perspectivas

Sábado, 21 Outubro 2017

O Chico burrico e a pena-de-morte na Igreja Católica: o Chico é mentiroso

 

O catecismo da Igreja Católica diz o seguinte (2267) acerca da pena-de-morte:

papa-che- web“ A doutrina tradicional da Igreja, desde que não haja a mínima dúvida acerca da identidade e da responsabilidade do culpado, não exclui o recurso à pena de morte, se for esta a única solução possível para defender eficazmente vidas humanas de um injusto agressor.

Contudo, se processos não sangrentos bastarem para defender e proteger do agressor a segurança das pessoas, a autoridade deve servir-se somente desses processos, porquanto correspondem melhor às condições concretas do bem comum e são mais consentâneos com a dignidade da pessoa humana.

Na verdade, nos nossos dias, devido às possibilidades de que dispõem os Estados para reprimir eficazmente o crime, tornando inofensivo quem o comete, sem com isso lhe retirar definitivamente a possibilidade de se redimir, os casos em que se torna absolutamente necessário suprimir o réu são já muito raros, se não mesmo praticamente inexistentes”.

O Chico burrico, que diz ser “papa”, tem levantado uma celeuma dizendo que a Igreja Católica defende a pena-de-morte — o que não é verdade: o Chico é mentiroso. Só um burro de alto coturno não consegue interpretar o catecismo de forma lógica e conveniente.

Portanto : 1/ a Igreja Católica não defende a aplicação da pena-de-morte, salvo “se for esta a única solução possível para defender eficazmente vidas humanas de um injusto agressor”; 2/ há dizer ao Chico burrico que não há nada a alterar na doutrina da Igreja Católica.

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Quinta-feira, 19 Outubro 2017

Um papa burrinho

Filed under: cardeal Bergoglio,Igreja Anglicana,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 5:28 pm

 

O Chico é simultaneamente contra o chamado Aquecimento Global Antropogénico, e contra o controlo da população mundial.

Ora, acontece que quem é responsável pela propaganda ideológica do falso Aquecimento Global Antropogénico são os que compõem a aliança estratégica entre a plutocracia globalista e o marxismo internacionalista, por um lado, e por outro lado são os mais ricos do mundo que defendem o controlo da população mundial — porque, ao longo da História, as famílias numerosas sempre amedrontaram os poderosos.

Mas o papa Chico consegue o milagre da negação do princípio da não-contradição. Esse milagre devesse à burrice da criatura: não se trata de perversidade: é burro mesmo!

Quando o Chico chegou ao pontificado, fiz a carta astral dele; e logo naquela altura verifiquei que o sujeito teria a probabilidade de sérias limitações cognitivas. O Chico é um “revolucionário” no sentido modernista, mas Deus não o favoreceu intelectualmente.

O Chico é burrinho.

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Sábado, 14 Outubro 2017

O “diálogo sincero” do papa Chico, segundo o Evangelho do Anselmo Borges

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 7:13 pm

 

« Ainda os diálogos do Papa Francisco e de Dominique Wolton: Politique et société.

Se há palavra que atravessa o livro todo é a palavra diálogo. "Como é que a Igreja poderia contribuir hoje para a mundialização?", pergunta Wolton. E Francisco: "Pelo diálogo. Penso que sem diálogo hoje não é possível. Mas um diálogo sincero, mesmo se for preciso dizer na cara coisas desagradáveis." »

Anselmo Borges


“O diálogo sincero acaba em cuecas.” — Nicolás Gómez Dávila

 

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Segunda-feira, 9 Outubro 2017

O papa do mundo, e não um papa de Deus

Filed under: Frei Bento Domingues,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 10:39 am

 

Mais um texto do Frei Bento Domingues. Cada parágrafo mereceria (quiçá) um comentário, o que faria enorme o texto/comentário. Somos obrigados a resumir o texto, sob pena de o tornarmos fastidioso, e mesmo prolixo.

O Frei Bento Domingues domina a técnica da mentira denunciada pelo poeta Aleixo:

“Prá Mentira ser segura / E atingir profundidade, / Tem que trazer à mistura / Qualquer coisa de verdade”.

Por exemplo, em nome da “Misericórdia”, o Frei Bento Domingues abole o juízo crítico (nos outros!, porque ele e os da laia dele — os Pneumáticos da Igreja Católica — não prescindem do direito de julgar os outros).

A “Misericórdia” do Frei Bento Domingues serve para que se absolvam os pecados, e não já os pecadores como se absolviam na Igreja Católica original. Diz o frade, citando o papa Chiquinho:

“Devemos antepor a misericórdia ao julgamento e, em todo o caso, o julgamento de Deus será sempre feito à luz da sua misericórdia”.

Na Igreja Católica original, eram os pecadores que eram absolvidos; na Igreja do papa Chiquito e do Frei Bento Domingues, são os pecados que são absolvidos, e, por isso, já não há pecadores.

Ou melhor: os pecadores que existam são aqueles a quem os pecados não são (propositadamente) absolvidos pela Nova Igreja do papa Chico e dos seus apaniguados: nunca a Igreja excomungou de facto tanta gente como agora; e, paradoxalmente, os membros da Igreja passaram a ser involuntária- e maioritariamente quem não faz parte dela.

Este não é um “papa das periferias”: em vez disso, é um papa do “não-catolicismo”. Para ele, a “periferia” é tudo aquilo que não pertence ao mundo católico, ou à realidade católica propriamente dita.

“Quando a lei e a moralidade entram em contradição, as pessoas ou perdem o sentido da moral, ou perdem o respeito pela lei”

Walter E. Williams.

Vejam a vídeo/conferência de Walter E. Williams no fim do texto.

Perante a contradição permanente que o papa Chico introduziu entre moral, por um lado, e lei (canónica ou outra), por outro lado (por exemplo, quando admite a comunhão adúltera) — ou os católicos perdem a confiança (perdem a fé) em Deus que suporta a moral que o papa coloca em causa, ou passam a desprezar a nova lei emanada do novo Poder instalado no Vaticano.

Colocado entre estas duas vias da contradição papal, eu prefiro enviar ao “papa” e aos seus acólitos o meu muito profundo e incomensurável desprezo.

 

Sábado, 30 Setembro 2017

Deduzo que o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada pensa que S. Roberto Belarmino não tinha razão

 

“Tanto quanto está autorizado a resistir a um Papa que comete uma agressão física, do mesmo modo que é permitido resistir-lhe se faz mal às almas ou perturba a sociedade e, com mais forte razão, se procurasse destruir a Igreja — é permitido, digo, opôr-se a ele não cumprindo as suas ordens e impedindo que a sua vontade seja realizada.

Não é lícito, contudo, julgá-lo em tribunal, impor-lhe punição, nem o depor, pois estes são actos próprios a um superior”.

→ São Roberto Belarmino, “De Romano Pontifice”, Livro II, Capítulo 29.


O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada pensa que não se deve resistir ao papa “se este faz mal às almas ou perturba a sociedade e, com mais forte razão, se procurasse destruir a Igreja”.

Um grupo de católicos, seguindo a opinião de S. Roberto Belarmino, não cumpre as ordens do papa Chico e impede que a sua (dele) vontade seja realizada no que diz respeito a uma determinada encíclica que é clara- e evidentemente permissiva em relação ao adultério.

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada esconde-se por detrás da definição nominal canónica de “heresia”, esquecendo-se de que, sob o ponto de vista figurativo e simbólico, “heresia” significa também “acção ou palavra ímpia, sacrílega, disparate, absurdo”. Por exemplo, quando o Chico diz que “é mais importante o acolhimento de imigrantes do que a segurança das populações autóctones”, estamos perante um disparate que até um burro pode verificar — mas o Padre recusa-se a ver. Pior que um burro, é o “cego” que não quer ver.


A condenação do adultério faz parte dos Mandamentos não só do Judaísmo, mas também do Cristianismo, para além de outras religiões que também o condenam, como por exemplo, o Budismo. Neste sentido, podemos dizer que a condenação do adultério é dogmática — no sentido em que não se discute teologicamente, por ser teológica- e racionalmente consensual. Colocar em causa a condenação (ética e teológica) do adultério é, por analogia, como colocar em causa os Primeiros Princípios: as evidências não se questionam. Neste sentido, colocar em causa, explicita- ou implicitamente, o dogmatismo da condenação católica do adultério é uma forma de heresia.

Santo Agostinho distingue a “lei eterna” (pensada de acordo com o modelo dos estóicos), por um lado, da “lei natural”, por outro lado.

A lei eterna (a lei de Deus) desmultiplica-se e permanece idêntica a si mesma (apesar da passagem do tempo), inscrevendo-se como lei natural em cada consciência humana à maneira de um anel de cera (De Trinitate, XIV, xv, 21). Santo Agostinho assume assim a identidade entre a Lei Natural e a Lei de Moisés (os Mandamentos), e procede a uma nova divisão do Decálogo que foi aceite pela teologia romana, e depois pela luterana, estruturando as Sumas dos confessores da Idade Média. O número 6 do Decálogo de Santo Agostinho é a proibição do adultério.

Ora, o papa Chico mandou Santo Agostinho às malvas. E o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada, de uma forma corporativista e desafiando a opinião de S. Roberto Belarmino (sim!, porque o Padre é muito mais importante que o Santo!), ataca quem critica o Chico. Ora, nem o papa está acima de críticas.

Quarta-feira, 13 Setembro 2017

O papa estúpido

 

O Chico está a estudar uma maneira de dar a volta à encíclica Humanae Vitae do Papa Paulo VI, de forma a que a Igreja Católica aceite e recomende a pílula-do-dia-seguinte, por exemplo; e isto numa altura em que estudos científicos comprovam que as pílulas anticoncepcionais prejudicam seriamente a saúde das mulheres que as tomam.

Logicamente que o próximo passo do Chico será a aceitação do aborto por parte da Igreja Católica. O Anselmo Borges deve andar feliz.

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É este mesmo cabrão (um enorme filho de uma puta!) que diz que “quem não acredita no Aquecimento Global Antropogénico é um estúpido”. Ou melhor: quem não acredita nas “alterações climáticas”, porque o conceito de Aquecimento Global Antropogénico já deu com os burros na água porque existe o Sol — quem lhes dera que o Sol não existisse!, em nome da “ciência”!

Quem ouvir este tipo de besta pensa que o planeta Terra nunca teve “alterações climáticas”. Segundo essas bestas bípedes, só agora é que existem “alterações climáticas”. E mais!: declaram (em nome da ciência!) que controlam o curso do clima e que conhecem o futuro das “alterações climáticas”! –> A mesma ciência que no século XIX (por exemplo, com Ernst Haeckel) defendeu a ideia segundo a qual “a célula viva era uma coisa muito simples e que tinha surgido espontaneamente da lama”.

“Puta que os pariu!” (Luiz Pacheco).

Sexta-feira, 8 Setembro 2017

A Igreja Católica do papa Chico, do Anselmo Borges e do Frei Bento Domingues

 

Terça-feira, 25 Julho 2017

O absurdo da teologia do Frei Bento Domingues

 

Não é preciso ser teólogo para verificar o absurdo na “teologia” do Frei Bento Domingues.

“O Cardeal Robert Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, dirigiu uma Carta aos Bispos diocesanos — ou àqueles que, por direito, lhe são equiparados — para lhes recordar o dever de vigiarem a qualidade do pão e do vinho destinados à Eucaristia e à idoneidade daqueles que os fabricam. Um amigo, pouco versado na linguagem litúrgica, reagiu: querem ver que a ASAE já chegou à Missa!? Acrescentei: ou será que já andam para aí a celebrar com broa de milho?

Esta Carta […] liga a verdade e a eficácia sacramental da Eucaristia à pureza de um cereal — o trigo — e ao produto da videira, o vinho fermentado ou não.

Urge uma alteração de paradigma na teologia dos sacramentos e da liturgia.”

Frei Bento Domingues : ¿Jesus não gostava de broa?


Temos aqui uma descrição hipotética da última ceia de Jesus Cristo.

Sendo hipotética ou não, ou tendo sido de outra forma, existiu — para além do conteúdo — com certeza uma forma que tradicionalmente se opõe à matéria bruta. É o formal, que respeita à forma, por oposição ao material: a distinção lógica entre verdade formal e verdade material permite precisar dois tipos de critérios que devem satisfazer os enunciados ou raciocínios, para serem verdadeiros: conformidade “formal” às regras da lógica, e adequação ao conteúdo — e portanto, adequação do sentido — dos enunciados à realidade a qual se referem.

Ou seja, a crítica do Frei Bento Domingues à preocupação do cardeal Sarah com o formalismo eucarístico é simultaneamente uma crítica a qualquer conteúdo ideológico ou de sentido que a forma requerida implica. Mas os historiadores, ao fazerem a reconstituição do menu da última ceita de Jesus Cristo, revelaram (para além do conteúdo ideológico) o simbolismo da forma que contribuiu também para dar sentido ao acontecimento.

