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Sexta-feira, 6 Outubro 2017

O Bloco de Esquerda diz que o Padre António Vieira foi um colonialista

 

Há duas coisas que a extrema-esquerda (sob o manto de silêncio do Partido Socialista de António Costa, e dos intelectuais de merda da estirpe do José Pacheco Pereira) faz muito bem:

1/ uso e abuso da falácia de Parménides, que consiste em julgar o passado à luz de valores que estão neste momento na moda (o facto de estarem na moda não significa necessariamente que esses valores sejam positivos);

2/ a assunção do contra-factual histórico como sendo uma certeza, o que, no fundo, se resume à Teoria Crítica do marxismo cultural, que assume que a História deveria e poderia ter sido feita de outra maneira. E, para isso, a extrema-esquerda pretende “apagar” a nossa História e/ou destituir a nossa sociedade de uma memória histórica positiva. Trata-se de um projecto político totalitário à imagem de “1984” de George Orwell que escreveu:

“Quem controla o passado, controla o futuro; e quem controla o presente controla o passado”.

Ora, é sabido que quem controla o presente do nosso país é o Bloco de Esquerda — não só porque o Partido Socialista de António Costa depende politicamente do Bloco de Esquerda, mas também porque o próprio António Costa é (evidentemente) pessoalmente um radical muito próximo do ideário político do Bloco de Esquerda.


Padre-Antonio-Vieira-webÉ neste contexto político que (com apoio do Partido Socialista de António Costa que controla a Câmara Municipal de Lisboa) se organizou uma Manif de extrema-esquerda contra (pasme-se!) uma estátua do Padre António Vieira em Lisboa.

A extrema-esquerda portuguesa parece seguir o exemplo do derrube de estátuas levado a cabo pelo movimento fascista americano “Antifa”. A Manif radical de extrema-esquerda foi alegadamente dirigida por um tal Mamadou Ba que nasceu em Kolda, no Senegal (ele nem sequer nasceu em um país africano de língua portuguesa!), e que se arroga no direito de colocar em causa a História de Portugal.

As razões da extrema-esquerda invocadas pelos radicais dirigidos pelo Mamadou Ba para protestar contra uma estátua do Padre António Vieira são, alegadamente:

1/ o Padre António Vieira foi um colonialista;

2/ os jesuítas (e os católicos, em geral) são responsáveis por um etnocídio (desaparecimento da cultura ameríndia) no Brasil;

3/ a Igreja Católica (e o Cristianismo, em geral) é responsável pela escravatura dos negros.

Aplicam-se aqui os dois pontos prévios referidos: a falácia de Parménides e a certeza do contra-factual histórico. Convém, contudo, informar o senhor Mamadou Ba do seguinte:

1/ já existia escravatura em África (entre os negros) antes de os portugueses chegarem a África. Portanto, ele que vá contar essa estória (da escravatura portuguesa) à mãezinha dele, lá no Senegal.

2/ os jesuítas defenderam os índios, em relação à escravatura, e evitaram (através de uma acção política junto do Poder em Lisboa) um extermínio físico dos índios semelhante ao que aconteceu na América ocupada pelos espanhóis. O senhor Mamadou Ba escolheu mal o país para criticar.

3/ O senhor Mamadou Ba tem um nome islâmico (o Islamismo faz parte da cultura do Senegal). E talvez por isso o senhor Mamadou Ba não se refira à escravatura praticada no passado (e ainda hoje) pelo Islão — o que interessa ao senhor Mamadou Ba, como bom negro de cultura islâmica, é criticar a cultura judaico-cristã.

4/ quem — pela primeira vez, desde que existe o homo sapiens — proibiu a escravatura em todo o mundo foram os cristãos da Europa — e não os pretos islâmicos da África. Portanto, seria mais profícuo que o senhor Mamadou Ba fosse pregar para a freguesia dele e deixasse a nossa História em paz.

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Quarta-feira, 27 Setembro 2017

A manifestação de Puro Poder do Bloco de Esquerda, e o transgenderismo aos 16 anos

 

Os dirigentes do Bloco de Esquerda sabem bem que a disforia de género é uma anomalia do foro psiquiátrico.

