perspectivas

Quarta-feira, 16 Maio 2018

A lei esquerdista da eutanásia tem pouco a ver com a liberdade individual (que é instrumental)

Filed under: ética,Esquerda,esquerdalho,eutanásia,Moral — O. Braga @ 3:46 pm

 

Para Raymond Aron, a única liberdade fundamental é a “de não ser impedido de” (fazer alguma coisa); trata-se da liberdade negativa.

As outras liberdades são de facto “direitos-capacidades” ou “direitos-crenças” (o direito a um emprego, ou o direito ao ensino oficial do Estado, por exemplo) que podemos ou devemos exigir, mas que devemos esperar que o Estado nos dê (“Ensaio Sobre a Liberdade”).

O facto de alguém não querer ser impedido de exigir que alguém o mate (eutanásia), pode colidir com a vontade de um médico que não quer matar ninguém e que apenas o faria para poder manter o seu meio de subsistência (o seu emprego). Portanto, a liberdade negativa, se apenas entendida em si mesma, não pode justificar todos os desejos, e tão pouco justifica a legalização da eutanásia.

Quando a Esquerda pretende legalizar a eutanásia, não pretende dar mais liberdade ao indivíduo: pelo contrário!, a Esquerda pretende dar mais poder ao Estado — o que significa que a liberdade individual sairá (paradoxalmente) de facto diminuída de todo este processo. Por exemplo, quando os profissionais de saúde são obrigados a matar para cumprir o desejo de uma putativa liberdade negativa de um doente, quem sai vencedor, aqui, é o Estado que obriga (coerção social).

A liberdade negativa do doente que exige a eutanásia é apenas um instrumento de reforço do poder do Estado através da lei.

Para a Esquerda, a liberdade consiste no Poder de legislar, ou seja, no Poder de controlar o Estado.

Esta é a “liberdade” segundo a Esquerda. E este desejo esquerdista de controlo do Estado é mais forte do que todas as liberdades juntas de todos os outros indivíduos que compõem a sociedade. Para a Esquerda, o controlo e reforço do Poder do Estado é uma questão de vida ou de morte: o que está em causa é a própria identidade da Esquerda que apenas se revê no reforço sistemático do Poder do Estado. E o corolário desse processo político de constante reforço do Poder do Estado é a realização do Estado Totalitário.


eutanasia-velhariasO Adolfo Mesquita Nunes escreve aqui um artigo que, de certo modo, corrobora a ideia segundo a qual a legalização da eutanásia em Portugal não tem nada a ver com o libertarismo (ou “liberalismo”), mas antes tem a ver com o reforço — quase discricionário, no futuro que se prevê — do poder do Estado.

Quando se escreve que “mesmo os mais fervorosos adeptos públicos da eutanásia consideram que ela tem de ser limitada”, do que se trata (com essa “fervorosa” Esquerda) é a defesa da reserva do direito progressivo do Estado à definição das condições de vida e/ou de morte.

(Era agora o que faltava que cada um tivesse total liberdade para se suicidar com assistência médica! Se assim acontecesse, o Estado ficaria mais fraco, como é evidente. O político moderno restringe o acesso ao suicídio muito menos por razões morais ou religiosas, como acontecia na Idade Média, e muito mais por “razões de Estado”).

Segundo Durkheim (“Regras do Método Sociológico”), o critério primordial de definição de “facto social” é a coerção que é sinal de uma força transcendente relativamente aos indivíduos, que se lhes impõe e determina as suas maneiras de ser. Quanto mais uma determinada prática se mostra regular, mais razoável será supôr que a coerção social donde procede (essa prática) é forte (a do Estado, neste caso).

“É a constituição moral da sociedade que fixa, em cada momento, o contingente dos mortos voluntários” (Durkheim, “O Suicídio”); ou seja, aquilo que é considerado patológico (o suicídio) do ponto de vista individual, deixa de o ser logo que adopta o ponto de vista de grupo (colectivo).

Os gurus da Esquerda conhecem bem a visão de Durkheim: mas viraram-na de pernas para o ar: por exemplo, sabendo que (segundo Durkheim) a “solidariedade social” é um fenómeno inteiramente moral, que não se presta à observação exacta nem à medição — a Esquerda transforma o Estado no Ente que define a moral que, por sua vez delimita o conceito de “solidariedade social” através das leis que ela própria promulga.

