perspectivas

Domingo, 27 Outubro 2019

As incongruências do padreco Anselmo Borges

Filed under: Anselmo Borges — O. Braga @ 11:58 am

Opadreco Anselmo Borges faz aqui uma crítica à cultura do descartável, da fuga ao sacrifício e à renúncia, e do culto da superficialidade, o que fica é também a incapacidade do compromisso definitivo” (SIC); mas o padreco pensa que nós nos esquecemos (o povo tem a memória curta) da sua (dele) defesa da legalização do aborto.

Ou seja: a crítica à “cultura do descartável” — segundo o padreco sem vergonha — não se aplica ao feto humano.

Puta-que-pariu !

Domingo, 6 Outubro 2019

A hipocrisia do estuporado Anselmo Borges

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 7:14 pm

Ao lermos este texto do Anselmo Borges, constatamos um exemplo de como se pode perverter a mensagem do fundamento do Cristianismo (e da Igreja Católica), utilizando meias-verdades. E o problema é que ninguém, na ribalta da cultura nacional (incluindo o ilustríssimo clero católico português) se atreve a contrariar o apóstata travestido de Padre. O Anselmo Borges age sem qualquer oposição.

Escreve o padreco herege:

“No início do século XX, A. Loisy fez uma afirmação que é decisiva para a compreensão dos problemas dramáticos por que passa a Igreja: "Jesus anunciou a vinda do Reino de Deus, mas o que veio foi a Igreja". Realmente, não se pode dizer que Jesus fundou a Igreja. Jesus é o fundamento da Igreja, mas não o seu fundador”.

O que o Borges quer dizer com o trecho “não se pode dizer que Jesus fundou a Igreja”, é a negação da veracidade dos Evangelhos — no caso vertente, o Borges pretende afirmar a negação de Mateus 16, 18:

“E também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra1 edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.

Aborrece-me que esse senhor ande por aí, nos me®dia, a nulificar o catolicismo “a bem do Cristianismo”; e mais me aborrece que a hierarquia da Igreja Católica portuguesa se acobarde perante a acção da avantesma, e se cale.

Quem não reconhece a legitimidade dos Evangelhos sinópticos não tem o direito de falar em nome de Jesus Cristo.


Escreve o hipócrita:

“Foi essa fé que moveu Jesus, realizando, por palavras e obras, o Reino de Deus, o Reino da fraternidade, da paz, da solidariedade e da verdadeira liberdade, para todos, a começar pelos mais frágeis, abandonados, pobres, aflitos, marginalizados, desprezados, desvalorizados… Para Deus, todos valem infinitamente”.

O hipócrita Borges está preocupado com “os mais frágeis” e, segundo o estupor, “para Deus, todos valem infinitamente”. Mas quando aconteceu o referendo do aborto em 2007, o “sacerdote católico” Anselmo Borges declarou-se a favor da legalização do aborto (ver ficheiro PDF).

A invocação da ciência para legitimar o aborto é um acto falacioso, porque a ciência não tem certezas. Por exemplo, quando estuporado escreveu em 2007:

Antes da décima semana, não havendo ainda actividade neuronal, não é claro que o processo de constituição de um novo ser humano esteja concluído. De qualquer modo, não se pode chamar homicídio, sem mais, à interrupção da gravidez levada a cabo nesse período”.

Hoje, a ciência já diz que a actividade neuronal começa às 5 semanas — e não às 10 semanas, como escreveu o estuporado em 2007.

Por isso, verificamos que não devemos utilizar a ciência com a certeza de uma fé, como parece ser a tese da referida avantesma. E uma vez que a ciência não nos dá certezas, devemo-nos abster de a instrumentalizar em casos de discussão ética em que esteja em causa a vida e/ou a morte.

A noção de “verdade” não pertence à ciência; e a “certeza” proíbe, em princípio, a dúvida — sendo que a dúvida é a condição da ciência.

Em ética, utilizamos “valores”, e não “certezas científicas” que podem ser anuladas a breve trecho.

As “certezas científicas” também foram utilizadas pelos nazis quando classificaram a superioridade da raça alemã: em boa verdade, o estupor Anselmo Borges não anda longe da mentalidade naturalista que presidiu ao III Reich.

A tentativa de legitimação do aborto é eticamente insuportável.

