perspectivas

Segunda-feira, 22 Abril 2019

O papa Chicozinho condenou o massacre em Ceilão, mas não falou nos atacantes

Filed under: papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 2:33 pm

 

“He actually talks about everything except the real problem. It’s probabably what’s left of Christendom’s fault for being triumphalistic and rigid.”

Pope Fails to Mention Perpetrators in Sri Lankan Attacks


papa-vergonha-web

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Sexta-feira, 22 Março 2019

O Chiquismo

 

Há um determinado tipo de “conservador católico” que eu considero ser pior do que o esquerdista típico — a nova geração de progressistas direitosos e campeões dos direitos de braguilha; prefiro a bala marxista a uma palmadinha nas costas de um direitóide do CDS da Assunção Cristas ou do PSD do Rui Rio.

Prefiro a bala marxista a uma palmadinha nas costas de um direitóide do CDS da Assunção Cristas ou do PSD do Rui Rio.

Por exemplo, o papa-açorda Chico representa o que mais detestável existe no chamado “conservadorismo católico”. Vamos chamar a este novo “conservadorismo católico” de “Chiquismo”.

O Chiquismo segue a tradição da Teoria Crítica  do marxismo cultural  (que, por sua vez, influenciou a Nova Teologia  que marcou o Concílio do Vaticano II): utiliza violentamente a picareta ideológica, como se não existisse amanhã! Critica tudo e todos, mas não oferece uma alternativa social e política que seja facilmente perceptível: o revezamento ideológico (a alternativa do sentido da vida) é tão “absconditus” como o Deus que já não existe na realidade do actual “conservadorismo católico”. Essa alternativa social e política existe no discurso do Chiquismo, mas é propositadamente escondida para não assustar os católicos em geral.


Podemos ver, bem patente, o Chiquismo neste texto da autoria de moderno “conservador católico” que dá pelo nome de Patrick Deneen, e que o Carlos Fiolhais gostou tanto que transcreveu para o seu blogue. Quando o Carlos Fiolhais transcreve um texto no seu blogue, só devemos desconfiar.


Patrick Deneen faz uma crítica ao liberalismo político (americano). Eu também critico o liberalismo se este for concebido pela ruling class como um fim em si mesmo — que é o que acontece com o liberalismo do globalismo e dos neocons (não confundir “globalismo” e “globalização”: a globalização começou com os descobrimentos portugueses), e não como um meio ou instrumento político de prossecução da Vida Boa.

Ora, o tal Patrick Deneen não faz essa distinção entre meios e fins, no que diz respeito ao liberalismo americano que, conforme fundado no século XVIII, já pouco tem a ver com o liberalismo político actual.

Ou seja, Patrick Deneen não faz (no texto) a distinção entre o liberalismo religioso dos fundadores dos Estados Unidos, por um lado, e, por outro lado, o liberalismo ateu e materialista promovido pela maioria da ruling class americana actual.

Quando Donald Trump fala amiúde em “Deus” nos seus discursos, ele sabe perfeitamente que o liberalismo sem Deus não faz qualquer sentido — ou, como dizia o liberal Montesquieu: “Se Deus não existisse, teria que ser inventado”.

Deus é o fundamento metajurídico do liberalismo dos Estados Unidos; Deus é Aquilo que está “antes e para além” da própria Constituição dos Estados Unidos.

Não é possível defender a democracia e simultaneamente defender as ideias do papa-açorda Chico.

Se retirarmos Deus da simbologia política liberal americana, toda a estrutura constitucional e institucional americana é colocada em causa, como está, aliás, a acontecer actualmente com a radicalização à esquerda de gente como Alexandria Ocasional-Cortex ou Beto O’Dork.

Patrick Deneen não deixa de ter razão em algumas críticas que faz ao liberalismo político, mas “esqueceu-se” de traçar a mudança (na cultura política) do conceito de “liberalismo” desde o século XVIII — por exemplo, no século XVIII começou-se por chamar de “democráticas” às instituições liberais do século XVIII, mas hoje chamamos de “liberal” à servidão “democrática” (que de “democrática” tem apenas o nome): a construção política do leviatão da União Europeia é apenas um dos exemplos da “servidão democrática” que se diz “liberal”, e que obedece claramente a critérios de sinificação institucional.

