perspectivas

Quarta-feira, 31 Agosto 2022

O Padre Guilherme e a nova missa católica em Portugal

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 9:25 pm

Segunda-feira, 20 Junho 2022

O “papa” que recusa usar a tiara católica tradicional

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 9:34 pm

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¿Por que razão ele usa uma cruz de prata, em vez de uma cruz de lata?!

Segunda-feira, 13 Junho 2022

O Estado do Vaticano está em falência financeira

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 5:41 pm
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O Chico conseguiu arrebentar com o Vaticano. É obra! O Frei Bento Domingues exulta; o Anselmo Borges dá loas: finalmente, o Estado do Vaticano está em vias de falir…!

O clero progressista não poderia estar mais feliz: consideram uma bênção que o clero católico deixe de existir. Trata-se de um clero que odeia o clero; ou seja, odeia-se a si próprio.

Está tudo dentro do plano traçado pelo Chico e seus sequazes. Como diz o Cardeal Pell, o Estado do Vaticano está entregue a um liquidatário: o Chico — que, com a falência do Vaticano, pretende acabar com a independência ideológica e política da Santa Sé que deixará de existir com este nome.

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Sexta-feira, 27 Maio 2022

A Igreja Católica do papa Chico, da Esquerda radical, do Anselmo Borges e do Frei Bento Domingues

Filed under: Anselmo Borges,esquerdalho,Frei Bento Domingues,Igreja Católica — O. Braga @ 10:10 pm

reformas v2

Quinta-feira, 26 Maio 2022

O Chico: um papa ambíguo, ambivalente, hipócrita e puro político

Filed under: aborto,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:48 am

Em Outubro de 2013, defendi a ideia de que o papa Chico é um político — em contraponto a Bento XVI, que é um místico. Ou seja: o actual papa da Igreja Católica é um político revolucionário.


O Inconveniente faz uma apologia ao Chico: «“Nazis de luvas brancas”: Papa alerta médicos a não abortar em nenhum caso»


pope francis absessed abortion web

papa-chico-montagem-webPorém, em 2013, o Chico afirmou crítica- e publicamente que “os católicos andam obcecados com o aborto”, e que deveriam preocupar-se com “outras coisas”. E mais: “¿quem sou eu para julgar?” — perguntou o Chico, referindo-se aos católicos que criticavam o aborto.

“Now Pope Francis says it’s time to drop the church’s "obsession" with divorce, contraception, homosexuality and abortion, and speak of other things”.

Pope Francis says church should not be "obsessed" with abortion, birth control and gays

O António Balbino Caldeira, do Inconveniente, é um católico acrítico e seguidista (como a maioria dos católicos, infelizmente); e está no seu (dele) direito. Porém, um papa não deve dizer uma coisa e o seu contrário, ao sabor da moda ou da sua “sede” pessoal de atenção pública.


“Tanto quanto está autorizado a resistir a um Papa que comete uma agressão física, do mesmo modo que é permitido resistir-lhe se faz mal às almas ou perturba  a sociedade e, com mais forte razão, se procurasse destruir a Igreja — é permitido, digo, opôr-se a ele não cumprindo as suas ordens e impedindo que a sua vontade seja realizada.

Não é licito, contudo, julgá-lo em tribunal, impor-lhe punição, nem o depor, pois estes são actos próprios a um superior”.

(São Roberto Belarmino, De Romano Pontifice, Livro II, Capítulo 29.)

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Terça-feira, 24 Maio 2022

Theodore Dalrymple e o conceito de "Maoísmo Emocional"

Um recente ensaio de Theodore Dalrymple fala-nos da “cultura da emoção” — a que ele chama de "Maoísmo Emocional":

“The modern taste for emotional exposure partakes of two seemingly disparate currents: First, the kind of psychotherapy according to which all contents of the mind must be outwardly expressed for fear of turning inwards and causing a mental abscess of unexpressed thoughts and emotions that eventually bursts. Second, it reflects a kind of emotional Maoism, according to which people have the social duty to confess their emotions to the multitudes”.

non binary human webPorém, não é possível falar em "Maoísmo Emocional" sem procurar (sumariamente) as suas causas culturais (em uma espécie de “epistemologia da cultura ocidental”) com raízes na Alta Idade Média católica, nomeadamente em Pedro Abelardo (que, para o efeito, “retorceu” algumas teses de Santo Agostinho) e na sua “ética da intencionalidade”: segundo Abelardo, apenas a intenção moral é susceptível de qualificação, qualquer que seja o acto exterior.

Hiperbolizando: por exemplo, eu mato o meu vizinho e depois digo que o acto hediondo foi justificado por uma boa intenção que consistia em salvá-lo das garras da tirania da sua (dele) esposa. Ou o assassino pós-moderno que diz ao juiz: “Eu não tenho culpa, senhor dr. juiz, porque não tive intenção: a culpa é dos meus genes!”.

O “acto exterior” — segundo Pedro Abelardo —, sendo sempre moralmente indiferente, é bom ou mau apenas em função da intenção alegada pelo agente que o pratica [pro intentionis agentis]; e, por isso, nenhuma acção humana — nem mesmo a crucificação de Jesus Cristo — pode ser classificada (a priori) como “má”, “não sendo importante o que se faz, mas o espírito no qual se faz” [Dialogus].

Por outro lado, Pedro Abelardo invoca o mesmo argumento de São Bernardo de Claraval segundo o qual pode acontecer que façamos o que Deus quer sem que a nossa intenção seja a de cumprir a vontade divina [a chamada casuística”, que foi adoptada nomeadamente pelos jesuítas na Contra-Reforma, justifica um crime pelo motivo (intenção) segundo o qual se cometeu, por um lado, e por outro lado atribuiu à Providência Divina o propósito (ou a vontade) de uma determinada má acção humana (São Bernardo de Claraval)].

Quando (alegadamente, segundo São Bernardo de Claraval, Pedro Abelardo e os jesuítas, ou seja, os iluminados que conhecem antecipadamente as intenções de Deus) Deus ordena as nossas acções (mesmo contra a nossa vontade), pode acontecer que não agimos bem ainda que se realizem coisas boas segundo a vontade divina.

Este conceito (a casuística) dá muito jeito a psicopatas como o papa Chico. Aliás, praticamente toda a ética do papa Chico é baseada na casuística e no intencionalismo (doutrina da indiferença dos actos externos) de Pedro Abelardo.

De acordo com a “doutrina da indiferença dos actos externos” (de Pedro Abelardo), por mais que o ser humano faça o que Deus quer que ele faça, somente a boa intenção (que é subjectiva, por definição) torna a acção “boa” [está aqui a génese teorética, que se baseia em passagens bíblicas retiradas de contexto, do conceito de sola fide dos protestantes].

Para Pedro Abelardo e segundo a sua doutrina da indiferença dos actos externos (intencionalismo), a necessidade do desejo natural exclui a noção de “pecado”: por exemplo, (hiperbolizando) se um homem sente necessidade e um desejo natural de ter relações sexuais com um cavalo, o prazer natural que ele sentir é inocente desde que ele racionalmente não consinta [Ethica] — temos aqui a justificação do papa Chico para as relações sexuais homossexuais, invocando uma suposta  “necessidade natural”.

O intencionalismo (de Pedro Abelardo, mas não só) tem como base um cepticismo em relação ao conhecimento objectivo da ordem moral, o que, em compensação, dá lugar a uma (pretensa) autenticidade e uma (suposta) sinceridade do acto da vontade humana (subjectivismo).

O intencionalismo subjectivista esteve na base do Romantismo que surgiu na Idade Clássica e se prolongou pela Idade Moderna, e que atingiu a sua expressão mais absurda com o pós-modernismo.

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Finalmente: outra origem cultural do "Maoísmo Emocional" pós-moderno é o da tradição da confissão pública católica durante a Alta Idade Média: no fim da missa católica medieval, os fiéis católicos confessavam publicamente (alta voz e em bom som) os seus pecados aos outros membros da sua comunidade; ou seja, a confissão dos pecados era pública. Só a partir do século XVI e com a Contra-Reforma, a confissão católica passou a ser privada e secreta, com a utilização dos confessionários individuais.

Porém, a tradição católica da “confissão pública” foi retomada pelo Romantismo dos séculos XVIII e XIX (embora já despojada das vestes culturais da religião cristã) com o conceito político de “auto-crítica” pública que foi bastamente aplicada (nomeadamente) pelos regimes marxistas da modernidade.

Domingo, 8 Maio 2022

O #papa Chico: primeiro foi o #Pachamama ; agora é o #Atacama ; a seguir é a #puta-que-pariu

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 2:04 pm

O simbolismo católico está a ser deliberadamente extinto e alienado pelo filho-de-puta do Chico. Primeiro, adoptaram o símbolo do Pachamama (para substituir o simbolismo de Maria, mãe de Jesus); agora, o filho-de-puta do Bergoglio vai mais longe: adopta o simbolismo de Atacama.

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Terça-feira, 3 Maio 2022

O papa Chico concorda com a comunista Raquel Varela

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 5:42 pm

O papa-açorda Chicozinho diz que a culpa da invasão russa da Ucrânia é da NATO/OTAN — é a inversão da culpa, que é característica da mente revolucionária. Ou seja: “os russos não têm culpa! A culpa é da NATO/OTAN!”. Grande besta!

Não poderia existir maior desgraça para a Igreja Católica do que a existência de um “papa” como o actual. Deus o leve sem delongas.

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Domingo, 17 Abril 2022

A Páscoa do Chico

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 12:51 pm

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Sábado, 1 Janeiro 2022

E ainda dizem que “são os católicos que não cumprem as escrituras”…

Filed under: Igreja Católica — O. Braga @ 2:02 pm

(…) nos dias de Noé, Deus esperava pacientemente enquanto se construía a Arca; nela, poucas pessoas — oito, apenas — se salvaram por meio da água. Isto era uma figura do baptismo que agora vos salva — não por limpar impurezas do corpo, mas pelo compromisso com Deus de uma consciência honrada, em virtude da ressurreição de Jesus Cristo (…)

[1 Pedro 3, 19]


“ Assim, também, a fé: se ela não tiver obras, está complemente morta”.

[Tiago 1, 17]


É possível que as escrituras estejam erradas, e por isso os católicos (também) estão errados. Ou então existem “outras escrituras”, mais modernas, para aquelas pessoas que não são católicas.

Sexta-feira, 31 Dezembro 2021

Jorge Bergoglio, O Precursor

Filed under: Bergoglio,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 10:24 am

“Vi ainda outra Besta que subia da terra; tinha dois chifres como um cordeiro, mas falava como um dragão.

(…)

E a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, marcou-os com um sinal na mão direita ou na fronte. E assim, quem não tivesse sinal, o nome da Besta ou o número do seu nome, não podia comprar nem vender. (…)

O que é inteligente decifre o número da Besta, que é um número de homem; o seu número é 666.”

[Apocalipse, 13, 11 – 18]

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Sábado, 25 Dezembro 2021

What Child is This? — (Fr. Mark Goring, CC)

Filed under: cristianismo,Igreja Católica,milagre,natalidade — O. Braga @ 3:44 pm

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