perspectivas

Terça-feira, 26 Janeiro 2016

Cavaco Silva sai com dignidade

 

Cavaco Silva emendou a mão, vetando agora a lei da adopção de crianças por pares de invertidos e a lei da promoção cultural do aborto — depois de Cavaco Silva ter promulgado a lei do aborto em 2007 que surgiu de um referendo não vinculativo, segundo a Constituição.

As leis em causa voltarão ao parlamento e serão aprovadas pela maioria radical de Esquerda coordenada pelo jacobino António Costa.

os-malandros-web

marcelo-plastic-man-webEm Portugal faltam homens de fibra, capazes de fazer rupturas; por isso é que a eleição de Marcelo Rebelo de Sousa é mais do mesmo. Nisso estou de acordo com Passos Coelho: Marcelo Rebelo de Sousa é um “cata-vento”.

Precisamos de homens com coragem na política, capazes de renunciar a um cargo político, se necessário, em nome de uma convicção racionalmente fundamentada.

Vem aí a lei da eutanásia proposta pela Esquerda jacobina, e Marcelo Rebelo de Sousa promulgará a lei em nome da “unidade nacional”, em nome do “compromisso” e da “acção política ao centro”.

Quanto mais a Esquerda radicaliza, mais o centro vira à esquerda, e mais o Marcelo Rebelo de Sousa se transformará na “direita da Esquerda”. O “centro político” é exactamente isso: a “direita da Esquerda”, ou seja, o grupo dos “idiotas úteis” de Lenine.

Domingo, 21 Junho 2015

O maçon Luís Montenegro não poderia agir de outro modo

Filed under: Maçonaria,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 10:19 am
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franco-maçon« O líder parlamentar social-democrata Luís Montenegro recusou esta quinta-feira qualquer intenção política no adiamento para a próxima legislatura da discussão da iniciativa legislativa de cidadãos pelo “direito a nascer”, justificando-o com a gestão do tempo disponível para os trabalhos parlamentares.

“Não vale a pena atribuir nenhum tipo de conclusão política à decisão tomada na conferência de líderes, porque ela foi absolutamente circunscrita à organização dos trabalhos parlamentares e à gestão do tempo disponível para se apreciarem todas as iniciativas que estão pendentes”, afirmou Luís Montenegro, depois de confrontado pelos jornalistas com a eventualidade de os deputados estarem a fugir ao tema em clima pré-eleitoral.

A conferência de líderes de quarta-feira decidiu por unanimidade não agendar a discussão da Iniciativa Legislativa de Cidadãos pelo “direito a nascer” e que o presidente da Assembleia em exercício contacte os promotores propondo-lhes que transite para a próxima legislatura. »

PSD recusa intenção política no adiamento de iniciativa pelo “direito a nascer”

Percebem por que razão é impossível a uma criatura com dois dedos de testa votar no Partido Social Democrata? Na política cultural, o Partido Social Democrata é de esquerda! O que distingue o Partido Social Democrata da Esquerda é a economia; no resto são praticamente iguais.

(via)

Domingo, 20 Outubro 2013

Edite Estrela: uma mulher execrável

 

Edite Estrela é a autora de um relatório que pretende transformar em lei, para todos os países da União Europeia:

1/ o aborto como um “direito humano”;

2/ a restrição, ou mesmo proibição, da objecção de consciência em relação ao aborto por parte dos profissionais de saúde;

3/ negação do princípio do papel principal dos pais na educação sexual dos seus filhos (ver § 47 do documento);

4/ e, finalmente, a imposição da “educação sexual” (dentro e fora da escola) segundo os critérios do chamado Standards for Sexuality Education in Europe, que reza assim:

Children aged 0-4 should be informed about: “enjoyment and pleasure when touching one’s own body”, “early childhood masturbation”,different family relationships”, “the right to explore gender identities”, “the right to explore nakedness and the body, to be curious”, etc. and they should develop “curiosity regarding own and others‘ bodies” and “a positive attitude towards different lifestyles”.

Children aged 4-6 should be informed about “enjoyment and pleasure when touching one’s own body”, “early childhood masturbation”, “same-sex relationships”, “sexual feelings (closeness, enjoyment, excitement) as a part of all human feelings”,“different kinds of (family) relationship”, “different concepts of a family”, and should develop “respect” for those different lifestyles and concepts.

Children aged 6-9 should go on learning about “enjoyment and pleasure when touching one’s own body (masturbation/self-stimulation)”, but they also should be informed about “different methods of conception” and “the basic idea of contraception (it is possible to plan and decide about your family)”

Children aged 9-12 should be informed about “first sexual experience”, “orgasm”, “masturbation”, and should learn to “make a conscious decision to have sexual experiences or not” and “use condoms and contraceptives effectively”.

Quarta-feira, 26 Outubro 2011

A União Europeia cede ao lóbi gayzista e abortista, condenando a Hungria

Tradução: '(Eu compreendo que não estás pronta para mim)... mas dá-me para adopção: DEIXA-ME VIVER!'

Resposta dada por Viviane Reding em nome da Comissão

A Comissão confirma estar a par da campanha de comunicação referida pelos Senhores Deputados. A pedido da Comissão, as autoridades húngaras confirmaram que a subvenção que foi concedida, no âmbito do programa Progress — secção igualdade de género — foi utilizado em parte para financiar uma campanha que apresentava a adopção como uma alternativa ao aborto.

O projecto húngaro, cujo pedido foi apresentado em Maio de 2010 no âmbito de um convite à apresentação de propostas, não fazia menção a uma campanha específica sobre a questão do aborto nem da adopção.

A Comissão contactou as autoridades húngaras solicitando-lhes para suprimirem a parte da campanha relativa ao aborto e a retirada de todos os cartazes existentes. A Comissão salientou também que se reservava o direito de iniciar um procedimento para pôr termo à convenção de subvenção e de retirar as respectivas consequências, designadamente financeiras, do que considera ser uma utilização indevida dos fundos comunitários.

via Resposta a uma pergunta escrita – Campanha anti-aborto na Hungria parcialmente financiada pelo programa PROGRESS da UE – E-005029/2011.

Terça-feira, 18 Outubro 2011

A Europa abortista é uma anedota

A legalização do aborto nasceu na Europa: primeiro com a URSS, depois na Alemanha nazi, e mais tarde (1967) em Inglaterra. Rapidamente o abortismo estendeu-se a toda a Europa por imposição política da parte dos países mais poderosos da Europa, com o contributo inestimável da União Europeia e das suas instituições. O principal (senão o único) argumento da União Europeia para a imposição do abortismo é o de que à mulher (feminismo) deveria ser permitido dispor do feto humano como quisesse e lhe desse na real gana (o famigerado argumento d’ “ o corpo é meu”).

Eis que perante a ameaça da selecção pré-natal do sexo da criança (que discrimina negativamente a existência das futuras mulheres), o Conselho da Europa emitiu a Resolução 1829 (2011), que proíbe o aborto selectivo de nascituros consoante os sexos, porque as crianças do sexo feminino são as que mais são abortadas.

Note-se esta notícia não saiu nos me®dia.

Porém, o absurdo total irá acontecer quando for possível detectar os nascituros com uma anomalia genética que determine a futura homossexualidade. Então veremos as crianças com síndroma de Down serem abortadas, mas em contraponto veremos certamente o Conselho da Europa emitir uma Resolução proibindo que se abortem os gays.

Por favor: tirem-nos desta União Europeia !

Sexta-feira, 8 Outubro 2010

União Europeia repudia agenda abortista e gayzista

Nem tudo está perdido, na União Europeia. A Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa rechaçou o relatório da lésbica, abortista e ex-deputada trabalhista inglesa Christine McCafferty, a que fiz referência neste postal. As forças do Mal foram, por agora, vencidas. As conclusões do Conselho da Europa podem ser lidas aqui.

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Quarta-feira, 29 Setembro 2010

O cientismo e a doença mental do revolucionário

« A ciência é a maior força para remover barreiras de desentendimento [entre seres humanos]. »

O revolucionário é um doente mental — não no sentido clínico stricto sensu, mas no sentido cultural e social; trata-se de um sociopata incurável.

O maior perigo da modernidade tem sido — e é, infelizmente — a mente revolucionária que surtiu do Iluminismo. A ciência e a técnica não têm culpa do descalabro humanitário do século XX. Foi a mente revolucionária a responsável por mais de 200 milhões de vítimas, muitas delas inocentes, só no século XX. Naturalmente que a ciência e a técnica foram usadas na criação da morte em massa, mas não podemos responsabilizar a ciência e a técnica em si mesmas; devemos, antes, pedir responsabilidades à mente revolucionária.


