perspectivas

Segunda-feira, 22 Abril 2019

A Esquerda odeia a palavra “Cristãos”

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 1:54 pm
Anúncios

Segunda-feira, 15 Abril 2019

Não lembra nem ao careca: a geringonça do Costa quer modelos masculinos na Guarda

Filed under: António Costa,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 6:13 pm
Tags:

 

« Polémica en Portugal por los insólitos requisitos que exige la Administración a los candidatos que quieran presentarse a las oposiciones de guardia forestal. Ni calvos, ni con caries, ni con cicatrices visibles, como si de un concurso de modelos se tratara, el Gobierno luso ha publicado estas exigencias en el Diario de la República.»

Los insólitos requisitos para ser guardia forestal en Portugal: ni calvos, ni con caries

carecas-com-carie

Domingo, 14 Abril 2019

O que se está a passar em Portugal é assustador !

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 5:31 pm
Tags:

 

“Está em curso uma autêntica revolução na actividade de liquidação e cobrança de impostos que passa pelo fim de toda e qualquer reserva à intimidade da vida privada perante a Administração Fiscal”.

A nova relação dos contribuintes com a Administração Fiscal

O povo português irá pagar (brevemente) um preço social altíssimo por causa da governança esquerdopata da geringonça.

Quarta-feira, 3 Abril 2019

O discurso político da Esquerda é uma fraude


A estratégia do Lula da Silva foi a mesma do Francisco Louçã (Bloco de Esquerda): afirmava que “morrem milhares de mulheres em Portugal por causa do aborto clandestino”, mas nunca explicaram qual era a fonte desse número indefinido .

Mas a verdade é que conseguiram enganar o povo português (com a ajuda da União Europeia), e agora essa mesma Esquerda pretende importar milhões de imigrantes africanos (carne para canhão) porque não nascem crianças portuguesas suficientes.

E o mesmo se passa em Espanha: será necessário importar 260 mil imigrantes por ano para compensar o aborto (utilizado como contraceptivo) e a baixa natalidade em Espanha.

Segunda-feira, 1 Abril 2019

Como tornear a censura da União Europeia no YouTube (a União Europeia é um fascismo)

 

A União Europeia começou já a censurar opiniões colocadas nas redes sociais — por exemplo, no YouTube.

Se o leitor vive no espaço geográfico conhecido por “União Europeia”, verá (por exemplo) este vídeo de Faith Goldy censurado: trata-se de censura política à moda da PIDE ou da GESTAPO, patrocinada simultaneamente pela Esquerda internacionalista e pela Direita globalista.

No caso do YouTube existe uma solução: utilize um VPN.

Eu utilizo um VPN  grátis incorporado no Chrome (extensão HOXX, mas existem outras aplicações de VPN). Se instalarem a aplicação do VPN no Chrome e declararem que vivem nos Estados Unidos, poderão ver o referido vídeo (o que prova o regime fascista que impera na União Europeia).

Sábado, 30 Março 2019

A guerra do significado das palavras

 

O inglês Douglas Murray escreve aqui um texto acerca da interpretação que é hoje dada ao termo “marxismo cultural”.

A Esquerda inglesa adulterou o significado do termo “marxismo cultural”, e identifica agora esse termo com “anti-semitismo”, e, por isso, diz (ela) que “marxismo cultural” é um termo utilizado pela “extrema-direita” contra os judeus (como se a Esquerda não fosse anti-semita por sua própria natureza: basta ver as posições políticas do Corbyn acerca dos judeus).

Assistimos hoje a uma guerra do significado das palavras, em que “interpretar” significa “deformar”, desfigurar — quando se dá a um conceito um significado que não tem. Afirmar que “marxismo cultural” é sinónimo de “anti-semitismo” é destruir o significado original de “marxismo cultural” (desconstrução ideológica).

A desconstrução ideológica teve origem nos hegelianos alemães do século XX — desde a Escola de Frankfurt (a origem do marxismo cultural), Heidegger e, mais tarde, Gadamer: para este último, “interpretar” é compreender de maneira nova e diferente a cada instante — o que significa, segundo Gadamer, que as interpretações (acerca da realidade) estão sempre a mudar, o que é auto-contraditório, porque se “as interpretações mudam a cada instante” então segue-se que a compreensão da realidade (ou de aspectos parciais da realidade, a que se dedica a ciência) se torna impossível, por um lado, e por outro lado, a própria interpretação do conceito de “interpretação” segundo Gadamer estaria sempre a mudar a cada instante, o que é absurdo.

