perspectivas

Segunda-feira, 1 Junho 2020

Isto aqui é uma orquestra, quem diz o contrário é tolo…

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,extrema-esquerda — O. Braga @ 9:39 am

Quarta-feira, 27 Maio 2020

A Esquerda e a falsa dicotomia da necessidade do confinamento do COVID-19

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 9:00 pm
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Existe uma falsa dicotomia — uma espécie de maniqueísmo ideológico — por parte dos esquerdopatas, como por exemplo, o José Pacheco Pereira: segundo a Esquerda, quem defende o fim do confinamento do COVID-19 é um monstro capitalista e fassista.
Para a Esquerda, há que destruir a economia, tendo a esperança em uma espécie de “mão invisível” que irá recriar, a partir das cinzas, uma economia virtuosa, e liberta do “capitalismo de merda”.

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Um exemplo desta falsa dicotomia — embora muito bem disfarçada, com manipulação estatística: a estatística é a ferramenta de quem renuncia a compreender para poder manipular — pode ser visto neste escrito do Ludwig Krippahl (ver ficheiro PDF).

“A política não é a arte de impor as melhores soluções, mas em vez disso, é a arte de evitar as piores.”
Nicolás Gómez Dávila 

Quando o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, diz que “o COVID-19 é uma espécie de gripe”, o que ele pretende é exorcizar o medo que a Esquerda pretende inocular na população.

Trata-se de uma desvalorização da ameaça, por parte de Jair Bolsonaro, que assim responde ao veneno cultural que a Esquerda (com o apoio dos ditos “liberais”) tenta inocular na economia brasileira, e minando assim a actividade económica do país.

Porém, para a Esquerda, esta atitude de Jair Bolsonaro é “convenientemente” interpretada ad Litteram.

E depois temos gente como o Ludwig Krippahl a falar “em nome da ciência” — ignorando a estratégia política do Jair Bolsonaro, que adopta essa posição “da gripe” em reposta a uma outra estratégia política esquerdopata (a estratégia escatológica do “fim do mundo”) que o Ludwig Krippahl faz de conta que não existe.


A percentagem de mortes por COVID-19 tem que ser sempre calculada em relação à população total de uma dada amostra — por uma razão simples: é praticamente impossível testar toda a população de um país médio, como por exemplo, a Espanha. Quando o Ludwig Krippahl faz cálculos de mortalidade a partir de hipóteses de taxa de infecção, ele está a especular; e depois diz ele que “eu é que sou o cientista”.

Por exemplo: quando se calcula o número de mortes em função dos casos detectados/testados (“esquecendo”, por exemplo, os assintomáticos, que são provavelmente muitos), a taxa de mortalidade é enormemente sobre-estimada. Por aqui se vê a dificuldade da “estatística” que o Ludwig Krippahl acha que é coisa simples.

Quando o Ludwig Krippahl fala em “1% de taxa de mortalidade” do COVID-19, não está a falar de “número total de mortos por milhão”: em vez disso, ele está a falar de uma estatística que existe em função de um total de infectados que ele próprio não sabe quantos são. E por isso ele está a especular, alegadamente em nome da “ciência”. Cientismo puro!

Ora, se não temos os dados correctos para uma aferição estatística em função das infecções reais e totais, temos que calcular a taxa de mortalidade a partir do total da população de uma dada amostra (Crude Death Rate), e até um determinado momento.

A estatística calculada (até hoje) em Nova Iorque, por exemplo, revela-nos que a taxa de mortalidade do COVID-19, na faixa etária das pessoas com menos de 65 anos (7.254.525 pessoas com menos de 65 anos, num total de 8.398.748 habitantes), é de 0,09% (86 mortes por 100.000 habitantes) até à hoje, e independentemente de eventuais e possíveis patologias associadas — e, portanto, o tal Rui Lima do FaceBook, que o Ludwig Krippahl tanto critica, não anda longe da verdade. E a taxa de mortalidade geral do COVID-19 (relativa a todas as faixas etárias) em Nova Iorque é de 279 mortes por 100.000 habitantes (até hoje), ou seja, 0,28% em relação à população total de Nova Iorque.

O problema da mortalidade do COVID-19 está na faixa etária acima dos 65 anos, como é evidente.

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Ao contrário do que diz a Esquerda, defender o fim do confinamento não significa necessariamente desproteger a população sénior (com mais de 65 anos).

É esta falsa dicotomia que alimenta a sanha da aliança entre a plutocracia globalista que dita a lei da selva, por um lado, e a Esquerda internacionalista, obediente e caciquista que pretende aplicar a lei da selva, por outro lado.


