perspectivas

Sexta-feira, 25 Janeiro 2019

O jornal Observador transformou-se em uma vergonha

Filed under: me®dia,merdia — O. Braga @ 4:21 pm
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Eu nunca acreditei no Observador; mas estava longe de julgar que batesse tão baixo.

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Quinta-feira, 1 Novembro 2018

A censura me®diática levada a cabo pelos “liberais” portugueses

 

Há dias, alguém colocou um artigo meu à discussão em um grupo de “liberais” portugueses no FaceBook, e levei com um chorrilho de asneiras e argumentos ad Hominem. Naturalmente que os burrinhos eram maioritariamente frequentadores do blogue Blasfémias.

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A relação entre os “liberais” portugueses e a Esquerda é uma relação de dependência. Vivem uns em função dos outros; não podem viver uns sem os outros.

protestantism-secularism-communism-webE quando alguém se atreve a não depender ideológica- e emocionalmente de uns e doutros, os “liberais” portugueses actuam em uma lógica corporativista que faz lembrar a Esquerda marxista mais ortodoxa e dogmática.

É neste contexto que surge este artigo de uma luminária “liberal” da nossa praça que dá pelo nome de David Dinis, e um consequente comentário por parte de um indivíduo que dá pelo nome de Henrique Pereira dos Santos.

Devo reconhecer o seguinte: os ditos “liberais” portugueses seguem à risca a agenda política marxista — ou seja, os “liberais” portugueses não passam de um instrumento político do processo revolucionário em curso.

É claro que — ao contrário do que a luminária parece implicar — “normalizar” e “racionalizar” não são a mesma coisa, nem fazem parte de um mesmo processo analítico necessário.

Podemos racionalizar algo que não é passível de normalização (exactamente porque procedemos previamente a um escrutínio da razão). Neste aspecto estou de acordo com o Henrique Pereira dos Santos: não cabe aos gnósticos iluminados da nossa praça (ou seja, à aliança política tácita entre os marxistas e os “liberais”) decidir o que a populaça deve ou não ler, ou deve ou não saber.

A actual ditadura do “regime da rolha” resulta da aliança tácita (não declarada) entre “liberais” e marxistas.

Domingo, 21 Outubro 2018

Os jornalistas do Diário de Notícias deveriam ter vergonha na cara

 

Se há um me®dia que não tem autoridade moral para criticar as "Fake News", é o Diário de Notícias. Este pasquim consegue ser ideologicamente mais puro do que o jornal Púbico.

orange-man-npc-webA ideia que o Diário de Notícias pretende fazer passar é a de as "Fake News" são um fenómeno de direita — o que é absolutamente falso, não só em Portugal como a nível internacional, e a começar pelo próprio Diário de Notícias que é um pasquim que dá prioridade à narrativa em lugar de factos. (ver ficheiro PDF do artigo do Diário de Notícias).

O Diário de Notícias descobriu que circula na Internet uma mentira descarada sobre um relógio de Catarina Martins; e, vai daí, o Diário de Notícias cria "Fake News" alegando que há muitas notícias falsas como esta, oriundas da Direita — o que é falso. “Bem prega o frei Tomás…!” Chama-se a isto “falácia da generalização”.

O Diário de Notícias assenta a sua propaganda “noticiosa” em falácias.

Se olharmos, por exemplo, para o conteúdo do canal esquerdopata americano CNN, verificamos a propaganda política e ideológica diária, e um constante chorrilho de mentiras — como foi o caso das "Fake News" relativas ao juiz Brett Kavanaugh no intuito de impedir a sua eleição para o Supremo Tribunal de Justiça dos Estados Unidos.

A verdade pura e dura é a de que a Esquerda é campeã das "Fake News".

Os jornalistas do Diário de Notícias deveriam ter vergonha na cara, mas cada mentira que eles publicam é considerada uma medalha pelos globalistas plutocratas que os compraram e os controlam.

Sexta-feira, 21 Setembro 2018

O CDS de Assunção Cristas faz parte da estratégia da Geringonça, e tem a função de “amortecedor”

 

feminismo-catolico-cristas-webConcordo, em geral, com um artigo publicado no Observador, relativo à substituição da Procuradora Geral da República, Joana Marquês Vidal, por uma militante comunista do MRPP.

É disto que estamos a falar: da radicalização política da Justiça em Portugal, o que significa uma forte tendência para a judicialização da política. Não me surpreenderia nada que os tribunais passassem, a partir de agora, a substituir esporadicamente o parlamento no acto legislativo.

