perspectivas

Sábado, 14 Abril 2018

Donald Trump acabou de se suicidar politicamente

Filed under: Donald Trump,Estados Unidos,Globalismo,plutocracia,Síria — O. Braga @ 10:34 am

 

siria-webDepois do ataque de hoje à Síria, a probabilidade de Donald Trump ser destituído da presidência americana, após as eleições intercalares do próximo Outono, aumentaram exponencialmente.

Grande parte da base de apoio eleitoral de Donald Trump critica-o. O comportamento errático de Donald Trump revela não só uma falta de estratégia política, mas algo mais grave: denota uma psicopatia.

Donald Trump falhou nas mais importantes promessas eleitorais: a construção do muro na fronteira com o México, e a retirada das tropas americanas dos vários teatros de guerra civil no Oriente Médio. Cedeu ao lóbi político israelita em toda a linha (não fosse o seu próprio genro um judeu, e a sua própria filha converteu-se ao Judaísmo), e cedeu em relação aos neocons.

O ataque dos Estados Unidos, Reino Unido e a França à Síria tem como fundamento, no mínimo, uma informação não confirmada; e a probabilidade de a informação do tal “ataque químico do governo sírio” — na região de síria de Douma — ser falsa é muito alta.

Pessoalmente acredito que o governo sírio não utilizou armas químicas, e que a política ocidental perdeu já a vergonha e a credibilidade. O ataque “aliado” à Síria provou que a democracia já não existe no Ocidente.

Podemos ver aqui as razões por que Donald Trump atacou a Síria :

1/ o Petro-dólar : os chineses mudaram recentemente o seu padrão financeiro e monetário para o ouro, em lugar de US Dollars. Os dois países que fizeram isso foram o Iraque (que foi destruído) e a Líbia (destruída também). É urgente (para os EUA) a construção do oleoduto proveniente da Arábia Saudita que terá que passar pela Síria.

2/ John McCain e o complexo industrial militar americano

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3/ Arábia Saudita: o príncipe saudita visitou os Estados Unidos, Reino Unido e a França dias antes do ataque destes três países à Síria.

4/ Israel


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Quarta-feira, 14 Março 2018

O anti-capitalismo corporativista da nova “Esquerda”, e o corporativismo “capitalista” da “Direita”, alimentados pela plutocracia globalista

 

A União Europeia está a entrar por uma deriva totalitária; há sinais mais ou menos difusos de um crescendo totalitário coordenado por uma União Europeia obediente à agenda globalista.

O que nos confunde é o papel e a função actuais da chamada “Esquerda”: o “farol” da Esquerda, por assim dizer, deixou de ser a Rússia ou a China, para se centrar nos Estados Unidos do partido Democrático; Obama, Hillary Clinton, a elite de Hollywood e comandita, representam hoje a simbologia de uma Esquerda que alia o internacionalismo trotskista, por um lado, ao globalismo plutocrata, por outro lado [obviamente que existem várias esquerdas; por exemplo, o Partido Comunista distingue-se do Bloco de Esquerda; mas, ultimamente, o Partido Comunista tem emulado / imitado o Bloco de Esquerda].

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« Vale a pena ler este decálogo de 19 pontos (antigamente os decálogos tinham dez pontos agora as contas devem ser outras) publicado na revista de um sindicato espanhol que entre outras coisas propõe “Prohibir el fútbol en los patios de recreo.” e ” Eliminar libros escritos por autores machistas y misóginos entre las posibles lecturas obligatorias para el alumnado. Ejemplos de libros y/o autores machistas a eliminar de los temarios: Pablo Neruda (Veinte poemas de amor y una canción desesperada), Arturo Pérez Reverte y Javier Marías (cualquiera de sus libros).” … »

gay-police-smlEste fenómeno (que a Helena Matos retracta neste texto) não é só “de Esquerda”: é também fomentado e financiado pelos mais ricos do mundo (o que inclui o Google e o FaceBook, por exemplo). A plutocracia internacionalista (bem representada pelo intocável George Soros) e a Esquerda trotskista (também ela internacionalista) e marxista cultural, aliaram-se para submeter os diferentes povos do mundo a uma Nova Ordem Mundial que mais não é do que um novo tipo de fascismo “regionalizado” e corporativista à escala global (sinificação).

Ora, é este papel da actual Esquerda que nos deixa perplexos; seria suposto que a Esquerda se dispusesse sistematicamente contra os ricos; mas não é bem assim: a Esquerda actual é corporativista (ver “corporativismo” no Google), no sentido em que adopta um novo tipo de fascismo, que tem o regime chinês como referência global de práxis política.