“Bolshevism and Big Business are very much alike; they are both built on the truth that everything is easy and simple if once you eliminate liberty. And the real irreconcilable enemy of both is what may be called Small Business”.
→ G. K. Chesterton

Domingo, 17 Maio 2020

O perfil de uma esquerdopata do século XXI (não falta sequer a tatuagem na perna)

Filed under: esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 3:10 pm

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Quarta-feira, 13 Maio 2020

A escola pública ensina e aconselha aos adolescentes as “virtudes do infanticídio”

Filed under: ética,educação,Ensino,Esquerda,esquerdopatia,Peter Singer — O. Braga @ 5:08 pm

Peter Singer é um professor de filosofia (o que não significa que ele seja necessariamente um filósofo) nos Estados Unidos.

Faz parte da filosofia moral de Peter Singer a defesa da legalização do infanticídio; e é esta “filosofia moral” que é ensinada a adolescentes do 10º ano de escolaridade, no “telensino” do Rolando Almeida.

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E depois temos gente a pedir prisão perpétua para os infanticidas — fazendo de conta que não sabem que é o próprio sistema de ensino e a cultura adquirida que estimulam a prática de infanticídio.

Sexta-feira, 8 Maio 2020

Ricardo Quaresma está errado; e é racista

Filed under: André Ventura,CHEGA,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,Racismo — O. Braga @ 9:02 am

Eu não tenho nada contra a comunidade Cigana, assim como nada tenho contra (por exemplo) a comunidade Evangélica.

Porém se a comunidade Evangélica violasse a lei de isolamento social do covi19, não constataríamos certamente a benevolência complacente de gentinha estúpida como (por exemplo) Isabel Moreira, Francisco Louçã, Ana Gomes, Teresa Leal Coelho, António Costa e outras avantesmas (que já estão a mais na nossa política) que demonstram agora em relação à comunidade cigana.


chesterton-tolerancia-webSlavoj Žižek, em uma palestra nos Estados Unidos, fez uma crítica feroz à Esquerda de Raça Branca (‘white liberals’); e contou o episódio de um nigeriano (negro) se sentir insultado pela “Esquerda de Raça Branca” porque nem sequer concede aos negros a prerrogativa humana de “ser mau”.

Segundo a “Esquerda de Raça Branca”, o negro (ou o cigano) nunca tem culpa; e a culpa da maldade do negro é do colonialismo europeu.

A historieta do “bom selvagem” (de Rousseau) ganhou raízes na cultura do Imbecil Colectivo da “Esquerda de Raça Branca”.

Neste caso concreto, juntou-se a ignorância e o facciosismo étnico (que é uma forma de racismo) do cigano Ricardo Quaresma, por um lado, com o Imbecil Colectivo da “Esquerda de Raça Branca”, por outro lado; e esta mistura é explosiva.

Quando o cigano Ricardo Quaresma nega quaisquer defeitos comportamentais generalizados da comunidade cigana, demonstra ele próprio ser racista em relação às pessoas que não são ciganas. O Ricardo Quaresma é racista.

E o paternalismo obsolescente do Imbecil Colectivo da “Esquerda de Raça Branca” em relação a determinadas minorias (mas já não em relação a outras minorias), e, no caso concreto, em relação à comunidade cigana, é uma forma de racismo encapotado.

Quando o André Ventura pretende que os ciganos cumpram a lei (não vou discutir agora se a lei está certa, ou não), como quaisquer outros portugueses, é tudo menos “racista”; e o ónus de “racismo” cai sobre gentalha da laia da Isabel Moreira, Francisco Louçã, Ana Gomes, Teresa Leal Coelho, António Costa e outras bestas ambulantes que, tal como um vírus letal, contaminam mortalmente a cultura portuguesa.

Quarta-feira, 6 Maio 2020

O Rui Tavares ainda não viu isto

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,Geral,marxismo cultural — O. Braga @ 9:18 am
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Terça-feira, 21 Abril 2020

O José Pacheco Pereira a esquerdar; as boas intenções do ideólogo da geringonça, e a “politização da dor”

É preciso ter muita falta de vergonha para afirmar que a crítica à libertação de criminosos (sob pretexto uma alegada crise sanitária do covid19 nas prisões) é “populismo” — ao mesmo tempo que se apoia incondicionalmente a política de protecção do Lumpemproletariado do governo da geringonça.

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É claro que a ideia do Pacheco da promoção social do Lumpemproletariado tem “boas intenções” (até que o povo se dê conta de que está a ser futricado) : alegadamente, e segundo aquela besta quadrada, a soltura de criminosos serve para evitar “a pena-de-morte para os mais velhos”, para prevenir “doenças infecciosas para todos” e uma “pena de tortura”.

