perspectivas

Quarta-feira, 5 Janeiro 2022

A pesporrência psicopata globalista em relação aos povos e aos indivíduos

Filed under: Globalismo,José Pacheco Pereira,Justin Trudeau,Macron,Trudeau,vacinas — O. Braga @ 6:38 pm
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É notável como uma determinada classe política actual — nos países “democráticos” ocidentais — abusa do Poder de uma forma descarada; já não se preocupam em esconder a prepotência e o nepotismo políticos.

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Por exemplo, o Macron veio a público recentemente dizer que tem prazer de “emmerder” os cidadãos não-vacinados — que são mais de 5 milhões de franceses. Ou o canadiano Trudeau (um dos filhos de Fidel Castro), que numa entrevista televisiva afirmou que os não-vacinados são todos uma cambada de racistas, fascistas, xenófobos, misóginos, e que preferia que desaparecessem do país.

É esta escola política que impregnou o José Pacheco Pereira, embora através de um Internacionalismo típico do marxismo.

Esta arbitrariedade política e abuso de Poder — que se aproxima do acto gratuito — é uma das características identitárias dos políticos globalistas, que assumem claramente um determinado desprezo pelas opções democráticas e/ou individuais tomadas pelos povos, e que é apanágio desta “elite” globalista que frequenta o "World Economic Forum" em Davos.

Para além destes dois grandes filhos-de-puta supracitados, temos outros quejandos como, por exemplo, o Pinto Balsemão ou o Durão Barroso (que ainda há dias disse que quem defende o conceito de Nação, é burro), o António Guterres (o grande palhaço da ONU), a primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, o ex-chanceler da Áustria, Sebastien Kurz, a chefe da União Europeia Ursula von der Leyen, o Kapo da OMS (Organização Mundial de Saúde, literalmente sustentada por Bill Gates) Tedros Adhanom, o CEO da PFIZER, o grego Bourla (que é veterinário de formação), e já não falando no anormal Boris Johnson e no papa-açorda Bergoglio.

Esta gentalha arroga-se no direito de chatear a seu bel-prazer os respectivos “súbditos”, tentando humilhá-los sistematicamente, por um lado, e controlá-los em rebanhos, por outro lado. Estamos a lidar com autênticos psicopatas, escolhidos a dedo pelo grupo de Bilderberg e pelo "World Economic Forum" de Klaus Schwab.

Este desprezo claríssimo (em relação aos povos e nações do mundo) praticado pelos globalistas, insere-se em uma estratégia psicológica de aproveitamento de umaformação de psicose de massas (ou seja, formação de uma histeria colectiva, semelhante à que aconteceu ao povo alemão durante o regime nazi), segundo o conceito do professor universitário belga Mattias Desmet.

Terça-feira, 4 Janeiro 2022

Os globalistas covideiros andam muito preocupados com a saúde dos povos

Filed under: Globalismo,União Europeia,vacinas — O. Braga @ 5:23 pm
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Por toda a União Europeia, os povos andam a ser tratados de uma forma salutar.

Domingo, 2 Janeiro 2022

Os actuais globalistas de vanguarda, e os seus principais precursores

Filed under: Globalismo — O. Braga @ 5:37 pm

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Sábado, 1 Janeiro 2022

O palhaço Marcelo diz que os imigrantes são mais importantes do que os portugueses

Filed under: Globalismo,imigração,Marcelo Rebelo de Sousa — O. Braga @ 5:08 pm

"Para a Segurança Social, em proporção, [os imigrantes] contribuem muito mais do que os portugueses”diz o palhaço Marcelo.

Pergunto eu: ¿“em proporção” de quê? ¿Quais são os parâmetros da “proporção” invocada por aquele palhaço?

globalismo em marcha web

¿Por que razão temos dois grandes filhos-de-puta na liderança política em Portugal?!

