perspectivas

Domingo, 14 Janeiro 2018

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada escamoteia a acção da máfia alfazema no seio da Igreja Católica do papa Chiquinho

 

Um bom gestor de recursos humanos fala muito mais nas virtudes das pessoas que tem sob sua responsabilidade, do que nos seus defeitos; e quando fala dos defeitos dos seus subordinados, é sempre em privado, evitando os holofotes da opinião pública.

cardeal_coloridoUm patrão que passa a vida a maldizer os seus empregados, não vai longe no negócio. É isto que o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada parece não ter compreendido, no que diz respeito ao papa Chico.

Por outro lado, não é insignificante ou irrelevante que o papa seja “este” ou “aqueloutro” — como parece dizer o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada. E quando criticamos as ideias de uma pessoa (seja papa ou não), temos a obrigação de dizer claramente por que as criticamos.

Por exemplo, os clérigos (entre eles o anterior cardeal patriarca de Lisboa) que criticaram os papas antecessores (Bento XVI e João Paulo II), nunca se atreveram a afirmar publicamente o teor das suas críticas: eram eminências pardas que manobravam na sombra, sem que o povo católico suspeitasse da conspiração da máfia alfazema que apoia claramente este papa.

Quando o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada faz referência à infalibilidade da Igreja, invocando Mateus 16,18 — convém citar o que diz o trecho de Mateus:

“também eu te digo: Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do Abismo nada poderão contra ela.”

Em primeiro lugar, Cristo referia-se a Pedro, e não a um qualquer papa. A “Igreja edificada” seria uma consequência de Pedro. Em segundo lugar, o facto de “as portas do Abismo nada poderem contra ela” não significa que a Igreja seja necessariamente infalível em um dado momento ou em uma dada moda de época — porque se assim fosse, por exemplo, o papa Bórgia teria sido infalível, o que não me parece ser uma boa ideia.

O Padre pode enganar o Zé Pagode; mas não engana quem já leu umas coisas da História. E eu não li muito, mas li umas coisitas, o suficiente para dizer ao Padre que “papas há muitos”. E concordo com S. Roberto Belarmino:

“Tanto quanto está autorizado a resistir a um Papa que comete uma agressão física, do mesmo modo que é permitido resistir-lhe se faz mal às almas ou perturba a sociedade e, com mais forte razão, se procurasse destruir a Igreja — é permitido, digo, opôr-se a ele não cumprindo as suas ordens e impedindo que a sua vontade seja realizada.

Não é licito, contudo, julgá-lo em tribunal, impor-lhe punição, nem o depor, pois estes são actos próprios a um superior”.

— São Roberto Belarmino, De Romano Pontifice, Livro II, Capítulo 29.


comunion-for-adulterers-webEm relação à aberração ideológica que é o Amoris Laetitia, o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada diz que é uma “questão de interpretação”:

“É verdade que a ‘Amoris laetitia’, que é susceptível de uma leitura coerente com o precedente magistério da Igreja, foi também interpretada por alguns eclesiásticos de forma contrária à doutrina católica”.

Mais uma vez, o Padre quer enganar o pagode, sugerindo que o problema é de “interpretação”. Mas a gente não anda a dormir, e vamos lendo umas coisas porque ainda não desaprendemos de ler português, embora não saibamos o latinório do Padre (se é que os padres ainda sabem latim!).

Esta semana, o Acta Apostolicae Sedis, que é o órgão oficial do Vaticano responsável pela promulgação apostólica, publicou a infame e desprezível carta do papa Chicão aos bispos de Buenos Aires, declarando, ademais, que não há outras interpretações (“no hay otras interpretaciones”) do Amoris Laetitia senão aquela exarada na famigerada carta aos bispos argentinos.

É claro que o facto de o pagode não ler inglês favorece o Padre e comandita; mas eles podem enganar o povo durante algum tempo, mas não o enganarão pelo tempo todo.

A interpretação do Amoris Laetitia, segundo Chiquinho, é a seguinte: qualquer par em estado de mancebia pode participar na comunhão eucarística. Ponto final. É está “interpretação” do Chicozinho que o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada escamoteia.

