perspectivas

Sábado, 9 Novembro 2019

Viva a Tourada ! (e bardamerda para o chamado “progresso” puritano!)

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,touradas — O. Braga @ 3:29 pm

« Os puritanos detestavam os combates de ursos, não porque esses jogos causassem sofrimento aos ursos, mas porque davam prazer aos espectadores. »Thomas B. Macaulay 


A tradição pode ser definida como um conjunto das ideias, crenças, instituições e costumes de qualquer colectividade — conjunto esse que não provém de uma codificação escrita ou do Direito Positivo.

Mesmo que fosse verdade — como se escreve aqui — que a maioria da população de Lisboa se manifestasse contra uma determinada tradição inócua (ou seja, uma tradição que não afecte involuntariamente a integridade física do ser humano que nela participe), ainda assim não se justifica a sua proibição política puritana e unilateral.

Quando as forças políticas (a Esquerda) que defendem a proibição das touradas, passarem a defender a proibição do aborto, por exemplo — poderemos eventualmente então estar em início de uma cumbersa profícua e racional.

Entretanto não contem comigo para colaborar com uma das maiores hipocrisias políticas de que há memória em Portugal, que consiste em tentar substituir — na cultura antropológica — um tabu cultural (o tabu do aborto, por exemplo) por outro tabu cultural (o tabu das touradas). Tudo isto se resume a uma tentativa de manipular a cultura antropológica no sentido de desenraizar o ser humano da sua própria natureza — na medida em que uma cultura sem tabus é um círculo quadrado.

Não é racionalmente sustentável que a tradição do “tabu do aborto” tenha sido repelido pela actual classe política, por um lado, e por outro lado essa mesma classe política queira impôr um novo tabu que proíba a manifestação pública da tradição da tourada.

picasso e touros-web

O “argumento democrático” (ou seja, o argumento da “maioria dos lisboetas é contra”, como se Portugal se resumisse a Lisboa!) não é válido.

“A estatística é a ferramenta de quem renuncia a compreender para poder manipular.”Nicolás Gómez Dávila 

vasco graça moura e a tourada webPossivelmente, a maioria dos lisboetas pensa que a carne que consome é fabricada no talho, e talvez essa maioria nunca tenha visto uma horta onde se plantem cebolas ou batatas. O desenraizamento (do lisboeta vulgar) em relação à Natureza não pode ser justificação válida para se proibir uma tradição directamente ligada à actividade e cultura rurais.

As forças políticas (a Esquerda) que actualmente defendem a legalização e normalização da eutanásia, por exemplo, são as mesmas forças políticas que defendem a proibição e ilegalização das touradas — ou seja, o velho tabu da eutanásia é eliminado (na cultura antropológica) em favor da implementação do novo tabu da tourada. É a “substituição cultural” do desenraizamento em relação à Natureza, em pleno “progresso”.

O argumento utilitarista (“o dinheiro que a tourada não rende”) não pode ser justificação racional para se proibir uma tradição. Qualquer pessoa com dois dedos de testa vê isso.

“Duvidar do progresso é o único progresso” — Nicolás Gómez Dávila

Depois vem o “argumento do progresso” — como se o “progresso” fosse uma lei da Natureza. Só um burro defende esta ideia. Basta uma geração de lisboetas desenraizados (ideologicamente radicalizados, e alienados em relação à realidade) para deitar qualquer “progresso” (social ou mesmo científico) pela pia abaixo.

Em bom rigor, só existe progresso na ciência.

Em todas as outras áreas da actividade humana, o conceito de “progresso” deve ser abordado com muitas reservas; e mesmo na ciência, o progresso é estabelecido em função de determinados pontos de referência assinalados epistemologicamente à posteriori.

Por exemplo, eu não considero que a legalização e a banalização cultural do aborto ou/e da eutanásia seja um sinal de “progresso”; em vez disso, penso que se trata de mais um contributo para o triunfo da barbárie na nossa sociedade.

Uma geração de bárbaros (ou de desequilibrados mentais) tomou conta da nossa política. E é esta mesma geração de bárbaros de Lisboa que é maioritariamente contra as touradas.

Bardamerda para o “progresso!”.

