perspectivas

Segunda-feira, 27 Junho 2022

O filho-de-puta do monhé quer destruir Portugal

Filed under: imigração,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 6:59 pm

O monhé está a incentivar a actividade de tráfico humano proveniente de países hindustânicos e do Oriente Médio. Esta é uma das razões por que o monhé é um filho-de-puta — mas também porque a substituição populacional (ler em ficheiro PDF) é um desiderato pessoal do monhé que odeia o povo português.

monhe dos vistos web

O monhé pretende transformar Portugal em uma espécie de Paquistão; e a classe política, em geral, padece de Oikofobia: “junta-se a fome com a vontade de comer” — e quem se f*de é o povo português.

Os dois marcellos web

E não podemos esquecer o Marcelo, o pior Chefe de Estado português de todos os tempos; nem o Conde de Andeiro foi tão nocivo a Portugal.

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Terça-feira, 17 Maio 2022

O Partido Socialista do monhé diz que a “substituição populacional portuguesa” é uma “Teoria da Conspiração racista”

 

Segundo o Partido Socialista do Monhé das Cobras (acolitado pelos me®dia corruptos), a tese da “substituição populacional portuguesa” por imigrantes é coisa de “racistas de extrema-direita”.

Alegadamente, trata-se de uma Teoria da Conspiração: a “substituição populacional” simplesmente não existe.

subsituiçao populacional web

Quarta-feira, 4 Maio 2022

A nacionalidade portuguesa está em saldo: já vale quase nada

Filed under: imigração,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 3:05 pm

Graças ao monhé-mor (o Grande Babush Monhé), a nacionalidade portuguesa está em saldo: basta passar ali pelo Largo do Martim-Monhés, em Lisboa, para constatar o facto de o monhé-mor ter mudado a lei da imigração para poder importar a monhezada toda…

martim-monhes-web

A nova lei do monhé-mor é anti-semita, o que revela a impressão digital do Bloco de Esquerda: os descendentes dos judeus sefarditas portugueses (expulsos por D. João II e por D. Manuel I), têm que demonstrar “provas de ligação efectiva e duradoura a Portugal”; mas os cidadãos dos PALOP, sem qualquer vínculo e/ou ligação a Portugal, têm as portas abertas a uma cidadania que já vale muito pouco. cidadania


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Quinta-feira, 21 Abril 2022

É isto que a aliança entre o IL (Iniciativa Liberal), e o Partido Socialista do monhé, pretende para Portugal

Filed under: imigração,neoliberalismo — O. Braga @ 4:31 pm

escravatura em serpa

“Cerca de duas centenas de imigrantes moldavos estarão a ser escravizados em Serpa, cidade do concelho de Beja. Além de trabalharem horas a fio sem condições, nem sempre auferem um salário. A remuneração, suspeita-se, estará a ser enviada para uma pessoa que se encontra fora do país.”

é disto que o IL (Iniciativa Liberal) gosta!

Domingo, 27 Março 2022

Os patrões portugueses pretendem transformar Portugal em uma espécie de Marrocos

Filed under: Esta gente vota,imigração — O. Braga @ 3:33 pm
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Eu tenho conhecimento pessoal do que se passa no mercado laboral em Marrocos.

grupo pedreira marrocos

Em Marrocos, as operárias – nas indústrias do têxtil e do calçado — descontam 3% do salário para a segurança social, e praticamente não existem descontos dos patrões para o IRS das operárias; e elas trabalham ao Sábado, sem reforço de salário ou horas extras — ou seja, o salário que recebem (e que é pago semanalmente, e não mensalmente como na Europa), inclui já o trabalho ao Sábado.

O salário normal de uma operária marroquina (nas indústrias de calçado e têxtil) é de 62 Euros por semana (245 Euros por mês), oito horas por dia, pago a cada Sexta-feira.

