perspectivas

Quinta-feira, 27 Setembro 2018

Um exemplo da filha-da-putice dos globalistas que nos querem amordaçar

Filed under: Faith Goldy,Globalismo — O. Braga @ 2:33 pm

 

Faith Goldy, candidata católica a Presidente da Câmara de Toronto, Canadá, não foi convidada para um debate político televisionado, apesar de as sondagens a colocarem em terceiro lugar na corrida eleitoral (ver o primeiro vídeo).

 

Entretanto, por razões que ninguém explica, a publicidade da campanha eleitoral de Faith Goldy foi recusada por uma grande empresa canadiana de comunicação — o que vai contra os princípios basilares da própria democracia (ver o segundo vídeo).

 

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Segunda-feira, 17 Setembro 2018

Steve Bannon dá um KO à jornalista chefe do jornal The Economist

 

Sexta-feira, 14 Setembro 2018

A aliança entre o neomarxismo gramsciano e a plutocracia globalista, espelhada no Vaticano

 

Vivemos (actualmente) num mundo muito estranho, em que, por exemplo (e entre muitos outros), Sergey Brin, um dos fundadores da Google e bilionário com uma fortuna avaliada em cerca de 50 mil milhões de Euros, parece defender o socialismo que a Catarina Martins (Bloco de Esquerda) também defende. Pelo menos, Sergey Brin e Catarina Martins estão de acordo em uma coisa: com o princípio trotskista do internacionalismo militante que conduz à abolição de fronteiras.

Ou seja, entre o Bloco de Esquerda e a plutocracia globalista, existem objectivos políticos em comum.

O conceito de “sinificação” é exactamente a construção política de um novo tipo de fascismo, em que o poder político é estritamente controlado por uma elite plutocrata que concessiona (trata-se de uma partilha de poder tacitamente acordada) a gestão da política totalitária à Esquerda neomarxista local — como acontece, por exemplo, na China; e daí o nome “sinificação”: é a extensão e adaptação do sistema político chinês às diversas regiões do mundo.

A União Europeia é um exemplo de “sinificação”: os plutocratas globalistas (por exemplo, Sergey Brin ou George Soros, entre muitos outros, ou instituições globalistas como por exemplo a Goldman Sachs) controlam a construção paulatina e sistemática de um sistema político que começa por ser não-democrático (o poder político na União Europeia não é eleito), mas que se encontra já em um processo de construção acelerada de um leviatão totalitário e achinesado.

Na Europa, a abertura de fronteiras está ligada ao projecto gramsciano de destruição da cultura cristã ou daquilo que ainda resta dela, que se alia ao projecto plutocrata de sistemática procura de mão-de-obra barata.

Para a marxista Catarina Martins, é essencial a destruição da cultura antropológica fundada no Cristianismo (seguindo o cânone de Gramsci); e para o globalista e plutocrata Sergey Brin, é essencial o suprimento constante de mão-de-obra escrava ou muito barata. Les bons esprits se rencontrent…

E é assim que o Brin e a Catarina estão de acordo com a abolição de fronteiras que tem levado à islamização (e latrinização) de muitos países europeus, por um lado, e por outro lado à diabolização de quem se opõe a uma política latrinária de fronteiras abertas e de corrupção da cultura autóctone (por exemplo, Matteo Salvini, Viktor Órban).

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Neste contexto, vemos a diferença entre as posições do papa Chicozinho, por um lado, e as de Sua Eminência o Dalai-lama, por outro lado.

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Segunda-feira, 10 Setembro 2018

A Esquerda aliou-se aos mais ricos do mundo para destruir os povos da Europa

 

Renate Künast, do partido “Os Verdes” da Alemanha, e que foi Ministra do Consumo de um governo de Angela Merkel, escreveu o seguinte no Twitter:

“O europeu moderno é o que é por causa dos velhos europeus se misturarem com o povos modernos que vêm de África”.

Reparem que os “velhos europeus” são os brancos alemães; e os “povos modernos” são os pretos imigrantes (tentativa de imposição de uma deriva do sofisma ad Novitatem na cultura antropológica): os europeus são “velhos”; e os “modernos” são os pretos.

Isto é exactamente o que a Esquerda pensa, em toda a Europa, sem tirar nem pôr.

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Estamos a assistir, na Europa, a mais um genocídio massivo, desta vez por via da substituição compulsória da população europeia.