Os sinais da deriva totalitária (ou, pelo menos, uma deriva autoritarista) na União Europeia estão por todos os lados, embora aparentemente sem uma conexão lógica entre si. Por exemplo, a protecção que quase todos os países da União Europeia adoptam em relação ao Islamismo (que é uma ideologia totalitária, e não uma mera religião) é um dos sinais dessa deriva totalitária.

« On March 1, The European Commission — the unelected executive branch of the European Union — told social media companies to remove illegal online terrorist content within an hour, or risk facing EU-wide legislation on the topic. The ultimatum was part of a new set of recommendations that will apply to all forms of "illegal content" online, "from terrorist content, incitement to hatred and violence, child sexual abuse material, counterfeit products and copyright infringement." »

EU: More Censorship to "Protect" You

Ora, é isto que a Não-esquerda europeísta que vota no Partido Social Democrata da Helena Matos não compreende, ou então essa Não-esquerda está em estado de negação. A agenda política (europeísta) que a Helena Matos defende é hoje contrária à liberdade — esta é uma realidade insofismável.

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Las autoridades británicas permitieron el abuso de otras 1.000 niñas por no parecer racistas

Para não parecerem “racistas” (como se o Islão fosse uma “raça”… !!!!), as elites políticas (estamos a falar, por exemplo, do regime político da “conservadora” Theresa May) dos diversos países europeus toleram perfeitamente uma cultura bárbara (a islâmica), ao mesmo tempo que reprimem e censuram a opinião de cidadãos conservadores cristãos.

Todas as manifestações políticas que, de certo modo, alimentem a receptividade popular em relação de uma cultura política totalitária, são incentivadas pelas elites europeias (de “esquerda” e de “direita”) a mando da (ou, pelo menos, coordenada por) plutocracia globalista.

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Hoje, o que os partidos da Não-esquerda confundem propositadamente é “capitalismo”, por um lado, e “corporativismo”, por outro lado.

A Esquerda (isto é, Bloco de Esquerda + Partido Socialista) assume claramente (como válido) um corporativismo anti-capitalista, e a Direita (Partido Social Democrata + CDS) faz de conta que “corporativismo” e “capitalismo” são a mesma coisa. E por detrás da Esquerda e da Direita está o globalismo plutocrata, representado pelas maiores fortunas do planeta.

Por muito que custe à Helena Matos, os globalistas não têm propostas de incentivo à liberdade. Por isso é que a “direita” portuguesa já entrou em dissonância cognitiva — como podemos ver com o Partido Social Democrata de Rui Rio, e com o CDS de Assunção Cristas e de Adolfo Mesquita Nunes.

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Domingo, 11 Março 2018

A História está do nosso lado

Filed under: Democracia,Democracia em perigo,Globalismo — O. Braga @ 8:30 pm

 

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Sexta-feira, 16 Fevereiro 2018

A estupidez do “empresário” Ferraz da Costa

 

Em uma entrevista dada a uma estação de rádio inglesa, salvo erro em 2001, o “empresário” português Belmiro de Azevedo afirmou que o “povo português é preguiçoso, não gosta de trabalhar”. Cheguei a ter a gravação áudio dessa entrevista, mas entretanto mudei de computador e perdi-lhe o rasto.

Em uma entrevista à SICn, talvez aí por 2007 (no consulado de José Sócrates), o “empresário” português Pinto Balsemão afirmou que um dos graves problemas de Portugal é ter muita população. “Se Portugal tivesse metade da sua população, muitos dos problemas do país estariam resolvidos”.


Clique Aqui !

Agora temos o “empresário” Ferraz da Costa a afirmar o seguinte: 1/ “Os portugueses não querem trabalhar” (é de igual opinião da do Belmiro); 2/ “Uma economia que não cresce não cria lugares de chefia e não dá hipóteses aos mais jovens que acabam por ficar à espera que os mais velhos morram. Ainda por cima, hoje vive-se mais anos e qualquer dia trabalha-se até aos 80 anos. As empresas são quase lares de terceira idade” — aqui, o Ferraz da Costa está de acordo com o Pinto Balsemão: este país não é para velhos; venha daí a eutanásia para os trastes (excepto para eles!, obviamente) .

É esta merda de gente que dá razão à Esquerda ! Isto não são empresários!: são animais irracionais!

