perspectivas

Quinta-feira, 17 Novembro 2022

A Esquerda declarou guerra ao povo português através dos me®dia

O Partido Socialista do monhé ganhou as últimas eleições com maioria absoluta em função do medo que incutiu na sociedade — a Formação de Massa que resultou do alarmismo artificialmente causado pela “pandemia” do “vírus” globalista. Mas a propaganda esquerdista do “medo mentiroso covideiro” teve como efeito (nomeadamente, não só mas também) o aumento da votação no CHEGA de 1, para 12 deputados.

Mas esta Esquerda não aprende com a experiência — porque é liderada por psicopatas: uma das características dos psicopatas é a de que não aprendem com a experiência. E se continuarem com a política de propagação do medo pela sociedade, veremos o CHEGA a crescer ainda mais — porque, ao contrário do que a Esquerda e a Direita Socialista (PSD) pensam, o povo português não é tão burro quanto o pintam.

Desesperada, a extrema-esquerda (Bloco de Esquerda, LIVRE, PAN) lançou mão do argumento político milenarista do “fim-do-mundo” aquecimentista: “vem aí o fim do mundo e a destruição do planeta por culpa do capitalismo nacional”.

Esta narrativa política escatológica e tremendista é apoiada pelo Partido Socialista do Monhé das Cobras através (nomeadamente) do seu (deste) Ministro da Educação — ou seja, temos claramente uma aliança estratégica entre o Bloco de Esquerda e o Partido Socialista do monhé, no sentido da manipulação ideológica tremendista dos estudantes adolescentes e imberbes. chega de policia web2

Quando a polícia cumpriu a ordem de retirar meia-dúzia de estudantes bloquistas e (tremendistas) de dentro de uma faculdade lisboeta, surgiu a retaliação vinda dos me®dia coordenados e financiados pela Esquerda (através do Orçamento de Estado) e pela Direita Socialista: o canal de televisão SIC (do Bilderberger Pinto Balsemão) e a revista Visão (que pertenceu ao Pinto Balsemão) lançaram uma Fatwa contra a polícia portuguesa em geral.

O que está (aqui e agora) em causa é a continuação de uma política de Formação de Massa através da propagação concertada do medo difuso na sociedade — estratégia esta que já vinha da pandemia. Os filhos-de-puta ganharam-lhe o gosto, e pretendem seguir na mesma senda utilizando também o conceito milenarista e escatológico do “Fim-do-mundo que vem aí!”.

Sábado, 17 Setembro 2022

Nuno Afonso: o carisma de um trapo velho

Filed under: André Ventura,CHEGA — O. Braga @ 2:22 pm

Moção de confiança a Ventura é uma “palhaçada”, diz ex-vice-presidente do Chega (Nuno Afonso).

A criatura não se enxerga. Para ser líder, é necessário carisma.

NUNO AFONSO WEB

Quinta-feira, 25 Agosto 2022

Small men have issues

Filed under: André Ventura,CHEGA — O. Braga @ 5:50 pm
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“Ora, acontece também que, quando o Chega é chamado a intervir no Parlamento sobre educação, tendo o deputado Mithá Ribeiro já a sua intervenção preparada, o presidente do partido designa um qualquer outro deputado para fazer a intervenção, a quem não se reconhece particular competência para falar sobre o assunto.”

Napoleão Venturaparte

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Domingo, 24 Julho 2022

O jornaleiro António Marujo, a falácia ad Hitlerum e o “discurso de ódio”

Quando a argumentação dos nossos inimigos políticos entram pelo absurdo adentro, já ganhamos o debate. Podemos não ter ganho a guerra política, mas a vitória no debate intelectual já não nos escapa.

antonio marujo ad hitlerumDou o exemplo de um jornaleiro que dá pelo nome de António Marujo (tem um alvará de inteligente) que utiliza a falácia ad Hitlerum  para atacar o André Ventura. Normalmente, esta falácia é utilizada já entrados no calor da refrega ideológica, mas, neste caso, o marujo entra ab initio no absurdo da comparação de André Ventura com Hitler.

