perspectivas

Domingo, 27 Setembro 2020

Fernando Pessoa y El Internacionalismo Militante

Filed under: Fernando Pessoa,Globalismo — O. Braga @ 3:52 pm

fernando-pessoa-web«La primera verdad de la sociología es que “la humanidad” no existe. Existe, eso si, la “especie humana” pero en un sentido meramente zoológico: la especie humana, como la especie canina.

Además, la expresión “humanidad” solo puede tener un sentido religioso — lo de que seamos hermanos en Dios, o en Cristo.

En la realidad social, solo existen dos entes reales –- el individuo, por que es vivo de verdad, y la nación por que es la única manera como eses entes vivos, a que llamamos individuos, se pueden agrupar socialmente de un modo estable y fecundo.

La base mental del individuo es el egoísmo; ese egoísmo es lo de la Patria, en lo que nos reintegramos a nosotros por intermedio de los demás, fuertes de lo que no somos.

La humanidad no existe sociológicamente, no existe frente a la civilización.

Considerar la humanidad como un Todo es, virtualmente, considerarla como una nación; pero una nación que deja de ser nación se vuelve absolutamente su propio entorno. Ahora bien, un cuerpo que resulta absolutamente perteneciendo al entorno en que vive es un cuerpo muerto.

La muerte es eso – la absoluta entrega de si proprio al exterior, la absoluta absorción en lo que lo cerca. Por eso, el “humanitarismo” y el “internacionalismo” son conceptos de muerte, sólo las mentes nostálgicas de lo inorgánico pueden concebirlos agradablemente.

Todo el internacionalista debería ser fusilado para que obtenga lo que pretende: la integración verdadera en el entorno a lo que tiende a pertenecer. Solo existen naciones, no existe humanidad


(Fernando Pessoa, “Obras em Prosa”, “Sobre Portugal”, III Volume, Edição do Círculo dos Leitores, 1987, página 316) – Tradução da minha lavra

Segunda-feira, 24 Agosto 2020

O critério enviesado e duplo do Poder globalista

Filed under: Globalismo — O. Braga @ 5:05 pm
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Os muçulmanos (e imigrantes, em geral) são protegidos; as famílias autóctones são perseguidas.

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Os globalistas / mundialistas, e a promoção cultural da pedofilia (é tão evidente que até cega!)

Filed under: Globalismo,Pedofilia — O. Braga @ 4:05 pm

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Quarta-feira, 17 Junho 2020

Se for necessária a violência contra os iconoclastas e contra os indigenistas, teremos que a utilizar

Filed under: censura,Globalismo,marxismo,marxismo cultural,Sinificação — O. Braga @ 10:38 am

1/ Quando — há dias — Nigel Farage fez uma analogia no Twitter entre os Black Lives Matter, por um lado, e os talibãs, por outro lado — foi censurado pela estação de rádio privada londrina LBC que lhe retirou a emissão diária que ele tinha.

A censura de opinião já está a atingir a “caça grossa”; já não são só os pequenos que são vítimas dela.

2/ Há pouco tempo, o Twitter censurou (apagou) uma opinião do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Vemos aqui como uma empresa privada — e privilegiada, do ponto de vista do enquadramento legal americano — se dá ao luxo de dizer ao presidente dos Estados Unidos aquilo que ele pode, ou não, expressar como opinião política.

Chegamos já a um ponto em que uma empresa privada — o Twitter — manda calar o presidente dos Estados Unidos.

3/ O programa de televisão Tucker Carlson Tonight, da Fox News, é um dos programas com maior audiência na televisão por cabo nos Estados Unidos.

Exactamente no dia (ontem) em que os índices de audiência excederam positivamente todas as expectativas, vários patrocinadores abandonaram o programa — e isto porque o Tucker Carlson criticou a violência do movimento político marxista Black Lives Matter.

4/ Hoje, qualquer crítica à violência dos grupos marxistas Antifa e Black Lives Matter é alvo imediato de censura, vinda da parte de empresas privadas (e já nem se fala da censura vinda de instituições do Estado).

