perspectivas

Sábado, 21 Outubro 2017

O Chico burrico e a pena-de-morte na Igreja Católica: o Chico é mentiroso

 

O catecismo da Igreja Católica diz o seguinte (2267) acerca da pena-de-morte:

papa-che- web“ A doutrina tradicional da Igreja, desde que não haja a mínima dúvida acerca da identidade e da responsabilidade do culpado, não exclui o recurso à pena de morte, se for esta a única solução possível para defender eficazmente vidas humanas de um injusto agressor.

Contudo, se processos não sangrentos bastarem para defender e proteger do agressor a segurança das pessoas, a autoridade deve servir-se somente desses processos, porquanto correspondem melhor às condições concretas do bem comum e são mais consentâneos com a dignidade da pessoa humana.

Na verdade, nos nossos dias, devido às possibilidades de que dispõem os Estados para reprimir eficazmente o crime, tornando inofensivo quem o comete, sem com isso lhe retirar definitivamente a possibilidade de se redimir, os casos em que se torna absolutamente necessário suprimir o réu são já muito raros, se não mesmo praticamente inexistentes”.

O Chico burrico, que diz ser “papa”, tem levantado uma celeuma dizendo que a Igreja Católica defende a pena-de-morte — o que não é verdade: o Chico é mentiroso. Só um burro de alto coturno não consegue interpretar o catecismo de forma lógica e conveniente.

Portanto : 1/ a Igreja Católica não defende a aplicação da pena-de-morte, salvo “se for esta a única solução possível para defender eficazmente vidas humanas de um injusto agressor”; 2/ há dizer ao Chico burrico que não há nada a alterar na doutrina da Igreja Católica.

Anúncios

Sábado, 14 Outubro 2017

O “diálogo sincero” do papa Chico, segundo o Evangelho do Anselmo Borges

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 7:13 pm

 

« Ainda os diálogos do Papa Francisco e de Dominique Wolton: Politique et société.

Se há palavra que atravessa o livro todo é a palavra diálogo. "Como é que a Igreja poderia contribuir hoje para a mundialização?", pergunta Wolton. E Francisco: "Pelo diálogo. Penso que sem diálogo hoje não é possível. Mas um diálogo sincero, mesmo se for preciso dizer na cara coisas desagradáveis." »

Anselmo Borges


“O diálogo sincero acaba em cuecas.” — Nicolás Gómez Dávila

 

papa-vergonha-web

Sexta-feira, 13 Outubro 2017

A diferença entre Fernando Rosas ou Raquel Varela, por um lado, e Rui Ramos, por outro lado.

Filed under: Fátima,História,Igreja Católica,Raquel Varela,religião — O. Braga @ 3:13 pm

 

Rui Ramos (historiador) escreveu aqui um ensaio notável acerca de Fátima. ¿E, “notável” por quê? Porque se apoiou em factos documentados (passo redundância), por um lado, e por outro lado porque se absteve de interpretações desconstrutivistas que caracterizam “historiadores” como Fernando Rosas e/ou Raquel Varela.

O desconstrutivismo histórico não é o cepticismo salutar do historiador: em vez disso, é a negação ou/e sonegação ou/e deturpação selectiva de alguns factos historicamente documentados — porque são julgados ideologicamente “inconvenientes”. Raquel Varela ou Fernando Rosas, entre outros “historiadores” marxistas, estabelecem a priori as conclusões da investigação histórica; mas um historiador propriamente dito segue os factos históricos independentemente das conclusões a que possa chegar.


Só há um reparo a fazer no ensaio de Rui Ramos: quando ele se refere à Renascença Portuguesa e aos nomes de “Teixeira Pascoaes, Leonardo Coimbra, Jaime Cortesão, Raul Proença, António Sérgio, Raul Brandão, e, ao princípio, Fernando Pessoa”.

« Nos seus artigos e conferências, Pascoaes, o líder da Renascença, citava, tal como Sardinha, Henri Bergson e William James, para repudiar o “egoísmo materialista”, o “cientismo estreito e superficial”, e saudar o “espírito religioso que ora aparece na Europa”. »

A Renascença Portuguesa pouco ou nada tem a ver (filosófica- e/ou teologicamente) com o catolicismo ou com a Igreja Católica do século XX.

