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Segunda-feira, 6 Dezembro 2021

A coerência supina do José Pacheco Pereira

Filed under: eutanásia,José Pacheco Pereira,vacinas — O. Braga @ 9:50 pm
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Dito pelo José Pacheco Pereira na TSF, hoje (mutatis mutandis):

“Sou a favor da legalização da eutanásia a pedido, porque o cidadão é dono do seu corpo”.

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Mas quando se trata da sua (dele) defesa da vacinação obrigatória do COVID-19, o Pacheco já muda de ideias em relação à “propriedade do corpo”.

É desta merda que se faz a “intelectualidade” portuguesa.

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Quinta-feira, 2 Dezembro 2021

A referendofobia do comissário político Daniel Oliveira

ODaniel Oliveira (um dos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo que se vai instalando entre nós) tem uma notória aversão aos referendos políticos. Mas não só ele: outros comissários políticos (do regime autoritarista que floresce por entre a bonomia sorridente manifesta do monhé), como por exemplo o José Pacheco Pereira, têm horror aos referendos — porque a prática dos referendos políticos coloca em causa o conceito politicamente correcto e esquerdóide de “ditadura da democracia representativa”, que substitui actualmente o conceito estalinista de “democracia popular”.

“Existe, nos sectores mais conservadores da sociedade, a convicção de que são guardiões da moral e que nem os eleitos têm legitimidade para pôr em causa as suas convicções. Sempre que um tema os incomoda, seja a interrupção voluntária da gravidez ou o casamento entre pessoas do mesmo sexo, exigem referendos.”Daniel Oliveira

Para os comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, a democracia representativa legitima a imposição da vontade arbitrária das elites (mediante a coerção política e através da força bruta do Estado) sobre o povo, sem que este tenha qualquer meio circunstancial de defesa. O conceito (propositadamente) enviesado de “democracia representativa” é utilizado (pelo Totalitarismo de Veludo) para promover a “evolução da opinião pública” no sentido de uma cada vez maior concentração de Poder no Estado, retirando progressivamente ao povo qualquer tipo de alvedrio.

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Sexta-feira, 26 Novembro 2021

Momento “Pacheco Pereira”: na Alemanha, só pode ser eutanasiado quem tiver a vacina COVID-19 em dia

Por um segundo, pensei estar a ler um artigo do José Pacheco Pereira na revista Sábado:

A associação alemã da eutanásia emitiu um comunicado informando que os doentes terminais que peçam a eutanásia terão que ter as vacinas COVID-19 em dia.

Ou seja, os doentes eutanasiados têm que morrer cheios de saúde. O Pacheco Pereira não diria melhor!

Vivemos em um tempo deslumbrante!

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Depois das vacinas COVID-19, passa a ser normal aos desportistas morrer em campo com AVC (apenas nos últimos seis meses). Informem o burro Pacheco!

Filed under: José Pacheco Pereira,vacinas — O. Braga @ 12:05 pm
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1/ o dançarino profissional (33 anos) Santo Giuliano sofre um ataque cardíaco depois de ser vacinado.

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2/ o jogador de futebol americano Jalen Leavey morre em campo depois de ser vacinado.

3/ o jogador de futebol americano Tirrell Williams morre em campo depois de ser vacinado.

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4/ o jogador de futebol nigeriano Okafor Kelechi morre depois de ser vacinado.

5/ jogador de futebol inglês Lee Moses morre em campo depois de ser vacinado.

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6/ o jogador de futebol americano Stephen Sylvester morre depois de sofrer um AVC em campo, depois de ser vacinado.

7/ o jogador de futebol americano Emmanuel Antwi morre depois de sofrer um AVC em campo, depois de ser vacinado.

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8/ o futebolista argentino Sergio Aguero abandona o futebol depois de um AVC em campo, depois de ter tomado a vacina COVID-19.


Vejam a lista completa (mais de 50 casos em apenas 6 meses!) aqui (ler em PDF).

Enviem esta lista para o burro Pacheco Pereira.

Terça-feira, 23 Novembro 2021

A “formação de massa” covideira é diabolicamente para-totalitária

Filed under: José Pacheco Pereira,totalitarismo,Totalitarismo de Veludo — O. Braga @ 6:58 pm
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Hannah Arendt explicou bem a diferença entre “ditadura” (por exemplo, a de Salazar), por um lado, e “totalitarismo” (por exemplo, o comunismo e/ou o nazismo), por outro lado.

