perspectivas

Sexta-feira, 26 Novembro 2021

Marisa Matias, a filha de Alcouce

Filed under: Bloco de Esquerda — O. Braga @ 12:31 pm
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Quarta-feira, 22 Setembro 2021

O Partido Comunista cada vez mais se parece com o Bloco de Esquerda

Filed under: Bloco de Esquerda,Partido Comunista — O. Braga @ 6:25 pm

Vemos, na imagem abaixo, o candidato do Partido Comunista à Câmara Municipal de Lisboa, João Ferreira — na companhia de um transgénero que dá pelo nome de @RainhaPuta.

Não tarda nada, o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda formam um único partido.

rainhaputa-joao ferreira-web

H/T: JPA

Quarta-feira, 1 Setembro 2021

A Esquerda pretende proibir a tua existência enquanto ser humano livre

Filed under: Bloco de Esquerda,liberdade,PAN,touradas,vacinas — O. Braga @ 11:40 am

A Esquerda pretende proibir as touradas.

tourada-faena-webJá lá vai o tempo (Maio de 1968) em que a Esquerda dizia que “é proibido proibir”; e a proibição das touradas é apenas a ponta do aicebergue: a seguir, a Esquerda irá decidir (por exemplo), por decreto, aquilo que podemos (ou não) comer.

É nisto que consiste o enorme poder das minorias, em uma sociedade permissiva e complacente (a “complacência” é coisa diferente de “tolerância”).

Imaginemos uma família composta por pai, mãe e quatro filhos. Bastaria que a filha mais velha (por exemplo, de 14 anos) assumisse ser uma Vegan fundamentalista, e não tardaria muito tempo até que toda a família seguisse (de uma forma mais ou menos coerciva) uma dieta mais ou menos veganista.

É este o poder fáctico da minoria, em uma sociedade (neste caso, uma família) que perdeu as suas referências tradicionais e históricas.

Porém, a grande vitória da Esquerda (apoiada pelos neoliberais) foi a de tornar obrigatória a inoculação de uma qualquer substância na corrente sanguínea dos indivíduos: hoje é uma vacina; amanhã será uma outra substância qualquer — a partir do momento em que os indivíduos sigam as ordens (de uma minoria) no sentido da obrigação da auto-inoculação de uma qualquer substância, fica instalada a maior tirania que alguma vez foi pensada: Estaline ou Hitler, se vivessem hoje, ficariam extasiados!.

Ninguém é obrigado a ver touradas; mas não te esqueças (nunca!) que o que o Bloco de Esquerda e/ou o PAN (Pessoas-Animais-Natureza) pretendem, não é apenas proibir as touradas: é sobretudo proibir a tua existência, enquanto ser humano politicamente livre.

Quarta-feira, 18 Agosto 2021

É disto que a Esquerda gosta (e o Pacheco cala)

Filed under: Bloco de Esquerda,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 8:55 pm

Em nome do “combate ao capitalismo”, a Esquerda branqueia tudo — incluindo a escravatura legalizada, a opressão brutal das mulheres, e a barbárie transformada em política.

talibans reprimem web

E o Pacheco (o comissário político por excelência do Totalitarismo de Veludo) diz que a culpa dos males do mundo é da “extrema-direita”.

burkas-web

No Irão, verificamos como a aliança entre Marx (os marxistas) e Maomé (os Aiatólas) resultou em milhares de comunistas mortos. Mas, na sua qualidade de sociopata, o esquerdista típico não aprende com a experiência.

Sexta-feira, 16 Julho 2021

O romantismo que os me®dia apregoam e propagandeiam

Eu tenho um sério enviesamento lógico, na minha forma de pensar; talvez por isso, textos como este são-me de difícil assimilação.

Por exemplo, não me parece que seja plausível colocar, em um mesmo plano de avaliação crítica, um texto de Camilo Castelo Branco (um romântico, tal como Rousseau antes dele) e outro do Padre António Vieira (um clássico, na forma de pensar).

“O clássico é a saúde; o romantismo é a doença” (Goethe)

O romantismo continua a ser o combustível ontológico que alimenta a actual Esquerda (e o politicamente correcto) — pelo menos no que diz respeito à ideologia.

agir-webA actual cultura de auto-vitimização (politicamente correcta e de Esquerda) e o narcisismo exacerbado, são próprios do romantismo da segunda metade do século XVIII, e inclui (tal como aconteceu no século XVIII) uma revolta contra os padrões éticos e estéticos em vigor na sociedade.