Então, ¿por que razão pretendem eles (os do Bloco de Esquerda) que crianças de 16 anos possam ser sujeitas a operações cirúrgicas e hormonais de transgenderismo, não só contra a vontade dos pais mas também mandando os progenitores para tribunal?

trans-web

transgenero-webA agenda política do Bloco de Esquerda é monstruosa; mas uma grande parte dos portugueses ainda não se apercebeu disso. Chegará o dia em que o povo ajustará contas com os dirigentes do Bloco de Esquerda, e não será bonito de ver esse ajuste de contas. O Bloco de Esquerda passou das marcas.


Segundo uma tese de Paul Gottfried, a esquerda radical (ou seja, o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista e o Partido Socialista de António Costa) funciona em uma lógica semelhante à dos puritanos no tempo de Cromwell: na tentativa de elevar o seu estatuto moral, os esquerdistas adoptam os mais radicais sinais de igualitarismo, e entram em competição uns com os outros no sentido de se saber quem defende mais a “igualdade”. Trata-se de uma espécie de religião cujo sistema entra em uma escalada em espiral, para se ver quem consegue ser mais radical e mais irracional na expressão de ideias igualitárias.

Por outro lado, e segundo Richard M. Weaver, a posição radical da Esquerda em relação ao transgenderismo está relacionada com a “Propaganda Tipo 1” (“In Defense of Tradition”): os alvos da “Propaganda Tipo 1” não são os esquerdistas leais, mas antes são os indivíduos da Não-Esquerda que possam ser capazes de balançar a favor ou contra a elite esquerdista (neste caso, a elite do Bloco de Esquerda). A “Propaganda Tipo 1” é dirigida aos cidadãos politicamente ambivalentes.

¿Qual é a característica principal da “ Propaganda Tipo 1”?

Se os transgéneros são aceites ou não pelo povo, é irrelevante para o Bloco de Esquerda e para os radicais adjacentes (incluindo o António Costa) que apenas pretendem o Poder sobre as franjas ambivalentes da Não-Esquerda.

Segundo Richard Weaver (e eu concordo com ele, porque já vivi uma experiência marxista em Moçambique de Samora Machel, e sei do que falo), a Propaganda Tipo 1 é a “Grande Mentira” (Big Lie) — por exemplo, entre outras, as grande mentiras da URSS e de “1984” de George Orwell.

A natureza intrínseca da Grande Mentira é a de que a mentira é tão grande e tão óbvia, que ninguém acredita nela!; mas a Grande Mentira é criada para verificar empiricamente quem é leal ao movimento político, e quem não é leal.

A Grande Mentira é uma forma de tortura psicológica destinada a degradar, humilhar e diminuir a auto-estima dos membros da oposição política: é a expressão de Puro Poder Político (no sentido de Acto Gratuito), em que o Bloco de Esquerda (e quem apoia a lei do Bloco de Esquerda) força a vítima (o cidadão português, em geral) a repetir a doutrina ou a tese que toda a gente sabe que não é verdadeira: a tese do Bloco de Esquerda segundo a qual não existe distinção de sexo biológico.

Para a classe dirigente do Bloco de Esquerda, não há nenhum ganho político senão o de derrotar e quebrar o inimigo (o povo português, em geral, é o inimigo do Bloco de Esquerda) do ponto de vista psicológico. Não existe qualquer intenção, por parte do Bloco de Esquerda, de que a Grande Mentira tenha qualquer efeito fora da câmara de tortura. Se os transgéneros são aceites ou não pelo povo, é irrelevante para o Bloco de Esquerda e para os radicais adjacentes (incluindo o António Costa) que apenas pretendem o Poder sobre as franjas ambivalentes da Não-Esquerda.

Este tipo de tortura psicológica não pretende que o povo deixe de distinguir a diferença entre sexos; serve apenas para demonstrar ao povo que este é impotente, e que todas as palavras e acções são ditadas e controladas pelos radicais de Esquerda no Poder.

Theodore Dalrymple fez o resumo da tese de Weaver :

O politicamente correcto é propaganda comunista em pequena escala. Nos meus estudos acerca das sociedades comunistas, cheguei à conclusão que o propósito da propaganda comunista não era o de persuadir ou convencer, nem sequer informar, mas era o de humilhar; e, por isso, quanto menos ela (a propaganda) corresponder à realidade, melhor serve o seu propósito de humilhar.

