perspectivas

Quinta-feira, 1 Dezembro 2022

Esperemos que a Isabel Moreira viva muitos anos, para que o povo a leve a tribunal

Filed under: eutanásia,Isabel Moreira — O. Braga @ 10:37 am

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Quarta-feira, 19 Outubro 2022

Para memória futura: os principais responsáveis pela implementação da Ideologia de Género nas escolas portuguesas

isabel moreira costa os homens podem engravidar web

Isabel Moreira, Eurico Brilhante Dias, Miguel Costa Matos, Edite Estrela, Pedro Delgado Alves, Porfírio Silva, Susana Amador, Alexandre Quintanilha, Alexandra Leitão, Maria Begonha, Carla Sousa, Miguel Rodrigues, Eunice Pratas, Eduardo Alves, Francisco Dinis, Tiago Soares Monteiro, Joana Sá Pereira, Pedro Anastácio, Lúcia Araújo Silva, Anabela Real, Paulo Araújo Correia, Rosa Venâncio, Marta Freitas, Francisco Oliveira, Rosário Gamboa, Patrícia Faro, Catarina Lobo, Pompeu Martins, Palmira Maciel, Ana Isabel Santos, Maria João Castro.

meninas nas escolas web

Lista daqui.

Serão julgados como criminosos; ou pela História, ou pelos tribunais.

Terça-feira, 23 Agosto 2022

A Isabel Moreira, e a “presidenta” da república em “top-less”

Filed under: Isabel Moreira,liberalismo,Marcelo Rebelo de Sousa — O. Braga @ 10:09 pm

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O liberal, em primeiro lugar, degrada o valor dos símbolos (neste caso concreto: degrada-se o valor do símbolo do Chefe de Estado); para depois poder nivelar por baixo.

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“Onde o terrorismo e a pornografia prosperam, o liberal rende-lhes homenagem em nome da liberdade de consciência.”Nicolás Gómez Dávila

Terça-feira, 26 Julho 2022

A lei de Antígona, contra os excessos do Direito Positivo da Isabel Moreira

Filed under: direito natural,direito positivo,família,Isabel Moreira — O. Braga @ 9:10 pm

AIsabel Moreira escreveu que o Direito Positivo deve serantinatural, felizmente (ler em ficheiro PDF). Ou seja, a Isabel Moreira defende a ideia segundo a qual o Direito Positivo deve ser, não só uma recusa do Direito Natural, mas o Direito Positivo deve assumir (“felizmente”, diz ela) uma posição contra o  Direito Natural.

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Pergunto-me como foi possível a Isabel Moreira alcandorar-se ao estatuto de “constitucionalista” quando defende aberta- e publicamente a ideia segundo a qual “o Direito Positivo deve ser antinatural, felizmente”.

Se é verdade que o Direito Positivo não se pode fundar sobre o facto [entendido aqui como “dado constatável e verificável pela experiência”], temos que reconhecer que os factos (da Natureza) nos impõem o Direito Positivo.

Não se trata, aqui, de vermos a Natureza como um modelo do Direito, mas de estabelecer que, imaginados sem sociedade e sem lei, os homens seriam obrigados a instaurar o Direito.

Para Hobbes, por exemplo, é devido à lei da natureza (jusnaturalismo) que se proíbe às pessoas de procederem à destruição da vida; embora o Direito Positivo tenha sido instituído para corrigir as assimetrias próprias da Natureza [por exemplo, as assimetrias gritantes (equidade) nas relações de força entre os seres humanos], também se torna possível reclamar-se do Direito Natural para combater os excessos do Direito Positivo: o Direito Natural rectifica o “facto”, falsamente assumido pelo Direito Positivo.

Se é verdade que não devemos reduzir o Direito aos simples comandos da Natureza (ao Direito Natural), também é verdade que o Direito Positivo não elimina o problema de saber o que funda o Direito (o problema dos princípios metajurídicos do Direito Positivo) — a não ser correndo o risco de reduzir a norma ao facto (que é o que faz a Isabel Moreira) e de se reduzir à lógica interna (e muitas vezes perversa) do Direito Positivo.

