perspectivas

Quarta-feira, 23 Março 2016

Os chicos-espertos à moda do Ricardo Araújo Pereira

 

Há um certo tipo de indivíduo que gostaria que se lhe rebentasse uma bomba islâmica no cu —  e por isso não lhes desejo tal morte feliz.

lobotomy-frontal-300-webEste tipo de discurso prepara a mente do cidadão para a rotina dos atentados bombistas: a gente liga o rádio, de manhã, ouve o boletim meteorológico e a notícia do atentado do dia. É um discurso terrorista mas “progressista pá”, prá-frentex, bombinha diária para aquecer o dia, e que pretende amaciar os espíritos e conformá-los com uma realidade que surgiu da utopia do multiculturalismo que sempre defenderam, e que agora fica muito mal renegar.

É aquela piadinha do Tuga chico-esperto, à Ricardo Araújo Pereira:

“Não sejas esquisito, pá! Toma lá uma bombinha, e não sejas xenófobo! ”.

É certo que morreu muitíssima mais gente inocente nas guerras que se seguiram à Primavera Árabe do que em todos os atentados bombistas islamitas em todo o mundo.

Mas quando se deu a Primavera Árabe, aquele tipo de idiota (Ricardo Araújo Pereira incluído) andava todo entesado e em orgasmos contínuos sobre a “revolução”.

Como me dizia alguém, ontem: “O que está a acontecer agora na Europa é o resultado da política de Obama”. E é verdade. Mas também é verdade que os idiotas à moda do Ricardo Araújo Pereira lambem as partes pudibundas do Obama; e só não lhe dão o cu porque preferem lá meter uma bomba islâmica.

Domingo, 10 Janeiro 2016

Ricardo Araújo Pereira no Maxime/Titanic Sur Mer (ser gay é coisa fina)

 

O ideal do esquerdista é ser gay; ele faz tudo para parecer gay, para vencer o preconceito reaccionário do estereótipo do heterossexismo. Muitos esquerdistas ainda não conseguiram evoluir no sentido da ultrapassassem dos preconceitos da heteronormatividade, e por isso ainda não conseguiram alcançar o estatuto supremo da nossa sociedade: ser um gay reconhecido inter pares.

Para a Esquerda, ser gay é coisa fina; ser gay é melhor do que ser operário, empresário, jornalista ou funcionário público. Ser gay não é uma mera profissão ou actividade: é um estatuto social, comparável a um estatuto inerente a um cargo de natureza política mas de carácter vitalício. Esta é uma das razões por que o esquerdista almeja ser gay.

“Os Prémios Arco-íris 2015, uma iniciativa da ILGA Portugal que pretende reconhecer e incentivar personalidades e/ou instituições que, com o seu trabalho, se distinguiram na luta contra a homofobia, são entregues este sábado, dia 9, no Maxime/Titanic Sur Mer, a partir das 21h30, numa cerimónia conduzida por Ricardo Araújo Pereira”.

Prémios da ILGA também destacam Presidenciais

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Parece que o Ricardo Araújo Pereira tem vindo a tentar ser gay, mas a coisa não é para qualquer um; não é qualquer bicho-careta que é gay. Para se ser gay tem que se pertencer a uma casta superior, a uma elite. Ser gay é uma instituição, um ex-libris.

É provável que, no futuro, se possa ser gay através de concurso público, mas, por enquanto, o Ricardo Araújo Pereira vai ter que esperar. Ou então ele terá que fazer um curso intensivo nas saunas gay de Lisboa, ainda assim sem qualquer garantia de que o estatuto de gay lhe seja concedido.

Domingo, 4 Outubro 2015

A igualdade do idiota Ricardo Araújo Pereira

 

“A liberdade é o direito a ser diferente; e a igualdade é a proibição de o ser.” — Nicolás Gómez Dávila

Quando falamos em “igualdade”, é essencial que façamos a distinção entre liberalismo político, por um lado, e liberalismo económico, por outro lado — embora os dois conceitos estejam intimamente ligados. Normalmente confundimos as duas coisas.

O Direito Positivo é hoje um código arbitrário, sem fundamento racional, cada vez mais dependente da opinião subjectiva dos juízes e da ruling class e sem qualquer fundamentação metajurídica.

