perspectivas

Sábado, 21 Outubro 2017

Caetano Veloso = #CaetanoPedofilo

Filed under: Esquerda,esquerdalho,Pedofilia — O. Braga @ 6:12 pm

Novo Hashtag no Twitter : #CaetanoPedofilo


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Sábado, 9 Setembro 2017

O Libertarismo é uma forma de alienação em relação à realidade

 

libertarismo-alien-webNa mitologia grega, a noção de “Caos” ou Ápeiron era algo que preexistia a todas as coisas, uma miscelânea racionalmente indeterminada preexistente aos elementos do mundo real a que o demiurgo irá dar forma à variedade de seres e de coisas. Ou seja, o demiurgo definia as normas das formas a partir do Ápeiron (caos) cuja norma era a ausência de forma.

Segue-se que até o caos tem uma norma: a ausência de normas ou de padrão. A ausência de normas é em si mesma uma norma.

A Maria João Marques é a favor da ausência de normas-padrão na educação das crianças; mas ela é tão tapada que não compreende que a ausência de normas-padrão na educação das crianças é, em si mesma, uma norma.

A pretensa “liberdade em relação a estereótipos” é um estereótipo; mas ela ainda não se deu conta que o pretenso libertarismo pode ser uma forma de opressão social sobre o indivíduo (sobre a “opressão do libertarismo” ler, por exemplo, Durkheim).

O que interessa saber — em relação ao tipo de normas-padrão na educação das crianças — é ¿qual o sistema de normas educativas e culturais que melhor assegura o futuro e a continuidade da sociedade?

A Maria João Marques acha que o normativo da “ausência de normas” é o melhor sistema para garantir o futuro e a continuidade da sociedade.

O governo pensa que a “igualdade” e “identidade” são a mesma coisa, e que “diferença” é sinónimo de “hierarquia”; e para que não exista uma hierarquia social (ou, por outras palavras, para que exista “igualdade”), meninos e meninas têm que ser educados (normativamente) da mesma maneira.

A realidade encarrega-se (já!) de nos demonstrar que tanto a Maria João Marques (e quem “pensa” como ela), como o governo esquerdalho, estão errados.

Por isso é que a Maria João Marques (e gente da laia) anda preocupada com a influência islâmica na Europa — porque o padrão normativo cultural islâmico é diferente do defendido por ela, e também diferente do padrão delirante e psicótico do governo do Bloco de Esquerda comandado pelo António Costa, segundo o qual todos os cidadãos (independentemente do sexo) são intermutáveis.

Segunda-feira, 28 Agosto 2017

Faz-nos muita falta a Vera Lagoa

Filed under: Esquerda,esquerdalho,marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 7:23 pm

 

A Maria João Avilez escreve aqui um texto que se deve ler. Começa a aparecer gente que está a “sair da casca” (está a sair da espiral do silêncio), e que, por isso, tem que ser reprimida pela Esquerda. Essa Esquerda inclui o Partido Socialista do António Costa; não tenham dúvidas nenhumas; por detrás daquele sorriso de monhé vendedor ambulante mora um filho-de-puta — por detrás de cada “progressista” está um sargento da polícia. Nada pode curar o “progressista”: nem sequer os frequentes ataques de pânico causados pelo “progresso”.

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Há alguns anos que eu venho a chamar à atenção do fenómeno do marxismo cultural. Final- e felizmente começam a aparecer pessoas que “saem da toca” dos seus comodismos para denunciar o avanço de um totalitarismo aparentemente “mole”, mas que poderá rapidamente “endurecer”.

A Maria João Avilez diz que “a coisa” ainda não chegou cá; mas, desde que o Jaime Nogueira Pinto foi proibido de falar em uma universidade, eu soube logo que “a coisa” já cá está dentro.

estudantes-universidade-web“Lá fora tudo “isto” está em estado de mais adiantada convulsão mas é fraco consolo: algo nos separa – para pior — do resto da Europa democrática e dos Estados de Direito a que gostamos de dizer que pertencemos.

Separa-nos uma fractura que agrava a vulnerabilidade da nossa condição face à dimensão da catástrofe: o caminho está livre (ou parece livre) para ela, não há entrave, nem resposta aos novos proprietários.

Refiro-mo obviamente a esse imenso espaço (metade do país?) do PS para a direita. Pouco o representa, poucos dele cuidam a não ser partidos exaustos e envelhecidos e meia dúzia de respeitáveis (e resistentes) políticos ou intelectuais.

Não há instituições que se reclamem desse espaço, há pouco vigor, são escassas as iniciativas doutrinadoras ou políticas por ele produzidas. A discordância é expressa quase em surdina e desastradamente, e basta pensar na CIP para só citar um exemplo. Quanto à Universidade, faz pagar caro a professores e mestres fora do reduto da esquerda e agora fora do jardim envenenado do pensamento único ou da tirania do politicamente correcto”.

Aqui, não concordo com a Maria João Avilez. Continuamos a inventar álibis internos, quando o problema vem de fora e principalmente da União Europeia. Por exemplo, o Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" é um tribunal dos “direitos desumanos”, ou um tribunal dos direitos de braguilha, uma peça da engrenagem política das engenharias sociais que nos são impostas a partir de Bruxelas. Ora, os direitos de braguilha são essenciais para controlar a populaça.

“O caminho está livre” — como diz a Maria João Avilez —, mas quem abriu a picada foi a União Europeia; quem apoia abertamente as engenharias sociais e o presentismo cultural da Esquerda, é o leviatão da União Europeia.

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O grande inimigo dos países da Europa é a União Europeia. E a chamada “direita” portuguesa não pode ter “sol na eira e chuva no nabal”; e é essa uma das razões por que não há discordância audível e clara por parte da “direita”; ou se pertence ao Euro e à União Europeia, e, neste caso, tem que se “comer tudo o que vem no pacote”; ou não se pertence ao Euro e há problemas com a França e com Alemanha — como é o caso da Polónia, da Hungria, e até do Reino Unido, que não querem “comer” tudo o que vem no pacote da União Europeia do Directório Globalista.

A actual direita de Passos Coelho e de Assunção Cristas só discorda publicamente do Bloco de Esquerda e do Partido Socialista de António Costa, em questões de lana caprina. O que se passa é o seguinte:

Os debates públicos entre a Esquerda e a Direita são muito animados (por exemplo, entre a Mariana Mortágua e o Adolfo Mesquita Nunes), mas a grande animação (artificial) dos debates serve apenas para esconder do povo a fraca discordância no que diz respeito às mundividências e aos valores essenciais.

vera-lagoa-webAo contrário do que diz a Maria João Avilez, o espartilho da Direita portuguesa vem (é imposto pela) da União Europeia — basta olhar para o que anda a fazer a Angela Merkel, que se diz de Direita; ou o Macron, que diz que não é de Esquerda, mas que é do “Centro”. Até o papa Chico diz que “não é de Esquerda”, mas o Bloco de Esquerda concorda com ele em tudo o que diz respeito a posições políticas seculares e mundanas.

Vivemos em uma tempestade perfeita.

Por isso é que o Donald Trump é “faxista” e “nazi”, porque veio incomodar os donos da tempestade. Por isso é que quem discorda do Bloco de Esquerda, no que quer que seja, é “faxista” — e ninguém da “direitinha” portuguesa gosta que lhe chamem de “faxista”.

¿Então faxisto?! Faz-nos falta a Vera Lagoa.

Perante a violência da Esquerda, a única resposta é ainda mais violência sobre a Esquerda

Filed under: Esquerda,esquerdalho — O. Braga @ 12:24 pm

 

A Comissária para os Direitos Humanos da Austrália defende a introdução da lei islâmica — a Sharia — no ordenamento jurídico australiano, funcionando como um sistema de Direito paralelo e legítimo.

¿O que é que leva uma mulher ocidental (em princípio, uma mulher inteligente e agnóstica) a defender a validade da lei islâmica (Sharia)?

Eu — que penso em termos lógicos — fico completamente esgrouviado perante o absurdo que é o de uma mulher agnóstica e ocidental defender a Sharia; ou ela não sabe o que é a Sharia; ou ela é doente mental (masoquista); ou ela pensa que o islamismo (como princípio de ordem política) é melhor do que o capitalismo (o que é uma outra forma de doença mental, que pressupõe o absurdo que é a aliança entre Karl Marx e Maomé); ou então o problema sou eu, que sou o burro desta estória.


A Helena Matos fala aqui de uma Manif contra o terrorismo, realizada em Barcelona:

Procurem nessa manifestação um cartaz que condene os terroristas. Ou até o Estado Islâmico que reivindicou a autoria. Encontram-se cartazes contra Espanha, contra o Rei, contra o governo de Espanha que não tem competências sobre a segurança na Catalunha e contra a venda de armas, coisa assombrosa quando se sabe que os terroristas usaram facas, automóveis e botijas de gás. Também havia pelo menos um cartaz contra a islamofobia. Mas havia uma fobia permitida, tolerada e incentivada: a fobia contra Espanha”.


Águeda-Bañón-webNa imagem aqui ao lado vemos Águeda Bañón — a Directora de Comunicação do governo da Catalunha dirigido por Ada Colau — em uma acção de propaganda feminista. É disto que estamos a falar.


A Manif em Barcelona insere-se no mesmo fenómeno político que norteia a defesa da validação da Sharia por parte da Comissária para os Direitos Humanos da Austrália. Esse fenómeno político radical (“radical”, no sentido de “totalitário”) tem como pontos principais de agenda política:

  1. a sistemática estimulação contraditória em relação à comunicação com o povo;
  2. a dissonância cognitiva generalizada que resulta do ponto anterior;
  3. a espiral do silêncio, que pressupõe a restrição da liberdade dos me®dia.

Por exemplo, é absolutamente contraditório afirmar que “a culpa de um acto de terrorismo islâmico não é do Islamismo, mas sim da sociedade democrática não-islâmica”; ou que “a culpa de um assassínio não é do assassino, mas antes é da vítima”.

A inversão da moral (“a culpa é da vítima”) é uma característica da mente revolucionária.

Infelizmente, não vejo uma solução pacífica para o problema do radicalismo — porque a Esquerda já partiu para a violência pública, como podemos ver com o movimento “antifa” nos Estados Unidos. Hoje, quem se opõe à Esquerda é automaticamente “faxista”; por exemplo, se alguém se opõe à Sharia, é “faxista” pela certa. Perante esta radicalização, a única resposta possível é usar também da violência, porque é impossível a argumentação racional.

 

Sexta-feira, 18 Agosto 2017

O Luís Aguiar-Conraria é uma desgraça

 

O Luís Aguiar-Conraria é o exemplo do estado de putrefacção moral a que chegou a Esquerda — por exemplo, quando diz que Passos Coelho é “racista”: ¿um homem (Passos Coelho) que se casou com uma mulata, é racista?!

A filha-da-putice do Conraria não poderia ser maior.

Depois desta incongruência própria de um filho-de-puta que não olha a meios para atingir qualquer fim, não vale a pena comentar o resto do texto que é uma logomaquia indigna em um estudante universitário do primeiro ano de filosofia.

E aquela merda é “professor universitário”!

Domingo, 13 Agosto 2017

Para a Esquerda, o ilegal é bom

Filed under: Esquerda,esquerdalho,imigração,turismo — O. Braga @ 9:36 am

 

O turismo é uma espécie de imigração temporária legal, e por isso os esquerdistas não gostam dele.

Se o turismo fosse uma imigração ilegal, daquela que dá à costa no Mediterrâneo, o esquerdista já gostaria dele, porque nesse caso haveria distribuição gratuita de recursos do Estado (alojamento, comida, roupa, etc., tudo grátis).

O esquerdista adora tudo o que seja ilegal e que subverta a ordem legal vigente.

 

turismofobia-web

Sexta-feira, 11 Agosto 2017

A Esquerda é burra que nem uma porta

 

Quando olhamos para a realidade e teimamos em negá-la; ou quando não temos a noção do que é um juízo universal → somos burros que nem uma porta de um quintal.

« Atheism turns out to be too simple. If the whole universe has no meaning, we should never have found out that it has no meaning. »Clive Staples Lewis


gender-studies-webÉ claro que há mulheres pedem meças com muitos homens em áreas como a engenharia ou a informática — assim como há mulheres que correm muito mais rápido do que a maioria dos homens (juízo universal).

Mas ficou claro para mim que o memorando do engenheiro da Google, James Damore, referiu-se às características dos homens e das mulheres em termos de juízo universal: são as excepções que confirmam a regra, por um lado, e por outro lado são as excepções que tornam um determinado assunto objecto de ciência.

Se visitarmos as instalações da Google em Nova Iorque, por exemplo, mais de 90% dos engenheiros informáticos são homens brancos ou asiáticos (problema do QI); e quando James Damore constatou um facto, foi despedido da Google. Ou seja, a própria Google quer esconder a realidade para não ofender os burros da Esquerda.


O Ludwig Krippahl escreve o seguinte:

Até aos anos 80, a proporção de mulheres na informática cresceu a par com as outras áreas, chegando aos 35% antes de começar a cair conforme a informática deixou de ser uma disciplina académica para se tornar numa profissão de engenharia bem remunerada”.

Não sei a idade do Ludwig Krippahl — mas ele só pode estar a brincar.

Os primeiros PC’s com o sistema DOS da Microsoft só apareceram em meados da década de 1980; em 1989, 99% das empresas europeias não utilizavam ainda o sistema Windows: a informática empresarial era dominada pelos computadores da IBM que eram do tamanho de um automóvel. Eu sei isto por experiência própria; quando, em 1989 comprei o meu primeiro computador Desktop com sistema DOS, chamaram-me maluco: “¿Para que serve essa merda?!”.

Portanto, é impossível que “até aos anos 80 a proporção de mulheres na informática” tivesse crescido “a par com as outras áreas, chegando aos 35%” — em primeiro lugar, porque o mercado da informática era minúsculo até meados da década de 1980; insignificante mesmo. Em segundo lugar, porque tanto a Apple como a Microsoft, e mesmo a IBM, iniciaram as suas actividades informáticas comerciais com geeks rapazolas, e não com mulheres. Isto é um facto irrefutável.

A seguir, o Ludwig Krippahl diz que a maior apetência dos homens pelas matemáticas, pelas engenharias e pela informática, se deve “a milhões de anos de competição violenta entre machos por causa das fêmeas”.

Em hebreu antigo, “hawa” significa “que dá a vida”, e significava “mulher”. Vem daí o nome “Eva”, metaforicamente a primeira mulher. Ora esta característica de “dar a vida” é independente da “evolução” dos hominídeos em particular → porque está presente em todas as fêmeas dos mamíferos, e mesmo em algumas espécies “menos evoluídas” do reino animal.

Os homens e as mulheres são tão diferentes entre si que até as bactérias que existem nos respectivos sistemas digestivos são diferentes neles e nelas. Investigadores de uma universidade australiana verificaram que, determinadas bactérias, como por exemplo o streptococcus, o lactobacillus e o clostridium, comportam-se modo diferente nos homens e nas mulheres.

Ou seja, em termos de tratamento médico, uma determinada maleita bacteriana tem que ser combatida de forma diferente nos homens ou nas mulheres!

 


pigmeus-webPorém, reduzir as características dos homens e das mulheres à “evolução”, é uma burrice de todo o tamanho.

A velha ideia de que um galo existe só para “cobrir” a galinha que, por sua vez, existe apenas para pôr ovos no sentido da “evolução”, é uma ideia um pouco ridícula quando aplicada à galinha, e ainda é mais absurda quando alargada aos seres humanos.

Quando a sociobiologia descreve por exemplo, a relação entre homem e mulher com uma “guerra eterna dos sexos”, na qual homem e mulher procuram reproduzir-se à custa um do outro — com isso não se pretende sancionar a desagregação cultural da família humana (embora, em termos práticos na cultura antropológica, é isso que acontece). Procura-se explicar o facto de um homem ser estimulado para a infidelidade pelos seus genes e quais as causas desse facto: a mulher — a “Hawa” do hebreu antigo — tem sempre a certeza no que diz respeito ao parentesco com os seus próprios filhos; mas o mesmo já não acontece com o homem. Por isso, na sua vida, o homem lança entre 200 e 500 milhões de espermatozóides, ao passo que a mulher produz apenas 400 óvulos em toda a sua vida porque tem uma maior certeza na luta pela transmissão dos seus genes.

Mas em outras espécies, a evolução de que fala o Ludwig Krippahl não é a favor do macho. Por exemplo, os machos das abelhas, os zangãos, têm a rara “sorte” de poder acompanhar a rainha no seu voo de acasalamento, e então explodem literalmente no ar, justamente no momento em que ela está pronta para recebe-los: ele explode, catapultando messe momento os seus órgãos genitais para o interior dos dela, transmitindo assim os seus genes.

Mas temos que convir que nos animais superiores, por exemplo, nos mamíferos, já não acontece uma submissão tão literal à transmissão genética; e no ser humano existe a cultura antropológica, o que não existe em todo o resto do reino animal.

 

A Esquerda das ‘micro-agressões’ e da moral do genocídio dos brancos

 

shapiraPor dia são publicados 500 milhões de tweets (Twitter), e um judeu que vive na Alemanha e que dá pelo nome de Shahak Shapira, conseguiu a proeza de descobrir 450 tweets contendo aquilo a que subjectivamente chamou de “mensagens de ódio”.

Ou seja, em 500 milhões de tweets diários, o judeu descobriu 450 “mensagens de ódio” subjectivas, e resolveu protestar em frente dos escritórios da empresa Twitter na cidade de Hamburgo.

O Diário de Notícias (o jornaleco do Leopildo Leonardo Leopoldo), como não poderia deixar de ser, publicou uma longa notícia sobre este assunto.

Entretanto, consegui descobrir a página do judeu no Twitter; ele apresenta-se como tendo um pénis normal — o que é sempre uma boa forma de se apresentar ao público em geral, porque sendo o pénis normal, não implica qualquer micro-agressão, embora não saibamos o que, em termos de pénis, significa “ser normal”.

Seria impensável que o Diário de Notícias (o jornaleco do Leopildo Leonardo Leopoldo) publicasse, por exemplo, a notícia de um professor islâmico em uma universidade da Califórnia, que publicamente afirmou que “se justifica moralmente um genocídio da raça branca”.

Ou seja, as “mensagens de ódio” ditas “racistas” só são más se não vierem da Esquerda ou dos aliados da Esquerda — como é o caso do Islão.


Vivemos em um tempo muito perigoso de aliança entre a Esquerda radical, o Islão, e os me®dia, em que o totalitarismo é veiculado na comunicação social como sendo um sistema político virtuoso, e quem se opõe a este estado de coisas é diabolizado ou ignorado pelas elites e  pela comunicação social.

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Segunda-feira, 7 Agosto 2017

Não vejo outra alternativa ao politicamente correcto e ao marxismo cultural senão o voto no PNR

Filed under: Esquerda,imigração,marxismo,marxismo cultural,PNR — O. Braga @ 9:48 pm

 

Vemos aqui a posição de um filho-de-puta que dá pelo nome de Pedro Schacht Pereira, segundo a qual toda a gente do mundo inteiro deveria ser autorizada a emigrar para os Estados Unidos.

Segundo o filho-de-puta, se (por absurdo que seja) 6 mil milhões de pessoas quisessem emigrar para os Estados Unidos, o governo americano deveria autorizar essa imigração — porque se não existem barreiras fronteiriças (o filho-de-puta defende que não devem existir barreiras fronteiriças), a imigração não tem um controlo objectivo. E esse filho-de-puta é professor universitário de “Estudos Lusófonos” na Universidade do Ohio.

Portanto, verificamos que as elites actuais, em geral, e principalmente na Academia, são constituídas por doentes mentais.

19e arrondissement de Paris-webAquele filho-de-puta deveria ser internado compulsivamente. Mas o filho-de-puta vai mais longe: confunde “raça”, por um lado, com “cultura”, por outro lado. Esta “confusão” ou é propositada (o que faria dele um filho-de-puta elevado à décima potência) ou deve-se a pura ignorância (e perguntamo-nos como pode o filho-de-puta ser professor universitário).

“Testemunha de como o racismo supremacista branco perdeu a vergonha nos EUA de Trump, acredita que Portugal, onde se crê que a questão rácica "está resolvida", é "uma seara pronta a arder". Basta, diz, que a extrema direita se organize ou que um partido como o PSD a acolha – à imagem do que fez o Partido Republicano”.

O filho-de-puta 

É claro que o filho-de-puta confunde “raça” e “cultura”. Mas não é só ele: toda a Esquerda faz propositadamente essa confusão, porque perfilha a teoria (pós-modernista e marxista cultural) da identidade: trata-se de um nominalismo quase absoluto e radical, que nega as categorias naturais do ser humano, por um lado, e por outro lado nega as evidências e verificações científicas que classificam como “construções culturais e sociais”.

Ou seja, para a Esquerda actual, a própria Ciência é uma “construção social”.

Chegámos a um ponto em que a própria Ciência é desconstruída para que seja depois negada — a desconstrução da Ciência leva à sua negação, como se fosse possível desconstruir as evidências; como se a “evidência”, por um lado, e por outro lado a “coerência” (necessária à desconstrução) não se excluíssem entre si, e de tal forma que não é possível desconstruir as evidências e os primeiros princípios.

Ou seja: quando falamos de Bloco de Esquerda ou de Partido Comunista, estamos a falar de filhos-de-puta malucos. E quando falamos de Partido Socialista, de Partido Social Democrata e de CDS/PP de Assunção Cristas, estamos a falar de cobardes da pior espécie.

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Quem diz que “o racismo supremacista branco perdeu a vergonha nos EUA de Trump” são as mesmas pessoas que dizem que “o Brexit é produto do racismo supremacista branco que perdeu a vergonha no Reino Unido”. Reduzir o fenómeno de Trump ou do Brexit ao “supremacismo branco” é próprio de um filho-de-puta.

E mesmo que o Brexit fosse apenas e só uma manifestação da identidade étnica inglesa enquanto tal, esta tem a mesma legitimidade de expressão pública que tem uma outra qualquer expressão de identidade, como por exemplo a identidade LGBT (se é que existe) ou a identidade dos “Black Lives Matter”.


É neste contexto de filha-da-putice da Esquerda (Bloco de Esquerda, Partido Comunista e Partido Socialista) e da cobardia de uma pseudo-direita (Partido Social Democrata e CDS/PP de Assunção Cristas) que sai esta notícia no Diário de Notícias:

« Contra o parecer do SEF, os imigrantes podem agora ser legalizados apenas com "promessa" de trabalho e sem visto de entrada.

A "promessa de um contrato de trabalho" passou a ser admitido como requisito para um estrangeiro poder obter uma autorização de residência no nosso país, de acordo com a alteração à lei de estrangeiros publicada em Diário da República.

O diploma – aprovado pela esquerda no parlamento, sob propostas do PCP e do BE e em contra-ciclo com o resto da Europa-, revogou ainda a exigência de permanência legal em Portugal ou no espaço Schengen, previsto no anterior regime para os casos de legalização, a título excepcional, de imigrantes já com contratos de trabalho. A nova lei impede também que sejam expulsos imigrantes que tenham cometido crimes como homicídios, roubos violentos ou tráfico de droga. »

Governo aprova lei para legalizar mais imigrantes

Another day - another enrichment. This time in France.

Para a Esquerda, nem sequer é preciso um contrato de trabalho para legalizar um imigrante: basta uma “promessa” de contrato de trabalho; pode até ser uma “promessa” que não se cumpra. E se um imigrante legalizado se transformar em um assaltante e em um assassino em série, a Esquerda nega a hipótese de deportação do filho-de-puta para o seu país de origem — os filhos da puta protegem-se uns aos outros, e a Esquerda já se habituou, ao longo da História, a proteger assassinos.


