perspectivas

Segunda-feira, 20 Setembro 2021

Bruxelas está entregue à bicharada islâmica

Filed under: imigração,Islamismo,islamização,islamofobismo,União Europeia — O. Braga @ 4:39 pm

Hoje, a verdade acerca do que se passa no mundo é censurado pelo Twitter e pelo FaceBook — ter contas no FaceBook (e no Instagram, que vai dar no mesmo) ou no Twitter serve apenas para confraternizar e/ou “engatar”: qualquer facto (verdadeiro e verificável) que contrarie uma determinada mundividência globalista, é imediatamente censurado.

A alternativa é, de facto, o GAB (o GETTR também censura algumas opiniões). Ou seja: um jornalista que se preze, ou um cidadão consciente, têm contas no GAB. bruxelas-video-web

Por exemplo, vemos aqui um vídeo que jamais (em tempo algum!) passaria no FaceBook ou Twitter; um vídeo que demonstra como a polícia de Bruxelas (a cidade capital da Bélgica e da União Europeia) já não controla as ruas da cidade, onde os Maomedanos fazem praticamente o que querem.

É isto que o CHEGA pretende evitar em Portugal — uma vez que temos um primeiro-ministro que se identifica com a imigração maomerdana.

Sábado, 21 Agosto 2021

Iniciou-se a esterilização dos autóctones de Portugal

Filed under: Globalismo,imigração,Marine Le Pen,vacinas — O. Braga @ 1:26 pm
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A esterilização em massa da sociedade portuguesa dará razão ao Monhé das Cobras, que defende a ideia segundo a qual é necessária a imigração em massa e, se possível, islâmica.

Estamos a assistir, ao vivo e a cores, à vitória das teses de Pinto Balsemão (e dos seus [dele] amigos de Bilderberg), que afirmou (na SICn, na primeira década do século XXI, aquando do segundo referendo do aborto) que “se Portugal tivesse metade da população, seria um país melhor”.

Porém, a nova tese “progressista” é a de que nem sequer se deve tolerar a existência de uma metade autóctone da população: é necessário arranjar um outro povo (imigrantes), se possível com um QI médio de 50 para que seja (pensam eles) mais facilmente manipulável.

marine-le-pen-imigra-web

Quinta-feira, 12 Agosto 2021

As instituições do poder político fazem parte de um complexo manicómio

Filed under: imigração,Islamismo,islamização,islamofobismo — O. Braga @ 5:58 pm

Este título fez-me rir às gargalhadas 🙂

germany-kaboom-web

Temos a sensação de que os malucos tomaram conta do asilo; ou melhor: somos todos governados por malucos, a partir do asilo composto pelas instituições do poder político.

Une française de souche + En infödd svensk

Filed under: imigração,Islamismo,islamização,islamofobismo — O. Braga @ 4:57 pm

Une française de souche

Os me®dia vem dizer que a senhora que pichou a Torre de Belém é “francesa”.

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Nenhuma destas duas senhoras teria liberdade de acção política nos seus países de origem. No entanto, ambas defendem a restrição da liberdade dos cidadãos autóctones dos diversos países da Europa.

Acontece que a senhora Leila Lakel nasceu na Argélia; desde logo, o argumento do “solo” não funciona a favor do atributo de “francesa” que os me®dia lhe dão; e muito menos funciona o argumento do “sangue”.

O caso de Leila Lakel é o exemplo acabado de que um imigrante dificilmente sentirá o país de acolhimento (ou a cultura europeia) da mesma forma que um cidadão autóctone sente o seu país histórico.

Existe, nesta senhora, ódio à Europa; ódio ao sucesso histórico da Europa, em contraponto ao fracasso enorme da cultura islâmica de onde ela é oriunda. Por isso é que o Islão e a Esquerda são aliados tácitos: ambos odeiam tudo o que a Europa significa e representa.

O Islão e a Esquerda vivem e alimentam-se de ódio.

En infödd svensk

O caso da senhora Nyamko Sabuni ilustra, de forma complementar, a ideia do poder político imenso granjeado pelas minorias imigrantes e anti-culturais, em uma Europa que vai perdendo as suas referências históricas.