Assim escreveu Bertrand Russell: “O homem de sensibilidade [ou seja, o romântico do século XVIII) choraria ao ver a miséria de uma só família camponesa, mas ficaria frio diante de um plano bem gizado para melhorar a sorte do camponês, inserido na sua própria classe” [História da Civilização Ocidental].

O homem culto da segunda metade do século XVIII tinha “uma tendência para a emoção, em especial a da simpatia” (idem). Ora, é este tipo de “homem de sensibilidade” (o “homem culto” actual) que controla a ideologia dominante da Esquerda actual (o politicamente correcto ou marxismo cultural, e a “cancel culture”).

O romântico é sempre do contra (em tudo: na ética, na estética, na cultura, na política, etc.), independentemente das consequências; é do contra, porque sim!.

Para o romântico do século XVIII (Rousseau et Al) e para os românticos actuais (por exemplo, as ideologias do Bloco de Esquerda ou Partido Socialista), o erro humano não advém da psicologia humana (o erro não se deve a culpa própria), mas antes advém dos padrões de valores dominantes na cultura e na sociedade (a culpa é da sociedade).

Por isso é que a Esquerda “progressista” (marxismo cultural), nos Estados Unidos, diz que “a matemática é racista”: alegadamente, os negros têm mais dificuldade na matemática (quando comparados com os asiáticos, por exemplo), por culpa dos padrões de valores sociais (a culpa é sempre da sociedade).

Para o romântico, a culpa do mal é sempre dos outros. A genealogia do mal assenta na própria sociedade, da qual o romântico (de uma forma assumidamente superior) se auto-exclui.

A oposição ao capitalismo — tanto no século XVIII na guerra contra a burguesia, como no século XXI na guerra contra os judeus — é uma característica do romantismo. E, na medida em que (alegadamente) o romantismo pretende libertar o ser humano de convenções e da moralidade sociais, não se deu conta de que as soluções e alternativas que apresenta para a sociedade roçam a barbárie.

Segunda-feira, 21 Junho 2021

O machismo de Esquerda

Se retirarem o útero a uma mulher, esta não deixa de ser mulher; e, de modo semelhante, se caparem um homem, ele não deixa de ser homem.

O machismo de Esquerda consiste na anulação cultural do feminino, mediante a exploração política exaustiva da disforia de género.

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Domingo, 30 Maio 2021

Por baixo da “casca de cebola” do Bloco de Esquerda, está o Mário Tomé

Filed under: Bloco de Esquerda — O. Braga @ 9:09 pm

Por detrás dos sorrisos da palhaça, está um partido sinistro que tem o Mário Tomé na comissão política.

palhaca e mario tome web

Hannah Arendt tinha razão quando se referiu à analogia da “casca de cebola” nos partidos totalitários. O Bloco de Esquerda é o partido totalitário UPD em actualização.

Segunda-feira, 24 Maio 2021

As contradições propositadas do Francisco Louçã

“Alles muss Anders sein !” → Adolf Hitler


Encontrei aqui o seguinte trecho da autoria de Francisco Louçã:

"O BE é um movimento socialista 1 e desse ponto de vista pretende uma revolução profunda na sociedade portuguesa.

O socialismo é uma crítica profunda que pretende substituir o capitalismo por uma forma de democracia social. A diferença é que o socialismo foi visto, por causa da experiência soviética, como a estatização de todas as relações sociais. E isso é inaceitável.

Uma é que os meios de produção fundamentais e de regulação da vida económica sejam democratizados 2  em igualdade de oportunidade pelas pessoas.

Outra é que a arte, a cultura e as escolhas de vida possam ser impostas por um Estado 3 . (…)

É preciso partir muita pedra e em Portugal é difícil. Custa mas temos de o fazer com convicção."


francisco-louca1Francisco Louçã defende aqui a ideia segundo a qual é possível separar a cultura, por um lado, e a economia, por outro lado.

Aliás, esta ideia não é monopólio do Bloco de Esquerda: por exemplo, os ditos “liberais” (por exemplo, o IL – Iniciativa Liberal) também defendem esta separação.

Francisco Louçã defende uma economia fortemente controlada pelo Estado, e simultaneamente uma cultura livre das amarras do Estado. Ou o Francisco Louçã mente, ou é estúpido. Eu penso que ele mente estupidamente.