Em 2010, escrevi o seguinte:

“Na radical atomização da sociedade que é apanágio dos totalitarismos, não existe o “deserto político” das ditaduras vulgares (como a de Salazar ou de Franco em Espanha), nas quais ficava claro que os interesses e mundividência do tirano se opõem, e se impõem pela força, aos interesses e mundividências de uma maioria;

no totalitarismo, existe, em vez disso, uma ilusão de liberdade, dando a ideia generalizada de que a vida cultural e política não tem origem em uma força coerciva imposta pelas elites, mas antes que surge da espontaneidade social radicalmente atomizada.

O totalitarismo convence as pessoas de que não vivem em um sistema totalitário.”


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Quinta-feira, 18 Novembro 2021

O Pacheco Pereira defende o “apartheid” sanitário covideiro

Filed under: José Pacheco Pereira,vacinas — O. Braga @ 5:32 pm
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Uma das grandes armas de propaganda anti-semita dos nazis foi a da (alegada) propagação de doenças infecciosas por parte dos judeus. Os nazis convenceram a população austríaca e alemã de que só os judeus propagavam doenças infecciosas, e que, por isso, era necessário segregar os judeus para se evitar contrair as maleitas (alegadamente) tipicamente judias.

Os socialistas não mudaram; apenas adaptaram-se aos novos tempos. A eutanásia, o aborto, e a segregação social nazis mantêm-se, embora noutros moldes.

Complementando o que escrevo aqui, aconselho a leitura deste artigo no Blasfémias.

Voltando a Pacheco Pereira: não esperava outra coisa daquele espírito mutilado. Só uma besta maoísta defende a segregação de uma parte da população, alegadamente por motivos sanitários, sem suficientes razões científicas que o justifique.

O Pacheco age exclusivamente por motivos ideológicos. O Pacheco é uma cavalgadura — com o devido respeito pelos equídeos.

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Domingo, 14 Novembro 2021

As facções dos bolcheviques e dos mencheviques da política portuguesa

Filed under: André Ventura,CHEGA,José Pacheco Pereira — O. Braga @ 1:38 pm

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Segundo o Pacheco, os partidos políticos portugueses são todos de Esquerda — com excepção do partido CHEGA, que é fassista; mas o CHEGA já está a trabalhar afincadamente para agradar ao Pacheco e à Catarina Martins: afinal, nada melhor, para o André Ventura, do que aspirar pertencer à grande família da Esquerda portuguesa.

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Com jeitinho e alguma paciência, ainda iremos ver o Ferro a tecer loas ao Ventura.

Domingo, 24 Outubro 2021

O José Pacheco Pereira é uma criatura intrinsecamente desonesta

Filed under: José Pacheco Pereira — O. Braga @ 5:53 pm

Antes de mais: eu não sou uma figura pública, e portanto, não tenho as obrigações que o José Pacheco Pereira tem — mas que ele não cumpre.

jpp-vesgo-web1/ Durante (pelo menos) duas décadas, a Esquerda (por exemplo, o Bloco de Esquerda) têm destruído feroz- e sistematicamente a linguagem (cultural, social, civilizacional), e o José Pacheco Pereira nunca (jamais!) se insurgiu contra essa destruição da linguagem — porque esta vinha da Esquerda.

Agora, com o aparecimento do partido CHEGA, o José Pacheco Pereira já se insurge contra uma alegada destruição da linguagem e “empobrecimento da comunicação”.

Segundo o José Pacheco Pereira, durante mais de 20 anos de Bloco de Esquerda, nunca houve “empobrecimento da comunicação”: este “empobrecimento” só surgiu com o CHEGA!.

Este tipo de argumentação é uma filha-da-putice, sem outra classificação possível.

2/ Não nos podemos esquecer que o José Pacheco Pereira (sendo militante do PSD) se aliou publicamente ao Bloco de Esquerda contra o PSD de Passos Coelho. É preciso que as pessoas não tenham memória curta.

3/ Estamos em presença (por parte do José Pacheco Pereira) de miopia política, da negação da realidade, por um lado; e, por outro lado, o José Pacheco Pereira invoca a necessidade da “moderação do centro” político sem definir “centro político”: para o José Pacheco Pereira, o “centro político” é aquilo que ele próprio quiser que seja; o “centro político” pertence à subjectividade do José Pacheco Pereira.

Com jeitinho, para o José Pacheco Pereira, o “centro político” pertence ao Bloco de Esquerda — como, aliás, defende outro comissário político, o Daniel Oliveira, que escreveu no Twitter que o Bloco de Esquerda é um partido social-democrata. Não tardará muito, e o CDS passará a ser um partido “radical da extrema-direita”.