Quando uma pessoa é obrigada permanecer em silêncio quando lhe dizem as mentiras mais óbvias e evidentes, ou ainda pior quando ela própria é obrigada a repetir as mentiras que lhe dizem, ela perde, de uma vez por todas, o seu senso de probidade.

O assentimento de uma pessoa em relação a mentiras óbvias significa cooperar com o mal e, em pequeno grau, essa pessoa personifica o próprio mal. A sua capacidade de resistir a qualquer situação fica, por isso, corrompida, e mesmo destruída. Uma sociedade de mentirosos emasculados é fácil de controlar. Penso que se analisarem o politicamente correcto, este tem o mesmo efeito e propósito.”

Quinta-feira, 21 Setembro 2017

Eu já baixei os braços. A única solução é o PNR (Partido Nacional Renovador).

 

Eu já baixei os braços — porque a luta ideológica não passa já por factos, por demonstrações lógicas, por verificação de nexos causais, pela ciência.

drag-culture-to-kids

left-freakHoje, a dinâmica política é totalitarizante, e temos que escolher entre o Bloco de Esquerda e Partido Comunista, por um lado, e o PNR (Partido Nacional Renovador), por outro lado. Tudo o que está no meio (ou no chamado “centro político”) está minado pelo marxismo cultural.

O terreno político está totalmente minado; por exemplo, ¿quem manda no CDS/PP?

Resposta: Assunção Cristas (que, por exemplo, defende “quotas de género” para as administrações das empresas privadas e públicas) e o Adolfo Mesquita Nunes (um fanchono que defendeu publicamente o "casamento" gay, a adopção de crianças por pares de invertidos e as "barriga de aluguer"). É esta a tipologia da Ordem no CDS/PP: longe vão os tempos de Manuel Monteiro.

Ora, o CDS/PP era suposto ser um partido da Não-Esquerda. O terreno está minado. A diferença ideológica entre o CDS/PP, por um lado, e o Bloco de Esquerda, por outro lado, não é tão grande como os me®dia nos querem fazer crer.

No Partido Social Democrata de Passos Coelho vive-se a “pluralidade”, que é uma forma de dizer que vingam quase sempre as teses ideológicas que estão na moda. Também no Partido Social Democrata o terreno está minado, com Teresa Leal Coelho, Paula Teixeira da Cruz, e merda quejanda. E no Partido Social Democrata impõe-se a espiral do silêncio em quem não concorda com algumas aberrações humanas que por lá pululam.

Eu não tenho dúvidas que chegará o dia em que o Bloco de Esquerda, por exemplo, irá impôr a mudança de sexo aos 12 anos, a despenalização e descriminalização da pedofilia, e a legalização da eutanásia a pedido do freguês. E o Partido Social Democrata e o CDS/PP protestam “para tuga ver”, mas anuem.

Cheguei à conclusão de que a única solução para o problema nacional é o PNR (Partido Nacional Renovador).

Sábado, 16 Setembro 2017

A lógica do Comité de Bairro marxista-leninista

 

“É aquilo em que os portugueses estão transformados, Isto agora anunciado

Condomínios obrigados a comunicar ao Estado os grandes proprietários Nos prédios de elevado valor onde haja um proprietário a deter mais de metade da permilagem, os beneficiários efectivos dos imóveis vão ter de ser identificados e comunicados ao Instituto do Registos e Notariado. O processo fica a cargo do condomínio.

é um exercício arbitrário e demagogo do poder. O Estado sabe perfeitamente quem detém o quê em cada edifício. A Autoridade Tributária e o Registo Predial detêm toda essa e muito mais informação sobre os edifícios e seus proprietários”.

Helena Matos

Quem viveu em um país com governo marxista conhece a dinâmica do Comité de Bairro do Partido Único — no actual caso português, o partido único pretende ser a geringonça, ou vice-versa.

A função do Comité de Bairro é a de controlar o bairro, “cuscar” tudo o que se passa no bairro e delatar os prováveis infractores e prevaricadores.

Eu era miúdo quando vivi em Moçambique no tempo de Samora Machel, quando existiam os Comités de Bairro maoístas. A lógica do Comité de Bairro é a de ajudar a criar um Estado policial, em que o cidadão anónimo se transforma em um “bufo” e delator, e em que há uns que são inimigos do povo (os reaccionários), e outros que são os amigos do povo (os revolucionários).

