perspectivas

Sexta-feira, 9 Junho 2017

A única forma de lidar com os muçulmanos é através do puro horror

Filed under: Islamismo,islamização,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 6:58 pm

 

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Quinta-feira, 8 Junho 2017

O Nuno Melo e terrorismo islâmico

 

Quando a Arábia Saudita (por exemplo) proíbe a construção de templos que não sejam os do Islamismo sunita, não está (principalmente) a discriminar as outras religiões, mas está, em primeiro lugar, a defender a sua identidade cultural e nacional que é fortemente marcada pelo Islão sunita. A discriminação objectiva saudita é uma consequência (negativa) do desiderato (positivo) de defesa da identidade de um povo e de uma cultura (por mais críticas que lhe possamos fazer).

O Nuno Melo escreve aqui sobre os ataques terroristas islâmicos na Europa. Mas em nenhum momento se referiu à questão da identidade dos povos da Europa. A questão da identidade está implícita no texto, talvez; mas não se distingue claramente.

Toda a gente (com dois dedos de testa) sabe que o Brexit teve menos razões económicas do que razões identitárias.

O povo inglês chegou à conclusão de que a União Europeia não era uma “associação de comércio livre” (como era proclamado pela classe política mentirosa), mas antes era um projecto totalitário de construção de um leviatão que ia proibindo progressivamente a expressão livre das identidades nacionais europeias. E o conceito de “multiculturalismo” encaixa perfeitamente nesta política de negação progressiva da expressão das identidades nacionais europeias, na medida em que a cultura de cada povo europeu era considerada igual — perante a lei — a qualquer tipo de comunidade cultural exógena e minoritária instalada em qualquer território nacional europeu.

Por outro lado, o Nuno Melo — tal como acontece com a Esquerda ou com Assunção Cristas — passa-nos (grosso modo) a ideia segundo a qual “o terrorismo islâmico é coisa passageira que pode ser combatido pela União Europeia tomando determinadas medidas policiais”.

Ou seja, a classe política em geral, seja em Portugal ou noutro país da Europa (com excepção dos países faxistas como é o caso da faxista Polónia, da faxista Hungria, faxista Eslováquia, e outros países faxistas que deveriam ser expulsos da União Europeia progressista), já entrou em dissonância cognitiva. Esta dissonância cognitiva revela, de facto, o novo “mundo da pós-verdade”, em que se recusa a verificação dos factos, e prefere-se a supremacia da interpretação subjectiva da realidade por parte das elites políticas.


De certa forma, a Europa voltou ao romantismo do século XVIII — incluindo até a (re)-adopção do Positivismo, que é o romantismo da ciência, e que pode ser observado por exemplo no blogue Rerum Natura em que pontifica o cientista Carlos Fiolhais. Só que, no século XVIII, o romantismo esteve na causa da Revolução Francesa e de Napoleão (que garantiu as nacionalidades), e hoje o romantismo é politicamente invertido, na medida em que pretende a reconstrução de um Sacro Império Romano-Germânico mais abrangente, com capital em Berlim. maomerdas-moderado-web

Para o actual político europeu neo-romântico, o comportamento do indivíduo não depende da psicologia, mas antes depende do padrão de valores (meio-ambiente).

E por isso é que o Nuno Melo, tal como quase todos os políticos europeus, pensa que é possível separar os chamados “muçulmanos radicais”, por um lado, dos “muçulmanos moderados”, por outro lado, mediante uma intervenção no meio-ambiente e no padrão de valores. Mas isso é romantismo puro, porque 1500 anos de História já nos revelaram que o Islão é incompatível (não é possível uma coexistência sem o pagamento humilhante da Jizya) com qualquer outro tipo de cultura — porque o Islamismo é um princípio de uma ordem política totalitária (e fatalista); e porque a cultura da Europa cristã baseia-se no princípio do livre-arbítrio individual (a liberdade do indivíduo), desde Santo Agostinho a S. Tomás de Aquino, e de Leibniz a Kant.