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Esta senhora nasceu no Burundi e teve educação muçulmana (embora seja criticada por, alegadamente, ser anti-islâmica), e sabe-se lá por que razão, é a líder do partido liberal sueco (ainda iremos ver a Joacine "Vai-te Katar" Moreira a liderar partido IL – Iniciativa Liberal); e já se dá ao luxo de exigir a expulsão da Hungria cristã da União Europeia.

Nenhuma destas duas senhoras teria liberdade de acção política nos seus países de origem. No entanto, ambas defendem a restrição da liberdade dos cidadãos autóctones dos diversos países da Europa.

Sábado, 7 Agosto 2021

O Ministério da Imigração e quotas de trabalho para imigrantes

O partido político alemão “Die Gruenen” (Os Verdes) é classificado, pela Wikipédia, de “centro-esquerda” — trata-se da mesma teoria política que o (comissário político do Totalitarismo de Veludo) Daniel Oliveira defende quando diz que “o Partido Comunista é um partido social-democrata”.

Um dia destes, o Daniel Oliveira virá dizer que a Al Qaeda é composta por gente ideologicamente moderada que quer o bem da sociedade — o Daniel Oliveira traduz a definição de “politicamente correcto”: é a tentativa de pegar em um cagalhão pela sua parte mais limpa.

Ora, esse partido político alemão, alegadamente de “centro-esquerda”, defende a criação de um Ministério da Imigração; e defende a criação de quotas de trabalho para imigrantes.

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Pergunto-me:

¿por que razão as elites ocidentais se viraram contra os seus próprios povos?!

Não vai tardar muito, e o Bloco de Esquerda (outro partido “social-democrata”, segundo o Daniel Oliveira) virá secundar os Die Gruenen para se criar um Ministério da Imigração em Portugal; a Esquerda actua como um vírus.

A agenda política da Esquerda (apoiada pelos ditos “liberais”, que de liberais já não têm nada) é contraditória nos seus próprios termos: por um lado, pretendem a abertura de fronteiras à imigração livre (ver o João Bidé nos Estados Unidos, que já importou mais de 1 milhão de imigrantes em apenas seis meses de 2021); ou seja, colocam deliberadamente em causa a própria noção de Estado-Nação; — mas, por outro lado, dizem-se “defensores da democracia representativa”.

Ora, a verdade, verdadinha, é que não é possível a existência de democracia representativa sem a prévia existência do Estado-Nação — foi, talvez, o único legado político positivo de Napoleão: a afirmação política do Estado-Nação.

Caro leitor: os filhos-de-puta de Esquerda (apoiados pelos liberais) estão a enganar os povos!

Por um lado, dizem que são os “democratas por excelência”; e por outro lado, pretendem abolir o Estado-Nação. O que eles pretendem é transformar o mundo à imagem da China — em uma aliança fascista entre a plutocracia globalista e a Esquerda autóctone e indígena de cada zona do globo.

Os filhos-de-puta (não têm outro nome!) estão a tentar acabar com a democracia representativa afirmando que “não há ninguém mais democrata” do que eles.

Quarta-feira, 16 Junho 2021

O monhé Costa é um criminoso lesa-Pátria

Filed under: imigração,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 5:06 pm

“Algumas horas depois de o termos referido aqui no Blasfémias começa a ser noticiada a Operação Marhaba, ou seja a abertura de uma rota marítima com Marrocos, para já durante o Verão.”

Marrocos estuda rota marítima directa para Portimão neste Verão

O monhé manhoso incentiva, pela calada e com o apoio do Bloco de Esquerda, a imigração islâmica clandestina e ilegal para Portugal.

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A selecção gaulesa de futebol

Filed under: imigração,politicamente correcto — O. Braga @ 9:39 am

A noção politicamente correcta de “diversidade” = “ausência de europeus”.

seleccao gaulesa web

Agora imaginem que a selecção francesa de futebol fosse composta apenas por brancos… — “Que horror! São fassistas, esses franceses…”

Domingo, 23 Maio 2021

A crise de maternidade da mulher europeia

Filed under: imigração,mulher,mulheres na política — O. Braga @ 5:57 pm

Um caso flagrante de transferência

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Quarta-feira, 30 Dezembro 2020

O Poder, no Portugal socialista do Monhé das Cobras, está em roda livre.