O liberalismo político é uma forma abstracta e racional de um individualismo moderado, ligado ao desenvolvimento do Direito como defesa contra o Poder arbitrário. Este liberalismo político foi criticado por Rousseau e analisado criticamente por Tocqueville, por diferentes razões: Tocqueville considerava que o liberalismo político tendia a anular (paradoxalmente!), com a passagem do tempo, o liberalismo económico; e tinha razão.

O liberalismo económico é um conceito muito mais complexo do que o primeiro, porque a sua noção tem-se transformado radicalmente desde o tempo de Locke. Por exemplo, o Marginalismo foi uma vertente do liberalismo económico que influencia de forma decisiva o que hoje chamamos de “neoliberalismo”.

O neoliberalismo é o Marginalismo adaptado ao século XXI. Confinar o conservantismo ao neoliberalismo é o actual “veneno” da Esquerda.


“Sem uma estrutura hierárquica não é possível transformar a liberdade da fábula ao facto. O liberal acaba sempre por descobrir demasiado tarde que o preço da igualdade é o Estado omnipresente.” — Nicolás Gómez Dávila

Este texto no Insurgente revela a confusão da actual “Direita” que decorre da sua sujeição a priori aos conceitos da Esquerda.

O problema real é o de que temos de escolher entre igualdade, por um lado, e liberdade, por outro lado: o idiota Ricardo Araújo Pereira prefere a igualdade à liberdade — sendo que, para ele, a igualdade significa “igualdade social” —, ou seja, ele prefere (apenas em teoria hipócrita) mais igualdade social e menos liberdade. Mas se ele não tivesse liberdade, não teria o sucesso económico que tem — o que o transforma em um hipócrita.

A igualdade de direitos (que decorre também do liberalismo político, mas que já vinha dos filósofos cristãos pelo menos desde a Alta Idade Média) remete para a ideia de igualdade natural entre os homens, e para o conceito de Notrecht de Hegel. A “igualdade natural” não é um conceito de Esquerda, porque quando ele surgiu ainda não havia nem Esquerda nem Direita.

A igualdade natural é essencialmente um conceito cristão, também adoptado pelo estoicismo.

A igualdade social, perfilhada hipocritamente pelo idiota Ricardo Araújo Pereira, favorece a igualdade em detrimento da liberdade, por um lado, e por outro lado confunde igualdade com identidade: a igualdade natural parte do princípio de que os indivíduos têm uma natureza e/ou uma dignidade comuns (Cristianismo e estoicismo), mas não são semelhantes em todos os outros aspectos (o Cristianismo diz que o homem está mais perto de Deus do que do vizinho do lado, o que não significa que esteja longe do vizinho do lado).


“A desigualdade injusta não se cura com igualdade, mas com desigualdade justa” — Nicolás Gómez Dávila

Segundo o conceito de igualdade natural, distingue-se igualdade, por um lado, e justiça, por outro lado.

A desigualdade social não é injusta em si mesma — só o sendo quando impede as pessoas de usufruírem os seus direitos naturais. É então possível resolver a contradição entre igualdade de direitos e desigualdade de condições sociais: não com a supressão desta última, mas reduzindo-a nos limites onde a desigualdade é compatível com a justiça (equidade, segundo Aristóteles).

Equidade não é a mesma coisa que igualdade social.

Finalmente, a noção de “direito” tem sido adulterada, porque deixou de ser Direito Natural para passar a ser direito subjectivo. E tanto o Marginalismo neoliberal como a Esquerda marxista são responsáveis por esta adulteração — porque tanto uns como outros têm reduzido a norma legal ao facto social.

O Direito Positivo é hoje um código arbitrário, sem fundamento racional, cada vez mais dependente da opinião subjectiva dos juízes e da ruling class  e sem qualquer fundamentação metajurídica. Só assim se compreende que, por exemplo, o “casamento” gay seja considerado um direito, assim como não nos surpreenderia que o casamento entre um ser humano e um animal qualquer pudesse ser visto como um direito pelo Direito Positivo.

Estamos já no domínio do totalmente arbitrário, e esta discricionariedade do Direito Positivo é da responsabilidade tanto da Direita neoliberal como da Esquerda marxista. A diferença é a de que a Esquerda manobra no seu próprio terreno por total inabilidade daquilo a que se chama hoje Direita.

Segunda-feira, 4 Maio 2015

Não conhecia a coragem do João Miguel Tavares

 

Numa altura em que a ciência vem demonstrar à fartazana que a percentagem de incidência da SIDA na comunidade homossexual é astronomicamente superior quando comparada com o resto da população (fala-se em percentagem de incidência, e não em números absolutos), o João Miguel Tavares corre o risco de ser crucificado pelo politicamente correcto.

A besta que é o Ricardo Araújo Pereira levantou o problema; e o burro Pedro Mexia acredita que “a ciência é discriminatória”.

 

Sexta-feira, 1 Maio 2015

O arquétipo mental do Ricardo Araújo Pereira

 

“Quando falamos em abolição da tauromaquia todos sabemos que a mesma está nas mãos dos políticos. Políticos esses que são na sua grande maioria corruptos e tal como se vendem ao grande capital, também se vendem à máfia tauromáquica, máfia esta que tem muito poder porque grande parte de ministros e de deputados têm ligações ou pertencem a famílias tauromáquicas. Os tentáculos são mais que muitos e a única solução passa ou por mudar quem nos governa através de eleições ou por uma revolução”.

Os Bastardos da Nação

Aquele texto delirante traduz o “pensamento” — ¿será que ele pensa? — do Ricardo Araújo Pereira. Tudo se resume a uma frase de Hitler que essa gentalha adoptou: “Alles muss Anders sein!”.

Os novos puritanos, como o Ricardo Araújo Pereira, não condenam a tourada por causa do touro, mas antes porque dá prazer aos espectadores, e assume que esse prazer pelo espectáculo está ligado a um determinado tipo de cultura antropológica que é preciso banir em nome da construção do “Homem Novo”.

Naturalmente que neste contexto, “a tourada está ligada ao grande capital”. Quando a tourada à moda portuguesa surgiu em finais do século XVII, alegadamente “já existia o grande capital”. É assim que estas mentes anquilosadas “pensam”.

O Ricardo Araújo Pereira não tem culpa: quem é culpado é quem lhe dá a atenção que ele não merece.

A revolução do Ricardo Araújo Pereira e de quejandos passa pela mudança de tabus: por exemplo, a tourada terá que ser considerada tabu, mas levar no cu ou abortar à fartazana deixam de ser tabus e passam a ser vitórias da humanidade: é o Homem Novo que desponta triunfante no Fim da História!

Quarta-feira, 29 Abril 2015

Os animais divertem-se

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 9:30 am
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Parece que estes animais não têm mais nada que fazer. Enquanto o povo trabalha, esta gente anda a fazer cera pelas esquinas dos me®dia. É este tipo de animal que dita as leis morais neste país.

Sexta-feira, 24 Abril 2015

O racismo cultural e as anti-touradas

O racismo já não é hoje a crença na desigualdade das raças, nem a hostilidade de princípio em relação a uma determinada categoria de seres humanos — tudo isso pertence ao passado; em vez disso, o racismo é hoje considerado pelo politicamente correcto, e pela classe política em geral, como qualquer forma de apego a um modo de vida específico, a uma paisagem natal, e a uma identidade particular.

A ideologia dominante actualmente é uma ideologia universalista (maçonaria) que condena no fogo da nova Inquisição qualquer forma de enraizamento cultural e patriótico. É uma ideologia que privilegia a mobilidade irracionalizada, o desenraizamento cultural e político, um novo nomadismo bárbaro, a aceitação do “novo” como sempre melhor do que o tradicional (falácia ad Novitatem), a precariedade como um valor supremo, a instabilidade pessoal como modo de vida.

O conceito actual de “racismo” já não tem a ver com a cor da pele: hoje é classificado de “racista” quem preza a sua cultura e as suas tradições, e quem gosta do seu país e da sua nação. Estes são os novos racistas.

O patriota, para além de ser considerado “racista”, é considerado pelo politicamente correcto como tendo uma natureza corrompida. Quando as pessoas simples do povo dizem que preferem conservar as suas tradições em vez de se submeterem a culturas estrangeiras, os ditos progressistas vêm a terreiro bradar que “o povo é egoísta  e xenófobo”. Ou seja, o povo é racista e corrompido, e há que substituir o povo português por outro povo qualquer.