2012-Coisa-está-pretaO PNR (Partido Nacional Renovador) é um partido estatista (defende uma grande influência do Estado na sociedade civil); é tão estatista quanto são estatistas e centralistas os outros partidos. Por ser estatista e centralista, o PNR (Partido Nacional Renovador) não merece a minha simpatia; mas não vejo outra alternativa ao politicamente correcto e ao marxismo cultural senão o voto no PNR.

E se eu estiver errado, por favor elucidem-me.

Sexta-feira, 30 Junho 2017

Anselmo Borges, um herdeiro de Rousseau

 

1/ Uma das características das elites portuguesas (ou aquilo a que os ingleses chamam de “rulling class”) é a de criticarem sistémica- e sistematicamente o povo. Essa ruling class inclui gente que tem acesso regular aos me®dia, como é o caso do Anselmo Borges. Vemos, pois, gente que pertence à presumível “elite” de um povo, a criticar o próprio povo a que pertence, como se não se não fizesse parte dele.

“Se percorrermos, olhando sem óculos de nenhum grau nem cor, a paisagem que nos apresentam as produções e as improduções do nosso escol — entendo por escol o escol literário e artístico, o escol político e jornalístico, e o escol industrial e comercial — facilmente notaremos que o provincianismo é o seu característico comum e constante.”

→ Fernando Pessoa, “Sobre Métodos”.

O escol, segundo Fernando Pessoa, é (grosso modo, neste contexto) a “ruling class”.

Uma das características do escol (ou da ruling class) portuguesa é a crítica constante em relação ao povo — uma crítica destrutiva, ou uma crítica paternalista que pretende denunciar o provincianismo que a própria ruling class ostenta sem o reconhecer.

Vemos neste texto do Anselmo Borges o que eu pretendo dizer; o Anselmo Borges faz lembrar o Belmiro de Azevedo, que, em uma entrevista a uma rádio inglesa há já uma boa dúzia de anos (eu ouvi a entrevista, sou testemunha directa), afirmou que “o povo português é preguiçoso”, quando de facto, o povo português (em geral) trabalha mais horas por ano do que os povos britânicos. E é o Belmiro e a sua famelga que sustentam o jornal deficitário de Esquerda que é o Jornal Púbico.

Quando os parques de estacionamento não existem, ou quando os seus preços são proibitivos; ou quando não existem transportes públicos abrangentes e dignos — o Anselmo Borges critica os automobilistas da rua dele. Isto é uma característica da actual ruling class portuguesa: atira para cima do povo as responsabilidades que recusa assumir. A culpa é do “horrível cheiro a povo”, quando sabemos que, ao longo da História, os povos (em geral) erraram menos do que as respectivas elites.


2/ Aquilo a que chamamos “esquerda” surgiu do conceito romântico de "Vontade Geral", de Rousseau.

O conceito de "Vontade Geral" é colectivista (coloca o grupo antes do indivíduo) e romântico (utopia), e influenciou a Revolução Francesa e a Europa continental dos séculos XIX e XX.

Todos os totalitarismos do século XX (nazismo, fascismo, comunismo) são vergônteas românticas (utópicas) de Rousseau e da sua Vontade Geral.

Em contraponto, a cultura política inglesa e americana (e australiana) têm origem em John Locke (e não em Rousseau), e dá prioridade ao indivíduo em detrimento do colectivo. Por isso é que os americanos têm a Primeira Emenda da Constituição que garante a liberdade de expressão que é, por definição, ofensiva (a liberdade de expressão que não tem a possibilidade de ser “malcriada” e de não ofender, corre o sério risco de não ser livre).

Por isso é que o Anselmo Borges diz que a liberdade de expressão é malcriada: para ele, a má-criação (que é o vernáculo do povo e da língua portuguesa, por exemplo) deverias ser eliminada juntamente com a liberdade de expressão que só deveria ser garantida à “elite” dos gnósticos modernos que se juntam em redor de um qualquer caudilho e rei-filósofo platónico da moda.

