perspectivas

Sábado, 20 Novembro 2021

Para o pasquim Jornal de Notícias, o partido CHEGA não existe

Filed under: CHEGA — O. Braga @ 1:52 pm
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“A Assembleia da República aprovou esta sexta-feira a proposta de lei do Governo que regula o recurso a videovigilância pelas forças de seguranças, que inclui, entre outras medidas, o uso por polícias de câmaras na farda.

O diploma foi aprovado com os votos contra de BE, PCP, PEV, IL, da deputada não inscrita Joacine Katar Moreira e de quatro deputados do PS: Cláudia Santos, Carla Sousa, Hugo Oliveira e Isabel Moreira. Os restantes deputados socialistas, PSD, CDS-PP, PAN e a deputada não inscrita Cristina Rodrigues votaram a favor.”

Parlamento aprova uso de "bodycams" pela polícia

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Domingo, 14 Novembro 2021

As facções dos bolcheviques e dos mencheviques da política portuguesa

Filed under: André Ventura,CHEGA,José Pacheco Pereira — O. Braga @ 1:38 pm

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Segundo o Pacheco, os partidos políticos portugueses são todos de Esquerda — com excepção do partido CHEGA, que é fassista; mas o CHEGA já está a trabalhar afincadamente para agradar ao Pacheco e à Catarina Martins: afinal, nada melhor, para o André Ventura, do que aspirar pertencer à grande família da Esquerda portuguesa.

Chega aquecimentista web

Com jeitinho e alguma paciência, ainda iremos ver o Ferro a tecer loas ao Ventura.

Sábado, 16 Outubro 2021

Karl Popper não tinha razão, em relação ao bi-partidarismo

Karl Popper defendeu acerrimamente o sistema bi-partidário na democracia representativa — como acontece, por exemplo, em Inglaterra, nos Estados Unidos e na Austrália. O argumento de Karl Popper era o de que o sistema de apenas dois partidos (que se alternam no Poder) dá maior estabilidade política e governabilidade — aliás, este foi um dos temas de uma conferência realizada em Lisboa por Karl Popper, a convite do então P.M. Mário Soares (não me lembro agora da data, mas foi na década de 1980).

imperio mundial do dinheiro webPorém, o sistema bi-partidário (definido pelo sistema de votação) fazia muito sentido na década de 1980, mas já não faz tanto sentido hoje, como podemos ver no que se está a passar em países como a Austrália, a Nova Zelândia, Reino Unido e mesmo nos Estados Unidos, quando os dois partidos do regime estão de acordo em relação à construção de um regime político repressivo, em que grande parte dos anseios da maioria da população são ignorados.

A aproximação do PSD de Rui Rio (e de Pacheco Pereira) ao Partido Socialista do monhé Costa está, em tudo, relacionada com uma tentativa de “australização” do regime político português; mas essa “australização” saiu “furada” com o aparecimento do partido CHEGA.
Resta agora ao Rui Rio e ao monhé alterar o sistema de votação português.

Nos países chamados de “anglo-saxónicos” (Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Canadá Nova Zelândia), caracterizados por sistemas de votação que favorecem o bi-partidarismo (de alternância no Poder), os dois partidos de Poder estão totalmente controlados pelos agentes do globalismo plutocrata — ou, como diz Olavo de Carvalho, pelos agentes do “império mundial do dinheiro”.

Neste sentido, Donald Trump foi considerado persona non grata pelo próprio partido republicano americano; Donald Trump ganhou as eleições com o voto do povo, mas não com o apoio das elites do seu próprio partido.
De facto, nos Estados Unidos, o partido republicano, por um lado, e o partido democrata, por outro lado, estão de acordo em quase tudo — incluindo na política de ausência de fronteiras e imigração massiva e sem qualquer controle fronteiriço.

Na Austrália, os dois partidos de alternância no Poder chegaram a um acordo, que consiste em instituir um regime orwelliano e submetido caninamente ao “império mundial do dinheiro”, em substituição da democracia representativa propriamente dita. O mesmo se passa (em graus diferentes) na Nova Zelândia, e mesmo no Reino Unido.

