perspectivas

Terça-feira, 14 Junho 2022

Filhos-de-puta ao quadrado

Filed under: Bloco de Esquerda,Esquerda,esquerdalho — O. Braga @ 9:46 pm
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Aqui fala-se na dívida pública portuguesa; aqui defende-se o aumento do défice:

BE e PCP têm de dizer na AR e nos media que aumentar a despesa pública (estrategicamente orientada) significa aumentar a procura na economia, o que tem um efeito multiplicador sobre o produto, cria emprego, faz aumentar a receita dos impostos e reduz a despesa com apoios sociais (subsídio de desemprego, etc.). Ou seja, numa economia com capacidade produtiva subutilizada, mais despesa pública melhora o défice e a dívida (d=% do Produto), bem ao contrário do que nos dizem na televisão.”

A ideia segundo a qual “o aumento do défice orçamental, por via do aumento da despesa pública, é positivo para a economia”, só pode vir de filhos-de-puta — porque ninguém, no seu bom juízo, pode defender esta tese. São mesmo filhos-de-puta!, os da geringonça que têm governado Portugal.

O maior problema português não é a dívida; o maior problema é o défice.

Por outro lado, a ideia segundo a qual “aumentar os impostos, ao ponto de estrangular a economia, permitirá aumentar a despesa pública sem aumentar o défice” — só pode vir de uma filha-da-putice elevada à segunda potência.

Com uma economia moribunda, de nada vale aumentar a despesa pública. Grandes filhos-de-puta!

Quarta-feira, 8 Junho 2022

É inevitável uma guerra civil de baixa intensidade

Quarta-feira, 18 Maio 2022

O Poder LGBTQPBBQ+ do Bloco de Esquerda

Filed under: Bloco de Esquerda,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 5:11 pm

lgbt quem pode manda web

Quarta-feira, 4 Maio 2022

A socialista Isabel Moreira é um monstro

A Isabel Moreira compara o caso do aborto nos Estados Unidos com o caso português, quando não há comparação possível porque o aborto nos Estados Unidos não tem prazo limite: em bom rigor, nos Estados Unidos a mulher abortar até aos nove meses de gravidez.

Ora, é isto que a Isabel Moreira pretende para Portugal: o aborto legal até ao nascimento — e, na esteira utilitarista de Peter Singer, quiçá mesmo a legalização do infanticídio. Aquela mulher é um monstro.

Todo este artigo do semanário Expresso, é pura desinformação, porque ninguém pretende proibir o aborto nos Estados Unidos, como afirma a Isabel Moreira. Aliás, daquele estafermo não se poderia esperar outra coisa: uma mulher que afirma que “um homem pode dar à luz uma criança” pretende ser a pregoeira da verdade política em Portugal.

O que o Supremo Tribunal de Justiça dos Estados Unidos se prepara para fazer é delegar nos Estados da União a responsabilidade de referendar, a nível local, a legalização do aborto e as condições específicas dessa legalização — e por uma razão: é que o aborto não é considerado um “direito humano” pela Constituição dos Estados Unidos, e portanto, o Supremo Tribunal de Justiça não tinha (em 1973) que se meter nesse assunto.

Tenham a palavra os povos dos Estados da União.

isabel moreira costa os homens podem engravidar web

Avantesmas monstruosas, como a Isabel Moreira, têm medo das decisões do povo; pretendem construir um leviatão que trate os cidadãos como débeis mentais (o Totalitarismo de Veludo).

Adenda: ¿o Pinto Balsemão ainda não morreu? Já tarda…! É um problema de saúde pública!


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Sábado, 30 Abril 2022

O Bloco de Esquerda, o conceito de “crime público”, a infantilização do cidadão por parte do Estado bloquista, e a cultura de delação

Filed under: Bloco de Esquerda,direito positivo — O. Braga @ 10:35 pm

Quando o Bloco de Esquerda pretende transformar alegadas (“alegadas”, porque dependem de denúncias anónimas e, quiçá anódinas) denúncias anónimas, em “crimes públicos”, que envolvem as autoridades policiais e judiciais em um pântano de ambiguidades, do qual emergirá uma argumentação sem fim e muita dificuldade de prova — o Bloco de Esquerda pretende contribuir um pouco mais para a consolidação em Portugal de um Totalitarismo de Veludo.

O apelo à denúncia anónima, e irresponsável, através do qual se pretende criar uma atmosfera social de medo, mais ou menos difuso, de vulnerabilidade e de desconfiança em relação ao “outro” cidadão; o mesmo tipo de atmosfera que os regimes totalitários criam — é o que pretende o Bloco de Esquerda com a vulgarização e normalização de “crime público”: quando o “crime público” passa a ser quase tudo, e passamos a ter uma cultura de bufaria, temos instalado uma forma actualizada de polícia política.

Quanto mais frágeis as pessoas se sentem, mais elas se dirigem ao Estado para protecção — tal como as crianças se dirigem aos pais quando vêem bruxas na janela. Portanto, a lógica do Bloco de Esquerda é a de potenciar ao máximo o sentimento de insegurança e fragilidade do cidadão. Uma população frágil, ou fragilizada pela acção do Estado bloquista, por definição é incapaz de se defender.

O que o Estado bloquista pretende é uma população portuguesa em que os indivíduos desconfiam sistematicamente uns dos outros, e através dessa desconfiança generalizada é criada uma anomia, uma completa atomização social que fará com que o indivíduo isolado não se consiga opôr a tudo o que o Estado bloquista lhe venha a impôr discricionariamente.