Amiúde, os donos das fábricas têm, para cada posto de trabalho (por exemplo, uma gaspeadeira), duas operárias — uma efectiva e outra suplente —, porque acontece muito que, depois de receber o salário semanal à Sexta-feira, a operária falta ao trabalho na semana seguinte, e a operária suplente ocupa então o posto de trabalho vago temporariamente.

Esta é a “cultura de trabalho” da operária marroquina; mas os patrões estão-se borrifando para que elas faltem ou não, porque o que interessa é pagar salários de miséria.


“O grupo Pedreira, conhecido pela marca de calçado Nobrand, está a subcontratar o corte e costura dos sapatos em Marrocos por incapacidade de encontrar trabalhadores para as suas fábricas em Felgueiras. Sérgio Cunha, presidente do grupo, garante que tem uma das três linhas de produção parada e que já tentou contactar a Câmara de Felgueiras, procurando sensibilizar a autarquia para a necessidade de arranjar acomodação para imigrantes, mas sem sucesso. "Não tive resposta e lamento imenso porque isto iria dar riqueza e valor acrescentado ao concelho", defende o empresário.”

Falta de mão-de-obra leva grupo Pedreira a subcontratar em Marrocos

O que o patrão português pretende é ter mulheres imigrantes que trabalhem em Portugal com o salário das marroquinas. Temos que fechar as portas a “patrões” destes, e “exportá-los” definitivamente para Marrocos.

Sábado, 12 Fevereiro 2022

Pedro Pinto é o homem ideal para promover uma aliança entre o CHEGA e a IL (Iniciativa Liberal)

Filed under: CHEGA,imigração,multiculturalismo,neoliberalismo — O. Braga @ 8:22 pm
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Uma coisa é a lei; outra coisa, diferente, é a legitimidade.

Uma lei ilegítima não deve ser considerada como tal. Ou a lei é a forma jurídica do costume ou da tradição ; ou então é um atropelo à liberdade (individual e colectiva), ou seja, é lei ilegítima.

pedro pinto web

Para Pedro Pinto — e também para o Cotrim — basta que um cão nasça num estábulo para ser “tomaticamente” um cavalo.

A mentalidade liberal — como são as de Pedro Pinto e/ou a de Cotrim — não entende, jamais, que os horrores da História que a espantam e lhe causam repúdio, são o envesso das falácias que ela própria admira.

isto e uma banana web

Quarta-feira, 9 Fevereiro 2022

Este Morcon é de uma raça…!

Aqui no Norte, quando embirramos com alguém, dizemos: “és de uma raça…!”; ou, completando a ideia primordial: “és de uma raça do caralho!”.

É o caso deste estafermo algaraviado: ele é de uma raça…! Depois de ter escrito em blogues de uma certa direitinha “liberal” (que vive à custa do Estado), o Morcon surge agora numa espécie de albergue espanhol.

Escreve, o Morcon, referindo-se aos nortenhos:

“… a operação intelectual — aparentemente simples — de retirar qualquer importância (biológica, cultural, política, intelectual) à cor da pele dos indivíduos é, afinal, coisa demasiada para as capacidades dos morcões.”

banana dna web

Para aquele cepo (com farfalho nas fauces), as diferenças “biológicas, culturais, políticas, intelectuais” (sic), entre indivíduos, são equivalentes às diferenças da cor da pele entre indivíduos. Ou seja: para ele, é tão tolerável um qualquer chinês (alegadamente, de pele amarela), como é tolerável um terrorista árabe islâmico com um QI de 20 devido a secular endogamia.

Não devemos confundir opinião (doxa), por um lado, e biologia (episteme), por outro lado. Mas aquele cepo confunde a mera opinião de um gringo qualquer, por um lado, com a própria realidade, por outro lado.

Não sei bem qual é a cor predominante do couro mourisco; mas aqui, no Minho e na Galiza, notei que, pelo menos as mulheres (em juízo universal) são alvas, de cabelo claro e de olhos claros.

