perspectivas

Quinta-feira, 20 Abril 2017

O Bloco de Esquerda está cada vez mais parecido com o MRPP

Filed under: Bloco de Esquerda,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 10:47 am

 

“As políticas racistas, homofóbicas, bélicas e anti-feministas que a administração de Trump e outros governantes colocam em prática na actualidade fomentam forças conservadoras e fascizantes e constituem graves ameaças aos direitos humanos e aos direitos feministas, às quais é preciso resistir e responder”.

O BE refere que continua a pugnar pelo fim das discriminações no trabalho, a condenar a violência contra as mulheres nas relações de intimidade, a reivindicar direitos sexuais e reprodutivos e as sexualidades na sua diversidade de orientações e identidades.

“Continuamos, aliás, a repudiar as múltiplas discriminações que afectam as mulheres imigrantes, a população LGBTI+, as mulheres afro-descendentes, as negras, ciganas, as pessoas que vivem de serviços sexuais sem quaisquer direitos”.

Faro: BE promove debate sobre os desafios do feminismo

Domingo, 2 Abril 2017

¿A tua vida está completa? Então vai suicidar-te à Holanda!

 

«Last October we reported that the Dutch government were planning to expand their euthanasia law to include people who are not physically or psychologically suffering but who believe that their "life is complete."

The DutchNews.NL reported that the Dutch doctors association (KNMG) was not in favour of developing a section of the euthanasia law to prescribe lethal drugs for "completed life."»

Dutch doctors group rejects separate rules concerning euthanasia for "completed life."


O governo holandês prepara uma lei de “suicídio assistido”, pago pelo Estado, para as pessoas na idade de reforma, saudáveis mas que “sentem que a sua vida está completa” (sic). Trata-se de poupar o dinheiro das reformas, matando os idosos saudáveis.

Anseio pelo dia da instituição de um Estado islâmico na Holanda; vai ser um festival ver esses políticos enforcados na praça pública.

Segunda-feira, 13 Março 2017

A estória do sapo que não se dá conta do PREC [Processo Revolucionário em Curso]

Filed under: Bloco de Esquerda,Partido Comunista,Partido Socialista,PREC — O. Braga @ 7:26 pm
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“Aquilo que Portugal está a viver não é um PREC mas sim a destruição do centro.”Helena Matos


Vamos tentar analisar em poucas palavras este texto da Helena Matos.

A História não se repete; mas há padrões históricos que se repetem (os ciclos históricos) → “a velhice do eterno novo”, como escreveu Fernando Pessoa. Em um certo sentido, o “novo é velho”.

Em 1975, o PREC [Processo Revolucionário em Curso] foi uma tentativa de destruição do centro — só que foi uma tentativa apoiada em uma parte das Forças Armadas e no agit-prop de rua à moda do José Pacheco Pereira.


Em primeiro lugar, temos que saber o que significa “centro”. O “centro político” é sempre uma posição relativa, por um lado, e por outro lado é uma posição referencial — é uma referência que não tem uma correspondência exacta na realidade política. O “centro”, em 1975, não é o mesmo “centro” em 2017.


sapo_cozidoOs marxistas (incluindo uma parte do Partido Socialista) aprenderam com o fracasso do PREC [Processo Revolucionário em Curso] de 1975, e com a queda do muro de Berlim.

A haver uma intervenção militar marxista (que ocorreu em 1975, a 11 de Março), esta ocorrerá desta vez em um último estágio do “processo” de tomada do Poder: em vez da intervenção das Forças Armadas “à cabeça” (inicial), a tropa fechará o “processo” político de tomada do Poder totalitário.

O papel da tropa é invertido, em relação a 1975.

Ademais, os métodos de tomada do Poder totalitário são diferentes hoje, em relação a 1975: digamos que os métodos de assalto ao Poder totalitário são hoje menos abrutalhados e mais refinados, com apelos sistemáticos ao sentimentalismo (a tolerância repressiva  do marxismo cultural) e com o apoio incondicional das mulheres, em geral, à causa do politicamente correcto (embora haja excepções de mulheres que confirmam a regra).

Hoje, o perigo do totalitarismo é muito maior, porque em 1975 havia o bloco soviético e os Estados Unidos não queriam Portugal na esfera soviética. Hoje, os Estados Unidos estão se cagando para Portugal: hoje a reacção ao marxismo no Poder tem que ser indígena, e sem grande apoio da CIA e dos “Franks Carlucci”.


O que estamos a viver hoje é um novo tipo de PREC [Processo Revolucionário em Curso]; mas é um PREC da estória do sapo que não se dá conta de que vive no PREC .

Sexta-feira, 10 Março 2017

O Partido Socialista do Monhé quer ser mais fracturante do que o Bloco de Esquerda

 

É impossível erradicar (totalmente) a prostituição; mas em vez de a reduzir ao mínimo possível, o Partido Socialista do Monhé Costa quer aumentar o número de prostitutas em circulação.

giphy_1_20“O PS anda avidamente à procura dos eventuais “temas fracturantes” que o Bloco ainda não tenha capitalizado, e coloca assim em cima da mesa a temática da prostituição. Querem nos fazer crer que se trata da regulamentação de um serviço. Fruto de uma escolha livre de mulheres, fazendo um apagão monumental sobre a realidade vivida pelas mulheres traficadas para este negócio lucrativo para os proxenetas. Mas não nos equivoquemos: não é um serviço. É a regulamentação do corpo da mulher como produto”.

¿Prostituição legalmente assistida?