O culto do mestiço é a inversão do culto nazi da pureza da raça: assim como, para o III Reich, o ariano era o modelo ideal, o mestiço é o modelo ideal da nova ideologia que — tal como os nazis tinham —  têm hoje uma obsessão com a raça, uma mesma sobrevalorização da importância dos factores rácico e étnico na evolução das sociedades humanas. O contrário do racismo passou a ser um racismo em sentido contrário.

É neste ambiente irracional que se situam o Ricardo Araújo Pereira e o Nuno Markl. Ser “anti qualquer coisa” passou a ser a norma. Segundo aquelas mentes anormais, as tradições portuguesas são racistas e/ou desumanas, e o povo tem uma natureza corrompida. Por isso há que acabar com este povo e arranjar outro povo para o substituir. Neste contexto, ser “anti-touradas” assume uma semelhante significação em relação a ser “anti-racista”. 

Nuno Markl e Ricardo Araújo Pereira: dois pacóvios anormais armados em espertalhões

dois-pacovios

Comunicado da ProToiro:

“Nuno Markl e Ricardo Araújo Pereira surgiram num vídeo ( http://bit.ly/video_Markl_RAP ) da ANIMAL fazendo afirmações demagógicas que promovem falsidades e preconceitos contra a cultura taurina e os milhões de aficionados portugueses.

A Rádio Comercial surge nesta campanha pelo que pedimos que entrem no Facebook da Rádio Comercial em https://www.facebook.com/RadioComercial e deixem o vosso protesto, respeitoso, sobre a presença irresponsável desta marca na campanha e porque vão deixar de ouvir a Comercial.

picassoA primeira mentira tem que ver com o facto de que os “supostos” apoios milionários, que estes grupos anti-taurinos, falam não passarem de uma completa invenção. O próprio Ministério da Agricultura respondeu ao Bloco de Esquerda, no parlamento português, afirmando categoricamente que “Não existe qualquer apoio que seja atribuído aos touros de lide”, tal como o IAFP, organismo responsável pela atribuição de apoios agrícolas, confirmou não existir qualquer programa de apoio à tauromaquia.

A Tauromaquia movimenta milhões de portugueses anualmente e é tutelada pela cultura e, ao contrário do teatro, da música ou do cinema, não recebe um cêntimo do estado central. É a actividade cultural que mais retorno dá às autarquias e a única que se auto-sustenta. Além disso, esta é uma actividade cultural que cria riqueza, emprego e lucro para o estado, através dos impostos directos e indirectos que gera.

Segunda, toda presença de menores na prática do toureio é feita dentro dos preceitos da lei. Além do mais, as touradas são parte integrante do património da cultura portuguesa, sendo assim consideradas também pelo Estado português. Logo, cabe ao Estado a obrigação de promover o acesso de todos os cidadãos à cultura, tal como não pode deixar de suceder com as corridas de toiros. Razão pela qual os menores têm todo o direito de aceder à cultura taurina, cabendo ao pais a decisão de que espectáculos culturais frequentam os seus filhos.

Entretanto esta Federação vai pedir esclarecimentos à Media Capital, empresa detentora da Rádio Comercial, sobre o envolvimento desta marca nesta campanha lamentável. Enviem o vosso protesto para sec.administracao@mediacapital.pt e aitavares@mediacapital.pt.

A ProToiro, Federação Portuguesa de Tauromaquia, lamenta que duas figuras públicas venham de uma forma tão leviana, demagógica e irresponsável, promover preconceitos taurofóbicos sobre os milhões de portugueses que vivem e amam livremente a sua cultura.

PROTOIRO
Federação Portuguesa de Tauromaquia”

Domingo, 29 Março 2015

¿Qual a diferença entre o Herman José e o Ricardo Araújo Pereira?

 

É a de que não consta que seja pederasta.1

Nota
1. Anfibologia. A partir de agora vai ser descascar até a mãe dele chorar. É incompreensível como um país se rende a uma personalidade histriónica que se tem aproveitado do nacional-porreirismo para orientar a sua vidinha.

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