perspectivas

Segunda-feira, 1 Junho 2020

O José Pacheco Pereira é constrangedoramente patético

Filed under: Cuidado que esta gente tem opinião!,José Pacheco Pereira — O. Braga @ 10:04 am

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Alguma vez, alguém no seu perfeito juízo ¿poderá estabelecer qualquer semelhança entre o Observador, por um lado, e o Breitbart co-fundado por Steve Bannon?!

¿Como é possível àquele burro fazer esta comparação?!!

¿Comparar o Observador com a Fox News?!!!! Interpretação delirante! Ou o tipo está a ficar senil.

Domingo, 31 Maio 2020

As “elites” exigem um pensamento único, alegadamente em nome do “progresso”

Depois de ouvir ontem (no noticiário da TSF das 12:30 horas) o director da Polícia Judiciária Luís Neves a defender — implícita- mas claramente perceptível — a possibilidade de criminalização da opinião dos cidadãos, leio este artigo acerca da opinião de uma dita “socióloga” Sofia Aboim (ler em ficheiro PDF) que se mostra muito preocupada com as opiniões dos cidadãos que se opõem à agenda política da Esquerda radical.

Para entendermos melhor o que se passa hoje com o movimento dito “da Esquerda progressista”, passo a transcrever uma passagem do livro “¿Porque Está a Falhar o Liberalismo?” de Patrick J. Deneen (2019, página 119):

«[hoje] os filhos dos guerreiros culturais da Esquerda [democrática] dos anos 1980 já não estão preocupados com um cânone mais representativo e inclusivo. Estão mais interessados em defender a causa da autonomia igualitária [individual], agora oposta às velhas normas liberais da liberdade académica e da liberdade de expressão, em nome daquilo a que alguns chamam a “justiça académica” e “maior representação universitária”.

Embora um ponto em comum seja o apelo a maior diversidade, o projecto actual [de Esquerda] de “diversificação” cria, na verdade, maior homogeneidade ideológica (…).

A coberto das diferenças de raça, de um número explosivo de géneros e da variedade de orientações sexuais, a única mundividência substantiva avançada é a do liberalismo moderno: a ascensão do “indivíduo autónomo”, apoiado pelo Poder e pela ajuda do Estado e o seu controlo cada vez maior [do Estado] sobre as instituições (…).»


Hoje, a dita “Esquerda democrática” já não é a mesma que era na década de 1980; desde finais da década de 1990 que a Esquerda democrática tem paulatinamente “evoluído” para o que se convencionou chamar de “marxismo cultural” (que o José Pacheco Pereira, entre outras bestas esquerdopatas, negam que exista).

censura-gayzista-webHoje, a “Esquerda democrática” é apenas uma parte do Partido Socialista (a outra parte do Partido Socialista é claramente marxista cultural); é também e sobretudo o PSD de Rui Rio; e incluía também o CDS de Assunção Cristas que, com a ascensão do “Chicão”, deixou a área do socialismo democrático — o que preocupa imenso o José Pacheco Pereira e a Sofia Aboim, entre outras avantesmas que defendem a ideia de um “leque alargado de Esquerda” do MRPP ao CDS.

O que preocupa o director da Polícia Judiciária e a Sofia Aboim é (implicitamente) a necessidade urgente de censura política da opinião das pessoas que não se enquadram em uma alegada da homogeneização da opinião (a imposição coerciva de um pensamento único).

É neste sentido que Deneen diz que “o projecto actual [de Esquerda] de ‘diversificação’ cria, na verdade, maior homogeneidade ideológica”.

Para Sofia Aboim (que neste caso representa a opinião maioritária da actual “ruling class”), é preocupante que o cidadão comum português não seja militante do movimento gayzista — bem dia o mestre Nicolás Gómez Dávila : “Já não basta que o cidadão se resigne às imposições arbitrárias progressistas; o Estado moderno exige cúmplices”.

Esta exigência de pensamento único, por um lado, e a ameaça velada de censura de opinião, fazem parte da agenda política do marxismo cultural que os esquerdopatas dizem que não existe.

Quinta-feira, 21 Maio 2020

Se fosse com o Sócrates, o José Pacheco Pereira já tinha feito um escândalo…

…mas como é com o Monhé da Geringonça, o Pacheco está caladinho que nem um rato!

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Segunda-feira, 18 Maio 2020

O José Pacheco Pereira diz que “os factos que não me interessam, não existem”

«EL máximo error moderno no es anunciar que Dios murió, sino creer que el diablo ha muerto.»
→ Nicolás Gómez Dávila

Razão tinha o mestre Nicolás Gómez Dávila: se as pessoas se convencem de que o diabo não existe, isso dá muito jeito à acção diabólica.