Quinta-feira, 14 Setembro 2017

Proibir! Proibir! Proibir!

 

Entrou o governo radical de Esquerda comandado por El Comandante António Costa, e começaram as proibições. Proíbem-se livros escolares, proíbem-se métodos e critérios de admissão de trabalhadores por parte de empresas, proíbem-se jogos de futebol, etc..

Este governo radical é proibitivo. Não há cu que os aguente. Já não se respira liberdade em Portugal.

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Segunda-feira, 24 Julho 2017

Deixaram que eles trepassem; e agora aguentem!

 

A extrema-esquerda foi promovida politicamente pelas elites e pelos me®dia, e agora a sociedade portuguesa tem que a aturar. O exemplo do que eu quero dizer fica expresso neste texto de um médico (Luís Carvalho Rodrigues), e a propósito da opinião do dr. Gentil Martins acerca da homossexualidade.

“A ciência médica não tem, portanto, verdades sobre a homossexualidade, como não tem nem deve ter verdades sobre coisa nenhuma. Nem, de resto, são elas necessárias. O respeito pelas orientações sexuais de cada um não é matéria de ciência, mas de educação e civilidade.”

Luís Carvalho Rodrigues

É verdade que não existe qualquer “verdade científica” acerca da causa da homossexualidade — ao contrário do que a extrema-esquerda defende. Por exemplo, não é cientificamente verdade que exista um gene gay, ou que a homossexualidade seja congénita; não há qualquer verificação científica nesse sentido. Há uma remota possibilidade de que a epigenética tenha alguma influência na afirmação da homossexualidade, mas também não é claro, do ponto de vista da verificação, de que tal aconteça.

O que pode existir (e existe, mas o médico Luís Carvalho Rodrigues faz de conta de que não existe) são as consequências de uma vida homossexual activa: se o senhor dr. Luís Carvalho Rodrigues quiser, faço-lhe uma lista das doenças derivadas directamente do comportamento homossexual activo; e aqui já não estamos no âmbito da ética: estamos já no campo da verificação científica.


Quando o dr. Gentil Martins afirmou que a homossexualidade é uma “anomalia”, fez uma avaliação ética, e não propriamente uma avaliação científica — embora uma Curva de Gauss revele que a homossexualidade é de facto uma anomalia, e aqui já estamos na área da estatística.

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Ao contrário do que o Bloco de Esquerda afirmou no seu sítio oficial, o dr. Gentil Martins não disse que a homossexualidade é uma “aberração”: disse que é uma “anomalia”. Reparem no modus operandi da extrema-esquerda: alteram as palavras a seu bel-prazer no sentido da manipulação política.


Diz o médico médico Luís Carvalho Rodrigues que “o respeito pelas orientações sexuais de cada um não é matéria de ciência, mas de educação e civilidade”. Porém, o último DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) emitido pela APA (Associação Americana de Psiquiatria) já considera a pedofilia como uma “orientação sexual”. Se o médico Luís Carvalho Rodrigues não sabe, deveria saber; e espero que o médico Luís Carvalho Rodrigues tenha filhos menores.

“Antes, a Igreja Católica absolvia os pecadores; hoje, absolve os pecados” → Nicolás Gómez Dávila

Não temos respeito pelos desvios sexuais, mas temos respeito pela pessoa, apesar dos seus desvios sexuais. Nós respeitamos pessoas, e não necessariamente comportamentos. A homossexualidade não é uma raça, ao contrário do que defende a extrema-esquerda. Foi isto que o dr. Gentil Martins compreendeu e quis dizer, mas que o médico Luís Carvalho Rodrigues não compreendeu.

Terça-feira, 18 Julho 2017

¿ André Ventura mentiu ? Ou a mulher é estúpida!

 

« Em entrevista ao jornal i, André Ventura afirmava que há pessoas que "vivem quase exclusivamente de subsídios do Estado" e que acham "que estão acima das regras do Estado de direito", considerando que tal acontece particularmente com a etnia cigana. »

CDS rompe coligação e deixa cair André Ventura

Das duas, uma: ou o André Ventura não tem razão, ou tem razão. Não há aqui meio-termo. Se o André Ventura tem razão, então segue-se que, em Portugal, dizer a verdade pode ser  uma forma de manifestação xenófoba; e, portanto, para não se ser xenófobo, somos todos obrigados a mentir.