Em suma: é lamentável que o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada venha defender o indefensável, e que se coloque ao nível do psicótico Frei Bento Domingues e do marxista Anselmo Borges.

IGREJA-DO-CHICO-WEB

Anúncios

Sexta-feira, 5 Janeiro 2018

O Anselmo Borges é um mentiroso sem vergonha.

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 6:21 pm

 

É nossa obrigação moral (não só um dever, mas uma obrigação) continuar a denunciar vigaristas intelectuais da laia do Anselmo Borges e do Frei Bento Domingues. Não nos cansemos de criticar sistematicamente essa gentalha.

(more…)

Quinta-feira, 4 Janeiro 2018

O papa Francisco ao serviço dos mais ricos do mundo

Filed under: Globalismo,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:51 am

 

Na homilia de Natal, o papa-açorda comparou a viagem de Maria e José para Belém, por um lado, com os imigrantes económicos que invadem a Europa, por outro lado. A comparação é estúpida; mas neste papa, tudo é estúpido. Maria e José foram para Belém por causa de uma ordem do imperador Augusto que exigia o recenseamento da população; os imigrantes económicos vêem para a Europa para viver à custa do Estado sem trabalhar. Só um papa estúpido poderia comparar o que é incomparável.

Este papa trabalha para a elite globalista — aquela de que faz parte George Soros e comandita. O papa palhaço serve os interesses da alta finança globalista que pretende impôr às nações do mundo uma Nova Ordem Mundial multicultural e globalizada onde as entidades supra-nacionais assumirão o Poder.

O papa palhaço faz-se de “pobre” para enganar os católicos, mas ele está do lado dos mais ricos do mundo.

oc-papa-palhaçoPor exemplo, quando o papa estúpido nomeou o judeu Peter Sutherland para Presidente da Comissão Católica Internacional para as Migrações — sabendo que Sutherland é uma personalidade Globalista e ao serviço dos mais ricos do mundo (por exemplo, ao serviço do Banco Goldman Sachs).

Peter Sutherland foi presidente do Banco Goldman Sachs de 2005 a 2015 (de onde actualmente é director não-executivo); foi presidente do grupo Bilderberg (ao qual ainda pertence); foi presidente da B.P. (British Petroleum) e da secção europeia da Trilateral; e foi a escolha do papa Chico para Presidente da Comissão Católica Internacional para as Migrações.

Peter Sutherland é um globalista total e absoluto, com ligações muito próximas à plutocracia internacional e supra-nacional, uma eminência parda da mundialização do Poder político e do desenraizamento capitalista ao serviço da alta finança internacional. E o papa Chiquinho alinha com essa gente, ao mesmo tempo que engana os pacóvios com uma falsa modéstia e hipocrisia.

A ideologia do papa Chicozinho coincide com a ideologia (por exemplo e entre outros globalistas) de George Soros.

As confusões e as contradições do Chico são propositadas, para enganar o povão. A inspiração da ideologia do Chicozinho vem do capitalismo financeiro mundialista — para o qual, as “homogeneidades” (isto é, as identidades históricas e culturais que estão na base da diversidade e da variedade dos povos) são um obstáculo e um problema, porque o consumidor global não deve ter (literalmente) qualquer identidade, não deve pertencer a qualquer comunidade, deve ser cosmopolita e nómada, “sem tabus” e “sem preconceitos” (como se isso fosse possível!) — e, já agora, também sem escrúpulos — e de “sexo variável”.

Para o papa Chicão (assim como para Peter Sutherland e George Soros), a “homogeneidade cultural” de um povo é um obstáculo (uma chatice) que resiste à “integração sem limites”; é um “atentado à caridade”. Na confusão ética de que o Bergoglio faz alarde, a “homogeneidade cultural” de um povo é considerada um mal moral que deve ser eliminado.


Convém dizer ao Bispo de Lisboa, D. Manuel Clemente, que ele tem a obrigação moral de resistir às orientações políticas e ideológicas deste papa, em vez de o seguir caninamente como tem feito até agora.


