perspectivas

Terça-feira, 19 Setembro 2017

A importação de imigrantes em barda não resolve o problema das pensões de reforma

Filed under: Alemanha,Angela Merkel,imigração,islamização,islamofobismo — O. Braga @ 10:43 am

 

É difícil encontrar uma coerência nítida na política; mas mais difícil é encontrar qualquer rastro de coerência na política da Alemanha de Angela Merkel.

Vemos neste vídeo aqui em baixo uma mulher alemã que pergunta a Angela Merkel por que razão as pensões alemãs são tão baixas quando comparadas, por exemplo, com as pensões de reformas na Áustria; e mais: as pensões alemãs não incluem acesso a um bom sistema de saúde, ao contrário do que acontece na Áustria.

 

Claramente, a solução encontrada pelos “liberais” alemães, apoiados pela esquerda neomarxista e multiculturalista, é a de importar mais muçulmanos, ditos “refugiados”, para financiarem as pensões de reforma na Alemanha.

Contudo, a experiência austríaca, por exemplo, revelou que 90% dos imigrantes Maomerdas não trabalham e vivem à custa das prebendas do Estado — e por isso é que a Esquerda pretende importar muçulmanos em barda: porque os imigrantes Maomerdas tendem a votar na Esquerda, uma vez que não gostam de trabalhar.

Ou seja, o argumento dos liberais para importação dos Maomerdas, não só é um argumento “furado”, como ainda piora a situação da disponibilidade financeira do Estado alemão para pagar as pensões de reforma.

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Quinta-feira, 17 Agosto 2017

O comuna Daniel Oliveira deve estar feliz

 

O comuna Daniel Oliveira deve estar feliz: morreram 13 pessoas em uma atentado islâmico em Barcelona.

Para ele e para os seus camaradas comunas, estes atentados dão muito jeito, porque colocam em sentido a merda dos brancos que têm orgulho em ser brancos.

pride

monhe-das-cobrasOs comunas, em conluio com o monhé das cobras, patrocinam a construção de uma segunda mesquita em Lisboa — porque é importante que entrem mais maomedanos no nosso país: é inadmissível que ainda não tenha havido uma atentado islâmico em Lisboa!

O estatuto internacional do nosso país sai diminuído porque ainda não se massacraram brancos em Portugal — a não ser no incêndio de Pedrogão Grande, mas não é a mesma coisa: há que transformar o mosteiro dos Jerónimos em uma mesquita, a ver se estimulamos a imigração islâmica em massa e umas matanças dos brancos, de vez em quando.

Em Espanha já aconteceram dois atentados islâmicos: um em Madrid e outro agora em Barcelona. Ora, o Daniel Oliveira e os seus camaradas não podem estar satisfeitos com o atraso de Portugal, que nem sequer teve ainda um atentadozinho pequenito contra os filhos-de-puta dos brancos!

Não se admite! Ó Daniel!: vê lá se dás uma palavrinha ao cheque Munir, porque isto de não haver Jihad contra os cafres em Portugal, não está com nada!

Domingo, 13 Agosto 2017

Para a Esquerda, o ilegal é bom

Filed under: Esquerda,esquerdalho,imigração,turismo — O. Braga @ 9:36 am

 

O turismo é uma espécie de imigração temporária legal, e por isso os esquerdistas não gostam dele.

Se o turismo fosse uma imigração ilegal, daquela que dá à costa no Mediterrâneo, o esquerdista já gostaria dele, porque nesse caso haveria distribuição gratuita de recursos do Estado (alojamento, comida, roupa, etc., tudo grátis).

O esquerdista adora tudo o que seja ilegal e que subverta a ordem legal vigente.

 

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Segunda-feira, 7 Agosto 2017

Não vejo outra alternativa ao politicamente correcto e ao marxismo cultural senão o voto no PNR

Filed under: Esquerda,imigração,marxismo,marxismo cultural,PNR — O. Braga @ 9:48 pm

 

Vemos aqui a posição de um filho-de-puta que dá pelo nome de Pedro Schacht Pereira, segundo a qual toda a gente do mundo inteiro deveria ser autorizada a emigrar para os Estados Unidos.