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Vemos, na imagem acima, a total coincidência ideológica entre o Pedro Marques Lopes, que se diz do Partido Social Democrata, e do Bernardino Soares, do Partido Comunista. E agora temos o CDS/PP da Assunção Cristas a alinhar com o Partido Comunista e com o Bloco de Esquerda:

“O CDS-PP decidiu esta terça-feira romper a coligação com os sociais-democratas em Loures, depois da polémica levantada pelas declarações de André Ventura, candidato à Câmara Municipal de Loures, sobre a comunidade cigana.”

ibidem

O CDS/PP de Assunção Cristas é um partido descaracterizado.

Votar no CDS/PP de Assunção Cristas ou no Partido Socialista de António Costa é praticamente a mesma coisa. Por isso mais vale votar no original que é o Partido Socialista — porque o CDS/PP de Assunção Cristas pretende ser uma cópia de papel carbono do Partido Socialista.

Quando o CDS/PP ficar reduzido ao “partido do táxi”, talvez os militantes desse partido caiam na realidade e verifiquem o enorme erro que foi a eleição de Assunção Cristas para a direcção do partido.


Nós todos, portugueses, queremos a comunidade cigana integrada na sociedade.

Não queremos tratar os ciganos portugueses como o Obama e a Esquerda americana trataram os pretos americanos, com um paternalismo que destruiu a comunidade e os seus indivíduos. Depois de 8 anos de Obama, 70% das crianças negras americanas nascem de mães solteiras que são subsidiadas pelo Estado, e a instituição familiar dos negros americanos foi destruída pelo consulado de Obama e pela Esquerda.

A Esquerda portuguesa, que inclui a Assunção Cristas, pretende que a comunidade cigana não mude de atitude perante a vida e perante a sociedade — porque a Esquerda alimenta-se das deficiências e das carências materiais e morais dos povos: quanto mais miserável é o povo do ponto de vista material e moral, mais força tem a Esquerda.

A contradição da Esquerda verifica-se na atitude incongruente e patética da Assunção Cristas — por exemplo, quando se diz “feminista” e defende quotas para mulherio em tudo o que for possível, ao mesmo tempo que vai fazer visitas a mesquitas sabendo que a mulher muçulmana é tratada abaixo de cão.

A única forma de caracterizar Assunção Cristas é a seguinte: a mulher é francamente estúpida.

Terça-feira, 11 Julho 2017

O efeito “Bloco de Esquerda” e do Partido Comunista na “venezuelização” de Portugal

Filed under: Bloco de Esquerda,Partido Comunista,Venezuela,venezuelização — O. Braga @ 10:01 am

 

Eu pensei que fosse uma anedota do “Pauduro”, da Venezuela; mas não é.

pauduro-de-portugal-web

Em princípio, o dinheiro que ganhamos já foi sujeito a impostos; e por isso não faz sentido que o meu dinheiro, do qual já foi subtraída a tributação legal, não possa ser integralmente doado por mim, a meu bel-prazer e a quem eu quiser.

O que o Estado está fazer, neste caso, é dupla tributação.

É preciso tirar o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista da esfera do Poder, nem que seja através de um golpe-de-estado.

Sábado, 1 Julho 2017

O Bloco de Esquerda está ao serviço do neocapitalismo

 

Quando vejo (por exemplo) os militantes do Bloco de Esquerda defender o aborto livre, o "casamento" gay, adopção de crianças por pares de invertidos, a eutanásia, etc., pensando que seguem uma determinada linha de acção programática marxista cultural “contra o capital” — não posso deixar de sorrir, porque eles defendem exactamente o mesmo que a plutocracia internacional defende.

catarina-martins-neanderthal-webO Bloco de Esquerda está ao serviço do neocapitalismo internacional representado, por exemplo, pelo Rothschild, George Soros, Bill Gates, Warren Buffet, etc.. O Bloco de Esquerda é um partido político lacaio dos mais ricos do mundo.