Uma pessoa pode naturalmente errar (e arrepender-se), mas o erro não deixa de ser erro, só porque a ciência actual afirma uma qualquer “verdade” que amanhã pode deixar de ser.

IGREJA-DO-CHICO-WEB

O padreco sem vergonha faz parte da igreja do Bergoglio (vulgo “papa Chico”) que, em vez de absolver os pecadores (como sempre fez a Igreja Católica), passou agora a absolver os pecados — a mesma igreja do Chiquinho que pretende que “perdoar” seja negar que houve delito.

E é de uma hipocrisia infinita que alguém defenda um qualquer grau de legitimidade do aborto ao mesmo tempo que afirma que, “para Deus, todos valem infinitamente”.


Notas
1. “Pedro” é a tradução grega (que surgiu mais tarde) do nome aramaico “Kepha” que significa “pedra”ou “rocha”, sendo que a palavra “Kepha” era utilizada como nome próprio, no tempo de Jesus.

2. Os protestantes atacam a Igreja Católica (por exemplo, quando dizem que “Mateus 16,18 não interessa para nada”), mas não vêem que fazem figura de estúpidos — porque sem a existência da Igreja Católica não haveria a actual miríade de igrejas protestantes.

Em relação a este assunto, ler isto (PDF).

Domingo, 21 Julho 2019

A escatologia do Anselmo Borges, ou a revolução antropocêntrica do papa gnóstico

Há, no discurso do Anselmo Borges, algo de “escatológico” — entendido no sentido biológico. É um discurso bio-degradado; mas é também “escatológico” no sentido metafísico: um discurso característico dos fins-dos-tempos.

Se juntarmos a excrescência humana do “dogma antidogmático” 1  — quem silenciosamente repudia os dogmas da Igreja Católica (como é o caso do Chico e dos seus sequazes), tem que escolher entre indiferentismo e hierarquia; e é esta a verdadeira “tensão” dos gnósticos que comandam a actual Igreja Católica, que o Anselmo Borges escamoteia — , por um lado, à crença metafísica da centralidade do Homem no universo 2 (o antropocentrismo do papa Chicozinho) , por outro lado, obtermos a escatologia do Anselmo Borges.

Dizia Aristóteles que quando partimos de princípios errados, toda a nossa teoria está errada. É o caso do Anselmo Borges:

« A Igreja tem dentro dela, inevitavelmente, uma tensão que a conduz a um paradoxo. Esta tensão e este paradoxo foram descritos de modo penetrante, preciso e límpido pelo sociólogo Olivier Robineau, nestes termos: "A Igreja Católica é uma junção paradoxal de dois elementos opostos por natureza: uma convicção – o descentramento segundo o amor – e um chefe supremo dirigindo uma instituição hierárquica e centralizada segundo um direito unificador, o direito canónico. De um lado, a crença no invisível Deus-Amor; do outro, um aparelho político e jurídico à procura de visibilidade. O Deus do descentramento dos corações que caminha ao lado de uma máquina dogmática centralizadora. O discurso que enaltece uma alteridade gratuita coexiste com o controlo social das almas da civilização paroquial – de que a confissão é o arquétipo – colocado sob a autoridade do Papa. Numa palavra, a antropologia católica tenta associar os extremos: a graça abundante e o cálculo estratégico. Isso dá lugar tanto a São Francisco de Assis como a Torquemada." »

1/ Desde logo, está errado o princípio do Anselmo Borges segundo o qual a “tensão existencial ” é um fenómeno exclusivo da Igreja Católica — como fica explícito na escatologia do Anselmo Borges.

O que verificamos naquele trecho do Anselmo Borges é uma tentativa de justificar a separação dos pólos da experiência (existencial) — considerando os pólos da experiência como sendo entidades (objectos) independentes (neste caso, a fé, por um lado, e a Igreja enquanto organização humana, por outro lado) entre si.

A separação dos pólos da experiência (considerando-os como entidades independentes um do outro) significa a destruição da Realidade da existência enquanto tal; é uma forma de libertação revolucionária em relação à Metaxia que tem como consequência grave, entre outras, a mutilação do papel da ética no pensamento (relativismo).

A tentativa gnóstica (ou neognóstica, ou revolucionária; vai dar no mesmo) de libertação do humano em relação à existência metáxica (segundo Platão, a Metaxia é a condição dialéctica da existência do ser humano) tem como resultado a ideia absurda segundo a qual a Ordem do Ser pode ser mudada através de um processo histórico, por um lado, e por outro lado, que a mudança do Ser depende da política — é isto exactamente que está presente no ideário do papa Chicozinho e dos seus sequazes, incluindo o Anselmo Borges.