Enquanto os maomedanos são uma pequena minoria em um país — como é o caso de Portugal onde existem apenas cerca de 50 mil maomerdanos —, a coexistência com a cultura dominante é possível. Mas quando a percentagem de maomedanos ultrapassa um determinada valor em relação ao total da população, surge um fenómeno cultural e social a que chamamos de “singularidade islâmica” que torna impossível a paz social na sociedade. MAOMERDAS-RADICAL-web

Em suma: qualquer político lúcido sabe o que há a fazer na Europa: há que colocar os direitos humanos entre parêntesis, e agir. Por isso é que quase ninguém — incluindo os intelectuais conservadores, como por exemplo Roger Scruton — gosta de Donald Trump.

Sábado, 3 Junho 2017

A Inquisição serviu muito menos o interesse da religião católica do que os interesses das elites políticas imperiais europeias

 

“A religião católica HOJE, não mata”escreve-se aqui:

“Sabemos que na Bíblia há de facto passagens violentas sob forma de parábolas, lendas, histórias e narrativas, que a Inquisição matou cerca de 3 mil de pessoas, mas houve ao longo dos séculos uma evolução na sua doutrina, adaptada aos tempos. Sim, há muito ainda por fazer, mas muito também já foi feito. A religião católica HOJE, não mata”.

islam-evolution-webPor vezes confunde-se “Inquisição”, por um lado, com aquilo a que os ingleses estupidamente chamariam “Inquisição espanhola”. A Inquisição foi um fenómeno mais alargado e teve início real em finais do século XII.

Quando o rei francês Luís VII chacinou 60.000 cidadãos cátaros e albigenses, fê-lo em nome da religião católica: mas foi mais um acto político no interesse do rei, e não propriamente um acto em prol da religião (até porque os albigenses eram cristãos gnósticos).

Quando o rei Filipe, o Belo, rei de França, exterminou os templários e a sua Ordem muito rica (que em Portugal passou a chamar-se Ordem de Cristo), fê-lo em nome da religião católica, mas a verdade é que o acto do extermínio dos templários beneficiou financeiramente, apenas e só, a coroa francesa (o império).

Quando o rei Luiz XIV de França perseguiu e chacinou os Huguenotes (Édito de Nantes), em que milhares tiveram que fugir para a Holanda, para a Suíça e para a Inglaterra (onde ajudaram a formar a maçonaria especulativa), o rei francês invocou o interesse da religião católica, mas a verdade é que o interesse era puramente político (até porque os Huguenotes também eram cristãos, embora de influência calvinista).

Em suma, foi muito mais a política que matou em nome da religião católica, e foi muito menos o Vaticano que mandou matar. Mesmo as cruzadas foram respostas — foram guerras defensivas — aos avanços militares dos maomerdanos.

No caso do Islamismo, a coisa é diferente. Política e religião, no Islão, é a mesma coisa; fazem parte do mesmo pacote ideológico que vem determinado no Alcorão, nos Hadith e na Sira (a vida do profeta Maomerdas).

Por isso é que o islamismo é uma ideologia política totalitária — como é por exemplo o marxismo-leninismo, ou o culto religioso imanente do Aquecimento Global Antropogénico —, e como tal deve ser tratado.

Anselmo Borges, o asno bergogliano

 

« A primeira pergunta pertenceu à RTP, pela voz de Fátima Campos Ferreira. Que impulso agora, a partir de Fátima, para a Igreja e para o mundo? E que pode esperar o mundo do encontro com Trump?

Francisco:
"Fátima tem, sem dúvida, uma mensagem de paz. Que pode esperar o mundo? Paz. De que vou falar daqui para diante seja com quem for? Da paz. E quereria dizer uma coisa que me tocou o coração. Antes de embarcar para Fátima, recebi cientistas de várias religiões, também agnósticos e ateus, e um ateu disse-me: "Sou ateu. Peço-lhe um favor: diga aos cristãos que amem mais os muçulmanos." Isto é uma mensagem de paz." »

MAOMERDAS-RADICAL-webVemos — implícita- ou explicitamente — neste pequeno trecho uma série de enormidades próprias de um asno bergogliano, por exemplo:

1/ Um ateu pode ser cristão; aliás, um ateu pode ser mais cristão do que muitos que vão regularmente à missa”.

Este conceito segundo o qual “um ateu pode ser mais cristão do que os cristãos” é próprio da Nova Teologia que é descaradamente adoptada (pelo menos parcialmente) pelo Chiquinho e pelo Anselmo Borges.

Ou seja, o valor da subjectividade — ou o uso da casuística se aplica em relação a quem não é cristão ou católico; para estes últimos (segundo o Chico burrico), a subjectividade e a casuística não se aplicam.

2/ “Um ateu que pede para que os cristãos amem mais os muçulmanos” — diz o Chico orgulhoso do ditame, e o Anselmo Borges bate palmas.

Há aqui uma negação evidente do Direito Natural, uma negação do princípio da auto-conservação.

O Chiquitito, à maneira da mente revolucionária, inverte o sujeito/objecto: segundo se subentende do Anselmo Borges e do Chico burrico, a culpa (de os muçulmanos assassinarem uma média de 150 cristãos todos os dias em todo o mundo) é dos cristãos que não amam suficientemente os muçulmanos. Esta asserção do Chico burrico é extraordinária, e só um asno bergogliano (como é o Anselmo Borges) faz dispensa de qualquer espírito crítico para a citar.

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Segunda-feira, 29 Maio 2017

¿George Soros é sionista? Claro que não! É anti-sionista!

Filed under: Globalismo,Islamismo,islamização,islamofobismo,Israel,Sionismo — O. Braga @ 7:18 pm

 

George Soros é um dos muitos exemplos de “judeus” bilionários que não é sionista.

A elite globalista não é sionista. George Soros, Rockefellers, Rothschild, Bilderberg e outros, não são sionistas. Alguns deles são judeus, mas não são sionistas. O sionismo é o que Theodor Herzl formulou, e não um controle global!

Alguém pode citar os judeus anti-sionistas, mas antes temos que ver quem está por trás deles. George Soros financia um grupo de rabinos em Israel chamados de Neturei Karta. Esses, os Neturei Karta, são anti-sionistas.

O objectivo do anti-sionismo é derrubar Israel, porque com Israel derrubado e não mais soberano, a Nova Ordem Mundial estará implantada. E quem ganhará com isso serão os grandes globalistas como George Soros, Rockefellers, Rothschild, Bilderberg…

Isso é subversão! E todos sabem o que isso quer dizer.”

Em relação a este texto, diz o poeta algarvio António Aleixo: “P’rá mentira ser segura / e atingir profundidade / tem que trazer à mistura / qualquer coisa de verdade.”

E há algumas coisas verdadeiras no texto: por exemplo, Israel aproveita-se da divisão islâmica para reinar.

Uma das estratégias defensivas (ou ofensivas dos Estados Unidos, por causa do petróleo) de Israel é aproveitar as guerras de muçulmanos contra muçulmanos. À volta de Israel é tudo “terra queimada”: a Síria, o Líbano, o Iraque, até mesmo o Egipto da Primavera Árabe, é terra queimada. Líbia, Tunísia e Argélia é “terra queimada”.

A Jordânia (uma monarquia) é um oásis no mundo islâmico, mas está sobrecarregada de refugiados da Palestina e da Síria, e não tem poder económico / financeiro para aguentar com um fardo desses; e a Turquia está perto da criação de uma espécie de califado (teocracia islâmica sunita) com o Erdogan, à semelhança do Irão que é uma teocracia totalitária xiita.

Tudo isto é verdade.

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Mas não é verdade que foi Israel que “criou o Estado Islâmico”. Por amor de Deus, tenham juízo!

Israel aproveita-se da estupidez natural dos muçulmanos cujo QI é baixo devido a séculos de endogamia — mas isso não significa que os sionistas tenham criado o Estado Islâmico. O QI médio dos muçulmanos é o mais baixo do mundo, só comparável aos bosquímanos da Namíbia, devido aos casamentos consanguíneos (por recomendação do profeta Maomerdas) ao longo de 1500 anos.

O erro começa por se confundir “sionismo”, por um lado, com “globalismo”, por outro lado — como consta da citação acima.

Ser “judeu” de raça não significa necessariamente que se seja religioso; a esmagadora maioria dos milionários judeus americanos e europeus não são religiosos, e estão se cagando totalmente para o Judaísmo (é o “baixo Judaísmo”, segundo Fernando Pessoa).

De modo semelhante, ter ascendência judia (de “raça” judia, sejam sefarditas, seja asquenazes) não significa que se seja sionista. O erro do texto começa com a extrema simplificação de conceitos complexos, que é uma das características das ideologias políticas: simplificam, para os burros perceberem alguma coisa.