É espantoso o que está a acontecer em Portugal. Um dia destes irão dizer que o André Ventura é o próprio Hitler reencarnado. Parece que, com o CHEGA, o regime corrupto treme.

Claro que o tipo de discurso (o do marujo) não é considerado de “ódio”; o “discurso de ódio” é aquele com que ele (e a comandita que sustém o regime corrupto em que vivemos) não concorda. Todo o discurso que não agrada à Esquerda, por um lado, é à plutocracia globalista, por outro lado, é considerado “discurso de ódio”.

Portanto, podemos definir “discurso de ódio” como segue:

“Discurso de ódio” é qualquer tipo discurso que não agrada ao activismo marxista internacionalista (trotskista) e/ou à plutocracia globalista.

Quinta-feira, 26 Maio 2022

¿O Tribunal Constitucional funciona em roda livre?

Filed under: CHEGA — O. Braga @ 8:18 pm

"A Constituição atribui aos grupos parlamentares funções relevantes no âmbito do processo legislativo e no domínio do funcionamento e composição da Assembleia da República. Todavia, não lhes confere legitimidade para intervir em processos de fiscalização abstracta sucessiva da constitucionalidade."juízes do Tribunal Constitucional

tc-chega

Ora, acontece que o pedido do CHEGA não pretende propriamente “intervir em processos de fiscalização abstracta sucessiva da constitucionalidade” legislativos. O Tribunal Constitucional utiliza aqui a Falácia do Espantalho.

O CHEGA não afirmou que “a lei em causa é constitucional”, ou terá solicitado que o Tribunal Constitucional tornasse, a referida lei, constitucional. Por isso é que se trata de uma Falácia do Espantalho. O Tribunal Constitucional interpreta o Direito conforme lhe dá jeito.

O recurso à formalidade estrita (à forma da lei), para assim poder recusar discutir um pedido (um pedido não é uma ordem) de um partido político (nem que tivesse 1 só deputado), por parte do Tribunal Constitucional, é um meio de dogmatização salazarenta do Direito e uma forma de alienação da substância jurídica.

Quarta-feira, 13 Abril 2022

Carlos Guimarães Pinto: entrada de leão, saída de sendeiro

Filed under: André Ventura,CHEGA — O. Braga @ 8:39 pm
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Segunda-feira, 11 Abril 2022

O chefe da oposição à oposição

Filed under: CHEGA,Marcelo Rebelo de Sousa,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 4:34 pm

A sorte do monhé nunca acaba: agora temos o próprio Marcelo como chefe da oposição à oposição. O monhé nasceu com o cu virado para a Lua. marcello comunidade que nao é comunidade

Para as “elites” portuguesas (segundo o cínico Santos Silva), “não existe culpa colectiva” da comunidade cigana — mas existe “comunidade”, por um lado, e existe uma putativa “riqueza, cultura e história” dessa comunidade, por outro lado.

Ou seja: para a “elite”, o que é “colectivamente válido” é tudo aquilo que desresponsabiliza a comunidade cigana dos seus deveres sociais — e por isso é que (entre outras coisas) o Marcelo Rebelo de Sousa faz parte do parte do “problema português”.

Temos em Portugal um berbicacho político muito complicado.

Sábado, 9 Abril 2022

O cínico Santos Silva pretende subjectivizar as normas que regem o parlamento

Filed under: André Ventura,CHEGA,Esquerda,Esta gente vota — O. Braga @ 8:24 pm
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«De acordo com o Regimento da Assembleia da República, qualquer orador pode ser “advertido” pelo Presidente da Assembleia quando apresenta um discurso “injurioso ou ofensivo” ou que se desvia do assunto em discussão.

“O orador é advertido pelo Presidente da Assembleia da República quando se desvie do assunto em discussão ou quando o discurso se torne injurioso ou ofensivo, podendo retirar-lhe a palavra”, diz o ponto número 3 do artigo 89 – Modo de usar a palavra.»

(EM QUE SITUAÇÕES PODE O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA INTERROMPER UM DISCURSO?)