Talvez por isso é que o Salazar dizia, quando se dirigia (através da rádio) aos portugueses: “Portugueses!, de Portugal e do Minho…!”. Ele lá teria as suas (dele) razões…

Quinta-feira, 27 Janeiro 2022

Adolfo Mesquita Nunes: o liberal Globo-Homo que apoia o partido IL (Iniciativa Liberal)

Filed under: Globalismo,imigração,neoliberalismo — O. Braga @ 10:35 pm
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Em 2012 escrevi um verbete com o título: “Adolfo Mesquita Nunes: o submarino” (dentro do CDS).

A agenda (política) de Paulo Portas e de Adolfo Mesquita Nunes era o de transformar o partido CDS em uma espécie de partido liberal globalista, de tipo Globo-Homo.

Estes dois estafermos, pelo que se vê, (ainda) não conseguiram levar adiante os seus (deles) desígnios — até porque entretanto surgiu o partido IL (Iniciativa Liberal) que é um partido Globo-Homo por excelência, o que retirou espaço ao projecto do “CDS Globo-Homo”.

Entretanto, o submarino Adolfo Mesquita Nunes declarou que iria votar agora no partido IL (Iniciativa Liberal) “Globo-Homo” — o que me deu razão, desde 2012! As pessoas normais têm que perceber uma coisa: estes grandes paneleiros pensam a muito longo prazo.

morangos imigrantes web

A sociedade que os liberais Globo-Homo pretendem para Portugal é a que é espelhada nesta notícia do jornal britânico “The Guardian”: Trabalhadores imigrantes do sul da Ásia recebem menos de um salário mínimo para apanhar morangos em Portugal.

É este o Portugal pretendido pelos liberais Globo-Homo do partido IL (Iniciativa Liberal).

Por isso é que os jornais, em geral, e o Observador em particular, estão constantemente a dizer que “falta mão-de-obra em Portugal”: de facto, é verdade: falta mão-de-obra a ganhar menos do salário mínimo português!

Por isso é que esses criminosos (em conluio com o Partido Socialista, PAN – Pessoas-Animais-Natureza e Bloco de Esquerda, mas por razões relacionadas com a intenção de formação de formação de uma nova classe social de miseráveis) pretendem abrir as fronteiras à imigração massiva.

Sexta-feira, 14 Janeiro 2022

Temos uma classe política de esquerda que se assume claramente como inimiga do povo

Filed under: imigração,Islamismo,islamização — O. Braga @ 5:49 pm

Antes de mais, um esclarecimento: os partidos, com assento parlamentar, que não são de esquerda são o CDS e o CHEGA; todos os outros partidos (incluindo o PSD) pertencem à Esquerda.

marrocos imigrantes webO Sr. Santos Silva é um dos políticos mais corruptos — do ponto de vista moral — que existe em Portugal, e foi escolhido a dedo pelo actual primeiro-ministro, também ele moralmente corrupto.

Eu conheço bem Marrocos, porque trabalhei com empresas sediadas nesse país. A produtividade média de um marroquino é, grosso modo, metade da de um português — a ideia de que o parco salário pago a um marroquino compensa ao patrão, é falsa: paga-se menos, mas obtém-se metade da produtividade. E essa fraca produtividade tem diversas causas; e, entre estas, está a cultura islâmica.

O senhor Santos Silva, enquanto ministro, sabe com certeza disto; ou deveria saber.

sr silva webDou aqui o exemplo de uma grande empresa dinamarquesa da área do calçado, que tem uma fábrica em Lourosa, em Santa Maria da Feira: no ano de 2000, os donos da empresa fecharam a fábrica em Portugal e abriram outra, substituta, na Indonésia (país islâmico), à procura dos salários baixos. Ao fim de 15 anos, a produção da fábrica portuguesa foi reactivada, porque chegaram à conclusão de que a produtividade indonésia era directamente proporcional aos salários pagos — como diz o povo: “tal trabalhito, tal dinheirito”.

