perspectivas

Terça-feira, 12 Fevereiro 2019

A Esquerda, a Estimulação Contraditória e a Dissonância Cognitiva das massas

 

Quando se trata de contrariar os Maome(r)das na Europa, os esquerdopatas da laia do Ludwig Krippahl andam caladinhos que nem ratos — porque quem tem cu, tem medo! Eles não se atrevem!

Mas quando se trata de bullying sobre a tradição europeia originária, os cobardes da laia dele são os grandes heróis da televisão.


É assim que a comida islâmica, dita “Halal”, espalha-se por todos os supermercados europeus, com o beneplácito do politicamente correcto (aka marxismo cultural): mesmo que nós não queiramos, podemos estar a comprar comida Halal; mas nunca se verão filhos-de-puta da Esquerda criticar a carne Halal no supermercado próximo de si; por outro lado, veremos sempre (e necessariamente) os cabrões esquerdopatas criticar a tourada portuguesa, onde o touro não é morto na arena.


Os ditos “libertários de esquerda” (da laia do Ludwig Krippahl) revelam-se quando proíbem aquilo com que não concordam. É tudo farinha do mesmo saco totalitário marxista.


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Mas o que mais me chateia nos ditos “libertários de esquerda” é que usem e abusem da Estimulação Contraditória e da dissonância cognitiva como armas de controlo político das massas — por exemplo: ao mesmo tempo que, por um lado, eles criticam (e tentam mesmo proibir) a tradicional matança anual de um porco por parte de um pobre transmontano (para fazer os tradicionais enchidos caseiros, e para salgar um presunto), por outro lado eles calam-se cumplicemente em relação à sangria Halal dos animais dos seus amigos Maome(r)das (porque o maometanismo também é crítico da civilização ocidental: “O inimigo do meu inimigo, meu amigo é”; ou “Les bons esprits se rencontrent…” ).

É inexoravelmente de filhos-de-puta desta estirpe que é composta a Esquerda.

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Sexta-feira, 8 Fevereiro 2019

“É inevitável que haja escândalos”

 

Um excelente artigo acerca dos me®dia e a violência doméstica, no Porta-da-Loja.

Em França, 1 mulher é morta pelo seu parceiro a cada 3 dias, o que dá uma média de 120 mulheres mortas por ano. Eu não sou (nem de perto, nem de longe) especialista na matéria, mas seria preciso saber qual é o “salto psicológico” que permite que se passe da mera lambada (da vulgar violência doméstica) para o assassinato do cônjuge; ¿quais são as causas desse “salto psicológico”? — mesmo sabendo que cada ser humano é único e irrepetível, devem existir categorias de nexos causais objectivos que permitam explicar o fenómeno do referido “salto psicológico”.

O que me parece é que a repressão (biológica, psicológica, social, cultural, legal) sobre o homem não ajuda a resolver o problema — como se pôde constatar em Espanha, onde a repressão sobre o homem teve um efeito contrário e fez aumentar os assassinatos de mulheres.

“É inevitável que haja escândalos, mas ai daquele que os causa!” (S. Lucas, 17, 1).

Cipolla, através d’ As Leis Fundamentais da Estupidez Humana, escreveu que “a probabilidade de uma pessoa ser estúpida é independente de qualquer outra característica dessa pessoa” (um estúpido pode ser um eminente professor catedrático, por exemplo); e por outro lado escreveu que os estúpidos ocupam uma percentagem média da população que é aproximadamente constante em todas as sociedades (cerca de 2% do total).

É neste sentido, desta percentagem constante, que Jesus Cristo disse que “é inevitável que haja escândalos”; por entre a liberdade humana que Jesus Cristo defendeu, afirmou Ele também um certo determinismo (isto foi estudado por Durkheim em relação ao fenómeno social do suicídio) que faz com que seja impossível eliminar totalmente o assassinato de mulheres pelos seus companheiros (“é inevitável que haja escândalos”).

O que podemos fazer é estudar as causas (sociais, culturais, biológicas), do fenómeno e atacar o problema sem humilhar o homem em geral. O que a classe política portuguesa está a fazer é seguir o exemplo das políticas de Espanha, que se revelaram improfícuas.

Quarta-feira, 23 Janeiro 2019

O que hoje provavelmente se avizinha é a contra-revolução

Quando a extrema-esquerda é colocada no centro político — quando a extrema-esquerda é branqueada por gente como, por exemplo, o José Pacheco Pereira que terá que ser responsabilizado por isso —, deixa de ser “extrema-esquerda”: pois se o Bloco de Esquerda é já considerado parte do “centro político” de que faz parte o Partido Socialista, segue-se que (alegadamente) não faz sentido dizer do B.E. que é de “extrema-esquerda”.