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Quando as normas se tornam de execução subjectivista (como pretende a Esquerda), estamos perante uma ditadura. Razão tem o deputado Mithá Ribeiro quando diz que vivemos sob uma ditadura de Esquerda (a que eu chamo de Totalitarismo de Veludo).

Uma norma é o critério (ou princípio) que rege a conduta — ou ao qual nos referimos para fazer um juízo-de-valor. A norma é facilmente associável às noções de “lei” ou de “regra”, porque estes conceitos — que em democracia são fixados por uma instituição, e não por um indivíduo todo-poderoso, como se auto-considera o cínico Santos Silva — levam à prescrição dos comportamentos ou dos estados aos quais está ligado um valor especial.

A norma define o que é normal — porque a norma é instituída em relação a uma medida que estabelece os possíveis desvios, e cuja amplitude se afasta (mais ou menos) da norma.

Ora, acontece, em Portugal, que aquilo que é normal pode, amiúde, ter um critério para a Esquerda, e ter outro critério, bem diferente, definido para a Direita — dependendo apenas da pura subjectividade dos agentes esquerdistas que invariavelmente detêm o Poder.

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Ora, uma norma subjectiva não é propriamente uma “norma”: em vez disso, é um instrumento político totalitarizante, ou de construção de uma ditadura.

Ser “normativo” é privilegiar (ou mesmo tentar impôr) “valores” — que não podem ser confundidos, como faz o cínico Santos Silva, com “facto”, com “medida”, ou com “ideal” (v. Georges Canguilhem, in “O Normal e o Patológico”).

Quando o “valor” da protecção das minorias (que é o que está em causa agora, com a comunidade cigana e com a interrupção do discurso de André Ventura), invocado pelo cínico Santos Silva, obnubila ou reprime a nomeação e/ou identificação pública dos danos que essa minoria (ou comunidade étnica) evidente- e manifestamente causa à sociedade —, então deixamos de estar perante a aplicação de uma norma propriamente dita, mas antes estamos perante uma pura manifestação ideológica (v. ideologia).

O cínico Santos Silva pretende transformar as normas (que são objectivas, por definição, porque são baseadas em valores) que regem a assembleia da república, em critérios ideológicos subjectivos.

Sexta-feira, 8 Abril 2022

O cínico Santos Silva Tenta Calar VENTURA

Filed under: André Ventura,CHEGA — O. Braga @ 8:12 pm

Domingo, 3 Abril 2022

A “bofetada” que André Ventura deu a Augusto Santos Silva na AR

Filed under: André Ventura,CHEGA — O. Braga @ 3:48 pm

Quarta-feira, 30 Março 2022

A cooptação de Santos Silva significa uma mudança de táctica no ‘paralamento’ (o CHEGA que se cuide)

Filed under: CHEGA,Esta gente vota — O. Braga @ 4:26 pm

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Quarta-feira, 23 Março 2022

André Ventura contrata Cristina Rodrigues, e o Ferro "Estou-me Cagando" Rodrigues a rir

Filed under: André Ventura,CHEGA,PAN — O. Braga @ 4:36 pm

A ex-deputada do PAN – Pessoas-Animais-Natureza, Cristina Rodrigues, ¿agora trabalha para o CHEGA?!

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Por este andar, iremos ver o José Manuel Pureza a conselheiro político do André Ventura!

Ainda veremos o André Ventura a meter os toureiros, todos amarrados uns aos outros, no Campo Pequeno!

E não vale o estafado argumento segundo o qual “trata-se de apoio meramente profissional”.

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Segundo o jornalista britânico John O’Sullivan, há uma lei segundo a qual uma qualquer organização ou instituição, que não se defina claramente como sendo de Direita nos seus princípios éticos e na sua acção política, com a passagem do tempo acaba sempre e invariavelmente por cair na Esquerda.

Trata-se da Lei de O’Sullivan.

cristina-rodrigues

Parece-me que o André Ventura anda à procura de um pretexto qualquer para substituir Rui Rio no assalto ao “centro político” esquerdista — talvez por isso é que o André Ventura anda obcecado com o Monhé das Cobras. E quem se está a rir, com isto tudo, é o Ferro "Estou-me Cagando" Rodrigues.

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