Filed under: imigração,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 8:03 pm

A política dissimulada do monhé faz lembrar o acordo que José Sócrates fez com o povo português: o povo podia criticá-lo à vontade e, em contrapartida, o José Sócrates fazia tudo o que queria.

A diferença entre o Sócrates e o monhé é a de que o primeiro não era tão dissimulado quanto é segundo…

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O jornaleco “Observador” transformou-se em (mais um) bastião do politicamente correcto.

Vejamos uma parangona do pasquim: Família iraquiana chegou hoje e será acolhida em Loures”.

Em boa verdade, trata-se de três homens em idade militar, embora (alegadamente) da mesma família — não obstante saibamos nós, antecipadamente, que os ditos “refugiados” dizem sempre que são “todos da mesma família”.

Vamos dar de barato que os três iraquianos são da mesma família, e que são mesmo “refugiados”. Antes de mais, vamos definir “refugiado”: a Wikipédia diz o seguinte:

Refugiado é toda pessoa que, em razão de fundados temores de perseguição devido à sua raça, religião, nacionalidade, associação a determinado grupo social ou opinião política, encontra-se fora de seu país de origem e que, por causa dos ditos temores, não pode ou não quer regressar ao mesmo, devido a grave e generalizada violação de direitos humanos, é obrigado a deixar o seu país de nacionalidade para buscar refúgio em outros países”.

Se dermos como boa esta definição de “refugiado”, ficamos sem saber bem por que razão, dos 632 refugiados acolhidos por Portugal no âmbito da ACNUR, 253 chegaram do Egipto (presume-se que são egípcios) e 378 da Turquia (presume-se que são turcos), que são dois países onde não existe qualquer tipo de guerra que justifique que Portugal acolha gente daqueles países.

E mesmo que os referidos refugiados não sejam nem egípcios nem turcos, ficamos sem saber por que razão não foram acolhidos nos países limítrofes aos seus países de origem e com quem partilham a mesma cultura islâmica.

Não é por acaso que os “refugiados” que Portugal do monhé está a acolher são (presumivelmente) todos de cultura islâmica.

A política socialista eurofóbica do Monhé das Cobras passa por minar (a partir de dentro) a cultura portuguesa, por um lado, e por outro lado criar instabilidade política de origem islâmica à semelhança da que existe, por exemplo, actualmente em França.

Sexta-feira, 30 Outubro 2020

Manuel Linda: este homem é muito perigoso

Chama-se a isto “inversão da culpa” ou “inversão do sujeito-objecto”. Olavo de Carvalho falou nisto: segundo a mente revolucionária, a culpa não é do carrasco sanguinário: em vez disso, a culpa é das vítimas dos actos sanguinários.

manuel linda islao webMesmo quando o islamita entra numa igreja católica, mata três fiéis e fere muitos outros, a besta diz que essa violência não é do Islão contra o Cristianismo.

A mentalidade do Manuel Linda não difere muito da do assassino islâmico: as vítimas da violência islâmica não foram assassinadas: em vez disso, suicidaram-se, porque pertencem a um estrato da população com determinadas características.

Ou seja, a acção violenta do Islamismo é impessoal, isenta de culpa ou de quaisquer responsabilidades morais ou legais nos actos criminosos que comete.

Este homem é perigoso por causa da posição social que ocupa (Bispo do Porto). É tempo de o povo católico começar a expulsar estes vendilhões do templo. É preciso refazer a Igreja Católica.

os abutres web

Sexta-feira, 2 Outubro 2020

A imigração veio enriquecer a cultura na Europa

Filed under: Europa,imigração,União Europeia — O. Braga @ 9:54 am

Sábado, 26 Setembro 2020

Èric Zemmour “levanta a lebre” da imigração islâmica

Filed under: imigração,islamização,José Pacheco Pereira — O. Braga @ 3:30 pm

 

Èric Zemmour levou com uma multa de 10.000 € por ter proferido o discurso (em baixo) no simpósio da Convention de la Droite. E o referido discurso já foi proibido no YouTube, mas ainda se mantém no FaceBook e no Twitter.

Naturalmente que pessoas como o José Pacheco Pereira ou a Catarina Martins dirão que Èric Zemmour é um “fundamentalista radical da extrema-direita”. Chegará o tempo em que quem não concordar com o guru Pacheco será considerado “fassista”.

 

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