É óbvio que existe a “semântica” — a mudança mundana (ou seja, a mudança que não é hermenêutica) do sentido das palavras através da História. Mas a mudança dos significados das palavras dentro de uma época estrita (“sincronia”, segundo Saussurre) tem os limites impostos pela própria História e pela cultura antropológica. Por exemplo, se a Esquerda quiser começar a dizer que uma “pedra” se passa a chamar-se agora “pau”, a nova interpretação do significado de “pedra” só pode ser assumida, na cultura popular, através da coacção e da força bruta do Estado, porque viola a semiótica e a herança histórica da linguagem da cultura antropológica.

A guerra do significado das palavras está a levar, por exemplo, a que cidadãos sejam perseguidos (pela Esquerda no Poder) por uma espécie de nova polícia política, por afirmar publicamente que um homem biológico é um “homem biológico”; ou que pessoas sejam perseguidas nas redes sociais por afirmar que um homem não é uma mulher; ou que instituições católicas sejam perseguidas pelo Poder da Esquerda apenas por obedecerem aos princípios mais básicos da Lei Natural.

É praticamente impossível ser-se homossexual e não se ser culturalmente permeável à desconstrução da ordem social; um homossexual é anti-social por natureza.


Naturalmente que o Douglas Murray assumiu (no referido texto) uma posição ambígua  e ambivalente acerca do termo “marxismo cultural” — não fosse ele (o Douglas Murray) homossexual : a homossexualidade militante (e cultural) é um dos instrumentos de acção política do marxismo cultural, no sentido de minar as instituições da família  e do casamento . Aliás, é este um problema (em juízo universal) dos homossexuais ditos de “Direita”: de vez em quando, o marxismo cultural dá muito jeito.

É praticamente impossível ser-se homossexual e não se ser culturalmente permeável à desconstrução da ordem social (qualquer que esta seja); um homossexual é anti-social por natureza. Pessoas como Douglas Murray não se podem queixar da invasão cultural islâmica (anti-gay) na Europa, porque a própria lógica do movimento homossexualista trata espontaneamente da desconstrução da estrutura da sociedade europeia assente na família natural, o que vai de encontro aos desígnios do marxismo cultural.


Woman claiming to be ‘male’ sues Catholic hospital for canceling sex change surgery

Feminist journalist sues Twitter for banning her ‘Women aren’t men’ tweet

UK police investigate Catholic mom of five for ‘misgendering’ trans in tweet

Quinta-feira, 28 Março 2019

O ódio a Portugal: José Eduardo Agualusa é “persona non grata”

Filed under: A vida custa,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,Esta gente vota — O. Braga @ 10:07 pm
Tags:

 

O Brasil tornou-se independente em 1821 (salvo erro), mas ainda hoje existe um ódio a Portugal na chamada “cultura intelectual” (que, de “intelectual”, tem nada). É um ódio primário, básico, que culpa Portugal por todos os problemas do Brasil — passados, presentes e futuros: daqui a mil anos, Portugal será ainda culpado pela inoperância da “elite” brasileira.


O mesmo se passa com gente estúpida das ex-colónias portuguesas em África, como é o caso do comunista José Eduardo Agualusa:

“O escritor José Eduardo Agualusa veio defender há dias em entrevista ao Público, a propósito da catástrofe provocada pelo ciclone Idai que “os países que mais contribuem para o aquecimento global devem responder pelos estragos causados ao planeta, sobretudo quando atingem os países que menos fizeram por isso, como Moçambique” e que “Portugal não faz o favor de ajudar Moçambique. Portugal tem obrigação de reparar os danos que causou”.

Curioso é ver muitos daqueles que entendem cada fenómeno climático como consequência da acção humana incomodados com estas afirmações que afinal de contas são coerentes com o catastrofismo simplista que esses críticos apregoam na sua terra. Quem faz de assuntos científicos de grande complexidade mera propaganda sujeita-se a isto – agora aturem-no”.

Tragédia da Beira: causa efeito

Eu vivi muitos anos em Moçambique, e fui testemunha de alguns ciclones que atingiram principalmente a área geográfica que vai da cidade de Quelimane à vila do Lumbo (e cidade de Nacala). Naquele tempo, os ciclones não tinham nomes; e não havia estúpidos do calibre do José Eduardo Agualusa.

Os ciclones, em Moçambique, sempre foram devastadores, sempre causaram prejuízos materiais e sacrifício de vidas humanas.

