perspectivas

Quarta-feira, 14 Outubro 2020

Importem imigrantes em massa; e institucionalizem a eutanásia para todos e a pedido do freguês. E a viva a Geringonça !

Filed under: Bloco de Esquerda,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,geringonça — O. Braga @ 5:36 pm

O Pacheco Pereira deve andar sorridente!

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Segunda-feira, 12 Outubro 2020

A ideia do futuro da Europa, segundo a Esquerda e os auto-denominados “liberais”

Filed under: A vida custa,Esquerda,Esta gente vota — O. Braga @ 5:53 pm

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LISBOA EM 100 ANOS web (more…)

Sexta-feira, 25 Setembro 2020

Ruth Bader Ginsburg: a judia asquenazita que defendeu o holocausto dos negros

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,judeus — O. Braga @ 9:24 pm

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O carro eléctrico: a maior aldrabice do século XXI (2)

Filed under: Aquecimentismo,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 8:30 pm

Os esquerdistas lunáticos da Califórnia dizem que vão banir a venda de carros a gasolina a partir do ano de 2035.

Terça-feira, 22 Setembro 2020

"Trump derangement syndrome"

Filed under: Donald Trump,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 7:13 pm

Eu tenho um sério preconceito negativo em relação às mulheres na política — vai-se lá saber por que razão …!


Sábado, 19 Setembro 2020

Temos que assumir, de uma vez por todas, que o “socialismo de rosto humano” acabou

Filed under: Esquerda,marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 4:29 pm

MARXISMO-ESCOLAS-webEste artigo do Padre Gonçalo Portocarrero de Almada é um exemplo do discurso educadinho e politicamente correcto que putativamente se opõe à “extrema-esquerda”, mas que, no fundo, faz o jogo político desta. É um discurso timorato, que acaba por dar alguma razão ao maoísta Pacheco que acusa a Igreja Católica de estar por detrás das reclamações do pai Artur de Famalicão.

Dizem-se muitas asneiras sobre o ensino no tempo de Salazar e Caetano. Por exemplo, quando o Padre compara a disciplina liceal de Organização Política e Administrativa da Nação, por um lado, com a actual disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, por outro lado, “esquece-se” que a disciplina Organização Política e Administrativa da Nação não era nuclear (não era obrigatória, mas antes era optativa): muita gente optava por ela porque era uma disciplina fácil (tínhamos que fazer, obrigatoriamente, o total de seis disciplinas do 7º ano dos liceus; eu fiz essa disciplina).

Qualquer tentativa de modificar a actual disciplina de Cidadania e Desenvolvimento — como defende o Padre — é “chover no molhado”, porque a referida disciplina foi construída pela Esquerda para não ser modificável, de modo algum.

Este tipo de discurso conciliatório e sacerdotal da Não-esquerda é música para os ouvidos radicais como os do ideólogo jacobino Pacheco.

A Não-esquerda tem que começar a perceber que não é possível qualquer tipo de compromisso com a actual Esquerda — que inclui o Partido Socialista de António Costa.

O Partido Socialista de Mário Soares já não existe. O “socialismo de rosto humano” acabou.

Sexta-feira, 18 Setembro 2020

Bárbara Reis, uma criatura burrinha todos os dias (Graças a Deus!)

Uma criatura que dá pelo nome de Bárbara Reis escreveu o seguinte no jornal Púbico (a propósito da oposição à obrigatoriedade das aulas de “Cidadania e Desenvolvimento”):

“A objecção de consciência refere-se a acções, não a ideias. Implica agir, fazer uma coisa”.


Antes de mais, vamos saber o que significa “ideias” (quando começamos a definir, o esquerdalho começa a fugir).

A ideia é aquilo através do qual o pensamento se relaciona com o real (Espinoza).


Embora eu não goste de Espinoza, é impossível recusar esta definição (dele) sob pena de sermos ainda mais burrinhos do que a Bárbara Reis.

Para a Bárbara Reis (como para todos os marxistas!), o ser humano é livre porque age; a Bárbara Reis aproxima-se ontologicamente da realidade dos animais irracionais, categoria a que ela pertence por mérito próprio.

Para nós, outros que discordamos dela, o ser humano age porque é livre: a liberdade é anterior à acção, por um lado, e por outro lado a acção livre depende das ideias que temos.

Ora, para sermos livres temos que nos distinguir dos animais irracionais (de tipo “Bárbara Reis”) e temos que ter ideias.
As ideias são a condição da acção livre (utilizando uma linguagem kantiana).

Sendo que a ideia é “aquilo através do qual o pensamento se relaciona com o real”, não é possível qualquer tipo de acção livre — repito! Livre! — sem as ideias que a condicione.

Por isso é que é perfeitamente legítimo — por exemplo e imaginando aqui o absurdo — a objecção de consciência em relação a aulas que ensinem às crianças as putativas “virtudes do holocausto nazi”.