E, mais uma vez, o genocídio resulta de uma aliança entre o movimento revolucionário (a Esquerda), por um lado, e a plutocracia internacional globalista (os mais ricos do mundo), por outro lado.

Já vimos “filmes” parecidos com este, no passado recente — por exemplo: o movimento político eugenista teve origem nos meios académicos de Oxford e Cambridge em finais do século XIX, na sequência da afirmação da moda darwinista nos meios intelectuais (por exemplo, com Bernard Shaw, que defendeu o eugenismo); e, mais tarde, já no princípio do século XX, foi nos Estados Unidos que o eugenismo se afirmou com gente como Margaret Sanger e com o multimilionário John Ford, que serviram de inspiração ao regime nazi (o nazismo fez parte do movimento revolucionário do século XX, e por isso, pertenceu à Esquerda).

Segunda-feira, 20 Agosto 2018

O conservador Tucker Carlson, e a progressista e feminista Chelsea Clinton

Filed under: aborto,Esquerda,esquerdalho,Globalismo — O. Braga @ 1:10 pm

 

Domingo, 12 Agosto 2018

Hoje, quem gosta de Portugal e da sua História, é classificado de “fassista”

 

Podemos inferir deste artigo no Diário de Notícias (escrito por uma jornaleira de seu nome Valentina Marcelino) que todas as pessoas que se preocupam com o futuro do seu povo e com a preservação da sua cultura, são fassistas.

Ou seja, parece que existe um movimento político-cultural dirigido e conduzido pelas elites políticas (mormente pela maçonaria) no sentido de estigmatizar as pátrias e quem as defende.

Os portugueses têm o direito de defender, nomeadamente através do voto, os valores da preservação da sua nação e da sua cultura.

O que as elites (proprietárias do actual sistema político coordenado pela maçonaria) pretendem é destruir, na cultura antropológica portuguesa, os valores da pátria, da nação, e da Portugalidade. Trata-se de uma agenda política radical de anulação da História e da Nação portuguesas, dentro de uma lógica de alienação e submissão ao leviatão da União Europeia. E quem não concorde com esta agenda política, é catalogado de fassista (para além de xenófobo, homófobo, transfobo, sexista, misógino, e toda uma panóplia de adjectivos amigáveis).

Existe hoje uma certa elite política radical que apelida a maioria do povo de “fassista”.

Para essa elite, o povo é fassista, e tem que ser substituído por outro povo com um QI inferior a 80. Pretendem construir um país de uma espécie de símios, onde eles (os da elite) seja senhores absolutos e totalitários.

Em nome do combate à chamada “extrema-direita”, a elite política (vendida e controlada pela plutocracia globalista, entre muitos outros, por George Soros) mete tudo no mesmo saco e classifica qualquer patriota português de “fassista”. Todos os patriotas passam a ser “fassistas”, e através da espiral do silêncio promovida pelos me®dia (como é o caso do artigo em causa), os patriotas portugueses calam-se e permitem o esventrar da pátria que os canalhas que nos governam promovem.

Quarta-feira, 8 Agosto 2018

O Bloco de Esquerda é herdeiro directo dos jacobinos da Revolução Francesa

 

Uma senhora, de seu nome Sofia Guedes, escreveu um artigo publicado no Observador com o título “Os ‘novos direitos humanos’ e a identidade portuguesa”. Aconselho a leitura.

O artigo tem uma linguagem acessível ao público em geral, e isso é uma virtude; fala-nos de uma agenda política tenebrosa que tem origem no Bloco de Esquerda mas que já contaminou o Partido Socialista de António Costa, e que ameaça já também contaminar o PSD de Rui Rio. O CDS de Assunção Cristas vem a seguir (Assunção Cristas fecha a Esquerda à direita).

Caro leitor: quando as ciências da natureza são negadas pela política, já entramos (sem darmos conta) pelo totalitarismo adentro.

Não vale a pena escondermos a cabeça na areia, para não vermos a realidade. Se é verdade que as Ciências da Natureza não devem expressamente determinar a ética e a política, também é verdade que a ética tem que ter em devida conta as conclusões das Ciências da Natureza.

O que se está a passar com o movimento totalitário oriundo do Bloco de Esquerda (e que contaminou o Partido Socialista de António Costa através de “submarinos radicais”, como é o caso da Isabel Moreira) é que as conclusões das Ciências da Natureza são negadas — e isto em nome de uma determinada ideologia extremamente destrutiva que, em nome da defesa de “direitos individuais”, baseia-se na promoção política da atomização dos cidadãos face ao Estado.