Quarta-feira, 6 Novembro 2019

A lógica política do Bloco de Esquerda (e dos “liberais”) apela à legalização do infanticídio

adelaide-matou-filho-webO principal argumento do Bloco de Esquerda (e também dos “liberais”) para justificar a legalização do aborto foi o de que “há mulheres que abortam em vãos de escada”; e, portanto, na medida em que “há mulheres que abortam ilegalmente”“há que legalizar o aborto” — diziam eles.

A lógica política e jurídica dos “liberais” e da Esquerda é a de que “os factos ditam a feitura do Direito” — ou seja, as elites actuais reduzem a norma ao facto, e por uma razão simples: com a imposição do secularismo radical e extremista na cultura política, já não existe um fundamento metajurídico para o Direito (já não se sabe o que funda o Direito).

Seguindo a mesma lógica (e sendo coerentes), os “liberais” e a Esquerda terão que defender a legalização do infanticídio — porque “há mulheres que matam os seus bebés”.

Desde logo (e segundo a lógica dos “liberais” e da Esquerda), as mulheres que matam os seus filhos não devem ser presas pela polícia — a descriminalização do infanticídio é o primeiro passo para a sua legalização.

A seguir, o corolário lógico da actual postura política utilitarista é a de legalizar o infanticídio, porque “há mulheres que matam os seus bebés”: os factos ditam as normas.

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Terça-feira, 15 Outubro 2019

Os esquerdistas são doentes mentais

Os esquerdistas — sob os auspícios da ONU e com o apoio dos globalistas — andam a ensinar as crianças, nas escolas, que tomar no cu faz bem à saúde; e autoriza a “mudança de sexo” das crianças sem a autorização dos pais…

Mas as touradas é só para maiores de 18 anos!

Touradas para maiores de 18 anos

Segunda-feira, 16 Setembro 2019

A Esquerda actual, em resumo

Filed under: A vida custa,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,Esta gente vota — O. Braga @ 9:11 pm

Sexta-feira, 6 Setembro 2019

A soteriologia aquecimentista ao serviço da versão 2.0 do totalitarismo marxista

O João Távora admira-se pelo facto de um comunista empedernido (americano) defender a ideia da promoção do aborto nos países pobres — alegadamente para “salvar o planeta” do Aquecimento Global Antropogénico: é a soteriologia  aquecimentista ao serviço da versão 2.0 do totalitarismo comunista.

Porém, a soteriologia aquecimentista só se aplica no Ocidente: é o principal instrumento da sinificação dos países ocidentais que possuem (ainda) uma cultura política democrática que (segundo os comunistas ocidentais travestidos de “democratas”) é preciso erradicar.

A soteriologia aquecimentista não se aplica na China, que, por sinal, é o país do mundo que mais emite CO2 1 e sem qualquer “remorso”: a China está a construir geradores eléctricos a carvão que irão produzir (ainda) mais 300GW, até 2030; e a Índia tem programada a extracção de vários milhares de milhões de toneladas de carvão, até 2025.

E, enquanto isto, os comunistas no Ocidente clamam pelo dia do juízo final da Mãe-terra, e apelam à miséria humana (material e ética) em nome da “salvação da humanidade”.

Pela primeira vez na História, a Esquerda defende actualmente um retrocesso do nível de vida das massas trabalhadoras.

Hoje, as elites de Esquerda defendem o fomento activo da miséria (material) humana 2.

Ainda assim, imagine-se a estupefacção do João Távora quando souber que um “cientista social” esquerdista sueco defende a ideia segundo a qual é necessário promover o canibalismo na cultura antropológica dos países ocidentais, para salvar o planeta.

Até agora, os comunistas “doavam o corpo à ciência”; não tarda nada, os comunistas irão “doar os seus corpos” ao talho mais próximo.

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Notas
1. não é verdade que o CO2 cause o aquecimento do planeta: um novo estudo científico irlandês demonstra que os chamados “efeitos de gases de estufa” não causam o Aquecimento Global
2. E o papa Chicuzinho apoia a actual Esquerda

Segunda-feira, 2 Setembro 2019

O conceito de “despotismo do absurdo”, e a Estimulação Contraditória

A Helena Matos escreve aqui:

« Não por acaso tudo neste nosso corpo se tornou pretexto para aplicação de uma moldura ideológica: o corpo tem sexo mas ao sexo há que aplicar a grelha do género. Se do sexo passarmos para a cor da nossa pele entramos no despotismo do absurdo: oficialmente combate-se o racismo mas simultaneamente racializa-se de forma obscena a sociedade.