Assim, o conceito de “solidariedade social” (a ser constantemente redefinido pela Esquerda, ao sabor do reforço crescente do poder de coerção social exercida pelo Estado) pode ser algo completamente diferente do que é hoje, e em um futuro muito próximo — uma vez que é o próprio Estado (controlado pelas luminárias da Esquerda) que define a moral (através do Direito Positivo) por que se pauta o conceito de “solidariedade social”. E o actual e radical divórcio entre o Direito Positivo, por um lado, e o Direito Natural, por outro lado, apenas reforça o poder discricionário da elite de gnósticos esquerdistas que controla o Estado.

“Um acto é criminoso quando ofende estados fortes e definidos da consciência colectiva (Durkheim). Ou seja, se o colectivo for anestesiado e deixar de considerar o suicídio como um crime, ou mesmo como um defeito moral — caberá então ao Estado definir os “critérios da liberdade do indivíduo” de se suicidar, e em função de interesses de conjuntura definidos pela elite gnóstica esquerdista.

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Domingo, 13 Maio 2018

O politicamente correcto mata

 

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Sexta-feira, 27 Abril 2018

A violência da Esquerda

Filed under: aborto,Esquerda,esquerdalho — O. Braga @ 6:19 pm

 

Iowa, Estados Unidos.

Um grupo de cristãos mostrava um poster na via pública a criticar o aborto, e uma feminista ataca o grupo e insulta.

Que fique bem claro o seguinte: se eu estivesse naquele local, mandava-a para o hospital de tal forma que ela só teria alta passados três meses.

O tempo da paciência com a Esquerda terminou. É preciso reagir com extrema violência à agressão física do esquerdalho.

Segunda-feira, 23 Abril 2018

Não sejas “fassista”! Obedece ao Bloco de Esquerda!

Filed under: Bloco de Esquerda,Esquerda,esquerdalho,eutanásia — O. Braga @ 5:35 pm

 

pass-auf-ao-burroLemos aqui uma opinião sobre a legalização da eutanásia que coincide largamente com o que eu tenho defendido aqui neste sítio. Mas como eu sou “fassista”, não posso ter razão.

A um esquerdista basta-lhe chamar “fassista” a outrem para que passe a ter razão.

Os fassistas são “fassistas” porque o esquerdista assim o determina.

Quando o radical esquerdista (tipo José Pacheco Pereira) está entalado na sua argumentação, basta-lhe berrar que o seu adversário político é fassista — e pronto!, o fassista nunca tem razão!

Aos olhos do Bloco de Esquerda — e também, em menor escala, do Partido Socialista e do Partido Social Democrata —, quem é contra o aborto e contra a eutanásia é “fassista”.

Portanto, para não sermos fassistas, não estamos autorizados a discordar fundamentalmente do Bloco de Esquerda; para não sermos fassistas, temos que colocar uns antolhos e seguir as cavalgaduras do Bloco de Esquerda.

Quinta-feira, 12 Abril 2018

A ‘diversidade’ e a ‘inclusão’ que servem para ‘dividir para reinar’

 

A Marta Mucznik escreve aqui um artigo em que comete vários erros de análise e de avaliação; desde logo, confunde ‘Lisboa’ com ‘Portugal’, na velha tradição do Estado Novo segundo a qual “Portugal é Lisboa, e o resto é paisagem”.

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Segunda-feira, 9 Abril 2018

As propostas-de-lei da eutanásia: qualquer nazi ou comunista empedernido nega que os fundamentos do Direito sejam outros senão os da sua própria vontade

Filed under: Bloco de Esquerda,Esquerda,eutanásia,Maçonaria,Partido Socialista — O. Braga @ 11:45 am

 

Os totalitarismos modernos só foram possíveis com a absolutização do Direito Positivo. E a Esquerda sabe bem disso. E quando digo “Esquerda”, incluo nela o Partido Social Democrata do Rui Rio.