Quarta-feira, 29 Dezembro 2021

A “BIG TECH” de Silicon Valley, e os me®dia, são inimigos dos povos do mundo

Filed under: censura,Globalismo,Twitter — O. Braga @ 7:34 pm

robert Malone twitter web

O dr Robert W. Malone (um dos inventores da tecnologia vacinal de tipo mRNA) foi expulso do Twitter, pela razão de ter defendido a necessidade de mantermos um espírito crítico em relação à ciência, em geral, e às vacinas COVID-19, em particular.

Tinha mais de meio milhão de seguidores no Twitter: é assim que os globalistas censuram!

Poderão seguir o dr Malone no GAB, e/ou no Telegram, aqui.

Um filho de um cabrão que está ontológica- e moralmente vendido aos mais ricos do mundo

barroso eutanasiado webSe há alguém que chafurda na lama moral; se há um sibarita que vendeu a alma ao demo em troca de prebendas pueris — é este senhor; aliás, procede ele na linha do seu (dele) mentor, o tal que pediu dinheiro emprestado aos plutocratas globalistas para montar um canal de televisão em Portugal.

Um filho-de-puta que sabe que o sistema democrático não é possível sem a pré-existência da nação (ou, como diria Kant: “a nação é a condição da democracia”) — aliás, talvez tenha sido a única coisa boa que Napoleão (involuntariamente) fez, que foi acabar com os impérios na Europa.

Ao ser contra a existência de nações, este filho-de-um-cabrão é (dissimuladamente) contra a democracia, embora diga exactamente o contrário.

Terça-feira, 28 Dezembro 2021

Bilderberg, "World Economic Forum", o Grupo dos Trezentos, Klaus Schwab, a eutanásia e Jacques Attali

Filed under: Bilderberg,eutanásia,Globalismo — O. Braga @ 10:13 am

Os “fact-checkers”, que fazem parte dos me®dia controlados e submetidos pela plutocracia globalista, dizem que a seguinte citação de Jacques Attali é falsa; porém, esses “fact-checkers” enganam-se no título do livro de Attali de onde é retirada citação: os “fact-checkers” dizem que a “falsa citação” diz respeito ao livro de Attali intitulado “Verbatim” — o que é falso!

O verdadeiro título do livro de Attali (de onde se extrai essa citação) é o “The Future of Life”, publicado pelo jovem Attali em 1981 (tinha 38 anos), livro esse que já não consta da lista bibliográfica de Attali (foi retirado, não só do mercado, mas também da lista de autoria). Neste livro, de 1981, Attali publica uma série de entrevistas com Michel Salomon, e foi publicado pela editora francesa “Éditions Seghers” dentro de uma colecção com o nome de “Les Visages de L’Avenir”.

Jaques Attali é um judeu de ascendência sefardita, por um lado, e um Bilderberger, por outro lado. Só dentro destas duas condicionantes pessoais conseguiu ele o renome mundial que tem — porque, em boa verdade, Attali é um personagem vulgar: não há nada de excepcional nas ideias de Attali excepto a sua condição de judeu membro do Grupo dos Trezentos, e membro da estrutura nuclear do grupo maçónico de Bilderberg.


«O futuro terá como missão encontrar formas de reduzir a população [mundial]. Começamos com os mais velhos, porque logo que estes passem os 60/65 anos, tendem a viver mais tempo do que produzem, e isso tem custos elevados para a sociedade.

Depois, os mais fracos, e os inúteis que não contribuem para a sociedade porque haverá tendencialmente cada vez mais gente dentro destas categorias; e, seguem-se, depois, os estúpidos. Estes grupos deverão ser alvo de eutanásia, que deverá ser um utensílio essencial nas sociedades do futuro, e em todos os casos.

É claro que não poderemos executar gente, ou construir campos de concentração. Essa gente será eliminada acreditando que é para o seu próprio bem. O excesso de população e a existência de gente inútil têm um enorme custo económico. Do ponto de vista social, também, é muito melhor que a máquina humana tenha um fim abrupto do que ir-se deteriorando gradualmente.»