(more…)

Domingo, 19 Abril 2020

O maniqueísmo d’ A Situação

Filed under: A vida custa,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 4:22 pm

«(…) não é necessário que existam censura ou polícia política para que na sociedade portuguesa se crie um pensamento único; basta que o Poder seja de Esquerda.

Quarenta e seis anos depois do 25 de Abril aqui estamos presos naquela patética armadilha em que discordar do governo ou criticá-lo, não é discordar do governo ou criticar o governo, mas sim criticar o país e estar contra Portugal. Noutros tempos chamou-se a isto “A Situação”. E agora será “cidadania”?»

Helena Matos

macacos-webAs doutrinas políticas totalitárias, de um modo geral, praticam habitualmente um maniqueísmo confesso/aberto ou mitigado/simulado. Por exemplo, o conceito de tolerância repressiva — de Herbert Marcuse e do marxismo cultural — é maniqueísta.

Não é por acaso que o José Pacheco Pereira e o Rui Rio apoiam claramente a geringonça do António Costa: o primeiro tem formação hegeliana (que é maniqueísta por excelência), e o segundo é um contabilista, ignorante de primeira apanha.

Porém, o que mais me espanta é gente que se diz e se julga “inteligente” — como, por exemplo flagrante, Miguel Sousa Tavares — e que sanciona positivamente "A Situação". Para mim, essa gente é incompreensível.

Sábado, 18 Abril 2020

O António Balbino Caldeira e o Argumentum ad Trumpum

Basta que se associe uma determinada ideia a Donald Trump, para que essa ideia seja automaticamente desacreditada.

Esta é uma característica da Esquerda que o António Balbino Caldeira também perfilha (acredito que de forma inconsciente).

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O conceito de “Argumentum ad Trumpum” foi engendrado pelo médico e pensador Theodore Dalrymple:

  • se uma determinada opinião se assemelha, de qualquer modo possível, às ideias de Donald Trump (nem que seja porque chega às mesmas conclusões lógicas), então não é necessária qualquer refutação racional dessa ideia: ela está automaticamente (e irracionalmente) refutada;
  • o tipo de “argumentação” do Argumentum ad Trumpum não utiliza o cérebro; em vez disso, utiliza as vísceras: o ódio a Donald Trump é tal, que qualquer coisa que possa ser remotamente imputável a Donald Trump a torna (a essa coisa) desqualificada para qualquer consideração inteligente e inteligível.

Sexta-feira, 17 Abril 2020

Este blogue sofreu uma censura política durante 12 horas.

Filed under: censura,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,politicamente correcto — O. Braga @ 9:22 am

Depois de eu ter reclamado a censura do blogue, um supervisor da WordPress informou-me que o blogue tinha sido “mal suspenso” (Your site was incorrectly flagged), e que a razão tinha sido uma denúncia de “alguém que se sentiu ofendido” com um artigo aqui publicado.

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O dito supervisor informou também que “a liberdade de expressão pode implicar sempre a possibilidade de que alguém se sinta ofendido”, e que, por isso, esta razão (o sentir-se ofendido) não pode ser válida para a censura de opinião. Mais informou que “a primeira emenda da Constituição dos Estados Unidos” impede que se censure a opinião de alguém com base apenas na subjectividade individual.

Porém, a censura, entendida em si mesma, é preocupante — não por causa da porcaria de um blogue, mas por causa do princípio que rege a censura.

Anda por aí gente (de Esquerda) muito ocupada em censurar a opinião livre. Hoje censuram no FaceBook, no Twitter, um blogue; amanhã, censuram os me®dia. Vemos, por exemplo, como o Kapo do partido espanhol Podemos defende a ideia segundo a qual é legítimo censurar e ilegalizar a opinião da oposição de Direita.

“Entrevistado por Antonio García-Ferreras en su programa de La Sexta el político bolivariano que ocupa la vicepresidencia del Gobierno social-comunista de España ha dejado bien clara su intención de imponer la censura contra los medios libres y críticos con el Gobierno.”

Pablo Iglesias quiere echar de España a la “ultraderecha mediática y política”

Domingo, 8 Março 2020

¿Substituição da população europeia?!!! É Teoria da Conspiração da extrema-direita fassista!!!

Quinta-feira, 5 Março 2020

Na Austrália, a Esquerda não quer que os carros do Estado sejam racistas

Uma senadora da Esquerda australiana exige que os carros do Estado não sejam da cor branca, alegadamente (ver vídeo abaixo) porque “a cor branca reflecte o passado colonial”.

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