perspectivas

Terça-feira, 19 Setembro 2017

As feministas da FEMEN levam porrada dos Maomerdas

Filed under: feminazismo,feminismo,Islamismo,islamização,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 9:02 pm

 

As feministas do grupo FEMEN pensavam que os Maomerdas eram uma espécie de “católicos”.

E, vai daí, invadiram uma conferência dos Maomerdas em Paris, com as mamas à mostra. O resultado está à vista: verificaram que os Maomerdas não são católicos, porque expulsaram as feministas à porrada e ao pontapé.

 

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A importação de imigrantes em barda não resolve o problema das pensões de reforma

Filed under: Alemanha,Angela Merkel,imigração,islamização,islamofobismo — O. Braga @ 10:43 am

 

É difícil encontrar uma coerência nítida na política; mas mais difícil é encontrar qualquer rastro de coerência na política da Alemanha de Angela Merkel.

Vemos neste vídeo aqui em baixo uma mulher alemã que pergunta a Angela Merkel por que razão as pensões alemãs são tão baixas quando comparadas, por exemplo, com as pensões de reformas na Áustria; e mais: as pensões alemãs não incluem acesso a um bom sistema de saúde, ao contrário do que acontece na Áustria.

 

Claramente, a solução encontrada pelos “liberais” alemães, apoiados pela esquerda neomarxista e multiculturalista, é a de importar mais muçulmanos, ditos “refugiados”, para financiarem as pensões de reforma na Alemanha.

Contudo, a experiência austríaca, por exemplo, revelou que 90% dos imigrantes Maomerdas não trabalham e vivem à custa das prebendas do Estado — e por isso é que a Esquerda pretende importar muçulmanos em barda: porque os imigrantes Maomerdas tendem a votar na Esquerda, uma vez que não gostam de trabalhar.

Ou seja, o argumento dos liberais para importação dos Maomerdas, não só é um argumento “furado”, como ainda piora a situação da disponibilidade financeira do Estado alemão para pagar as pensões de reforma.

Terça-feira, 12 Setembro 2017

O Islamismo é uma doutrina satânica

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 10:47 am

 

Perante o Islamismo, o chamado Novo Ateísmo está perplexo; por exemplo, Sam Harris deu-se ao trabalho de estudar profusamente o Alcorão e os Hadith, e chegou à conclusão de que o Islão não é uma religião propriamente dita: o Islão é um princípio de Ordem Política.

Uma enfermeira espanhola (Lorena Enebral Perez) ao serviço da Cruz Vermelha no Afeganistão foi assassinada por um muçulmano que se deslocava em uma cadeira de rodas em um centro de reabilitação. O Maomerdas nada mais fez do que o que é recomendado pelo Alcorão, por exemplo, no capítulo 2 (a Vaca) 191:

“Expulsai-os de onde vos expulsaram. A perseguição dos crentes é pior do que o homicídio: não os combateis junto da mesquita sagrada antes de vos terem combatido, mas se vos combatem, matai-os: essa é a recompensa dos incrédulos”.

Ou no capítulo 4 (as Mulheres), 89:

“Os hipócritas [os não-muçulmanos] quereriam que renegásseis como eles renegaram e que [vós] fôsseis seus iguais [a eles]. Não tomeis chefes entre eles até que se afastem pela causa de deus que conduz ao combate: se voltarem as costas, apanhai-os e matai-os onde quer que os encontreis. Não tomeis de entre eles nem chefe nem auxiliar”.

Lorena-Enebral-Perez-webEste versículo é particularmente monstruoso e satânico, porque dá instruções aos Maomerdas no sentido de não distinguirem, por exemplo, uma enfermeira ou uma criança, por um lado, de um general, por outro lado — ambos devem ser tratados da mesma forma: com a violência da morte.

Mas há muitos mais versículos deste teor e calibre no Alcorão; seria prolixo e fastidioso estar aqui a citar mais deles.

