perspectivas

Quinta-feira, 23 Janeiro 2020

A aliança entre Trotski e George Soros

Filed under: Globalismo,marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 5:40 pm

Este palavreado do Ludwig Krippahl revela essencialmente duas coisas:

1/ a velha tese de Karl Marx segundo a qual “no futuro, a tecnologia substituirá o trabalho humano” — o que constitui (alegadamente e segundo os marxistas) “uma contradição do capitalismo que conduzirá à vitoria final do comunismo” e ao advento dos “amanhãs que cantam”;

2/ a ideia segundo a qual não há qualquer alternativa política à aliança tácita (existente hoje) entre a plutocracia globalista, por um lado, e os capatazes e capangas políticos esquerdistas locais (no Ocidente), por outro lado — o que constitui uma nova forma de fascismo à escala global (ver “sinificação”).


II) Por exemplo: a Índia e a China são dois países que produzem (de longe!) a maior quantidade de CO2 em todo o mundo, mas não vemos os mentores políticos da esquerdista Greta Thunberg a fazer críticas a estes dois países; a crítica “ecológica” da Esquerda é feita sistematicamente a países do Ocidente.

Quando o Ludwig Krippahl diz que “o rendimento real nos Estados Unidos está estagnado”, esta ideia é falsa; ou melhor: está desactualizada: no consulado de Donald Trump, o rendimento real dos trabalhadores americanos (blue collar workers) subiu substancialmente. E esta subida de rendimentos reais dos trabalhadores deve-se principalmente à recusa — por parte de Donald Trump — das políticas globalistas das presidências anteriores desde o Bush pai até Barack Hussein Obama.

A aspiração globalista plutocrata (não confundir “globalismo” e “globalização”), de hegemonia política através da eliminação de fronteiras nacionais, coincide com a utopia (marxista) do internacionalismo trotskista (Les bons esprits se rencontrent…). É neste sentido que podemos dizer que o Ludwig Krippahl, embora tendo ideias marxistas, podia perfeitamente ser eleitor votante circunstancial do IL (Iniciativa Liberal), o que diz muito sobre a essência deste partido político.

Ademais, e ao contrário do que defende o Ludwig Krippahl, a “precariedade no trabalho” não é necessariamente um coisa má: desde logo porque a “precariedade” lança as oportunidades de primeiro emprego nos jovens que, de outro modo, não existiriam. Graças à “precariedade” — que os marxistas e o Ludwig Krippahl desprezam —, a taxa de desemprego nos Estados Unidos está em níveis históricos muito baixos.

Se a precariedade é causa de emprego extraordinário, então que Viva A Precariedade!

I) no que diz respeito ao ponto 1.: a ideia de Karl Marx e de Ludwig Krippahl segundo a qual “no futuro, a tecnologia substituirá o trabalho humano”: esta ideia é engenhosa e difícil de desmontar, porque especula acerca do futuro (“determinismo tecnológico” marxista).

O bom marxista é um profeta da desgraça presente, que anuncia o iminente (e imanente) surgimento do paraíso na Terra (a imanentização do Escathos).

A essência de toda a teoria económica marxista é a especulação determinista acerca do futuro (a imanentização do Escathos). Para a mente revolucionária, o futuro almejado será inexoravelmente atingido (o futuro utópico é uma certeza; não pode ser mudado); vem daqui a certeza do Ludwig Krippahl em relação ao futuro com que ele especula.

Como marxista dissimulado, o Ludwig Krippahl confunde “justiça” e “igualdade”; para ele, estes dois conceitos são inseparáveis — esquecendo que “a desigualdade injusta não se cura com igualdade, mas com desigualdade justa” (Nicolás Gómez Dávila).

Terça-feira, 14 Janeiro 2020

O aquecimentismo dos oceanos : “é como se explodissem cinco bombas atómicas por segundo”, dizem eles

Os me®dia portugueses (vulgo “meios de comunicação social”) são acríticos: copiam as notícias dos seus senhores que são os donos do mundo e da plutocracia globalista. Quando lemos uma “notícia” nos me®dia portugueses, estamos a ler uma narrativa política imposta pelos senhores do mundo.

dn.pt-aquecimentismo-oceanos-web

Por exemplo, esta “notícia” no Diário de Notícias é igualzinha a esta outra que saiu no “The Times”. Porém, vejamos o que diz o sítio oficial do “novo estudo científico”:

screenshot-eurekalert.org

“De acordo com o estudo, em 2019 a temperatura dos oceanos é superior em 0,075º centígrados à média de 1980 a 2010”.

Ora, um eventual aumento médio de 0,075 graus centígrados dos oceanos é de uma grandeza que não é cientificamente mensurável.