Entende-se por absolutização do Direito Positivo o desaparecimento dos fundamentos metajurídicos do Direito, ou seja, a obliteração do Direito Natural e o descrédito — na cultura antropológica — da axiomatização jusnaturalista.

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Os “fundamentos metajurídicos” são os princípios substanciais do Direito — por exemplo: a Razão, a Natureza, etc. —, que delimitam a vontade humana em um contexto da sua própria existência e da Realidade.

Em contraponto (aos fundamentos metajurídicos do Direito), a absolutização do Direito Positivo baseia-se na negação de todos os fundamentos metajurídicos em favor de um Direito que não tem outro fundamento senão a vontade humana, ou melhor dizendo, a vontade das elites de cada época que passa.

Por exemplo, quando a Isabel Moreira diz que “o Direito tem que ser antinatural” (a negação do jusnaturalismo e dos seus fundamentos metajurídicos, e a absolutização do Direito Positivo), o que ela faz não é outra coisa senão seguir as peugadas das “ideologias totalitárias” (passo a redundância) do século XX — do nazismo e/ou do comunismo.
Qualquer nazi ou comunista que se preze nega que os fundamentos do Direito sejam outros senão os da sua própria vontade.


As propostas-de-lei da eutanásia do Partido Socialista da Isabel Moreira, por um lado, e do Bloco de Esquerda, por outro lado, diferem apenas no seu aspecto formal e no processo de promulgação.

Na sua substância, ambos os projectos-de-lei baseiam-se no pressuposto de que não existe tal coisa como “fundamentos metajurídicos do Direito”, e que apenas e só a vontade arbitrária e discricionária das elites políticas (ou seja, da "Vontade Geral") deve ditar o Direito.

Ou seja, vivemos em plena ditadura (já com alguns “ameaços” totalitários), e a maioria do povo ainda não se deu conta disso — porque é uma pequeníssima minoria que impõe coercivamente (e de forma arbitrária e discricionária) à maioria da população uma mundividência que recusa a racionalidade substancial das leis e do Direito.

E essa minoria, por sua vez, é controlada por alguns poucos milhares de homens filiados na maçonaria; é neste contexto que Rui Rio foi autorizado (pela maçonaria que controla o seu partido político) a liderar temporariamente o Partido Social Democrata — porque é necessário que este partido não “faça ondas” em relação à legalização antidemocrática da eutanásia.


A perversidade da actual “elite” política é a de que impõe a sua vontade (arbitrária e discricionária) ao povo em nome da “dignidade humana” — assim como os nazis defenderam, por exemplo, a exterminação em massa dos judeus em nome da “dignidade do povo alemão”.

Os positivistas do Direito invocam sempre (no passado, como agora) a “dignidade humana” quando pretendem fazer esquecer os fundamentos metajurídicos do Direito, ou seja, quando pretendem erradicar o Direito Natural e reduzir o Direito à vontade exclusivista das luminárias do regime político vigente.

É neste contexto que a proposta-de-lei da Isabel Moreira (Partido Socialista) é mais coerente em relação ao formalismo do Direito Positivo (totalmente desnaturado de substância metajurídica), do que a proposta-de-lei do Bloco de Esquerda que, alegadamente, é “mais garantista”:

“Um dos pontos que suscitaram dúvidas na bancada do PS tem a ver com o procedimento para que seja autorizada a eutanásia. No texto redigido pelas duas deputadas, basta que dois médicos – o clínico que acompanha o doente e um especialista na doença de que padece – atestem que se trata de uma doença letal e incurável, concordando com a eutanásia, para que o paciente possa requerer este procedimento.

Ora, esse é um procedimento muito mais simplificado do que o que está previsto na proposta do Bloco de Esquerda. O texto bloquista prevê que sejam necessárias cinco autorizações para que o processo tenha luz verde”.

Aquilo que os me®dia chamam de “mais garantista” significa apenas “mais burocrático”.

O Bloco de Esquerda quer fazer passar a ideia segundo a qual “a legalidade é o fundamento da legitimidade”, através da expansão da burocracia que faz progredir a dominação legal sobre a população: com a filosofia política do Bloco de Esquerda (mas também com a do Partido Socialista), a racionalização do Direito e a racionalização das formas de dominação política aumentam através da separação do Direito e da ética; separação da forma jurídica e dos seus fundamentos, por um lado, e os seus fins substanciais, por outro lado.