Vemos aqui um anúncio de uma empresa que tem um “empresário” do calibre do Ferraz da Costa, do Pinto Balsemão, ambos ainda por falecer, e do falecido Belmiro de Azevedo. Pretendem um tradutor que fale correctamente cinco línguas pagando 600 Euros por mês. É este o “empresário” português tipo e típico.

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E depois surge o Ferraz da Costa e quejandos, na sua estupidez infinita, a dizer que os tradutores portugueses não querem trabalhar ! Essa gentalha não tem vergonha na cara !

O Pinto Balsemão é o símbolo do globalismo e do grupo de Bilderberg em Portugal.

Toda a classe empresarial portuguesa (toda mesmo, não escapa um!) partilha do mesmo espírito globalista dos Bilderbergers e dos Soros deste mundo, que se aliam à Esquerda na política de imigração em massa e sem limites: a Esquerda pretende os votos dos imigrantes, e os neoliberais — da laia dos “empresários portugueses” — pretendem trabalho escravo: Les bons esprits se rencontrent…

Segunda-feira, 15 Janeiro 2018

Vamos pedir ao Carlos Fiolhais para mandar vir um pouco de Aquecimento Global

 

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Terça-feira, 9 Janeiro 2018

O Carlos Fiolhais já não tem vergonha

 

O Carlos Fiolhais concorda com o NYT na opinião segundo a qual “Donald Trump desdenha a ciência” porque este não se submeteu à agenda política globalista do Aquecimento Global Antropogénico.

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Repare bem, caro leitor: a teoria do Aquecimento Global Antropogénico não é falsificável (seja qual for o fenómeno climático, tudo é atribuído ou ao Aquecimento Global Antropogénico ou às chamadas mudanças climáticas) ; e por isso não pode fazer parte da ciência. E o Carlos Fiolhais tinha a obrigação de saber isto, mas faz de conta que não sabe porque já perdeu a vergonha.

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Domingo, 7 Janeiro 2018

Morreu Peter Sutherland: globalista, banqueiro plutocrata, Presidente da Comissão Católica Internacional para as Migrações e amigo do peito do papa Chico

Filed under: Globalismo,imigração,papa Chico,papa-açorda,Puta que os pariu — O. Braga @ 7:08 pm


Quinta-feira, 4 Janeiro 2018

O papa Francisco ao serviço dos mais ricos do mundo

Filed under: Globalismo,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:51 am

 

Na homilia de Natal, o papa-açorda comparou a viagem de Maria e José para Belém, por um lado, com os imigrantes económicos que invadem a Europa, por outro lado. A comparação é estúpida; mas neste papa, tudo é estúpido. Maria e José foram para Belém por causa de uma ordem do imperador Augusto que exigia o recenseamento da população; os imigrantes económicos vêem para a Europa para viver à custa do Estado sem trabalhar. Só um papa estúpido poderia comparar o que é incomparável.

Este papa trabalha para a elite globalista — aquela de que faz parte George Soros e comandita. O papa palhaço serve os interesses da alta finança globalista que pretende impôr às nações do mundo uma Nova Ordem Mundial multicultural e globalizada onde as entidades supra-nacionais assumirão o Poder.

O papa palhaço faz-se de “pobre” para enganar os católicos, mas ele está do lado dos mais ricos do mundo.

oc-papa-palhaçoPor exemplo, quando o papa estúpido nomeou o judeu Peter Sutherland para Presidente da Comissão Católica Internacional para as Migrações — sabendo que Sutherland é uma personalidade Globalista e ao serviço dos mais ricos do mundo (por exemplo, ao serviço do Banco Goldman Sachs).

Peter Sutherland foi presidente do Banco Goldman Sachs de 2005 a 2015 (de onde actualmente é director não-executivo); foi presidente do grupo Bilderberg (ao qual ainda pertence); foi presidente da B.P. (British Petroleum) e da secção europeia da Trilateral; e foi a escolha do papa Chico para Presidente da Comissão Católica Internacional para as Migrações.

Peter Sutherland é um globalista total e absoluto, com ligações muito próximas à plutocracia internacional e supra-nacional, uma eminência parda da mundialização do Poder político e do desenraizamento capitalista ao serviço da alta finança internacional. E o papa Chiquinho alinha com essa gente, ao mesmo tempo que engana os pacóvios com uma falsa modéstia e hipocrisia.

A ideologia do papa Chicozinho coincide com a ideologia (por exemplo e entre outros globalistas) de George Soros.

