perspectivas

Quinta-feira, 8 Setembro 2022

O filho-de-puta do monhé conseguiu o milagre indiano em Portugal

Filed under: imigração,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 5:52 pm

Quarta-feira, 17 Agosto 2022

O ressentimento do brasileiro, em relação ao cidadão português, é patológico

Filed under: Brasil,imigração,Marcelo Rebelo de Sousa,xenofobia — O. Braga @ 6:24 pm

O politicamente correcto diz que “não devemos generalizar” — mesmo quando a esmagadora maioria das inferências aponta no sentido da necessidade de generalização. Não nos esqueçamos que a ciência é feita de generalizações.

abel ferreira brasil

Porém, salvo raríssimas excepções, os brasileiros nutrem um ressentimento irracional em relação aos portugueses — ressentimento que Theodore Dalrymple tratou assim:

“Com um ressentimento cuidadosamente nutrido, um homem pode passar a vida a culpar outrem, ou toda a sociedade, pelos seus fracassos — o que lhe permite ser simultaneamente um fracasso e sentir-se moralmente superior ao mundo”.

O brasileiro ressentido sente-se superior ao mundo.

lula da silva treinador

Por exemplo, tivemos — durante cerca de 20 anos — em Portugal um CEO da TAP (Transportes Aéreos Portugueses) que é brasileiro, e nunca ouvimos ninguém criticá-lo por ser brasileiro; e há muitos casos de brasileiros com sucesso em Portugal que ninguém critica apenas por serem brasileiros.

O ressentimento brasileiro, em relação ao português, é absolutamente irracional.

E os portugueses devem tirar as devidas ilações desse ressentimento brasileiro — porque o politicamente correcto (leia-se, por exemplo, Marcelo Rebelo de Sousa) diz que que a “xenofobia” só é má se o cidadão português a praticar; mas se o ressentimento contra os portugueses é brasileiro, a Esquerda portuguesa fica muito feliz.


Nota: “generalizar” é praticar a variedade de indução ou de extrapolação que consiste em passar do singular, ou do individual, ao geral ou ao universal.

Segunda-feira, 8 Agosto 2022

O Martelo e o Monhé devem andar exultantes e felizes

Filed under: imigração — O. Braga @ 4:30 pm

pm brasileira lisboa e braga

Qualquer dia, o Bolsonaro e o Lula vêm a Lisboa reclamar o território.

Terça-feira, 2 Agosto 2022

O psicopata Marcelo recusa a experiência

É espantoso como as “elites” politicamente correctas — por exemplo, o José Pacheco Pereira, ou o Marcelo — consideram que qualquer tipo de entrave à imigração desbragada é uma manifestação de “racismo”. A julgar por aqueles dois, qualquer tipo de disciplina ou critério na admissão de estrangeiros em Portugal, é “racismo” e “xenofobia”.

marcelo e fidel web

Exmo. Senhor Marcelo:

Já estamos cansados de aturar V. Exª.!

Pergunte ao povo português — excluindo os militantes dos partidos que controlam o regime — o que pensa da imigração descontrolada. Quando a merda atingir a ventoinha, você já não vai estar disponível para ser julgado; mas a sua memória será vilipendiada, se Deus quiser!

A dignidade da pessoa humana” é a pata que o pôs, senhor presidente! A “dignidade da pessoa humana” também se aplica aos portugueses…. ¿entendeu?!, seu estafermo!

Temos um presidente da república que trabalha paradoxal- e afincadamente para a destruição da nação a que preside — porque, ao contrário do que ele diz, o problema da imigração desbragada não é principal- e propriamente de “raça”, mas antes é de “cultura”. A raça é apenas um epifenómeno.

Num momento em que os líderes de muitos países da Europa já reconhecem que o multiculturalismo não beneficia os seus países, temos um proeminente burro em Portugal que segue canina- e asininamente as instruções multiculturalistas da plutocracia globalista.

Diz, o asno, que “não se deve generalizar” — quando a ciência, por exemplo, é feita de generalizações baseadas em factos.

Quando os factos nos induzem em determinado sentido, devemos (sim!) generalizar! Não há uma só generalização sociológica que não pareça inadequada àquele que aspira a uma utopia, ou a quem tem intenções cobiçosas de glória e/ou dinheiro.