Os ciclones, em Moçambique, não são (como é evidente!) consequência da colonização portuguesa — como afirma a besta humana que é o José Eduardo Agualusa; uma besta que não é bem-vinda a Portugal: um país que se prezasse consideraria o José Eduardo Agualusa como persona non grata.

 


Mayor in Mozambique says negligence led to cyclone deaths

Mayor in Mozambique says negligence led to cyclone deaths

Domingo, 24 Março 2019

A Isabel Moreira e sistemático apelo à emoção e à irracionalidade

 

Eu penso que é possível defender uma ideia, uma causa, sem que se recorra sistematicamente à emoção dos interlocutores; podemos, em vez disso, utilizar a razão. O problema das mulheres na política (em juízo universal) é o constante recurso à irracionalidade para fazer prevalecer determinados pontos de vista.

Em nome da “justiça” e da “igualdade”, pessoas da laia da Isabel Moreira vão promovendo a pedofilia na cultura antropológica através da “educação” de crianças pré-adolescentes.

O apelo à emoção — a instrumentalização política da irracionalidade — faz com que a Isabel Moreira misture o conceito de educação de crianças de 11 anos, por um lado, com o da educação de pubescentes de 14 ou 15 anos, por outro lado — para assim “justificar” (como se fosse racionalmente justificável) o ensino explicitamente gráfico, e mesmo obsceno para aquela faixa etária, do conceito de “homossexualidade” e “transgenderismo” a crianças de 10 e 11 anos de idade.

isabel-moreira-bruxa-webPessoas como a Isabel Moreira não têm perdão (nem jurídico, nem ético), porque enganam de forma consciente. Agem de má-fé. São pessoas que incorporam e representam a perversidade do espírito do nosso tempo; são as grandes responsáveis pela dissonância cognitiva que grassa na nossa cultura, e que nos vai conduzindo paulatinamente a um totalitarismo de veludo.

Em nome da “justiça” e da “igualdade”, pessoas da laia da Isabel Moreira vão promovendo a pedofilia na cultura antropológica através da “educação” de crianças pré-adolescentes. “Em política, o que parece, é”; e parece que pessoas da laia da Isabel Moreira promovem a pedofilia na cultura antropológica.

Nós sabemos de que lado da barricada está a promoção cultural da pedofilia : está do lado dos sequazes da Isabel Moreira. Quem votar nos amigos da Isabel Moreira está, pelos menos de forma indirecta, a promover a pedofilia na nossa cultura.

Quarta-feira, 13 Março 2019

O Portugal político digladia-se entre duas utopias que se anulam

Filed under: A vida custa,direitinha educadinha,Esquerda — O. Braga @ 1:41 pm

 

Ele há (actualmente) a utopia da Esquerda, que é resumida pela Teoria Crítica e pela tolerância repressiva do marxismo cultural (ou aquilo a que se convencionou chamar de “política identitária”, ou “política das identidades”) do Partido Socialista, do PAN (Pessoas-Animais-Natureza), do Bloco de Esquerda, e um pouco do Partido Comunista; mas há outra utopia, aquela que pretende uma Direita da anomia social, culturalmente pulverizada ou culturalmente neutra (a ilusão utópica da “neutralidade”), a Direita do individualismo radical que não se preocupa minimamente com o sentido dos fins e dos valores que a prática histórica e das comunidades pressupõe.

Esta é a Direita utópica que se manifesta assim:

“Já ganhamos: juntar pessoas que se afirmam de direita, sem complexos, sem contabilidades de pénis, de cor de pele, origem, religião ou actividade sexual são o pesadelo dos instalados”.

É esta Direita utópica que gerou o Rui Rio que agora se diz próximo do Partido Socialista de António Costa. As utopias convivem amiúde entre si; alimentam-se umas das outras. É esta Direita utópica que gerou a Assunção Cristas que coloca o valor da paridade de sexos acima do valor do mérito, e aprova leis do Bloco de Esquerda sobre a permissão da devassa das contas bancárias privadas.

Por exemplo, a interpretação utópica (neutral) desta Direita, acerca dos Direitos do Homem, pretende expressar o ponto de vista do homem como tal, abstraindo de qualquer determinação histórica ou de qualquer determinação cultural (a tal Direita “sem quaisquer contabilidades”).

