perspectivas

Quarta-feira, 7 Junho 2017

O menino sírio Omran Daqneesh e os me®dia marxistas culturais do Ocidente

 

¿Lembram-se do menino sírio Omran, todo sujo e ensanguentado, dentro de uma ambulância?

A apresentadora da CNN até soltou uma lágrima (snif!) porque “o Omram nem chora” (snif).

Omran-Daqneesh-cnn-web

O pai do menino revelou o que se passou: ele foi pago para que o filho fosse maquilhado como sendo vítima de um ataque dos malvados do exército sírio. Ver vídeo abaixo.

Portanto, aconselho o leitor a acreditar sempre nos me®dia — principalmente na RTP3 da Ana Lourenço — para que possa fazer figura de estúpido com a maior dignidade possível. Eu é que já passei o limite temporal de validade para a estupidez natural, e portanto já não acredito nos me®dia.

 

Segunda-feira, 29 Maio 2017

Baizuo

 

Segundo o dicionário urbano, Baizuo é um termo chinês que significa “esquerdista branco” que advoga a paz e a igualdade apenas para satisfazer o seu ego e justificar a sua superioridade moral.

Um Baizuo apenas se preocupa com assuntos como a imigração, as minorias, os LGBT (Lesbian-Gay Bullying Totalitarian), o Aquecimento Global Antropogénico, etc., e vivem obcecados com o politicamente correcto ao ponto de importarem os valores do Islamismo e da Sharia em nome do multiculturalismo. baizuo-web


“In China for instance, they have a word for these people. They are called “baizuo” or the “white left” on social media. Which is interesting, because even though China has its fair share of socialists and communists, they don’t have a direct equivalent to our liberal snowflakes. Most of the Chinese are still fiercely nationalistic and anti-immigrant, regardless of political affiliation. That country just doesn’t have a large population of politically correct, affluent liberals (presumably, they were all killed off during the Great Leap Forward). So what does this term mean to the average Chinese citizen?

It might not be an easy task to define the term, for as a social media buzzword and very often an instrument for ad hominem attack, it could mean different things for different people. A thread on “why well-educated elites in the west are seen as naïve “white left” in China” on Zhihu, a question-and-answer website said to have a high percentage of active users who are professionals and intellectuals, might serve as a starting point.

The question has received more than 400 answers from Zhihu users, which include some of the most representative perceptions of the ‘white left’. Although the emphasis varies, baizuo is used generally to describe those who “only care about topics such as immigration, minorities, LGBT and the environment” and “have no sense of real problems in the real world”; they are hypocritical humanitarians who advocate for peace and equality only to “satisfy their own feeling of moral superiority”; they are “obsessed with political correctness” to the extent that they “tolerate backwards Islamic values for the sake of multiculturalism”; they believe in the welfare state that “benefits only the idle and the free riders”; they are the “ignorant and arrogant westerners” who “pity the rest of the world and think they are saviours”.

"Baizuo" Is The New Derogatory Term Millions Of Chinese Are Using To Describe America’s "White Left" Regressive Liberals

 

Sexta-feira, 5 Maio 2017

A Europa está a destruir o chamado “terceiro-mundo”

 

Um dos argumentos dos neoliberais e da Esquerda radical ( Les bons esprits se rencontrent… ) em relação à defesa da imigração irrestrita, é a de que “os que emigram para a Europa são os melhores dos países do terceiro-mundo, e por isso ficamos a ganhar com essa imigração”. Já ouvi este argumento em gente do CDS/PP e do Bloco de Esquerda.

Porém, essa gentinha não têm em conta o Princípio de Pareto: se, dos países africanos, por exemplo, emigram os 20% melhores, ficam lá os 80% que menos produzem e menos criam riqueza; e se desses 80% menos produtivos, emigrarem os 20% melhores, esses países acabam por entrar em uma espiral de auto-destruição.

E, em relação à Europa, chega-se a um ponto em que a qualidade dos imigrantes adultos é de tal forma deficiente que eles não sabem sequer ler e escrever a sua própria língua — como acontece hoje com os imigrantes do Oriente Médio e de África, porque os 20% melhores dos vários países já tinham emigrado para a Europa na “primeira leva”, por assim dizer.

Hoje, a Europa está já a levar com o “refugo”, ou seja, com os 80% do pior que existe nos países de imigração. E, como muito bem demonstrou Hannah Arendt, os adultos não se educam: educam-se as crianças, mas não os adultos. Faz falta, à classe política europeia, ler um poucochinho disto e daquilo.