Por exemplo, Leonardo Coimbra só se confessou “católico” pouco tempo antes da sua morte trágica; Bergson foi tentado pelo catolicismo mas não o adoptou. Todos nomes citados ou eram deístas (deísmo), ou eram panteístas (panteísmo, que é um monismo).

A mística teísta (teísmo católico) é incorruptível; mas a mística naturalista (o deísmo, ou “religião natural”) perverte-se em panteísmo, quando a consciência extática identifica o esplendor da Criação, por um lado, com o esplendor do Criador, por outro lado. E a mística personalista (a que é separada da religião) perverte-se em gnosticismo quando a consciência ensimesmada identifica a eviternidade da alma, por um lado, com a eternidade de Deus, por outro lado.

Segunda-feira, 9 Outubro 2017

O papa do mundo, e não um papa de Deus

Filed under: Frei Bento Domingues,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 10:39 am

 

Mais um texto do Frei Bento Domingues. Cada parágrafo mereceria (quiçá) um comentário, o que faria enorme o texto/comentário. Somos obrigados a resumir o texto, sob pena de o tornarmos fastidioso, e mesmo prolixo.

O Frei Bento Domingues domina a técnica da mentira denunciada pelo poeta Aleixo:

“Prá Mentira ser segura / E atingir profundidade, / Tem que trazer à mistura / Qualquer coisa de verdade”.

Por exemplo, em nome da “Misericórdia”, o Frei Bento Domingues abole o juízo crítico (nos outros!, porque ele e os da laia dele — os Pneumáticos da Igreja Católica — não prescindem do direito de julgar os outros).

A “Misericórdia” do Frei Bento Domingues serve para que se absolvam os pecados, e não já os pecadores como se absolviam na Igreja Católica original. Diz o frade, citando o papa Chiquinho:

“Devemos antepor a misericórdia ao julgamento e, em todo o caso, o julgamento de Deus será sempre feito à luz da sua misericórdia”.

Na Igreja Católica original, eram os pecadores que eram absolvidos; na Igreja do papa Chiquito e do Frei Bento Domingues, são os pecados que são absolvidos, e, por isso, já não há pecadores.

Ou melhor: os pecadores que existam são aqueles a quem os pecados não são (propositadamente) absolvidos pela Nova Igreja do papa Chico e dos seus apaniguados: nunca a Igreja excomungou de facto tanta gente como agora; e, paradoxalmente, os membros da Igreja passaram a ser involuntária- e maioritariamente quem não faz parte dela.

Este não é um “papa das periferias”: em vez disso, é um papa do “não-catolicismo”. Para ele, a “periferia” é tudo aquilo que não pertence ao mundo católico, ou à realidade católica propriamente dita.

“Quando a lei e a moralidade entram em contradição, as pessoas ou perdem o sentido da moral, ou perdem o respeito pela lei”

Walter E. Williams.

Vejam a vídeo/conferência de Walter E. Williams no fim do texto.

Perante a contradição permanente que o papa Chico introduziu entre moral, por um lado, e lei (canónica ou outra), por outro lado (por exemplo, quando admite a comunhão adúltera) — ou os católicos perdem a confiança (perdem a fé) em Deus que suporta a moral que o papa coloca em causa, ou passam a desprezar a nova lei emanada do novo Poder instalado no Vaticano.

Colocado entre estas duas vias da contradição papal, eu prefiro enviar ao “papa” e aos seus acólitos o meu muito profundo e incomensurável desprezo.

 

Segunda-feira, 2 Outubro 2017

Estamos perante um Cisma na Igreja Católica

 

cardeal-sarah-webOlhamos para a Igreja Anglicana e verificamos a sua decadência objectiva, após a “ordenação sacerdotal” de mulheres.

Os números da decadência da Igreja Anglicana, após as “mulheres-padres”, falam por si: basta procurarmos no Google. Há coisas que são tão evidentes que até nos cegam; mas não influem nos burros e casmurros como o Frei Bento Domingues: as evidências, para ele, não contam; ou então não sabemos do que pensar das intenções do asno.