Quando dizem que “a temperatura dos oceanos é superior em 0,075º C à média de 1980 a 2010” → estamos no campo da teoria, e não no campo da experimentação.

Só a pseudo-ciência (cientismo)  pode considerar esta tese como como sendo “ciência” propriamente dita — a não ser que o aquecimentismo tivesse aderido à física quântica; e, neste caso, já vale tudo.

Terça-feira, 24 Setembro 2019

É legítimo eliminar fisicamente os políticos que defendem a imigração desordenada

Filed under: Europa,França,Globalismo,imigração,Macron,União Europeia — O. Braga @ 6:38 pm

As imagens que vemos (acima) são de Paris; imigrantes ilegais africanos, amigos do Macron, assassinam cidadãos franceses que se recusem a ser roubados em plena via pública.

Os responsáveis políticos pelo inferno social e moral por que passam hoje os cidadãos europeus (em geral) terão que pagar pelos actos que cometeram.

E dado que não é possível uma condenação judicial — porque o sistema judicial está corrompido até à medula —, segue-se que se torna legítimo a eliminação física dos principais responsáveis políticos pela catástrofe social, económica, cultural, que a imigração desordenada trouxe aos países da União Europeia.

Quinta-feira, 19 Setembro 2019

A aliança entre os Bilderbergers globalistas e os caciques da Esquerda internacionalista

Custa-me reconhecer que a Raquel Varela tem aqui parcialmente razão; e digo “parcialmente” porque já não concordo com ela quando diz que a culpa do radicalismo veganista do reitor da universidade coimbrinha “é do capitalismo” — quando, em boa verdade, impera o silêncio do Partido Comunista e do Bloco de Esquerda em relação ao radicalismo animalista.

Quem manda hoje em Portugal é o PAN (Pessoas-Animais-Natureza): até o António Costa quer proibir a carne de porco.

Escreve a Raquel Varela:

“Marx explicava que a tendência do capitalismo era para tornar vegetarianas as classes trabalhadoras, desde logo diminuindo a parcela de proteína a que têm acesso na reprodução da força de trabalho, vulgo salário”.

Como dizia o velho António, “em política, o que parece, é!”. E parece (muito) que é a Esquerda (mais ou menos marxista) que transformou a ecologia em uma religião (a começar pelo Partido Comunista e os Verdes, desde a década de 1980), e os seguidores dessa nova religião em fanáticos.

Hoje, não sei quem é mais fanático: se o jihadista maomerdano, se o animalista abortista e eugenista.


Pela primeira vez na História, a Esquerda defende hoje um retrocesso do nível de vida das populações mais pobres.

Existe um pacto inconfessável entre a plutocracia globalista, por um lado, e os caciques locais de Esquerda internacionalista dos diversos países, por outro lado.

Esse pacto segue o paradigma fascista da China (sinificação), em que coexiste um capitalismo (propriedade privada) estritamente controlado pelo Estado, por um lado, e por outro lado um comunismo/marxismo/colectivismo estatal orgânico.

Esta coexistência contra-natura (entre o controlo do Estado em relação à produção das empresas privadas, e um colectivismo orgânico) é própria dos regimes fascistasvejam como Mussolini e Hitler controlaram a produção das empresas privadas através dos respectivos Estados.

O que acontece na China é um fascismo.

E é o modelo chinês (sinificação) que é defendido (desde a década de 1970, com Henry Kissinger, por exemplo) pela plutocracia globalista em relação às diversas regiões do globo, incluindo a União Europeia.

Por isso é que, por exemplo, o canal de televisão do Pinto Balsemão (o patrão português dos Bilderbergers) é muito “amigo” do Bloco de Esquerda da Catarina Martins: os Bilderbergers têm uma aliança tácita com os caciques locais esquerdistas.

Não devemos esquecer a influência do movimento ecologista radical alemão na construção ideológica do nazismo (Wandervögel). Hitler era radicalmente vegetariano e adorava animais (gostava muito mais de cães do que de seres humanos).

O novo fascismo (a sinificação), que está a ser construído à escala global, serve os interesses da plutocracia globalista, por um lado, mas por outro lado é adoptado pelos caciques de esquerda ávidos de Poder (o exercício do Poder político é uma droga altamente viciante).

E nem o Partido Comunista foge à aliança tácita entre o caciquismo internacionalista de Esquerda e a plutocracia globalista.

As famílias numerosas sempre assustaram os poderosos.

meat-is-murder-webNão é por acaso que a Esquerda americana defende o subsídio abortista da parte do Estado — porque é a mulher negra e pobre quem mais aborta.

O abortismo de Esquerda é uma forma de racismo classista encapotado (desde o tempo de Margaret Sanger), que se esconde por detrás da emoção hipócrita do “coitadismo” em relação aos mais pobres.