As confusões e as contradições do Chico são propositadas, para enganar o povão. A inspiração da ideologia do Chicozinho vem do capitalismo financeiro mundialista — para o qual, as “homogeneidades” (isto é, as identidades históricas e culturais que estão na base da diversidade e da variedade dos povos) são um obstáculo e um problema, porque o consumidor global não deve ter (literalmente) qualquer identidade, não deve pertencer a qualquer comunidade, deve ser cosmopolita e nómada, “sem tabus” e “sem preconceitos” (como se isso fosse possível!) — e, já agora, também sem escrúpulos — e de “sexo variável”.

Para o papa Chicão (assim como para Peter Sutherland e George Soros), a “homogeneidade cultural” de um povo é um obstáculo (uma chatice) que resiste à “integração sem limites”; é um “atentado à caridade”. Na confusão ética de que o Bergoglio faz alarde, a “homogeneidade cultural” de um povo é considerada um mal moral que deve ser eliminado.


Convém dizer ao Bispo de Lisboa, D. Manuel Clemente, que ele tem a obrigação moral de resistir às orientações políticas e ideológicas deste papa, em vez de o seguir caninamente como tem feito até agora.


Aquilo que nos parece ser “amor pelos pobres e pelas periferias” (nas palavras de idiotas úteis como, por exemplo, Frei Bento Domingues ou Anselmo Borges), é, na realidade, exactamente o contrário do que o papa palhaço apregoa: porque o que pertence propriamente a todos — aos pobres e aos ricos; aos doentes e aos saudáveis; aos prisioneiros e aos trabalhadores — é a pertença a uma pátria e a uma identidade, é adesão a uma cultura e a uma civilização, é a língua nativa e a educação. E quando os pobres são privados de quase tudo, possuem pelo menos esta herança imaterial e intemporal; este património espiritual, artístico, intelectual e moral que faz parte de cada nação da Europa e do mundo.

É esta riqueza civilizacional transcendente — que é superior a todos os bens de consumo — que os ideólogos do multiculturalismo e do “vivermos juntos” (incluindo este papa satânico) pretendem retirar aos pobres de todo o mundo.


“O amor à pobreza é cristão, mas a adulação da pobreza é uma mera técnica de recrutamento eleitoral.”

→ Nicolás Gómez Dávila


Adenda: Morreu Peter Sutherland, globalista, banqueiro plutocrata, Presidente da Comissão Católica Internacional para as Migrações e amigo do peito do papa Chico.

Sábado, 26 Agosto 2017

João César das Neves e a direitinha globalista

 

O João César das Neves tem desiludido bastante; desde logo quando defendeu a tese segundo a qual o Jorge Bergoglio não é marxista: os factos recentes vieram demonstrar o contrário.

A ideia segundo a qual um marxista define-se apenas pela sua visão económica, é uma ideia estúpida: Gramsci e a Escola de Frankfurt defenderam outra tese, a de que o sucesso do marxismo económico depende, em primeiro lugar, da cultura antropológica — e só nos faltava agora que o João César das Neves nos viesse dizer que Gramsci ou Marcuse não eram marxistas!

É evidente que o Bergoglio é marxista. E é evidente que João César das Neves faz parte de uma certa “direitinha” que nunca questiona a autoridade de direito de quem a não tem, de facto.

A doutrina social da Igreja Católica está expressa, por exemplo, na Carta Encíclica “Rerum Novarum” do Papa Leão XIII que, acerca do socialismo marxista, diz o seguinte no seu ponto 3:

“Os Socialistas, para curar este mal [o mal da indigência], instigam nos pobres o ódio invejoso contra os que possuem, e pretendem que toda a propriedade de bens particulares deve ser suprimida, que os bens dum indivíduo qualquer devem ser comuns a todos, e que a sua administração deve voltar para – os Municípios ou para o Estado. Mediante esta transladação das propriedades e esta igual repartição das riquezas e das comodidades que elas proporcionam entre os cidadãos, lisonjeiam-se de aplicar um remédio eficaz aos males presentes. Mas semelhante teoria, longe de ser capaz de pôr termo ao conflito, prejudicaria o operário se fosse posta em prática. Pelo contrário, é sumamente injusta, por violar os direitos legítimos dos proprietários, viciar as funções do Estado e tender para a subversão completa do edifício social”.

Ora, o papa-açorda Bergoglio está ideologicamente nos antípodas do papa Leão XIII.