Agora, até o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada, que eu tinha como alguém de bom-senso e respeitador do senso-comum, alinha com os chiquistas (com os apoiantes do Chico Burrico). A Igreja Católica enfrenta um cisma escondido.

O Cardeal Robert Sarah põe o dedo na ferida: a arma dos cismáticos é o Poder do Silêncio: agem e calam-se  (como fazem os ladrões pela calada da noite), não respondendo a perguntas não só dos fiéis católicos em geral, mas também sonegando respostas às questões colocadas pelo próprio clero católico.

Nunca o Poder no Vaticano foi tão autoritarista como é hoje com o Chiquinho.

O Chico e os seus apaniguados defendem a ideia segundo a qual a mundividência pessoal e particular do Chico deve ser considerada como sendo superior à doutrina (a verdade, os absolutos morais) da Igreja Católica. Mais: segundo os apaniguados cismáticos, a opinião pessoal e subjectiva do Chico deve ser considerada como ensinamento magisterial. Mas simultânea- e contraditoriamente, o Chico e seus acólitos colocam em causa o princípio dogmático da infalibilidade papal.

O Frei Bento Domingues continua a sua saga irracional contra o fenómeno de Fátima. O Frei Bento Domingues não consegue separar a religião, por um lado, da política politiqueira, por outro lado. Para ele, a religião é uma espécie de ideologia política; e, por isso, é impossível dialogar com quem pensa assim.

Sábado, 30 Setembro 2017

Deduzo que o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada pensa que S. Roberto Belarmino não tinha razão

 

“Tanto quanto está autorizado a resistir a um Papa que comete uma agressão física, do mesmo modo que é permitido resistir-lhe se faz mal às almas ou perturba a sociedade e, com mais forte razão, se procurasse destruir a Igreja — é permitido, digo, opôr-se a ele não cumprindo as suas ordens e impedindo que a sua vontade seja realizada.

Não é lícito, contudo, julgá-lo em tribunal, impor-lhe punição, nem o depor, pois estes são actos próprios a um superior”.

→ São Roberto Belarmino, “De Romano Pontifice”, Livro II, Capítulo 29.


O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada pensa que não se deve resistir ao papa “se este faz mal às almas ou perturba a sociedade e, com mais forte razão, se procurasse destruir a Igreja”.

Um grupo de católicos, seguindo a opinião de S. Roberto Belarmino, não cumpre as ordens do papa Chico e impede que a sua (dele) vontade seja realizada no que diz respeito a uma determinada encíclica que é clara- e evidentemente permissiva em relação ao adultério.

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada esconde-se por detrás da definição nominal canónica de “heresia”, esquecendo-se de que, sob o ponto de vista figurativo e simbólico, “heresia” significa também “acção ou palavra ímpia, sacrílega, disparate, absurdo”. Por exemplo, quando o Chico diz que “é mais importante o acolhimento de imigrantes do que a segurança das populações autóctones”, estamos perante um disparate que até um burro pode verificar — mas o Padre recusa-se a ver. Pior que um burro, é o “cego” que não quer ver.


A condenação do adultério faz parte dos Mandamentos não só do Judaísmo, mas também do Cristianismo, para além de outras religiões que também o condenam, como por exemplo, o Budismo. Neste sentido, podemos dizer que a condenação do adultério é dogmática — no sentido em que não se discute teologicamente, por ser teológica- e racionalmente consensual. Colocar em causa a condenação (ética e teológica) do adultério é, por analogia, como colocar em causa os Primeiros Princípios: as evidências não se questionam. Neste sentido, colocar em causa, explicita- ou implicitamente, o dogmatismo da condenação católica do adultério é uma forma de heresia.

Santo Agostinho distingue a “lei eterna” (pensada de acordo com o modelo dos estóicos), por um lado, da “lei natural”, por outro lado.

A lei eterna (a lei de Deus) desmultiplica-se e permanece idêntica a si mesma (apesar da passagem do tempo), inscrevendo-se como lei natural em cada consciência humana à maneira de um anel de cera (De Trinitate, XIV, xv, 21). Santo Agostinho assume assim a identidade entre a Lei Natural e a Lei de Moisés (os Mandamentos), e procede a uma nova divisão do Decálogo que foi aceite pela teologia romana, e depois pela luterana, estruturando as Sumas dos confessores da Idade Média. O número 6 do Decálogo de Santo Agostinho é a proibição do adultério.