Adenda: a violação sexual já é crime público no contexto da violência doméstica.


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Sábado, 19 Março 2022

O conceito de “Esquerda Neanderthal”

Filed under: Baizuo,Bloco de Esquerda,Esquerda Neanderthal — O. Braga @ 5:36 pm

O conceito de Esquerda Neanderthal identifica-se com a ideia de “Esquerda Woke”, conforme aqui:

Esquerda Neanderthal web

“Trata-se de uma certa fauna urbana que adora visibilidade, se acha mais esclarecida que os outros e, de certo modo, naturalmente predestinada para guiar, a bem ou a mal, as massas ignaras no caminho da superior iluminação que acredita possuir. Vem das franjas do Trostkismo, da “New Left”, do Leninismo, do Maoísmo e de outros “ismos” do mesmo caixote. Não tem qualquer sentido de humor, mas sim a inabalável convicção de que tudo o que acontece, ou deixa de acontecer, deriva da intrínseca maldade do Ocidente, especialmente da América e, mais recentemente, do conceito que engloba tudo isso: o hetero-patriarcado branco.

Cultiva o estilo “intelectual de esquerda” e “artista de vanguarda” e arroga-se uma inexplicável superioridade moral e intelectual constantemente auto-reforçada frente ao espelho de Narciso.”


baizuo-web

O Baizuo é a caricatura simbólica da Esquerda Neanderthal.

Não é difícil identificar a Esquerda Neanderthal (e o Baizuo) com personagens como Daniel Oliveira, Pedro Filipe Soares, Rui Tavares, mesmo com José Pacheco Pereira (embora em faixa etária serôdia) e o ministro socialista Pedro Nuno Santos (estes três últimos, entre outros, representam a Esquerda Neanderthal fora do Bloco de Esquerda).

baizuo web

A Esquerda Neanderthal é (hoje) o movimento político-cultural mais perigoso que existe.

Segunda-feira, 14 Fevereiro 2022

A judicialização da política (e a politização da Justiça)

A construção de um Totalitarismo de Veludo 

pensamento unico 300 webQuando falamos hoje em “regime político” (em Portugal), em geral, já não podemos distinguir claramente a Esquerda e a Direita: é praticamente tudo igual, excepto algumas diferenças na forma como a economia deve ser orientada.

A Direita não é mais do que uma “Esquerda moderada” — porque a sua ideologia parte dos mesmos pressupostos / princípios (acerca da realidade, entendida em si mesma) dos que são adoptados pela Esquerda.

A Direita do nosso tempo é uma “Esquerda de Ontem”, desejosa de digerir, em paz e sossego, o seu opíparo manjar de iguarias burguesas.

Por exemplo, a diferença entre Rui Rio e António Costa tem a ver apenas com o carácter pessoal e personalidade, por um lado, e, por outro lado um deles é monhé e o outro não; em tudo o resto (na mundividência), são iguaizinhos.

A Esquerda controla o regime, e a chamada “Direita” vai a reboque.

Um indivíduo da “Direita normalizada” é hoje um “progressista paralisado” — como é o caso da Assunção Cristas que destruiu o CDS. E quando alguém da “Direita” (ou da Não-esquerda, como queiram) se rebela contra a agenda política da Esquerda, entra em funcionamento o “bullying” da Esquerda — como foi o caso do “bullying” sistemático da Isabel Moreira (Partido Socialista) sobre Assunção Cristas (a ler, por exemplo: “A lógica política da puta chamada Isabel Moreira”). (more…)

Segunda-feira, 31 Janeiro 2022

O senhor Mamadou Ba tem que ser extraditado para a terra dele

Filed under: Bloco de Esquerda — O. Braga @ 10:10 pm
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Eu fui expulso do Twitter por ter uma opinião contrária ao politicamente correcto, em relação ao COVID-19 e às vacinas: fui expulso do Twitter por me mostrar contra a vacinação obrigatória.

Entretanto, fizeram-me chegar este tuite do senhor Mamadou Ba:

mamadou ba web

O senhor Mamadou Ba, um imigrante senegalês, insulta deputados portugueses e ameaça com violência nas ruas — e o Twitter nada faz contra ele.

Porém, as autoridades portuguesas terão que agir em relação à situação de um imigrante que faz ameaças contra a integridade física de deputados eleitos: se não o fizer, o governo do Costa estará a legitimar a violência de sinal contrário.

Domingo, 30 Janeiro 2022

É importante que o povo perceba que é urgente tirar a Esquerda do Poder

Filed under: Bloco de Esquerda,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 9:00 am

Terça-feira, 4 Janeiro 2022

Vamos fazer com que os portugueses emigrem todos — em nome do “progresso”

Filed under: Bloco de Esquerda,CHEGA,imigração,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 10:03 pm
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É assim que o IL (Iniciativa Liberal) se alia ao Bloco de Esquerda:

  • os primeiros precisam de mão-de-obra imigrante escrava, ou com salários de miséria, para agradar a patrões sociopatas;
  • e os segundos precisam de um Lumpemproletariado  crescente que vote neles.

E o Monhé apoia o Cotrim e a Catarina, para não se sentir sozinho.

Segunda-feira, 3 Janeiro 2022

Temos uma nova Conversa

Filed under: Bloco de Esquerda,Catarina Martins — O. Braga @ 6:13 pm
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catarina convertida web

Só lhe falta agora ir para um convento

Sexta-feira, 26 Novembro 2021

Marisa Matias, a filha de Alcouce

Filed under: Bloco de Esquerda — O. Braga @ 12:31 pm
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