A Isabel Moreira recusa qualquer direito a Antígona, apoiando assim o rei Creonte incondicionalmentea “Esquerda” que apoia os poderosos) — a não ser que a Antígona seja a própria Isabel Moreira: neste caso, todos os direitos, de todos os outros, são anulados face ao narcisismo patológico da criatura.

Sexta-feira, 17 Junho 2022

Para que toda a gente saiba o que é a Isabel Moreira

Filed under: Isabel Moreira,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 2:56 pm

Temos aqui, em uma frase, a noção do que é a Isabel Moreira :

"O Governo define a política de saúde, não gere hospitais"

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isabel-moreira-85210-webOu seja, segundo Isabel Moreira, a culpa do que se está a passar no Serviço Nacional de Saúde é dos gestores dos hospitais. Isabel Moreira é isto, sem tirar nem pôr; por isso é que o monhé a alcandorou a funções de “ideóloga” do Partido Socialista.

Seria como se um CEO de uma empresa dissesse o seguinte (isto é uma analogia!):

“Eu defino as políticas de gestão da empresa, mas não faço a gestão dos departamentos da empresa”.

Ou seja, alegadamente, o CEO não seria responsável pela rebaldaria que ocorre nos departamentos da empresa que ele próprio gere.

Os programas políticos actuais são ideologias próprias de uma mentalidade (de tipo Isabel Moreira)  que atribui a culpa, dos problemas que a angustiam, às “estruturas sociais” que ela detesta, para ocultar que são o produto do desenvolvimento técnico “progressista” e anti-natural que ela admira.

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A chico-espertice saloia da Isabel Moreira — moldada por uma cultura nacional que caracteriza um tipo de formação jurídica truculenta e espertalhona — levou a tentativa de prestidigitação política a um nível nunca visto em Portugal.

Provavelmente, em outras épocas — por exemplo, durante o Estado Novo — abundaram as porcarias ideológicas tanto quanto abundam na nossa época; porém, em nenhuma época pretérita, a merda retórica (de tipo Isabel Moreira) mereceu os discursos que a justificam, e granjeavam semelhante popularidade.

José Sócrates deve olhar para Isabel Moreira como um modelo a seguir.

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Terça-feira, 7 Junho 2022

Mulher norueguesa arrisca três anos de prisão por dizer que “um pau não é uma pedra”

Christina Ellingsen, uma feminista norueguesa, arrisca três anos de prisão por afirmar publicamente (no Twitter) que um indivíduo com cromossomas YX (ou seja, um homem) “não pode ser lésbica”.

Dizer que um “homem pode perfeitamente ser uma lésbica” é coisa própria da Isabel Moreira, do António Costa e/ou do José Pacheco Pereira.

isabel moreira costa os homens podem engravidar web

E quem não concordar com a ideia segundo a qual “um homem pode ser lésbica”, corre o risco de prisão (pelo menos na Noruega). E são estas avantesmas que criticam a censura da PIDE. E são estes estafermos que pretendem criar leis para “combater a desinformação na Internet” — ou seja, pretendem censurar a opinião discordante.

Quando os políticos dizem, por exemplo, que “um pau é uma pedra”, e estabelecem leis que censuram quem discorda dessa proposição, estabelecem uma estratégia política de Estimulação Contraditória em relação ao povo:

“O psicólogo russo Ivan Pavlov ( 1849 – 1936 ) demonstrou que a estimulação contraditória é a maneira mais rápida e eficiente de quebrar as defesas psicológicas de um indivíduo (ou de um punhado deles), reduzindo-o a um estado de credulidade devota no qual ele aceitará como naturais e certos os comandos mais absurdos, as opiniões mais incongruentes.”

Estimulação Contraditória 

Gente como, por exemplo, Isabel Moreira vai ter que ser julgada em tribunal popular (com júri). É uma questão de tempo.

Sexta-feira, 27 Maio 2022

Eis por que o CHEGA teve sucesso (até agora)

Filed under: Assunção Cristas,CDS,eutanásia,Isabel Moreira — O. Braga @ 11:47 pm
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José Ribeiro e Castro escreveu um artigo acerca da tentativa do Partido Socialista da Isabel Moreira em controlar o Tribunal Constitucional.