Depois da ditadura sanitária — ou seja, depois da ditadura do controlo sanitário covideiro —, virá o controle monetário que gerará a rarefacção ou mesmo desaparecimento do dinheiro vivo em circulação; depois virá o controlo de acesso à Internet por intermédio da identificação numérica individual. No fim da linha repressiva, só restará ao povo o recurso à violência contra a classe política, para defender a liberdade.

fosforos em cadeia web

Em Portugal, o fenómeno do “encolhimento” eleitoral do Bloco de Esquerda (e previsível “encolhimento” da facção da Isabel Moreira no Partido Socialista de Sócrates, da Fernanda Câncio, do Ascenso Simões e do monhé Costa) tem a ver com a tentativa de afastamento do Cristianismo da praça pública, para se instituir “um regime que se lambuza gostosamente na merda e no mijo” da ética e da moralidade. É a isto que chamamos (também) de “marxismo cultural”.

O método de Hondt português permite o fácil aparecimento de novos partidos que contrariem o monopólio bi-partidário do Poder , como é o caso do partido CHEGA.

Segunda-feira, 27 Setembro 2021

A análise das eleições autárquicas feita por um camelo que dá pelo nome de Fernando Rodrigues

Filed under: CHEGA,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 11:20 pm

“André Ventura e o Chega tiveram algumas derrotas importantes. Não conseguiu ganhar Moura, uma grande derrota para André Ventura sem dúvida. Não conseguiu outro grande objectivo – captar em força os abstencionistas; não consegui outro objectivo – eleger 2 vereadores em Lisboa. Não teve grandes resultados em lugar nenhum. Não conseguiu ficar em terceiro a nível nacional, ficando em sexto lugar e teve resultados fraquíssimos noutros.

Resumindo a primeira grande derrota de André Ventura e do Chega. Outras se seguirão.”

A primeira análise do camelo das Eleições Autárquicas 2021


1/ Para o referido camelo, um partido que ainda há dois anos praticamente não existia acabou por “ser derrotado” nas primeiras eleições autárquicas a que concorreu. Para aquele animal, o CHEGA não necessita de pontos de referência no passado para se avaliarem os resultados presentes.

“O Bloco de Esquerda teve um bom resultado no Porto, conseguindo tirar a maioria à coligação de Direita Liberal de Rui Moreira disfarçado de Independente o que é um feito assinalável e manteve o vereador em Lisboa, aumentando o número de votos. Continua o seu caminho de implementação a nível local em termos nacionais que já devia ser mais elevada. Resumindo no global um mau resultado.”

pass-auf-ao-burro-web2/ Para aquele quadrúpede ruminante, e em contraponto aos alegados “maus resultados do CHEGA”, o Bloco de Esquerda (que já anda na política nacional há mais de duas décadas) “teve alguns bons resultados” — embora tivesse metade dos votos dos do CHEGA, a nível nacional. A isto chama-se “uma análise à moda de José Pacheco Pereira”.

3/ Para aquela cavalgadura com gibas no dorso, “o CHEGA ficou em sexto lugar a nível nacional” (e a grande besta diz que isso é muito mau!), quando sabemos que as coligações partidárias não são, em si mesmas, partidos políticos (por exemplo, a coligação PSD/CDS não é um partido político), e o movimento GRUPO DE CIDADADÃOS também não é um partido político.

Ou seja, em boa verdade, o CHEGA foi o quarto partido mais votado a nível nacional — a seguir ao Partido Socialista, ao PSD e ao Partido Comunista.


Vai ser necessário censurar ainda mais o André Ventura. Aconselho o camelo, a Esquerda e a Direita “fofinha” a proibirem (por decreto-lei do monhé) a entrada do André Ventura na assembleia da república. Não haverá melhor censura que esta.

Temos que saber quem são os censores portugueses no Twitter

Filed under: André Ventura,censura,CHEGA,Esquerda,Twitter — O. Braga @ 9:16 pm

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Há gente que pensa que (no Twitter) quem censura em Portugal “são os americanos”; mas não é verdade!: são portugas, mesmo. Em alguns casos (poucos) podem ser brasileiros; mas na maioria dos casos, a censura no Twitter é operada por portugueses sentados em Lisboa.

O que nós temos que fazer é descobrir a identidade dos censores — não para os processar judicialmente, porque isso seria improcedente, dado trata-se de uma empresa privada; mas antes para lhes aplicar um correctivo radical e, quiçá, uma “solução final”.