Porém, a absolutização de um postulado ético substancial — por exemplo, a absolutização do postulado ético segundo o qual “a vida humana é inviolável, mesmo pelo próprio que a vive” — é inconciliável com o puro formalismo da ordem jurídica positivista (ver Max Weber), e, por isso, a racionalidade processual (formal) do Direito, por um lado, e por outro lado a racionalidade substancial do Direito, são dois pólos que se opõem e que são irreconciliáveis.

Ou seja: o “garantismo” da proposta-de-lei do Bloco de Esquerda é apenas formal, porque, em termos práticos, a proposta-de-lei nega a absolutização de um determinado postulado ético (metajurídico).

A probabilidade de que esse postulado ético seja colocado em causa na prática do nosso dia-a-dia aumenta exponencialmente, mesmo com todos esses “garantismos” formais. Por isso é que as propostas-de-lei da Esquerda colocam de facto em causa a dignidade humana (ao contrário do que a Esquerda defende!), quando criam propositadamente a ilusão na opinião pública de que o ser humano pode criar leis perfeitas em matéria de vida ou de morte.

Terça-feira, 3 Abril 2018

Por que razão a Esquerda adora a imigração em massa

Filed under: Esquerda,imigração,marxismo cultural — O. Braga @ 8:20 am

 

Quarta-feira, 21 Fevereiro 2018

Preparem-se que vem aí mais trampa do Bloco de Esquerda !

Filed under: Bloco de Esquerda,Esquerda,esquerdalho,ideologia de género — O. Braga @ 12:31 pm

 

O Ludwig Krippahl tem aqui um bom texto acerca da chamada “política identitária” que não passa de uma adaptação actualizada do marxismo cultural da Escola de Frankfurt, da sua Teoria Crítica e do conceito de “tolerância repressiva” de Herbert Marcuse.

julio machado vaz webAliás, parece-me que o Ludwig Krippahl tem vindo a virar à Direita — ao contrário do que se passa com alguns correligionários seus, como por exemplo o dr. Morcon, que continua a perorar, aos microfones da Antena 1, a ideologia política marxista cultural que alia Freud a Marx. O problema do dr. Morcon (entre outros) é que, durante décadas, (ele) defendeu determinadas ideias que agora não pode recusar (porque “um homem inteligente nunca se retracta”), apesar das evidências que o contradizem. Se há alguém em Portugal que utilizou a ciência para negar implícita- e publicamente a ciência, foi o dr. Morcon.

O verbete do Ludwig Krippahl centra-se em uma entrevista do professor universitário canadiano Jordan Peterson a um canal britânico de televisão, durante o périplo inglês do professor para promover um seu livro que trata de ética para jovens.

Eu tomei conhecimento da existência do professor Jordan Peterson há mais de um ano, quando ele se colocou contra a lei canadiana C-16, e foi inclusivamente ouvido por uma comissão do senado canadiano. A lei canadiana C-16 é uma lei que, ao abrigo da “protecção dos direitos dos transgéneros”, impõe a toda a sociedade o totalitarismo da aceitação compulsiva da ideologia de género.

Aliás, esta será a próxima “causa fracturante” do Bloco de Esquerda depois da “eutanásia para todos”: a imposição coerciva da linguagem, por decreto-lei fascista, através da “lei dos pronomes”. Portanto, o leitor prepare-se que vem aí mais merda do Bloco de Esquerda… ! (com a aquiescência bonacheirona do António Costa e do Rui Rio, e com a falsa oposição de Assunção Cristas).

O argumento principal da ideologia de género começou por ser o de que “o género é uma construção social, não obstante o sexo ser uma realidade biológica”; mas os ideólogos do género evoluíram, e agora essa premissa já não é válida: hoje, os activistas da Ideologia de Género dizem que “o género é um factor determinado pela existência do indivíduo (é inato), ao passo que o sexo biológico é uma construção social”. E a gente tem que os aturar…!