Não é possível democracia sem o nacionalismo (esta foi a melhor herança de Napoleão: o Estado-Nação que torna possível a democracia). E é o nacionalismo que o Chiquismo condena, horrorizado! Não é possível defender a democracia e simultaneamente defender as ideias do papa-açorda Chico; e é isto que o Patrick Deneen não diz.

Quinta-feira, 21 Fevereiro 2019

O Anselmo Borges mete nojo aos cães

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 6:30 pm

 

“Para Anselmo Borges, padre e professor de Filosofia, o grande mérito do encontro entre o Papa e os presidentes das conferências episcopais, desta quinta-feira até domingo, em Roma, será forçar os bispos a tomarem consciência da gravidade dos abusos sexuais de menores”.

Anselmo Borges: “O celibato obrigatório não faz sentido”


a) Quem ouvir o Anselmo Borges, fica com a ideia de que é obrigatório ser Padre; e, sendo obrigatório a qualquer homem seguir o sacerdócio, segue-se que não é justo que se lhe imponha o celibato.

O Anselmo Borges é muito desonesto, do ponto de vista intelectual. O Anselmo Borges é uma fraude académica. É uma vergonha!

Que fique claro:

1/ nenhum homem é obrigado a seguir o sacerdócio; só vai para Padre quem quer.

2/ a Igreja Católica está infestada de homossexuais (a máfia alfazema): se é verdade que nenhum homem é obrigado a seguir o sacerdócio, também é verdade é que a percentagem de homossexuais no clero católico é assustadora (perguntem, por exemplo, ao Bispo Azevedo).

O abuso sexuais de menores é esmagadora- e maioritariamente homossexual (abusos de crianças do mesmo sexo). É isto que o desonesto Anselmo Borges não diz; e por isso é que ele mete nojo aos cães.

O problema não está no celibato (como parece fazer crer o desonesto Anselmo Borges: falácia do espantalho): o problema da Igreja católica está na paneleiragem que controla a actual Igreja do papa Chiquinho.

b) Os católicos ditos “progressistas” andam a falar muito na necessidade do diaconato para as mulheres, mas fazem de conta que não existe o diaconato os homens. As diferenças entre sacerdotes e diáconos são as de que estes últimos “não consagram a hóstia nem ungem enfermos, como também não atendem confissões”.

“Os poderes de um diácono são: ministrar os sacramentos do baptismo e do matrimónio, dar bênçãos diversas, dar a bênção do santíssimo sacramento, fazer a celebração da palavra, distribuir a sagrada comunhão e fazer pregações”.

Os diáconos podem ser casados; mas deste facto na fala o Anselmo Borges, porque falar no “diaconato dos casados” não mina a estrutura da Igreja Católica. O que interessa ao diabólico Anselmo Borges é destruir a Igreja Católica.

Quarta-feira, 13 Fevereiro 2019

Os novos pecados da Igreja do Chico

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 5:33 pm

 

novos pecados web

Domingo, 10 Fevereiro 2019

A ideia segundo a qual “o pluralismo e a diversidade de religiões é querida por Deus”, é directamente contrária à fé católica

 

1/

Este é um princípio decisivo para quem queira estar na religião/religiões com dignidade: Deus não precisa que O defendam; as pessoas sim. Porque é isso que Deus quer, o seu único interesse são as pessoas”.

O Anselmo Borges diz que “Deus não precisa que O defendam”, por um lado; mas, por outro lado, ele fala em defesa de Deus (“porque é isso que Deus quer, o seu único interesse são as pessoas”). O Anselmo Borges pretende fazer a defesa de Deus dizendo que “Deus não precisa que O defendam” — o que não é senão uma forma sinistra de o defender, mas de uma forma negativa.

O Anselmo Borges é uma contradição com pernas. O que me admira é que ninguém, dentro da estrutura eclesiástica da Igreja Católica portuguesa, tenha coragem de lhe fazer frente na praça pública.