Aquilo que nos parece ser “amor pelos pobres e pelas periferias” (nas palavras de idiotas úteis como, por exemplo, Frei Bento Domingues ou Anselmo Borges), é, na realidade, exactamente o contrário do que o papa palhaço apregoa: porque o que pertence propriamente a todos — aos pobres e aos ricos; aos doentes e aos saudáveis; aos prisioneiros e aos trabalhadores — é a pertença a uma pátria e a uma identidade, é adesão a uma cultura e a uma civilização, é a língua nativa e a educação. E quando os pobres são privados de quase tudo, possuem pelo menos esta herança imaterial e intemporal; este património espiritual, artístico, intelectual e moral que faz parte de cada nação da Europa e do mundo.

É esta riqueza civilizacional transcendente — que é superior a todos os bens de consumo — que os ideólogos do multiculturalismo e do “vivermos juntos” (incluindo este papa satânico) pretendem retirar aos pobres de todo o mundo.


“O amor à pobreza é cristão, mas a adulação da pobreza é uma mera técnica de recrutamento eleitoral.”

→ Nicolás Gómez Dávila


Adenda: Morreu Peter Sutherland, globalista, banqueiro plutocrata, Presidente da Comissão Católica Internacional para as Migrações e amigo do peito do papa Chico.

Sexta-feira, 8 Dezembro 2017

A Igreja Católica e o dogma da Imaculada Conceição

Filed under: Igreja Católica,catolicismo — O. Braga @ 6:53 pm

 

O Padre Pio de Pietrelcina faz um resumo eloquente do papel teológico católico de Maria, Mãe de Jesus:

« Quando entrares numa igreja e vires a imagem de Maria, diz-lhe: “Eu te saúdo, Maria, e dá os meus cumprimentos a Teu Filho, Jesus” » .

Qualquer pessoa com dois dedos de testa entende intuitivamente (mesmo que não concorde com ele) este símbolo da função de Maria na teologia católica. Foi neste contexto simbólico (que já vinha desde os primórdios do Cristianismo) que o Papa Pio IX instituiu o dogma da Imaculada Conceição.

blessed-mother-mary-webUm dogma é uma afirmação (comunitária da experiência) humana sobre a Realidade que está para além daquilo que é alcançável através da linguagem.

Porém, não podemos esquecer que o Papa Pio IX foi alvo de violência vinda da maçonaria inimiga fidagal da Igreja Católica. A proclamação do dogma da Imaculada Conceição tem também — para além dos precedentes teológicos de que fala aqui o Domingos Faria — uma causa política.

Quase tudo o que escreveu o Domingos Faria acerca do dogma da Imaculada Conceição não tem importância relevante se compreendermos mensagem do Padre Pio de Pietrelcina acerca da função teológica de Maria — porque, em bom rigor, só podemos falar daquilo que não é individual. Não podemos falar, com autoridade, grande coisa acerca de Maria enquanto indivíduo.

Os dogmas delimitam o espaço de uma comunidade, e por isso o dogma só faz sentido dentro de uma comunidade (colectivo) — na tentativa de exprimir aquilo que não pode ser expresso, mas que “quer ser exprimido”.

Mas não é só o divino que é inexprimível: o individual também não pode ser compreendido através de palavras ou de pensamentos (por isso é que devemos julgar os seres humanos pelos seus actos, e não por meras manifestas intenções!), porque as palavras são uma forma de linguagem; e a linguagem consiste em conceitos universais (e não é possível exprimir o individual em conceitos universais).

Sexta-feira, 24 Novembro 2017

O Anselmo Borges e os mitos acerca de Lutero

 

O Anselmo Borges escreve aqui um textículo acerca de Lutero. Como sempre, nele, aplica-se o poema do Aleixo: “Prá mentira ser segura / e atingir profundidade, / tem que trazer à mistura / qualquer coisa de verdade”. No caso do texto em análise, a maior parte dos factos narrados são verdadeiros, “mas o diabo está nos detalhes”.

mascara-de-morte-de-lutero-web1/ O Anselmo Borges começa por “abençoar” o Lutero por este se ter indignado contra a política papal-mendicante das indulgências; mas, logo a seguir, o Anselmo Borges reconhece que o Lutero apoiou a repressão da revolta dos camponeses alemães que causou “a morte a mais de cem mil camponeses”.