Porém, não se trata apenas de censura: as grandes empresas privadas multinacionais, como por exemplo a NIKE e a ADIDAS (entre dezenas de outras), estão neste momento a financiar directamente (e a patrocinar) a violência do grupo marxista Black Lives Matter.

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O caso do programa Tucker Carlson Tonight revela que as grandes empresas capitalistas multinacionais globalistas privadas preferem apoiar a Esquerda marxista/COMUNISTA, em vez de procurar o lucro.

Isto significa que o grande capital privado globalista apoia claramente a sinificação do mundo — ou seja, apoiam a aliança entre o grande capital globalista, por um lado, e a Esquerda marxista, por outro lado — no sentido da criação de um fascismo global à imagem do sistema político chinês.

5/ Lá dizia o velho António: “em política, o que parece, é!”

E parece que a acção violenta (da Antifa e do Black Lives Matter) é politicamente mais eficaz do que os votos pacíficos em urna da maioria dos cidadãos.

Chegamos a um ponto em que a violência é politicamente mais conveniente e eficaz do que o voto.

Por isso, se for necessário recorrer à violência para responder à violência aliada dos puritanos iconoclastas e dos selvagens indigenistas, devemos estar preparados para tal.

Quinta-feira, 4 Junho 2020

The Times They Are A-Changin’

Um tal Bernardo Blanco, ligado ao IL (Iniciativa Liberal), passou a “seguir-me” no Twitter; e — por uma questão de reciprocidade e não porque concorde com as ideias dele — coloquei-o na minha lista de “seguimento”.

Nisto estávamos, quando eu deixei de fazer parte da lista “tuiteira” do Blanco. Fui ver a página do IL (Iniciativa Liberal) no Twitter e deparei-me com este desenho infantil:

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Logo a seguir, deparei-me com esta notícia:

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É o desespero do Blanco e dos seus amig@s, que reflecte a realidade da contra-cultura no Ocidente.

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Sexta-feira, 1 Maio 2020

A “destruição da família” é um desiderato da aliança entre o internacionalismo marxista e o globalismo plutocrata

Filed under: família,Globalismo,marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 8:44 pm

“O Bolchevismo e o Grande Capital são parecidos; ambos são sustentados pela ideia segundo a qual ‘tudo se torna mais fácil e mais simples depois que se elimina a liberdade’; e o inimigo irreconciliável de ambos é aquilo a que se convencionou chamar ‘pequenas e médias empresas’ [no original: ‘Small Business’] ”.

→ G. K. Chesterton 


“O comunismo e o capitalismo estão de acordo em colocar a economia antes de tudo, e de sujeitar a sociedade inteira aos fins da economia; e consequentemente, os dois opõem-se mais ao Catolicismo do que se opõem um ao outro.

Christopher Dawson


O “capitalismo” a que fazem referência G. K. Chesterton e Christopher Dawson não é propriamente o capitalismo que saiu do liberalismo clássico dos fisiocratas franceses, por um lado, e da escola escocesa, por outro lado; mas antes é o capitalismo que surgiu em finais do século XIX — através de Carl Menger, Walras e Stanley Jevons — com a corrente ideológica a que se convencionou chamar de Marginalismo, que se fundamenta profundamente no cepticismo subjectivista de David Hume, e que atribui à subjectividade humana um poder quase absoluto.

Por exemplo, para Carl Menger, “é tão útil a oração para o homem santo, como é útil o crime para o homem criminoso” (sic) — assim como, para David Hume, “não seria irracional que um homem preferisse a destruição do mundo, a uma esfoladela no seu dedo” (sic).

A irracionalidade do capitalismo marginalista é o que temos hoje a governar o mundo, através da plutocracia globalista; e, basicamente, foi este Marginalismo que foi defendido por Hayek (mas não por von Mises: existe uma grande diferença entre Hayek e von Mises).


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Escrito isto: por isso não concordo com a Joana Bento Rodrigues:

“A desconstrução da família tradicional, tendo como fim último a sua destruição, tem estado, nos últimos anos, na ordem do dia de grandes organizações e fundações internacionais, inspiradas no marxismo e no comunismo”.