 

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Segunda-feira, 6 Março 2017

A sociedade que a actual Esquerda defende e constrói: em nome da liberdade, vai impondo um novo tipo de opressão

 

O vislumbre da sociedade que a Esquerda (que inclui um determinado Partido Social Democrata politicamente correcto e o CDS/PP de Adolfo Mesquita Nunes) está a construir em Portugal (segundo as tendências ideológicas oriundas do exterior) é aterrador. ID-GENERO-WEB

O que se está a construir em Portugal é um novo tipo de totalitarismo racionalmente escorado em um individualismo radical que legitima esse totalitarismo colectivista. Na base dessa construção totalitária está um falso conceito de “autonomia do indivíduo”, em que a autonomia se reduz à liberdade negativa. 1

cuiadados-paliativos-webPor exemplo, a necessidade da eutanásia começa por ser escorada em um individualismo radical justificado pela autonomia do indivíduo reduzida à liberdade negativa; mas quando a eutanásia for uma prática normalizada e forçada pela deserção da solidariedade da família natural, será então um colectivismo de Estado (do Bloco de Esquerda, do Partido Comunista) que o imporá ao cidadão, já não em nome da sua autonomia individual, mas em nome dos interesses do Estado.

O que está aqui em causa — para os idiotas úteis do Partido Socialista, para o Bloco de Esquerda, para o Partido Comunista, para algumas avantesmas do Partido Social Democrata, e para um punhado de submarinos do CDS/PP (que inclui o Adolfo Mesquita Nunes) — é a família natural.

A Esquerda odeia a família natural, porque esta (alegadamente) perpetua as “relações de dominação” entre os seus membros. Por isso é que a Isabel Moreira diz o seguinte:

“Muita da evolução das nossas condições de vida, da questão étnica a questões do domínio da sexualidade, deve-se, felizmente, a um olhar do jurídico sobre o real, olhar esse enquadrado no que define o Direito: não se vergar às leis da natureza. A cada discussão acerca de um avanço à conta do olhar informado da realidade, há um regresso ao obscurantismo que matou, negou direitos básicos às mulheres e silenciou abusos em nome do tradicional”.

Eu respondi-lhe aqui.

Com incorporação da ideologia de género no nosso ordenamento jurídico, a destruição da família natural será inevitável: se cada um pode escolher o “género” favorito, ter filhos será considerado uma opção pessoal equivalente a fazer criação de cães de raça; será tão respeitável ter um filho como ter um gato.


O sucesso da eutanásia (como instrumento colectivista de aplicação de uma “pena-de-morte economicista”) depende hoje directamente do individualismo radical que gera o fracasso da família natural. O fracasso da família natural (o fracasso dos laços familiares naturais) depende da desnaturação da sexualidade na cultura antropológica que, por sua vez, é essencial ao feminismo e à ideologia de género que depende da negação institucional e política da ciência (da biologia).

burn_flag_burn_webO aborto pago pelo Estado, eutanásia paga pelo Estado, as questões da sexualidade — "casamento" gay, adopção de crianças por pares de invertidos, ideologia de género, feminismo — estão interligados: por um lado, atacam a família natural, isolando o indivíduo face ao Estado (atomização da sociedade); e por outro lado, quando a ideologia de género entra no nosso ordenamento jurídico (como defende a Isabel Moreira, e já está a acontecer), a ciência biológica é negada em nome de uma fé metastática baseada em uma ideologia doentia e niilista, e entramos em um verdadeiro obscurantismo, que não é o falso obscurantismo que a Isabel Moreira denuncia na Natureza2 .

Com incorporação da ideologia de género no nosso ordenamento jurídico (que já está a acontecer devido à escumalha da laia da Isabel Moreira) a destruição da família natural será inevitável: se cada um pode escolher o seu “género” favorito, ter filhos será considerado uma opção pessoal equivalente a fazer criação de cães de raça; será tão respeitável (nessa sociedade idealizada pela da Isabel Moreira) ter um filho como ter um gato.

Naturalmente que, nessa sociedade atomizada — numa primeira fase por um individualismo radical, e numa segunda fase por um colectivismo imperativo estatal — não há lugar para a democracia, porque se defende uma transferência da responsabilidade social e humana, do indivíduo, para o Estado.


Notas

1. A autonomia não é a mesma coisa que individualismo e/ou colectivismo. A autonomia é uma necessidade psicológica fundamental do organismo humano (a Natureza Humana perene), ao passo que o individualismo e o colectivismo são doutrinas socialmente construídas acerca das relações entre o indivíduo e a sociedade, e que consistem em diversos valores e práticas que podem ser mais ou menos interiorizadas.

Portanto, quando falamos em “autonomia”, não a podemos confundir com individualismo e/ou colectivismo.

2. Desde Aristóteles que existe o conceito de equidade; a Isabel Moreira que vá à merda com a sua teoria “obscurantista”.

Sábado, 4 Março 2017

¿Já avisaram o SOS RACISMO contra o Jean-Claude Juncker?

 

“A Comissão Europeia (o seu presidente, Jean-Claude Juncker) publicou esta semana um documento de reflexão sobre o futuro da Europa a 27, o chamado Livro Branco, que pretende balizar a discussão sobre o formato da UE em 2025.”

Europa, Europa

Chamar-lhe “Livro Branco” é racismo; e se fosse “Livro Negro” também seria racismo. E se lhe chamasse “O Livro Sem Cor” seria racismo encapotado, porque se pretenderia ocultar uma apropriação cultural.

O correcto seria que lhe chamasse apenas “O Livro”; “O Livro” é racialmente neutro.

Não interessa o que está escrito no livro; o que interessa é que não seja racista, homofóbico, sexista, xenófobo, faxista, transfóbico, ableísta, democraticamente maioritário, anti-bloquista primário e secundário, etc..

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