Portugal está a ser (literalmente) invadido por culturas diferentes da nossa, o que vai ter, a breve trecho, sérias repercussões na coesão social: é tempo de aprendermos com a experiência dos outros países da Europa — e não seguir as opiniões do psicopata Marcelo que, do alto da sua torre de marfim, se recusa a aprender com a experiência.

Quarta-feira, 13 Julho 2022

O futuro da Inglaterra não é inglês; ou a bandeira inglesa tem que ser mudada

Filed under: imigração,Inglaterra — O. Braga @ 3:50 pm

enoch powell was right web

Segunda-feira, 27 Junho 2022

O filho-de-puta do monhé quer destruir Portugal

Filed under: imigração,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 6:59 pm

O monhé está a incentivar a actividade de tráfico humano proveniente de países hindustânicos e do Oriente Médio. Esta é uma das razões por que o monhé é um filho-de-puta — mas também porque a substituição populacional (ler em ficheiro PDF) é um desiderato pessoal do monhé que odeia o povo português.

monhe dos vistos web

O monhé pretende transformar Portugal em uma espécie de Paquistão; e a classe política, em geral, padece de Oikofobia: “junta-se a fome com a vontade de comer” — e quem se f*de é o povo português.

Os dois marcellos web

E não podemos esquecer o Marcelo, o pior Chefe de Estado português de todos os tempos; nem o Conde de Andeiro foi tão nocivo a Portugal.

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Terça-feira, 17 Maio 2022

O Partido Socialista do monhé diz que a “substituição populacional portuguesa” é uma “Teoria da Conspiração racista”

 

Segundo o Partido Socialista do Monhé das Cobras (acolitado pelos me®dia corruptos), a tese da “substituição populacional portuguesa” por imigrantes é coisa de “racistas de extrema-direita”.

Alegadamente, trata-se de uma Teoria da Conspiração: a “substituição populacional” simplesmente não existe.

subsituiçao populacional web

Quarta-feira, 4 Maio 2022

A nacionalidade portuguesa está em saldo: já vale quase nada

Filed under: imigração,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 3:05 pm

Graças ao monhé-mor (o Grande Babush Monhé), a nacionalidade portuguesa está em saldo: basta passar ali pelo Largo do Martim-Monhés, em Lisboa, para constatar o facto de o monhé-mor ter mudado a lei da imigração para poder importar a monhezada toda…

martim-monhes-web

A nova lei do monhé-mor é anti-semita, o que revela a impressão digital do Bloco de Esquerda: os descendentes dos judeus sefarditas portugueses (expulsos por D. João II e por D. Manuel I), têm que demonstrar “provas de ligação efectiva e duradoura a Portugal”; mas os cidadãos dos PALOP, sem qualquer vínculo e/ou ligação a Portugal, têm as portas abertas a uma cidadania que já vale muito pouco. cidadania


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Quinta-feira, 21 Abril 2022

É isto que a aliança entre o IL (Iniciativa Liberal), e o Partido Socialista do monhé, pretende para Portugal

Filed under: imigração,neoliberalismo — O. Braga @ 4:31 pm

escravatura em serpa

“Cerca de duas centenas de imigrantes moldavos estarão a ser escravizados em Serpa, cidade do concelho de Beja. Além de trabalharem horas a fio sem condições, nem sempre auferem um salário. A remuneração, suspeita-se, estará a ser enviada para uma pessoa que se encontra fora do país.”

é disto que o IL (Iniciativa Liberal) gosta!

Domingo, 27 Março 2022

Os patrões portugueses pretendem transformar Portugal em uma espécie de Marrocos

Filed under: Esta gente vota,imigração — O. Braga @ 3:33 pm
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Eu tenho conhecimento pessoal do que se passa no mercado laboral em Marrocos.

grupo pedreira marrocos

Em Marrocos, as operárias – nas indústrias do têxtil e do calçado — descontam 3% do salário para a segurança social, e praticamente não existem descontos dos patrões para o IRS das operárias; e elas trabalham ao Sábado, sem reforço de salário ou horas extras — ou seja, o salário que recebem (e que é pago semanalmente, e não mensalmente como na Europa), inclui já o trabalho ao Sábado.