Diz a Sofia Guedes:

“Através da defesa do individualismo promove ideias contra a mulher, o homem e a família e, em vez disso, apresenta, o direito a todo o tipo de liberdades, inclusive a transsexualidade. Usa uma arma invisível que injecta “veneno” no corpo e na alma dos seres humanos, deste mundo dito civilizado. Injecta devagarinho, sem dor aparente e de forma sistemática”.

No Bloco de Esquerda, a defesa do “individualismo” não é um fim em si mesmo: antes, é um meio para anular (no fim do processo político) esse mesmo individualismo que o BE diz defender.

jacobinos-webA perversão imensa da agenda política totalitária do Bloco de Esquerda é a de que utiliza uma pretensa “defesa dos direitos do indivíduo” — através de uma estratégia política de isolamento extremo do indivíduo face a um Estado todo-poderoso, Estado esse tornado plenipotenciário — para retirar a liberdade ao indivíduo, embora no fim do processo político.

Neste sentido, podemos dizer que o Bloco de Esquerda é herdeiro directo dos jacobinos (da Revolução Francesa).

Tal como os jacobinos fizeram, o Bloco de Esquerda manipula a ciência e transforma-a em ideologia (cientismo).

À semelhança dos jacobinos, o Bloco de Esquerda utiliza o conceito rosseauniano de "Vontade Geral" para atropelar a democracia sempre que seja possível, fazendo com que as decisões políticas capitais sejam tomadas nos corredores do Poder e longe dos olhos do povo (ao mesmo tempo que os dirigentes do Bloco de Esquerda enchem as bocas deles com os “direitos do povo”).

Tal como os jacobinos — que, por um lado diziam defender os Direitos do Homem (os direitos do indivíduo), mas por outro lado mataram mais pessoas (ditas por eles que eram “heréticas”) em apenas em um mês e só em França, do que Inquisição da Igreja Católica em toda a Idade Média e em toda a Europa — o Bloco de Esquerda é o superlativo absoluto simples da fraude política e ideológica que está a minar e a destruir a nossa sociedade, e sem deixar impressões digitais.


Mas o problema não se confina ao Bloco de Esquerda. Temos que nos interrogar, por exemplo, por que razão o canal de televisão privado de Pinto Balsemão (fundador do PSD), a SIC, dá tanta atenção à propaganda política do Bloco de Esquerda.

¿Qual é a ligação ideológica entre Pinto Balsemão e a SIC, por um lado, e o Bloco de Esquerda, por outro lado?

Pinto Balsemão foi, até há pouco tempo, o representante oficial do Grupo de Bilderberg em Portugal.

¿Qual é a ligação entre o Grupo de Bilderberg, por um lado, e, por outro lado, partidos políticos trotskistas do tipo do Bloco de Esquerda?

¿Qual é a ligação e identificação ideológica entre o Trotskismo e o globalismo plutocrático?

O estudo da vida de personagens políticas como (por exemplo) James Burnham pode ajudar o leitor a compreender melhor a aliança tácita entre o Trotskismo e a plutocracia globalista, entre o Bloco de Esquerda e George Soros. Não é “teoria da conspiração”: são factos.

Sábado, 14 Abril 2018

Donald Trump acabou de se suicidar politicamente

Filed under: Donald Trump,Estados Unidos,Globalismo,plutocracia,Síria — O. Braga @ 10:34 am

 

siria-webDepois do ataque de hoje à Síria, a probabilidade de Donald Trump ser destituído da presidência americana, após as eleições intercalares do próximo Outono, aumentaram exponencialmente.

Grande parte da base de apoio eleitoral de Donald Trump critica-o. O comportamento errático de Donald Trump revela não só uma falta de estratégia política, mas algo mais grave: denota uma psicopatia.

Donald Trump falhou nas mais importantes promessas eleitorais: a construção do muro na fronteira com o México, e a retirada das tropas americanas dos vários teatros de guerra civil no Oriente Médio. Cedeu ao lóbi político israelita em toda a linha (não fosse o seu próprio genro um judeu, e a sua própria filha converteu-se ao Judaísmo), e cedeu em relação aos neocons.

O ataque dos Estados Unidos, Reino Unido e a França à Síria tem como fundamento, no mínimo, uma informação não confirmada; e a probabilidade de a informação do tal “ataque químico do governo sírio” — na região de síria de Douma — ser falsa é muito alta.