Em relação ao PSD de Rui Rio, o artigo é claríssimo:

“Foi assim que o Partido Comunista, com os seus sindicatos de funcionários, e o Bloco de Esquerda, com a sua universidade e o seu jornalismo, acabaram na rede – a mesma rede em que um desesperado Rui Rio tenta agora arranjar o seu pequeno lugar.”

Ou seja, o Rui Rio também quer um lugarzinho ao sol da Geringonça. E ¿qual é o papel do CDS da Assunção Cristas?

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O CDS de Assunção Cristas é aparentemente contra a Geringonça (que inclui também o PSD de Rui Rio).

O CDS de Assunção Cristas “amortece”, na opinião pública portuguesa, o impacto do escândalo provocado pelo radicalismo da extrema-esquerda que nos governa.

Neste caso, o “ser contra a Geringonça” é reunir em si a discordância popular em relação à agenda política radical esquerdista que tomou conta da governança e da ruling class  em Portugal.

Assunção-Cristas-webMas esse “ser contra a Geringonça”, por parte do CDS de Assunção Cristas, não oferece alternativas à Geringonça: apenas diz que “é contra a Geringonça” — porque as alternativas à Geringonça (quaisquer que fossem) seriam imediatamente apodadas, pelos me®dia, de “nazis”, “xenófobas”, “homófobas”, “sexistas”, “racistas”, “fassistas”, “nacionalistas”, “patrióticas” e “de extrema-direita”, etc..

Ora, o CDS de Assunção Cristas foge da crítica radical-esquerdista dos me®dia como o diabo da cruz, ou o Maomé foge de um cão. O CDS de Assunção Cristas faz parte da estratégia da Geringonça, e tem a função de “amortecedor”.

O CDS de Assunção Cristas “amortece”, na opinião pública portuguesa, o impacto do escândalo provocado pelo radicalismo da extrema-esquerda que nos governa.

O CDS de Assunção Cristas adopta a Teoria Crítica, mas de sinal inverso: ao criticar sem dar soluções (porque tem medo de assumir quaisquer soluções para não ter a oposição dos me®dia), o CDS da Assunção Cristas apenas vai “trabalhando” para uma postura de resignação da população que não concorda com o radicalismo da Geringonça — nomeadamente, os católicos.

Quando o CDS da Assunção Cristas critica a Geringonça sem dar soluções reais para os problemas (porque tem medo de assumir as soluções que são óbvias!), a população que não concorda com a Geringonça acaba por se resignar, baixar os braços, e habituar-se ao autoritarismo suave imposto ao país pela aliança política entre António Costa, Catarina Martins, Jerónimo de Sousa e Rui Rio.

O CDS de Assunção Cristas faz parte do problema, e não da solução !

Sábado, 1 Setembro 2018

A política nos me®dia

Filed under: comunicação social,Maçonaria,me®dia,merdia,Política — O. Braga @ 11:39 am

 

tv_propaganda-web« O que há nas nossas (salvo seja) televisões não é política. É propaganda do “sistema”, tão solícita que envergonharia o “sistema” caso este tivesse pingo de vergonha.

É prestação de serviços, disfarçada de “objectividade”, às espectaculares figuras que mandam nisto. É um interminável rol de “comentadores” indignos de comentário.

É o descaramento dos “debates” desprovidos de contraponto ou decoro.

Às vezes, arrisca-se breve incursão por temas “internacionais”, espaço reservado à condenação do sr. Trump e das “mudanças climáticas”, fora outros desabafos assim profundos.

Para escrever sobre política, meus caros, é vital ignorar aquilo que as televisões vendem no lugar da política: uma feira de horrores sem o bálsamo do cuspidor de fogo ou, se não incluirmos certas activistas, da mulher barbuda.»

O fim da televisão (O Homem-a-dias)

Sábado, 25 Agosto 2018

O Diário de Notícias é uma vergonha escandalosa

 

O Diário de Notícias é o exemplo do que o jornalismo não deve ser.

Eu, que não sou jornalista, tenho uma preocupação mínima em verificar a veracidade das fontes de notícias que publico aqui; e, por maioria de razão, um jornalista deveria ter muito mais cuidado com as fontes do que eu.

Vemos aqui uma “notícia” do Diário de Notícias segundo a qual “Bolsonaro defende a esterilização dos pobres no Brasil”. A “notícia” teve a sua origem em um blogue brasileiro de Esquerda (pasme-se!, em um blogue!) e rapidamente alastrou como fogo em palheiro esquerdista.

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¿Verificar a veracidade da notícia? ¿Para quê? O que interessa é fazer do jornalismo um meio de propaganda política!

Vemos aqui em baixo um vídeo que esclarece a “notícia”.

 

O Diário de Notícias é uma vergonha. Em um país (como é Portugal), em que um jornal economicamente deficitário não fosse subsidiado por empresas privadas que dependem directamente dos favores do Estado, o Diário de Notícias já teria ido à falência.