A “tensão” da Igreja Católica, a que se refere escatologicamente o Anselmo Borges, é característica própria da Realidade da existência — e não apenas uma característica da Igreja Católica. Essa tensão metáxica está presente em todos os seres humanos na relação que têm com qualquer  organização social.

2/ A contraposição que o Anselmo Borges faz entre a consciência (a fé), por um lado, e a história dos acontecimentos mundanos (neste caso, a organização da Igreja), por outro lado, consiste em uma uma falsa dicotomia — porque o encontro da consciência humana (a fé) com a transcendência não ocorre na história dos acontecimentos mundanos (na organização social), mas antes ocorre no processo interno da experiência da consciência humana.

O conceito neognóstico de libertação do ser humano em relação à existência metáxica através da tentativa da eliminação da “tensão” existencial que, alegadamente, conduziria (segundo a teoria gnóstica do Chico e seus sequazes) à “salvação em relação ao mal” (à construção de um paraíso na Terra) através de um processo histórico e político — é uma fraude intelectual e uma aberração ética.

papa-açorda


Notas

1. O dogma da bondade natural do Homem (Rousseau) formula, em termos éticos, a experiência central do papa gnóstico: o Homem é naturalmente bom porque é naturalmente deus (imanência e monismo).


2. A
experimentação não refuta nem confirma axiomas matemáticos ou dogmas religiosos. Racionalizar o dogma católico, abrandar a moral, simplificar o rito, não facilita a aproximação do crente, mas sim facilita a aproximação em relação ao incréu.

Quinta-feira, 21 Fevereiro 2019

O Anselmo Borges mete nojo aos cães

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 6:30 pm

 

“Para Anselmo Borges, padre e professor de Filosofia, o grande mérito do encontro entre o Papa e os presidentes das conferências episcopais, desta quinta-feira até domingo, em Roma, será forçar os bispos a tomarem consciência da gravidade dos abusos sexuais de menores”.

Anselmo Borges: “O celibato obrigatório não faz sentido”


a) Quem ouvir o Anselmo Borges, fica com a ideia de que é obrigatório ser Padre; e, sendo obrigatório a qualquer homem seguir o sacerdócio, segue-se que não é justo que se lhe imponha o celibato.

O Anselmo Borges é muito desonesto, do ponto de vista intelectual. O Anselmo Borges é uma fraude académica. É uma vergonha!

Que fique claro:

1/ nenhum homem é obrigado a seguir o sacerdócio; só vai para Padre quem quer.

2/ a Igreja Católica está infestada de homossexuais (a máfia alfazema): se é verdade que nenhum homem é obrigado a seguir o sacerdócio, também é verdade é que a percentagem de homossexuais no clero católico é assustadora (perguntem, por exemplo, ao Bispo Azevedo).

O abuso sexuais de menores é esmagadora- e maioritariamente homossexual (abusos de crianças do mesmo sexo). É isto que o desonesto Anselmo Borges não diz; e por isso é que ele mete nojo aos cães.

O problema não está no celibato (como parece fazer crer o desonesto Anselmo Borges: falácia do espantalho): o problema da Igreja católica está na paneleiragem que controla a actual Igreja do papa Chiquinho.

b) Os católicos ditos “progressistas” andam a falar muito na necessidade do diaconato para as mulheres, mas fazem de conta que não existe o diaconato os homens. As diferenças entre sacerdotes e diáconos são as de que estes últimos “não consagram a hóstia nem ungem enfermos, como também não atendem confissões”.

“Os poderes de um diácono são: ministrar os sacramentos do baptismo e do matrimónio, dar bênçãos diversas, dar a bênção do santíssimo sacramento, fazer a celebração da palavra, distribuir a sagrada comunhão e fazer pregações”.

Os diáconos podem ser casados; mas deste facto na fala o Anselmo Borges, porque falar no “diaconato dos casados” não mina a estrutura da Igreja Católica. O que interessa ao diabólico Anselmo Borges é destruir a Igreja Católica.

