perspectivas

Quinta-feira, 7 Dezembro 2017

Donald Trump e a mudança da embaixada dos Estados Unidos de Telavive para Jerusalém

Filed under: me®dia,merdia,comunicação social,Donald Trump,Israel — O. Braga @ 7:01 pm

 

A merda dos me®dia andam a dizer que Donald Trump mudou a capital de Israel de Telavive para Jerusalém — e as pessoas acreditam na merda dos me®dia que temos!

O que aconteceu foi que os Estados Unidos de Donald Trump mudaram a embaixada dos Estados Unidos de Telavive para Jerusalém, o que é coisa muito diferente. Outros países já seguiram o exemplo dos Estados Unidos, como por exemplo a República Checa. Qualquer país pode mudar a cidade de embaixada dentro de um país sem que a capital desse país mude.

Temos aqui em baixo uma imagem de uma moeda que foi cunhada há 1.949 anos. Repito: há mil novecentos e quarenta e nove anos. Na cara da moeda vemos escrito “Shekel de Israel” (Shekel é o nome da moeda israelita), e na coroa da moeda vemos escrito Jerusalém Sagrada” em hebreu básico.

Ora, há 1.949 anos ainda não tinha nascido o Maomé (nem havia Maomerdas), e os palestinianos eram todos judeus sob o jugo do império romano. ¿Entenderam?!, ¿ou precisam que eu faça um desenho…?

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Segunda-feira, 20 Novembro 2017

O cara-de-assobio do Diário de Notícias e o branqueamento do comportamento esquerdista

Filed under: Diário de Notícias,Ferreira Fernandes,me®dia,merdia — O. Braga @ 6:04 pm

 

O cara-de-cu que escreve no Diário de Notícias branqueia o comportamento de assédio sexual de esquerdistas americanos como, por exemplo, o senador Al Franken, o bilionário produtor de Hollywood que dá pelo nome de Weinstein, Louis CK, e outros esquerdalhos (ver a lista).

Quando a Esquerda faz merda em barda, a Direita fica automaticamente “desculpada”.

Domingo, 19 Novembro 2017

A filha-da-putice do Leopildo do Diário de Notícias

 

O Leopoldo, no Diário de Notícias, faz-nos aqui um apelo pungente em relação aos islâmicos Rohingya. Mas jamais veremos o Leopildo fazer qualquer referência, por exemplo, em relação aos cristãos do Oriente Médio; ou em relação aos hindus que os Rohingya massacraram sistematicamente.

¿E por quê? Porque o Leonardo é um filho-de-puta: já nasceu assim e nada há a fazer, é um caso perdido.

Terça-feira, 7 Novembro 2017

Ferreira Fernandes, um calhau com dois olhos

 

A CNN manipula imagens de Donald Trump, mostrando apenas aquelas que interessam para denegrir a pessoa do actual presidente dos Estados Unidos.

E ¿o que faz este filho-de-puta que escrevinha no Diário de Notícias?

Ele não critica as notícias falsas da CNN; pelo contrário, a grande besta atira para Donald Trump o ónus da culpa da falsa informação dos me®dia a que ele próprio pertence.

Com “jornalistas” destes, justifica-se a censura.

 

Quarta-feira, 1 Novembro 2017

As elites actuais negam que a Natureza Humana seja universal e imutável

O sistema político coloca jovenzinhos a defender o indefensável; são os novos jornaleiros dos me®dia, totalmente manipulados pela ilusão da falácia ad Novitatem segundo a qual “tudo o que é novo é melhor do que é velho”. O jornalismo actual vive da ignorância, como é o caso, por exemplo, desta Marta F. Reis; e quanto mais ignorante e estúpido, melhor é o jornaleiro de serviço.

E depois temos gente radicalmente venenosa, como é o caso do João Semedo (Bloco de Esquerda); e tecnocratas ignorantes que assaltam o Poder, como é o caso de Rui Rio (Partido Social Democrata). Gentalha desta espécie representa o Poder globalista que determina os rabiscos do jornalismo ignorante da laia da Marta F. Reis(more…)

Quarta-feira, 25 Outubro 2017

Cornudos de Portugal: uni-vos !