Sexta-feira, 16 Fevereiro 2018

A estupidez do “empresário” Ferraz da Costa

 

Em uma entrevista dada a uma estação de rádio inglesa, salvo erro em 2001, o “empresário” português Belmiro de Azevedo afirmou que o “povo português é preguiçoso, não gosta de trabalhar”. Cheguei a ter a gravação áudio dessa entrevista, mas entretanto mudei de computador e perdi-lhe o rasto.

Em uma entrevista à SICn, talvez aí por 2007 (no consulado de José Sócrates), o “empresário” português Pinto Balsemão afirmou que um dos graves problemas de Portugal é ter muita população. “Se Portugal tivesse metade da sua população, muitos dos problemas do país estariam resolvidos”.


Clique Aqui !

Agora temos o “empresário” Ferraz da Costa a afirmar o seguinte: 1/ “Os portugueses não querem trabalhar” (é de igual opinião da do Belmiro); 2/ “Uma economia que não cresce não cria lugares de chefia e não dá hipóteses aos mais jovens que acabam por ficar à espera que os mais velhos morram. Ainda por cima, hoje vive-se mais anos e qualquer dia trabalha-se até aos 80 anos. As empresas são quase lares de terceira idade” — aqui, o Ferraz da Costa está de acordo com o Pinto Balsemão: este país não é para velhos; venha daí a eutanásia para os trastes (excepto para eles!, obviamente) .

É esta merda de gente que dá razão à Esquerda ! Isto não são empresários!: são animais irracionais!

Vemos aqui um anúncio de uma empresa que tem um “empresário” do calibre do Ferraz da Costa, do Pinto Balsemão, ambos ainda por falecer, e do falecido Belmiro de Azevedo. Pretendem um tradutor que fale correctamente cinco línguas pagando 600 Euros por mês. É este o “empresário” português tipo e típico.

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E depois surge o Ferraz da Costa e quejandos, na sua estupidez infinita, a dizer que os tradutores portugueses não querem trabalhar ! Essa gentalha não tem vergonha na cara !

O Pinto Balsemão é o símbolo do globalismo e do grupo de Bilderberg em Portugal.

Toda a classe empresarial portuguesa (toda mesmo, não escapa um!) partilha do mesmo espírito globalista dos Bilderbergers e dos Soros deste mundo, que se aliam à Esquerda na política de imigração em massa e sem limites: a Esquerda pretende os votos dos imigrantes, e os neoliberais — da laia dos “empresários portugueses” — pretendem trabalho escravo: Les bons esprits se rencontrent…

Sábado, 3 Fevereiro 2018

O José Manuel Pureza e a nova versão do PREC [Processo Revolucionário em Curso]

Filed under: ética,Bloco de Esquerda,Esquerda,esquerdalho,eutanásia,utilitarismo — O. Braga @ 10:27 pm

“Nem a eloquência revolucionária, nem as cartas de amor, podem ser lidas por terceiros sem hilaridade.”

— Nicolás Gómez Dávila


Se lermos este texto do José Manuel Pureza, o conteúdo ideológico parece-nos uma espécie de “amanhãs que cantam” aplicados à ética e à cultura. A argumentação do Pureza sobre a legalização da eutanásia é histriónica; e por isso não é a argumentação que interessa analisar agora, mas antes interessa especificar a atitude do Pureza face à Realidade.

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Quinta-feira, 25 Janeiro 2018

A CNN faz a apologia dos cornudos

Filed under: CNN,cultura,cultura antropológica,Esquerda,esquerdalho — O. Braga @ 10:58 am

 

Para a Esquerda, ser cornudo é muito fixe — a julgar pela opinião do canal de televisão progressista CNN.

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Ou seja, se já és cornudo, torna-te militante do Partido Socialista ou do Bloco de Esquerda; e se ainda não és cornudo, inscreve-te num desses partidos para teres a honra de um par de cornos.

Segunda-feira, 22 Janeiro 2018

A loucura da Ideologia de Género

 

Vivemos tempos de total loucura. Os loucos tomaram o Poder; e não podemos fazer nada: se reagimos (mesmo pacificamente), apontando o absurdo da ideologia do Bloco de Esquerda & Cia Lda., somos ostracizados e até perseguidos.

 

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