O comunismo e o marxismo são apenas uma parte do problema.

gk-chesterton-webAliás, não nos devemos esquecer que o nazismo foi apoiado e financiado por uma boa parte do grande capital americano da época (por exemplo, a Fundação Ford apoiou financeiramente o nazismo), e que a URSS não poderia ter sobrevivido tanto tempo sem o apoio financeiro da plutocracia anglo-saxónica. São factos.

Escreve a Joana Bento Rodrigues:

“O ‘empoderamento’ da mulher, patrocinando os activismos feministas mais radicais, que, reproduzindo o pior do machismo e da misoginia, mais não pretendem do que aniquilar o homem e renegar a maternidade. A liberalização do aborto e da eutanásia, que, negando o valor da inviolabilidade da vida, resulta na quebra do vínculo sagrado entre gerações. A implementação da ideologia de género, que promove uma nova revolução cultural e social, retirando aos pais o direito de decidir que valores devem presidir à educação dos filhos”.

Infelizmente, o internacionalismo marxista, por um lado, e o globalismo plutocrata, por outro lado, estão unidos nessa agenda política vã de destruição da família; mas este “triângulo de truísmos – de pai, mãe, e filho — não pode ser destruído; apenas se destroem aquelas civilizações que não o respeitam” (G. K. Chesterton).


“The family is the test of freedom; because the family is the only thing that the free man makes for himself and by himself.”

→ G. K. Chesterton

Terça-feira, 14 Abril 2020

O Coronavirus e os interesses financeiros da indústria farmacêutica globalista

Filed under: Globalismo — O. Braga @ 6:11 pm
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O globalismo mata (incomparavelmente) muito mais do que o Coronavirus.

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Há muito tempo que os médicos sabem como é que o covid19 actua. A maior parte das mortes ocorre em pessoas idosas (mesmo sem qualquer doença crónica) devido à reacção super-anormal do sistema imunológico dos idosos, quando em presença do vírus. Esta super-reacção do sistema imunológico em relação ao vírus causa a oclusão dos pulmões, e a morte.

Há muito tempo que existem tratamentos para o covid19 — embora existam muitas variantes do vírus, e a medicina terá que descobrir qual o melhor tratamento em função da respectiva variante viral.

Por exemplo, o médico francês dr. Didier Raoult há muito tempo que revelou publicamente que um cocktail composto por um extracto de quinino e um antibiótico específico, tem tido muito bons resultados no tratamento de determinadas variantes do covid19. E chega-nos o relato do que se passou com Alexandre Fernandes, empresário brasileiro que foi curado com uma combinação de esteróides.

O obstáculo ao tratamento do covid19 é o interesse financeiro das farmacêuticas detidas por plutocratas globalistas.

Os globalistas pretendem fazer dinheiro fácil à custa da morte em massa, e por isso os tratamentos do covid19 já existentes são ocultados do público em geral, alegadamente (e segundo os me®dia que servem o globalismo) por motivos burocráticos que justificam a alegada procura de uma vacina (esta sim, para dar muito lucro às multinacionais farmacêuticas).

O “lockdown” do monhé Costa, e a sua política de medo generalizado, servem os interesses dos plutocratas globalistas.

Quinta-feira, 12 Março 2020

Paulo Portas não é credível

Filed under: Globalismo,imigração — O. Braga @ 5:47 pm
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Não há muitos anos (talvez uma década), lembro-me de Pinto Balsemão afirmar, num programa de televisão da SIC acerca da demografia portuguesa, que Portugal estaria muito melhor (economicamente) se tivesse menos população.

Hoje vemos o Paulo Portas a defender a imigração para Portugal.

Não há, nas duas personagens acima referidas, uma grande diferença de background político — dado que os dois estão vendidos ao globalismo; servem ambos o mesmo amo (a plutocracia globalista) —, o que denota a desorientação das “elites”.
Esta gente não é credível.

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Naturalmente que, para os globalistas portugueses (e para a Esquerda trotskista), está fora de questão a defesa de políticas de apoio estatal à natalidade indígena (como acontece, por exemplo, na Hungria de Viktor Orbán) — porque o que a plutocracia globalista defende é a substituição populacional nos países europeus (carpe Diem!: fica mais barato contratar a pretalhada do que subsidiar a natalidade; ¿e o futuro? que se foda!).