Domingo, 10 Fevereiro 2019

A ideia segundo a qual “o pluralismo e a diversidade de religiões é querida por Deus”, é directamente contrária à fé católica

 

1/

Este é um princípio decisivo para quem queira estar na religião/religiões com dignidade: Deus não precisa que O defendam; as pessoas sim. Porque é isso que Deus quer, o seu único interesse são as pessoas”.

O Anselmo Borges diz que “Deus não precisa que O defendam”, por um lado; mas, por outro lado, ele fala em defesa de Deus (“porque é isso que Deus quer, o seu único interesse são as pessoas”). O Anselmo Borges pretende fazer a defesa de Deus dizendo que “Deus não precisa que O defendam” — o que não é senão uma forma sinistra de o defender, mas de uma forma negativa.

O Anselmo Borges é uma contradição com pernas. O que me admira é que ninguém, dentro da estrutura eclesiástica da Igreja Católica portuguesa, tenha coragem de lhe fazer frente na praça pública.

2/

É claro que o Anselmo Borges vem fazer a defesa da visita do papa Chiquinho aos Emirados Árabes Unidos — um país que se rege pela lei islâmica da Sharia e que, por isso, pratica a pena-de-morte, e aplica o imposto da Jizya aos católicos. Mas estes factos insofismáveis, que demonstram que não existe reciprocidade nos países islâmicos, são escondidos da opinião pública em nome do marxismo cultural.

A ideia segundo a qual “o pluralismo e a diversidade de religiões é desejada por Deus” (ideia esta defendida pelo Chicão e pelo palerma Anselmo Borges), é directamente contrária à fé católica.

O pluralismo e a diversidade religiosas, entendidas exclusivamente em si mesmas e por princípio, são um mal — e por isso não podem ser desejadas por Deus. As ditas “religiões” que não incluem em si mesmas o conceito de Santíssima Trindade, são falsas religiões. Ponto final.

Neste sentido, podemos dizer que o Chico é um apóstata: ele pode ser aquilo que ele quiser, mas certamente não é um católico.

3/

A Igreja Católica segundo o Chico é assustadora, porque, por exemplo, não tem em consideração o conceito islâmico de Taqiyya. O Chico condena a Igreja à imolação no altar da lei islâmica (Sharia) — e isto em nome do “pluralismo”, “fraternidade”, “diversidade”, etc.

As pessoas (como o Anselmo Borges) têm fraca memória, e já se esqueceram do que aconteceu à Esquerda depois da revolução islâmica no Irão. A Esquerda iraniana aliou-se aos Aiatólas contra o Xá, e depois os islamitas assassinaram tudo o que mexia à esquerda. O mesmo irá acontecer com a Igreja Católica do Chicão.

Deus o leve mais cedo do que tarde, antes que cause mais alarde.

4/

O facto de haver liberdade (jurídica) de praticar uma determinada religião, não significa que eu seja obrigado a reconhecer ou a aceitar a ideia segundo a qual “todas as religiões são iguais” — aliás, este mesmo princípio é seguido pela lei islâmica nos Emirados Árabes Unidos, onde os católicos pagam um imposto específico pelo simples facto de serem católicos (Jizya).

Ora, é isto que o Chico defende (que as religiões são todas iguais), alegadamente em nome da Igreja Católica e contra a doutrina da Igreja.

Vemos em baixo um vídeo em que o francês Eric Zemmour explica o conceito de islamização de um determinado território. Mas, a julgar pelo Anselmo Borges (que segue o seu guru Chicozinho), a islamização da Europa é aceitável em nome do “pluralismo”, “fraternidade”, “diversidade”, etc..

É espantoso como o Anselmo Borges fala do Islamismo, quando parece objectivamente que ele nunca leu o Alcorão.

Só uma besta quadrada do calibre do Anselmo Borges (ou/e o Chico) pode afirmar que “as religiões são todas iguais”. De facto, não são!

 

Segunda-feira, 14 Janeiro 2019

A Igreja Católica portuguesa deveria denunciar publicamente o burro mentiroso Anselmo Borges

 

O silêncio da Conferência Episcopal Portuguesa em relação às opiniões de Anselmo Borges publicadas nos me®dia, revelam cumplicidade : a Igreja Católica portuguesa está minada por dentro.

Os fiéis católicos têm todo o direito de expulsar um Bispo de uma igreja, se as opiniões dele forem contra o estipulado pelo Direito Canónico ou contra o catecismo da Igreja Católica. Os bispos e padres não são deuses; se as suas opiniões forem contra o estipulado pela tradição e pela doutrina da Igreja Católica, temos (nós, os católicos) todo o direito de os expulsar de uma igreja no decorrer de uma missa.

A recente polémica com o Bispo Lindinho do Porto revela, de facto, que a Igreja Católica portuguesa está muito doente. Cabe ao povo católico limpar a Igreja e extirpar o veneno destilado por um clero decadente às ordens de um papa anticristo.


O Anselmo Borges escreveu:

“Na sua obsessão pelo sexo, a Igreja não pode reclamar-se de Jesus. De facto, segundo os Evangelhos, Jesus raramente falou de sexo e, quando o fez, foi provocado por perguntas que lhe fizeram. E, aí, apelou para o amor, a fidelidade no casal e a igualdade do homem e da mulher. Apaixonado pela felicidade das pessoas, participou em festas de casamento e até fez com que aparecesse o vinho que faltava: 600 litros! Ele próprio celibatário, não impôs o celibato: São Pedro, por exemplo, era casado, e o celibato obrigatório para os padres na Igreja do Ocidente só começou a impor-se no século XI, com o Papa Gregório VII.”

Os Evangelhos do Anselmo Borges não são os mesmos que os católicos comuns lêem. O Anselmo Borges tem um evangelho especial, só para ele.


Não há nada nos Evangelhos canónicos que afirme a igualdade de condições (ou igualdade social) entre a mulher e o homem.

A ideia da igualdade de condições (igualdade social) é um conceito marxista que o peçonhento Anselmo Borges atribui a Jesus Cristo.

A ideia de igualdade de condições (igualdade social) entre o homem e a mulher era totalmente estranha à Cultura antes de Engels e Karl Marx.

O que Jesus Cristo defendeu foi a igualdade ontológica (dignidade igual) de homens e/ou mulheres — o que não significa que homens e mulheres tenham todos o mesmo Poder ou as mesmas características, mas que têm uma dignidade igual.


Sobre o casamento e o celibato, aconselho ao Anselmo Borges a leitura de Mateus 19, 10 – 12 (veja se aprende, Ó Grande Burro!): “Há eunucos que se fizeram a si mesmos”.

É absolutamente falso que o celibato não era praticado e aconselhado pelos primeiros padres da Igreja primordial. O Anselmo Borges mente desavergonhadamente. Mentiroso compulsivo.

Houve mesmo casos extremos: por exemplo, Orígenes, um Padre da Igreja primordial, chegou mesmo a (auto) castrar-se para poder endoutrinar (conviver com) as mulheres pagãs da sua comunidade.

Nos Evangelhos canónicos, as condições para seguir Jesus Cristo (condições para ser discípulo, em primeiro lugar, e apóstolo, em segundo lugar) são claras: por exemplo, em Marcos 34, ou em Mateus 19, 16-23 (Aprende!, ó burro! Volta para o seminário!).

Quarta-feira, 26 Dezembro 2018

É melhor ser um burro do que ser o Bispo Lindinho

Filed under: Anselmo Borges,bispo Lindinho,Igreja Católica — O. Braga @ 6:38 pm

O Bispo Lindinho não tem condições objectivas para ser Bispo e lindo

Filed under: Anselmo Borges,bispo Lindinho,Igreja Católica — O. Braga @ 6:09 pm

« Ora bem, quanto ao Senhor Padre Anselmo Borges, com larga exposição habitual nos media nacionais, alinho com outros comentadores: infelizmente, nem vale a pena perder tempo com ele. Que fique lá na sua cátedra de filósofo, como o referem muitos querendo emprestar-lhe indisputada autoridade académica. Que Deus sempre misericordioso e justo, tenha piedade dele, agora e assim que chegar a sua hora de partir deste mundo.

Mas quanto ao referido Senhor bispo, que tem por função especial ensinar, tal como todos os seus Colegas no episcopado, sendo todos eles mestres da doutrina e doutores autênticos «que pregam [ou deviam pregar] ao povo a eles confiado a fé que se deve crer e aplicar na vida prática», conforme proclama o Concílio Vaticano II (1), não consigo estar calado. De facto, a sua cátedra de bispo é teologicamente diferente daquela exibida pelo Senhor Padre Anselmo Borges. »

–> Mas que Linda confusão

Segunda-feira, 24 Dezembro 2018

Votos de felizes Festas de Inverno para o Bispo Lindinho e para o Anselmo Borges

Filed under: Anselmo Borges,bispo Lindinho,Igreja Católica — O. Braga @ 3:16 pm

 

Ainda hoje há, em Portugal, pessoas que nasceram em um dia e foram registados em outro dia meses mais tarde (o que torna impossível uma carta astrológica decente). Mas, ainda assim, o Bispo Lindinho e o Anselmo Borges preocupam-se em alimentar a burrice endógena de certas meninas do Observador.