Ou, por outras palavras, o Frei Bento Domingues é estúpido — porque ele parece preocupar-se com o conteúdo [da Eucaristia], sem que demonstre uma equivalente preocupação com a forma. E conteúdo sem forma é o absurdo, não tem sentido nenhum.

Segunda-feira, 3 Julho 2017

O ‘efeito’ Francisco na Igreja Católica, e o Frei Bento Domingues

 

Quando leio alguma coisa escrita pelo Frei Bento Domingues (e pelo Anselmo Borges também), tenho imensa dificuldade em comentar — porque é difícil comentar uma narrativa desprovida de nexo racional.

fbd-2-webPor exemplo, este texto do Frei Bento Domingues: diz ele que Lutero faz falta à Igreja Católica; e (pergunto eu), ¿por que razão Lutero faz falta à Igreja Católica? O Frei Bento Domingues não diz a razão. Seria como se eu dissesse que “faz falta que os portugueses comam muito feijão”, mas não explique por que razão se deve comer tal semente. A narrativa do Frei Bento Domingues não tem nexo racional.

Antes de mais, caro leitor, veja aqui o “efeito Francisco” na Igreja Católica da Austrália. Desde que o Chico entrou no Vaticano, a Igreja Católica australiana têm vindo a decair a olhos vistos. São factos, e não uma narrativa: olhem para os números. Ora, é isto que o Frei Bento Domingues e o Anselmo Borges pretendem para Portugal: o “efeito Francisco”.

Se existe inimigo interno da Igreja Católica em Portugal, é o Frei Bento Domingues.

Aos católicos, pouco interessa que o Chico seja muito popular entre ateus e agnósticos. O que interessa aos católicos é que, de facto, o “efeito Francisco” tem vindo a degradar a Igreja Católica em si mesma, como podemos ver no caso da Austrália.

Portanto, a “deformação da Igreja Católica”, a que se refere o Frei Bento Domingues, vem do próprio Chiquinho.

A ideia do Frei Bento Domingues segundo a qual a Igreja Católica do papa Chico deve adoptar a Doutrina da Justificação de Lutero, é digna de um filho-de-puta; e, a um filho-de-puta destes, só lhe falta a defesa do determinismo calvinista da salvação dos eleitos.

Sexta-feira, 23 Junho 2017

Ao contrário do que defende o Anselmo Borges, o papa Chico não tem razão em quase nada

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:02 am

 

O Anselmo Borges, que (entre outros) representa, na cultura, a aberração que é o papa Chico, manifesta aqui o desejo de que houvesse uma História sem “vencidos” nem “vencedores”.

papa-freak-webÉ difícil de perceber o que o Anselmo Borges pretende dizer; ¿será que ele desejaria que os vencedores da História (a existirem) fossem outros?; por exemplo, ¿aqueles que “perderam” com a queda do muro de Berlim? Ou ¿será que ele pretenderia eliminar, da Realidade, qualquer forma de “vencedores” e de “vencidos”? (eliminando qualquer tipo de hierarquia), ¿fazendo da realidade aquilo que ele deseja?, ¿fazendo com que o universo fosse feito à medida dele?

De uma forma ou de outra, parece certo que o Anselmo Borges tem um parafuso desapertado.

Desde logo porque a interpretação hegeliana que ele faz da História — que esteve na moda nas academias durante o século XX e que influenciou até o Salazar, e que é própria dos marxistas — é incompatível com a interpretação católica original, que é uma História cíclica, na sua origem. Para o católico propriamente dito — que não é o Anselmo Borges ou o papa-açorda — a questão de saber se se vence ou se se perde na História, é praticamente irrelevante.

Sobre a concepção histórica de Hegel, que se baseia na dialéctica, Nicolás Gómez Dávila (o grande reaccionário católico que faria o Anselmo Borges vomitar de nojo, Graças a Deus) escreveu:

A negação dialéctica não existe entre realidades, mas apenas entre definições. A síntese em que a relação se resolve não é um estado real, mas apenas verbal. O propósito do discurso move o processo dialéctico, e a sua arbitrariedade assegura o seu êxito.