Naturalmente que, sendo ele guei, o Paulo Portas (à semelhança do inglês Douglas Murray) é avesso à imigração islâmica — não vá ele ser defenestrado em nome de Maomé; mas, como bom globalista, o Paulo Portas continua a querer enganar o povo português ao afirmar que uma cultura antropológica é passível de ser mudada com uma varinha de condão política, ou com uma mera moderação do discurso religioso — como se o que está escrito no Alcorão e nos Hadith não existisse; como se os muçulmanos não soubessem ler; e como se a epigenética cultural não fosse uma realidade independentemente da preponderância das convicções religiosas individuais.

Domingo, 2 Fevereiro 2020

Isto já não vai com palavreado

O António Balbino Caldeira aborda aqui a temática da censura de informação, sob o pretexto de “fake news”.


censorship-webTal como no tempo de Salazar havia um alinhamento ideológico “politicamente correcto”, que justificava o “lápis azul” (a censura do Estado Novo), assim os mentores do politicamente correcto actual (o “totalitarismo de veludo”) criaram um sistema de purga da informação incómoda em relação ao sistema político vigente.

Este sistema censório tem origem nos me®dia internacionais, em primeiro lugar, que defendem os interesses da plutocracia globalista que os controla (ideológica- e financeiramente); e são os me®dia — CNN, MSNBC, ABC, NBC, BBC, CBC, etc. — que impõem o filtro censório à ruling class  em geral.

Em Portugal, pessoas da laia da Fernanda Câncio ou do Daniel Oliveira são comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, e que fazem parte da classe dos caciques locais esquerdistas que servem a estratégia política da plutocracia globalista (só assim se entende que o Bilderberger globalista Pinto Balsemão, por um lado, e trotskista Daniel Oliveira, por outro lado, andem tacitamente alinhados).

As publicações “online” locais (nacionais) que não pertençam ao clube ideológico sancionado pelo Totalitarismo de Veludo, são sinalizadas pelos comissários políticos que se encarregam de recomendar a sua ostracização dos motores de busca, tornando “invisíveis” essas publicações censuradas.

De nada vale o relambório racional que faça a crítica da censura do Totalitarismo de Veludo: os comissários políticos do sistema politicamente correcto em vigor têm o poder na mão, e não há argumentos racionais que façam qualquer diferença.

Quinta-feira, 23 Janeiro 2020

A aliança entre Trotski e George Soros

Filed under: Globalismo,marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 5:40 pm

Este palavreado do Ludwig Krippahl revela essencialmente duas coisas:

1/ a velha tese de Karl Marx segundo a qual “no futuro, a tecnologia substituirá o trabalho humano” — o que constitui (alegadamente e segundo os marxistas) “uma contradição do capitalismo que conduzirá à vitoria final do comunismo” e ao advento dos “amanhãs que cantam”;

2/ a ideia segundo a qual não há qualquer alternativa política à aliança tácita (existente hoje) entre a plutocracia globalista, por um lado, e os capatazes e capangas políticos esquerdistas locais (no Ocidente), por outro lado — o que constitui uma nova forma de fascismo à escala global (ver “sinificação”).


II) Por exemplo: a Índia e a China são dois países que produzem (de longe!) a maior quantidade de CO2 em todo o mundo, mas não vemos os mentores políticos da esquerdista Greta Thunberg a fazer críticas a estes dois países; a crítica “ecológica” da Esquerda é feita sistematicamente a países do Ocidente.

Quando o Ludwig Krippahl diz que “o rendimento real nos Estados Unidos está estagnado”, esta ideia é falsa; ou melhor: está desactualizada: no consulado de Donald Trump, o rendimento real dos trabalhadores americanos (blue collar workers) subiu substancialmente. E esta subida de rendimentos reais dos trabalhadores deve-se principalmente à recusa — por parte de Donald Trump — das políticas globalistas das presidências anteriores desde o Bush pai até Barack Hussein Obama.

