionalidade do Direito.

A racionalização total do Direito (ler, sobre este assunto, Max Weber, “A Sociologia do Direito”, se conseguirem encontrar o livro traduzido na porcaria actual das editoras portuguesas), levada a cabo (nomeadamente) por Kelsen, é o corolário lógico da “evolução” do positivismo na estrutura formal do Direito.

Essa racionalização total do Direito supõe a negação de todos os princípios metajurídicos, em favor da afirmação de um Direito que não tem outro fundamento senão a arbitrariedade da vontade humana, ou melhor, a arbitrariedade total da vontade das elites (ou seja, aquilo que Rousseau chamou de "Vontade Geral").

Por detrás da actual irracionalidade do Direito, está o conceito (hipócrita e politicante conveniente, na sua essência) de “sublimação jurídica” que exige que o Direito tenha um carácter exclusivamente formal, ou seja, exige um Direito que recuse a “racionalidade substancial” (que recuse os tais “fundamentos metajurídicos” do Direito, como por exemplo os imperativos éticos); mas a “sublimação jurídica”, tida em um determinado Zeitgeist pós-moderno, pode significar (legalmente) o avanço de uma qualquer agenda política de engenharias sociais (politicamente arbitrária e elitista) avessa a um outro determinado status quo cultural e político.

No mundo pós-moderno, a transformação positivista extremista do Direito é consequência do surgimento da crença de que a legalidade é o fundamento da legitimidade. 1

E, por isso, neste sentido, se torna legal (e por isso legítimo) o afastamento do juiz Carlos Alexandre através da instituição de uma norma legal que se adeqúe cirurgicamente a um determinado facto que fundamente o afastamento do juiz — é a própria irracionalidade do “Direito das elites” a funcionar.

O corolário da racionalização total do Direito é o afastamento progressivo do Direito em relação a uma ética com princípios universais 2 . A ética, subjacente ao Direito, torna-se arbitrária e dependente do critério das elites a cada momento histórico  ("Vontade Geral").


Notas
1. neste sentido, por exemplo, o chamado "casamento" gay significa a redução da norma ao facto, por um lado, e por outro lado traduz a ideia de que o "casamento" gay é legítimo apenas porque é legal.
2. em bom rigor, não existe outro tipo ética senão aquele com princípios universais.

Domingo, 12 Janeiro 2020

O pânico moral da nova Inquisição esquerdista

politicamente correcto gráfico webO António Balbino Caldeira (ABC) é o exemplo do pânico moral imposto pela Esquerda: a reacção à censura de opiniãoqualquer que seja o tipo de opinião, desde que não coincida com os cânones do politicamente correcto do esquerdalho — é de pânico: tal como a vítima da velha Inquisição, o ABC jura a pés juntos que “não é racista”.

Uma das consequências do pânico moral que a Esquerda instituiu é a de que o cidadão tem que provar a sua inocência: é a chamadainversão do ónus da prova”; não são os censores que têm que provar a culpa do acusado: é o próprio acusado que tem que provar que é inocente (neste caso, que não é “racista”) 1.

Foi o que fez o António Balbino Caldeira com esta lengalenga, em que ele jura “que não é racista” — tal como a súplica do condenado à fogueira ou à forca, no tempo em que os acusados tinham que provar que estavam inocentes.

Mas não lhe adianta muito: o novo tribunal do santo ofício, coordenado pelos plutocratas globalistas em aliança tácita com os caciques locais radicais de Esquerda, já lhe colou o rótulo. Perante a acusação que o incrimina automaticamente, só resta ao ABC enfiar a carapuça e sair de cena, entrar no anonimato. De nada lhe adianta chorar baba e ranho e de pedir perdão pelo pecado que não cometeu.

O que há de mais pérfido no governo dito “democrático” de Esquerda, é que consegue ser pior do que uma ditadura: é um regime de Silêncio que se verga a uma pretensa “Tolerância” Tirana.

Adenda: aconselho a leitura deste artigo da Helena Matos no Observador (ver aqui em PDF).


Nota
1. A plataforma mais livre, do ponto de vista da liberdade de expressão, é o Twitter.

Porém, convém dizer que quem cesura o ABC no FaceBook (como já me censuraram também; não tarda muito e o ABC será apodado de “Radical de Extrema-direita) é português: embora com o patrocínio do FaceBook nos Estados Unidos, os censores do FaceBook em Portugal são portugueses. São militantes políticos esquerdistas que actuam no Facebook.

Sábado, 28 Dezembro 2019

O enorme problema que é a actual Esquerda

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 4:43 pm

Vemos, no vídeo abaixo, um esquerdista americano que pretende ser eleito pelo Estado do Maine. A retórica da Esquerda actual é racista — anti-semita (por exemplo, com Corbyn ou com Alexandria Ocasio-Cortez) e anti-europeia:

“Se a taxa de suicídio aumentou entre os homens brancos, esse facto é muito bom!”.


Página seguinte »

Create a free website or blog at WordPress.com.

%d bloggers like this: