perspectivas

Terça-feira, 25 Julho 2017

O absurdo da teologia do Frei Bento Domingues

 

Não é preciso ser teólogo para verificar o absurdo na “teologia” do Frei Bento Domingues.

“O Cardeal Robert Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, dirigiu uma Carta aos Bispos diocesanos — ou àqueles que, por direito, lhe são equiparados — para lhes recordar o dever de vigiarem a qualidade do pão e do vinho destinados à Eucaristia e à idoneidade daqueles que os fabricam. Um amigo, pouco versado na linguagem litúrgica, reagiu: querem ver que a ASAE já chegou à Missa!? Acrescentei: ou será que já andam para aí a celebrar com broa de milho?

Esta Carta […] liga a verdade e a eficácia sacramental da Eucaristia à pureza de um cereal — o trigo — e ao produto da videira, o vinho fermentado ou não.

Urge uma alteração de paradigma na teologia dos sacramentos e da liturgia.”

Frei Bento Domingues : ¿Jesus não gostava de broa?


Temos aqui uma descrição hipotética da última ceia de Jesus Cristo.

Sendo hipotética ou não, ou tendo sido de outra forma, existiu — para além do conteúdo — com certeza uma forma que tradicionalmente se opõe à matéria bruta. É o formal, que respeita à forma, por oposição ao material: a distinção lógica entre verdade formal e verdade material permite precisar dois tipos de critérios que devem satisfazer os enunciados ou raciocínios, para serem verdadeiros: conformidade “formal” às regras da lógica, e adequação ao conteúdo — e portanto, adequação do sentido — dos enunciados à realidade a qual se referem.

Ou seja, a crítica do Frei Bento Domingues à preocupação do cardeal Sarah com o formalismo eucarístico é simultaneamente uma crítica a qualquer conteúdo ideológico ou de sentido que a forma requerida implica. Mas os historiadores, ao fazerem a reconstituição do menu da última ceita de Jesus Cristo, revelaram (para além do conteúdo ideológico) o simbolismo da forma que contribuiu também para dar sentido ao acontecimento.

Ou, por outras palavras, o Frei Bento Domingues é estúpido — porque ele parece preocupar-se com o conteúdo [da Eucaristia], sem que demonstre uma equivalente preocupação com a forma. E conteúdo sem forma é o absurdo, não tem sentido nenhum.

Segunda-feira, 3 Julho 2017

O ‘efeito’ Francisco na Igreja Católica, e o Frei Bento Domingues

 

Quando leio alguma coisa escrita pelo Frei Bento Domingues (e pelo Anselmo Borges também), tenho imensa dificuldade em comentar — porque é difícil comentar uma narrativa desprovida de nexo racional.

fbd-2-webPor exemplo, este texto do Frei Bento Domingues: diz ele que Lutero faz falta à Igreja Católica; e (pergunto eu), ¿por que razão Lutero faz falta à Igreja Católica? O Frei Bento Domingues não diz a razão. Seria como se eu dissesse que “faz falta que os portugueses comam muito feijão”, mas não explique por que razão se deve comer tal semente. A narrativa do Frei Bento Domingues não tem nexo racional.

Antes de mais, caro leitor, veja aqui o “efeito Francisco” na Igreja Católica da Austrália. Desde que o Chico entrou no Vaticano, a Igreja Católica australiana têm vindo a decair a olhos vistos. São factos, e não uma narrativa: olhem para os números. Ora, é isto que o Frei Bento Domingues e o Anselmo Borges pretendem para Portugal: o “efeito Francisco”.

Se existe inimigo interno da Igreja Católica em Portugal, é o Frei Bento Domingues.

Aos católicos, pouco interessa que o Chico seja muito popular entre ateus e agnósticos. O que interessa aos católicos é que, de facto, o “efeito Francisco” tem vindo a degradar a Igreja Católica em si mesma, como podemos ver no caso da Austrália.

Portanto, a “deformação da Igreja Católica”, a que se refere o Frei Bento Domingues, vem do próprio Chiquinho.

A ideia do Frei Bento Domingues segundo a qual a Igreja Católica do papa Chico deve adoptar a Doutrina da Justificação de Lutero, é digna de um filho-de-puta; e, a um filho-de-puta destes, só lhe falta a defesa do determinismo calvinista da salvação dos eleitos.

Sexta-feira, 23 Junho 2017

Ao contrário do que defende o Anselmo Borges, o papa Chico não tem razão em quase nada

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:02 am

 

O Anselmo Borges, que (entre outros) representa, na cultura, a aberração que é o papa Chico, manifesta aqui o desejo de que houvesse uma História sem “vencidos” nem “vencedores”.

papa-freak-webÉ difícil de perceber o que o Anselmo Borges pretende dizer; ¿será que ele desejaria que os vencedores da História (a existirem) fossem outros?; por exemplo, ¿aqueles que “perderam” com a queda do muro de Berlim? Ou ¿será que ele pretenderia eliminar, da Realidade, qualquer forma de “vencedores” e de “vencidos”? (eliminando qualquer tipo de hierarquia), ¿fazendo da realidade aquilo que ele deseja?, ¿fazendo com que o universo fosse feito à medida dele?

De uma forma ou de outra, parece certo que o Anselmo Borges tem um parafuso desapertado.

Desde logo porque a interpretação hegeliana que ele faz da História — que esteve na moda nas academias durante o século XX e que influenciou até o Salazar, e que é própria dos marxistas — é incompatível com a interpretação católica original, que é uma História cíclica, na sua origem. Para o católico propriamente dito — que não é o Anselmo Borges ou o papa-açorda — a questão de saber se se vence ou se se perde na História, é praticamente irrelevante.

Sobre a concepção histórica de Hegel, que se baseia na dialéctica, Nicolás Gómez Dávila (o grande reaccionário católico que faria o Anselmo Borges vomitar de nojo, Graças a Deus) escreveu:

A negação dialéctica não existe entre realidades, mas apenas entre definições. A síntese em que a relação se resolve não é um estado real, mas apenas verbal. O propósito do discurso move o processo dialéctico, e a sua arbitrariedade assegura o seu êxito.

Sendo possível, com efeito, definir qualquer coisa como contrária a outra coisa qualquer; sendo também possível abstrair um atributo qualquer de uma coisa para a opôr a outros atributos seus, ou a atributos igualmente abstractos de outra coisa; sendo possível, enfim, contrapôr, no tempo, toda a coisa a si mesma — a dialéctica é o mais engenhoso instrumento para extrair da realidade o esquema que tínhamos previamente escondido nela.”

Este conceito de Nicolás Gómez Dávila mete o Anselmo Borges (e a sua concepção hegeliana da História) numa pia. Como se diz em inglês: Let him sink in!


É certo que houve um desenrolar da História, uma sucessão de factos que fez a História.

Os homens fazem a História que os faz; a História faz os homens que a fazem; os homens fazem a sua história sem a fazer.1

É nesta última proposição (os homens fazem a sua história sem a fazer) que reside a noção de uma influência transcendente na História — não pelo “Destino” de Vico, de Espinosa ou de Fernando Pessoa; não pela “Ideia” de Hegel, porque são ambos conceitos exclusivamente imanentes tão caros ao Anselmo Borges e ao papa-açorda; mas antes pelo conceito newtoniano de “Deus presente no universo e que, sem a Sua presença permanente, mas exógena (alguém que está presente e que condiciona uma determinada realidade, mas não pertence à essência da realidade em que está presente e que condiciona), o universo e a História não poderiam existir”.

Ao contrário do que defende o Anselmo Borges, o papa Chico não tem razão em quase nada. Por exemplo: aplicar a casuística  ao sacramento  da Eucaristia  não lembra ao careca, mas lembra muito bem a Satanás e aos seus acólitos dentro da Igreja Católica .


Nota
1. (Edgar Morin).

Quarta-feira, 21 Junho 2017

O Frei Bento Domingues considera-se acima dos santos da Igreja Católica

Filed under: Frei Bento Domingues,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:05 am

 

Quando lemos um texto do Frei Bento Domingues, dá-nos a sensação de uma logomaquia: ele mistura propositadamente alhos com bugalhos, porque, no meio da confusão entre verdades e mentiras, ele tem a esperança de que absorvamos as ideias expostas de uma forma acrítica.

Em primeiro lugar, o Frei Bento Domingues tem uma obsessão com a “igualdade”.

Em matemática, a igualdade é a relação entre grandezas que permite que possam ser substituídas uma por outra.

É neste sentido que os igualitaristas ditos “católicos” — como são, por exemplo, Frei Bento Domingues ou Anselmo Borges — concebem a ideia de “igualdade”: os seres humanos e os respectivos sexos (ou as alegadas inúmeras “identidades sexuais”), são intermutáveis (podem ser substituídos uns por outros).

“Nos finais dos anos 60 do século passado, num curso de cristologia, dediquei algumas aulas a investigar, com os alunos, o contraste entre a atitude de Jesus em relação às mulheres e a sua permanente ausência nas grandes decisões de orientação da Igreja. As mulheres não tinham podido votar os documentos do concílio ecuménico Vaticano II, como também nunca tinham tido voz activa em nenhum outro Concílio. Um estudante, no debate, argumentou que, por isso, era um abuso falar de concílios ecuménicos, porque lhes faltou sempre a voz e o voto das mulheres cristãs”.

Frei Bento Domingues

Esta obsessão com a “igualdade” por parte do frade (que é característica da Esquerda) conduz inexoravelmente a sociedade a uma forma de totalitarismo mediante o controlo da linguagemcomo já está a acontecer no Canadá, por exemplo.

Ademais, é falso (Frei Bento Domingues é um mentiroso!) que Jesus Cristo tenha tratado as mulheres “em contraste com as grandes decisões da Igreja” — como afirma o frade. É mentira. Frei Bento Domingues mente!

O Frei Bento Domingues tem tamanha sapiência que se permite condenar as decisões de um papa que foi santificado pela Igreja Católica (João Paulo II). O Frei Bento Domingues considera-se acima dos santos da Igreja Católica.


A matéria em análise e em causa por parte do frade diz respeito à criação de “sacerdotisas” na Igreja Católica, tal como existiram sacerdotisas nas religiões pagãs. Aliás, o Frei Bento Domingues também é obcecado pelo paganismo, e pretende transformar o catolicismo em uma espécie de religião pagã.

sacerdotisas-web

“When my dad retired in 1976 at 74, the Church was still a male institution. It was still taken seriously.

Since the ordination of the first women in 1994, its make-up has changed quite drastically. Between 2002 and 2012, the number of female full-time clergy increased by 41 per cent while number of full-time male clergy dropped nearly at the same rate. Now women comprise one in five members of the full-time clergy and there are far more part-time clergy the majority of whom are women”.

Women clergy will be the death of the Church of England

Com a criação de sacerdotisas, a Igreja Anglicana está hoje praticamente morta.

A Igreja Anglicana é hoje uma Igreja “colorida”. Só lhe falta agora o “casamento” entre sacerdotisas lésbicas e sacerdotes gays para transformar a Igreja Anglicana em um grupo folclórico colorido. É isto que o Frei Bento Domingues gostaria de ver na Igreja Católica: um grupo folclórico pagão.

Portanto, temos que olhar para a realidade concreta (e não para utopia do Frei Bento Domingues) e, por exemplo, olhar para o que está a acontecer às igrejas protestantes com a criação de sacerdotisas; e retirar daí as respectivas conclusões.

“Vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar!”

Não podemos ignorar a realidade em nome da utopia — a não ser em nome da malícia de um personagem melífluo e serôdio que entrou para o clero da Igreja Católica para ser do contra e do reviralho. O Frei Bento Domingues sempre tentou minar a Igreja Católica por dentro; não há pior inimigo da Igreja Católica senão aquele que opera no seu seio.

Sexta-feira, 16 Junho 2017

A nossa luta contra o Chico e seus sequazes como o Anselmo Borges, “¡es una lucha a muerte!”

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 10:41 am

 

papa-freak-webO papa Chiquinho nomeou os novos membros da Pontificia Academiae Pro Vita ou, em português, Academia Pontifica Para a Vida, que lida com assuntos relacionados com a bioética, como, por exemplo, o aborto.

O Chico teve a preocupação de excluir a esmagadora maioria dos membros da Pontificia Academiae Pro Vita nomeados pelo Papa João Paulo II, e pelo Papa Bento XVI. E mais: pela primeira vez, um papa nomeia para a Academia um “teólogo anglicano” (Nigel Biggar) que se declara publicamente a favor do aborto e a favor da eutanásia.

Além disso, o Chico burrico anunciou os novos estatutos da Pontificia Academiae Pro Vita, segundo os quais deixa de ser necessário aos seus membros respeitar os ensinamentos da Igreja Católica a favor da vida humana — o que significa, por exemplo, que a Catarina Martins poderia perfeitamente fazer parte da Pontificia Academiae Pro Vita com os novos estatutos aprovados pelo Chico burrico.

É neste contexto que o Anselmo Borges escreve:

“Não tem razão quando exige uma reforma profunda na Cúria Romana, que tem de estar ao serviço da Igreja universal? Não tem a Igreja de respeitar no seu seio os direitos humanos, que não pode pregar apenas para fora, nomeadamente o direito à liberdade de pensamento e de expressão? Não tem razão ao deixar campo livre à missão dos teólogos para poderem investigar?”

Para o Anselmo Borges e o Chico, “respeitar os direitos humanos” é liberalizar o aborto, por exemplo; e “o direito à liberdade de pensamento e de expressão” é poder defender o aborto livre e a eutanásia no seio da própria Igreja Católica, neste caso na Pontificia Academiae Pro Vita fundada pelo Papa João Paulo II em 1994. É esta a “investigação dos teólogos”, segundo o Anselmo Borges. Ou seja, estamos perante mais uma filha-da-putice do Anselmo Borges e do seu guru, o Chico burrico.

O caso do Anselmo Borges é uma desgraça; a pessoa Anselmo Borges, em si mesma, é uma desgraça. Propõe ele, alegadamente para que se salve a Igreja Católica ou para o seu “progresso” (como se o progresso fosse uma lei da natureza), a destruição progressiva da Igreja Católica — é um caso típico da estupidez humana segundo Cipolla.

A nossa luta contra o Chico e seus sequazes como o Anselmo Borges, “¡es una lucha a muerte!”.

Nós somos hoje a contra-cultura.

O Anselmo Borges faz parte da cultura dominante e integra o “sistema”. “Em um tempo (como é o nosso) em que a rebelião é a nova ortodoxia, a antiga ortodoxia é, de facto, a única rebelião que resta” (G. K. Chesterton).


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Segunda-feira, 12 Junho 2017

O Anselmo Borges tem a mente cristalizada no sistema triclínico-positivista

 

"Pensa-se , de facto, de modo geral, que as religiões caem do céu, havendo até quem julgue que Deus revelou directamente verdades , nas quais é preciso acreditar sem razões…

A fé, no seu nível próprio, tem razões, de tal modo que está sujeita a verificações.

Há Teologia, precisamente porque a fé exige debate público."

Anselmo Borges

( "Francisco – Desafios à Igreja e ao Mundo ")

Não sei se esta citação é do Anselmo Borges ou se é do Chico. Parece ser do Anselmo Borges acerca do Chico. Seja como for, esta citação vem de uma mente relativamente estúpida, na medida em que se pretende “intelectualizada”.


É claro, para mim, que “Deus revelou directamente verdades”, para quem as consegue vislumbrar.

Por exemplo, o teorema de Pitágoras (h^2=a^2 + b^2) é verdadeiro se aplicado a um triângulo recto; podemos dizer que o teorema de Pitágoras é uma “verdade revelada directamente por Deus”. Ou os números primos, por exemplo: quem os descobriu não os inventou, porque os números primos são axiomáticos e são revelados directamente por Deus aos homens com um QI superior ao do Chico.

Ou: “Nenhum facto pode ser verdadeiro ou real, ou nenhum juízo pode ser correcto, sem uma razão suficiente.” (Leibniz).

O resultado do teorema de Pitágoras é um facto provido de uma razão suficiente, razão essa que é axiomática, e que por isso acreditamos nela sem razões que a fundamentem do ponto de vista da causalidade científica. E aquilo que é axiomático não pode ser debatido publicamente: não cabe na cabeça de um qualquer careca (nem na do Anselmo Borges) que se discuta publicamente se o teorema de Pitágoras é verdadeiro ou falso.


Portanto, a ideia do Anselmo Borges — ou do Chico — segundo a qual “Deus não nos revelou directamente verdades”, só pode vir de um mentecapto, de alguém que tem uma mente cristalizada no sistema ortorrômbico, ou no sistema triclínico-positivista.

Nós partimos da fé para a razão (como diz o S. Anselmo de Aosta), e não da razão para a fé (como diz o Anselmo “Bosta” Borges ). O que é fundamentado racionalmente (as tais “verificações” de que fala o Anselmo “Bosta” Borges) são os valores da ética, e não a fé. A fé é confiança em Deus, e esta não depende de qualquer fundamentação racional; e por isso não depende de qualquer debate público.

O Anselmo Borges faz uma confusão diabólica entre “valores da ética”, por um lado, e “fé”, por outro lado.

Por exemplo, o que eu critico no Islamismo é a ética muçulmana (baseada na Sharia) que é demoníaca — e não a fé do muçulmano. Há que distinguir entre a fé do muçulmano e os valores da ética exarados na Sharia.

O que está sujeito a verificação são os valores da ética, e não a fé propriamente dita. E o que exige debate público é a ética subjacente a uma determinada religião, e não propriamente a fé. Vê se aprendes, Anselmo Borges, seu burrinho!.


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Sábado, 10 Junho 2017

O filho-de-puta do Chico mandou colocar a bandeira sodomita no santuário de Fátima

Filed under: cardeal Bergoglio,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 9:49 pm

 

“No que fizerdes, trabalhai de todo o coração — como quem o faz para o Senhor e não para os homens, sabendo que é do Senhor que recebereis a herança como recompensa.”

→ Carta de S. Paulo aos Colossenses, 3 – 23,24


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É perfeitamente evidente que o Chico trabalha para os homens, e por isso a sua (dele) herança não será a herança do Senhor.

Sexta-feira, 9 Junho 2017

A asneira bergogliana do papista messiânico Anselmo Borges

 

O burrinho Anselmo Borges escreveu mais um panegírico messiânico acerca do papa Chiquinho. Todas as semanas temos no Diário de Notícias o relambório habitual da cavalgadura que transforma o Chico no Messias.

papa-açorda

papa-burro-webO Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal Gerhard Müller, recordou aos fiéis que o papa não é o messias, mas o vigário de Cristo; portanto exortou a não cair no papismo asinário do Anselmo Borges.

A última estupidez do Chiquitito foi proferida em plena praça de S. Pedro, no Vaticano. Disse o asno que “Deus não pode existir sem o ser humano”. Ora, isto é exactamente o que o Feuerbach e o próprio Karl Marx defenderam.

“Dear brothers and sisters, we are never alone. We can be far, hostile; we can even say we are ‘without God.’ But Jesus Christ’s Gospel reveals to us that God cannot be without us: He will never be a God ‘without man’; it is He who cannot be without us, and this is a great mystery! God cannot be God without man: this is a great mystery!”

A asneira do Chico burrico

Mesmo do ponto de vista filosófico e teológico, o Chico diz asneira, como é hábito nele. Basta pensarmos que o universo tem, segundo estimativas científicas, cerca de 13,8 mil milhões de anos-luz, e a espécie homo sapiens sapiens terá surgido há cerca de 100 mil anos. Os seja, segundo o Chico estúpido, antes de surgir o ser humano na Terra não existia nem o universo nem Deus.

Ca’gand’a burro!

É esta avantesma com uma deficiência cognitiva infinita que o asno Anselmo Borges venera como sendo o Messias.

Domingo, 21 Maio 2017

Este papa Chico está a criar confusão na Igreja Católica.

 

A confusão, em si mesma, não é necessariamente má quando se sabe que se trilha um caminho positivo; o problema é que ninguém tem um vislumbre de certeza — nem mesmo o Chico — de que o caminho escolhido pela actual elite clerical católica é o melhor caminho.

Por isso é que o Chico ataca descaradamente os cardeais que manifestaram dúvidas em relação à encíclica papal “A Alegria do Adultério”. Para o Chico, perguntar é ofensa; “os quatro cardeais perguntaram e ofenderam, e dividiram a Igreja Católica”. Não foi o Chico que dividiu a Igreja Católica: foram os 4 cardeais.

A justificação melíflua do Chico para atacar os 4 cardeais que fazem perguntas é a seguinte: os cardeais transformam a doutrina  (da Igreja Católica) em ideologia  (política) — que é exactamente que o Chico e os seus apaniguados fazem!: misturar a religião e a política. O Chico cabrão acusa os outros de fazerem aquilo que ele próprio faz.


Eu já começo a reparar alterações na liturgia da missa.

Por exemplo, o Padre aqui da freguesia já começou a entrar em diálogo com os participantes na missa que se transforma em uma espécie de “brainstorming” de analfabetos funcionais. E depois, o Padre mete os pés pelas mãos nos “diálogos com os crentes”, como aconteceu hoje em plena homilia na missa, por exemplo, quando, em resposta a uma pergunta de um participante na missa, tentou explicar “racionalmente” “o que é o Espírito Santo”. 1 

A hierarquia da Igreja Católica portuguesa — o Bispo do Porto, nomeadamente —, em vez de implementar as modernices que transformam a Eucaristia em uma “pseudo-sessão de reflexão colectiva New Age”, deveria ensinar, por exemplo, os sacerdotes a explicar simbolicamente o que é a Santíssima Trindade, tal como explicou Santo Agostinho há dois mil anos nas “Confessiones”: a realidade humana também é trinitária: nós somos, nós amamos, nós conhecemos.

Nós experimentamo-nos a nós próprios e ao mundo na perspectiva da primeira pessoa (eu sou), na perspectiva da segunda pessoa (eu amo um tu) e na perspectiva da terceira pessoa (eu conheço um ele, uma ela, uma coisa). Eu encontro-me no mundo como um eu, encontro o tu de um outro ser humano, e tudo isto acontece dentro do espaço e do tempo, dentro das estruturas e coisas que são descritas com os pronomes ele e ela. O nosso mundo constrói-se a partir do eu, do tu e das coisas. O mundo aparece-nos nesta trindade: é sempre o mesmo mundo, mas eu tenho uma relação tríplice com ele.

As propriedades de Deus, que são determinantes para a minha existência no tempo e na eternidade, e pelas quais posso orientar a minha vida em confiança e segurança, revelam-se-me no contexto destas três categorias. É neste contexto que o cristão faz as experiências fundamentais sobre a essência interior de Deus, experiências essas que têm o poder de interpretar todas as outras experiências do mundo.

Bastaria ao Padre ter previamente lido Santo Agostinho para explicar simbolicamente ao povo o que é a Santíssima Trindade.

Mas os padres andam confusos com as modernices do Chico. Os padres já não sabem quem é Santo Agostinho: só sabem quem são os teólogos da moda, os supra-sumos do espírito do tempo, os novos fariseus como o Anselmo Borges e o Frei Bento Domingues.


Nota
1. Na Idade Média, os diálogos entre o Padre e os crentes também existiram, mas era sempre no fim da missa, antes de as pessoas abandonarem a igreja — e não em plena homilia!

Sábado, 20 Maio 2017

A anti-igreja diz que houve “visões subjectivas” em Fátima, mas nada de aparições objectivas

 

Num cruzamento com semáforos, um automóvel embateu numa bicicleta. Instintivamente corri para o ciclista para saber se ele estava bem, e comecei a berrar com o automobilista. Foi então que alguém me disse que o ciclista tinha passado o sinal vermelho… ou seja, o meu instinto foi o de proteger o mais fraco (o ciclista), mas eu estava errado porque a culpa do acidente tinha sido do ciclista.

O que eu quero dizer é o seguinte: aconteceu um facto objectivo, mas eu interpretei esse acontecimento à minha maneira, interpretei esse facto conforme uma certa “inclinação” endógena e subjectiva. O facto de a minha interpretação ser subjectiva não retira ao acontecimento a sua objectividade — ou seja: não é por eu interpretar de uma certa forma subjectiva que o acidente deixou de ocorrer objectivamente.


relampago_vaticano_webUma situação análogaanalogia, mas não uma comparação ! — aconteceu com os três pastorinhos de Fátima em 1917: aconteceu “qualquer coisa” de objectivo, factual; e cada uma das crianças interpretou o fenómeno subjectivamente, dando lugar a pequenas discrepâncias na descrição do fenómeno.

E é baseando-se nessas pequenas diferenças subjectivas de relato devidas às interpretações, que a anti-igreja se encontra em um processo de colocar em causa a objectividade da aparição de Nossa Senhora de Fátima.

O Santo João Paulo II, antes de ser Papa e na década de 1970, já nos tinha prenunciado o aparecimento da anti-igreja, que é hoje representada pelo Chico Bergoglio e seus acólitos: em Portugal, temos por exemplo, a representação da anti-igreja em Anselmo Borges, o Bispo rabeta Carlos Azevedo, o Frei Bento Domingues, o Padre estalinista Mário Oliveira, entre outros. Les bons esprits se rencontrent…

A anti-igreja é indistinguível da ideologia secularista que obliterou a Lei Natural e os 10 mandamentos.

Terça-feira, 16 Maio 2017

O que é moderno é melhor do que o antigo (diz implicitamente o Anselmo Borges)

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:33 am

 

Durante a guerra colonial, havia a chamada “psique” ou “acção psicológica”. De pouco nos valeu: de repente, um punhado de capitães — de mal com a vida — acabou com o esforço da propaganda.

O Anselmo Borges também anda em acção de propaganda, ou em “acção psicológica”; de nada lhe vai valer, porque a guerra dele é contra a Natureza Humana — não obstante o argumento falacioso ad Novitatem do “mundo moderno” (“O que é moderno lava mais branco!”).

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