Veja-se a candidata por Lisboa do partido Livre que transforma a sua candidatura numa questão de cor de pele, declarando esta coisa que seria patética não fosse um exercício de má fé: “Os eleitores vão decidir se desejam uma mulher negra no Parlamento”…»


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O “despotismo do absurdo” é o mesmo que Estimulação Contraditória:

« O psicólogo russo Ivan Pavlov ( 1849 – 1936 ) demonstrou que a estimulação contraditória é a maneira mais rápida e eficiente de quebrar as defesas psicológicas de um indivíduo (ou de um punhado deles), reduzindo-o a um estado de credulidade devota no qual ele aceitará como naturais e certos os comandos mais absurdos, as opiniões mais incongruentes.

estimulacao-contraditoria-webIsso funciona de maneira quase infalível, mesmo que os estímulos sejam de ordem puramente cognitiva e sem grande alarde emocional (frases contraditórias ditas numa sequência camuflada, de modo a criar uma confusão subconsciente). Mas é claro que funciona muito mais se o sujeito for submetido ao impacto de emoções contraditórias fortes o bastante para criar rapidamente um estado de desconforto psicológico intolerável.

Esse mesmo desconforto serve de camuflagem, pois a vítima não tem tempo de averiguar que a contradição vem da fonte, e não do seu próprio interior, de modo que ao estado de aflição vêm somar-se a culpa e a vergonha. A reacção automática que se segue é a busca desesperada de um novo padrão de equilíbrio, isto é, de um sentimento mais abrangente que pareça comportar em si, numa síntese dialéctica, as duas emoções inicialmente vivenciadas como contraditórias, e que ao mesmo tempo possa aliviar o sentimento de vergonha que o indivíduo sente perante a fonte estimuladora, que a esta altura ele toma como seu observador crítico e seu juiz.

Se o leitor examinar com certa atenção o discurso esquerdista, verá que ele procura inspirar no público, ao mesmo tempo, o medo e a compaixão.

Esta dupla de sentimentos não é contraditória em si, quando cada um deles se coloca num plano distinto, como acontece na tragédia grega, onde os espectadores sentem compaixão pelo herói e medo da engrenagem cósmica que o oprime. Mas, se o objecto de temor e de compaixão é o mesmo, você simplesmente não sabe como reagir e entra num estado de “dissonância cognitiva” (termo do psicólogo Leon Festinger), a um passo da atonia mental que predispõe à subserviência passiva.

Digo medo e compaixão, mas nunca se trata de emoções simples e unívocas, e sim de duas tramas emocionais complexas que prendem a vítima ao mesmo tempo, tornando-a incapaz de expressar verbalmente a situação e sufocando-a numa atmosfera turva de confusão e impotência.

Na política revolucionária, a estimulação contraditória toma a forma de ataques terroristas destinados a intimidar a população, acompanhados, simultaneamente, de intensas campanhas de sensibilização que mostram os sofrimentos dos revolucionários e da população pobre que eles nominalmente representam. As destruições de fazendas pelo MST são um exemplo nítido: a classe atacada fica paralisada entre dois blocos de sentimentos contraditórios – de um lado, o medo, a raiva, o impulso de reagir, de fugir ou de buscar protecção; de outro, a compaixão extorquida, a culpa, o impulso de pedir perdão ao agressor. »

→ Olavo de Carvalho, inEngenharia da confusão

Quarta-feira, 28 Agosto 2019

A lógica política da puta chamada Isabel Moreira

A grandessíssima puta que é a Isabel Moreira escreveu que “os tarados do CDS”  “vergaram” a Assunção Cristas, no que diz respeito à adopção da Ideologia de Género nas escolas primárias portuguesas.

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Veja bem, caro leitor: para o supracitado coirão do Tinder, criticar a Ideologia de Género e não concordar com a agenda política dessa ideologia, é (alegadamente) uma característica de “tarados”. (more…)

Domingo, 25 Agosto 2019

A Esquerda incorrupta

Filed under: Brasil,Esquerda,esquerdalho — O. Braga @ 9:29 pm
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Quinta-feira, 22 Agosto 2019

A Esquerda opera pela calada da noite, como os ladrões

Filed under: Esquerda,esquerdalho,ideologia de género — O. Braga @ 4:35 pm

São ladrões de almas. Entram de mansinho, para roubar a alma do povo.


