perspectivas

Segunda-feira, 18 Junho 2018

Mundial no feminino

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 11:59 am

 

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Quarta-feira, 13 Junho 2018

O conceito de “Islamismo moderado” é um oxímoro

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 8:26 pm

 

"A Eurábia é,simultaneamente, uma ideologia e um sintoma; é uma atitude psicológica colectiva, própria dos povo que se submeteram- por medo e por interesses económicos- aos ditames do totalitarismo islâmico, que engloba, a um tempo, organizações internacionais (…), estados islâmicos e movimentos fundamentalistas com projectos de conquista planetária.

Um dos troféus mais ardentemente cobiçados por este totalitarismo verde, fruto do fracasso do islamismo moderado preconizado pelos estados petro-islâmicos do Golfo nos anos 60, é a Velha Europa, antiga potência colonial, hoje demográfica e psicologicamente enfraquecida e sobretudo dependente dos hidrocarbonetos do mundo islâmico.

Os grandes pólos da nova conquista islâmica (…) compreenderam claramente que chegou o momento de penetrar no Velho Continente, um continente que se encontra em declínio, para o regenerar. Certamente motivada, em grande parte, por um espírito conquistador e imperial inerente a uma leitura radical do Islão ortodoxo, a islamização da Europa é também vista e sentida por muitos fiéis sinceros de Maomé como uma oportunidade única dos europeus descristianizados, ‘imorais’ e desprovidos de coluna vertebral, caírem em si e retomarem o caminho da redenção."

Alexandre del Valle, A Islamização da Europa, p.21-22, Porto, Civilização, 2009.

 


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1/ O conceito de “Islamismo moderado” é um oxímoro — a não ser que um muçulmano que não respeite os Hadith, por exemplo, seja considerado muçulmano. Seria como se um “católico” não o deixasse de o ser, se desprezasse as epístolas de S. Paulo.

O que pode existir são regimes políticos moderados em países de população de maioria islâmica — o que é coisa muito diferente. Mas os políticos que sustentam esses regimes moderados não são muçulmanos na verdadeira acepção da palavra (por exemplo, Gamal Abdel Nasser, no Egipto), desde logo porque o Islamismo impõe a lei islâmica (Sharia) como princípio de ordem jurídica, o que não acontece nesses regimes moderados.

Como diz um dos mais importantes representantes políticos actuais do Islão, o presidente Erdogan da Turquia: só existe um Islão:

« The Term “Moderate Islam” is Ugly And Offensive; There Is No Moderate Islam; Islam Is Islam»
Memri Turkish Media Blog (August 21, 2007)

O conceito de “Islão moderado” foi inventado por ocidentais que tentam apaziguar a ferocidade endógena Islão.

Por isso, o trecho supracitado padece do mesmo mal que critica. Quem se refere a um “Islão moderado”, ou não faz a mínima ideia do que é o Islão, ou sabe o que é o Islão mas entrou na política de apaziguamento do Islão. Como dizia Winston Churchill, “um apaziguador é alguém que vai alimentando um crocodilo, na esperança de só ser comido em último lugar”.

Eu comparo o muçulmano à perca-do-Nilo: é um predador que destrói o seu próprio habitat e o dos outros peixes; alimenta-se de indivíduos da sua própria espécie e não deixa que mais nenhuma outra espécie cresça em seu redor.


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2/ Não é verdade que os povos da Europa tenham medo do Islão. O que acontece na Europa é o lado negativo da democracia: os povos elegem os políticos que, por sua vez, atraiçoam os povos mediante o serviço a interesses económicos e financeiros (por exemplo, Bilderberg) que vão contra a vontade dos povos (Inglaterra); e, em outros casos, a confiança da população nos políticos eleitos é de tal forma forte, que os povos seguem caninamente a vontade da classe política (Alemanha).

Na Europa, em geral (salvo honrosas excepções) são as elites políticas que atraiçoam os seus povos, e com a maior desfaçatez. Se mudarmos as elites políticas, verificaremos que os povos não têm medo do Islão.

Terça-feira, 29 Maio 2018

Londres, Inglaterra. A polícia política prende por delito de opinião.