Para Lutero, os fins justificavam quaisquer meios; e os fins passavam pela unificação política da Alemanha. Lutero foi o precursor de Fichte e de Hegel.

Ou seja, Lutero foi um filósofo político, e não propriamente um teólogo. Foi a política (no sentido mais redutor) que o motivou e o orientou. A própria doutrina teológica de Lutero é incoerente (ao contrário do que se passava com a doutrina católica de antanho), e foi essa incoerência dele que alimentou a Contra-reforma.

2/ É certo que o papado do Renascimento, em geral, deixou muitíssimo a desejar; mas a verdade é que o movimento de Lutero foi político, embora invocando incoerentemente princípios religiosos e teológicos. Portanto, é absurdo que o Anselmo Borges nos dê a ideia de que Lutero não desejava a ruptura com a Igreja de Roma, e que foi obrigado a isso por amor aos princípios teológicos da Igreja — os princípios que nortearam Lutero foram estritamente políticos, embora deitasse mão de argumentos teológicos e éticos para os justificar. A própria defesa da Bíblia em língua alemã (proposta por Lutero) teve intenções políticas, porque foi com Lutero que surgiu o HochDeutsch (que passou a unir culturalmente os alemães) em oposição aos muitos PlattDeutsch regionais (falta ao Anselmo Borges formação em Germânicas).

3/ Lutero foi um “teólogo” que se suicidou — coisa rara, aliás… não me lembro de um outro teólogo cristão que se tenha suicidado. Provavelmente, se Lutero fosse vivo hoje seria adepto da legalização da eutanásia.

Sabemos o que a doutrina da Igreja Católica sempre afirmou acerca do suicídio. Ao contrário do que defende o Anselmo Borges, não existem praticamente “efeitos positivos” da doutrina de Lutero, nem podemos dizer que Lutero defendeu a liberdade em si mesma, porque a sua nova doutrina submeteu a nova igreja alemã ao poder do príncipe (ou seja, do Estado).

4/ Dizer que “Lutero defendeu a liberdade” é um eufemismo de muito mau gosto, quanto mais não seja porque o conceito católico e tomista de “liberdade” foi anulado pela teoria pseudo-teológica de Lutero, substituído por um determinismo implícito que floresceu exuberantemente mais tarde nas teorias de Calvino.

“Para poder abusar da sua liberdade, o Homem necessita de se converter a doutrinas deterministas.
O Homem só se rende aos seus demónios quando crê ceder a um decreto divino. O determinismo é a ideologia das perversões humanas”.
Nicolás Gómez Dávila

5/ A “força da música na liturgia” (a polifonia) nasceu na Igreja Católica francesa, no decorrer do século XV. Ao contrário do que diz o Anselmo Borges, a maioria dos reformadores fez tudo para aniquilar o acompanhamento musical da missa (o Anselmo Borges tem lacunas no conhecimento acerca da Idade Média). A maior parte dos que (nos séculos XV e XVI) contribuíram para o acompanhamento musical polifónico da missa eram católicos extremamente ortodoxos.

Em 1500 (antes de Lutero) a missa polifónica era muitas vezes composta por melodias seculares, embora permanecendo na órbita do sagrado — e por isso foi vigorosamente atacada pela maioria dos reformadores. É certo que o Concílio de Trento propôs a abolição da polifonia na missa, mas depois recuou perante a Missa Papae Mercelli, de Palestrina.