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A grande diferença entre a Esquerda a que pertence a Isabel Moreira, por um lado, e a Direita da Assunção Cristas e do José Ribeiro e Castro, por outro lado, é a de que a Esquerda da Isabel Moreira diz pública- e claramente ao que vem: não esconde que pretende censurar opiniões diferentes, sobre matérias ditas “fracturantes”. A Isabel Moreira joga abertamente ao ataque.

Em contraponto, José Ribeiro e Castro joga à defesa: coloca a sua posição ideológica barricada, por detrás dos putativos “direitos” exarados na Constituição — “direitos”, esses, em relação aos quais a Isabel Moreira está-se borrifando.

Para a Isabel Moreira, os direitos individuais consagrados na Constituição só são válidos se jogarem a favor das suas (dela) posições ideológicas. Não sendo esse o caso, ela está-se cagando para os “direitos”.

Uma das razões — senão a principal — por que o CDS desapareceu, foi esta estratégia política titubeante, polida, educadinha e tíbia (exemplificada pelas atitudes políticas de Assunção Cristas) de jogar sistematicamente à defesa: a Isabel Moreira atacava-a nas redes sociais, e a Assunção Cristas pedia desculpa nos me®dia.

A estratégia da Direita não pode ser defensiva, politicamente correcta, educadinha: a Isabel Moreira tem muito pouco de “educada”. A Isabel Moreira tem que ser confrontada com a crueza estramontada que caracteriza as suas próprias atitudes.

Quid Pro Quo.

Quinta-feira, 19 Maio 2022

¿Por que razão a Isabel Moreira defende a legalização da eutanásia?

isabel-moreira-bw-nome-400-webOs partidos políticos que defendem clara- e abertamente a legalização da eutanásia são: o Bloco de Esquerda, o Partido Socialista, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, o IL (Iniciativa Liberal).

A deputada socialista Isabel Moreira é talvez a mais notória defensora da legalização da eutanásia.

A eutanásia já foi legalizada, por exemplo, na Suíça, na Holanda, na Bélgica e no Canadá. No início do processo de legalização, foi sempre invocada a liberdade do indivíduo optar pela morte se estiver numa situação de doença “fatal” (terminologia da Isabel Moreira) e terminal.

Porém, com o decorrer do tempo, a eutanásia no Canadá já passou a ser concedida pelo Estado independentemente do estado terminal ou “fatal” de uma doença.

No Canadá, a mais recente reforma da lei da eutanásia prevê que uma pessoa possa pedir ao Estado a gratuitidade do suicídio assistido se essa pessoa for pobre, ou desempregada, ou sem-abrigosem que essa pessoa sofra de qualquer doença “fatal” e terminal. E, a partir de Março de 2023, qualquer pessoa que alegue sofrer de uma depressão psicológica pode pedir ao Estado o suicídio assistido gratuito.


O processo de desumanização social através da eutanásia é progressivo (e progressista).


A legalização da eutanásia, defendida pela Isabel Moreira, pretende que a “evolução da opinião pública” faça “evoluir” a lei no sentido de:

  1. normalizar (na cultura antropológica) o suicídio medicamente assistido, independentemente da existência de uma qualquer doença;
  2. normalizar o eugenismo (por exemplo, com a eutanásia de crianças deficientes), por um lado, e normalizar o darwinismo social utilitarista que elimina os mais fracos (por exemplo, os mais velhos, os sem-abrigo, os pobres, os doentes, etc.), por outro lado.

“Em política, o que parece, é!” (António de Oliveira Salazar) E parece ser isto o que a Isabel Moreira defende com a legalização da eutanásia.

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Adenda:
Num dos seus livros, Karl Popper explicou o conceito de “evolução da opinião pública”: quando as elites (ruling class) pretendem impôr ao povo uma determinada mundividência esdrúxula e/ou revolucionária, conseguem passar legislação apostando na “evolução da opinião pública” através da sonegação de informação (sub-informação), da propaganda carregada de emoção (pseudo-informação), e através da injecção de doses massivas de informação que causem uma dissonância cognitiva generalizada na população, dando origem a uma espiral do silêncio.