A Esquerda, como boa herdeira do romântico colectivista Rousseau, nunca conviveu bem com a liberdade de expressão. E o Anselmo Borges também não.

Isto é patente, por exemplo, no conceito de “achismo” expresso aqui por Anselmo Borges. A livre expressão, para o “esquerdista de elite”, é “achismo”; um qualquer militante do Bloco de Esquerda diria que qualquer opinião dissonante da cartilha politicamente correcta, é uma manifestação de “ignorância” — o que coincide com o conceito de “achismo” do Anselmo Borges.

Hoje está na moda (esquerdista) dizer que quem não concorda connosco é “ignorante”; ora eu não penso que o Anselmo Borges seja ignorante: ele é simplesmente um romântico rosseauniano e utopista (é uma doença mental), e tem uma agenda política neognóstica para-totalitária encoberta pelos evangelhos do Cristianismo.

Quarta-feira, 7 Junho 2017

O menino sírio Omran Daqneesh e os me®dia marxistas culturais do Ocidente

 

¿Lembram-se do menino sírio Omran, todo sujo e ensanguentado, dentro de uma ambulância?

A apresentadora da CNN até soltou uma lágrima (snif!) porque “o Omram nem chora” (snif).

Omran-Daqneesh-cnn-web

O pai do menino revelou o que se passou: ele foi pago para que o filho fosse maquilhado como sendo vítima de um ataque dos malvados do exército sírio. Ver vídeo abaixo.

Portanto, aconselho o leitor a acreditar sempre nos me®dia — principalmente na RTP3 da Ana Lourenço — para que possa fazer figura de estúpido com a maior dignidade possível. Eu é que já passei o limite temporal de validade para a estupidez natural, e portanto já não acredito nos me®dia.

 

Segunda-feira, 29 Maio 2017

Baizuo

 

Segundo o dicionário urbano, Baizuo é um termo chinês que significa “esquerdista branco” que advoga a paz e a igualdade apenas para satisfazer o seu ego e justificar a sua superioridade moral.

Um Baizuo apenas se preocupa com assuntos como a imigração, as minorias, os LGBT (Lesbian-Gay Bullying Totalitarian), o Aquecimento Global Antropogénico, etc., e vivem obcecados com o politicamente correcto ao ponto de importarem os valores do Islamismo e da Sharia em nome do multiculturalismo. baizuo-web


“In China for instance, they have a word for these people. They are called “baizuo” or the “white left” on social media. Which is interesting, because even though China has its fair share of socialists and communists, they don’t have a direct equivalent to our liberal snowflakes. Most of the Chinese are still fiercely nationalistic and anti-immigrant, regardless of political affiliation. That country just doesn’t have a large population of politically correct, affluent liberals (presumably, they were all killed off during the Great Leap Forward). So what does this term mean to the average Chinese citizen?

It might not be an easy task to define the term, for as a social media buzzword and very often an instrument for ad hominem attack, it could mean different things for different people. A thread on “why well-educated elites in the west are seen as naïve “white left” in China” on Zhihu, a question-and-answer website said to have a high percentage of active users who are professionals and intellectuals, might serve as a starting point.

The question has received more than 400 answers from Zhihu users, which include some of the most representative perceptions of the ‘white left’. Although the emphasis varies, baizuo is used generally to describe those who “only care about topics such as immigration, minorities, LGBT and the environment” and “have no sense of real problems in the real world”; they are hypocritical humanitarians who advocate for peace and equality only to “satisfy their own feeling of moral superiority”; they are “obsessed with political correctness” to the extent that they “tolerate backwards Islamic values for the sake of multiculturalism”; they believe in the welfare state that “benefits only the idle and the free riders”; they are the “ignorant and arrogant westerners” who “pity the rest of the world and think they are saviours”.

"Baizuo" Is The New Derogatory Term Millions Of Chinese Are Using To Describe America’s "White Left" Regressive Liberals

 

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