Segundo o filho-de-puta, se (por absurdo que seja) 6 mil milhões de pessoas quisessem emigrar para os Estados Unidos, o governo americano deveria autorizar essa imigração — porque se não existem barreiras fronteiriças (o filho-de-puta defende que não devem existir barreiras fronteiriças), a imigração não tem um controlo objectivo. E esse filho-de-puta é professor universitário de “Estudos Lusófonos” na Universidade do Ohio.

Portanto, verificamos que as elites actuais, em geral, e principalmente na Academia, são constituídas por doentes mentais.

19e arrondissement de Paris-webAquele filho-de-puta deveria ser internado compulsivamente. Mas o filho-de-puta vai mais longe: confunde “raça”, por um lado, com “cultura”, por outro lado. Esta “confusão” ou é propositada (o que faria dele um filho-de-puta elevado à décima potência) ou deve-se a pura ignorância (e perguntamo-nos como pode o filho-de-puta ser professor universitário).

“Testemunha de como o racismo supremacista branco perdeu a vergonha nos EUA de Trump, acredita que Portugal, onde se crê que a questão rácica "está resolvida", é "uma seara pronta a arder". Basta, diz, que a extrema direita se organize ou que um partido como o PSD a acolha – à imagem do que fez o Partido Republicano”.

O filho-de-puta 

É claro que o filho-de-puta confunde “raça” e “cultura”. Mas não é só ele: toda a Esquerda faz propositadamente essa confusão, porque perfilha a teoria (pós-modernista e marxista cultural) da identidade: trata-se de um nominalismo quase absoluto e radical, que nega as categorias naturais do ser humano, por um lado, e por outro lado nega as evidências e verificações científicas que classificam como “construções culturais e sociais”.

Ou seja, para a Esquerda actual, a própria Ciência é uma “construção social”.

Chegámos a um ponto em que a própria Ciência é desconstruída para que seja depois negada — a desconstrução da Ciência leva à sua negação, como se fosse possível desconstruir as evidências; como se a “evidência”, por um lado, e por outro lado a “coerência” (necessária à desconstrução) não se excluíssem entre si, e de tal forma que não é possível desconstruir as evidências e os primeiros princípios.

Ou seja: quando falamos de Bloco de Esquerda ou de Partido Comunista, estamos a falar de filhos-de-puta malucos. E quando falamos de Partido Socialista, de Partido Social Democrata e de CDS/PP de Assunção Cristas, estamos a falar de cobardes da pior espécie.

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Quem diz que “o racismo supremacista branco perdeu a vergonha nos EUA de Trump” são as mesmas pessoas que dizem que “o Brexit é produto do racismo supremacista branco que perdeu a vergonha no Reino Unido”. Reduzir o fenómeno de Trump ou do Brexit ao “supremacismo branco” é próprio de um filho-de-puta.

E mesmo que o Brexit fosse apenas e só uma manifestação da identidade étnica inglesa enquanto tal, esta tem a mesma legitimidade de expressão pública que tem uma outra qualquer expressão de identidade, como por exemplo a identidade LGBT (se é que existe) ou a identidade dos “Black Lives Matter”.


É neste contexto de filha-da-putice da Esquerda (Bloco de Esquerda, Partido Comunista e Partido Socialista) e da cobardia de uma pseudo-direita (Partido Social Democrata e CDS/PP de Assunção Cristas) que sai esta notícia no Diário de Notícias:

« Contra o parecer do SEF, os imigrantes podem agora ser legalizados apenas com "promessa" de trabalho e sem visto de entrada.

A "promessa de um contrato de trabalho" passou a ser admitido como requisito para um estrangeiro poder obter uma autorização de residência no nosso país, de acordo com a alteração à lei de estrangeiros publicada em Diário da República.

O diploma – aprovado pela esquerda no parlamento, sob propostas do PCP e do BE e em contra-ciclo com o resto da Europa-, revogou ainda a exigência de permanência legal em Portugal ou no espaço Schengen, previsto no anterior regime para os casos de legalização, a título excepcional, de imigrantes já com contratos de trabalho. A nova lei impede também que sejam expulsos imigrantes que tenham cometido crimes como homicídios, roubos violentos ou tráfico de droga. »

Governo aprova lei para legalizar mais imigrantes

Another day - another enrichment. This time in France.