Sendo possível, com efeito, definir qualquer coisa como contrária a outra coisa qualquer; sendo também possível abstrair um atributo qualquer de uma coisa para a opôr a outros atributos seus, ou a atributos igualmente abstractos de outra coisa; sendo possível, enfim, contrapôr, no tempo, toda a coisa a si mesma — a dialéctica é o mais engenhoso instrumento para extrair da realidade o esquema que tínhamos previamente escondido nela.”

Este conceito de Nicolás Gómez Dávila mete o Anselmo Borges (e a sua concepção hegeliana da História) numa pia. Como se diz em inglês: Let him sink in!


É certo que houve um desenrolar da História, uma sucessão de factos que fez a História.

Os homens fazem a História que os faz; a História faz os homens que a fazem; os homens fazem a sua história sem a fazer.1

É nesta última proposição (os homens fazem a sua história sem a fazer) que reside a noção de uma influência transcendente na História — não pelo “Destino” de Vico, de Espinosa ou de Fernando Pessoa; não pela “Ideia” de Hegel, porque são ambos conceitos exclusivamente imanentes tão caros ao Anselmo Borges e ao papa-açorda; mas antes pelo conceito newtoniano de “Deus presente no universo e que, sem a Sua presença permanente, mas exógena (alguém que está presente e que condiciona uma determinada realidade, mas não pertence à essência da realidade em que está presente e que condiciona), o universo e a História não poderiam existir”.

Ao contrário do que defende o Anselmo Borges, o papa Chico não tem razão em quase nada. Por exemplo: aplicar a casuística  ao sacramento  da Eucaristia  não lembra ao careca, mas lembra muito bem a Satanás e aos seus acólitos dentro da Igreja Católica .


Nota
1. (Edgar Morin).

Quarta-feira, 21 Junho 2017

O Frei Bento Domingues considera-se acima dos santos da Igreja Católica

Filed under: Frei Bento Domingues,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:05 am

 

Quando lemos um texto do Frei Bento Domingues, dá-nos a sensação de uma logomaquia: ele mistura propositadamente alhos com bugalhos, porque, no meio da confusão entre verdades e mentiras, ele tem a esperança de que absorvamos as ideias expostas de uma forma acrítica.

Em primeiro lugar, o Frei Bento Domingues tem uma obsessão com a “igualdade”.

Em matemática, a igualdade é a relação entre grandezas que permite que possam ser substituídas uma por outra.

É neste sentido que os igualitaristas ditos “católicos” — como são, por exemplo, Frei Bento Domingues ou Anselmo Borges — concebem a ideia de “igualdade”: os seres humanos e os respectivos sexos (ou as alegadas inúmeras “identidades sexuais”), são intermutáveis (podem ser substituídos uns por outros).

“Nos finais dos anos 60 do século passado, num curso de cristologia, dediquei algumas aulas a investigar, com os alunos, o contraste entre a atitude de Jesus em relação às mulheres e a sua permanente ausência nas grandes decisões de orientação da Igreja. As mulheres não tinham podido votar os documentos do concílio ecuménico Vaticano II, como também nunca tinham tido voz activa em nenhum outro Concílio. Um estudante, no debate, argumentou que, por isso, era um abuso falar de concílios ecuménicos, porque lhes faltou sempre a voz e o voto das mulheres cristãs”.

Frei Bento Domingues

Esta obsessão com a “igualdade” por parte do frade (que é característica da Esquerda) conduz inexoravelmente a sociedade a uma forma de totalitarismo mediante o controlo da linguagemcomo já está a acontecer no Canadá, por exemplo.

Ademais, é falso (Frei Bento Domingues é um mentiroso!) que Jesus Cristo tenha tratado as mulheres “em contraste com as grandes decisões da Igreja” — como afirma o frade. É mentira. Frei Bento Domingues mente!

O Frei Bento Domingues tem tamanha sapiência que se permite condenar as decisões de um papa que foi santificado pela Igreja Católica (João Paulo II). O Frei Bento Domingues considera-se acima dos santos da Igreja Católica.


A matéria em análise e em causa por parte do frade diz respeito à criação de “sacerdotisas” na Igreja Católica, tal como existiram sacerdotisas nas religiões pagãs. Aliás, o Frei Bento Domingues também é obcecado pelo paganismo, e pretende transformar o catolicismo em uma espécie de religião pagã.

sacerdotisas-web

“When my dad retired in 1976 at 74, the Church was still a male institution. It was still taken seriously.