“The Future of Life” (1981), Jacques Attali, Interviews with Michel Salomon, Les Visages de L’Avenir Collection, Éditions Seghers.

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Segunda-feira, 27 Dezembro 2021

¿Quem é Klaus Schwab, o fundador do “World Economic fórum”, baseado em Davos (Suíça)?

Filed under: Globalismo — O. Braga @ 12:56 pm

O fascismo do século XXI assume diferentes matizes políticas que lhe permitem prosseguir o seu projecto original de base, que consiste em moldar a Humanidade em função de um capitalismo globalista, elitista e monopolista, através de meios abertamente autoritaristas.

Este novo fascismo é actualmente promovido (pelas elites políticas mundialistas que controlam os me®dia) a pretexto de uma governança mundial (apoiados tacitamente pelo internacionalismo neo-trotskista), da “garantia da biodiversidade”, da “nova normalidade”, do “New Deal” em relação à Natureza, ou da “Quarta Revolução Industrial”.

Klaus Schwab, fundador do "World Economic Forum", está no centro do engendramento deste novo fascismo globalista.

klaus schwab web

O projecto fascista originário consistiu na aliança entre o Estado, por um lado, e as empresas privadas, por outro lado — só que essa “aliança” era imposta às empresas, pela força bruta do Estado. Em contraponto ao comunismo (marxismo) que defende a apropriação/estatização dos meios de produção (das empresas privadas) pelo Estado, o fascismo serve-se do Estado para promover e proteger os interesses de uma elite plutocrata.1


Klaus Schwab (e a sua família) tem origem étnica Cazar; ou seja, é “judeu” de origem asquenaze — note-se que 2 a verdadeira e primordial etnia judaica não é asquenaze: os judeus sefarditas da Ibéria, por exemplo, estão (geneticamente) mais próximos da etnia judaica original.

Os cazares foram um povo que habitava, na época da Alta Idade Média, no Cáucaso, na região que hoje coincide parcialmente com o território da Geórgia. Em 838 d.C., o rei dos cazares converteu-se ao Judaísmo, o que fez com que todo o povo Cazar fosse automaticamente convertido em massa ao Judaísmo3.

Depois da destruição e desaparecimento político do reino Cazar, os cazares deixaram de ser reconhecidos pelo nome da sua antiga e extinta nação, e passaram a ser conhecidos como “população Yiddish” ou “Asquenaze” que emigrou para todos os países da Europa de leste e central 4 .  


O pai de Klaus Schwab foi CEO de uma empresa suíça (Escher-Wyss, hoje chamada de Sulzer AG) que detinha uma fábrica em Ravensburg (na Alemanha, na zona do lago Constance), e que colaborou com o regime nazi não só no fabrico de peças para aviões de guerra, como participou na investigação técnica para a construção de uma bomba nuclear nazi. Foi esta empresa (dirigida pelo pai de Klaus Schwab) que desenvolveu um novo tipo de turbina que permitiu a produção da chamada “água pesada”, um ingrediente essencial para a produção de plutónio. Mais tarde, em 1967, o próprio Klaus Schwab passou a trabalhar para a empresa do pai (Escher-Wyss) como consultor do CEO.


yellow sticker webEm 1971, Klaus Schwab funda o "World Economic Forum" (com o nome primordial de “European Management Symposium”); e um dos grupos de “intelectuais” mais influentes na primeira edição do "World Economic Forum" foi o “Clube de Roma” — um grupo de “reflexão” influente da elite científica e financeira que defendia (e defende) um modelo de governança mundial dirigido e controlado por uma elite tecnocrática. O Clube de Roma foi criado em 1968 pelo industrial italiano Aurelio Peccei e pelo químico escocês Alexander King, no seguimento de uma reunião privada em uma residência que pertencia à família Rockefeller em Bellagio, Itália.