O Bispo Lindinho (o do Porto), tal como acontece com o “Padre” Anselmo Borges, anda à procura de protagonismo; e na saga do protagonismo, não se preocupam muito com a destruição de símbolos ancestrais da nossa cultura antropológica, e/ou símbolos do Cristianismo.

Pois, se (segundo as duas referidas luminárias) “ninguém sabe quando nasceu Jesus Cristo”, ¿por que razão não poderia Ele ter nascido na noite de 24 para 25 de Dezembro?

E mesmo que Ele não tivesse nascido na noite de 24 de Dezembro para 25 de Dezembro, por que razão isso é tema de preocupação? A minha bisavó paterna nasceu num determinado dia e foi registada com data de seis meses depois, e consta que nem por isso deixou de existir, e que viveu o mais feliz possível.

Portanto, a tentativa de referenciar historicamente o ano, o dia, a hora e o minuto do nascimento de Jesus Cristo é uma tentativa de destruir o simbolismo cristão do Natal. É disso que se ocupa o Bispo Lindinho (nomeado pelo papa-açorda Chiquinho) e o seu sequaz Anselmo Borges: destruir símbolos do Cristianismo.

Mas as meninas de Odivelas (perdão!), do Observador, conseguiram ainda mais preciosa informação do Bispo Lindinho e do Anselmo Borges.

Numa altura (século XXI) em que é possível a uma virgem engravidar por fertilização in vitro, o Bispo Lindinho e o Anselmo Borges vêm dizer que isso são coisas modernas conseguidas pela ciência do deus-homem: o Deus criador do universo não poderia ter realizado tal coisa! Só o deus-homem seria capaz de fazer com que uma virgem parisse!

O que é extraordinário é um Bispo da Igreja Católica dizer que no século XXI é possível a uma virgem parir, devido a ciência do deus-homem; mas, simultaneamente, afirmar que no século I não seria possível que um arcanjo (mensageiro de Deus) visitasse a virgem Maria anunciando o nascimento de Jesus Cristo (porque é disto que se trata, com a ideia da exclusividade da “virgindade teológica” de Maria).

Eles, as duas luminárias, não têm dúvidas acerca da impotência de Deus!, face à prepotência do deus-homem.

Em suma: segundo o Bispo Lindinho, o deus-homem é capaz de façanhas que o Deus Criador não tem a estatura necessária para conseguir. Meus caros: é disto que temos! Contentem-se!

sanidade-sociedade

Segunda-feira, 3 Setembro 2018

O Anselmo Borges, e a religião do onanismo sentimental da sociedade efeminizada

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica — O. Braga @ 10:01 am

 

Para o Anselmo Borges, o apelo à emoção é uma componente da mística religiosa. Em uma sociedade efeminizada (onde o feminino passou alegadamente a ter a maior influência possível), o apelo à emoção é uma tremenda arma política. Os ideólogos da laia do Anselmo Borges apelam à emoção mas de uma forma fria e cerebral, tendo em vista recolher dividendos políticos.

Este texto do Anselmo Borges revela de facto a identificação da mística com (o apelo à) a emoção, por um lado, e por outro lado identifica a ética com a mística.

Porém, a verdade é que uma ética que perde a sua rigidez heteronómica redunda sempre em onanismo sentimental — que é exactamente o que os ideólogos da estirpe do Anselmo Borges pretendem: transformar a ética num choradinho promovido por mulheres e controlado cultural- e politicamente por homens ditos “feministas” ou realmente efeminados. É esta a estratégia política do neomarxismo que impregnou a Igreja Católica.

O Anselmo Borges é um personagem extremamente perigoso, porque faz da ambiguidade uma estratégia retórica, e da ambivalência uma arma persuasiva. E procede assim com o à-vontade e bonomia que causariam inveja ao sofista Protágoras.