 

Uma mulher inglesa, que passava pelo Speakers Corner (Hyde Park) em Londres, chamou a polícia porque os Maomerdas estavam a berrar pelo Alá no Speakers Corner (o que vai contra a lei: não é permitido por lei a realização de cerimónias religiosas no Speakers Corner).

No dia seguinte, logo de manhã, foi presa em sua casa pela polícia política inglesa pelo simples facto de ter apresentado queixa contra os Maomerdas.

 

Segunda-feira, 14 Maio 2018

Os rituais colectivistas islâmicos de auto-sacrifício

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 11:56 am

 

 

 

O que me impressiona no Islão não são as manifestações religiosas de auto-sacrifício: outras religiões também têm manifestações rituais de auto-sacrifício, por exemplo, o Catolicismo, o Budismo, as várias manifestações religiosas hinduístas, e mesmo o xintoísmo japonês.

O que é único no Islão são os rituais auto-sacrificiais colectivos — o que não existe em mais nenhuma religião universal.

Em todas as outras religiões universais do mundo, e principalmente no Cristianismo, os rituais de auto-sacrifício são predominantemente individuais — cada pessoa assume o seu auto-sacrifício independentemente dos outros.

Ora, esta colectivização dos rituais auto-sacrificiais revelam o Islamismo como uma ideologia política (pura e dura), em contraposição às demais religiões universais.

Terça-feira, 3 Abril 2018

Mutilação genital feminina : não se deixem enganar pelos Maomerdas

 

Encontrei no Twitter um Maomerdas que publicou a imagem abaixo (clique para ampliar), que faz a apologia pseudo-científica da excisão feminina.

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Dado que — em todos os países da União Europeia — a excisão feminina (vulgo “mutilação genital feminina”, ou corte do clitóris) é proibida por lei, fiz uma denúncia à administração do Twitter, no sentido de se proceder à remoção da imagem. A resposta do Twitter foi a de que “a imagem faz parte da liberdade de expressão religiosa islâmica”, e portanto não iria retirá-la da publicação.

Porém, quando (há já alguns meses) eu publiquei no Twitter imagens de fetos humanos e denunciei o aborto, a administração do Twitter apagou a minha publicação, invocando que “a liberdade religiosa não me permitia a publicação de tais imagens”. Ou seja, o Twitter, o FaceBook e o YouTube têm dois pesos e duas medidas: umas aplicam-se aos cristãos, e outras, diferentes, aplicam-se aos Maomerdas.

A extracção do clitóris reduz drasticamente o prazer sexual feminino, e por isso é que os Maomerdas a praticam — porque, segundo a cultura islâmica, a redução do prazer sexual feminino reduz o risco de infidelidade conjugal ou adultério da mulher.


Quando eu fiz a denúncia pública daquela imagem no Twitter, um Maomerdas respondeu-me:

“There is no decree for circumcision in the Quran and it is cultural and any benefits claimed are dubious at best.” (não existe qualquer decreto relacionado com a excisão feminina no Alcorão).

E o mesmo Maomerdas publicou esta outra imagem (clique para ampliar).

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Uma das características permanentes dos Maomerdas é a prática recorrente da Taqiyya  (a dissimulação e a mentira).

De facto é verdade que o Alcorão não decreta a excisão feminina, mas o Islamismo não se baseia apenas no Alcorão: baseia-se também nos Hadith e na Sira.

E nos Hadith está bem patente o decreto da excisão feminina, nomeadamente no Hadith de al-Bukhaari (5889) e no Hadith 257 de Abu Hurayrah, entre muitos outros Hadiths (ver lista de alguns Hadiths que impõem a mutilação genital feminina na cultura antropológica islâmica).

Portanto, não é verdade que “o Islão não impõe a mutilação genital feminina” ! Absolutamente falso, porque os Hadith fazem parte da doutrina islâmica, juntamente com o Corão e a Sira. Não se deixem enganar pelos Maomerdas.

Sexta-feira, 23 Março 2018

O politicamente correcto diz que “Jesus era gay”; ¿e se fosse o “Alá Gay”?