Para a Esquerda, nem sequer é preciso um contrato de trabalho para legalizar um imigrante: basta uma “promessa” de contrato de trabalho; pode até ser uma “promessa” que não se cumpra. E se um imigrante legalizado se transformar em um assaltante e em um assassino em série, a Esquerda nega a hipótese de deportação do filho-de-puta para o seu país de origem — os filhos da puta protegem-se uns aos outros, e a Esquerda já se habituou, ao longo da História, a proteger assassinos.


2012-Coisa-está-pretaO PNR (Partido Nacional Renovador) é um partido estatista (defende uma grande influência do Estado na sociedade civil); é tão estatista quanto são estatistas e centralistas os outros partidos. Por ser estatista e centralista, o PNR (Partido Nacional Renovador) não merece a minha simpatia; mas não vejo outra alternativa ao politicamente correcto e ao marxismo cultural senão o voto no PNR.

E se eu estiver errado, por favor elucidem-me.

Sexta-feira, 21 Julho 2017

O Anselmo Borges e o Ouroboros

Filed under: Anselmo Borges,Europa,imigração,modernidade,niilismo — O. Braga @ 12:42 pm

 

Pela primeira vez, que me lembre, estou parcialmente de acordo com o Anselmo Borges — não pelas múltiplas citações (eu prefiro citar reaccionários, como por exemplo, Nicolás Gómez Dávila ou G. K. Chesterton) que ele introduz o seu (dele) texto, mas pela essência do dito.

O problema é que o Anselmo Borges faz parte da cultura niilista que ele próprio critica; é uma espécie de serpente que morde a sua própria cauda.

“A causa da enfermidade moderna é a convicção segundo a qual o Homem se pode curar a si mesmo.”

— Nicolás Gómez Dávila

Sobre o texto do Anselmo Borges:

Desde logo, Nietzsche não foi um filósofo; foi um literato. Por exemplo, poderíamos também apodar o Antero de Quental de filósofo, mas ele foi mais um literato bipolar do que um filósofo: o seu pensamento tem muitas falhas, baseou-se no panteísmo de Spinoza, e não criou um sistema ou uma doutrina coerentes. E tal como Nietzsche, morreu louco.

Aliás, esta opinião não é só minha: o insuspeito ateu e racionalista Bertrand Russell é da mesma opinião: Nietzsche foi um literato, e não propriamente um filósofo.


Ou seja, a essência do problema da modernidade (ao contrário do que implicitamente parece sugerir o Anselmo Borges) não está no louco literato Nietzsche, mas antes está no Romantismo em geral e, em particular, no Positivismo que é o Romantismo da Ciência.

Ora, o pensamento do Anselmo Borges está eivado de Romantismo — desde Rousseau até Hegel. E a única forma de sairmos da Matrix positivista e/ou romântica que caracteriza a modernidade, é sermos reaccionários — mas isso seria impossível à mente alienada do Anselmo Borges. Um reaccionário é, por exemplo, alguém que não acredita que os problemas humanos tenham (de todo!) soluções humanas; ora, esta ideia reaccionária é, aos olhos do romântico Anselmo Borges, asquerosa. O Anselmo Borges é um progressista, que acredita que o progresso é uma lei da Natureza. Um reaccionário é um eremita moderno que vive no meio da multidão.


“Quem olha sem admirar ou sem odiar, não viu nada.”

— Nicolás Gómez Dávila

ouroborosQuando o Anselmo Borges se refere (neste texto, como em todos os outros textos dele) ao “Outro”, baseia-se em uma visão niilista — na linha do protestante cristão dinamarquês Søren Kierkegaard que se mistura com o sentimentalismo do judeu francês Emmanuel Levinas (“A partir do momento em que o outro olha para mim, torno-me responsável”).

Levinas (assim como Schopenhauer) renunciam a uma fundamentação racional da sua escolha de valores: esta surge, em vez disso, espontaneamente da profundidade dos sentimentos e da (alegada) empatia fundamental. O Anselmo Borges “anda no meio disto”, com as portas abertas à arbitrariedade em nome do sentimento — mas nem todos os seres humanos têm os mesmos sentimentos, e alguns nem sequer são capazes de sentimentos empáticos; e ainda assim, para estes também terá que existir uma ética que seja válida.