« Uma das medidas mais polémicas deste despacho é que as escolas são obrigadas a deixarem a criança, de qualquer idade, escolher a casa de banho e o balneário de acordo com o seu “género”.

A principal questão, entre tantas, é a seguinte… Qual mesmo o objectivo da aprovação e consequente entrada em vigor, em pleno Agosto, quando tantos pais e crianças estão de férias, de um despacho desta natureza fracturante??»

petição pela suspensão do Despacho n.º 7247/2019

Segunda-feira, 12 Agosto 2019

Angela Merkel vai provar do seu próprio veneno

¿Quem não se lembra dos sorrisos amarelos de Passos Coelho, na presença da Troika?

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Foi esta subserviência formal em relação à Troika que me levou à crítica sistemática de Passos Coelho. O meu “problema” com o Passos Coelho não foi o de ele ter obedecido às ordens da Troika: em vez disso, foi a forma como ele obedeceu às ordens da Troika (“As árvores morrem de pé”).

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coelho-merkel-x-300¿Quem não se lembra das exigências de Angela Merkel em relação à austeridade na economia portuguesa, e em nome da exigência de um Orçamento de Estado com um défice máximo de 3% do PIB?

¿Quem não se lembra do ministro das Finanças “manquinho” da Alemanha que infernizou a vida dos portugueses por causa do défice?

Pois bem, é agora a Esquerda alemã (o partido SPD, que faz parte do governo de coligação presidido por Angela Merkel) que defende um défice do Orçamento de Estado, um brutal aumento dos impostos, e um aumento da dívida do Estado alemãopara combater o Aquecimento Global!

Entretanto, a China está a construir novas centrais de produção de electricidade a carvão que, só em 2019, irão aumentar a produção chinesa de energia fóssil (a carvão) em 45GW.

Este aumento de produção de energia chinesa (à base de carvão e só em 2019) corresponde a 107% do total da produção de energia fóssil (carvão) da Alemanha.


O “combate ao Aquecimento Global” é a nova forma de promoção política e cultural do comunismo na Europa.

Sexta-feira, 26 Julho 2019

O Islão é uma religião satânica

O Carlos Fiolhais publica aqui um trecho de um livro da autoria de um francês, acerca da violência dos militantes do Estado Islâmico. Estão implícitos no trecho alguns erros comuns de análise, por exemplo:

maome1/ o francês parte do princípio de que as religiões são todas essencialmente iguais — o que é um erro de palmatória;

2/ o francês parte do princípio de que o “secularismo” (entendido como “oposição à religião”) não é uma manifestação peculiar de religiosidade — o que é um erro de burrinho;

3/ o francês não consegue perceber que o Islão é uma religião niilista  (é uma religião negativa); e, neste sentido, é uma religião satânica (do ponto de vista do Cristianismo) — assim como a Esquerda, em geral, tem como base ideológica um niilismo que defende a destruição do status quo humano em nome da “construção do Homem Novo”; e assim como o nazismo se baseou no niilismo de mentes doentes como a de Nietzsche (ou Goethe) para defender a ontologia de um super-homem.

É neste sentido que se se tem construído, no Ocidente, a aliança entre Karl Marx e Maomé.

Perante uma religião satânica (por exemplo, o Islamismo; ou o maoísmo), ou seja, perante uma ideologia niilista, o ser humano equilibrado e normal sente-se impotente e confuso — porque o arquétipo mental do islamista está (literalmente) nos antípodas da mentalidade ocidental herdeira do Cristianismo.

A endogamia (defendida pelo próprio Maomé) é a chave do sucesso do niilismo islâmico: o casamento sistémico entre familiares próximos, ao longo de séculos, marcou o actual baixo nível de QI no mundo islâmico; e este baixo QI do muçulmano médio é essencial para a manutenção da religião satânica islâmica.

Um monge budista afirmou o seguinte acerca do Islão:

“O muçulmano é como a perca africana: primeiro destrói o habitat em que vive, eliminando as outras espécies; e depois de ter eliminado as outras espécies, dedica-se religiosamente a destruir os indivíduos da sua própria espécie”.

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A Esquerda criando a nova geração do eleitorado de Direita

“Arte feminista” imposta a crianças (vejam a expressão corporal dos rapazes): é a Esquerda criando a nova geração do eleitorado de Direita.

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