Mas, por outro lado, a Catarina Martins diz que o Bloco de Esquerda, não sendo de “extrema-esquerda”, é da “Esquerda radical”. Tudo uma questão de semântica. Hoje a política é feita à custa da semântica — à custa das palavras que escondem as acções (ler este artigo).

Por este andar, o MRPP do Arnaldo Matos irá ser considerado um “partido centrista”; e o PSD de Rui Rio passará a ser a “direita ultramontana e fascista”.

O Bloco de Esquerda é um partido gramsciano; disso não há quaisquer dúvidas.

A estratégia de acção política do Bloco de Esquerda tem (actualmente) como esteio as teses de Gramsci de demolição sistemática da cultura ocidental — e sem deixar impressões digitais!. E quem disser de Gramsci que este não foi de “extrema-esquerda”, é um idiota chapado.

O branqueamento ideológico e político que determinada gente (como por exemplo, o António Costa, o José Pacheco Pereira e o Rui Rio) está a fazer ao Bloco de Esquerda, vai custar muito caro ao país: desde logo, vai legitimar a sustentação política crescente e o fortalecimento daquilo a que o Bloco de Esquerda (e o Partido Socialista de António Costa) chamam hoje de “extrema-direita”: o que hoje provavelmente se avizinha não é um terror revolucionário clássico, mas antes um terror contra-revolucionário implantado por revolucionários aziados e enojados.

Domingo, 20 Janeiro 2019

A Catarina Martins é a vingança do Anacleto Louçã

Filed under: Esquerda — O. Braga @ 8:46 pm
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Se perguntassem a Lenine (dentro da sua facção bolchevique do partido social-democrata russo) se alguma vez defenderia uma ditadura marxista do proletariado, a resposta seria negativa — aliás, era esta a posição oficial de Lenine em relação à facção menchevique do partido social-democrata russo: “nada de totalitarismos: só paz e amor!”.

E depois do golpe-de-estado de Outubro 1917, foi o que se viu.

« Catarina Martins veio a público toda ofendida (coitadita) porque considera insulto que lhe chamemos de extrema esquerda porque “Extrema-esquerda está associado a totalitarismos, a perseguição, a ódio – não encontram absolutamente nada disso no BE com certeza” – diz ela. »

PCP e BE são extrema-esquerda

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Sexta-feira, 18 Janeiro 2019

A emasculação cultural marxista e a “masculinidade tóxica”

 

Segunda-feira, 14 Janeiro 2019

O paralamento português é unânime: a Terra é redonda

 

O parlamento aprovou esta sexta-feira, 11 de Janeiro, por unanimidade, os projectos de lei de Bloco de Esquerda (BE) e partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) que definem que o sexo sem consentimento seja considerado crime de violação”.

E quem pense (basta pensar!) que a Terra não é redonda, incorre em crime de pensamento.

E basta que uma esposa (subjectivamente) se queixe à polícia de que o seu marido a “violou” na intimidade da cama de casal, para que o desgraçado do homem passe a ser criminoso — já não basta a legalização do divórcio unilateral e “na hora”: há que criminalizar o sexo conjugal.

Quarta-feira, 9 Janeiro 2019

O totalitarismo de veludo que a Esquerda prepara com muito afã

 

Temos aqui um texto de um tal Alberto Magalhães que começa assim:

« “O racismo, a xenofobia, o fascismo, a homofobia e o machismo não são opiniões, são crime e põem em risco as sociedades democráticas”. Eis a frase da carta aberta condenatória da TVI, que fiquei de comentar hoje”.»

No geral, estou de acordo com a opinião do Alberto Magalhães :

« Não gostar de gente de outras tribos; desprezar negros ou odiar brancos ou ciganos; julgar as mulheres – ou os homens – seres inferiores ou não suportar homossexuais, não são opiniões nem crimes. »

A liberdade de expressão pressupõe o meu direito a ofender outrem — desde que a opinião considerada “ofensiva” (por outrem) seja racionalmente fundamentada (por mim).

A liberdade de expressão pressupõe o meu direito a ofender outrem.

Por exemplo, se eu digo que “tomar no cu é um comportamento de risco e que pode ser um sério problema de saúde pública”, posso estar a ofender (por exemplo) o Adolfo Mesquita Nunes; mas se ele se sente ofendido, o problema é dele — porque, em bom rigor, eu estou a dizer uma verdade que se baseia em factos e na estatística médica.