Em vez de defender a vida das crianças pobres, a Esquerda actual defende a eugenia em relação aos deserdados e o aborto grátis das crianças pobres – e aqui verificamos a aliança evidente entre a Esquerda (por exemplo, o comunista americano Bernie Sanders) e a plutocracia globalista.

Não é por acaso que o jornaleiro esquerdista Daniel Oliveira é muito querido dentro da organização me®diática do Bilderberger Pinto Balsemão. Les bons esprits se rencontrent…

Quarta-feira, 7 Agosto 2019

Donald Trump — “entalado” entre o internacionalismo trotskista e o globalismo Neocon

Filed under: Donald Trump,Globalismo,Neocons — O. Braga @ 5:48 pm

A economia americana (ou seja, a economia dos Estados Unidos da América) cresce a cerca de 3% por ano, sob os auspícios de Donald Trump; e poderia ter um crescimento maior se o Banco central americano (aka “Reserva Federal”) não tivesse adoptado uma política de taxa de juros “anti-Trump”.

Ou seja: a economia dos Estados Unidos cresce “a olhos vistos”, embora “contra ventos e marés” — o que se está a passar nos Estados Unidos de Donald Trump é um verdadeiro milagre económico, na medida em que uma maioria da ruling class [que inclui as elites política (o parlamento), académica (as universidades), e financeira (Wall Street)] se manifesta claramente contra a governação de Donald Trump.

Em contrapartida, a economia chinesa entrou já em pré-recessão, e a ponto tal de a China ter que desvalorizar drasticamente a sua moeda, por um lado, e por outro lado, o governo chinês ameaça retaliar contra os Estados Unidos através da compra de petróleo ao Irão — a retaliação chinesa é política, e não é tarifária ou comercial.


É neste contexto que me refiro a este texto do ABC:

«The Trump administration will blink» face ao governo chinês no caso da Huawey e na guerra comercial, porque precisa do acordo – Mike Baker (ex-CIA) em entrevista a Joe Rogan, em 31-7-2019.


Desde logo, só é entrevistado por Joe Rogan quem pertence à Esquerda americana, ou então quem é crítico de Donald Trump. Não tenho conhecimento de nenhum apoiante de Donald Trump que tenha sido entrevistado no programa de Joe Rogan (e, note bem, eu sigo o fenómeno político americano de muito perto).

Do ponto de vista ideológico, o referido Mike Baker é um Neocon e, por isso, anti-Trump. 
  
Neocon que se preze não gosta de Donald Trump.

Aliás, a chamada “direitinha” europeia — desde Assunção Cristas (ou João César das Neves), a Angela Merkel e a Theresa May — é pautada pelo ideário ideológico e político Neocon.

Quem manda na “direitinha” europeia são os globalistas neocons.

A melhor forma de compreendermos o ideário Neocon será o de analisar a evolução política de James Burnham, que foi inicialmente um internacionalista trotskista e, mais tarde, passou a defender o globalismo Neocon (les bons esprits se rencontrent...).

Sábado, 20 Julho 2019

A acção política necessária contra a aliança entre a maçonaria e a plutocracia globalista

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada escreveu um texto em que demonstrou (utilizando a lógica informal) como os pressupostos da legalização da eutanásia (que é defendida pela “elite” portuguesa, a “ruling class”) são baseados em mentiras.

“A eutanásia é uma licença para matar os que desejam morrer e os que não podem manifestar a sua vontade: é uma prepotência de um Estado totalitário.”Vincent Lambert e as 5 mentiras da eutanásia

Porém, a verdade é que existe um “alinhamento” ideológico entre a elite globalista mundial que pretende dispôr do mundo a seu bel-prazer, por um lado, e a “elite” portuguesa, por outro lado. Por outras palavras, a ruling class  portuguesa é “pau-mandado” dos globalistas que pretendem a sinificação (mais ou menos acelerada) das diversas regiões do planeta.

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Esse “alinhamento ideológico” foi interrompido pela ascensão de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos — o que tem causado muito desconforto não só à plutocracia globalista anglo-saxónica, mas também aos seus servos europeus que são os responsáveis políticos pela construção do leviatão que é União Europeia (por exemplo, a Angela Merkel tem andado com uma azia desgraçada!, e a tremer por todos os lados…).

A “prepotência de um Estado totalitário”, a que se refere o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada, traduz-se na prepotência já visível no leviatão da União Europeia — a construção de um super-Estado totalitário imposto aos povos da Europa pelos globalistas aliados à maçonaria irregular.

O poder político granjeado pela maçonaria é baseado na irracionalidade de um despotismo político em estado de construção avançada (que também conta com o apoio da aliança entre Karl Marx e Maomé).