 

ferreira-fernandes-webHá três dias que o Diário de Notícias abre editoriais com o caso do juiz Neto Moura.

Os me®dia não perdoam ao juiz ter invocado o Antigo Testamento bíblico para criticar o adultério — como é o caso da caricatura de si próprio que é o jornaleiro Ferreira Fernandes.

Até o Marcelo Rebelo de Sousa, talvez o maior cornudo do regime, já botou faladura nos me®dia acerca do caso do juiz Neto Moura.

A julgar pelo mentecapto Ferreira Fernandes, o adultério “virou” virtude, e ser chifrudo passou a ser qualidade de um cidadão de primeira classe que se preze como tal (ele lá sabe da vida dele, ou das filhas que tem).

Ele há homens que têm as putas que merecem, e o Fernandes lá terá as dele.


Ninguém (nos me®dia, na política, o Marcello ramado, a ministra da justiça, etc.) questiona a qualidade da lei. Não. A lei não interessa. O que interessa é condenar à forca o juiz que se serviu do Antigo Testamento para criticar o adultério; então, ¿faxisto?!

Quando o tribunal de primeira instância condenou um homem que agrediu alguém (não interessa se a vítima é homem ou mulher) com uma moca com pregos (e sem ser em legítima defesa!), colocou em risco a vida da vítima. E, por isso, a lei deveria ser diferente daquela que existe, e esse homem deveria apanhar pena de prisão efectiva. Uma coisa é dar umas lambadas; outra coisa é utilizar uma moca com pregos.

Ora, seria isto que o chavelhudo Ferreira Fernandes deveria abordar em editorial do Diário de Notícias. Em vez disso, a criatura ficou escandalizada porque o juiz citou o Antigo Testamento…!

Terça-feira, 24 Outubro 2017

A histeria me(r)diática acerca do caso da Maria Madalena que levou porrada do amante e do ex-marido

 

Vemos uma história extraordinária de uma mulher que levou porrada do ex-marido com a ajuda do amante dela. A história é extraordinária exactamente por isso: amante e ex-marido colaboram na ensaboadela à referida mulher (vamos chamar-lhe “Maria Madalena”). Ela deve ser um bom traste.

Não liguei muito à história até que ouvi a Graça Franco, na Rádio Renascença, a perorar à moda das esganiçadas do Bloco de Esquerda.


A pergunta que se deve fazer é a seguinte: ¿a aplicação da lei foi correcta? Resposta: sim.

O tribunal de primeira instância aplicou correctamente a lei, segundo o Artº 146 § a) do Código Penal que dá pena de prisão até dois anos ou pena de multa, referindo-se às circunstâncias expostas no Artº 133 e no contexto dos factos definido pelo Artº 144.

Normalmente, e não é só neste caso, quando a pena é inferior a três anos e o réu não é reincidente, o juiz dá pena suspensa. Foi o que aconteceu neste caso do ex-marido da Maria Madalena. Mas a sanha feminazi quer sangue.

Os incendiários, por exemplo, que são responsáveis pela morte de dezenas de pessoas, apanham pena suspensa de acordo com a merda da lei que temos; mas as putas e os putos que povoam os nossos me®dia queriam que o ex-marido da Maria Madalena sofresse as consequências de uma lei que não existe.

Portanto, já vimos que, no caso da Maria Madalena, a lei foi aplicada correctamente — embora seja discutível se a lei é correcta; mas isto é outro assunto.

O que aborreceu a Graça Franco, as putas e os putos dos me®dia, e as esganiçadas do Bloco de Esquerda, foram os juízos de valor acerca do adultério feitos pelos juízes do tribunal da Relação do Porto. A opinião do putedo e do panascal é a de que os juízes se devem abster de juízos de valor, excepto se esses juízos de valor forem ao encontro da opinião deles.

Ou a Rádio Renascença já não se distingue da TSF, ou a Graça Franco precisa de emigrar para outras paragens.

Os juízes são livres de emitir juízos de valor, desde que a lei seja aplicada correctamente.