2/

É claro que o Anselmo Borges vem fazer a defesa da visita do papa Chiquinho aos Emirados Árabes Unidos — um país que se rege pela lei islâmica da Sharia e que, por isso, pratica a pena-de-morte, e aplica o imposto da Jizya aos católicos. Mas estes factos insofismáveis, que demonstram que não existe reciprocidade nos países islâmicos, são escondidos da opinião pública em nome do marxismo cultural.

A ideia segundo a qual “o pluralismo e a diversidade de religiões é desejada por Deus” (ideia esta defendida pelo Chicão e pelo palerma Anselmo Borges), é directamente contrária à fé católica.

O pluralismo e a diversidade religiosas, entendidas exclusivamente em si mesmas e por princípio, são um mal — e por isso não podem ser desejadas por Deus. As ditas “religiões” que não incluem em si mesmas o conceito de Santíssima Trindade, são falsas religiões. Ponto final.

Neste sentido, podemos dizer que o Chico é um apóstata: ele pode ser aquilo que ele quiser, mas certamente não é um católico.

3/

A Igreja Católica segundo o Chico é assustadora, porque, por exemplo, não tem em consideração o conceito islâmico de Taqiyya. O Chico condena a Igreja à imolação no altar da lei islâmica (Sharia) — e isto em nome do “pluralismo”, “fraternidade”, “diversidade”, etc.

As pessoas (como o Anselmo Borges) têm fraca memória, e já se esqueceram do que aconteceu à Esquerda depois da revolução islâmica no Irão. A Esquerda iraniana aliou-se aos Aiatólas contra o Xá, e depois os islamitas assassinaram tudo o que mexia à esquerda. O mesmo irá acontecer com a Igreja Católica do Chicão.

Deus o leve mais cedo do que tarde, antes que cause mais alarde.

4/

O facto de haver liberdade (jurídica) de praticar uma determinada religião, não significa que eu seja obrigado a reconhecer ou a aceitar a ideia segundo a qual “todas as religiões são iguais” — aliás, este mesmo princípio é seguido pela lei islâmica nos Emirados Árabes Unidos, onde os católicos pagam um imposto específico pelo simples facto de serem católicos (Jizya).

Ora, é isto que o Chico defende (que as religiões são todas iguais), alegadamente em nome da Igreja Católica e contra a doutrina da Igreja.

Vemos em baixo um vídeo em que o francês Eric Zemmour explica o conceito de islamização de um determinado território. Mas, a julgar pelo Anselmo Borges (que segue o seu guru Chicozinho), a islamização da Europa é aceitável em nome do “pluralismo”, “fraternidade”, “diversidade”, etc..

É espantoso como o Anselmo Borges fala do Islamismo, quando parece objectivamente que ele nunca leu o Alcorão.

Só uma besta quadrada do calibre do Anselmo Borges (ou/e o Chico) pode afirmar que “as religiões são todas iguais”. De facto, não são!

 

Quarta-feira, 30 Janeiro 2019

O Vaticano do papa Chico é um antro de paneleiros

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 5:01 pm
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Um livro a ser brevemente publicado pelo sociólogo francês Frédéric Martel (ele próprio um invertido), revela que o Vaticano do papa Chicozinho é um antro de panascas onde funciona a maior rede de apanascamento do mundo inteiro.

vaticano-antro-de-panascas-veb

O livro será publicado em 20 países, mas não conta que o Bloco de Esquerda autorize a sua publicação em Portugal.

o chico e NSF

Segunda-feira, 14 Janeiro 2019

A Igreja Católica portuguesa deveria denunciar publicamente o burro mentiroso Anselmo Borges

 

O silêncio da Conferência Episcopal Portuguesa em relação às opiniões de Anselmo Borges publicadas nos me®dia, revelam cumplicidade : a Igreja Católica portuguesa está minada por dentro.

Os fiéis católicos têm todo o direito de expulsar um Bispo de uma igreja, se as opiniões dele forem contra o estipulado pelo Direito Canónico ou contra o catecismo da Igreja Católica. Os bispos e padres não são deuses; se as suas opiniões forem contra o estipulado pela tradição e pela doutrina da Igreja Católica, temos (nós, os católicos) todo o direito de os expulsar de uma igreja no decorrer de uma missa.

