perspectivas

Domingo, 19 Novembro 2017

A filha-da-putice do Leopildo do Diário de Notícias

 

O Leopoldo, no Diário de Notícias, faz-nos aqui um apelo pungente em relação aos islâmicos Rohingya. Mas jamais veremos o Leopildo fazer qualquer referência, por exemplo, em relação aos cristãos do Oriente Médio; ou em relação aos hindus que os Rohingya massacraram sistematicamente.

¿E por quê? Porque o Leonardo é um filho-de-puta: já nasceu assim e nada há a fazer, é um caso perdido.

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Terça-feira, 14 Novembro 2017

A diferença entre Jesus de Nazaré, e o Maomé

Filed under: cristianismo,Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo — O. Braga @ 6:58 pm

 

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Quarta-feira, 8 Novembro 2017

Vamos ter uma guerra civil em França (e noutros países da Europa)

Filed under: França,Islamismo,islamização — O. Braga @ 9:59 am

 

Vai ser de uma violência extrema.

Domingo, 29 Outubro 2017

França recusa estátua de João Paulo II; e a Polónia quer ficar com ela

 

O Conselho de Estado de França — obviamente controlado pela maçonaria — pretende retirar a cruz a uma estátua do Papa João Paulo II na cidade de Ploërmel.

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Entretanto, a primeira-ministra da Polónia, Beata Szydło, já veio dizer no Twitter que se os franceses não querem o monumento completo (com a cruz), a Polónia está desde já disponível para ficar com o dito (monumento que foi construído pelo artista russo Zurab Tsereteli em 2006).

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A nossa consolação é que os maçons franceses irão em breve andar de cu para o ar, sodomizados pelos maomedanos maioritários: em 2050, a maioria da população em França não será europeia e será muçulmana.

Sábado, 7 Outubro 2017

A União Europeia e a imigração islâmica

 

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Domingo, 1 Outubro 2017

Europa 2050

Filed under: Europa,Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 8:47 am

 

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Terça-feira, 19 Setembro 2017

As feministas da FEMEN levam porrada dos Maomerdas

Filed under: feminazismo,feminismo,Islamismo,islamização,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 9:02 pm

 

As feministas do grupo FEMEN pensavam que os Maomerdas eram uma espécie de “católicos”.

E, vai daí, invadiram uma conferência dos Maomerdas em Paris, com as mamas à mostra. O resultado está à vista: verificaram que os Maomerdas não são católicos, porque expulsaram as feministas à porrada e ao pontapé.

 

A importação de imigrantes em barda não resolve o problema das pensões de reforma

Filed under: Alemanha,Angela Merkel,imigração,islamização,islamofobismo — O. Braga @ 10:43 am

 

É difícil encontrar uma coerência nítida na política; mas mais difícil é encontrar qualquer rastro de coerência na política da Alemanha de Angela Merkel.

Vemos neste vídeo aqui em baixo uma mulher alemã que pergunta a Angela Merkel por que razão as pensões alemãs são tão baixas quando comparadas, por exemplo, com as pensões de reformas na Áustria; e mais: as pensões alemãs não incluem acesso a um bom sistema de saúde, ao contrário do que acontece na Áustria.

 

Claramente, a solução encontrada pelos “liberais” alemães, apoiados pela esquerda neomarxista e multiculturalista, é a de importar mais muçulmanos, ditos “refugiados”, para financiarem as pensões de reforma na Alemanha.

Contudo, a experiência austríaca, por exemplo, revelou que 90% dos imigrantes Maomerdas não trabalham e vivem à custa das prebendas do Estado — e por isso é que a Esquerda pretende importar muçulmanos em barda: porque os imigrantes Maomerdas tendem a votar na Esquerda, uma vez que não gostam de trabalhar.

Ou seja, o argumento dos liberais para importação dos Maomerdas, não só é um argumento “furado”, como ainda piora a situação da disponibilidade financeira do Estado alemão para pagar as pensões de reforma.

Terça-feira, 12 Setembro 2017

O Islamismo é uma doutrina satânica

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 10:47 am

 

Perante o Islamismo, o chamado Novo Ateísmo está perplexo; por exemplo, Sam Harris deu-se ao trabalho de estudar profusamente o Alcorão e os Hadith, e chegou à conclusão de que o Islão não é uma religião propriamente dita: o Islão é um princípio de Ordem Política.

Uma enfermeira espanhola (Lorena Enebral Perez) ao serviço da Cruz Vermelha no Afeganistão foi assassinada por um muçulmano que se deslocava em uma cadeira de rodas em um centro de reabilitação. O Maomerdas nada mais fez do que o que é recomendado pelo Alcorão, por exemplo, no capítulo 2 (a Vaca) 191:

“Expulsai-os de onde vos expulsaram. A perseguição dos crentes é pior do que o homicídio: não os combateis junto da mesquita sagrada antes de vos terem combatido, mas se vos combatem, matai-os: essa é a recompensa dos incrédulos”.

Ou no capítulo 4 (as Mulheres), 89:

“Os hipócritas [os não-muçulmanos] quereriam que renegásseis como eles renegaram e que [vós] fôsseis seus iguais [a eles]. Não tomeis chefes entre eles até que se afastem pela causa de deus que conduz ao combate: se voltarem as costas, apanhai-os e matai-os onde quer que os encontreis. Não tomeis de entre eles nem chefe nem auxiliar”.