Ora, o papa Chico mandou Santo Agostinho às malvas. E o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada, de uma forma corporativista e desafiando a opinião de S. Roberto Belarmino (sim!, porque o Padre é muito mais importante que o Santo!), ataca quem critica o Chico. Ora, nem o papa está acima de críticas.

Terça-feira, 26 Setembro 2017

O Frei Bento Domingues conhece a vontade de Deus

Filed under: Frei Bento Domingues,Igreja Católica — O. Braga @ 7:26 pm

 

O Frei Bento Domingues escreveu o seguinte (ficheiro PDF):

“Não escondo que me divertem as pessoas religiosas e teólogas que dão a ideia — pelo que dizem e escrevem, pelo que aconselham ou mandam — que conhecem a vontade de Deus e os seus misteriosos caminhos. A tudo dizem: foi a vontade de Deus, mesmo quando essa expressão, pretensamente piedosa, é o pior insulto que Lhe podem fazer”.

O Frei Bento Domingues critica quem pensa que conhece a vontade de Deus; e, porque conhecendo ele a vontade de Deus, afirma que os outros que dizem que conhecem a vontade de Deus incorrem no “pior insulto que Lhe podem fazer”.

(more…)

Segunda-feira, 25 Setembro 2017

“A Moeda de César” (Ticiano, 1514)

Filed under: arte,catolicismo,cristianismo,Igreja Católica,pintura,Renascimento — O. Braga @ 8:43 pm

 

ticiano-web

Domingo, 24 Setembro 2017

Morreu o Bispo-Político Manuel Martins

Filed under: Igreja Católica,Torgal Ferreira — O. Braga @ 5:42 pm

 

Lamento a morte do ser humano, mas não lamento a morte do Bispo-Político Manuel Martins.

Manuel Martins (a semelhança do Bispo Torgal Ferreira) contribuiu (à sua maneira) para a destruição do tecido económico português, destruição essa que colocou Portugal de cócoras face à plutocracia globalista que actualmente nos controla e que nos tirou a soberania.

A melhor maneira de ajudar os pobres não é acabar com os ricos.

Mas o Bispo Manuel Martins (assim como o Torgal Ferreira) criou um nexo causal entre a pobreza, por um lado, e a existência de ricos, por outro lado, que ainda hoje engana muitos católicos.

Segunda-feira, 18 Setembro 2017

O Frei Bento Domingues é um porco

 

Eu tenho dito aqui do Frei Bento Domingues o que o Maomé nunca diria do toucinho, e por isso concordo com o que foi escrito aqui; mas o texto é benigno, em minha opinião.

papa-chico-comuna-webO problema que temos na imprensa portuguesa é o de que gente como o Frei Bento Domingues ou o Anselmo Borges não sofrem qualquer contraditório, têm as latrinas da opinião escatológica livres para a defecação ideológica que levam a cabo — porque gente que se diz “católica” e que têm acesso aos me®dia, como por exemplo Bagão Félix ou João César das Neves, acobardam-se (para não falar na própria Igreja Católica portuguesa que se manifesta através de um silêncio tumular).

Vamos ser directos: o Frei Bento Domingues é um porco.

O Frei Bento Domingues utiliza a lógica da Teoria Crítica aplicada à instituição da Igreja Católica.

O objectivo primevo da Teoria Crítica era o de “minar” todas as instituições da sociedade ocidental através de uma crítica “picareta”: criticar, criticar, criticar, sempre a criticar sem apresentar alternativas às instituições que existem. As instituições da civilização ocidental coincidiam com aquilo a que Karl Marx chamou de “super-estrutura”, que nada mais era senão o resultado da ética e a moral cristãs.

A mesma lógica da Teoria Crítica é utilizada pelo Frei Bento Domingues para “minar” a instituição que é a Igreja Católica: critica, critica, critica, e a alternativa que apresenta à instituição da Igreja Católica é a ausência de uma estrutura eclesiástica — ou seja, o porco defende, em termos práticos, o fim da Igreja Católica enquanto tal.

O João César das Neves escreveu um longo artigo em que pretendia demonstrar que o papa Chico não é marxista; e apenas demonstrou por que razão os economistas deviam restringir a sua opinião à economia.

O papa Chiquinho, o Frei Bento Domingues, o Anselmo Borges, por exemplo, partem de uma base ideológica que influenciou decisivamente o Concílio do Vaticano II : a chamada Nova Teologia que surge do pensamento de teólogos protestantes do século XX, como por exemplo, Karl Bath, Rudolf Bultmann ou mesmo Dietrich Bonhoeffer.

o-papa-nao-e-comunista-web

Podemos descrever a Nova Teologia em sete pontos principais:

  1. A Nova Teologia tende a separar a fé, por um lado, da religião, por outro lado; e mesmo a contrapôr a fé à religião.
  2. A fé, segundo a Nova Teologia, pode e deve prescindir de todo e qualquer elemento sobrenatural.
  3. Deus não é transcendente — no sentido de ser uma substância ou uma realidade qualquer separada da Natureza e do mundo, e dotada de causalidade própria, podendo intervir nos acontecimentos do mundo e modificá-los.
  4. A transcendência negada a Deus (pela Nova Teologia) constitui, pelo contrário, a índole da realidade humana (influência do Existencialismo). “O transcendente não é um dever-ser infinito e inatingível (Deus), mas sim o homem próximo, determinado de vez em quando, e atingível”. → Bonhoeffer
  5. Jesus Cristo incorpora a noção de “transcendência” do ponto anterior.
  6. A Nova Teologia partilha o Milenarismo dos primeiros cristãos, mas tende a dar à escatologia um sentido puramente mundano (a utopia do Mundo Melhor, em que os seres humanos serão perfeitos e o Mal será erradicado do mundo: acontecerá, então, o paraíso na Terra).
  7. Com a negação do valor da religião, por um lado, e de todas as formas de culto religioso, por outro lado, a Nova Teologia tende a identificar-se ou com a ética (filosofia), ou com a política.


É claro que o João César das Neves não viu marxismo nenhum no papa Chicão, porque o marxismo dele está “escondido” (por assim dizer) na Nova Teologia; mas se analisarem bem as posições filosóficas e políticas do papa-açorda Chiquinho e dos cagalhões que o apoiam, verificarão que se baseiam claramente na Nova Teologia que sempre pretendeu destruir a Igreja Católica.

Por outro lado, a Nova Teologia está na base da formulação da Teologia da Libertação; quando o João César das Neves diz que o Chico “não segue o marxismo” da Teologia da Libertação, até pode ter aparentemente alguma razão; mas o burrinho não consegue ver que na base da Teologia da Libertação está o marxismo (panteísta, imanente, da esquerda hegeliana) previamente embutido na Nova Teologia.

papa-açorda

O Frei Bento Domingues e o Anselmo Borges — e o Chiquito —, e gente dessa laia, podem enganar meio mundo; mas não enganam o mundo inteiro. E nem de propósito, um texto acerca da posição do cardeal Müller em relação ao Chicozito:

O Cardeal Müller acusa o Papa Francisco de não basear sua autoridade magisterial numa teologia “competente”.

Incomoda ao cardeal que o papa pense que “a religião e a política são uma coisa só”. O Cardeal denuncia que o Papa se preocupa mais por “questões de diplomacia e poder do que pelas questões da fé”. A fé cristã deveria estar no centro e o Papa deveria ser simplesmente um “servo da salvação”.

Pois é!: a Nova Teologia não deixa o Chiquinho ser católico.

Domingo, 17 Setembro 2017

A voz do burro Anselmo Borges não chega ao Céu

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica — O. Braga @ 10:43 am

 

Houve um certo Bórgia que “comeu” sistematicamente a sua própria irmã, e foi papa; ademais, teve muitas amantes, para além de não haver cu masculino no Vaticano que lhe escapasse. O papa Bórgia “comia” tudo o que lhe aparecesse à frente; e seguindo estritamente o critério do Anselmo Borges, segue-se, então, que o incesto deveria ser liberado na Igreja Católica (ler em ficheiro PDF).

Gostaria que o Anselmo Borges dissesse o nome de um só discípulo de Jesus Cristo que fosse casado enquanto discípulo. Simão era casado antes de ser discípulo; tendo que seguir Jesus, a sua vida nómada de discípulo de Jesus Cristo tornou-se incompatível com o seu casamento. E gostaria que as epístolas de S. Paulo [1 COR 7, 1-11] fossem respeitadas por aldrabões da estirpe do Anselmo Borges.

Em uma sociedade em que não existe um Estado plenipotenciário que controle a igreja e a religião, é impossível que um homem concilie convenientemente a sua vida de casado e pai de filhos, por um lado, com a vida missionária de sacerdote da Igreja Católica, por outro lado. O Anselmo Borges não reconhece publicamente isto, porque ele é uma criatura profundamente desonesta.

Teremos sempre que distinguir o sacerdote (o herdeiro espiritual do discípulo de Jesus Cristo), por um lado, do diácono ou diaconisa (o herdeiro espiritual do apóstolo), por outro lado. Segundo S. Paulo, é perfeitamente aceitável que um diácono ou diaconisa possam ser casados e ter família.

A ideia estapafúrdia segundo a qual “o celibato foi imposto na Igreja Católica exclusivamente por razões económicas” é outra das aldrabices que o Anselmo Borges adopta como sua.

Segundo Bertrand Russell [A História da Filosofia Ocidental] , nos séculos X e XI, o estado de decadência moral do clero era de tal forma, que houve um papa (agora não me lembro o nome dele, mas posso ver, se quiserem) que impôs o celibato — porque uma grande percentagem dos padres, aproveitando-se da sua posição social, para além de ter a sua própria esposa, andava a “comer” as mulheres dos cidadãos da paróquia. Terão existido razões económicas, mas também e sobretudo razões morais para a imposição do celibato.

O burro Anselmo Borges tem que compreender uma coisa: ninguém é obrigado a ser Padre; e se um Padre quer casar, a porta de saída do sacerdócio é serventia da casa.

O que a Igreja Católica tem que fazer é valorizar o papel dos diáconos e das diaconisas — e estes sim, à luz do Direito Canónico podem casar e ter a sua família.

A experiência histórica da Igreja Católica demonstrou que, apesar da existência dos diversos “Bórgias”, o celibato do sacerdócio deve ser mantido. E a voz do burro Anselmo Borges não chega ao Céu.

 

Quarta-feira, 13 Setembro 2017

O papa estúpido

 

O Chico está a estudar uma maneira de dar a volta à encíclica Humanae Vitae do Papa Paulo VI, de forma a que a Igreja Católica aceite e recomende a pílula-do-dia-seguinte, por exemplo; e isto numa altura em que estudos científicos comprovam que as pílulas anticoncepcionais prejudicam seriamente a saúde das mulheres que as tomam.

Logicamente que o próximo passo do Chico será a aceitação do aborto por parte da Igreja Católica. O Anselmo Borges deve andar feliz.

papa-chico-comuna-web

É este mesmo cabrão (um enorme filho de uma puta!) que diz que “quem não acredita no Aquecimento Global Antropogénico é um estúpido”. Ou melhor: quem não acredita nas “alterações climáticas”, porque o conceito de Aquecimento Global Antropogénico já deu com os burros na água porque existe o Sol — quem lhes dera que o Sol não existisse!, em nome da “ciência”!

Quem ouvir este tipo de besta pensa que o planeta Terra nunca teve “alterações climáticas”. Segundo essas bestas bípedes, só agora é que existem “alterações climáticas”. E mais!: declaram (em nome da ciência!) que controlam o curso do clima e que conhecem o futuro das “alterações climáticas”! –> A mesma ciência que no século XIX (por exemplo, com Ernst Haeckel) defendeu a ideia segundo a qual “a célula viva era uma coisa muito simples e que tinha surgido espontaneamente da lama”.

“Puta que os pariu!” (Luiz Pacheco).

Página seguinte »

Create a free website or blog at WordPress.com.