A recente polémica com o Bispo Lindinho do Porto revela, de facto, que a Igreja Católica portuguesa está muito doente. Cabe ao povo católico limpar a Igreja e extirpar o veneno destilado por um clero decadente às ordens de um papa anticristo.


O Anselmo Borges escreveu:

“Na sua obsessão pelo sexo, a Igreja não pode reclamar-se de Jesus. De facto, segundo os Evangelhos, Jesus raramente falou de sexo e, quando o fez, foi provocado por perguntas que lhe fizeram. E, aí, apelou para o amor, a fidelidade no casal e a igualdade do homem e da mulher. Apaixonado pela felicidade das pessoas, participou em festas de casamento e até fez com que aparecesse o vinho que faltava: 600 litros! Ele próprio celibatário, não impôs o celibato: São Pedro, por exemplo, era casado, e o celibato obrigatório para os padres na Igreja do Ocidente só começou a impor-se no século XI, com o Papa Gregório VII.”

Os Evangelhos do Anselmo Borges não são os mesmos que os católicos comuns lêem. O Anselmo Borges tem um evangelho especial, só para ele.


Não há nada nos Evangelhos canónicos que afirme a igualdade de condições (ou igualdade social) entre a mulher e o homem.

A ideia da igualdade de condições (igualdade social) é um conceito marxista que o peçonhento Anselmo Borges atribui a Jesus Cristo.

A ideia de igualdade de condições (igualdade social) entre o homem e a mulher era totalmente estranha à Cultura antes de Engels e Karl Marx.

O que Jesus Cristo defendeu foi a igualdade ontológica (dignidade igual) de homens e/ou mulheres — o que não significa que homens e mulheres tenham todos o mesmo Poder ou as mesmas características, mas que têm uma dignidade igual.


Sobre o casamento e o celibato, aconselho ao Anselmo Borges a leitura de Mateus 19, 10 – 12 (veja se aprende, Ó Grande Burro!): “Há eunucos que se fizeram a si mesmos”.

É absolutamente falso que o celibato não era praticado e aconselhado pelos primeiros padres da Igreja primordial. O Anselmo Borges mente desavergonhadamente. Mentiroso compulsivo.

Houve mesmo casos extremos: por exemplo, Orígenes, um Padre da Igreja primordial, chegou mesmo a (auto) castrar-se para poder endoutrinar (conviver com) as mulheres pagãs da sua comunidade.

Nos Evangelhos canónicos, as condições para seguir Jesus Cristo (condições para ser discípulo, em primeiro lugar, e apóstolo, em segundo lugar) são claras: por exemplo, em Marcos 34, ou em Mateus 19, 16-23 (Aprende!, ó burro! Volta para o seminário!).

Quinta-feira, 27 Dezembro 2018

O Bispo Lindinho e o papa-açorda Chiquinho

Filed under: bispo Lindinho,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 2:57 pm

Sexta-feira, 14 Setembro 2018

A aliança entre o neomarxismo gramsciano e a plutocracia globalista, espelhada no Vaticano

 

Vivemos (actualmente) num mundo muito estranho, em que, por exemplo (e entre muitos outros), Sergey Brin, um dos fundadores da Google e bilionário com uma fortuna avaliada em cerca de 50 mil milhões de Euros, parece defender o socialismo que a Catarina Martins (Bloco de Esquerda) também defende. Pelo menos, Sergey Brin e Catarina Martins estão de acordo em uma coisa: com o princípio trotskista do internacionalismo militante que conduz à abolição de fronteiras.

Ou seja, entre o Bloco de Esquerda e a plutocracia globalista, existem objectivos políticos em comum.

O conceito de “sinificação” é exactamente a construção política de um novo tipo de fascismo, em que o poder político é estritamente controlado por uma elite plutocrata que concessiona (trata-se de uma partilha de poder tacitamente acordada) a gestão da política totalitária à Esquerda neomarxista local — como acontece, por exemplo, na China; e daí o nome “sinificação”: é a extensão e adaptação do sistema político chinês às diversas regiões do mundo.