Agora, desafio um qualquer ateu ou esquerdista a identificar no Novo Testamento Cristão qualquer ideia violenta deste género. Façam como fez o Sam Harris: vão ler para depois poderem falar. Eu próprio estudei o Alcorão de fio a pavio, e por isso sei do que falo.

Portanto, não me venham com a treta ideológica segundo a qual “todas as religiões são semelhantes ou mesmo idênticas”.

E não me venham com o excremento ideológico segundo a qual “o Cristianismo também já foi violento, e por isso é igual ao Islamismo” — porque uma coisa é aquilo que a política faz de uma determinada religião, e outra coisa (diferente) é aquilo que uma determinada religião faz da política.

A manipulação e instrumentalização políticas de uma religião não significa que essa religião recomende originariamente essas acções políticas: pelo contrário, Jesus Cristo separou claramente a religião e a política (“Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”).

Não há outra forma de lidar com a violência política do Islão senão com violência política preventiva — por exemplo, a proibição da prática do Islamismo, por um lado, e a expulsão dos Maomerdas do nosso país, por outro lado. É nisto que eu acredito; e não acreditar nisto é ditar uma sentença de suicídio colectivo a médio ou longo prazo (independentemente de se ser de Esquerda ou de Direita).

Segunda-feira, 11 Setembro 2017

Devíamos fazer isto ao Xeque Munir

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 10:10 am

 

Isto passou-se no Paquistão. O homem agredido é cristão, e o seu “crime” foi o de beber água de um chafariz fornecido por uma mesquita.

 

Quarta-feira, 23 Agosto 2017

A Maria João Marques merece a lei da Sharia

 

Um sueco disse-me (há dias) que — devido à forma como as mulheres suecas, escudadas pela lei, tratam os homens suecos —, com o advento da Sharia islâmica, não se iria opôr à islamização do país.

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O feminismo é uma guerra política contra o masculino.

Neste aspecto, a Maria João Marques não se distingue das esganiçadas do Bloco de Esquerda.

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Eu começo a dar razão ao meu amigo sueco, quando verifico que feministas como a Maria João Marques começam a perceber o contra-senso do “feminismo contra o patriarcado da cultura cristã”. Elas não sabem o que as espera… venha daí o Islamismo, que “eu alinho”; e bico calado! (“vai lavar a loiça!”). Smile


A Maria João Marques é feminista; mas quando os Maomerdas se impõem ao matriarcado que ela defende, são os homens europeus que têm que resolver o problema. Assim não custa ser feminista: são os homens que lhe resolvem os problemas reais e sérios.

Podem ver aqui uma série sobre as consequências culturais do feminismo na Suécia.

O problema da Maria João Marques em relação ao Islamismo é a preocupação com o estatuto superior da mulher, e apenas isso.

O meu problema com o Islamismo é o de que se trata de uma doutrina política totalitária; mas a Maria João Marques não se preocupa muito com o totalitarismo, desde que este seja feminista — conforme se pode ver documentado no vídeo abaixo.

É caso para dizer: a Maria João Marques merece a lei da Sharia. E vai tê-la — se não for ela, as mulheres europeias por ela, porque a paciência masculina tem limites.

Entre o totalitarismo islâmico e o totalitarismo feminista, prefiro o primeiro.

 

O feminismo que a Maria João tanto gosta.

Quinta-feira, 17 Agosto 2017

O comuna Daniel Oliveira deve estar feliz

 

O comuna Daniel Oliveira deve estar feliz: morreram 13 pessoas em uma atentado islâmico em Barcelona.

Para ele e para os seus camaradas comunas, estes atentados dão muito jeito, porque colocam em sentido a merda dos brancos que têm orgulho em ser brancos.

pride

monhe-das-cobrasOs comunas, em conluio com o monhé das cobras, patrocinam a construção de uma segunda mesquita em Lisboa — porque é importante que entrem mais maomedanos no nosso país: é inadmissível que ainda não tenha havido uma atentado islâmico em Lisboa!