Nos Estados Unidos, a maioria dos “judeus” é de Esquerda e vota no Partido Democrático; ou seja, a maioria dos judeus americanos não é religiosa e é anti-sionista.

Por exemplo, o bilionário judeu Zuckerberg — o do FaceBook — veio recentemente defender o socialismo globalista mediante o rendimento mínimo universal, ao mesmo tempo que criticou a política de Israel. Zuckerberg é claramente anti-sionista e globalista. O único judeu americano, religioso e sionista, que eu “conheço” é Ben Shapiro.

Sábado, 27 Maio 2017

O Bloco de Esquerda está a matar a sociedade portuguesa

 

Ontem sintonizei a TVI24 e estava a dar uma entrevista do Carvalho com a Marisa Matias do Bloco de Esquerda; fugi para a SICN e estava a dar uma entrevista com o Francisco Louçã do Bloco de Esquerda. Desliguei a televisão, com medo de encontrar a Catarina Martins ou o João Semedo noutro canal qualquer.

É evidente que o Bloco de Esquerda é o partido político preferido pelos me®dia. Deve haver uma razão qualquer que eu desconheço — talvez seja o amor, “fogo que arde sem se ver, querer estar preso por vontade; servir a quem vence, o vencedor; ter com quem nos mata, lealdade”.

“Lealdade com quem nos mata”escreveu o Camões; os me®dia têm uma certa lealdade com o Bloco de Esquerda que nos mata. O Bloco de Esquerda está a matar a sociedade portuguesa, e os me®dia adoram.


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Salvador Sobral, o Homem que Salvou a Música, gostaria que não se noticiassem os atentados terroristas.

É uma ideia partilhada por muita gente, aquele tipo de gente que, horas antes do atentado de Manchester, marchara em Lisboa e no Porto contra a “cultura de violação”. Ao saber da marcha, que integrou 40 associações e quase tantas outras pessoas, julguei tratar-se de uma denúncia pública, e inédita por cá, da barbárie a que o Islão submete as mulheres. Erro meu. Afinal, a coisa fora motivada por uma cretinice a cargo de uns burgessos na Queima das Fitas.

Pelos vistos, meia dúzia de burgessos provam que uma sociedade é, toda ela, propensa a abusar de raparigas em autocarros, mas milhões de mutilações genitais, casamentos forçados, apedrejamentos e o genérico desprezo pela humanidade pouco dizem acerca da realidade islâmica. E as matanças cometidas em nome do profeta ainda dizem menos.”

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Gostaria de dizer aqui o seguinte: nunca ouvi a música do Salvador Sobral, e o personagem causa-me asco; parece ser uma versão soft da Conchita Wurst. Há qualquer coisa nele que é o orgulho do panasca que ainda não declarou publicamente que já “saiu do armário”.


O Alberto Gonçalves também escreve:

É injusto generalizar? Com certeza. Porém, a aversão a generalizações, ou o tal respeito trémulo pelo Islão, não tem corrido bem. Quando o resultado da reverência é este, talvez valesse a pena tentar a desconsideração e a afronta. Não temos nada a perder, principalmente se a alternativa é perder tudo.”

Não. No caso do terror islâmico, não é injusto generalizar. Aliás, sem a generalização não existiria a ciência, por exemplo. Um dos grandes problemas do pós-modernismo é a aversão à generalização, ou aquilo a que podemos chamar de “nominalismo radical”.


A ler: Hannah Arendt e o Islamismo

Sexta-feira, 26 Maio 2017

Hannah Arendt e o Islamismo

 

O Paulo Tunhas escreveu um artigo acerca do xeique Munir (ou xeque Munir) que eu considero (o artigo) benevolente. É compreensível que assim seja, porque ele (o Paulo) não é um bloguista e, portanto, não tem a liberdade que nós temos em dizer a verdade acerca do Islamismo e do xeique de Lisboa.

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Hannah Arendt escreveu o seguinte (os sublinhados são meus):

«Em oposição quer aos regimes tirânicos quer autoritários, a imagem mais adequada do governo e organização totalitários parece-me ser a estrutura de uma cebola, em cujo centro, numa espécie de espaço vazio, está situado o líder; o que quer que este faça — quer integre o corpo político como numa hierarquia autoritária, quer oprima os seus súbditos à maneira de um tirano — fá-lo a partir de dentro, e não de cima ou de fora.