JPP-ZAROLHOTal como ao diabo lhe dá jeito ocultar a sua acção (através da divulgação da sua morte), ao José Pacheco Pereira também lhe convém que o marxismo cultural não exista; mas ele não é o primeiro burro que nega as evidências de uma doutrina a que os mais comedidos e prudentes lentes em filosofia chamam de “Utopia Negativa”.

É uma questão de semântica. Por exemplo, o termo “interseccionalidade” é muito usado hoje nos Estados Unidos para para traduzir a “práxis” (a prática política) marxista cultural que tem (entre outros conceitos) como base o conceito de “tolerância repressiva” de Marcuse.

Se o José Pacheco Pereira diz que “o marxismo cultural não existe”, então induzo eu a teoria segundo a qual ele também pensa (¿será que ele pensa?!) que Gramsci e Lukacs não existiram; ou então o Pacheco “pensa” que Gramsci e Lukacs não eram marxistas; e que ambos não insistiram na instrumentalização da cultura na acção política (em vez da acção política de classes do marxismo clássico).

É claro que “marxismo cultural” é um conceito abrangente: representa uma corrente política e ideológica que “se desviou”, por assim dizer, do marxismo clássico, seja através da Escola de Frankfurt, seja através de Gramsci e Lukacs.

Caros leitores: o José Pacheco Pereira é uma fraude intelectual. O rei vai nu!.

Porém, ele tem uma virtude: assim como o bom carioca consegue escrever um samba partindo do simbolismo de uma casca de amendoim, assim o Pacheco escreve um longo texto a partir de uma merda qualquer. É obra desenganada!

Eu não vou aqui entrar na crítica que o Pacheco fez a um determinado texto de Nuno Melo, pela simples razão de que não li o texto deste último. Porém, seja qual for a pertinência da crítica do Pacheco ao Nuno Melo, não se lhe dá o direito ao burro de afirmar que “o marxismo cultural não existe”. É burrice. Ou truculência política e desonestidade intelectual.

Quarta-feira, 29 Abril 2020

O José Pacheco Pereira e o Argumentum ad Trumpum (1)

O José, da Porta da Loja, publica aqui a opinião do José Pacheco Pereira acerca daquilo que é considerado um “facto”, pelos me®dia politicamente correctos internacionais: a ideia segundo a qual um homem morreu porque seguiu as alegadas indicações que Donald Trump (Argumentum ad Trumpum) terá dado no sentido de ingestão de um determinado extracto de quinino que é normalmente utilizado para limpeza de aquários.

Acontece que a polícia americana está a investigar a esposa do homem morto (a mulher é de Esquerda e militante do partido Democrata) por homicídio.

Mas este novo facto (o de que a polícia está investigar o homicídio do homem) é cuidadosamente escondido pelos me®dia mafiosos de que o José Pacheco Pereira faz parte activa.

Vou mantendo aqui os leitores sobre o desenrolar das investigações policiais americanas sobre este assunto.

Terça-feira, 21 Abril 2020

O José Pacheco Pereira a esquerdar; as boas intenções do ideólogo da geringonça, e a “politização da dor”

É preciso ter muita falta de vergonha para afirmar que a crítica à libertação de criminosos (sob pretexto uma alegada crise sanitária do covid19 nas prisões) é “populismo” — ao mesmo tempo que se apoia incondicionalmente a política de protecção do Lumpemproletariado do governo da geringonça.

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É claro que a ideia do Pacheco da promoção social do Lumpemproletariado tem “boas intenções” (até que o povo se dê conta de que está a ser futricado) : alegadamente, e segundo aquela besta quadrada, a soltura de criminosos serve para evitar “a pena-de-morte para os mais velhos”, para prevenir “doenças infecciosas para todos” e uma “pena de tortura”.

(more…)

Terça-feira, 7 Abril 2020

A iliteracia económica do José Pacheco Pereira

“Quando se ouve alguém colocar a ênfase no funcionamento da economia em detrimento da saúde pública estamos no domínio da pura política. O mesmo se passa com os mecanismos dos apoios e recursos disponíveis, que podem favorecer os de cima ou os de baixo.”

José Pacheco Pereira

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A narrativa (crítica) segundo a qual “a avozinha tem que morrer para se salvar a economia” é a “sineta do leproso” do iletrado em economia [os leprosos traziam consigo sinetas para chamar à atenção para a sua (deles) presença, e para atrair a dádiva de esmolas].