Essa gente (portugueses) vai ter que pagar com língua de palmo o mal que está a fazer à sociedade portuguesa.

Reparem bem no seguinte: André Ventura foi censurado pelo Twitter no dia seguinte às eleições autárquicas, e por uma razão simples: se lhe tivessem cancelado a conta no Twitter antes das eleições, haveria a possibilidade de um “efeito de vitimização” por parte de André Ventura, o que lhe daria mais votos.

Assim, foi-lhe cancelada a conta e sem qualquer razão invocada para tal, no dia imediatamente a seguir às eleições. E não me venham dizer que esta estratégia censória é planeada por americanos.

Em resumo: temos que saber quem são os Tugas que praticam a censura de ideias em plena democracia; e depois, limpar-lhes o sebo. Para radical, radical e meio!

Quinta-feira, 9 Setembro 2021

Um idiota chamado Francisco Camacho

Filed under: CHEGA — O. Braga @ 1:49 pm
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o idiota camacho webToda a gente sabe que o iberismo foi sempre (desde meados do século XIX) um ideário da Esquerda (por exemplo, Saramago), por um lado, e da maçonaria irregular, por outro lado — se bem que uma certa Esquerda, e a maçonaria irregular, justapõem-se.

Fernando Pessoa escreveu bastamente sobre o iberismo defendido também pelos revolucionários esquerdistas e maçons da 1ª república portuguesa.

E ¿não é que vem um idiota jornaleiro (de seu nome, Francisco Camacho) afirmar que o iberismo é defendido por aqueles a quem ele chama de “conservadores”?!

Salazar apoiou Franco na guerra civil espanhola — não porque Salazar fosse iberista, mas porque Franco combatia os iberistas da Esquerda espanhola.

Ora, pelas mesmas razões por que aquele avejão diz que o CHEGA é iberista ao aproximar-se do VOX espanhol, a avantesma irá dizer que o Salazar era iberista por se ter aproximado de Franco…

O comentário político anda muito fraquinho… e quando não têm argumentos contra o CHEGA, inventam-nos — e a tal ponto que até o Ministério Público, que deveria manter-se neutral do ponto de vista partidário, assume posições políticas públicas contra o partido CHEGA.

Sábado, 3 Julho 2021

A terrível escolha das palavras

Filed under: André Ventura,CHEGA — O. Braga @ 1:14 pm

O André Ventura terá que ter algum cuidado com a escolha das palavras:

"O partido (CHEGA) deve defender não só a identificação das comunidades subsídio-dependentes, onde estão localizadas, qual é a prevalência da subsídio-dependência, qual é o nível de subsídio-dependência, porque na verdade somos todos nós que estamos a pagar isso, como deve ter uma espécie de cadastro ou de identificação étnica ou racial".

André Ventura

Segundo o dicionário, “cadastro” também pode significar “registo policial ou judicial de criminosos ou de penas aplicadas”. Para evitar mal-entendidos que a extrema-esquerda logo aproveita, seria desejável que o André Ventura evitasse a utilização da palavra “cadastro”, neste contexto.

Por outro lado, o André Ventura comete um erro: a subsídio-dependência é um problema cultural, e não necessariamente um problema racial. Existe subsídio-dependência em comunidades de brancos (por exemplo, nos bairros sociais da cidade do Porto).

O problema da subsídio-dependência não é propriamente um problema “étnico-racial”, mas é sobretudo um problema cultural — ou é característica de micro-culturas de pequenas comunidades.

A partir do momento em que o Estado substitui a capacidade de iniciativa e de auto-organização da sociedade civil, surge a subsídio-dependência. É um problema cultural.

Quinta-feira, 27 Maio 2021

A definição de “politicamente correcto”

Filed under: André Ventura,CHEGA,politicamente correcto — O. Braga @ 10:33 am

"Os Coxi estiveram a trabalhar por todos nós – pelo nosso direito a um espaço público um pouco mais salubre, menos infectado pelo racismo e pelo oportunismo de vigaristas políticos. Graças a esta família, o nosso ambiente fica um pouco mais saudável e a nossa política menos indigna."