Lorena-Enebral-Perez-webEste versículo é particularmente monstruoso e satânico, porque dá instruções aos Maomerdas no sentido de não distinguirem, por exemplo, uma enfermeira ou uma criança, por um lado, de um general, por outro lado — ambos devem ser tratados da mesma forma: com a violência da morte.

Mas há muitos mais versículos deste teor e calibre no Alcorão; seria prolixo e fastidioso estar aqui a citar mais deles.

Agora, desafio um qualquer ateu ou esquerdista a identificar no Novo Testamento Cristão qualquer ideia violenta deste género. Façam como fez o Sam Harris: vão ler para depois poderem falar. Eu próprio estudei o Alcorão de fio a pavio, e por isso sei do que falo.

Portanto, não me venham com a treta ideológica segundo a qual “todas as religiões são semelhantes ou mesmo idênticas”.

E não me venham com o excremento ideológico segundo a qual “o Cristianismo também já foi violento, e por isso é igual ao Islamismo” — porque uma coisa é aquilo que a política faz de uma determinada religião, e outra coisa (diferente) é aquilo que uma determinada religião faz da política.

A manipulação e instrumentalização políticas de uma religião não significa que essa religião recomende originariamente essas acções políticas: pelo contrário, Jesus Cristo separou claramente a religião e a política (“Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”).

Não há outra forma de lidar com a violência política do Islão senão com violência política preventiva — por exemplo, a proibição da prática do Islamismo, por um lado, e a expulsão dos Maomerdas do nosso país, por outro lado. É nisto que eu acredito; e não acreditar nisto é ditar uma sentença de suicídio colectivo a médio ou longo prazo (independentemente de se ser de Esquerda ou de Direita).

Segunda-feira, 11 Setembro 2017

Devíamos fazer isto ao Xeque Munir

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 10:10 am

 

Isto passou-se no Paquistão. O homem agredido é cristão, e o seu “crime” foi o de beber água de um chafariz fornecido por uma mesquita.

 

Quarta-feira, 23 Agosto 2017

A Maria João Marques merece a lei da Sharia

 

Um sueco disse-me (há dias) que — devido à forma como as mulheres suecas, escudadas pela lei, tratam os homens suecos —, com o advento da Sharia islâmica, não se iria opôr à islamização do país.

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O feminismo é uma guerra política contra o masculino.

Neste aspecto, a Maria João Marques não se distingue das esganiçadas do Bloco de Esquerda.

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Eu começo a dar razão ao meu amigo sueco, quando verifico que feministas como a Maria João Marques começam a perceber o contra-senso do “feminismo contra o patriarcado da cultura cristã”. Elas não sabem o que as espera… venha daí o Islamismo, que “eu alinho”; e bico calado! (“vai lavar a loiça!”). Smile


A Maria João Marques é feminista; mas quando os Maomerdas se impõem ao matriarcado que ela defende, são os homens europeus que têm que resolver o problema. Assim não custa ser feminista: são os homens que lhe resolvem os problemas reais e sérios.

Podem ver aqui uma série sobre as consequências culturais do feminismo na Suécia.

O problema da Maria João Marques em relação ao Islamismo é a preocupação com o estatuto superior da mulher, e apenas isso.

O meu problema com o Islamismo é o de que se trata de uma doutrina política totalitária; mas a Maria João Marques não se preocupa muito com o totalitarismo, desde que este seja feminista — conforme se pode ver documentado no vídeo abaixo.

É caso para dizer: a Maria João Marques merece a lei da Sharia. E vai tê-la — se não for ela, as mulheres europeias por ela, porque a paciência masculina tem limites.

Entre o totalitarismo islâmico e o totalitarismo feminista, prefiro o primeiro.

 

O feminismo que a Maria João tanto gosta.

Quinta-feira, 17 Agosto 2017

O comuna Daniel Oliveira deve estar feliz

 

O comuna Daniel Oliveira deve estar feliz: morreram 13 pessoas em uma atentado islâmico em Barcelona.

Para ele e para os seus camaradas comunas, estes atentados dão muito jeito, porque colocam em sentido a merda dos brancos que têm orgulho em ser brancos.

pride

monhe-das-cobrasOs comunas, em conluio com o monhé das cobras, patrocinam a construção de uma segunda mesquita em Lisboa — porque é importante que entrem mais maomedanos no nosso país: é inadmissível que ainda não tenha havido uma atentado islâmico em Lisboa!

O estatuto internacional do nosso país sai diminuído porque ainda não se massacraram brancos em Portugal — a não ser no incêndio de Pedrogão Grande, mas não é a mesma coisa: há que transformar o mosteiro dos Jerónimos em uma mesquita, a ver se estimulamos a imigração islâmica em massa e umas matanças dos brancos, de vez em quando.

Em Espanha já aconteceram dois atentados islâmicos: um em Madrid e outro agora em Barcelona. Ora, o Daniel Oliveira e os seus camaradas não podem estar satisfeitos com o atraso de Portugal, que nem sequer teve ainda um atentadozinho pequenito contra os filhos-de-puta dos brancos!

Não se admite! Ó Daniel!: vê lá se dás uma palavrinha ao cheque Munir, porque isto de não haver Jihad contra os cafres em Portugal, não está com nada!

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