“Neocapitalismo” foi um termo cunhado pelo marxista italiano Pier Paolo Pasolini em 1975, aquando da rodagem do filme “Salò ou os 120 Dias de Sodoma” que, segundo ele, era sobretudo uma crítica ao “neocapitalismo” que lucra com o discurso da liberdade sexual; e a reacção dos marxistas italianos de antanho foi a de apodar o Pasolini de “reaccionário”, porque estavam convencidos de que a liberdade sexual (no sentido da Escola de Frankfurt) era o caminho certo para a destruição do capitalismo.

Pasolini tinha razão: a verdade está à vista, porque aquilo a que Pasolini chamou de “neocapitalismo” é hoje claramente contra a vida humana e contra a natalidade humana — o que engloba, por exemplo, a teoria política do Aquecimento Global Antropogénico que se transformou em uma espécie de religião e que é apascentada pelos mais ricos do mundo, com o apoio político explícito de gente do Bloco de Esquerda e do Partido Socialista.

A automatização dos processos de produção, com o desenvolvimento tecnológico, traz consigo a necessidade de redução drástica de mão-de-obra e, portanto, a eliminação da vida humana, seja através do aborto, seja através da eutanásia.

Era isto a que Pasolini chamava de “neocapitalismo”: numa sociedade que não se reproduz não há problemas de mão-de-obra excedente, por um lado, e por outro lado é uma sociedade narcísica e umbiguista centrada no consumo, que é o ideal da sociedade neocapitalista.

Hoje, Pasolini, que era homossexual, seria chamado de “homófobo” pela Esquerda neocapitalista de que faz parte o Bloco de Esquerda.

É esta a razão por que os mais ricos do mundo (baseados sobretudo nos Estados Unidos) financiam movimentos políticos de Esquerda em todo mundo (por exemplo, o Macron francês, que se diz de esquerda, foi financiado pelos mais ricos do mundo).

Domingo, 25 Junho 2017

O Mostrengo, na noite de Pedrogão Grande ergueu-se a voar

 

« A “incompetência do Governo não pode encontrar justificação na meteorologia”, berrava o BE em 2015, face a 28 mil hectares queimados e, suponho, morto nenhum.

Agora, a actriz Catarina Martins implora no Twitter: “Que venha a chuva. Bom dia”. A brandura é partilhada pelo PCP, o qual, salvo por um patético “pedido de esclarecimento”, refugiou-se no luto. “Luto”, aqui, é código para “ganhar tempo”.

Não surpreende a cumplicidade dos partidos comunistas no arranjo. Não surpreendem os esforços do PS na elaboração do arranjo. Não surpreende o aval do PR ao arranjo, visto que já só os ceguinhos não vêem a verdadeira função do prof. Marcelo. E não surpreende a ajuda das televisões e dos jornais à eficácia do arranjo.»

Morrer entre brutos é triste


A culpa foi do Mostrengo.

 

mostrengo-de-pedrogao-web

Segunda-feira, 29 Maio 2017

A “cultura da violação” das esganiçadas do Bloco de Esquerda

 

A palavra passou de mulher em mulher, de associação em associação, de mão em mão. Falou-se da luta diária das mulheres, de todos os abusos e violações já normalizados na sociedade, do machismo, dos direitos humanos. Cada voz apelou à sua causa, e todas as causas estiveram, ali, de mãos dadas. Todos lutavam pelo mesmo.”

“NÃO À CULTURA DA VIOLAÇÃO”: AS VOZES QUE SE OUVIRAM NO PORTO

esganiçadas-web 


Dando de barato que “as palavras passem de mão em mão” (?) — eu não sabia que havia actualmente uma “cultura de violação das mulheres” em Portugal.

Reparem: uma “cultura de qualquer coisa” significa a generalização dessa coisa; por exemplo, uma “cultura da excisão feminina” significa a generalização (constituindo-se uma regra) da excisão feminina, e não são as excepções que são a regra.

Parece evidente que não existe uma “cultura de violação das mulheres”, em Portugal. Portanto, aquela manifestação no Porto foi organizada para “lutar” contra um fenómeno social generalizado (a cultura da violação) que não existe de facto. Seria como se nos juntássemos todos na Praça dos Leões no Porto para lutar contra “a tirania dos extraterrestres” — mesmo sabendo que os extraterrestres não exercem qualquer tipo de tirania sobre nós.

Quando não há problemas, a Esquerda inventa-os.