Sábado, 18 Agosto 2018

O racismo dos jornais esquerdistas ocidentais

Filed under: comunicação social,me®dia,merdia — O. Braga @ 11:05 am

 

Os me®dia ocidentais da esquerda : “tudo o que é branco tem que ser exterminado!” E depois, quem reage a isto é apodado de “racista”!

 

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Sexta-feira, 17 Agosto 2018

O jornal Púbico é uma anedota (¿aquela pocilga ainda não fechou?!)

 

“O PÚBLICO continuará a ser o lugar onde todas as opiniões cabem, excepto as que promovam valores atentatórios ao nosso estatuto editorial, sejam o racismo, a xenofobia, a homofobia ou a apologia da violência.”

Os compromissos da Direcção Editorial


O anti-racismo fica muito bem ao jornal Púbico, mas nunca vi nesse pasquim uma só notícia sobre o racismo negro na África do Sul e acerca do ostracismo em relação aos brancos neste país (por exemplo, quando existe agora um partido político reservado exclusivamente a negros).

Ou seja, quando se trata de discriminar os brancos, o jornal Púbico é racista.

Em relação à “apologia da violência”: é crime. O incitamento público à violência é punível pelo Código Penal. Portanto, era o que faltava que o jornal Púbico não cumprisse a lei…

Em relação à xenofobia, parece que existe uma xenofobia boa e outra má; a má é a xenofobia portuguesa, porque, por exemplo, as xenofobias moçambicana e/ou sul-africana são silenciadas pelos me®dia, a xenofobia chinesa é tabu me®diático, e ninguém fala da xenofobia japonesa. O que convém ao jornal Púbico é seguir à risca as ordens dos plutocratas globalistas contra qualquer resquício da pátria portuguesa. E, portanto, tudo o que mexe é xenófobo.

Quanto à “homofobia”, até hoje não encontrei uma definição real do conceito. Se ser contra a homofobia é ser homófilo, convém então que todo o corpo redactorial do jornal público venha a terreiro revelar que “saiu do armário”.

Domingo, 12 Agosto 2018

Jeff Deist: o perigo do “Complexo Industrial Dos Me®dia”

Filed under: Facebook,Google,me®dia,merdia,Twitter — O. Braga @ 3:28 pm

 

Jeff Deist é o actual presidente do Instituto Von Mises, e um libertário.

Contudo, neste vídeo, Deist reconhece que ele próprio coloca em dúvida as suas próprias convicções libertárias, quando se verifica a censura política enviesada levada a cabo actualmente por empresas privadas como o FaceBook, o Twitter, o Google, etc..

Ou seja, segundo Deist, hoje vemos as empresas privadas, ligadas aos me®dia e à Internet, em conluio com os Estados, ou seja, o “Complexo Industrial Dos Me®dia” que cria uma elite tecnológica que não tem Poder através dos votos, mas antes assume o Poder através dos meios à sua disposição, e criam um Poder anti-democrático.

 

Hoje, quem gosta de Portugal e da sua História, é classificado de “fassista”

 

Podemos inferir deste artigo no Diário de Notícias (escrito por uma jornaleira de seu nome Valentina Marcelino) que todas as pessoas que se preocupam com o futuro do seu povo e com a preservação da sua cultura, são fassistas.

Ou seja, parece que existe um movimento político-cultural dirigido e conduzido pelas elites políticas (mormente pela maçonaria) no sentido de estigmatizar as pátrias e quem as defende.

Os portugueses têm o direito de defender, nomeadamente através do voto, os valores da preservação da sua nação e da sua cultura.

O que as elites (proprietárias do actual sistema político coordenado pela maçonaria) pretendem é destruir, na cultura antropológica portuguesa, os valores da pátria, da nação, e da Portugalidade. Trata-se de uma agenda política radical de anulação da História e da Nação portuguesas, dentro de uma lógica de alienação e submissão ao leviatão da União Europeia. E quem não concorde com esta agenda política, é catalogado de fassista (para além de xenófobo, homófobo, transfobo, sexista, misógino, e toda uma panóplia de adjectivos amigáveis).

Existe hoje uma certa elite política radical que apelida a maioria do povo de “fassista”.

Para essa elite, o povo é fassista, e tem que ser substituído por outro povo com um QI inferior a 80. Pretendem construir um país de uma espécie de símios, onde eles (os da elite) seja senhores absolutos e totalitários.

