perspectivas

Segunda-feira, 12 Setembro 2022

Segundo o jornal Público, “se gostas de café és racista”

cafesinho racista web

Entretanto, houve um pouco de vergonha e o artigo foi apagado.

Domingo, 4 Setembro 2022

Em relação à Esquerda Neanderthal: tolerância zero, porrada neles!

“A invasão da Ucrânia pela Rússia está a levar a Europa para uma encruzilhada da qual será difícil sair, sendo uma das saídas uma guerra motivada pela escassez de recursos básicos como a alimentação e a energia. O único empecilho é a possibilidade de uma guerra nuclear que o mundo tem sempre evitado porque sabe quais são as terríveis consequências depois do horror de Hiroxima e Nagasaki. Nem os EUA nem a NATO se atreverão a correr o risco e Putin sabe disso.”

A Europa à beira do fim

Esquerda Neanderthal web

1/ Desde o aparecimento do Euro que eu sou um crítico acérrimo do leviatão da União Europeia; mas eu seria tresloucado se, nas condições actuais de agressão russa, defendesse o desmantelamento da União Europeia.

Nas actuais circunstâncias, defendo uma maior união dos povos da Europa contra a agressão russa.

2/ Em uma guerra convencional com a O.T.A.N., a Rússia não tem a mínima hipótese de sucesso (como se está a verificar na Ucrânia). E se a Rússia optar pela guerra nuclear, Putin, o seu povo, e os seus amigos, também irão fazer tijolo.

3/ A política eco-fascista e delirante da Esquerda Neanderthal europeia (que pretende suprimir totalmente a fontes fósseis de energia e a energia nuclear) tem que ser reprimida à bastonada; e gente como Catarina Martins tem que ir parar à prisão — porque o que está em causa é a sobrevivência básica dos povos da Europa.

Domingo, 31 Julho 2022

“Não vais possuir nada, vais comer vermes e insectos, e vais ser feliz porque estamos a salvar o planeta” #WEF

Os mais ricos do mundo alinham com os partidos locais de extrema-esquerda na obliteração da propriedade privada … dos povos do mundo!

A holandesa Eva Vlaardingerbroek faz uma síntese prática do que consiste o Totalitarismo de Veludo que é uma aliança política entre os caciques locais (de esquerda), por um lado, e os caciques globalistas (plutocratas), por outro lado.

Quinta-feira, 28 Julho 2022

A soteriologia globalista, apoiada fervorosamente pela Esquerda

vamos salvar o planeta web

Ó Moedas (dá cá o troco!): ¿Para quando uma estátua a António de Oliveira Salazar?

O problema do PSD (desde Durão Barroso, e com a ajuda preciosa do José Pacheco Pereira) é este: é condescendente com o radicalismo de Esquerda.

moedas da ca o troco web

Em Lisboa, já existe uma rotunda Hugo Chavez; e agora, o Moedas (Dá Cá o Troco!) apoia a inauguração de uma estátua a Vasco Gonçalves. Não tarda muito, com o Moedas (Dá Cá o Troco!) em Lisboa vamos ter uma Rua José Estaline.

Em contraponto e em compensação, quando o PSD apoiar a construção de uma estátua a António de Oliveira Salazar, talvez (não é certo) eu pondere o voto nesse partido.

Domingo, 26 Junho 2022

A Esquerda e a cultura da morte

Filed under: aborto,Esquerda,esquerdopatia — O. Braga @ 6:29 pm

A personificação descomplexada e aberta do Mal, característica da Esquerda, induz-nos o conceito milenarista de “Fim dos Tempos”.

cultura da morte 350 web

Não é possível qualquer diálogo com a Esquerda — que inclui os “liberais” do IL (Iniciativa Liberal).

Não é possível dialogar com o irracional.

Terça-feira, 14 Junho 2022

Filhos-de-puta ao quadrado

Filed under: Bloco de Esquerda,Esquerda,esquerdalho — O. Braga @ 9:46 pm
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Aqui fala-se na dívida pública portuguesa; aqui defende-se o aumento do défice:

BE e PCP têm de dizer na AR e nos media que aumentar a despesa pública (estrategicamente orientada) significa aumentar a procura na economia, o que tem um efeito multiplicador sobre o produto, cria emprego, faz aumentar a receita dos impostos e reduz a despesa com apoios sociais (subsídio de desemprego, etc.). Ou seja, numa economia com capacidade produtiva subutilizada, mais despesa pública melhora o défice e a dívida (d=% do Produto), bem ao contrário do que nos dizem na televisão.”