Por exemplo, quando o Chico defende a ideia segundo a qual “a imigração livre é um valor que está acima da segurança dos cidadãos europeus” — esta é nitidamente uma tese marxista cultural: o Daniel Oliveira ou a Catarina Martins apoiariam esta ideia do papa-açorda.

Através da destruição da cultura antropológica, os neomarxistas pensam que poderão impôr posteriormente uma sociedade igualitarista: basta olhar para o que escrevem o Anselmo Borges e o Frei Bento Domingues, apoiantes incondicionais do papa Chico, para verificar que o João César das Neves está enganado.


O João César das Neves escrevinhou outra merda (literalmente) no Diário de Notícias: diz ele (parafraseando um cientista) que "Génio é 1% inspiração e 99% transpiração”. E que Donald Trump não “transpira”.

Ora, esta frase aplica-se na ciência, nas artes; mas nem sempre está correcta — até porque o conceito de “génio” aplica-se apenas, e com propriedade, nas artes; quando dizemos que um cientista “é um génio”, fazemo-lo por analogia. E dentro da genialidade de um artista temos, por exemplo, Mozart que foi um génio com 99% de inspiração, ou Beethoven que foi um génio com 99% de transpiração: o que para Mozart era fácil, foi muito mais difícil a Beethoven.


Eu tenho acompanhado muito de perto política americana nos últimos seis meses. Mais uma vez, o João César das Neves está enganado: qualquer político eficiente (tal como acontece com um gestor eficiente) deve delegar, e depois controlar. Ou seja, não há razão nenhuma para que Donald Trump deva “transpirar” mais do que um qualquer político sob a sua alçada.

O que se tem passado é o controlo Neocon da presidência.

Donald Trump tem vindo a ser paulatinamente “recuperado” pelo sistema Neocon (que já abrange também alguns membros proeminentes do Partido Democrático). O recente afastamento de Steve Bannon da Casa Branca significa a vitória do complexo industrial-militar sobre Donald Trump. Isto nada tem a ver com “transpiração” ou com “inspiração”: tem antes a ver com a realidade de um poder fáctico que tem impedido que Donald Trump governe. E, por isso, Donald Trump tem cedido em toda a linha, e já vem sacrificando as suas promessas eleitorais em beneficio dos globalistas e dos defensores das guerras sistémicas.

Talvez quando Donald Trump imitar Obama e começar a fazer guerras em todo o lado do Globo, o João César das Neves lhe venha a tecer loas. A direitinha globalista é assim.

Quarta-feira, 2 Agosto 2017

O YouTube já está em 1984 de George Orwell

 

O conhecido professor de psicologia da universidade de Toronto, Jordan B. Peterson, foi bloqueado pelo YouTube que se baseia em um algoritmo matemático para bloquear contas de utentes que pareçam praticar de “crimes de ódio”. Por outras palavras, o YouTube passou a ter computadores que policiam os conteúdos dos vídeos publicados: não se trata de censura humana: trata-se de computadores-polícias. Estamos já em 1984.

 

 

Este tipo de censura já se estendeu ao FaceBook do Fuckerberg e ao Twitter. Trata-se de uma censura que serve os interesses de uma elite plutocrata globalista representada, por exemplo, pelo próprio Fuckerberg, e por George Soros, Bill Gates, Warren Buffet, os Rothschild, Rockefeller, etc., — elite essa que se alia aos caciques regionais e locais representados pela Esquerda em geral [em Portugal, todos os partidos representados no parolamento são de Esquerda].

Existe neste momento uma estranha aliança entre a Esquerda mais radical e a plutocracia globalista; mas, se virmos bem, não é tão estranho como parece, porque se trata de uma divisão consensual de Poder: “uma mão lava a outra”. Não foi por acaso que o “Pauduro” da Venezuela vendeu recentemente a companhia venezuelana de petróleo à Goldman Sachs com 30% de desconto. bannon_facebook_web

Entretanto, face a esta política arbitrária de censura política, o estratega da Casa Branca de Donald Trump, Steve Bannon, classifica o FaceBook, o YouTube, o Google, o Twitter, como “monopólios naturais e, por isso, devem ser regulados pelo Estado americano. E esta tese tem vindo a ganhar uma enorme adesão na opinião pública americana.

Segunda-feira, 29 Maio 2017

¿George Soros é sionista? Claro que não! É anti-sionista!

Filed under: Globalismo,Islamismo,islamização,islamofobismo,Israel,Sionismo — O. Braga @ 7:18 pm

 

George Soros é um dos muitos exemplos de “judeus” bilionários que não é sionista.