Nós verificamos que uma das condições do incremento do Totalitarismo de Veludo a que assistimos, é exactamente o controlo da cultura por parte do Estado, com a criação coerciva de novos tabus em substituição de antigos tabus que se tornaram inconvenientes para a agenda política do Bloco de Esquerda.

Ou seja, não é possível limitar a liberdade na economia sem previamente limitar a liberdade na cultura: as duas áreas estão intimamente ligadas.


Notas
1. diferenciado da noção social-democracia, entenda-se – nota minha
2. atenção que o termo não tem equivalente semântico no ocidente e significa colectivização – idem
3. é esta a denúncia mais grave contra as posições ideológicas do PCP

Quarta-feira, 19 Maio 2021

A pergunta do "Polígrafo" : “¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?!”

A imagem, em baixo, foi respigada no Adamastor; mostra uma comparação entre o que se passou, no dia 13 de Maio, no santuário de Fátima e no campo do Martim Moniz, em Lisboa.

Portanto, nós vemos, verificamos in loco; mas segundo o "Polígrafo", os nossos olhos são mentirosos.

fatima-martim-moniz-web

Agora, caro leitor, imaginem que a Igreja Católica adquiria o hábito de ocupar sistematicamente, por exemplo, a praça do Rossio (em Lisboa) para as suas celebrações religiosas semanais: teríamos a Esquerda a berrar, e a pedir ao governo para enviar a polícia de choque “contra os reaccionários”; mas tratando-se dos parceiros da Aliança entre Marx e Maomé, nem o "Polígrafo" se inibe de sair em defesa deles.

Allauhakbar !

Nota: A frase “¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?!” é de autoria de Groucho Marx; a política portuguesa transformou-se em uma anedota.

“Escumalha de esgoto” e “micróbio de site”, diz o Polígrafo

Juro, pelo que me é mais sagrado, que até hoje eu desconhecia a existência do jornal "Inconveniente" dirigido pelo António Balbino Caldeira; e só fiquei a saber da existência daquele sítio através da venenosidade da linguagem esquerdopata do Polígrafo. Afinal, o "Polígrafo" consegue servir para alguma coisa.

Porém, o “lápis azul” do "Polígrafo" não age sozinho: existe uma série de “comissários políticos” do Totalitarismo de Veludo que se encarregam de fazer o “trabalho de sapa” que depois transparece na censura legitimada por este regime político corrupto.

pior-da-censura-web

Quinta-feira, 29 Abril 2021

A moderada radical

Temos aqui um texto de uma tal Mafalda Anjos, directora da revista “Visão”, que coloca em uma mesma categoria o Bloco de Esquerda, por um lado, e o CHEGA, por outro lado. Aliás, este tipo de classificação “moderada” está na moda, como prova a opinião balofa de uma outra que tal, Susana Dias.

Se, em alguma coisa, a sociedade portuguesa já ganhou com a presença política do CHEGA, foi fazer com que este tipo de criaturinha me®diática se atrevesse a colocar em causa, aberta- e publicamente, a agenda política do Bloco de Esquerda. O CHEGA funciona como uma espécie de “válvula de escape” social que permite (concede a oportunidade e o pretexto) a esta gentinha dar largas à sua liberdade de opinião.

Colocar o mesmo saco (como o faz a tal Mafalda) o Bloco de Esquerda — um partido que procura activamente a construção de um totalitarismo estatal —, por um lado, e o CHEGA — um partido que defende a liberdade do indivíduo face ao Estado —, por outro lado, só pode vir de uma mente desconfigurada. Ou de uma “moderada radicalizada” que olha para o Bloco de Esquerda com um certo complexo de Édipo.

Camaradas!: a Joana Mortágua “virou” reaccionária

Filed under: Bloco de Esquerda,Esta gente vota — O. Braga @ 8:55 pm

Escreve, a Joana:

“Como confiar num sistema político que permite que as deputadas e os deputados eleitos para representar os interesses dos cidadãos eleitores, possam agir em nome de interesses económicos particulares, muitas vezes contra o interesse público?”

O texto correcto seria o seguinte:

“Como confiar num sistema político que permite que as deputadas e os deputados, eleitas e eleitos para representar os interesses das cidadãs eleitoras e dos cidadãos eleitores, possam agir em nome de interesses económicos particulares, muitas vezes contra o interesse público?”

Começamos a ver o Bloco de Esquerda a entrar em um revisionismo inadmissível!

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