A eventual susceptibilidade de quem se ofende com a divulgação pública de um facto demonstrável não se pode sobrepor ao direito de publicitar esse facto.

O meu direito a ofender outrem não é a mesma coisa que “difamação” ou “injúria” — porque quem difama ou/e injuria, é porque mente!

Dizer a verdade (falar em factos demonstráveis) em público, não é difamação e/ou injúria.

Por exemplo, se eu disser que o Adolfo Mesquita Nunes é paneleiro”, não se trata de uma injúria — porque ele próprio reconheceu publicamente que é fanchono.


A ler: As 5 características principais do Totalitarismo de Veludo que começamos a sentir em Portugal

Segunda-feira, 7 Janeiro 2019

O nojo progressista

1/ Eu não vi (na totalidade) o programa com Mário Machado na TVI; vi apenas excertos. Dos excertos que vi, não me pareceu que a TVI (ou o entrevistador) desse qualquer legitimidade (ou sustentação) às teses políticas de Mário Machado: pelo contrário, (a julgar pelos excertos) o contraditório ideológico foi claramente enviesado contra as teses ideológicas de Mário Machado.

2/ Eu vivi (já espigado) sob o regime de Salazar e Caetano; eu tive a experiência do regime do Estado Novo que nem a Raquel Varela nem o Mário Machado tiveram.

Hoje há muita gente que fala do Salazarismo sem ter uma noção substantiva do que está a falar.

3/ O enorme erro político e ideológico dos “progressistas” (como é o caso da Raquel Varela) é o juízo crítico baseado na falácia ad Hominem; ou seja, (ao contrário do que a Esquerda faz!) a crítica a uma determinada ideologia deve ser independente de quem a defende: não é, por exemplo, por que o Mário Machado cumpriu 10 anos de prisão que a ideologia política que ele defende tem que ser necessariamente negativa: as ideias políticas são piores ou melhores entendidas em si mesmas (os valores valem por si mesmos, e não dependem de qualquer utilidade), independentemente de quem as defende.

O recurso sistemático ao ataque político ad Hominem (por parte da Esquerda) reduz drasticamente o volume de juízo crítico em circulação na sociedade.

4/ a censura de tipo “Marcelista” (a auto-censura) imposta à TVI (por parte da Esquerda) e aos me®dia em geral, não abona em favor das teses pessoais contra o Mário Machado; nem sequer consegue denegrir a imagem pública do Salazarismo, exactamente porque labora no mesmo tipo de práticas. Em bom rigor, Portugal vive hoje sob um novo tipo de ditadura.

5/ gente como a Raquel Varela (que se diz historiadora) continua a dizer que o Estado Novo foi um fascismo — quando basta ler Hannah Arendt para sabermos a diferença entre o fascismo (que é totalitário por sua própria natureza) e uma qualquer ditadura (que foi o caso do Salazarismo, ou/e como foi também o caso do regime militar no Brasil).

Como afirmou Goebbels, “uma mentira muitas vezes repetida acaba por ser verdade”. É este o mote dos esquerdistas como a Raquel Varela.

É absolutamente falso que o Estado Novo tenha sido um “fascismo” → porque o Estado Novo não foi um regime totalitário (totalitarismo).

6/ o regime político que a Raquel Varela defende (comunismo marxista) é um totalitarismo.

Assistimos, com alguma ironia, à classificação de uma ditadura salazarista como sendo um regime totalitário, para se branquear a defesa camuflada de um totalitarismo que matou mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo e só no século XX.

7/ morreu mais gente inocente — nas ex-colónias portuguesas de África, incluindo centenas de milhar de crianças que morreram de fome em Angola e em Moçambique — depois de 1975, do que durante 500 anos de colonização portuguesa em África.

Ou seja, o processo “exemplar” de descolonização em África foi o maior crime colectivo praticado por Portugal.

É neste contexto que a Raquel Varela vem falar de “100 mil mortos”; naturalmente que ela não sabe o que diz; ou papagueia o que se diz por aí. A Raquel Varela é o espelho do pior que existe na actual cultura da “elite” da sociedade portuguesa.

Domingo, 6 Janeiro 2019

O politicamente correcto fora de controlo

Filed under: Esquerda,politicamente correcto,transgéneros — O. Braga @ 7:32 pm

A Esquerda pretende proibir tudo… excepto a libertinagem sexual.