Da colaboração entre o Clube de Roma e o "World Economic Forum" de Klaus Schwab, surge em 1972 um livro intitulado “The Limits of Growth” (os “limites do crescimento”) que defendia a diminuição da população mundial por influência ideológica do eugenismo característico da primeira metade do século XX, e do neo-malthusianismo falacioso que caracterizou o século XIX.

No (tristemente) célebre livro do Clube Roma, “The First Global Revolution” (1991), defende-se a ideia segundo a qual as políticas eugenistas (e, portanto, neo-nazis) podem obter um apoio popular se as “massas” forem capazes de as associar como sendo “contra um inimigo comum”. Neste livro, existe uma passagem que diz o seguinte: “O inimigo comum da Humanidade é o ser humano”:

«Na procura de um inimigo comum contra o qual nos possamos unir, temos a ideia da poluição, da ameaça do aquecimento global, da escassez de água, a fome, etc. No seu conjunto e nas suas interacções, estes fenómenos constituem uma ameaça comum em relação à qual todos devemos fazer face. Mas, ao designarmos estes perigos como sendo “o inimigo”, caímos em uma armadilha que consiste em confundir os sintomas e as causas. Todos estes perigos são causados pela intervenção humana nos processos naturais. (…) O inimigo comum da Humanidade é o ser humano

Nos anos que se seguiram a 1971, tanto o Clube de Roma como o "World Economic Forum" de Klaus Schwab defenderam métodos de controlo da população mundial (por exemplo, os métodos eugenistas) como sendo essenciais para a protecção do meio-ambiente. Por isso, não é surpreendente que o "World Economic Forum" de Klaus Schwab utilize, da mesma forma, as questões climáticas e ambientalistas como um meio “vender” aos povos as políticas (de outra forma impopulares) de “Great Reset” e de “Build Back Better” que alimentam o Poder e aumentam astronomicamente a riqueza das elites globalistas.


Notas


1. a única forma de defender o capitalismo consiste em 1/ combater agressivamente (através da Lei) a criação de monopólios de mercado, 2/ criar leis que apoiem e incentivem as pequenas e médias empresas, 3/ a criação de um Estado com poderes limitados, mas com um governo forte.
2. segundo, por exemplo, Benjamin Freedman, no seu livro intitulado “Facts are Facts, the Truth about the Khazars”.
3. não acreditem no que diz a Wikipédia sobre os povo Cazar.
4. em 1941, o professor Abraham Poliak da universidade de Telavive, publicou um livro intitulado “The Conversion of Khazares to Judaism”, que contraria a “informação” da Wikipédia acerca dos cazares; e o mesmo aconteceu com o jornalista e ensaísta asquenaze de origem húngara, Arthur Koestler, no seu livro “The Thirteenth Tribe” (1976). O historiador israelita Shlomo Sand, através do livro “How the Jewish People was Invented”, retoma as ideias de Koestler para estabelecer a sua própria tese, segundo a qual a diáspora judia foi fruto de sucessivas conversões.

Sábado, 18 Dezembro 2021

O José Pacheco Pereira é um indivíduo cognitivamente deformado

Filed under: Globalismo,José Pacheco Pereira,vacinas — O. Braga @ 11:59 am
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“Dizer-se que uma determinada matéria está “politizada” é uma frase que, na esmagadora maioria dos casos, é inútil. Todas as matérias que dizem respeito à polis, à sociedade humana, aos homens e às mulheres, colectivamente ou em grupo, são naturalmente políticas.”

→ José Pacheco Pereira — “A política dos negacionistas e anti-vacinas”


pfizer booster webA ideia de que “tudo é, naturalmente, política” (toda a Realidade pertence à política — incluindo as religiões e o conceito de “universo”, na esteira da tradição ideológica de Feuerbach e Karl Marx) é originalmente marxista, mais tarde cooptada por um certo liberalismo radical (adoptado em Portugal pelo IL – Iniciativa Liberal, na esteira ideológica de Ayn Rand, Nozick, et all) ) de uma determinada ideologia de mercado muito actual e em voga, que viu na ideia marxista de “ausência do tempo privado” do cidadão uma forma de expandir ad infinitum a ideia de “mercado”: quem vive hoje e em geral, ou não tem uma noção adequada de “privacidade”, ou não se preocupa com ela.