A imigração em massa está a destruir os países de origem da imigração, graças à enorme ignorância de gente como Ângela Merkel e/ou Catarina Martins. Puta que as pariu!

LOUCURA-DE-MERKEL-web

Sábado, 15 Abril 2017

Obama, a Esquerda, o feminismo, e o Estado-providência

 

 

Sábado, 1 Abril 2017

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada, a estupidez de Rui Rio, a ciência, o aborto e a eutanásia

 

A eutanásia — assim como o aborto — é uma questão de ética, e não propriamente de ciência.

Naturalmente que a ciência pode dar opinião, mas não adianta de nada, como podemos ver na questão do aborto: hoje a ciência diz que o ADN único e irrepetível do ser humano tem o seu início no momento da concepção, mas nem por isso a opinião da ciência é ouvida pela classe política.

Eu diria mesmo que chegamos a um ponto da nossa sociedade em que a opinião da ciência se tornou irrelevante, na medida em que a ciência é amiúde adulterada no sentido de justificar determinadas religiões políticas.

eutanasia-cadeiras


Na medida em que 1) o cientista deve procurar a objectividade; 2) em que a objectividade requer um despojamento de valores; 3) e em que o cientista é um sujeito [um ser humano] e a comunidade científica é composta por seres humanos [sujeitos] — a ciência [e sobretudo as ciências sociais] só muito raramente consegue libertar-se das valorações [éticas] da sua própria camada social, de modo a poder estabelecer uma independência valorativa e objectiva.

Em consequência, surgiu no século XX um fenómeno massivo de “liquidação do sujeito”, imposto por uma elite cientificista, e que se traduziu na emergência das religiões políticas totalitárias [por exemplo, o eugenismo característico dos “progressistas”, evolucionistas e socialistas; o nazismo e o comunismo]. Este processo cientificista de “liquidação do sujeito” levou a uma dissociação mental extrema entre a comunidade científica, e a uma inversão da moral.

O marxismo é um exemplo dessa dissociação mental extrema e da inversão da moral: por um lado, o marxismo liquida a ética e a moral [e também toda a filosofia], classificando-a de “subjectiva” e idealista, ao mesmo tempo que denuncia os tabus tradicionais e históricos (por exemplo, os tabus da cultura antropológica europeia do aborto e da eutanásia); e por outro lado, entrega-se a um excesso ético, que denuncia toda a oposição e crítica ao marxismo como um embuste, e estabelecendo simultaneamente novos tabus (Aquecimento Global, animalismo, etc.) contrapostos aos tabus tradicionais.

O marxismo — que se diz, dele próprio, científico — faz a crítica da nossa moral tradicional, mas de uma forma extremamente moralizante, e moralmente invertida e contra-natura. [ver mente revolucionária]

A ideia segundo a qual “o aborto e a eutanásia não são defendidas exclusivamente pela Esquerda, mas que, em vez disso, atravessam toda a sociedade”, é um embuste — a não ser que se reduza a Esquerda e a Direita à economia. O que se passa é que algumas pessoas que se dizem de Direita — como por exemplo, o economista Rui Rio — reduzem a realidade inteira à economia, e depois consideram-se mais inteligentes do que um qualquer analfabeto carrejão do Douro.

É evidente que o Rui Rio é um idiota útil.


eutanasia-velhariasEscreve o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada que “os médicos portugueses são, na sua grande maioria, contra a eutanásia”; mas são contra a eutanásia enquanto seres humanos dotados de sensibilidade, inteligência e intuição (que é uma forma de inteligência), e não enquanto médicos. Por exemplo, o João Semedo, do Bloco de Esquerda, é médico e é a favor da eutanásia. O problema é ético, e não científico.

A ética e a moral não podem ser definidas ou determinadas pela ciência.

A ideia de responsabilidade moral reside na experiência subjectiva, enquanto que a ciência só concebe acções determinadas pelas leis da natureza, e não concebe autonomia, nem sujeito, nem consciência e nem responsabilidade. A noção de “responsabilidade” é não-científica.

A ética e a moral pertencem ao domínio da metafísica que se caracteriza pela falta de “bases objectivas” — estas aqui entendidas no sentido naturalista [naturalismo ≡ cientificismo metodológico].

