perspectivas

Sexta-feira, 27 Abril 2018

O discurso bovino do Anselmo Borges

 

O Anselmo Borges foi o primeiro sacerdote “católico” português (senão mesmo o único, até hoje) a defender publicamente a legalização do aborto; e agora vem perorar os seus putativos problemas de consciência em relação à legalização da eutanásia.

É desta massa (para não dizer outra coisa) que é feita docência universitária portuguesa.

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A legalização da eutanásia é essencial para a nova agenda política totalitária da Esquerda, porque o controlo político sobre a vida e sobre a morte do cidadão é o objectivo estratégico do novo tipo de totalitarismo que se desenha. E o Anselmo Borges, ao sancionar positivamente a legalização do aborto, faz parte desse novo projecto político totalitário.

Veja-se, por exemplo, o caso recente do bebé Alfie Evans que se encontra em um hospital inglês: o Estado — representado pelos juízes — não o deixa sair de Inglaterra, não obstante a Itália lhe ter concedido já a cidadania italiana, e de este país se oferecer para transportar o bebé gratuitamente para um hospital em Roma. Não só o Estado britânico não deixa o bebé sair do hospital e do país, mas também a polícia britânica ameaça perseguir politicamente os cidadãos ingleses que defendam a saída do Alfie de Inglaterra.

Estamos perante a construção política de um novo tipo de fascismo — a que eu chamei, já há alguns anos, de “sinificação” — que surge precisamente do conluio entre a Esquerda local (marxista ou marxizante), por um lado, e a plutocracia internacional, por outro lado.

É neste contexto que devemos compreender a acção política de George Soros, entre outros bilionários e plutocratas. É na construção deste novo tipo de fascismo que participam principalmente o Partido Socialista e o Bloco de Esquerda (e em menor escala o Partido Comunista, mas também o Partido Social Democrata, porque estes dois partidos não se demarcam claramente dessa estratégia).

A génese evolucionária do novo fascismo é a gradual e inexorável erosão do respeito pela irrepetibilidade de cada vida humana — e o Anselmo Borges é parte responsável por essa erosão. As sociedades laicistas da Europa (a Inglaterra, por exemplo) rejeitam hoje as linhas mestras do comportamento e da moral conforme os ensinamentos judeo-cristãos.

Para o Estado britânico, representado neste caso pelos juízes, o poder sobre a vida e morte do pequeno Alfie é estratégica- e politicamente essencial. A recusa de deixar sair o bebé do hospital e do país não é uma simples birra de um qualquer juiz: faz parte de uma estratégia política tendencialmente fascizante controlada pela Esquerda.

G. K. Chesterton escreveu que “a função da Esquerda é fazer asneiras; e a função da Direita é impedir que essas asneiras sejam corrigidas”.

É o que se passa em quase todos os países da Europa: quem controla o processo de sinificação da sociedade é a Esquerda aliada à plutocracia internacional (“uma mão lava a outra”, diz o povo), e a Direita é apenas uma “direitinha” dialéctica e bem comportada que tem como função validar a acção nociva e fascizante da Esquerda. E, segundo o idiota Marcelo Rebelo de Sousa, quem tem dois dedos de testa e não se enquadra nem na Esquerda e nem nessa “direitinha”, é “populista”; e a Catarina Martins diz que é “fassista”.

A legalização da eutanásia em Portugal faz parte deste processo político gradativo de instalação de um novo tipo de totalitarismo que passa pela insensibilização moral do povo através de uma massiva estimulação contraditória (por exemplo, quando se utilizam eufemismos que transformam um mal moral em um bem) que conduzem a uma dissonância cognitiva geral e colectiva.

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Quinta-feira, 22 Março 2018

A polícia britânica perseguindo os heréticos

Filed under: 1984,A vida custa,Esta gente vota,politicamente correcto — O. Braga @ 10:58 am

Sexta-feira, 16 Março 2018

A censura por delito de opinião já é praticada sem vergonha por parte dos globalistas / esquerdistas

Sábado, 3 Fevereiro 2018

A tirania da geringonça

Filed under: 1984,geringonça — O. Braga @ 10:21 am
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Domingo, 24 Setembro 2017

Suspensão de conta no FaceBook

Filed under: 1984,Facebook,feminismo,politicamente correcto — O. Braga @ 1:26 pm

 

A minha conta pessoal no FaceBook foi suspensa porque publiquei a imagem abaixo com a legenda “feminismo”.

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merda-fbComo podem ver, não se trata de uma imagem pornográfica; nem de uma imagem de violência; e trata-se de uma imagem verdadeira, ou seja, não se trata de uma foto-montagem.

Para o FaceBook (e para o Google), dizer a verdade — ou descrever a realidade — é proibido; demonstrar que o feminismo se identifica culturalmente com a Esquerda mais radical, é tabu.

Praticamente já não publico directamente no FaceBook; quase tudo o que aparece na minha conta do FaceBook vem através do Twitter — é o Twitter que se encarrega de publicar no Facebook; e é também o Twitter que se encarrega de publicar no VKontakte.

Eu não coloco em causa a possibilidade ou o direito de o FaceBook suspender contas; o que eu questiono são os motivos ou critérios que podem levar o FaceBook a suspender contas.