O Donald Trump — ou seja, a maioria do povo americano — veio intrometer-se no processo revolucionário globalista maçónico em curso.

Todos os argumentos lógicos, racionais (por exemplo, os invocados pelo Padre Gonçalo Portocarrero de Almada) e baseados em factos concretos, que possamos invocar contra a agenda política maçónica globalista, são irrelevantes; em termos práticos, esses argumentos não contam para nada, são “zeros à esquerda”.

A agenda política da maçonaria aliada à plutocracia globalista (trilateral + grupo de Bilderberg, e com o apoio da aliança anti-natura Marx/Maomé) é independente de qualquer racionalidade que possamos invocar — exactamente porque se trata da construção de um despotismo que, como todos os despotismos, se alheia da Razão.

Como escreveu Nicolás Gómez Dávila : “Esperar que a vulnerabilidade crescente de um mundo integrado pela Técnica não exija um despotismo total, é mera ilusão”.

A construção desse despotismo total é desprovido de racionalidade. Neste sentido, sendo que a argumentação racional é considerada prolixa pelas “elites”, a própria utilização dessa argumentação racional se torna improfícua e inútil.

A única forma de combater este despotismo total que se agiganta, será através do uso da força que gerará os mártires de um futuro próximo.

Quarta-feira, 8 Maio 2019

Apetece-me votar no PNR (Partido Nacional Renovador) para as Europeias

Filed under: Assunção Cristas,CDS,Globalismo,Nuno Melo — O. Braga @ 8:40 pm

  • Quando eu oiço o Nuno Melo (o tal que diz que é de “direita”) a defender (na TSF, no dia 6 de Maio p.p.) um novo imposto do CO2 a pagar pelo povo português (a chamada “taxa de carbono”);
  • ou quando a chamada “direita” (o CDS do oportunista Nuno Melo e da execrável Assunção Cristas) alinha com o Bloco de Esquerda em relação à vinda a Portugal da Greta “marxismo cultural” Thunberg;

→ apetece-me votar no PNR (Partido Nacional Renovador).

Segunda-feira, 15 Abril 2019

O Globalismo resumido em duas imagens

Filed under: França,Globalismo,Macron — O. Braga @ 6:38 pm

 

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Segunda-feira, 4 Fevereiro 2019

Estou de acordo com a Catarina Martins em relação a uma possível intervenção militar americana na Venezuela

Filed under: Donald Trump,Estados Unidos,Globalismo,Venezuela — O. Braga @ 3:43 pm

 

Donald Trump disse ontem que “todas as opções (incluindo a invasão militar) estão disponíveis em relação à Venezuela” — o que revela que os filhos-de-puta dos neocons já tomaram conta da agenda política de Trump.

Uma das promessas eleitorais de Donald Trump foi a de reverter/contrariar a política globalista defendida pela aliança tácita entre os neocons do partido republicano (os militares, Bush, Bolton, etc.), por um lado, e os liberais do partido Democrata (Pelosi, Schumer), por outro lado — o que significaria não só a retirada das tropas americanas dos vários cenários de guerra onde ainda estão presentes (por exemplo, Síria), mas também uma política externa isolacionista de não-ingerência nos assuntos internos de outros países.

Ora, Donald Trump tem vindo a ceder às exigências dos neocons.

Paleo-conservadores, como por exemplo James Woods, Clint Eastwood, ou Ann Coulter, têm vindo a denunciar publicamente o não-cumprimento das promessas eleitorais de Donald Trump.

A ameaça de Donald Trump de invasão militar da Venezuela é inaceitável e intolerável.

Não queremos viver num mundo onde os Estados Unidos se arrogam do direito de atacar países cujas políticas não agradem aos filhos-de-puta dos globalistas.

 

Quarta-feira, 16 Janeiro 2019

O significado de “Macron”

Filed under: França,Globalismo,Macron — O. Braga @ 5:03 pm

 

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O filho-de-puta do Macron já ultrapassa os limites do permissível num Estado de Direito

Filed under: França,Globalismo,Macron — O. Braga @ 4:39 pm

 

Os esbirros policiais do psicopata Macron agridem violentamente uma senhora idosa só porque ela vestia um colete amarelo.

 

Sexta-feira, 11 Janeiro 2019

O regime político do psicopata Macron já pode ser considerado ditatorial

Filed under: França,Globalismo,Macron — O. Braga @ 4:49 pm

 

Vemos, no vídeo, a polícia de choque francesa a prender um velho que vestia um colete amarelo e que se manifestava pacificamente contra o governo do psicopata Macron. Ao regime do psicopata Macron só falta agora bater em crianças. Sejam bem-vindos a “1984” de George Orwell.

 

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