O estatuto internacional do nosso país sai diminuído porque ainda não se massacraram brancos em Portugal — a não ser no incêndio de Pedrogão Grande, mas não é a mesma coisa: há que transformar o mosteiro dos Jerónimos em uma mesquita, a ver se estimulamos a imigração islâmica em massa e umas matanças dos brancos, de vez em quando.

Em Espanha já aconteceram dois atentados islâmicos: um em Madrid e outro agora em Barcelona. Ora, o Daniel Oliveira e os seus camaradas não podem estar satisfeitos com o atraso de Portugal, que nem sequer teve ainda um atentadozinho pequenito contra os filhos-de-puta dos brancos!

Não se admite! Ó Daniel!: vê lá se dás uma palavrinha ao cheque Munir, porque isto de não haver Jihad contra os cafres em Portugal, não está com nada!

Sexta-feira, 11 Agosto 2017

A Esquerda das ‘micro-agressões’ e da moral do genocídio dos brancos

 

shapiraPor dia são publicados 500 milhões de tweets (Twitter), e um judeu que vive na Alemanha e que dá pelo nome de Shahak Shapira, conseguiu a proeza de descobrir 450 tweets contendo aquilo a que subjectivamente chamou de “mensagens de ódio”.

Ou seja, em 500 milhões de tweets diários, o judeu descobriu 450 “mensagens de ódio” subjectivas, e resolveu protestar em frente dos escritórios da empresa Twitter na cidade de Hamburgo.

O Diário de Notícias (o jornaleco do Leopildo Leonardo Leopoldo), como não poderia deixar de ser, publicou uma longa notícia sobre este assunto.

Entretanto, consegui descobrir a página do judeu no Twitter; ele apresenta-se como tendo um pénis normal — o que é sempre uma boa forma de se apresentar ao público em geral, porque sendo o pénis normal, não implica qualquer micro-agressão, embora não saibamos o que, em termos de pénis, significa “ser normal”.

Seria impensável que o Diário de Notícias (o jornaleco do Leopildo Leonardo Leopoldo) publicasse, por exemplo, a notícia de um professor islâmico em uma universidade da Califórnia, que publicamente afirmou que “se justifica moralmente um genocídio da raça branca”.

Ou seja, as “mensagens de ódio” ditas “racistas” só são más se não vierem da Esquerda ou dos aliados da Esquerda — como é o caso do Islão.


Vivemos em um tempo muito perigoso de aliança entre a Esquerda radical, o Islão, e os me®dia, em que o totalitarismo é veiculado na comunicação social como sendo um sistema político virtuoso, e quem se opõe a este estado de coisas é diabolizado ou ignorado pelas elites e  pela comunicação social.

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Sexta-feira, 4 Agosto 2017

O Islão vai eliminar o matriarcado sueco

 

Suécia, 2017.

The Swedish Viking, 2017...Isto é o produto de uma sociedade em que a mulher assumiu um Poder político que não poderia, de modo nenhum, ser-lhe concedido.

A feminização do homem é uma consequência de um matriarcado que torna quase impossível a uma sociedade defender-se das ameaças vindas do exterior: as mulheres nunca foram eficientes na função de vigia do perímetro do acampamento.

O homem sueco tradicional está condenado à extinção por culpa das próprias mulheres suecas que educaram os seus filhos de uma forma tal que será impossível evitar a islamização do país.

Domingo, 16 Julho 2017

A política de imigração da Angela Merkel foi um monumental fiasco, porque, em vez de ter mais gente a contribuir para o financiamento do Estado, tem mais gente a viver à custa do Estado.

 

Não é evidente que, com a actual evolução tecnológica, os países da Europa, em geral, precisem de muitos imigrantes. Ou seja, não é evidente que aquilo a que chamamos de “Inverno Demográfico” na Europa seja um mal irreversível a nível económico.