Segunda-feira, 16 Maio 2022

O diálogo político torna-se impossível, porque a irracionalidade volta a estar na moda

¿Existe, na Constituição portuguesa, um “direito ao aborto”? Resposta: não existe.

(more…)

Quarta-feira, 4 Maio 2022

A socialista Isabel Moreira é um monstro

A Isabel Moreira compara o caso do aborto nos Estados Unidos com o caso português, quando não há comparação possível porque o aborto nos Estados Unidos não tem prazo limite: em bom rigor, nos Estados Unidos a mulher abortar até aos nove meses de gravidez.

Ora, é isto que a Isabel Moreira pretende para Portugal: o aborto legal até ao nascimento — e, na esteira utilitarista de Peter Singer, quiçá mesmo a legalização do infanticídio. Aquela mulher é um monstro.

Todo este artigo do semanário Expresso, é pura desinformação, porque ninguém pretende proibir o aborto nos Estados Unidos, como afirma a Isabel Moreira. Aliás, daquele estafermo não se poderia esperar outra coisa: uma mulher que afirma que “um homem pode dar à luz uma criança” pretende ser a pregoeira da verdade política em Portugal.

O que o Supremo Tribunal de Justiça dos Estados Unidos se prepara para fazer é delegar nos Estados da União a responsabilidade de referendar, a nível local, a legalização do aborto e as condições específicas dessa legalização — e por uma razão: é que o aborto não é considerado um “direito humano” pela Constituição dos Estados Unidos, e portanto, o Supremo Tribunal de Justiça não tinha (em 1973) que se meter nesse assunto.

Tenham a palavra os povos dos Estados da União.

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Avantesmas monstruosas, como a Isabel Moreira, têm medo das decisões do povo; pretendem construir um leviatão que trate os cidadãos como débeis mentais (o Totalitarismo de Veludo).

Adenda: ¿o Pinto Balsemão ainda não morreu? Já tarda…! É um problema de saúde pública!


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Terça-feira, 8 Março 2022

Não confundir Iluminismo e Positivismo

Vemos aqui um texto de Kant — talvez o último filósofo iluminista.

Um dos grandes erros de alguns académicos em filosofia é confundir o Iluminismo (por exemplo, Kant), por um lado, com o denominado “Idealismo” (por exemplo, Hegel, que nada tem a ver com o Idealismo/Realismo de Platão). O Idealismo de Hegel, ou de Fichte, são derivas do Romantismo.

As principais conquistas intelectuais dos últimos dois mil anos foram 1/ o Cristianismo e popularização da ideia de “Criação”, 2/ o princípio da inércia, 3/ o Criticismo (Kant), 4/ a noção de “selecção natural”, e 5/ o conceito de “historicidade” — porém, isto não significa que Kant não seja criticável; mas Hegel não passou de um bom jurista.

Conforme podemos verificar no referido texto de Kant — e ao contrário do que preconizava o Idealismo, que foi um monismo determinista —, o Iluminismo adoptou a defesa do livre-arbítrio no ser humano.


Vejamos a frase que abriu o referido trecho:

«O dever é a necessidade de cumprir uma acção por respeito à lei

Está subentendida, ali, a “lei dos homens”; mas não só: está implícito o respeito pela Lei Natural (não confundir com Leis da Natureza, ou leis científicas) — as leis naturais são de explicação irredutível, como qualquer mistério — e pelo tabu que decorre da violação da Lei Natural, sendo que o tabu é o pilar de um sistema moral viável.

A “lei dos homens” (o Direito) deve ser baseada na Lei Natural (são os chamados “princípios metajurídicos” necessários a um Direito coerente, que a jurista Isabel Moreira tanto despreza).

Princípios metajurídicos = princípios que estão para além (ou antes de) do jurídico.

Sem este “para além do jurídico”, o Direito torna-se aleatório e sujeito à vontade arbitrária de uma elite composta de gente desligada da realidade, neognóstica, decadente, mimada e mesmo pueril, como é por exemplo a Isabel Moreira.