Ou seja: objectivamente, os salários baixos não compensam, pelo menos a médio / longo prazo — a não ser quando a política de salários baixos se aplica em um país com um regime político totalitário, como é o caso da China.

A ideia — preconizada pelo senhor Silva — segundo a qual a imigração livre de Marrocos irá “combater a imigração ilegal e o tráfico de seres humanos”, só pode vir de um político profundamente desonesto e inimigo do povo português — porque uma coisa não tem nada a ver com a outra: são fenómenos independentes; desde logo porque a imigração clandestina, para trabalho agrícola (por exemplo, no Alentejo) não é de origem marroquina (praticamente zero marroquinos), mas antes de origem asiática (Paquistão, Bangladeche, etc.) .

É difícil compreender este acordo assinado pelo senhor Silva senão em um contexto ideológico globalista de erosão progressiva (e progressista) da soberania dos povos, por um lado, e, por outro lado, de promoção da instabilidade social (e a promoção activa de uma violência intercultural) nas nações da Europa que justifique o reforço necessário de um Poder autoritarista (e mesmo totalitário) de um Leviatão Europeu controlado pela elite globalista.

O senhor Silva deverá ter em mente o seguinte: não irá dormir descansado, enquanto for vivo.

Terça-feira, 4 Janeiro 2022

Vamos fazer com que os portugueses emigrem todos — em nome do “progresso”

Filed under: Bloco de Esquerda,CHEGA,imigração,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 10:03 pm
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imigras web

É assim que o IL (Iniciativa Liberal) se alia ao Bloco de Esquerda:

  • os primeiros precisam de mão-de-obra imigrante escrava, ou com salários de miséria, para agradar a patrões sociopatas;
  • e os segundos precisam de um Lumpemproletariado  crescente que vote neles.

E o Monhé apoia o Cotrim e a Catarina, para não se sentir sozinho.

Sábado, 1 Janeiro 2022

O palhaço Marcelo diz que os imigrantes são mais importantes do que os portugueses

Filed under: Globalismo,imigração,Marcelo Rebelo de Sousa — O. Braga @ 5:08 pm

"Para a Segurança Social, em proporção, [os imigrantes] contribuem muito mais do que os portugueses”diz o palhaço Marcelo.

Pergunto eu: ¿“em proporção” de quê? ¿Quais são os parâmetros da “proporção” invocada por aquele palhaço?

globalismo em marcha web

¿Por que razão temos dois grandes filhos-de-puta na liderança política em Portugal?!

Terça-feira, 14 Dezembro 2021

Inger Stoejberg: vítima das Burocracias do Espírito e do Direito Positivo

Inger Stoejberg webNas sociedades ocidentais (de tradição e cultura cristãs) abundam hoje os “pequenos mártires” — entre estes, estão os “pequenos mártires” que são produto da acção impessoal e a-histórica do Direito Positivo: um Direito que não tem ética nem história, que é (metaforicamente) escrito em uma folha em branco, e que prescinde de quaisquer princípios metajurídicos.

A ex-ministra da Imigração da Dinamarca, Inger Stoejberg, foi condenada (ontem) a pena de prisão porque (enquanto ministra) deu ordens no sentido de os imigrantes islâmicos (machos), alegadamente “casados” com meninas menores de idade, fossem separados destas enquanto permanecessem em solo dinamarquês — em um esforço de repressão da pedofilia e da pederastia que são características do Islamismo.

Estou absolutamente convicto de que gente como (por exemplo) Isabel Moreira que se diz “constitucionalista”, apoiaria em Portugal uma decisão judicial deste tipo — porque esta gente compõe a classe dos “burocratas do Direito” que, por sua vez, fazem alarde da sua “burocracia do espírito” (o politicamente correcto é a “burocracia do espírito”).

Inger Stoejberg é a mais recente mártir da “burocracia do espírito” e da ditadura anética da “burocracia do Direito Positivo”.

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