A objecção de consciência em relação às ideias dos nazis é a condição da prevenção da repetição histórica da acção hedionda que matou milhões de pessoas inocentes.


E por isto tudo é que a Bárbara Reis é uma criatura burrinha todos os dias (Graças a Deus!).

Quarta-feira, 9 Setembro 2020

A Mariana Mortágua mente descaradamente

Eu sou a favor de uma taxa única de IRS (por exemplo, 15% de imposto universal); ou, pelo menos, sou a favor de um escalonamento mínimo do imposto, com apenas três ou quatro escalões.

Ou seja, eu estou de acordo com a proposta do CHEGA em relação ao IRS.


Contudo, a Esquerda estatista opõe-se ao imposto único, como podemos ver pela opinião da Mariana Mortágua.

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Mas ela mente, sem vergonha! O que ela esconde do público é o facto de o IRS não se aplicar a rendimentos até 650 Euros.


Por exemplo, “um trabalhador casado e com dois filhos que receba 800€”, segundo a proposta do CHEGA, irá pagar menos IRS:

  • 800 Euros – 650 Euros = 150 Euros

O imposto incide sobre 150 €, e não sobre 650 € como mente a Mariana Mortágua.

Ora, 15% de 150 € = 22,50 € de imposto, ou seja, 2,8% do salário bruto.


No caso de “um trabalhador casado e com dois filhos” que receba 3.600 € :

  • 3.600 € – 650 € = 2.950 €

O imposto incide sobre 2.950 €, e não sobre 3.600 € como mente a Mariana Mortágua.

Ora, 15% de 2.950€ = 442,50€, ou seja, 12,3% do salário bruto.


mariana_mortagua_webÉ preciso mudar Portugal. É preciso meter o esquerdalho no Tarrafal.

Domingo, 30 Agosto 2020

A legalização da eutanásia vem mesmo a calhar

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,eutanásia — O. Braga @ 2:25 pm

No seguimento do morticínio geronte de Reguengos de Monsaraz, acabo por dar razão à Esquerda (incluindo o PSD de Rui Rio): é preciso tornar legal aquilo que o regime actual já faz ilegalmente: matar os velhos. E, por isso, urge legalizar a eutanásia.

É claro que a Esquerda diz a que “a eutanásia é voluntária”; claro que sim!, é “voluntariamente persuasiva”. É tudo uma questão de convencer os velhos a levar uma pica atrás da orelha, e pronto: temos o problema da “cobardia” do monhé Kosta resolvido. eutanasia-velharias

A Esquerda pretende legalizar a eutanásia porque o regime actual (socialista e maçónico) falhou escandalosamente. E em vez de se reconhecer o falhanço da ideologia vigente, elimina-se a realidade humana que a denuncia: a culpa é sempre das pessoas, e não das ideias do esquerdalho que (alegadamente) nunca estão erradas.

Quarta-feira, 26 Agosto 2020

A “lógica” da Esquerda em relação à imigração

Filed under: Esquerda,imigração — O. Braga @ 9:55 am

Sexta-feira, 31 Julho 2020

Para a actual Esquerda, a mulher não existe

Vemos aqui uma notícia da CNN: em lugar do conceito de “mulheres”, os esquerdistas da CNN usam o termo ideológico “indivíduos com colo do útero”.

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A despersonalização do ser humano sempre foi uma das características da Esquerda — desde Estaline a Hitler, passando pela actual promoção do aborto e da eutanásia (que são duas faces da mesma moeda).

A despersonalização do ser humano, por parte da Esquerda, é (e sempre foi) anunciada em nome de uma qualquer virtude e/ou com boas intenções.

A obliteração, por parte da Esquerda, da noção de “mulher” na cultura é agora realizada em nome de uma putativa “igualdade” entre homens e mulheres.

Em nome dessa alegada “igualdade”, a actual Esquerda despersonaliza o ser humano transforma o ser humano em um objecto biologicamente neutro e ontologicamente asséptico, tal como o fizeram os estalinistas e os nazis em um passado recente.

A História repete-se.

Terça-feira, 28 Julho 2020

Bardamerda, Joana!, Bardamerda!

A Joana Amaral Dias — e os seus (dela) camaradas do Bloco de Esterco e o camarada Mamadou Ba do “SOS Racismo” — vieram a terreiro clamar por “acto de racismo” (ver vídeo abaixo) no caso do homicídio de Bruno Candé. Porém, não me lembro de a Joana Amaral Dias (e a escumalha dela) vir berrar por “racismo” quando, no passado dia 25 de Maio, um cigano assassinou um preto no Seixal.

Chama-se a isto “memória selectiva” de marxista cultural: só quando o branco agride um preto se pode invocar o “racismo”; quando um cigano mata um preto, No Pasa Nada.


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