Quando o FaceBook pratica censura rasteira e subjectiva (sem critérios objectivos), em relação a publicações que não cabem nas categorias mencionadas na imagem ao lado e que fazem parte das condições de frequência do Facebook — então já entramos no mundo do “1984” de George Orwell.

Terça-feira, 29 Agosto 2017

A explicação da teoria da igualdade do Pedro Tadeu

 

Há um burro (com alvará de inteligente) que escreve no Diário de Notícias que dá pelo nome de Pedro Tadeu e que, neste artigo, coloca em causa o alegado Poder dos homens sobre as mulheres, e dos brancos sobre as outras raças; e, colocando em causa esse (alegado) Poder, ele chega à conclusão de que é legítima (para além de dever ser legal) a restrição (ou mesmo abolição) da liberdade de expressão em nome da “igualdade”.

No entanto, o conceito de “igualdade” diz-nos que os homens, mulheres e as raças — que alegadamente e segundo os igualitaristas radicais, não existemnão são diferentes; e, por isso, esse tal “Poder” tem logicamente que ser ilusório.

Por isso é que (segundo o politicamente correcto que o burro do Tadeu perfilha) os homens que pensam que as mulheres e homens são diferentes, ou aqueles homens que dizem que existem raças, devem ser reprimidos política- e judicialmente, e mesmo despedidos dos seus postos de trabalho, para que não possam deter aquele perigoso Poder que eles, em teoria, não podem de facto ter.

E, o politicamente correcto do burro Tadeu vai mais longe: as acções do marxismo cultural em nome do reforço da “diversidade” (e para além da “igualdade”) — por exemplo, proibindo a livre expressão de opinião, de alguém que diga as raças existem e são diferentes, ou que o homem é diferente da mulher — não é uma manifestação de Poder, porque (alegadamente) o Poder só pode ser detido por aqueles que são contra a “diversidade”.

Sob o “chapéu” da “diversidade”, só encontramos vítimas.

Se não existem diferenças entre pessoas (independentemente da raça e do sexo que, alegadamente, não existem de facto), não é possível distinguir ou diferenciar as pessoas: de facto, os indivíduos (e “indíviduas”) são (alegadamente) intermutáveis; e é por isso que, sob o signo da “diversidade”, devemos então ter que criar novas categorias através das quais o comportamento humano se torna indiferenciado (seja qual for o acto): essas categorias (como sexo e/ou raça) são potencialmente infinitas.

Nenhuma das características de diferenciação humana pode então ter qualquer significado, e qualquer tentativa de categorização dessas características humanas só pode ser levado a cabo por forças reaccionárias contra a “igualdade” e contra a “diversidade”.

E porque não pode haver qualquer diferenciação intrínseca entre o comportamento de um determinado grupo de pessoas em relação a um qualquer outro grupo, os resultados dos comportamentos e das acções são imutáveis e idênticos — uma vez que a “diversidade” esteja a ser aplicada.


“A desigualdade injusta não se cura com igualdade, mas com desigualdade justa.”

Nicolas Gomez Dávila

Segunda-feira, 21 Agosto 2017

Esta é digna do Daniel Oliveira e da Catarina Martins: “o eclipse solar é racista”

 

Segundo uma revista americana, uma professora universitária (de Direito; tinha que ser de Direito) afirma que “o eclipse do Sol é racista” porque não é visto em África.

Já temos concorrência à irracionalidade do Podemos, do Livre e do Bloco de Esquerda.

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Quarta-feira, 2 Agosto 2017

O YouTube já está em 1984 de George Orwell

 

O conhecido professor de psicologia da universidade de Toronto, Jordan B. Peterson, foi bloqueado pelo YouTube que se baseia em um algoritmo matemático para bloquear contas de utentes que pareçam praticar de “crimes de ódio”. Por outras palavras, o YouTube passou a ter computadores que policiam os conteúdos dos vídeos publicados: não se trata de censura humana: trata-se de computadores-polícias. Estamos já em 1984.

 

 

Este tipo de censura já se estendeu ao FaceBook do Fuckerberg e ao Twitter. Trata-se de uma censura que serve os interesses de uma elite plutocrata globalista representada, por exemplo, pelo próprio Fuckerberg, e por George Soros, Bill Gates, Warren Buffet, os Rothschild, Rockefeller, etc., — elite essa que se alia aos caciques regionais e locais representados pela Esquerda em geral [em Portugal, todos os partidos representados no parolamento são de Esquerda].

Existe neste momento uma estranha aliança entre a Esquerda mais radical e a plutocracia globalista; mas, se virmos bem, não é tão estranho como parece, porque se trata de uma divisão consensual de Poder: “uma mão lava a outra”. Não foi por acaso que o “Pauduro” da Venezuela vendeu recentemente a companhia venezuelana de petróleo à Goldman Sachs com 30% de desconto. bannon_facebook_web

Entretanto, face a esta política arbitrária de censura política, o estratega da Casa Branca de Donald Trump, Steve Bannon, classifica o FaceBook, o YouTube, o Google, o Twitter, como “monopólios naturais e, por isso, devem ser regulados pelo Estado americano. E esta tese tem vindo a ganhar uma enorme adesão na opinião pública americana.

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