Em nome do combate à chamada “extrema-direita”, a elite política (vendida e controlada pela plutocracia globalista, entre muitos outros, por George Soros) mete tudo no mesmo saco e classifica qualquer patriota português de “fassista”. Todos os patriotas passam a ser “fassistas”, e através da espiral do silêncio promovida pelos me®dia (como é o caso do artigo em causa), os patriotas portugueses calam-se e permitem o esventrar da pátria que os canalhas que nos governam promovem.

Terça-feira, 7 Agosto 2018

A liberdade na Internet tem vindo a ser controlada, em nome da liberdade

Filed under: internet,liberdade,me®dia,merdia — O. Braga @ 6:23 pm

 

Os motores de busca (Google, Twingly, Yahoo, etc.), já não mostram os blogues em uma categoria própria, como aconteceu até 2014.

A blogosfera tem vindo a desaparecer dos motores de busca na Internet; e o mesmo acontece com os Wikis (as enciclopédias online), com excepção da Wikipédia cuja liberdade (como sabemos bem) está fortemente controlada.

O conceito de “blogue” tem vindo a tornar-se difuso, perdendo a sua importância à medida que os motores busca, em um esforço claramente concertado, passaram todos a ignorar os blogues mais importantes, e concentraram-se na “informação” controlada dos me®dia, e nas redes sociais (FaceBook, Instagram, YouTube, Twitter, etc.).

Este ostracismo dos blogues, por parte dos motores de busca, faz parte de uma estratégia de controlo da liberdade — porque, segundo as “elites” progressistas de Silicon Valley (onde estão sitiadas empresas como a Google, FaceBook, Twitter, Yahoo, Apple, Microsoft, etc.), a liberdade corre o risco de andar por aí à solta, descontrolada e desbragada! Ora, isso não pode acontecer, porque (segundo as elites progressistas) a liberdade à solta é muito perigosa…! Para as elites progressistas, a liberdade à solta é um veneno…

Por isso, o grémio dos donos da Internet já chegou a uma conclusão: é preciso controlar a liberdade.

É neste contexto, de controlo da liberdade, que o conhecido teórico da conspiração Alex Jones foi expulso do Facebook, do Instagram, do YouTube, da Apple, do Spotify — e tudo isto aconteceu esta semana e em um espaço temporal de 12 horas. A acção concertada do grémio dos donos da Internet contra Alex Jones teve como justificação o alegado “discurso de ódio” que, como sabemos, é um critério subjectivo: o “discurso de ódio” é tudo aquilo que cada um quiser. Ou seja, o Alex Jones é banido das principais redes sociais, em apenas 12 horas, por critérios puramente subjectivos.

O problema é outro: Alex Jones apoia Donald Trump, e há eleições intercalares este ano nos Estados Unidos.

Portanto, o “discurso de ódio” é uma desculpa genial: seja o que for que se diga, pode ser sempre considerado “discurso de ódio”, e justifica-se sempre o controlo da liberdade (não se diz “censura”: é mais correcto dizer “controlo da liberdade”).

Eu não era cliente da informação do Alex Jones, e portanto não me faz falta; mas os donos da Internet abriram um precedente muito perigoso, que pode até justificar a intervenção do governo americano nas empresas privadas do grémio da Internet, no sentido de impedir o enviesamento ideológico e favorecimento político em relação à Esquerda “progressista e socialista” nos Estados Unidos.

Quinta-feira, 2 Agosto 2018

Um filho-de-puta chamado Fernandes

 

Ele há um filho-de-puta que se diz “jornalista” e de seu nome Fernandes. Um filho-de-puta que diz do brasileiro Bolsonaro o que o Maomé não diria do toucinho, mas que se cala em relação ao Maduro da Venezuela — um filho-de-puta vesgo e esquerdista que dá o péssimo nome aos me®dia.

É por causa de filhos-de-puta daquela dimensão — aqui, como no Brasil — que muita gente apoia o Bolsonaro: porque a dicotomia não é falsa: há realmente que escolher entre marxistas, por um lado, e os “bolsonaros” desta vida, por outro lado.

Para o filho-de-puta do Fernandes, é preferível um Maduro ao Bolsonaro. Se o Maduro é homófobo, ou não, não lhe vem ao caso: o que lhe interessa é que “o Bolsonaro é homófobo”. Naturalmente que o filho-de-puta do Fernandes não é homófobo: deve ter a peida em pior estado do que o chapéu de um pobre…! (Ainda hoje estou à espera de uma definição de “homofobia”).

Caro leitor: não há outra forma de lidar com filhos-de-puta da laia do Fernandes, senão “chamar o boi pelo seu (dele) nome”, e dizer o que ele é: um filho de uma grandessíssima alternadíssima. Gente dessa laia deve ser banida do jornalismo, da mesma forma que esse tipo de gente pretende banir da política as pessoas com quem não concorda.

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