Toda a extraordinária diversidade de partes deste movimento — as organizações e as várias agremiações profissionais, os membros do partido e a burocracia do mesmo, as formações de elite e os grupos de polícia — estão relacionadas de tal como que cada uma forma uma fachada numa direcção e o centro noutra, ou seja, desempenha o papel de um mundo normal exterior numa das faces, e o de um radicalismo extremo noutra. A grande vantagem deste sistema é que, mesmo numa situação de governo totalitário, o movimento fornece a cada uma das suas camadas a ficção de um mundo normal e, ao mesmo tempo, consciência de ser diferente dele e mais radical.

Assim, os simpatizantes nas chamadas organizações de fachada, cujas convicções só em intensidade diferem das dos membros do partido, rodeiam todo o movimento e providenciam uma enganadora fachada de normalidade para o mundo exterior devido à sua ausência de fanatismo e de extremismo, ao mesmo tempo que representam o mundo normal para o movimento totalitário, cujos membros acabam por acreditar que as suas convicções só em grau diferem das crenças das outras pessoas e que, desse modo, nunca precisam de ser conscientes do abismo que separa o seu mundo do mundo que de facto o rodeia.

A estrutura em forma de cebola faz com que , do ponto de vista da organização, todo este sistema seja invulnerável à factualidade do mundo real. »

(“Entre o Passado e O Futuro”, 2006, página 113)


 


No Islamismo, o “líder”, por assim dizer, é o Alcorão, os Hadith e a Sira (a estória da vida do Maomerdas), por um lado, e, por outro lado, o Islamismo dito “radical” que está no “centro da cebola” da religião política totalitária.

O xeque munir desempenha o papel de um mundo normal exterior numa das faces da cebola, ao passo que o radicalismo extremo desempenha outro papel.

Assim, os simpatizantes nas chamadas organizações islâmicas de fachada (a que pertence o xeque Munir), cujas convicções só em intensidade diferem das dos radicais islâmicos, rodeiam todo o movimento islâmico e providenciam uma enganadora fachada de normalidade para o mundo exterior devido à sua ausência de fanatismo e de extremismo, ao mesmo tempo que representam o mundo normal para o movimento totalitário islamita, cujos membros acabam por acreditar que as suas convicções só em grau diferem das crenças das outras pessoas e que, desse modo, nunca precisam de ser conscientes do abismo que separa o seu mundo do mundo que de facto o rodeia.


Quarta-feira, 24 Maio 2017

Na Alemanha de Angela Merkel, já se pede para se expulsar os alemães

 

Nesta Manif de imigrantes africanos na Alemanha, lê-se naquela faixa: “Refugiados ficam, e expulsem os nazis”.

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Ou seja: os imigrantes entram ilegalmente no país, reclamam benefícios sociais e pedem para ficar a residir “à pala” dos contribuintes alemães — e os alemães que se opõem são considerados “nazis” que devem ser expulsos do seu próprio país.

Esta é a Alemanha de Angela Merkel.

Sábado, 13 Maio 2017

A mente de uma tal Faranaz Keshavjee cristalizou no sistema ortorrômbico

 

Eu não sei quem é essa tal Faranaz Keshavjee, mas parece que é amiga de gente importante na política e na religião. E escreveu esta merda. O leitor tenha paciência e leia; não que eu lhe recomende merda, mas que é preciso ler merda para podermos apreciar qualquer escrito sublime. Sem o vislumbre da merda não podemos dar valor ao que realmente nos transcende em beleza. Por isso é que Deus permitiu a existência do Islamismo: para que possamos dar valor a religiões superiores e mais sublimes como o Budismo ou o Cristianismo.

Segundo a Faranaz Keshavjee (que eu ainda não vi), o profeta Maomerdas “foi um pioneiro do feminismo islâmico” (sic).

O profeta do Islão parece ter tido a inspiração liberal e libertadora, ao falar de Maria como falou, e reconhecer-lhe o protagonismo, dedicando-lhe um capítulo inteiro do Alcorão. Esta minha ideia poderá servir de hipótese de trabalho, a partir da qual se possa investigar sobre os primórdios de uma matrilinearidade islâmica, ou de uma nova ordem social assente numa teologia mais paritária em matéria de género. Independentemente de estar certa ou errada relativamente a uma profecia de paridade de género, o que é certo é que precisamos urgentemente de teólogas e juristas do sexo feminino. Tenho-o dito, por exemplo, a estudantes de direito que me consultam para conhecer a Sharia islâmica”.