Erasmo de Roterdão (um católico progressista daquela época, que foi convidado pessoalmente por Lutero a aderir à “Reforma”, mas não aceitou o convite) não encontrava justificação para a polifonia nas escrituras cristãs, e achava que a música cristã se deveria confinar ao canto dos salmos e nada mais do que isso. Esta ideia de Erasmo viria a dominar a atitude da maior parte dos reformadores do século XVI e a influenciar católicos como Thomas More. Por exemplo, o Requiem durante a missa foi uma invenção pós-tridentina inspirada pela insistência da Contra-reforma na missa entendida como um sacrifício — o que Lutero negou: para Lutero, a missa não era nunca um sacrifício, mas era toda ela um sacramento.

Em suma: a ideia de Anselmo Borges segundo a qual “a força da música na liturgia” foi um fenómeno luterano, é falsa.


Imagem: máscara de morte de Lutero. Texto do Anselmo Borges em ficheiro PDF.

Sábado, 18 Novembro 2017

A contradição fundamental de João César das Neves

Filed under: Igreja Católica,joão césar das neves,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 10:02 am

 

“João César das Neves diz que António Costa está a seguir uma política exactamente igual à de José Sócrates, que conduziu o país para a crise. O SAPO 24 falou com o professor no seu gabinete na Católica Lisbon School of Business and Economics, o número 5319, povoado de livros e de imagens de Nossa Senhora.

Com uma fotografia do papa Francisco a passar no ecrã do seu computador, a conversa girou em torno do dinheiro, da religião, da ética e da felicidade. E daquilo que o governo, e cada um de nós, pode fazer em relação a isso”.

João César das Neves: “O país é socialista. Somos um país que adora o Estado e os carinhos do Estado.”

O João César das Neves respeita e defende um papa manifestamente socialista, e simultaneamente critica o socialismo prevalecente em Portugal.

Não nos enganemos: o que o papa Chiquinho defende não é a doutrina social da Igreja Católica: é a Teologia da Libertação disfarçada para enganar os tolos.

Terça-feira, 14 Novembro 2017

O Chico Burrico e os seus amigos fanchonos

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 3:42 pm

 

luigi-ciotti-web

Domingo, 5 Novembro 2017

Os jesuítas são a burguesia da Igreja

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 6:34 pm

 

jesuitas-burguesia-web

O Chico Burrico e o casamento dos sacerdotes: quando o facto faz o direito

 

tabus webVemos aqui um parolo da Madeira a citar o Anselmo Borges e o Frei Bento Domingues quando defende o fim do celibato dos sacerdotes católicos.

O argumento é sempre o mesmo: “há padres que fornicam”. A partir de um facto (o de haver padres que fornicam), pretende-se criar um putativo direito (o fim do celibato dos padres) — como se o fim do celibato dos padres acabasse com a tendência fornicadora promíscua dos padres que já fornicam.

Além disso, esquece-se o papel que os diáconos e diaconisas poderiam desempenhar na Igreja Católica. Por exemplo, se as hóstias já estiverem previamente consagradas por um sacerdote, um diácono pode conduzir uma missa:

“Os poderes de um diácono são: ministrar os sacramentos do baptismo e do matrimónio, dar bênçãos diversas, dar a bênção do santíssimo sacramento, fazer a celebração da palavra, distribuir a sagrada comunhão e fazer pregações.”Wikipédia

Mas não vemos ninguém na Igreja Católica do Chico, incluindo o Anselmo Borges e o Frei Bento Domingues, falar do diaconato. Não interessa falar disso.

A falácia do argumento do parolo madeirense é a que alimenta a sanha destruidora da Igreja Católica que orienta o Chico que habita o Vaticano — por exemplo, quando a referida besta se prepara para legalizar o casamento dos sacerdotes no interior do Brasil, alegando “falta de padres” ao mesmo tempo que se esquece da figura bíblica do diácono.

Essa mesma falácia é a que alimenta o argumento da legalização da pedofilia, por exemplo:

“se existem pedófilos, então temos um facto; e se o facto existe, há que instituir o direito”.

Ou seja, “se é um facto que os pedófilos existem, então há que legalizar a pedofilia”.

Demonstramos aqui como um facto não cria necessariamente o direito. Aliás, a Esquerda (de que faz parte o Chiquitito) sabe perfeitamente disso; por exemplo, não é porque é um facto que existem capitalistas que o capitalismo passa a ter características de um direito inquestionável.