Esta gente é doente.

Sábado, 4 Setembro 2021

¿O que existe em comum entre o Pacheco e o PAN? São perigosos!

O absurdo tomou conta da nossa realidade política, social e cultural — e a tal ponto que se torna penoso, até, escrever sobre ela, na medida em que devemos ter a preocupação de sintetizar a mensagem escrita, não a tornando complexa em um mundo controlado pelo minimalismo do Twitter e/ou do FaceBook. Ora, não há nada mais absurdo do que sintetizar o absurdo.


O Miguel Sousa Tavares escreve acerca do PAN – Pessoas-Animais-Natureza (ler em PDF); raramente estou de acordo com ele mas, desta vez, assino por baixo.

“Um partido, dito animalista, cujo fanatismo e ignorância podem conduzir à extinção de espécies animais e ao empobrecimento do mundo rural, podem afastar as pessoas da natureza como ela é, tornar as suas vidas mais pobres e mais tristes, é um partido perigoso.”


Ora, é disto que o José Pacheco Pereira não fala; mas desata aos berros por causa de um cartaz de campanha eleitoral da social-democrata Susana Dias (ler em PDF). E a razão é simples: o José Pacheco Pereira tem um arquétipo mental totalitário — o puritanismo pós-modernista, o gnosticismo actualizado.

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Para o Pacheco, não é incomum ou anormal que a Esquerda pretenda proibir tudo e mais alguma coisa; pelo contrário, o espírito puritano do Pacheco acha até normal que se proíba tudo com o que ele não concorde (sem qualquer consulta popular directa; o Pacheco é contra os referendos; o Pacheco é o “Rei-filósofo”, segundo Platão.

O Pacheco, para além de ser um dos mais activos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, assume o papel de “consciência ideológica” do Partido Social-democrata.

“… quando alguém de uma candidatura autárquica da Amadora coloca noutro município um grande cartaz a dizer "No dia 26 de Setembro o sistema vai tremer", este cartaz cujo conteúdo é tipicamente do Chega, mas não é do Chega, faz parte da natural liberdade de expressão que a democracia assegura. O problema é onde ele está: em frente da Assembleia da República. O "sistema" é aquilo que a Assembleia da República personifica, a democracia.”

Para o Pacheco, Democracia = Esquerda. São sinónimos.

jpp-marxTudo o que não seja da Esquerda é anti-democrático. Trata-se do maniqueísmo característico dos puritanos e gnósticos de todos os tempos — o maniqueísmo de que ele acusa a toda a gente que não é de Esquerda.

É surpreendente como aquela besta enganou tanta gente, durante tanto tempo. E não nos esqueçamos que foi o Cavaco Silva (acolitado pelo Pedro Santana Lopes) que o guindou na política.

Para o Pacheco, o “sistema” (que a Susana Dias critica) é a “democracia” que, por sua vez, é a “Esquerda”.

“Sistema” = Democracia = Esquerda.

Por isso, na visão míope do Pacheco, quem se atreve a criticar a Esquerda, está “tomaticamente” a condenar a própria “democracia”.

Há muito tempo que o Pacheco deveria ter sido sumariamente expulso do PPD/PSD — mas a cobardia política dos sucessivos dirigentes deste partido tem tido custos avultados, como podemos ver hoje com os números das intenções de voto.

O Pacheco, enquanto comissário ideológico do Politburo do P.S.D., pretende transformar este partido em uma espécie de “partido suplente do Partido Socialista” — e está a conseguir isso, através de uma estratégia de “agit-prop” repugnante.

Para o Pacheco, a democracia só existe se as diferenças ideológicas entre os vários partidos se resumem às diferenças de prioridades na acção política. Ou seja: “estamos todos de acordo, uns com os outros e em praticamente tudo — excepto no que diz respeito às prioridades na execução das várias políticas (com que todos concordamos)”. Para o Pacheco, é nisto que consiste a “democracia”.

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Sábado, 28 Agosto 2021

O cientismo estúpido do José Pacheco Pereira

O cientismo é a atitude intelectual que se desenvolveu a partir da segunda metade do século XIX e que concede um valor absoluto ao progresso científico 1 .

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O cientismo concede à ciência o monopólio do conhecimento verdadeiro e atribui-lhe a capacidade de resolver progressivamente o conjunto de todos os problemas que se apresentam à Humanidade. A noção de cientismo foi fundada por Augusto Comte, com o Positivismo.