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Segunda-feira, 17 Fevereiro 2020

A lógica absurda do José Pacheco Pereira

Filed under: eutanásia,José Pacheco Pereira — O. Braga @ 7:47 pm

“As matanças democráticas pertencem à lógica do sistema; e as antigas matanças ao ilogismo do Homem”

— Nicolás Gómez Dávila


politicamente-correcto-grafico-300-webO José Pacheco Pereira é de opinião de que, se a eutanásia existe “escondida”, então é hipocrisia não a legalizar. É a lógica da estupidificação do espírito e da terraplanagem do Direito.

«Qualquer pessoa que conheça a realidade dos hospitais e de doentes com médicos que são seus amigos sabe que há muito mais eutanásia escondida do que se imagina».

A “lógica” do Pacheco pode também ser aplicada ao tráfico de drogas pesadas: “se o tráfico existe, então o comércio de heroína deve ser legalizado”. É o Pacheco do PSD a concordar sistemicamente com o Bloco de Esquerda; é a mesma “lógica” que presidiu à legalização do aborto: “se o aborto existe, então tem que ser legalizado”; é a adequação jurídica da norma ao facto isolado; é o fim do Direito abstracto e geral.

E, seguindo a mesma “lógica”, não vejo por que razão o infanticídio não possa ser legalizado, uma vez que, em Portugal, a mulher que mata o filho nascido já não apanha pena de prisão superior a três anos (salvo em caso de reincidência).

Esta gentalha serve-se de tudo para justificar a “lógica” da defesa do absurdo.


«LIBERTÉ, égalité, fraternité.

O programa democrático cumpre-se em três etapas: 1/ etapa liberal, que fundou a sociedade burguesa, sobre cuja índole nos remetemos aos socialistas; 2/ etapa igualitária, que funda a sociedade soviética, sobre cuja índole nos remetemos à nova esquerda; 3/ etapa fraternal, que é o prelúdio dos alienados que copulam em amontoados colectivos.»

→ Nicolás Gómez Dávila

Segunda-feira, 16 Dezembro 2019

Aquilo a que chamamos “democracia” já não faz sentido.

Hoje já não existe diferença assinalável entre aquilo a que se convencionou chamar de “Esquerda moderada”, por um lado, e “Esquerda Radical”, por outro lado.

O conceito de “Esquerda Radical” já não faz sentido, uma vez toda a Esquerda se radicalizou (no sentido de “jacobinização” da política). Basta vermos o que se passa hoje com a Esquerda do partido Democrático nos Estados Unidos, ou com a Esquerda britânica sob os auspícios de Corbyn.

Dizer que existe hoje uma “Esquerda moderada” é equivalente a dizer que existe hoje um “Islamismo moderado”. É um oxímoro.

JPP-ZAROLHOExistem excepções individuais na Esquerda — que são apenas excepções aparentes.

Por exemplo, o José Pacheco Pereira, ou o Daniel Oliveira: são indivíduos de esquerda que fazem (circunstancialmente) a crítica em relação à Esquerda, nos casos em que a acção política do esquerdalho é de tal forma histriónica e absurda que há a necessidade de alguém vir a terreiro tentar “salvar a honra do convento” esquerdista. Estes indivíduos (entre outros) fazem parte da categoria dos “esquerdistas espertalhões”.

Por exemplo: a crítica dos “esquerdistas espertalhões” a Joacine "Vai-te Katar" Moreira e ao partido LIVRE, ou a crítica ao desavergonhado Ferro "Estou-me Cagando" Rodrigues.

Trata-se, da parte dos espertalhões, de uma estratégia política de controle de danos: perante o radicalismo histriónico evidente da actual Esquerda, os ditos espertalhões definem a orientação política da camada exterior da cebola do totalitarismo de veludo vigente (segundo o conceito de Hannah Arendt) .

É neste contexto que o presidente da assembleia da república, o Ferro "Estou-me Cagando" Rodrigues, não só censura o discurso de um deputado legitimamente eleito, como ameaça publicamente tirar-lhe a palavra de forma arbitrária.

Aquilo a que chamamos “democracia” já não faz sentido.