Pessoalmente acredito que o governo sírio não utilizou armas químicas, e que a política ocidental perdeu já a vergonha e a credibilidade. O ataque “aliado” à Síria provou que a democracia já não existe no Ocidente.

Podemos ver aqui as razões por que Donald Trump atacou a Síria :

1/ o Petro-dólar : os chineses mudaram recentemente o seu padrão financeiro e monetário para o ouro, em lugar de US Dollars. Os dois países que fizeram isso foram o Iraque (que foi destruído) e a Líbia (destruída também). É urgente (para os EUA) a construção do oleoduto proveniente da Arábia Saudita que terá que passar pela Síria.

2/ John McCain e o complexo industrial militar americano

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3/ Arábia Saudita: o príncipe saudita visitou os Estados Unidos, Reino Unido e a França dias antes do ataque destes três países à Síria.

4/ Israel


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Quarta-feira, 14 Março 2018

O anti-capitalismo corporativista da nova “Esquerda”, e o corporativismo “capitalista” da “Direita”, alimentados pela plutocracia globalista

 

A União Europeia está a entrar por uma deriva totalitária; há sinais mais ou menos difusos de um crescendo totalitário coordenado por uma União Europeia obediente à agenda globalista.

O que nos confunde é o papel e a função actuais da chamada “Esquerda”: o “farol” da Esquerda, por assim dizer, deixou de ser a Rússia ou a China, para se centrar nos Estados Unidos do partido Democrático; Obama, Hillary Clinton, a elite de Hollywood e comandita, representam hoje a simbologia de uma Esquerda que alia o internacionalismo trotskista, por um lado, ao globalismo plutocrata, por outro lado [obviamente que existem várias esquerdas; por exemplo, o Partido Comunista distingue-se do Bloco de Esquerda; mas, ultimamente, o Partido Comunista tem emulado / imitado o Bloco de Esquerda].

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« Vale a pena ler este decálogo de 19 pontos (antigamente os decálogos tinham dez pontos agora as contas devem ser outras) publicado na revista de um sindicato espanhol que entre outras coisas propõe “Prohibir el fútbol en los patios de recreo.” e ” Eliminar libros escritos por autores machistas y misóginos entre las posibles lecturas obligatorias para el alumnado. Ejemplos de libros y/o autores machistas a eliminar de los temarios: Pablo Neruda (Veinte poemas de amor y una canción desesperada), Arturo Pérez Reverte y Javier Marías (cualquiera de sus libros).” … »

gay-police-smlEste fenómeno (que a Helena Matos retracta neste texto) não é só “de Esquerda”: é também fomentado e financiado pelos mais ricos do mundo (o que inclui o Google e o FaceBook, por exemplo). A plutocracia internacionalista (bem representada pelo intocável George Soros) e a Esquerda trotskista (também ela internacionalista) e marxista cultural, aliaram-se para submeter os diferentes povos do mundo a uma Nova Ordem Mundial que mais não é do que um novo tipo de fascismo “regionalizado” e corporativista à escala global (sinificação).

Ora, é este papel da actual Esquerda que nos deixa perplexos; seria suposto que a Esquerda se dispusesse sistematicamente contra os ricos; mas não é bem assim: a Esquerda actual é corporativista (ver “corporativismo” no Google), no sentido em que adopta um novo tipo de fascismo, que tem o regime chinês como referência global de práxis política.

Os sinais da deriva totalitária (ou, pelo menos, uma deriva autoritarista) na União Europeia estão por todos os lados, embora aparentemente sem uma conexão lógica entre si. Por exemplo, a protecção que quase todos os países da União Europeia adoptam em relação ao Islamismo (que é uma ideologia totalitária, e não uma mera religião) é um dos sinais dessa deriva totalitária.

« On March 1, The European Commission — the unelected executive branch of the European Union — told social media companies to remove illegal online terrorist content within an hour, or risk facing EU-wide legislation on the topic. The ultimatum was part of a new set of recommendations that will apply to all forms of "illegal content" online, "from terrorist content, incitement to hatred and violence, child sexual abuse material, counterfeit products and copyright infringement." »

EU: More Censorship to "Protect" You

Ora, é isto que a Não-esquerda europeísta que vota no Partido Social Democrata da Helena Matos não compreende, ou então essa Não-esquerda está em estado de negação. A agenda política (europeísta) que a Helena Matos defende é hoje contrária à liberdade — esta é uma realidade insofismável.

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Las autoridades británicas permitieron el abuso de otras 1.000 niñas por no parecer racistas

Para não parecerem “racistas” (como se o Islão fosse uma “raça”… !!!!), as elites políticas (estamos a falar, por exemplo, do regime político da “conservadora” Theresa May) dos diversos países europeus toleram perfeitamente uma cultura bárbara (a islâmica), ao mesmo tempo que reprimem e censuram a opinião de cidadãos conservadores cristãos.

Todas as manifestações políticas que, de certo modo, alimentem a receptividade popular em relação de uma cultura política totalitária, são incentivadas pelas elites europeias (de “esquerda” e de “direita”) a mando da (ou, pelo menos, coordenada por) plutocracia globalista.

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Hoje, o que os partidos da Não-esquerda confundem propositadamente é “capitalismo”, por um lado, e “corporativismo”, por outro lado.

A Esquerda (isto é, Bloco de Esquerda + Partido Socialista) assume claramente (como válido) um corporativismo anti-capitalista, e a Direita (Partido Social Democrata + CDS) faz de conta que “corporativismo” e “capitalismo” são a mesma coisa. E por detrás da Esquerda e da Direita está o globalismo plutocrata, representado pelas maiores fortunas do planeta.

Por muito que custe à Helena Matos, os globalistas não têm propostas de incentivo à liberdade. Por isso é que a “direita” portuguesa já entrou em dissonância cognitiva — como podemos ver com o Partido Social Democrata de Rui Rio, e com o CDS de Assunção Cristas e de Adolfo Mesquita Nunes.

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Domingo, 11 Março 2018

A História está do nosso lado

Filed under: Democracia,Democracia em perigo,Globalismo — O. Braga @ 8:30 pm

 

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Sexta-feira, 16 Fevereiro 2018

A estupidez do “empresário” Ferraz da Costa

 

Em uma entrevista dada a uma estação de rádio inglesa, salvo erro em 2001, o “empresário” português Belmiro de Azevedo afirmou que o “povo português é preguiçoso, não gosta de trabalhar”. Cheguei a ter a gravação áudio dessa entrevista, mas entretanto mudei de computador e perdi-lhe o rasto.

Em uma entrevista à SICn, talvez aí por 2007 (no consulado de José Sócrates), o “empresário” português Pinto Balsemão afirmou que um dos graves problemas de Portugal é ter muita população. “Se Portugal tivesse metade da sua população, muitos dos problemas do país estariam resolvidos”.


Clique Aqui !

Agora temos o “empresário” Ferraz da Costa a afirmar o seguinte: 1/ “Os portugueses não querem trabalhar” (é de igual opinião da do Belmiro); 2/ “Uma economia que não cresce não cria lugares de chefia e não dá hipóteses aos mais jovens que acabam por ficar à espera que os mais velhos morram. Ainda por cima, hoje vive-se mais anos e qualquer dia trabalha-se até aos 80 anos. As empresas são quase lares de terceira idade” — aqui, o Ferraz da Costa está de acordo com o Pinto Balsemão: este país não é para velhos; venha daí a eutanásia para os trastes (excepto para eles!, obviamente) .

É esta merda de gente que dá razão à Esquerda ! Isto não são empresários!: são animais irracionais!

Vemos aqui um anúncio de uma empresa que tem um “empresário” do calibre do Ferraz da Costa, do Pinto Balsemão, ambos ainda por falecer, e do falecido Belmiro de Azevedo. Pretendem um tradutor que fale correctamente cinco línguas pagando 600 Euros por mês. É este o “empresário” português tipo e típico.

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E depois surge o Ferraz da Costa e quejandos, na sua estupidez infinita, a dizer que os tradutores portugueses não querem trabalhar ! Essa gentalha não tem vergonha na cara !

O Pinto Balsemão é o símbolo do globalismo e do grupo de Bilderberg em Portugal.

Toda a classe empresarial portuguesa (toda mesmo, não escapa um!) partilha do mesmo espírito globalista dos Bilderbergers e dos Soros deste mundo, que se aliam à Esquerda na política de imigração em massa e sem limites: a Esquerda pretende os votos dos imigrantes, e os neoliberais — da laia dos “empresários portugueses” — pretendem trabalho escravo: Les bons esprits se rencontrent…

Segunda-feira, 15 Janeiro 2018

Vamos pedir ao Carlos Fiolhais para mandar vir um pouco de Aquecimento Global

 

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