A Esquerda marxista (Partido Comunista, Bloco de Esquerda, José Pacheco Pereira e Partido Socialista) pretende destruir a sociedade em que vivemos, para por cima dos seus escombros construir uma sociedade totalitária (no caso de José Pacheco Pereira, uma espécie de República de Platão em que impere o rei-filósofo, ou seja, ele próprio) .

Portanto, a posição da Esquerda é perfeitamente compreensível. O que é mais difícil de compreender são os individualistas ditos “de Direita” — como Rui Rio: colocam o seu individualismo e libertarianismo ao serviço de uma agenda política colectivista e totalitária.

Sexta-feira, 10 Março 2017

A Raquel Varela tem uma mentalidade fascista

Filed under: censura,Comunismo,Esquerda,Estado,fascismo,liberdade,Raquel Varela — O. Braga @ 7:51 pm

 

A Raquel Varela pouco se distingue de uma agente comunista da STASI: ela é a favor da censura da opinião.

Talvez ela possa aprender alguma coisa com o Ludwig Krippahl — embora o fascismo seja caracterizado pelo controlo apertado do Estado sobre o cidadão: e ¿não é este controlo estatal sobre tudo o que mexe (a começar pela economia) que o partido “Livre” do Ludwig Krippahl defende?

 


“Ao contrário do catolicismo, o comunismo não tem doutrina. Enganam-se os que supõem que ele a tem. O catolicismo é um sistema dogmático perfeitamente definido e compreensível, quer teologicamente, quer sociologicamente. O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema — o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução.

Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós.

O comunismo não é uma doutrina porque é uma anti-doutrina, ou uma contra-doutrina. Tudo quanto o Homem tem conquistado, até hoje, de espiritualidade moral e mental — isto é, de civilização e de cultura — tudo isso ele inverte para formar a doutrina que não tem. »

→ Fernando Pessoa, “Ideias Filosóficas”

Quinta-feira, 9 Março 2017

Cambada de idiotas ideólogos à Esquerda

 

Um erro do pensamento político europeu de Esquerda é o de pensar que o “processo histórico” ocidental pode encontrar uma semelhança no mundo islâmico.

Os idiotas ideólogos ocidentais estabelecem um paralelo entre o laicismo do Ocidente, por um lado, e uma futura laicização do mundo islâmico, por outro lado — esquecendo-se de que a separação entre religião e política esteve sempre inscrita na doutrina que surgiu de Jesus Cristo.

A única forma de laicizar uma sociedade islâmica é acabar com o Islão, proibindo a prática da religião. Basta olharmos para a Turquia para vermos que “Islão” e “laicismo de Estado” são contraditórios nos seus próprios termos: de vez em quando, o exército tem que assassinar uns milhares de cidadãos para tentar manter tolerável a contradição entre islamismo e democracia representativa.

Terça-feira, 7 Março 2017

A Esquerda é naturalmente fascista: Jaime Nogueira Pinto proibido de falar na UNL

 

“Não nos permitimos calar: a Nova Portugalidade em defesa da democracia e contra a censura.

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Soube a Nova Portugalidade ter a Reunião Geral de Alunos da Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa aprovado uma moção relativa à proibição da conferência-debate "Populismo ou democracia? O Brexit, Trump e Le Pen em debate".

A palestra, a proferir pelo Prof. Doutor Jaime Nogueira Pinto, possui um carácter exclusivamente académico e trará à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas um intelectual de renome, autor de vasta obra e merecedor de apreço geral. Não podemos, portanto, reconhecer mérito à acusação de que o evento "está associado a argumentos racistas, colonialistas e xenófobos" ou de que periga a "democraticidade e inclusividade" da Faculdade. A equipa da NP, que se integra de indivíduos de todos os géneros humanos, é prova viva do ridículo do texto e rejeita-o com dose igual de seriedade e bom humor.”