Porém, em bom rigor, a pretensão de aceder a critérios de avaliação neutros é ilusória, porque a construção de qualquer concepção acerca da realidade (da sociedade e da justiça) insere-se no contexto de uma tradição prática particular que é portadora de critérios, e é pressuposta por uma compreensão específica do que é racional do ponto de vista prático.

A crença na possibilidade de princípios e de regras universais (ou seja, regras independentes da cultura antropológica, ou de regras independentes das tradições práticas), não exprime senão o ponto de vista de uma tradição particular que é a tradição do individualismo radical que, como qualquer outra tradição ideológica, possui os seus próprios modelos de justificação racionalizada e os seus próprios textos de referência ideológica.

Ou seja, a crença de que é possível reunir (em Portugal) num mesmo movimento político de Direita, por exemplo, um eunuco do califado, um negróide do Burkina Fasso, um cidadão da Coreia do Norte, um animista do bantustão, e um fanchono da Lapónia — esta crença faz parte de uma ideologia, ou seja, de uma utopia.

Terça-feira, 12 Março 2019

No Islão, a palavra do homem vale pela de três mulheres; no Feministão, a palavra da mulher vale pela de três homens. O Feministão é a antítese simétrica do Islão.

 

Leio esta notícia : ″Sexo sem consentimento é violação.″ PAN e BE pedem alteração à lei.


Para mim, é perfeitamente claro que “sexo sem consentimento é violação”.

O problema que se perfila é o de que a Esquerda pretende que o conceito de “sexo sem consentimento” dependa exclusivamente da subjectividade da mulher e da sua declaração unilateral de “não-consentimento”.


No Islão, a palavra do homem vale pela de três mulheres; no Feministão, a palavra da mulher vale pela de três homens. O Feministão é a antítese simétrica do Islão.


Ou seja: parece-me que, segundo a lei do PAN (Pessoas-Animais-Natureza) e do Bloco de Esquerda (a que se junta o Partido Socialista de António Costa, e provavelmente o partido de Esquerda que é o PSD de Rui Rio), basta que a mulher afirme que não houve consentimento para um determinado acto (hétero) sexual — e mesmo que não exista qualquer tipo de violência ou coacção! — para que o homem possa apanhar 5 anos de prisão.

Se eu estiver errado no meu raciocínio, por favor corrijam-me!.

Se o meu raciocínio estiver correcto, o que a Esquerda pretende é — pura e simplesmente — instituir a estigmatização social do homem heterossexual, criminalizando o simples desejo sexual masculino e natural em relação às suas esposas e namoradas, fazendo com que as experiências sexuais negativas de algumas mulheres feministas se transformem em “abuso sexual” generalizado por parte dos homens, concedendo às feministas na política o Poder escorado em leis sancionadoras que determinem a natureza de toda e qualquer interacção (sexual e não-sexual) entre homens e mulheres.

Como diz Janice Fiamengo : “o poder de definir a realidade é o maior Poder que é possível ter, e o que o feminismo pretende é retirar ao homem a capacidade de ter voz, tanto na esfera pública como na esfera privada”.

Segunda-feira, 11 Março 2019

Janice Fiamengo e o feminismo anti-heterossexual

 

O Ludwig Krippahl escreve aqui sobre o “feminismo” — seja o que for que isso signifique. Antes de mais, recomendo a visualização de um vídeo da professora universitária canadiana Janice Fiamengo, como segue:

 

1/ actualmente, a mera manifestação (pública ou privada) de desejo heterossexual é classificada pela Esquerda como “assédio sexual”;

2/ as feministas (ou seja, a Esquerda) identificam o “sexo” heterossexual com “dano” físico e/ou moral da mulher.

A razão do Ludwig Krippahl é parcial; mas a razão da Janice Fiamengo é praticamente total. Vejam o vídeo.

O GAB DISSENTER permite comentar nas redes sociais sem censura política

Filed under: Esquerda — O. Braga @ 7:56 pm
Tags: , , , ,

 

As redes sociais são actualmente patrulhadas pelo esquerdalho, e de tal forma que basta uma qualquer palavra politicamente incorrecta escrita para que um comentário seja apagado ou censurado.

O GAB criou a aplicação DISSENTER para o Google Chrome  (não sei se existe esta aplicação para outros browsers), que permite que as pessoas (que não sejam de Esquerda) possam trocar ideias e comentar livremente, ou seja, sem a censura política dos filhos-de-puta da Esquerda.

Dissenter Extension - Chrome Web Store

Página seguinte »

Create a free website or blog at WordPress.com.