Uma vez, um juiz comunista disse-me que “o roubo é apenas transferência de propriedade”, e que, por isso, “o roubo não tem grande mal”. Eu não gostei desse juízo de valor, mas caguei nele e no juiz. O que me interessa saber é se a lei se aplicou de forma correcta. Podemos questionar se a lei é mais ou menos permissiva; mas isso é assunto que compete ao paralamento alterar, e não aos juízes.

Terça-feira, 29 Agosto 2017

A explicação da teoria da igualdade do Pedro Tadeu

 

Há um burro (com alvará de inteligente) que escreve no Diário de Notícias que dá pelo nome de Pedro Tadeu e que, neste artigo, coloca em causa o alegado Poder dos homens sobre as mulheres, e dos brancos sobre as outras raças; e, colocando em causa esse (alegado) Poder, ele chega à conclusão de que é legítima (para além de dever ser legal) a restrição (ou mesmo abolição) da liberdade de expressão em nome da “igualdade”.

No entanto, o conceito de “igualdade” diz-nos que os homens, mulheres e as raças — que alegadamente e segundo os igualitaristas radicais, não existemnão são diferentes; e, por isso, esse tal “Poder” tem logicamente que ser ilusório.

Por isso é que (segundo o politicamente correcto que o burro do Tadeu perfilha) os homens que pensam que as mulheres e homens são diferentes, ou aqueles homens que dizem que existem raças, devem ser reprimidos política- e judicialmente, e mesmo despedidos dos seus postos de trabalho, para que não possam deter aquele perigoso Poder que eles, em teoria, não podem de facto ter.

E, o politicamente correcto do burro Tadeu vai mais longe: as acções do marxismo cultural em nome do reforço da “diversidade” (e para além da “igualdade”) — por exemplo, proibindo a livre expressão de opinião, de alguém que diga as raças existem e são diferentes, ou que o homem é diferente da mulher — não é uma manifestação de Poder, porque (alegadamente) o Poder só pode ser detido por aqueles que são contra a “diversidade”.

Sob o “chapéu” da “diversidade”, só encontramos vítimas.

Se não existem diferenças entre pessoas (independentemente da raça e do sexo que, alegadamente, não existem de facto), não é possível distinguir ou diferenciar as pessoas: de facto, os indivíduos (e “indíviduas”) são (alegadamente) intermutáveis; e é por isso que, sob o signo da “diversidade”, devemos então ter que criar novas categorias através das quais o comportamento humano se torna indiferenciado (seja qual for o acto): essas categorias (como sexo e/ou raça) são potencialmente infinitas.

Nenhuma das características de diferenciação humana pode então ter qualquer significado, e qualquer tentativa de categorização dessas características humanas só pode ser levado a cabo por forças reaccionárias contra a “igualdade” e contra a “diversidade”.

E porque não pode haver qualquer diferenciação intrínseca entre o comportamento de um determinado grupo de pessoas em relação a um qualquer outro grupo, os resultados dos comportamentos e das acções são imutáveis e idênticos — uma vez que a “diversidade” esteja a ser aplicada.


“A desigualdade injusta não se cura com igualdade, mas com desigualdade justa.”

Nicolas Gomez Dávila

Terça-feira, 22 Agosto 2017

Ó burrinhos dos me®dia!: digam a verdade acerca de Donald Trump

 

margaret-sanger-kkk-webHá um burrinho (coitadinho!) que dá pelo nome de Edward Luce e que escreve no Diário de Notícias (¿onde mais poderia ser?):

“Ao dispensar protecção aos neonazis locais, o comandante-em-chefe da América está a ajudar a ideologia mais mortífera da história. O facto de o presidente dos EUA não compreender isto – ou pior, saber isto, mas não se importar – é uma mera questão académica. O Ku Klux Klan e simpatizantes mal podem acreditar na sua sorte. Trump é Trump. A questão é saber o que o Partido Republicano tenciona fazer com ele.”

Ora, o burro, para além de ser burrinho, é mentiroso — porque Donald Trump criticou a violência dos chamados “neonazis”, e também criticou a violência da extrema-esquerda. O burrinho é aldrabão.

Não é porque os burrinhos mentem nos jornais que vão influenciar o povo português, porque o povo está se cagando (nomeadamente) para os burros que escrevem no Diário de Notícias.