Porém, mesmo que o chamado Inverno Demográfico europeu fosse nocivo para a economia, é absurdo sacrificar conscientemente a situação de longo prazo de uma sociedade, para resolver problemas de curto prazo. A imigração islâmica e/ou subsariana, em teoria, poderia resolver problemas de curto prazo, mas sacrificaria irremediavelmente a sociedade a longo prazo.


A imigração islâmica e/ou subsariana está a baixar o nível médio do QI dos países europeus, como por exemplo, a Suécia ou a Alemanha. A continuar assim, em breve a Suécia será um país do terceiro-mundo.


angela merkel muslim webSabe-se que metade da população turca imigrante na Alemanha não trabalha, nem pensa em vir a trabalhar; vive à custa do Estado.

Da nova vaga de milhões de imigrantes islâmicos e subsarianos que entraram recentemente na Alemanha, apenas uma ínfima minoria conseguiu arranjar trabalho; ou seja, a política de imigração da Angela Merkel foi um monumental fiasco, porque, em vez de ter mais gente a contribuir para o financiamento do Estado, passou a ter mais gente a viver à custa do Estado.


Se o leviatão da União Europeia pretende seguir a política de imigração de Angela Merkel, então segue-se que países como a Polónia, a República Checa ou a Hungria, estão certos. Importar imigrantes só para que vivam à custa do Estado é suicídio colectivo.

Em contraponto, a Polónia “importou” já cerca de 1 milhão de ucranianos refugiados da guerra civil que assola a Ucrânia por responsabilidade da União Europeia e da OTAN — o que se revelou uma acção acertada por parte da Polónia , uma vez que os ucranianos têm afinidades culturais e linguísticas com o povo polaco.

Mas o politicamente correcto totalitário “europeísta” de Bruxelas não fala do apoio da Polónia à massiva imigração ucraniana: prefere criticar e condenar a Polónia por não “importar” islâmicos e subsarianos que vivem à custa do Estado.

Domingo, 2 Julho 2017

Para quem não leu o Alcorão: clérigo muçulmano explica como tratar a população de países europeus ocupados pela imigração em massa

 

Sexta-feira, 30 Junho 2017

Um bom católico arrebenta sempre as fauces ao muçulmano que chateia

 

Um grupo de católicos franceses estava a protestar pelo encerramento de uma igreja local por parte do governo do Partido Socialista — ao que parece, a igreja será entregue pelo Partido Socialista à comunidade muçulmana para se transformar em uma mesquita.

Entretanto, os católicos franceses começaram a rezar o terço no local de protesto, e um muçulmano passou de carro e começou a importunar os católicos. Depois, o muçulmano saiu do carro e foi para o local das orações chatear os católicos …. e levou no focinho.

Pelo facto de se ser católico, não significa que os muçulmanos não levem no focinho.

Um bom católico arrebenta sempre as fauces ao muçulmano que chateia.

 

Domingo, 25 Junho 2017

A Alemanha de Merkel transforma-se em uma espécie de Cuba islâmica

 

Angela-Merkel-crazy-WEBA repressão de Angela Merkel em relação à liberdade de expressão é medonha, digna de um regime ditatorial. E é esta Alemanha que pretende guiar a União Europeia.

O regime de Angela Merkel — apoiado pela União Europeia — está a enviar cidadãos alemães para a prisão por simples delito de opinião. E são estes estupores europeístas que criticam Donald Trump.

A simples crítica ao Islamismo é considerada pelo regime de Angela Merkel como “crime de ódio” e passível de prisão preventiva.

Nos últimos dias, o regime ditatorial alemão fez buscas em 36 casas e prendeu outras tantas pessoas por terem feito críticas ao Islamismo no FaceBook. A mera crítica ideológica ao Islamismo é considerada pelo regime europeísta de Angela Merkel como sendo de “extrema-direita” e “crime de ódio”.

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