É por demais evidente que a ciência, por sua própria natureza, não se ocupa do sujeito, ou seja, do indivíduo como ser humano. Só podemos fundamentar a noção de sujeito de uma forma tautológica, baseando-a na experiência subjectiva.
O conhecimento científico só concebe acções determinadas e determinísticas; não concebe a autonomia, o sujeito, tão pouco a consciência e a responsabilidade. Esta última é não-senso e não-científica. As noções de autonomia, sujeito, consciência e responsabilidade, pertencem à ética e à metafísica — e não à ciência positiva.

Quando a ciência positiva criou as ciências humanas, varreu paulatinamente o sujeito, colocando em lugar dele as leis, determinações e estruturas. Rapidamente a ideia de sujeito tornou-se mistificadora e insensata, à luz da ciência positiva e da opinião opinativa (Doxa).
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Sexta-feira, 13 Agosto 2010

O movimento de defesa dos “direitos” dos animais e a crescente animalização da sociedade

Propaganda dos 'direitos' dos animais

Eu nunca fui a uma tourada, e raramente vejo uma na TV a não ser que seja “à Antiga Portuguesa”. Portanto, não se pode dizer que eu sofresse alguma coisa se as touradas fossem abolidas. Porém, a simples proibição de alguma coisa que é centenária e faz parte da nossa tradição tem que ser racionalmente fundamentada. Além disso, temos que saber quais são os critérios éticos das pessoas que defendem a proibição das touradas.

O que se está a passar com o movimento de defesa dos “direitos” dos animais é que este movimento se serve da reivindicação do bem-estar dos animais para colocar a vida do ser humano ao mesmo nível da de um touro (por exemplo). O que está por detrás do movimento de defesa dos “direitos” dos animais é uma ideologia eugenista, na linha ideológica de Margaret Sanger e do nazismo. A defesa dos “direitos” dos animais é, de facto, um movimento eugenista encapotado; a defesa dos animais nada mais é que uma forma de branquear uma agenda política que pretende a animalização da sociedade.

Reparem no outdoor à direita: faz sentido comparar os judeus no campo de concentração nazi com as galinhas, fazendo a equiparação e a equivalência de ambas as situações ??? Não dá para ver o tipo de gentalha que anima o movimento de defesa dos “direitos” dos animais ?

Um dos grandes defensores dos “direitos” dos animais é o australiano Peter Singer. No seu livro “Ética Prática”, Singer escreveu que a vida de um recém-nascido tem o mesmo valor da de um peixe. Por isso, escreve Singer, matar um recém-nascido não é assassínio e é tão imoral como esmagar uma lesma. No mesmo livro, Peter Singer escreve que sendo que o ser humano é tão animal como outro qualquer, o sexo entre seres humanos e animais não pode ser considerado como uma ofensa à dignidade humana.

Peter Singer inverteu o princípio do racismo nazi, adoptando o mesmo ódio anti-humano. Diz ele que a crença na dignidade do ser humano é especieísmo, e o especieísmo não é diferente do racismo. E como — continua Singer — o racismo é mau, a crença na dignidade humana também é má. Para Singer, o ser humano não tem mais dignidade do que uma mosca.

A ignorância é uma ajuda preciosa

O argumento do racismo foi também utilizado pelo movimento político gayzista e pela Gaystapo. As feministas radicais também o utilizam. Porém, comparar um ser humano negro a um boi ou a um cavalo, não lembra ao diabo: só pode vir da cabeça de um doente mental.

O que Peter Singer defende é uma forma de nazismo politicamente correcto — um neonazismo que fica bem, cai bem nas elites eugenistas que, o que é pior, se reproduzem.

Na minha opinião, só por defender pública e implicitamente o assassínio de recém-nascidos, Peter Singer deveria ir para a cadeia com julgamento sumário. Mas isso são contas de outro rosário…

Peter Singer é, obviamente, marxista. Mas não é só Peter Singer que faz parte do movimento de defesa dos “direitos” dos animais: os activistas homossexuais e a respectiva Gaystapo, as feministas (lésbicas incluídas) e os activistas pró-aborto, todos eles fazem parte do rol de activistas em prol dos “direitos” dos animais. Todos esses movimentos fazem parte do movimento revolucionário internacional e do marxismo cultural.

E eu, que não apreciava as touradas, passei a tolerá-las.

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