perspectivas

Sexta-feira, 24 Março 2017

A cagada psicótica do Anselmo Borges

 

O Anselmo Borges escreveu uma cagada em dois actos. O primeiro acto enumera as futuras conquistas do chamado trans-humanismo, por exemplo:

“Já mudamos o género de um ser humano através da cirurgia e de tratamentos hormonais.”

Não, ó Anselmo Borges, não mudamos nada. Mesmo que tirem o útero a uma mulher, ela não deixa de ser mulher. O “problema” está no ADN, no XX; ¿estás a perceber, ó Anselmo? Portanto, caro Anselmo Borges, vai à bardamerda, tu e mais a “mudança de género” gramatical.

“Com ela e outras formas de engenharia biológica pode pensar-se em realizar alterações profundas na nossa fisiologia, no sistema imunitário, na esperança média de vida, nas nossas capacidades intelectuais e emocionais.”

“Poderíamos realizar alterações profundas, por exemplo, no nosso sistema imunitário”, se soubéssemos o que é e como se formou o nosso sistema imunitário. Aconselho o leitor assíduo do Anselmo Borges a ler um livro do professor universitário Michael Behe “A Caixa Negra de Darwin”, porque de outro modo seria trabalhoso estar aqui a explicar a psicose do Anselmo Borges — ou melhor: o delírio interpretativo do Anselmo Borges.

O segundo acto cagado especula sobre a primeira cagada. O Anselmo Borges irrita-me, porque usa e abusa da falácia ad Novitatem, por um lado, e por outro lado, o velho gaiteiro gosta de se pavonear como sendo “pr’á frentex”.

Terça-feira, 14 Março 2017

O papa Chico é um Joaquim de Fiore actual

Filed under: Anselmo Borges,cardeal Bergoglio,Igreja Católica,papa Chico — O. Braga @ 11:29 am
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Temos aqui mais um texto panegírico do Anselmo Borges dedicado ao papa Chiquitito. Digo o seguinte: desprezo este papa como sendo ele um agente da força do Mal. Existe um livrinho de Eric Voegelin com o título “Religiões Políticas” que toda a gente deveria ler — quanto mais não seja para compreender por que razão o papa Chiquinho é, também ele, um agente da força do Mal.

Todos os seres humanos (uns mais do que outros) têm defeitos. Nenhum ser humano é perfeito, e nenhum papa jamais foi perfeito. Mas este papa quer ser visto (pelas pessoas, em geral) como “sendo perfeito quando afirma publicamente a sua imperfeição” — o que, podemos dizer, é o cúmulo da hipocrisia; e, para isso, utiliza amiúde a utopia.

“A cidade imaginada pelo utopista é sempre de mau gosto, a começar pela do Livro do Apocalipse.”
→ Nicolás Gómez Dávila

O papa Chico é uma espécie de Joaquim de Fiore actual, ideologicamente explorado pelos seus correligionários gnósticos modernos, como é o caso do Anselmo Borges. O seu mundo é imanente, e quando ele fala em “transcendência” é para enganar o povo católico.

O Anselmo Borges pode escrever uma biblioteca inteira com a apologética do papa Chiquinho, que não é por isso que a realidade se transforma através de uma fé metastática, e o papa-açorda passa a ser santo.

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