Quando o Anselmo Borges defende a substituição da população europeia através da imigração massiva, fá-lo no espírito do niilismo (de Schopenhauer ou de Levinas) que “se torna responsável pelo outro”, mas que abole o princípio humano da auto-conservação. A defesa da imigração massiva na Europa (ao mesmo tempo que se defende a liberalização do aborto nas populações autóctones) é uma forma de niilismo que destrói o espírito de auto-conservação das sociedades (que caracteriza o Anselmo Borges e os chamados “progressistas”): “o racismo branco é mau; mas o racismo contra os brancos é muito bom” — é o lema dos progressistas, que inclui o papa que o Anselmo Borges tanto venera.


“O político de consciência mais delicada apenas consegue ser uma puta pudica.”

— Nicolás Gómez Dávila

Hoje vivemos em uma sociedade em que as elites alinham o seu discurso pelo mesmo diapasão de um exibicionismo moral politicamente correcto, próprio de putas pudicas. O discurso moral das putas pudicas é progressista (no sentido do “progresso” como uma lei da Natureza) e exibicionista. É neste contexto que se insere também o Anselmo Borges — para além de outros, como por exemplo, alguns militantes notáveis do CDS/PP que aparecem amiúde na televisão. Esta metástase cultural proveniente do pudor do putedo elitista apodrece o corpo social, e o Anselmo Borges faz parte dela.


“Daquilo que é importante, não há provas: há apenas testemunhos. O Homem persegue o desejo mas só captura a nostalgia”

— Nicolás Gómez Dávila

Quando o Anselmo Borges diz que “Nossa Senhora não apareceu em Fátima e que se tratou de um fenómeno interior subjectivo”, o que ele faz é clamar pelas provas positivas (o Positivismo como uma forma de Romantismo da ciência) e cagar nas testemunhas. Mas “daquilo que é importante, não há provas: há apenas testemunhos”. Esta é mais uma razão por que o Anselmo Borges faz parte do problema moderno que ele próprio denuncia.

Domingo, 16 Julho 2017

A política de imigração da Angela Merkel foi um monumental fiasco, porque, em vez de ter mais gente a contribuir para o financiamento do Estado, tem mais gente a viver à custa do Estado.

 

Não é evidente que, com a actual evolução tecnológica, os países da Europa, em geral, precisem de muitos imigrantes. Ou seja, não é evidente que aquilo a que chamamos de “Inverno Demográfico” na Europa seja um mal irreversível a nível económico.

Porém, mesmo que o chamado Inverno Demográfico europeu fosse nocivo para a economia, é absurdo sacrificar conscientemente a situação de longo prazo de uma sociedade, para resolver problemas de curto prazo. A imigração islâmica e/ou subsariana, em teoria, poderia resolver problemas de curto prazo, mas sacrificaria irremediavelmente a sociedade a longo prazo.


A imigração islâmica e/ou subsariana está a baixar o nível médio do QI dos países europeus, como por exemplo, a Suécia ou a Alemanha. A continuar assim, em breve a Suécia será um país do terceiro-mundo.


angela merkel muslim webSabe-se que metade da população turca imigrante na Alemanha não trabalha, nem pensa em vir a trabalhar; vive à custa do Estado.

Da nova vaga de milhões de imigrantes islâmicos e subsarianos que entraram recentemente na Alemanha, apenas uma ínfima minoria conseguiu arranjar trabalho; ou seja, a política de imigração da Angela Merkel foi um monumental fiasco, porque, em vez de ter mais gente a contribuir para o financiamento do Estado, passou a ter mais gente a viver à custa do Estado.


Se o leviatão da União Europeia pretende seguir a política de imigração de Angela Merkel, então segue-se que países como a Polónia, a República Checa ou a Hungria, estão certos. Importar imigrantes só para que vivam à custa do Estado é suicídio colectivo.