A União Europeia é um exemplo de “sinificação”: os plutocratas globalistas (por exemplo, Sergey Brin ou George Soros, entre muitos outros, ou instituições globalistas como por exemplo a Goldman Sachs) controlam a construção paulatina e sistemática de um sistema político que começa por ser não-democrático (o poder político na União Europeia não é eleito), mas que se encontra já em um processo de construção acelerada de um leviatão totalitário e achinesado.

Na Europa, a abertura de fronteiras está ligada ao projecto gramsciano de destruição da cultura cristã ou daquilo que ainda resta dela, que se alia ao projecto plutocrata de sistemática procura de mão-de-obra barata.

Para a marxista Catarina Martins, é essencial a destruição da cultura antropológica fundada no Cristianismo (seguindo o cânone de Gramsci); e para o globalista e plutocrata Sergey Brin, é essencial o suprimento constante de mão-de-obra escrava ou muito barata. Les bons esprits se rencontrent…

E é assim que o Brin e a Catarina estão de acordo com a abolição de fronteiras que tem levado à islamização (e latrinização) de muitos países europeus, por um lado, e por outro lado à diabolização de quem se opõe a uma política latrinária de fronteiras abertas e de corrupção da cultura autóctone (por exemplo, Matteo Salvini, Viktor Órban).

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Neste contexto, vemos a diferença entre as posições do papa Chicozinho, por um lado, e as de Sua Eminência o Dalai-lama, por outro lado.

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Sexta-feira, 31 Agosto 2018

O João Távora é um “conservador da lata”

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 8:35 pm

 

Dizia Agostinho da Silva: “Ele há dois tipos de conservador: o conservador da lata e o conservador da sardinha.”


O conservador da lata preocupa-se muito com a imagem (externa) que pretende fazer passar, com a “boa imprensa” (como escreve o João Távora a propósito do papa Chiquinho); são os “túmulos caiados” que frequentam o Sinédrio (como é o caso do Chico).

Por outro lado, o conservador da lata João Távora diz que os conservadores da sardinha são “reaccionários” (o que quer que isto signifique), porque, para o conservador da lata, o conteúdo é inimigo da forma.

O conservador da lata não concebe a ideia de que a lata serve para conservar a sardinha, e por isso diz que os conservadores da sardinha são “reaccionários”.

Entre o conservador da lata, por um lado, e o utopista progressista, por outro lado, não há diferença senão em grau de estupidez.

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Segunda-feira, 27 Agosto 2018

Afinal, o Chico é hipócrita!

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 7:36 pm

 

A protecção do papa Chicozinho em relação ao comportamento gay não é novidade: desde o início da sua função — como uma espécie de “papa” — que ele tem protegido não só os gays, mas principalmente tem protegido e promovido o estilo de vida gay.

papa-açorda

Naturalmente que a declaração do +Carlo Maria Viganò contra o Chico é um ajuste de contas pessoal. Não vou aqui e agora invocar as razões pessoais e políticas que estiveram na origem da invectiva do Viganò contra o Chico, porque isso seria prolixo.

Porém, foi este “papa” que reiniciou, na Igreja Católica, a tradição da supremacia da política sobre a teologia — o que já não acontecia desde que, no século XIX, um papa declarou o dogma da infalibilidade papal, dogma que não existia em quase dois mil anos de Igreja Católica. O Chico ainda consegue ser pior do que esse tal papa do século XIX que instituiu o dogma político da infalibilidade do papa — porque o Chico “mexe” arbitrariamente na doutrina católica, modifica discricionariamente o catecismo e não dá cavaco a ninguém.

Mais grave do que o Chico saber ou não saber da actividade homossexual dentro da Igreja Católica (porque não é novidade que ele não só sabia, como até apoiava essa actividade gay!), é o facto de ele se arrogar no direito de alterar a doutrina da Igreja Católica de uma forma arbitrária, como tem feito tácita- ou desavergonhadamente.

O papa Chico é um monstruoso erro de “casting”; em uma Igreja Católica saudável, ele nunca teria sido escolhido para papa.

Portanto, o problema não é o da renúncia do Chico (que nunca acontecerá, porque se trata de um tirano, e os tiranos nunca renunciam à tirania): o problema é o que ele nunca deveria ter sido reconhecido como papa, e por isso não é o verdadeiro papa. O Chico é um usurpador.