 

É normal que a Esquerda radical e o grupo LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] diga que “Jesus era gay”, invocando a liberdade de expressão. E os cristãos engolem em seco (que remédio!). ¿E se fosse o “Alá Gay”?

A canadiana Lauren Southern armou uma tenda em uma rua da cidade inglesa de Luton com um cartaz “Alá é gay”. Resultado: a polícia inglesa mandou retirar o cartaz com ameaça de prisão. Mas se fossem cristãos a reclamar o “Jesus é gay”, no pasa nada, hombre!

Domingo, 18 Março 2018

O Marcelinho pode condecorar os Maomerdas todos os dias, que nem por isso representa o povo

 

Vemos nestas imagens de hoje a tentativa dos Maomerdas em calar um cidadão inglês (Tommy Robinson) que falava no Speakers’ Corner, em Londres. Vemos como os Maomerdas, que por enquanto ainda são uma minoria em Inglaterra, se arrogam já no direito de reprimir liberdade de expressão.

Foi esta comandita totalitária que foi condecorada recentemente pelo presidente da Esquerda. Mas a eleição do Marcelinho não lhe permite interpretar a sua eleição “à Lagardère”.

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Sexta-feira, 16 Março 2018

Os cães actuam em matilha

 

marcelo-plastic-man-webVi este artigo no pasquim Diário de Notícias de hoje: A primeira comunidade islâmica a "repovoar" a Península Ibérica; e, no referido pasquim e também hoje, a opinião da retardada Joana Petiz: Aceitar as diferenças.

Achei estranho… ¿Por quê hoje, a publicação dos dois artigos?!

A resposta à minha interrogação veio com este outro artigo de hoje no site da RTP: “Marcelo garante que Portugal está preparado para receber mais refugiados”.

Os cães malditos atacam em matilha.

É claro que os “refugiados” que o Marcello quer trazer para Portugal são muçulmanos oriundos de todo o lado, excepto da Síria.

Vamos ter mais excisão feminina, mais inferiorização cultural da mulher, mais burkas, mais mesquitas pagas pelo Estado, tudo isto em nome do “progresso” da Esquerda.

Marcelo Rebelo de Sousa é o presidente da Esquerda. Não se esqueçam disso quando votarem a próxima vez.

Segunda-feira, 5 Março 2018

É preciso meter os imigrantes na ordem

 

Passa-se na Dinamarca: imigrantes muçulmanos manifestam-se publicamente a favor do terrorismo do “estado islâmico” e do califado.

A tolerância europeia tem limites que já foram largamente ultrapassados por uma grande parte dos imigrantes. Ou os imigrantes aceitam as nossas leis e os nossos costumes, ou vamos ter os devolver à sentina de onde não deveriam ter saído.

 

Sábado, 3 Março 2018

A Suécia dos esquerdistas e das feministas

Sábado, 30 Dezembro 2017

O Anselmo Borges e o diálogo com o Islão

 

1/ É possível diálogo (entre o Cristianismo, o Budismo, o Hinduísmo, o xintoísmo, o Confucionismo, o Judaísmo, etc.) entre todas as religiões universais excepto o Islamismo, porque, em primeiro lugar, o Islamismo é um princípio de ordem política 1  (o que não acontece com nenhuma outra religião universal), e depois porque o Islamismo defende explicitamente (no Alcorão e nos Hadith) o proselitismo2  por intermédio da violência física ou da coacção (por exemplo, através da Jizya).

Qualquer comparação entre o Islamismo, por um lado, e qualquer outra religião universal, por outro lado, é pura estupidez. E por isso é que o Anselmo Borges é estúpido quando defende a ideia de um “diálogo inter-religioso com o Islamismo”. Das duas, uma: ou o Anselmo Borges não faz ideia do que é o Islamismo, ou é estúpido.

(more…)

Sexta-feira, 22 Dezembro 2017

O Natal da Esquerda

Filed under: Esquerda,esquerdalho,imigração,islamização,Reino Unido — O. Braga @ 8:07 pm

 

O “enriquecimento cultural” trazido pelos “refugiados” trouxe ao Reino Unido o “Natal da Esquerda”.

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