Essa senhora Faranaz Keshavjee (que eu não vi) só pode estar a brincar; ou como escreveu o Olavo de Carvalho, ela fala para o imbecil colectivo de que fazem parte as luminárias intelectualóides referidas no texto.

Um indivíduo que tinha nove mulheres, e uma delas apenas com 9 anos de idade, é, segundo a opinião da Keshavjee “que não vi”, é um “pioneiro do feminismo islâmico”. Se o Maomerdas pedófilo é “o pioneiro do feminismo islâmico”, imaginem agora o que será o machismo islâmico!

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“A teologia de tipo matrilinear ausente nas teologias abraâmicas poderá ser tema para debates e tenho a certeza de que produziria novidades interessantes a este mundo (ainda) profundamente misógino”.

Se existe “teologia matrilinear” implícita, é no Judaísmo — onde um filho de uma judia é automaticamente judeu, e um filho de um judeu não é automaticamente judeu. Não há nada de “matrilinearidade” no Islamismo, absolutamente nada.

Segunda-feira, 8 Maio 2017

Os franceses já se habituaram a “embutir”

 

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Sexta-feira, 5 Maio 2017

A Europa está a destruir o chamado “terceiro-mundo”

 

Um dos argumentos dos neoliberais e da Esquerda radical ( Les bons esprits se rencontrent… ) em relação à defesa da imigração irrestrita, é a de que “os que emigram para a Europa são os melhores dos países do terceiro-mundo, e por isso ficamos a ganhar com essa imigração”. Já ouvi este argumento em gente do CDS/PP e do Bloco de Esquerda.

Porém, essa gentinha não têm em conta o Princípio de Pareto: se, dos países africanos, por exemplo, emigram os 20% melhores, ficam lá os 80% que menos produzem e menos criam riqueza; e se desses 80% menos produtivos, emigrarem os 20% melhores, esses países acabam por entrar em uma espiral de auto-destruição.

E, em relação à Europa, chega-se a um ponto em que a qualidade dos imigrantes adultos é de tal forma deficiente que eles não sabem sequer ler e escrever a sua própria língua — como acontece hoje com os imigrantes do Oriente Médio e de África, porque os 20% melhores dos vários países já tinham emigrado para a Europa na “primeira leva”, por assim dizer.

Hoje, a Europa está já a levar com o “refugo”, ou seja, com os 80% do pior que existe nos países de imigração. E, como muito bem demonstrou Hannah Arendt, os adultos não se educam: educam-se as crianças, mas não os adultos. Faz falta, à classe política europeia, ler um poucochinho disto e daquilo.

A imigração em massa está a destruir os países de origem da imigração, graças à enorme ignorância de gente como Ângela Merkel e/ou Catarina Martins. Puta que as pariu!

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Quinta-feira, 4 Maio 2017

Os me®dia dizem que Macron ganhou o debate com Marine Le Pen

 

São os mesmos me®dia que disseram que o Brexit perdia o referendo no Reino Unido; os mesmos me®dia que diziam que Donald Trump perdia as eleições nos Estados Unidos. E agora dizem que Marine Le Pen perdeu o debate.

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Eu vi o debate no Canal France24, em língua francesa, naturalmente — e não na horrível tradução propositadamente encomendada pela RTP. A minha percepção é a de que Macron jogou quase sempre à defesa — excepto quando insultava Marine Le Pen e assumia uma posição arrogante. E a experiência diz-nos que quem joga à defesa e insulta o adversário, normalmente perde; puro senso-comum.

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As France Prepares to Vote, Angela Merkel Praises Emmanuel Macron

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Os me®dia são comandados por meia-dúzia de bilionários em todo o mundo, incluindo os Rothschild que foram os patrões de Macron, e são hoje os seus mentores. Quem manda realmente na imprensa portuguesa não vive em Portugal. Pessoas como Pinto Balsemão são uns palhaços; e a televisão do Estado — por exemplo, com a tenebrosa Ana Lourenço — está ao serviço dos interesses de Brochelas e da Ângela Merkel.

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