Para Karl Marx, mesmo quando o cidadão (no suposto e ideológico conceito dos “tempos finais da revolução”) se dedicava a actividades pessoais gratificantes e lúdicas (ou seja, o paraíso na Terra), o tempo “privado” desse cidadão seria também político (ou público). Esta abolição marxista do tempo privado foi iniciada por Engels, nomeadamente através do seu (dele) conceito de “família” que era exactamente a antítese do conceito da família ateniense. O marxismo é a negação da civilização.

Ou, como escreveu Fernando Pessoa:

“O marxismo não é uma doutrina porque é uma anti-doutrina, ou uma contra-doutrina. Tudo quanto o Homem tem conquistado, até hoje, de espiritualidade moral e mental — isto é, de civilização e de cultura — tudo isso o marxismo inverte para formar a doutrina que não tem.”

(more…)

Domingo, 12 Dezembro 2021

Atenção à linguagem covideira: vamos contrariar a manipulação do discurso

Filed under: Globalismo,vacinas — O. Braga @ 1:59 pm
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Existe um conluio (uma aliança política tácita) entre a plutocracia globalista, por um lado, e uma certa Esquerda “caviar” trotskista, por outro lado; essa aliança traduz-se, também, na manipulação da linguagem que tem em vista a erosão política (e mesmo a eliminação) dos Estados-Nação.

Por exemplo, os globalistas — apoiados pela Esquerda “caviar” e/ou Esquerda Pacheco-Pereirista — utilizam a palavra “vacina” para uma injecção que não imuniza o organismo humano em relação ao vírus do COVID-19, e altera o ADN humano. Portanto, não se trata propriamente de uma vacina.


1/ em vez de “vacina”, devemos utilizar o termo “Intervenção Genética Experimental”;

2/ em vez de “não vacinados”, devemos utilizar o termo “Geneticamente Inalterados”;

3/ em vez de “anti-vacinas” e/ou “negacionistas”, devemos utilizar o termo “Pró-Direitos Humanos” (em vez de negacionistas), ou “Contra Alteração Genética Experimental” (em vez de anti-vacinas).

Sexta-feira, 5 Novembro 2021

Social Engineering in TV Commercials

Filed under: A vida custa,Globalismo,neoliberalismo — O. Braga @ 11:53 pm

Domingo, 31 Outubro 2021

Não obedecer, ou querer a liberdade, passa a ser crime capital

Na Austrália — um país cuja elite política é totalmente subserviente em relação ao globalismo (ou Império Mundial do Dinheiro) —, é mais grave (do ponto de vista penal) não usar máscara na rua do que violar sexualmente uma mulher.

Isto não acontece por “equívoco judicial”!: é mesmo propositado. Não é defeito do sistema judicial; é feitio.

australia shithole web

A leis, impostas aos Estados pelo Império Mundial do Dinheiro, tendem (actualmente) a privilegiar a repressão / restrição das liberdades políticas (à moda da China), em detrimento da repressão da criminalidade comum (à moda da violência do Black Lives Matter nos Estados Unidos).

A criminalidade comum passou a ser apanágio e característica da nova classe revolucionária (o Lumpemproletariado) promovida pela plutocracia globalista.

Por isso é que a violação de uma mulher tende a ser menos grave, do ponto de vista jurídico, do que não usar máscara na rua — porque a recusa do uso da máscara na rua (ou a recusa da vacina covideira) significa a negação de uma imposição política inegociável proveniente da elite globalista. LIBERDADE-DEMOCRACIA-OVELHA-web (more…)

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