É este mulherio esganiçado, ligado politicamente ao Bloco de Esquerda, que defende a entrada irrestrita de “refugiados” islâmicos — porque embora elas sejam contra uma hipotética “cultura de violação dos brancos”, elas adoram ser violadas por pretos, e por isso é que elas são contra o racismo: pénis de preto é coisa fina, e já admite violação.

Por exemplo, vemos aqui uma mulher ser lapidada até à morte por se recusar a casar com um concidadão de um “refugiado” islâmico.

Ora, para as esganiçadas do Bloco de Esquerda, isso já não é “cultura de violação”: em vez disso, é “diversidade” e “enriquecimento cultural”.

E quando os “refugiados” islâmicos enforcam os homossexuais, trata-se de um “tipo de cultura diferente”, e não de homofobia: a homofobia é uma característica exclusiva dos filhos da puta dos brancos.

E mesmo que os pretos “refugiados” sejam homofóbicos, eles são vítimas da sociedade, e por isso podem ser homofóbicos à vontade. Temos que ser tolerantes com os pretos homofóbicos que atiram os gays dos prédios abaixo. O que não podemos tolerar são as piadas homofóbicas dos brancos acerca de paneleiros.

Por fim, o machismo é apenas heterossexual. Não há machismo gay. Aquela coisa do “macho gay” não existe: é uma invenção dos homens reaccionários brancos filhos da puta.

Sábado, 27 Maio 2017

O Bloco de Esquerda está a matar a sociedade portuguesa

 

Ontem sintonizei a TVI24 e estava a dar uma entrevista do Carvalho com a Marisa Matias do Bloco de Esquerda; fugi para a SICN e estava a dar uma entrevista com o Francisco Louçã do Bloco de Esquerda. Desliguei a televisão, com medo de encontrar a Catarina Martins ou o João Semedo noutro canal qualquer.

É evidente que o Bloco de Esquerda é o partido político preferido pelos me®dia. Deve haver uma razão qualquer que eu desconheço — talvez seja o amor, “fogo que arde sem se ver, querer estar preso por vontade; servir a quem vence, o vencedor; ter com quem nos mata, lealdade”.

“Lealdade com quem nos mata”escreveu o Camões; os me®dia têm uma certa lealdade com o Bloco de Esquerda que nos mata. O Bloco de Esquerda está a matar a sociedade portuguesa, e os me®dia adoram.


MAOMERDAS-RADICAL-web

Salvador Sobral, o Homem que Salvou a Música, gostaria que não se noticiassem os atentados terroristas.

É uma ideia partilhada por muita gente, aquele tipo de gente que, horas antes do atentado de Manchester, marchara em Lisboa e no Porto contra a “cultura de violação”. Ao saber da marcha, que integrou 40 associações e quase tantas outras pessoas, julguei tratar-se de uma denúncia pública, e inédita por cá, da barbárie a que o Islão submete as mulheres. Erro meu. Afinal, a coisa fora motivada por uma cretinice a cargo de uns burgessos na Queima das Fitas.

Pelos vistos, meia dúzia de burgessos provam que uma sociedade é, toda ela, propensa a abusar de raparigas em autocarros, mas milhões de mutilações genitais, casamentos forçados, apedrejamentos e o genérico desprezo pela humanidade pouco dizem acerca da realidade islâmica. E as matanças cometidas em nome do profeta ainda dizem menos.”

Homem a Dias


Gostaria de dizer aqui o seguinte: nunca ouvi a música do Salvador Sobral, e o personagem causa-me asco; parece ser uma versão soft da Conchita Wurst. Há qualquer coisa nele que é o orgulho do panasca que ainda não declarou publicamente que já “saiu do armário”.


O Alberto Gonçalves também escreve:

É injusto generalizar? Com certeza. Porém, a aversão a generalizações, ou o tal respeito trémulo pelo Islão, não tem corrido bem. Quando o resultado da reverência é este, talvez valesse a pena tentar a desconsideração e a afronta. Não temos nada a perder, principalmente se a alternativa é perder tudo.”

Não. No caso do terror islâmico, não é injusto generalizar. Aliás, sem a generalização não existiria a ciência, por exemplo. Um dos grandes problemas do pós-modernismo é a aversão à generalização, ou aquilo a que podemos chamar de “nominalismo radical”.


A ler: Hannah Arendt e o Islamismo

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