perspectivas

Terça-feira, 19 Janeiro 2016

António Serzedelo e a censura do pensamento que pode não ter sido pensado

 

Tulip Siddiq é uma deputada muçulmana no parlamento britânico. Vemo-la, no vídeo abaixo, a defender no parlamento a ideia da proibição de entrada de Donald Trump em Inglaterra. Um deputado conservador interpela a muçulmana e diz o seguinte:

“Muitas pessoas inglesas concordam com Donald Trump. ¿Acha que devemos expulsar essas pessoas também?”

 


Esta censura do pensamento — a polícia politicamente correcta do pensamento — pode ser constatada também no discurso de António Serzedelo, o chefe português do movimento político dos invertidos.

Alegadamente (não há provas disto), o presidente do Sporting Clube de Portugal (Bruno de Carvalho) terá dito, entre amigos, o seguinte em relação ao árbitro de futebol Luís Ferreira:

“Só não lhe dei um chuto no rabo porque, olhando para a figura dele, tive medo que gostasse”.

António Serzedelo quer que Bruno de Carvalho peça desculpa por algo de que não tem a certeza de que terá dito. Para o movimento político gayzista, a mera hipótese de alguém poder ter dito eventualmente qualquer coisa que lhe desagrade, é já motivo de censura e de detracção pública.

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Sexta-feira, 19 Agosto 2011

2% da população é homossexual, mas é responsável por 61% de novas infecções de SIDA / HIV

«The U.S. Centers for Disease Control has estimated that homosexual men account for 61% of the new HIV infections in the United States while they only amount to about 2% of the country’s population.»

via CDC: Homosexual men account for 61% of new HIV infections but only 2% of population | LifeSiteNews.com.

Lá se vai o mito segundo o qual “não existem grupos de risco de SIDA / HIV” …!

Quinta-feira, 26 Agosto 2010

Censura gay contra liberdade de cátedra

Professor despedido por explicar pensamento católico sobre homossexualidade

Domingo, 6 Julho 2008

Semântica politicamente correcta

A palavra “natalidade” queima a língua do governo socialista. Vejam a declaração do representante da Segurança Social no programa da RTP1, “Barriga de Amor”:

A função do governo não é promover a natalidade, mas é antes a de criar as condições para que a maternidade seja facilitada, nomeadamente através da criação de estruturas sociais adequadas como creches e infantários, de apoios financeiros e da revisão da lei laboral que apoie as mulheres grávidas, etc.”

Em suma: a função do governo de Sócrates não é promover a natalidade, é antes a de promover a natalidade. Uma coisa é promover a natalidade, e outra coisa é promover a natalidade.

Promovendo a natalidade, o governo de Sócrates estaria a interferir com o conceito de família e com a necessidade implícita de proteger a união entre um homem e uma mulher (ofendendo a Opus Gay e a ILGA Portugal), enquanto que, pelo contrário, promovendo a natalidade o governo limita-se a apoiá-la sem preconceitos sobre a reprodução associada à união entre um homem e uma mulher. Segundo o representante deste governo, uma coisa não tem nada a ver com outra.

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