Quarta-feira, 13 Novembro 2019

O puritanismo do grunho José Pacheco Pereira

Filed under: José Pacheco Pereira,touradas — O. Braga @ 7:25 pm

O problema não é o de o José Pacheco Pereira emitir opinião; não há idiota que não a tenha. O problema é o de evitar que radicais da laia do Pacheco se aproximem do Poder — como está a acontecer hoje com o monhé das cobras no poleiro. Os culpados são o Santana Lopes que guindou o Pacheco (e o Durão Barroso) no PSD; e o Cavaco Silva que lhe aplainou o caminho.


Parece que o Miguel Sousa Tavares enfrentou (anteontem) o Pacheco numa faena de que faz eco este artigo (ver em PDF).

“…choca-me que um homem manifestamente inteligente e na maioria das vezes educado e polido, se tenha ontem transformado, ainda que por momentos, num verdadeiro grunho.”

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JPP-ZAROLHOUm indivíduo que alinha com as teses ideológicas do PAN (Pessoas-Animais-Natureza) não pode ser inteligente: pode ter um “alvará de inteligente” — o que é coisa diferente. Vivemos no país dos alvarás e das cunhas.

Os grunhos andam agora convencidos de que “isto agora é tudo auto-estrada”; “Unidas Podemos”; “até Podemos calar a diferença”; “chegou finalmente o progresso que proíbe”. O arquétipo mental totalitário do grunho marxista Pacheco revelou-se em todo o seu esplendor… porém, o animal nunca me enganou.

O grunho Pacheco — que não gosta de futebol, e que defendeu a ideia segundo a qual a televisão não deveria transmitir jogos de futebol — é o tal que pretende proibir as touradas: estamos em presença de um puritano pós-moderno (neo-gnóstico).

Não há, na tese do grunho, um apelo à lei do mercado: “é o Estado proibir mesmo! Ponto!”.

“A dada altura Sousa Tavares disse e bem que se o toiro de lide não fosse toureado, simplesmente deixava de existir. Ora o Pacheco Pereira, pateticamente, transmitiu que pouco lhe importava o destino dos toiros se a sua existência assentasse no fim tourada.

Portanto o caro amigo está tão, mas tão preocupado com um animal, que prefere que ele não exista, a existir para um fim com o qual não concorde.”

Aplica-se ao grunho Pacheco a seguinte frase de Thomas B. Macaulay:

“Os puritanos detestavam os combates de ursos, não porque esses jogos causassem sofrimento aos ursos, mas porque davam prazer aos espectadores”.

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A Esquerda radical, a dos grunhos marxistas da espécie do Pacheco, são os novos puritanos “protestantes” — os gnósticos actuais e actualizados.

O grande problema do grunho Pacheco é o prazer que a tourada oferece a quem gosta dela.

Quarta-feira, 9 Outubro 2019

O José Pacheco Pereira é parecido com o Rui Tavares (e a Isabel Moreira é igual)

Filed under: Esta gente vota,José Pacheco Pereira — O. Braga @ 9:30 pm
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“Artigo do democrata de extrema-esquerda, Rui Tavares, no Público de hoje:

O Chega de André Ventura é de extrema-direita, fascista. Arreda, Chega pra lá!

Este democrata de extrema esquerda marxista concebe a democracia se todos os partidos forem de esquerda e no máximo tolera uma direita que eles definem como tal mas que não se distingue da esquerda”.

Livre: arreda, Chega pra lá…

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Segunda-feira, 7 Outubro 2019

Estamos a assistir ao estertor do Partido Social Democrata em câmera-lenta

Filed under: José Pacheco Pereira,partido social-democrata,PSD,Rui Rio — O. Braga @ 9:19 pm
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“O PS ganhou, tranquilizando todos os velhinhos do país e o Dr. Rui Rio. Basta ouvir o seu discurso de viúva alegre, ontem à noite, para perceber o alívio”.

Pedro Picoito


JPP-ZAROLHOSem dúvida.

O Partido Socialista ganhou as eleições, e o Rui Rio ficou tranquilo e o José Pacheco Pereira muito feliz porque o PSD é (alegadamente) “um partido de esquerda”.

A missão de Rui Rio — e do actual ideólogo oficial do PSD (José Pacheco Pereira) — é a de desmantelar o Partido Social Democrata.

Se Rui Rio continuar no PSD por muito tempo — e oxalá continue! Quem nos dera! — o IL (Iniciativa Liberal) e o CHEGA irão sugar aquele partido até ao tutano.

Iremos assistir à parasitação do PSD, por parte do IL (Iniciativa Liberal) e do CHEGA; quando os militantes do PSD se derem conta, o “PSD de Esquerda” (o do José Pacheco Pereira) e “recentrado” (o do Rui Rio) será um mero partido satélite do Partido Socialista.

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