O salário normal de uma operária marroquina (nas indústrias de calçado e têxtil) é de 62 Euros por semana (245 Euros por mês), oito horas por dia, pago a cada Sexta-feira.

Amiúde, os donos das fábricas têm, para cada posto de trabalho (por exemplo, uma gaspeadeira), duas operárias — uma efectiva e outra suplente —, porque acontece muito que, depois de receber o salário semanal à Sexta-feira, a operária falta ao trabalho na semana seguinte, e a operária suplente ocupa então o posto de trabalho vago temporariamente.

Esta é a “cultura de trabalho” da operária marroquina; mas os patrões estão-se borrifando para que elas faltem ou não, porque o que interessa é pagar salários de miséria.


“O grupo Pedreira, conhecido pela marca de calçado Nobrand, está a subcontratar o corte e costura dos sapatos em Marrocos por incapacidade de encontrar trabalhadores para as suas fábricas em Felgueiras. Sérgio Cunha, presidente do grupo, garante que tem uma das três linhas de produção parada e que já tentou contactar a Câmara de Felgueiras, procurando sensibilizar a autarquia para a necessidade de arranjar acomodação para imigrantes, mas sem sucesso. "Não tive resposta e lamento imenso porque isto iria dar riqueza e valor acrescentado ao concelho", defende o empresário.”

Falta de mão-de-obra leva grupo Pedreira a subcontratar em Marrocos

O que o patrão português pretende é ter mulheres imigrantes que trabalhem em Portugal com o salário das marroquinas. Temos que fechar as portas a “patrões” destes, e “exportá-los” definitivamente para Marrocos.

Sábado, 12 Fevereiro 2022

Pedro Pinto é o homem ideal para promover uma aliança entre o CHEGA e a IL (Iniciativa Liberal)

Filed under: CHEGA,imigração,multiculturalismo,neoliberalismo — O. Braga @ 8:22 pm
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Uma coisa é a lei; outra coisa, diferente, é a legitimidade.

Uma lei ilegítima não deve ser considerada como tal. Ou a lei é a forma jurídica do costume ou da tradição ; ou então é um atropelo à liberdade (individual e colectiva), ou seja, é lei ilegítima.

pedro pinto web

Para Pedro Pinto — e também para o Cotrim — basta que um cão nasça num estábulo para ser “tomaticamente” um cavalo.

A mentalidade liberal — como são as de Pedro Pinto e/ou a de Cotrim — não entende, jamais, que os horrores da História que a espantam e lhe causam repúdio, são o envesso das falácias que ela própria admira.

isto e uma banana web

Quarta-feira, 9 Fevereiro 2022

Este Morcon é de uma raça…!

Aqui no Norte, quando embirramos com alguém, dizemos: “és de uma raça…!”; ou, completando a ideia primordial: “és de uma raça do caralho!”.

É o caso deste estafermo algaraviado: ele é de uma raça…! Depois de ter escrito em blogues de uma certa direitinha “liberal” (que vive à custa do Estado), o Morcon surge agora numa espécie de albergue espanhol.

Escreve, o Morcon, referindo-se aos nortenhos:

“… a operação intelectual — aparentemente simples — de retirar qualquer importância (biológica, cultural, política, intelectual) à cor da pele dos indivíduos é, afinal, coisa demasiada para as capacidades dos morcões.”

banana dna web

Para aquele cepo (com farfalho nas fauces), as diferenças “biológicas, culturais, políticas, intelectuais” (sic), entre indivíduos, são equivalentes às diferenças da cor da pele entre indivíduos. Ou seja: para ele, é tão tolerável um qualquer chinês (alegadamente, de pele amarela), como é tolerável um terrorista árabe islâmico com um QI de 20 devido a secular endogamia.

Não devemos confundir opinião (doxa), por um lado, e biologia (episteme), por outro lado. Mas aquele cepo confunde a mera opinião de um gringo qualquer, por um lado, com a própria realidade, por outro lado.

Não sei bem qual é a cor predominante do couro mourisco; mas aqui, no Minho e na Galiza, notei que, pelo menos as mulheres (em juízo universal) são alvas, de cabelo claro e de olhos claros.

Talvez por isso é que o Salazar dizia, quando se dirigia (através da rádio) aos portugueses: “Portugueses!, de Portugal e do Minho…!”. Ele lá teria as suas (dele) razões…

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