Em contraponto, a Polónia “importou” já cerca de 1 milhão de ucranianos refugiados da guerra civil que assola a Ucrânia por responsabilidade da União Europeia e da OTAN — o que se revelou uma acção acertada por parte da Polónia , uma vez que os ucranianos têm afinidades culturais e linguísticas com o povo polaco.

Mas o politicamente correcto totalitário “europeísta” de Bruxelas não fala do apoio da Polónia à massiva imigração ucraniana: prefere criticar e condenar a Polónia por não “importar” islâmicos e subsarianos que vivem à custa do Estado.

Quarta-feira, 12 Julho 2017

A polícia não deve entrar mais no bairro da Cova da Moura

 

A polícia deve abster-se de entrar na Cova da Moura, e deve apenas controlar as saídas e entradas do bairro (as periferias do bairro) — porque qualquer pequeno incidente com a polícia será sempre aproveitado pela Esquerda (principalmente pelo Bloco de Esquerda e pelo Partido Comunista) para condenar a polícia através de parangonas nos jornais que são nitidamente controlados pela Esquerda.

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Tal como acontece noutras cidades da Europa onde existem guetos étnicos onde a polícia não entra (por exemplo, Paris, Londres, Estocolmo, Bruxelas), assim a polícia portuguesa não deve entrar na Cova da Moura, para evitar ser “crucificada” na opinião pública pelo politicamente correcto.

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Quarta-feira, 24 Maio 2017

Na Alemanha de Angela Merkel, já se pede para se expulsar os alemães

 

Nesta Manif de imigrantes africanos na Alemanha, lê-se naquela faixa: “Refugiados ficam, e expulsem os nazis”.

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Ou seja: os imigrantes entram ilegalmente no país, reclamam benefícios sociais e pedem para ficar a residir “à pala” dos contribuintes alemães — e os alemães que se opõem são considerados “nazis” que devem ser expulsos do seu próprio país.

Esta é a Alemanha de Angela Merkel.

Sexta-feira, 5 Maio 2017

A Europa está a destruir o chamado “terceiro-mundo”

 

Um dos argumentos dos neoliberais e da Esquerda radical ( Les bons esprits se rencontrent… ) em relação à defesa da imigração irrestrita, é a de que “os que emigram para a Europa são os melhores dos países do terceiro-mundo, e por isso ficamos a ganhar com essa imigração”. Já ouvi este argumento em gente do CDS/PP e do Bloco de Esquerda.

Porém, essa gentinha não têm em conta o Princípio de Pareto: se, dos países africanos, por exemplo, emigram os 20% melhores, ficam lá os 80% que menos produzem e menos criam riqueza; e se desses 80% menos produtivos, emigrarem os 20% melhores, esses países acabam por entrar em uma espiral de auto-destruição.

E, em relação à Europa, chega-se a um ponto em que a qualidade dos imigrantes adultos é de tal forma deficiente que eles não sabem sequer ler e escrever a sua própria língua — como acontece hoje com os imigrantes do Oriente Médio e de África, porque os 20% melhores dos vários países já tinham emigrado para a Europa na “primeira leva”, por assim dizer.

Hoje, a Europa está já a levar com o “refugo”, ou seja, com os 80% do pior que existe nos países de imigração. E, como muito bem demonstrou Hannah Arendt, os adultos não se educam: educam-se as crianças, mas não os adultos. Faz falta, à classe política europeia, ler um poucochinho disto e daquilo.

A imigração em massa está a destruir os países de origem da imigração, graças à enorme ignorância de gente como Ângela Merkel e/ou Catarina Martins. Puta que as pariu!

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Sábado, 5 Dezembro 2015

O Paquistão devolveu à União Europeia os seus próprios emigrantes deportados

Filed under: Europa,imigração,União Europeia — O. Braga @ 10:17 am

 

Cinquenta imigrantes ilegais, que se identificaram como sendo paquistaneses, porque não tinham documentação — foram deportados para o Paquistão.

À chegada a este país, as autoridades paquistanesas meteram as 50 pessoas num avião e devolveram-nas à Europa, alegando que elas não tinham documentos (!!!!).  

Ou seja, cabe à União Europeia provar que as 50 pessoas eram paquistanesas, mesmo sem documentação.

Se esta moda pega, não será possível deportar nenhum imigrante ilegal.

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