Since the ordination of the first women in 1994, its make-up has changed quite drastically. Between 2002 and 2012, the number of female full-time clergy increased by 41 per cent while number of full-time male clergy dropped nearly at the same rate. Now women comprise one in five members of the full-time clergy and there are far more part-time clergy the majority of whom are women”.

Women clergy will be the death of the Church of England

Com a criação de sacerdotisas, a Igreja Anglicana está hoje praticamente morta.

A Igreja Anglicana é hoje uma Igreja “colorida”. Só lhe falta agora o “casamento” entre sacerdotisas lésbicas e sacerdotes gays para transformar a Igreja Anglicana em um grupo folclórico colorido. É isto que o Frei Bento Domingues gostaria de ver na Igreja Católica: um grupo folclórico pagão.

Portanto, temos que olhar para a realidade concreta (e não para utopia do Frei Bento Domingues) e, por exemplo, olhar para o que está a acontecer às igrejas protestantes com a criação de sacerdotisas; e retirar daí as respectivas conclusões.

“Vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar!”

Não podemos ignorar a realidade em nome da utopia — a não ser em nome da malícia de um personagem melífluo e serôdio que entrou para o clero da Igreja Católica para ser do contra e do reviralho. O Frei Bento Domingues sempre tentou minar a Igreja Católica por dentro; não há pior inimigo da Igreja Católica senão aquele que opera no seu seio.

Sexta-feira, 16 Junho 2017

A nossa luta contra o Chico e seus sequazes como o Anselmo Borges, “¡es una lucha a muerte!”

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 10:41 am

 

papa-freak-webO papa Chiquinho nomeou os novos membros da Pontificia Academiae Pro Vita ou, em português, Academia Pontifica Para a Vida, que lida com assuntos relacionados com a bioética, como, por exemplo, o aborto.

O Chico teve a preocupação de excluir a esmagadora maioria dos membros da Pontificia Academiae Pro Vita nomeados pelo Papa João Paulo II, e pelo Papa Bento XVI. E mais: pela primeira vez, um papa nomeia para a Academia um “teólogo anglicano” (Nigel Biggar) que se declara publicamente a favor do aborto e a favor da eutanásia.

Além disso, o Chico burrico anunciou os novos estatutos da Pontificia Academiae Pro Vita, segundo os quais deixa de ser necessário aos seus membros respeitar os ensinamentos da Igreja Católica a favor da vida humana — o que significa, por exemplo, que a Catarina Martins poderia perfeitamente fazer parte da Pontificia Academiae Pro Vita com os novos estatutos aprovados pelo Chico burrico.

É neste contexto que o Anselmo Borges escreve:

“Não tem razão quando exige uma reforma profunda na Cúria Romana, que tem de estar ao serviço da Igreja universal? Não tem a Igreja de respeitar no seu seio os direitos humanos, que não pode pregar apenas para fora, nomeadamente o direito à liberdade de pensamento e de expressão? Não tem razão ao deixar campo livre à missão dos teólogos para poderem investigar?”

Para o Anselmo Borges e o Chico, “respeitar os direitos humanos” é liberalizar o aborto, por exemplo; e “o direito à liberdade de pensamento e de expressão” é poder defender o aborto livre e a eutanásia no seio da própria Igreja Católica, neste caso na Pontificia Academiae Pro Vita fundada pelo Papa João Paulo II em 1994. É esta a “investigação dos teólogos”, segundo o Anselmo Borges. Ou seja, estamos perante mais uma filha-da-putice do Anselmo Borges e do seu guru, o Chico burrico.

O caso do Anselmo Borges é uma desgraça; a pessoa Anselmo Borges, em si mesma, é uma desgraça. Propõe ele, alegadamente para que se salve a Igreja Católica ou para o seu “progresso” (como se o progresso fosse uma lei da natureza), a destruição progressiva da Igreja Católica — é um caso típico da estupidez humana segundo Cipolla.

A nossa luta contra o Chico e seus sequazes como o Anselmo Borges, “¡es una lucha a muerte!”.

Nós somos hoje a contra-cultura.

O Anselmo Borges faz parte da cultura dominante e integra o “sistema”. “Em um tempo (como é o nosso) em que a rebelião é a nova ortodoxia, a antiga ortodoxia é, de facto, a única rebelião que resta” (G. K. Chesterton).


marcel-lefebre-web

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