Nova Portugalidade


Segunda-feira, 6 Março 2017

A sociedade que a actual Esquerda defende e constrói: em nome da liberdade, vai impondo um novo tipo de opressão

 

O vislumbre da sociedade que a Esquerda (que inclui um determinado Partido Social Democrata politicamente correcto e o CDS/PP de Adolfo Mesquita Nunes) está a construir em Portugal (segundo as tendências ideológicas oriundas do exterior) é aterrador. ID-GENERO-WEB

O que se está a construir em Portugal é um novo tipo de totalitarismo racionalmente escorado em um individualismo radical que legitima esse totalitarismo colectivista. Na base dessa construção totalitária está um falso conceito de “autonomia do indivíduo”, em que a autonomia se reduz à liberdade negativa. 1

cuiadados-paliativos-webPor exemplo, a necessidade da eutanásia começa por ser escorada em um individualismo radical justificado pela autonomia do indivíduo reduzida à liberdade negativa; mas quando a eutanásia for uma prática normalizada e forçada pela deserção da solidariedade da família natural, será então um colectivismo de Estado (do Bloco de Esquerda, do Partido Comunista) que o imporá ao cidadão, já não em nome da sua autonomia individual, mas em nome dos interesses do Estado.

O que está aqui em causa — para os idiotas úteis do Partido Socialista, para o Bloco de Esquerda, para o Partido Comunista, para algumas avantesmas do Partido Social Democrata, e para um punhado de submarinos do CDS/PP (que inclui o Adolfo Mesquita Nunes) — é a família natural.

A Esquerda odeia a família natural, porque esta (alegadamente) perpetua as “relações de dominação” entre os seus membros. Por isso é que a Isabel Moreira diz o seguinte:

“Muita da evolução das nossas condições de vida, da questão étnica a questões do domínio da sexualidade, deve-se, felizmente, a um olhar do jurídico sobre o real, olhar esse enquadrado no que define o Direito: não se vergar às leis da natureza. A cada discussão acerca de um avanço à conta do olhar informado da realidade, há um regresso ao obscurantismo que matou, negou direitos básicos às mulheres e silenciou abusos em nome do tradicional”.

Eu respondi-lhe aqui.

Com incorporação da ideologia de género no nosso ordenamento jurídico, a destruição da família natural será inevitável: se cada um pode escolher o “género” favorito, ter filhos será considerado uma opção pessoal equivalente a fazer criação de cães de raça; será tão respeitável ter um filho como ter um gato.


O sucesso da eutanásia (como instrumento colectivista de aplicação de uma “pena-de-morte economicista”) depende hoje directamente do individualismo radical que gera o fracasso da família natural. O fracasso da família natural (o fracasso dos laços familiares naturais) depende da desnaturação da sexualidade na cultura antropológica que, por sua vez, é essencial ao feminismo e à ideologia de género que depende da negação institucional e política da ciência (da biologia).

burn_flag_burn_webO aborto pago pelo Estado, eutanásia paga pelo Estado, as questões da sexualidade — "casamento" gay, adopção de crianças por pares de invertidos, ideologia de género, feminismo — estão interligados: por um lado, atacam a família natural, isolando o indivíduo face ao Estado (atomização da sociedade); e por outro lado, quando a ideologia de género entra no nosso ordenamento jurídico (como defende a Isabel Moreira, e já está a acontecer), a ciência biológica é negada em nome de uma fé metastática baseada em uma ideologia doentia e niilista, e entramos em um verdadeiro obscurantismo, que não é o falso obscurantismo que a Isabel Moreira denuncia na Natureza2 .

Com incorporação da ideologia de género no nosso ordenamento jurídico (que já está a acontecer devido à escumalha da laia da Isabel Moreira) a destruição da família natural será inevitável: se cada um pode escolher o seu “género” favorito, ter filhos será considerado uma opção pessoal equivalente a fazer criação de cães de raça; será tão respeitável (nessa sociedade idealizada pela da Isabel Moreira) ter um filho como ter um gato.

Naturalmente que, nessa sociedade atomizada — numa primeira fase por um individualismo radical, e numa segunda fase por um colectivismo imperativo estatal — não há lugar para a democracia, porque se defende uma transferência da responsabilidade social e humana, do indivíduo, para o Estado.


Notas

1. A autonomia não é a mesma coisa que individualismo e/ou colectivismo. A autonomia é uma necessidade psicológica fundamental do organismo humano (a Natureza Humana perene), ao passo que o individualismo e o colectivismo são doutrinas socialmente construídas acerca das relações entre o indivíduo e a sociedade, e que consistem em diversos valores e práticas que podem ser mais ou menos interiorizadas.

Portanto, quando falamos em “autonomia”, não a podemos confundir com individualismo e/ou colectivismo.

2. Desde Aristóteles que existe o conceito de equidade; a Isabel Moreira que vá à merda com a sua teoria “obscurantista”.

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