A ideia segundo a qual “o aumento do défice orçamental, por via do aumento da despesa pública, é positivo para a economia”, só pode vir de filhos-de-puta — porque ninguém, no seu bom juízo, pode defender esta tese. São mesmo filhos-de-puta!, os da geringonça que têm governado Portugal.

O maior problema português não é a dívida; o maior problema é o défice.

Por outro lado, a ideia segundo a qual “aumentar os impostos, ao ponto de estrangular a economia, permitirá aumentar a despesa pública sem aumentar o défice” — só pode vir de uma filha-da-putice elevada à segunda potência.

Com uma economia moribunda, de nada vale aumentar a despesa pública. Grandes filhos-de-puta!

Quarta-feira, 8 Junho 2022

É inevitável uma guerra civil de baixa intensidade

Quarta-feira, 18 Maio 2022

O Poder LGBTQPBBQ+ do Bloco de Esquerda

Filed under: Bloco de Esquerda,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 5:11 pm

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Quarta-feira, 4 Maio 2022

A socialista Isabel Moreira é um monstro

A Isabel Moreira compara o caso do aborto nos Estados Unidos com o caso português, quando não há comparação possível porque o aborto nos Estados Unidos não tem prazo limite: em bom rigor, nos Estados Unidos a mulher abortar até aos nove meses de gravidez.

Ora, é isto que a Isabel Moreira pretende para Portugal: o aborto legal até ao nascimento — e, na esteira utilitarista de Peter Singer, quiçá mesmo a legalização do infanticídio. Aquela mulher é um monstro.

Todo este artigo do semanário Expresso, é pura desinformação, porque ninguém pretende proibir o aborto nos Estados Unidos, como afirma a Isabel Moreira. Aliás, daquele estafermo não se poderia esperar outra coisa: uma mulher que afirma que “um homem pode dar à luz uma criança” pretende ser a pregoeira da verdade política em Portugal.

O que o Supremo Tribunal de Justiça dos Estados Unidos se prepara para fazer é delegar nos Estados da União a responsabilidade de referendar, a nível local, a legalização do aborto e as condições específicas dessa legalização — e por uma razão: é que o aborto não é considerado um “direito humano” pela Constituição dos Estados Unidos, e portanto, o Supremo Tribunal de Justiça não tinha (em 1973) que se meter nesse assunto.

Tenham a palavra os povos dos Estados da União.

isabel moreira costa os homens podem engravidar web

Avantesmas monstruosas, como a Isabel Moreira, têm medo das decisões do povo; pretendem construir um leviatão que trate os cidadãos como débeis mentais (o Totalitarismo de Veludo).

Adenda: ¿o Pinto Balsemão ainda não morreu? Já tarda…! É um problema de saúde pública!


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Sábado, 30 Abril 2022

Segundo a elite política da União Europeia, o cidadão europeu não pode tomar banho nem lavar a roupa, para assim “ajudar a Ucrânia”

Frans Timmermans, o holandês socialista que é o Vice-presidente da União Europeia, exaltou os “cidadãos europeus” a “ajudar a Ucrânia” através de iniciativas como, por exemplo, tomar banho uma vez por mês, deixar de conduzir automóveis e passar a andar somente de bicicleta — e arejar as roupas usadas, em vez de as lavar.

Para o socialista que é Vice-presidente da União Europeia, “ajudar a Ucrânia” significa literalmente que temos todos que passar a ser uma espécie de “chineses” da década de 1950.

eu-especie de china web

Frans Timmermans webEm uma reunião do Comité do Ambiente do parlamento europeu, Timmermans disse ainda que os cidadãos devem desligar os aquecedores em casa no Inverno (o frio faz bem aos ossos!), andar de bicicleta em vez de utilizar o carro, e ventilar a roupa usada em vez de a lavar — tudo isto para compensar o corte de importações de combustíveis fósseis proveniente da Rússia.

Para a Esquerda Neanderthal, a invasão da Ucrânia por parte da Rússia foi fundamental para a promoção da sua ideologia milenarista  e escatológica que anuncia o fim do mundo (em cuecas) causado pelas “alterações climáticas” — como se o clima nunca tivesse mudado antes do dito “capitalismo de merda”…

Os custos da energia estão a ser artificialmente inflacionados por uma minoria de malucos (a Esquerda Neanderthal) que é muito activa politicamente, e que está a tentar evitar que o mercado natural funcione. Ou seja, uma minoria que está a lutar contra o funcionamento do mercado para impôr uma determinada ideologia catastrofista.