A elite globalista não é sionista. George Soros, Rockefellers, Rothschild, Bilderberg e outros, não são sionistas. Alguns deles são judeus, mas não são sionistas. O sionismo é o que Theodor Herzl formulou, e não um controle global!

Alguém pode citar os judeus anti-sionistas, mas antes temos que ver quem está por trás deles. George Soros financia um grupo de rabinos em Israel chamados de Neturei Karta. Esses, os Neturei Karta, são anti-sionistas.

O objectivo do anti-sionismo é derrubar Israel, porque com Israel derrubado e não mais soberano, a Nova Ordem Mundial estará implantada. E quem ganhará com isso serão os grandes globalistas como George Soros, Rockefellers, Rothschild, Bilderberg…

Isso é subversão! E todos sabem o que isso quer dizer.”

Em relação a este texto, diz o poeta algarvio António Aleixo: “P’rá mentira ser segura / e atingir profundidade / tem que trazer à mistura / qualquer coisa de verdade.”

E há algumas coisas verdadeiras no texto: por exemplo, Israel aproveita-se da divisão islâmica para reinar.

Uma das estratégias defensivas (ou ofensivas dos Estados Unidos, por causa do petróleo) de Israel é aproveitar as guerras de muçulmanos contra muçulmanos. À volta de Israel é tudo “terra queimada”: a Síria, o Líbano, o Iraque, até mesmo o Egipto da Primavera Árabe, é terra queimada. Líbia, Tunísia e Argélia é “terra queimada”.

A Jordânia (uma monarquia) é um oásis no mundo islâmico, mas está sobrecarregada de refugiados da Palestina e da Síria, e não tem poder económico / financeiro para aguentar com um fardo desses; e a Turquia está perto da criação de uma espécie de califado (teocracia islâmica sunita) com o Erdogan, à semelhança do Irão que é uma teocracia totalitária xiita.

Tudo isto é verdade.

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Mas não é verdade que foi Israel que “criou o Estado Islâmico”. Por amor de Deus, tenham juízo!

Israel aproveita-se da estupidez natural dos muçulmanos cujo QI é baixo devido a séculos de endogamia — mas isso não significa que os sionistas tenham criado o Estado Islâmico. O QI médio dos muçulmanos é o mais baixo do mundo, só comparável aos bosquímanos da Namíbia, devido aos casamentos consanguíneos (por recomendação do profeta Maomerdas) ao longo de 1500 anos.

O erro começa por se confundir “sionismo”, por um lado, com “globalismo”, por outro lado — como consta da citação acima.

Ser “judeu” de raça não significa necessariamente que se seja religioso; a esmagadora maioria dos milionários judeus americanos e europeus não são religiosos, e estão se cagando totalmente para o Judaísmo (é o “baixo Judaísmo”, segundo Fernando Pessoa).

De modo semelhante, ter ascendência judia (de “raça” judia, sejam sefarditas, seja asquenazes) não significa que se seja sionista. O erro do texto começa com a extrema simplificação de conceitos complexos, que é uma das características das ideologias políticas: simplificam, para os burros perceberem alguma coisa.

Nos Estados Unidos, a maioria dos “judeus” é de Esquerda e vota no Partido Democrático; ou seja, a maioria dos judeus americanos não é religiosa e é anti-sionista.

Por exemplo, o bilionário judeu Zuckerberg — o do FaceBook — veio recentemente defender o socialismo globalista mediante o rendimento mínimo universal, ao mesmo tempo que criticou a política de Israel. Zuckerberg é claramente anti-sionista e globalista. O único judeu americano, religioso e sionista, que eu “conheço” é Ben Shapiro.

Quarta-feira, 10 Maio 2017

Os burros confundem “globalização”, por um lado, e “globalismo”, por outro lado

 

burro com oculos 300 webSão burros de propósito; burros voluntários, imbuídos de uma estupidez natural; temos hoje as elites culturais mais estúpidas de que há memória na História de Portugal.

Globalização” não é a mesma coisa que “globalismo — como pretendem dizer o André Azevedo Alves e um tal João Carlos Espada (ver ficheiro PDF, para memória futura). Burrice. Burros que pretendem enganar a populaça.

G. K. Chesterton escreveu: “Sem educação, encontramo-nos em um perigo mortífero e horrível que consiste em levar a sério as pessoas educadas”.

É urgente que o povo se eduque para que possa ver que os Alves e os Espadas deste país vão nus.

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