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É verdade que a Lei Natural descreve meramente o comportamento de um sistema definido; na Lei Natural não há necessidade, nem finalidade. Na Lei Natural, a necessidade é metáfora lógica, e a finalidade é metáfora mental. Com a defesa do livre-arbítrio no ser humano (a “vontade”, de Kant), a liberdade individual instala uma necessidade no seio de uma contingência: um valor estético na pintura, por exemplo, é uma configuração de pigmentos. Ou o Pártenon, assente na sua rocha, é uma necessidade levantada por um acto livre sobre um facto bruto; mas este “facto bruto” não deixa de ser um princípio subjacente à liberdade humana.

A Lei Natural é o facto bruto sobre o qual o ser humano assenta o Direito Positivo.

A negação da influência do Direito Natural no Direito Positivo (defendido pela Isabel Moreira, por exemplo) implica a transformação dos membros da elite social em espécie de deuses. E isto já não tem nada a ver com o Iluminismo de Kant (livre-arbítrio), mas antes tem a ver com o Positivismo (determinista, não para ela, mas sim para os outros) que é o Romantismo na ciência.

Segunda-feira, 31 Janeiro 2022

A Esquerda eleitoral uniu-se em torno do monhé Costa para aumentar a corrupção e o nepotismo em Portugal

“O Poder tende a corromper, e o Poder absoluto corrompe absolutamente” → Lord John Dalberg-Acton

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  • Vem aí uma segunda edição da maioria absoluta de Sócrates — mas, desta vez, com uma estratégia muito mais dissimulada e sofisticada, à imagem do manhoso monhé.
  • Os portugueses vão passar (mesmo!) muito mal nos próximos anos, porque o nepotismo e a corrupção passam agora a ser jurídica- e constitucionalmente sustentados (com o silêncio hipócrita da constitucionalista Isabel Moreira), por um lado, e por outro lado, passamos a ter um presidente da república que é uma pura figura de retórica (sempre foi, mas agora mais ainda): resta, agora, ao Marcelo Rebelo de Sousa ir para casa.
  • O monhé Costa, agora, faz o que quer e lhe dá na real gana — tal como eu escrevi acerca da maioria absoluta de Sócrates: “o povo eleitor e José Sócrates fizeram um acordo: o povo diz cobras e lagartos dele, e ele faz o que quiser.”
    António Costa vai fazer o que quiser.
  • A “bazuca de massa” proveniente da União Europeia vai ser distribuída pelos amigos do monhé. No futuro próximo, iremos ter mais “Rendeiros” e “Salgados”,e maçons quejandos, para disfarçar aqueles que não são apanhados pela Justiça.

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  • A verdadeira responsabilidade do desaparecimento progressivo (e progressista) do CDS cabe a Assunção Cristas — e não ao Chicão, e ao contrário do que dizem (convenientemente) os me®dia (corruptos). O Chicão já não foi a tempo de parar o processo de degenerescência do CDS. Enquanto os militantes do CDS não compreenderem uma coisa tão simples como esta, não haverá qualquer hipótese de ressurgimento do CDS.
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  • Rui Rio é um palhaço, que durante anos alimentou a voracidade de Poder do monhé manhoso. Se Rui Rio continuar, vamos ter uma segunda edição do destino do CDS.
  • O IL (Iniciativa Liberal) teve um voto elitista, restrito às duas grandes cidades; o CHEGA teve um voto popular, distribuído por todo o território nacional. O futuro nós dirá se o IL (Iniciativa Liberal) conseguirá negar e retirar ao povo português a sua (deste) integridade territorial e a sua nacionalidade.
  • Portugal continuará a crescer de uma forma anémica, entre 0,5 e 1% por ano. No final da legislatura do monhé corrupto, o PIB per capita da Bulgária e/ou da Turquia serão maiores do que o português, enquanto os amigos e os correligionários do Costa enchem os respectivos bandulhos à custa da corrupção e nepotismo generalizados.
  • Entretanto, todos os anos o monhé irá oferecer dezenas milhões de Euros às empresas de comunicação social (vulgo me®dia), dinheiro esse que pertence ao povo português.
    É assim que se ganham eleições em Portugal: corrompendo tudo e todos.
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