Sábado, 5 Janeiro 2019

Esta é a democracia que a Esquerda gosta

Filed under: Alemanha,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 5:24 pm

 

Vemos nos me®dia (e nos blogues dos comunas, como por exemplo a Raquel Varela) a propaganda ideológica segundo a qual “a extrema-direita é violenta”, quando a verdade é que a violência vem da Esquerda, nomeadamente dos grupos Antifa.

Vemos, no vídeo abaixo, um relato de uma bomba colocada pela Esquerda na delegação do partido AfD (Alternative für Deutschland) em Döbeln, Alemanha.

Esta é a democracia que a Esquerda gosta! Pode ser que se estampem contra uma parede….!

 

Sábado, 29 Dezembro 2018

O CDS da Assunção Cristas e os direitos de braguilha

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“Se o reaccionário não se desperta dentro do conservador, trata-se então apenas de um progressista paralisado

~ (Nicolás Gómez Dávila)


O CDS da Assunção Cristas e do Adolfo Mesquita Nunes (e do João Távora) é o CDS dos “progressistas paralisados” — dos progressistas “direitinhos” campeões dos direitos de braguilha e do politicamente correcto → pois eu prefiro uma bala marxista a uma palmadinha nas costas de um “direitinha” desses (do CDS da Assunção Cristas e do Adolfo Mesquita Nunes).

A actual situação política em Portugal induz-me ao voto no PNR (Partido Nacional Renovador) — não porque eu o queira expressamente (o PNR é um partido estatista), mas porque não tenho outra hipótese credível.

O espaço político reduziu-se (encolheu) de tal forma que todos os partidos políticos representados no paralamento são de Esquerda — o CDS de Assunção Cristas e do Adolfo Mesquita Nunes fecha a Esquerda à direita.

Quinta-feira, 25 Outubro 2018

Adolfo Mesquita Nunes contribui para a tarefa política de fechar a Esquerda à direita

 

Eu não simpatizo minimamente com a pessoa de Adolfo Mesquita Nunes. E não é de agora. Adolfo Mesquita Nunes é um “submarino” que, dentro da “Não-esquerda”, cumpre o ideário de Esquerda. Adolfo Mesquita Nunes contribui para a tarefa política de fechar a Esquerda à direita

Neste artigo, Adolfo Mesquita Nunes distribui as culpas pela “polarização” política, igualmente pelas actuais Esquerda e Direita — como se a responsabilidade da tal “polarização moral” pudesse ser atribuída igualmente aos dois lados da contenda política; como se o patriotismo ou nacionalismo fosse um fenómeno cultural e político tão historicamente recente quanto é o globalismo plutocrata ou o internacionalismo trotskista (não confundir “globalismo” com “globalização”).

tolerant-liberal-webOra, não há nada mais perigoso do que o discurso falsamente conciliatório, que tem como função absolver os verdadeiros culpados mediante a distribuição igualitária de responsabilidades.

O Adolfo Mesquita Nunes faz lembrar a Catarina Martins, que está sempre do lado dos criminosos contra a polícia que mantém a ordem legal. E, para não dar razão à polícia, o Adolfo Mesquita Nunes diz que “toda a gente é criminosa”, e por isso (alegadamente) “ninguém pode falar de tarimba e alegar que tem razão”. Em resumo, é isto que o Adolfo Mesquita Nunes quis dizer no artigo em causa.

Ou seja, para o Adolfo Mesquita Nunes, a Direita também é culpada pela tal “polarização moral”, porque a Direita não aceita (no todo, ou em parte) a estratégia gramsciana e marxista cultural.

A narrativa do Adolfo Mesquita Nunes dirigida à Direita pode ser resumida assim: “Se levas um murro nas trombas, deves procurar apaziguar o agressor, mesmo que continues a levar no focinho”. É fácil percebermos de que lado está o “submarino” Adolfo Mesquita Nunes. Ele só engana quem gosta de ser enganado.

É claro que o Adolfo Mesquita Nunes defende uma estratégia de cedência política ao marxismo cultural.

Aliás, a defesa que o Adolfo Mesquita Nunes fez da legalização da adopção de crianças por pares de invertidos revela até que ponto a agenda política de Adolfo Mesquita Nunes coincide com a do marxismo cultural.

No domínio dos princípios, o conservadorismo é incompatível com o marxismo cultural. Não é possível conciliar, por exemplo, o Jacob Rees-Mogg com Jeremy Corbyn — e escolhi dois nomes ingleses, porque em Portugal não existe conservadorismo.

Não se deixem enganar por falinhas mansas de pseudo-conservadores que se dizem “liberais”, que militam em partidos ditos de “inspiração cristã”, e simultaneamente defendem princípios da agenda política marxista cultural.

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