→ frase do comunista Rui Tavares (respigada aqui)



Definição de “politicamente correcto”

O politicamente correcto é uma doutrina promovida por uma minoria ilógica e desfasada da realidade, radicalmente propagandeada pelos me®dia sem escrúpulos, que defende o princípio segundo o qual é perfeitamente possível agarrar um cagalhão pela sua parte mais limpa.

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É esta a merda de “Direita” que temos

Filed under: André Ventura,CHEGA,direitinha educadinha,direitinha paneleira — O. Braga @ 9:59 am

No momento em que o ministro socialista Pedro Nuno Santos hostiliza o investimento estrangeiro em Portugal, Pedro Santana Lopes diz que “Sá Carneiro nunca aceitaria ser invocado pelo Chega”, José Miguel Júdice diz que “Ventura não devia ter sido convidado para a Convenção do Movimento Europa e Liberdade”, e Paulo Portas lamenta democracia transformada em “gritaria” com o advento do CHEGA.

É esta a merda de Direita que temos.

Pedro Santana Lopes é, de longe, o mais burrinho de entre os três “direitinhas” supracitados; o burro consegue saber os sentimentos mais íntimos de alguém que morreu há mais de 40 anos!

Os outros dois “direitinhas” são daqueles “serenos”: perante os berros da Esquerda radical, mantém-se calminhos… porque lhes convém: enquanto “rolar o marfim” (“uma mão lava a outra”, diz o povo), qualquer tipo de reacção veemente contra a Esquerda, é contraproducente.

Além disso, a agenda cultural da Esquerda mais radical vai ao encontro dos desideratos de Paulo Portas: ele é “anti-Bloquista”, mas nem tanto… e só quando lhe convém. Ólarilas!

Segunda-feira, 24 Maio 2021

A juíza Francisca Martins Preto terá que ser (necessariamente) afastada da magistratura

Filed under: André Ventura,CHEGA,Justiça,Marcelo Rebelo de Sousa — O. Braga @ 9:30 pm

Temos aqui uma descrição do que se passou em Janeiro de 2019 no bairro da Jamaica, em que um grupo de imigrantes agrediu a polícia.

politicamente correcto gráfico webPortanto, quando alguém (neste caso, André Ventura) chama de “bandidos” a um grupo de pessoas que agride a polícia, ele está a dizer a verdade. São bandidos.

Por isso, não se compreende por que razão a verdade é punida pela juíza Francisca Martins Preto — a não ser que haja alguma conotação sentimental entre o seu (dela) sobrenome e a cor da pele dos agressores.

A politização da Justiça chegou a um grau insuportável, e agentes como a juíza Francisca Martins Preto terão que ser responsabilizados por instrumentalização da Justiça para fins políticos.

  • Não há nada, na lei, que me impeça de chamar “ladrão” a um ladrão objectivamente comprovado.

  • Não há nada, na lei, que me impeça de chamar “bandido” a quem é julgado em tribunal por agredir um polícia.

Dizer a verdade não é ilegal — a não ser que acreditemos (como parece ser o caso da dita juíza e do Marcelo) ser possível agarrar num cagalhão pela sua parte mais limpa.

O que é importante é que activistas políticos, da índole de Francisca Martins Preto, sejam rápida- e sumariamente afastadas da Justiça (tal como o juízo dela foi rápido e sumário).

Terça-feira, 11 Maio 2021

A juíza francisca e a justiça marcelista

Filed under: André Ventura,CHEGA,Justiça,Marcelo Rebelo de Sousa — O. Braga @ 5:38 pm

Em Portugal, se eu chamar publicamente (nos me®dia) de “ladrão” a um ladrão comprovado, há sempre uma juíza francisca qualquer que me irá condenar por crime de calúnia.

Ou seja: em Portugal, dizer a verdade sobre outrem é crime punível por lei.

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Domingo, 9 Maio 2021

Em França, 1 nova mesquita é construída a cada 15 dias

Em França, 1 nova mesquita é construída a cada 15 dias; e uma igreja ou capela cristã é destruída nesse mesmo período de tempo.

Entretanto, a socialista Ana Catarina Martins escandalizou-se, no paralamento, quando André Ventura defendeu a ideia segundo a qual a imigração islâmica para Portugal deve ser evitada a todo o custo.

São estas as “socialistas feministas”.

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