Portanto, convém dizer aos parolos deste país, o seguinte: ao longo de mais de 2000 anos da Igreja Católica, sempre houve sacerdotes que fizeram filhos, e muitas vezes nas mulheres dos outros.

Mas não é porque isso é um facto que vamos instituir um direito.

Não é casando os padres que fazem filhos nas mulheres dos outros que vamos acabar com a promiscuidade sexual desses padres. Mais: sabendo que existem padres homossexuais, só falta ao parolo madeirense, ao Anselmo Borges, ao Frei Bento Domingues e ao Chiquinho defender a instituição do "casamento" gay para os sacerdotes da Igreja Católica.

 

Terça-feira, 31 Outubro 2017

A Igreja Católica do filho-de-puta do Chico: católicos são expulsos da igreja por rezarem o terço

Filed under: Igreja Católica,Lutero,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 3:02 pm

 

Dia 28 de Outubro de 2017, na catedral católica de St. Michael e St. Gudula em Bruxelas, Bélgica, rezava-se uma missa protestante em celebração dos 500 anos da revolução luterana. A missa foi conduzida pelo pastor protestante Steven Fuite, e nela estava presente o cardeal “católico” e Arcebispo de Bruxelas, Jozef De Kesel.

Um grupo de jovens católicos que rezava o terço foi expulso da igreja por ordem do próprio cardeal “católico”.

 

Domingo, 29 Outubro 2017

França recusa estátua de João Paulo II; e a Polónia quer ficar com ela

 

O Conselho de Estado de França — obviamente controlado pela maçonaria — pretende retirar a cruz a uma estátua do Papa João Paulo II na cidade de Ploërmel.

Ploermel-estatua-joao-paulo-2-web

Entretanto, a primeira-ministra da Polónia, Beata Szydło, já veio dizer no Twitter que se os franceses não querem o monumento completo (com a cruz), a Polónia está desde já disponível para ficar com o dito (monumento que foi construído pelo artista russo Zurab Tsereteli em 2006).

Beata-Szydło-france-web

A nossa consolação é que os maçons franceses irão em breve andar de cu para o ar, sodomizados pelos maomedanos maioritários: em 2050, a maioria da população em França não será europeia e será muçulmana.

A opinião do cardeal de Lisboa — D. Manuel Clemente — acerca de Lutero, é anticatólica

 

Ando tão afastado da actual Igreja Católica do papa Chiquinho que nem sabia que o Bispo de Lisboa já tinha recebido o cardinalato. E leio a notícia: «Cardeal Patriarca de Lisboa vê Lutero como "grande fonte de inspiração"».

A opinião do cardeal de Lisboa acerca de Lutero é totalmente falsa. D. Manuel Clemente não resistiria a 5 minutos de troca de texto comigo. Aliás: a opinião do cardeal de Lisboa é anticatólica.

Toda a gente sabe que a chamada “Reforma” de Lutero teve um fundamento político, e não propriamente teológico.

Por isso é que o cardeal de Lisboa mente. E a prova disso é que grandes porções da Alemanha (por exemplo, a Baviera) manteve-se católica apesar de Lutero, porque a política bávara não seguiu o paradigma político dos príncipes alemães do norte.

O cardeal de Lisboa segue, de forma canina, a opinião anticatólica do papa Chiquitito acerca de Lutero. Se o Chico fosse da opinião que nos devêssemos lançar a um poço, o cardeal de Lisboa seria o primeiro a lançar-se ao poço.

O que o cardeal de Lisboa faz de conta que não sabe (ou, se calha, não sabe mesmo!) é o seguinte:

  • Lutero separou a Fé, por um lado, e a Razão, por outro lado.
  • Lutero separou a acção humana, por um lado, das consequências dessa acção, por outro lado.

Por favor leiam dois textos que reduzem o cardeal de Lisboa à insignificância intelectual que ele merece:

Página seguinte »

Site no WordPress.com.