E quanto ao povo americano: se os me®dia americanos continuam nesta senda de maledicência mentirosa, Donald Trump tem a vitória garantida em 2020.

Finalmente: o esclavagismo, o racismo, o eugenismo, nos Estados Unidos, são heranças culturais da Esquerda americana representada pelo Partido Democrático.

A Esquerda americana tem uma longa história de apoio político à escravatura, apoio ao racismo e ao eugenismo (por exemplo, por intermédio de Margaret Sanger, que foi uma apaixonada apoiante do Partido Democrático e do Ku Klux Klan).

Quinta-feira, 17 Agosto 2017

O Diário de Notícias parece o PRAVDA, da União Soviética

 

O que se faz no Diário de Notícias não é jornalismo: aquilo parece um blogue da Esquerda radical.

Por exemplo, uma tal jornaleira Ana Meireles diz que não existe violência de esquerda nos Estados Unidos: a violência, segundo ela, é monopólio dos “neonazis” que, para ela, é a mesma coisa que Direita Alternativa.

Segundo o Diário de Notícias e a jornaleira Ana Meireles:

Estes são apenas uns poucos exemplos de dezenas de incidentes e de acções violentas perpetradas pela Esquerda americana nos últimos seis meses.

Hoje, o Diário de Notícias é uma espécie de órgão oficial da extrema-esquerda em Portugal.

 

A acção pacífica da Esquerda em Berkeley

Terça-feira, 15 Agosto 2017

Os me®dia apoiam claramente (e sem vergonha) o totalitarismo da extrema-esquerda marxista

Filed under: comunicação social,Diário de Notícias,me®dia,merdia — O. Braga @ 10:22 am

 

Deixei de ler o jornal Público, e aconselho os leitores a deixar de o ler; que seja o Belmiro de Azevedo a pagar os prejuízos de um jornal marxista. O semanário SOL, que tinha uma linha editorial moderada, também descambou para a Esquerda e deixei de o ler.

Agora temos o Diário de Notícias: desde que o Leonídio Leonardo Leopoldo Leopildo tomou conta do jornal (o que coincidiu com o despedimento do jornalista Alberto Gonçalves), que a linha editorial do Diário de Notícias passou a ser nitidamente marxista — como podemos ver neste editorial asinino de um tal Pedro Tadeu que compara (coloca no mesmo nível) crimes de colarinho branco, por um lado, e (por exemplo), por outro lado, os assassinatos em massa que uma bomba islâmica pode causar. Para o Tadeu, uma vigarice financeira é um crime que está na mesma categoria de um assassínio, por exemplo. É com esta merda de jornalismo que temos que conviver.


E reparem neste anúncio de notícia :

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pnr-logo-webDá a impressão de que não existe extrema-esquerda marxista nos Estados Unidos; a notícia ignora que as vítimas da “marcha da extrema-direita” estão directamente ligadas a uma marcha ilegal da extrema-esquerda marxista que ocorreu na mesma cidade. Ou seja, para o Diário de Notícias, a extrema-esquerda marxista é hoje o “centro político” de um qualquer país. É com este tipo de cavalgaduras letradas que estamos a lidar.

Quanto mais os me®dia escamoteiam a crítica à extrema-esquerda marxista (como acontece em Portugal, por exemplo com o branqueamento político do Bloco de Esquerda) → mais a chamada “extrema-direita” se vai fortalecendo — porque, perante uma percepção (verdadeira ou falsa: ver o que significa “espiral do silêncio”) do avanço político da extrema-esquerda, os libertários e conservadores tendem a encostar-se àquilo a que se convencionou chamar de “extrema-direita neonazi” — porque, por exemplo, para um libertário, o marxismo é o pior dos mundos.

Portanto, são os próprios me®dia e a extrema-esquerda que alimentam o crescimento dos grupos radicais daquilo a se chamam “neonazis” — como se os nacionais-socialistas (os nazis) não fossem socialistas.


Por fim, o Diário de Notícias, ao mesmo tempo que faz de conta que extrema-esquerda marxista não existe, confunde propositadamente o chamado Alt-right (ou Direita Alternativa) com o Ku Klux Klan e com o chamado “neonazismo”. Mete tudo no mesmo saco. Para o Diário de Notícias, um católico ortodoxo é um “fascista”, por exemplo; para o Diário de Notícias, não existe qualquer diferença entre o Cardeal Burke e o Goebbels; e o Donald Trump é o diabo em pessoa, não se distinguindo do próprio Hitler.