A aspiração globalista plutocrata (não confundir “globalismo” e “globalização”), de hegemonia política através da eliminação de fronteiras nacionais, coincide com a utopia (marxista) do internacionalismo trotskista (Les bons esprits se rencontrent…). É neste sentido que podemos dizer que o Ludwig Krippahl, embora tendo ideias marxistas, podia perfeitamente ser eleitor votante circunstancial do IL (Iniciativa Liberal), o que diz muito sobre a essência deste partido político.

Ademais, e ao contrário do que defende o Ludwig Krippahl, a “precariedade no trabalho” não é necessariamente um coisa má: desde logo porque a “precariedade” lança as oportunidades de primeiro emprego nos jovens que, de outro modo, não existiriam. Graças à “precariedade” — que os marxistas e o Ludwig Krippahl desprezam —, a taxa de desemprego nos Estados Unidos está em níveis históricos muito baixos.

Se a precariedade é causa de emprego extraordinário, então que Viva A Precariedade!

I) no que diz respeito ao ponto 1.: a ideia de Karl Marx e de Ludwig Krippahl segundo a qual “no futuro, a tecnologia substituirá o trabalho humano”: esta ideia é engenhosa e difícil de desmontar, porque especula acerca do futuro (“determinismo tecnológico” marxista).

O bom marxista é um profeta da desgraça presente, que anuncia o iminente (e imanente) surgimento do paraíso na Terra (a imanentização do Escathos).

A essência de toda a teoria económica marxista é a especulação determinista acerca do futuro (a imanentização do Escathos). Para a mente revolucionária, o futuro almejado será inexoravelmente atingido (o futuro utópico é uma certeza; não pode ser mudado); vem daqui a certeza do Ludwig Krippahl em relação ao futuro com que ele especula.

Como marxista dissimulado, o Ludwig Krippahl confunde “justiça” e “igualdade”; para ele, estes dois conceitos são inseparáveis — esquecendo que “a desigualdade injusta não se cura com igualdade, mas com desigualdade justa” (Nicolás Gómez Dávila).

Terça-feira, 14 Janeiro 2020

O aquecimentismo dos oceanos : “é como se explodissem cinco bombas atómicas por segundo”, dizem eles

Os me®dia portugueses (vulgo “meios de comunicação social”) são acríticos: copiam as notícias dos seus senhores que são os donos do mundo e da plutocracia globalista. Quando lemos uma “notícia” nos me®dia portugueses, estamos a ler uma narrativa política imposta pelos senhores do mundo.

dn.pt-aquecimentismo-oceanos-web

Por exemplo, esta “notícia” no Diário de Notícias é igualzinha a esta outra que saiu no “The Times”. Porém, vejamos o que diz o sítio oficial do “novo estudo científico”:

screenshot-eurekalert.org

“De acordo com o estudo, em 2019 a temperatura dos oceanos é superior em 0,075º centígrados à média de 1980 a 2010”.

Ora, um eventual aumento médio de 0,075 graus centígrados dos oceanos é de uma grandeza que não é cientificamente mensurável.

Quando dizem que “a temperatura dos oceanos é superior em 0,075º C à média de 1980 a 2010” → estamos no campo da teoria, e não no campo da experimentação.

Só a pseudo-ciência (cientismo)  pode considerar esta tese como como sendo “ciência” propriamente dita — a não ser que o aquecimentismo tivesse aderido à física quântica; e, neste caso, já vale tudo.

Terça-feira, 24 Setembro 2019

É legítimo eliminar fisicamente os políticos que defendem a imigração desordenada

Filed under: Europa,França,Globalismo,imigração,Macron,União Europeia — O. Braga @ 6:38 pm

As imagens que vemos (acima) são de Paris; imigrantes ilegais africanos, amigos do Macron, assassinam cidadãos franceses que se recusem a ser roubados em plena via pública.

Os responsáveis políticos pelo inferno social e moral por que passam hoje os cidadãos europeus (em geral) terão que pagar pelos actos que cometeram.

E dado que não é possível uma condenação judicial — porque o sistema judicial está corrompido até à medula —, segue-se que se torna legítimo a eliminação física dos principais responsáveis políticos pela catástrofe social, económica, cultural, que a imigração desordenada trouxe aos países da União Europeia.

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