Por exemplo, quando Marrocos anuncia que vai abrir novos poços de petróleo "offshore", ao largo das ilhas Canárias mas ainda em Zona Económica Exclusiva marroquina, o governo socialista espanhol diz que vai apresentar queixa na ONU e na União Europeia, em uma tentativa de assim impedir o funcionamento do mercado da energia.

Ou quando se defende a instalação de centrais nucleares em Portugal, uma minoria ruidosa vem imediatamente dizer que é preferível que os portugueses vivam à luz da vela; ou quando se pretende fazer prospecção de petróleo ao largo do Algarve, os mesmos do costume ameaçam imolar-se no Campo Pequeno.

Ou quando a entourage do presidente senil dos Estados Unidos, João Bidé, proibiu a extracção de petróleo e gás natural em território americano (incluindo no Alasca), o que se pretendeu foi estabelecer artificialmente um mínimo de preço internacional de custo de 100 US Dollars por barril de petróleo (preço do petróleo artificialmente inflacionado).

Ou seja, o preço da energia está a ser manipulado (i.e.: manipulação do mercado) por uma elite internacional radical, no sentido de prejudicar intencionalmente a população em geral, e principalmente os mais pobres.

A União Europeia paga a Frans Timmermans cerca de 250.000 Euros líquidos por ano, e portanto aquela besta não tem que se preocupar em tomar banho apenas uma vez por mês…

Ou seja: segundo a classe política da União Europeia, “ajudar a Ucrânia” significa “retornar à Idade Média”… é esta a mensagem que é passada, pela elite neognóstica e puritana, aos povos da Europa.

Esta gente tem que ser afastada do Poder, nem que seja à custa de violência. Não podemos permitir que uma determinada classe política defenda a ideia de que o povo tem regredir à Idade Média (ou mesmo à Idade da Pedra) para assim alimentar o desequilíbrio mental colectivo de uma elite neognóstica radical (a Esquerda Neanderthal), ambiciosa de Poder absolutista.


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Sexta-feira, 29 Abril 2022

Não gosto de usar canga ou albarda

Filed under: Esquerda,Esquerda Neanderthal,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 10:26 am

Primeiro, foi a obrigação de uso do cinto de segurança nos automóveis; depois foi a proibição do consumo de tabaco, mesmo ao ar livre; agora, no rescaldo dos confinamentos coercivos covideiros, os Estados dos países da União Europeia pretendem o "progresso da opinião pública" no sentido de se proibir o consumo de vinho e cerveja.

A Esquerda puritana europeia defende uma nova Lei Seca.

O "progresso da opinião pública" (segundo o conceito de Karl Popper) define a Janela de Overton.

Quando o Estado passou a obrigar a colocação do cinto de segurança nos condutores de automóveis, eu reagi muito mal. O argumento antiliberal então utilizado pelo Estado foi o de que “as despesas hospitalares das vítimas dos acidentes de viação são pagas pelo Estado”; e eu contra-argumentei: assim sendo, então que as vítimas dos acidentes sejam responsabilizadas pelos seus actos (por exemplo, quem não usa cinto de segurança e tem um acidente de automóvel, então que pague a respectiva despesa hospitalar do seu próprio bolso) em vez de as pessoas serem tratadas, pelo Estado, como crianças.

O meu problema não é o de usar o cinto de segurança; o meu problema é o de ser obrigado e coagido pela violência do Estado a usar o cinto de segurança. Não gosto de usar canga ou albarda. Para cavalgadura já me basta o monhé.

“Um governo que fosse fundado sobre o princípio da benevolência para com o povo — tal o do pai para com os seus filhos, quer dizer, um governo paternal —, onde, por consequência, os sujeitos, tais filhos menores, incapazes de decidir acerca do que lhes é verdadeiramente útil ou nocivo, são obrigados a comportar-se de um modo unicamente passivo, a fim de esperar, apenas do juízo do Estado, a maneira como devem ser felizes, e unicamente da sua bondade que ele o queira igualmente — um tal governo, digo, é o maior despotismo que se pode conceber.”

→ Immanuel Kant [“Teoria e Prática”, 1793]


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