Por estas e por outras é que coloco seriamente a hipótese de votar no PNR (Partido Nacional Renovador) nas próximas eleições → porque a verdade é que o marxismo matou muitíssimo mais pessoas inocentes do que o nazismo. Entre o Bloco de Esquerda ou/e o Partido Comunista, por um lado, e o PNR (Partido Nacional Renovador), por outro lado, então que venha daí o PNR (Partido Nacional Renovador).

 


Nota: o governo da extrema-esquerda liderado por António Costa ignora o parecer da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) e autoriza a captação e gravação de som através dos sistemas de videovigilância operados pela polícia. Se fosse o governo de Passos Coelho a fazer isto, tínhamos o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista aos berros na rua.

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Quinta-feira, 27 Julho 2017

¿Como é possível o Sardica escrever no sítio da Rádio Renascença?

 

Um tal Sardica escreve no sítio da Rádio Renascença utilizando argumentos ad Hominem contra o André Ventura. Hoje parece estar na moda ir buscar a história de vida inteira de um indivíduo para justificar a crítica a uma única frase dele.

Por exemplo: eu não concordo com uma declaração de Fulano; e vou vasculhar a vida privada dele, descobrir que ele é cornudo, que o pai dele era bastardo, que a mãe fazia bolos para fora, que a irmã frequenta o Bairro Alto até altas horas, etc., — para que possa, com maior autoridade de direito, fazer a crítica ideológica à declaração do Fulano em relação à qual eu não concordo. É o que faz o Sardica em relação ao André Ventura e às suas declarações acerca dos ciganos em geral.

Eu quero lá saber se o Ventura participava em programas de televisão, ou não. O que me interessa saber é se ele tem ou não razão quando diz que “os ciganos se sentem acima da lei” e que “vivem à custa do Estado”.

Ir buscar a vida privada do homem para criticar uma pequena declaração dele, só lembra ao Sardica.

E são as luminárias do estilo Sardica, que se julgam os donos da “democracia boa”, que justificam a lei a rolha e a repressão da liberdade de expressão — quando eles não se concentram nas ideias e preferem falar de pessoas e das suas vidinhas.

Não contente com a utilização da falácia lógica ad Hominem, o Sardica passa a seguir ao ataque ignorando o conceito de juízo universal. Diz ele que “também há brancos de classe média delinquentes, e devemos falar deles”. Ou seja: de forma implícita, a existência de “brancos de classe média delinquentes” justifica que “os ciganos se sintam acima da lei” (falácia Tu Quoque).

Diz o Sardica (como todos os idiotas da elite nacional) que as declarações do Ventura sobre os ciganos foram “infelizes”. Mas então não se percebe por que razão continuam a malhar em ferro frio em relação a essas declarações: se são “infelizes”, se não são pertinentes, se não têm razão de ser, então que não se fale mais delas.

Por um lado, o Sardica critica a “infelicidade” da liberdade de expressão do Ventura e do dr. Gentil Martins; mas por outro lado, o Sardica critica o politicamente correcto. Ou seja, o Sardica critica uma coisa e, simultaneamente, o seu contrário.

Esta Rádio Renascença está na linha do CDS/PP de Assunção Cristas: não é carne nem é peixe. E, com jeitinho, ainda iremos ver o Daniel Oliveira como director da Rádio Renascença; é apenas uma questão de “evolução”.

Escreve a avantesma:

“Ao exagero de linguagem de André Ventura ou de Gentil Martins (e note-se que só para este efeito os coloco lado a lado…), responde-se com o zelo pidesco da criminalização da opinião alheia; a diferença torna-se, em algumas mentes, um verdadeiro delito de opinião.”

Mas ¿o Ventura “exagerou” em alguma coisa?! Sejamos honestos: o que ele disse é verdade! ¿E o dr. Gentil Martins mentiu quando disse que “a homossexualidade é uma anomalia”?! ¿Por que é que o Sardica escreve no sítio da Rádio Renascença?

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