Como o mal já está feito, vamos deixar que a Natureza siga o seu curso; se o Chico pensa que é eterno, está seguramente enganado; e quem pensa que o seu legado é eterno, também está enganado.

O clero da Igreja Católica não é necessariamente composto por santos; são todos seres humanos, e, portanto, erram. Ora, a suprema e santíssima hipocrisia do Chiquinho é a de criticar ferozmente o clero católico ao mesmo tempo que esconde os actos criminosos dos seus amigos — como acontece, por exemplo, com o ++Maradiaga, de quem o Chico esconde os pecadilhos.

Quando o clero é composto por gente da confiança política do Chicozinho, então “o clero é bom”; mas se existe qualquer oposição clerical ao tirano, então o clero passa a ser o diabo!

O problema da Igreja Católica começou em meados do século XX, quando a Esquerda se infiltrou na Igreja Católica através da entrada massiva de homossexuais para o clero sacerdotal. Podem ver aqui em baixo um vídeo sobre um livro de Michael S. Rose, com o título “Goodbye, Good Men: How Liberals Brought Corruption into the Catholic Church”.

 

Domingo, 15 Julho 2018

Continua a Intifada do Anselmo Borges contra o Inferno

Filed under: Anselmo Borges,ética,Igreja Católica,Moral,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 12:28 pm

 

Escreveu o Anselmo Borges:

« Lídia Jorge foi educada no catolicismo. Mas aos 16 anos afastou-se da Igreja, pois "vivia com revolta com o pensamento dogmático" e por causa da ideia de inferno, "dizia que não era possível que existisse uma instância tão injusta que condene para a eternidade pessoas que apenas vivem 50, 60, 70 anos". Aqui, lembrei-me de Óscar Lopes que também me disse que abandonou a Igreja por causa do inferno. E a argumentação de Lídia Jorge é forte. »


Convém que se diga ao Anselmo Borges o que o Chesterton escreveu: “Em boa verdade, só há dois tipos de pessoas: aquelas que aceitam dogmas e sabem disso, e aquelas que aceitam dogmas mas que não têm consciência disso”.

papa-freak-webMuita gente, como por exemplo, o Anselmo Borges ou a Lídia Jorge, aceitam dogmas e não têm consciência disso; e depois rebelam-se contra os dogmas dos outros. A partir do momento que uma mera verdade evidente passe a ser muito disputada, passa a ser dogma. Tão simples quanto isto.

Para ilustrar a sua aversão ao Inferno, o Anselmo Borges invoca David Hume. Não poderia ter feito pior escolha. David Hume foi alguém que duvidou da sua própria sombra, ou seja, dogmatizou a sua própria dúvida. O Anselmo Borges anda em “boas” companhias.

A Intifada dos Chiquistas (os sequazes do papa Chico) contra o Inferno tem como base um problema ético e moral: ¿como lidar com o problema do Mal?

A estratégia dos chiquistas é o de tentar desvalorizar o negativo tanto quanto possível, esbatendo assim o seu contraste com o positivo. É esta a estratégia chiquista, que consiste em obnubilar os valores da moral cristã, esbatendo a diferença entre o mal e o bem segundo a ortodoxia católica.

Dizem eles que é uma estratégia “inclusiva”: em nome da “inclusividade”, os chiquistas terraplanam a ética, em uma política de terra queimada.

Nesta “inclusividade” ética dos chiquistas, cabe tudo o que seja legal: se um dia, por absurdo (mas já acredito que tudo seja possível!), o assassínio passasse a ser legal, o Anselmo Borges viria a terreiro dizer que não seria “justo que a Igreja Católica condenasse os homicidas à pena do Inferno”. A ética do papa Chico e dos sequazes baseia-se na lei dos homens de cada época. E à medida em que as elites vão legalizando o que de mais hediondo existe, o Inferno do Chico vai-se tornando mais exíguo.

O papa Chico é diabólico. Esta é uma verdade que se pode transformar em dogma. Basta que a disputem.

inclusividade do papa chico web

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