Como extremo oposto do irracionalismo, o cientismo é o racionalismo positivista levado ao seu máximo possível — não no sentido de positivismo absoluto que corrige a noção exclusiva de “sensível”, e que é característica do Positivismo de Augusto Comte; mas antes no sentido do exacerbar da influência do “sensível” no racionalismo.

O José Pacheco Pereira é um demagogo — a julgar por este artigo que publicou num pasquim qualquer (ler em PDF). É um demagogo, porque assume uma posição cientificista (cientismo) perante a ciência — exactamente porque (tal como os positivistas têm feito) ele politiza a ciência, ou seja, ele incorre no erro de que ele próprio acusa os ditos “negacionistas” de cometerem.

O Pacheco escreve:

“Mas o negacionismo é igualmente uma atitude política que deve ser tratada politicamente. Ele é um dos traços do actual populismo, que vive da desconfiança com os "poderosos", incluindo os cientistas e o saber, do mesmo modo que implica a não aceitação da autoridade democrática. Quando a mecânica do populismo do "nós" e "eles" se desloca dos alvos mais estritamente políticos, para a educação, a ciência, a segurança, a justiça, o grau de disfunção é consideravelmente maior. E mais, este populismo comunica entre si, o negacionismo tem fortes relações com o Chega, uma parte mais activa dos manifestantes contra as vacinas está nas manifestações do Chega, e partilha a mesma zanga e ressabiamento contra o mundo.”

Só uma mente distorcida e cristalizada (em um sistema ortorrômbico, ou triclínico), como é a do Pacheco, pode colocar em causa a necessidade da afirmação política do sentido crítico do cidadão.

O conceito de “negacionismo”, segundo o José Pacheco Pereira (e dos outros Comissários Políticos do Totalitarismo de Veludo), é ideológico no sentido da necessidade política de catalogação (ou de categorização) dos recalcitrantes, em relação ao carneirismo político próprio das atitudes colectivas e colectivistas. Só uma mente distorcida e cristalizada (em um sistema ortorrômbico, ou triclínico), como é a do Pacheco, pode colocar em causa a necessidade da afirmação política do sentido crítico do cidadão.

Finalmente: o Pacheco é “mais papista que o papa”; ou melhor, é mais defensor das “vacinas”de tipo mRNA do que a própria comunidade científica. Acima de tudo, o Pacheco revela um profundo desconhecimento da problemática das “vacinas”de tipo mRNA, que não são propriamente vacinas normais como as que nós todos já tomamos.

Quando o Pacheco mistura as vacinas normais (por exemplo, varíola, BCG, tétano, etc.), por um lado, com as “vacinas”de tipo mRNA, por outro lado, demonstra a sua ignorância (e estupidez) em todo o seu esplendor. E, ainda por cima, chama os outros de “negacionistas”.

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Nota
1. Segundo Karl Popper, o cientismo é a crença dogmática  na autoridade do método científico e nos seus resultados, que é totalmente errada porque é dirigida contra o método crítico da Ciência da Natureza ou contra os grandes cientistas.

Quarta-feira, 25 Agosto 2021

As efusivas expectorações dos tolos

Filed under: António Costa,José Pacheco Pereira,monhé das cobras — O. Braga @ 10:24 am

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Sábado, 21 Agosto 2021

Um comissário político do Totalitarismo de Veludo, José Pacheco Pereira

Filed under: censura,José Pacheco Pereira,monhé das cobras — O. Braga @ 7:55 pm
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Um dos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, José Pacheco Pereira, apoia indirecta- e tacitamente a censura da opinião e a restrição política da liberdade de expressão (por parte dos me®dia) em relação àqueles a quem ele chama de “negacionistas” — como aconteceu com a censura do jornal Púbico em relação à opinião do médico Pedro Girão.

“Não tenho reservas nenhumas quanto às qualidades que fazem com que um homem não se fique e vá defrontar as feras. Como Soares fazia. Aqui foi o nosso almirante dos submarinos que usou um torpedo bem dirigido para atingir os negacionistas, a sua coragem.”

O José Pacheco Pereira é inqualificável. Não tem nome possível. Porém, é sem dúvida, um personagem rasteiro; um molusco, um animal sem coluna vertebral.

Podemos dizer que o Pacheco encarna, no artigo que escreveu acerca dos “negacionistas”, não só um maniqueísmo estúpido — mas também personifica, em todo o seu esplendor, a falácia ad Verecundiam.

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