perspectivas

Domingo, 24 Setembro 2017

Suspensão de conta no FaceBook

Filed under: 1984,Facebook,feminismo,politicamente correcto — O. Braga @ 1:26 pm

 

A minha conta pessoal no FaceBook foi suspensa porque publiquei a imagem abaixo com a legenda “feminismo”.

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merda-fbComo podem ver, não se trata de uma imagem pornográfica; nem de uma imagem de violência; e trata-se de uma imagem verdadeira, ou seja, não se trata de uma foto-montagem.

Para o FaceBook (e para o Google), dizer a verdade — ou descrever a realidade — é proibido; demonstrar que o feminismo se identifica culturalmente com a Esquerda mais radical, é tabu.

Praticamente já não publico directamente no FaceBook; quase tudo o que aparece na minha conta do FaceBook vem através do Twitter — é o Twitter que se encarrega de publicar no Facebook; e é também o Twitter que se encarrega de publicar no VKontakte.

Eu não coloco em causa a possibilidade ou o direito de o FaceBook suspender contas; o que eu questiono são os motivos ou critérios que podem levar o FaceBook a suspender contas.

Quando o FaceBook pratica censura rasteira e subjectiva (sem critérios objectivos), em relação a publicações que não cabem nas categorias mencionadas na imagem ao lado e que fazem parte das condições de frequência do Facebook — então já entramos no mundo do “1984” de George Orwell.

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Terça-feira, 29 Agosto 2017

A explicação da teoria da igualdade do Pedro Tadeu

 

Há um burro (com alvará de inteligente) que escreve no Diário de Notícias que dá pelo nome de Pedro Tadeu e que, neste artigo, coloca em causa o alegado Poder dos homens sobre as mulheres, e dos brancos sobre as outras raças; e, colocando em causa esse (alegado) Poder, ele chega à conclusão de que é legítima (para além de dever ser legal) a restrição (ou mesmo abolição) da liberdade de expressão em nome da “igualdade”.

No entanto, o conceito de “igualdade” diz-nos que os homens, mulheres e as raças — que alegadamente e segundo os igualitaristas radicais, não existemnão são diferentes; e, por isso, esse tal “Poder” tem logicamente que ser ilusório.

Por isso é que (segundo o politicamente correcto que o burro do Tadeu perfilha) os homens que pensam que as mulheres e homens são diferentes, ou aqueles homens que dizem que existem raças, devem ser reprimidos política- e judicialmente, e mesmo despedidos dos seus postos de trabalho, para que não possam deter aquele perigoso Poder que eles, em teoria, não podem de facto ter.

E, o politicamente correcto do burro Tadeu vai mais longe: as acções do marxismo cultural em nome do reforço da “diversidade” (e para além da “igualdade”) — por exemplo, proibindo a livre expressão de opinião, de alguém que diga as raças existem e são diferentes, ou que o homem é diferente da mulher — não é uma manifestação de Poder, porque (alegadamente) o Poder só pode ser detido por aqueles que são contra a “diversidade”.

Sob o “chapéu” da “diversidade”, só encontramos vítimas.

Se não existem diferenças entre pessoas (independentemente da raça e do sexo que, alegadamente, não existem de facto), não é possível distinguir ou diferenciar as pessoas: de facto, os indivíduos (e “indíviduas”) são (alegadamente) intermutáveis; e é por isso que, sob o signo da “diversidade”, devemos então ter que criar novas categorias através das quais o comportamento humano se torna indiferenciado (seja qual for o acto): essas categorias (como sexo e/ou raça) são potencialmente infinitas.

Nenhuma das características de diferenciação humana pode então ter qualquer significado, e qualquer tentativa de categorização dessas características humanas só pode ser levado a cabo por forças reaccionárias contra a “igualdade” e contra a “diversidade”.

E porque não pode haver qualquer diferenciação intrínseca entre o comportamento de um determinado grupo de pessoas em relação a um qualquer outro grupo, os resultados dos comportamentos e das acções são imutáveis e idênticos — uma vez que a “diversidade” esteja a ser aplicada.


“A desigualdade injusta não se cura com igualdade, mas com desigualdade justa.”

Nicolas Gomez Dávila

Segunda-feira, 21 Agosto 2017

Esta é digna do Daniel Oliveira e da Catarina Martins: “o eclipse solar é racista”

 

Segundo uma revista americana, uma professora universitária (de Direito; tinha que ser de Direito) afirma que “o eclipse do Sol é racista” porque não é visto em África.

Já temos concorrência à irracionalidade do Podemos, do Livre e do Bloco de Esquerda.

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Quarta-feira, 2 Agosto 2017

O YouTube já está em 1984 de George Orwell

 

O conhecido professor de psicologia da universidade de Toronto, Jordan B. Peterson, foi bloqueado pelo YouTube que se baseia em um algoritmo matemático para bloquear contas de utentes que pareçam praticar de “crimes de ódio”. Por outras palavras, o YouTube passou a ter computadores que policiam os conteúdos dos vídeos publicados: não se trata de censura humana: trata-se de computadores-polícias. Estamos já em 1984.

 

 

Este tipo de censura já se estendeu ao FaceBook do Fuckerberg e ao Twitter. Trata-se de uma censura que serve os interesses de uma elite plutocrata globalista representada, por exemplo, pelo próprio Fuckerberg, e por George Soros, Bill Gates, Warren Buffet, os Rothschild, Rockefeller, etc., — elite essa que se alia aos caciques regionais e locais representados pela Esquerda em geral [em Portugal, todos os partidos representados no parolamento são de Esquerda].

Existe neste momento uma estranha aliança entre a Esquerda mais radical e a plutocracia globalista; mas, se virmos bem, não é tão estranho como parece, porque se trata de uma divisão consensual de Poder: “uma mão lava a outra”. Não foi por acaso que o “Pauduro” da Venezuela vendeu recentemente a companhia venezuelana de petróleo à Goldman Sachs com 30% de desconto. bannon_facebook_web

Entretanto, face a esta política arbitrária de censura política, o estratega da Casa Branca de Donald Trump, Steve Bannon, classifica o FaceBook, o YouTube, o Google, o Twitter, como “monopólios naturais e, por isso, devem ser regulados pelo Estado americano. E esta tese tem vindo a ganhar uma enorme adesão na opinião pública americana.

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