Quando reduz a religião à política, o Anselmo Borges reduz a religião à imanência — nomeadamente quando escreve:

“A mística Santa Teresa de Ávila também dizia que Deus anda na cozinha no meio das panelas. Para sublinhar que quem julga encontrar Deus fora do mundo lida apenas com as suas ilusões”.

Reparem na sugestão sub-reptícia : “quem pensa que Deus está fora do mundo anda enganado, ou seja, só e apenas no mundo podemos encontrar Deus”.

Ora, não seria certamente a intenção de Teresa de Ávila dar a interpretação imanente do Anselmo Borges. Não é por Deus estar no mundo que Ele se confina ao mundo, como sugere sub-repticiamente o Anselmo Borges.

Imanência pura, ou uma forma de ateísmo panteísta à moda de Espinosa. É é a partir da pura imanência que o Anselmo Borges constrói o seu (dele) conceito de “misticismo”, à semelhança dos monismos religiosos, o que revela de facto uma forte influência da Nova Teologia.

Domingo, 15 Julho 2018

Continua a Intifada do Anselmo Borges contra o Inferno

Filed under: Anselmo Borges,ética,Igreja Católica,Moral,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 12:28 pm

 

Escreveu o Anselmo Borges:

« Lídia Jorge foi educada no catolicismo. Mas aos 16 anos afastou-se da Igreja, pois "vivia com revolta com o pensamento dogmático" e por causa da ideia de inferno, "dizia que não era possível que existisse uma instância tão injusta que condene para a eternidade pessoas que apenas vivem 50, 60, 70 anos". Aqui, lembrei-me de Óscar Lopes que também me disse que abandonou a Igreja por causa do inferno. E a argumentação de Lídia Jorge é forte. »


Convém que se diga ao Anselmo Borges o que o Chesterton escreveu: “Em boa verdade, só há dois tipos de pessoas: aquelas que aceitam dogmas e sabem disso, e aquelas que aceitam dogmas mas que não têm consciência disso”.

papa-freak-webMuita gente, como por exemplo, o Anselmo Borges ou a Lídia Jorge, aceitam dogmas e não têm consciência disso; e depois rebelam-se contra os dogmas dos outros. A partir do momento que uma mera verdade evidente passe a ser muito disputada, passa a ser dogma. Tão simples quanto isto.

Para ilustrar a sua aversão ao Inferno, o Anselmo Borges invoca David Hume. Não poderia ter feito pior escolha. David Hume foi alguém que duvidou da sua própria sombra, ou seja, dogmatizou a sua própria dúvida. O Anselmo Borges anda em “boas” companhias.

A Intifada dos Chiquistas (os sequazes do papa Chico) contra o Inferno tem como base um problema ético e moral: ¿como lidar com o problema do Mal?

A estratégia dos chiquistas é o de tentar desvalorizar o negativo tanto quanto possível, esbatendo assim o seu contraste com o positivo. É esta a estratégia chiquista, que consiste em obnubilar os valores da moral cristã, esbatendo a diferença entre o mal e o bem segundo a ortodoxia católica.

Dizem eles que é uma estratégia “inclusiva”: em nome da “inclusividade”, os chiquistas terraplanam a ética, em uma política de terra queimada.

Nesta “inclusividade” ética dos chiquistas, cabe tudo o que seja legal: se um dia, por absurdo (mas já acredito que tudo seja possível!), o assassínio passasse a ser legal, o Anselmo Borges viria a terreiro dizer que não seria “justo que a Igreja Católica condenasse os homicidas à pena do Inferno”. A ética do papa Chico e dos sequazes baseia-se na lei dos homens de cada época. E à medida em que as elites vão legalizando o que de mais hediondo existe, o Inferno do Chico vai-se tornando mais exíguo.

O papa Chico é diabólico. Esta é uma verdade que se pode transformar em dogma. Basta que a disputem.

inclusividade do papa chico web

Sexta-feira, 13 Julho 2018

O silêncio do Vaticano (e do papa Chico) acerca de Mary Wagner

 

Mary-Wagner_300_webAlguma vez ouviram ou viram o Anselmo Borges, por exemplo, a referir-se de algum modo, à católica Mary Wagner?

Não viram nem nunca verão, porque o Anselmo Borges é um sacerdote católico que apoia o aborto de seres humanos, e por isso a Mary Wagner é um caso a “abafar” pela narrativa oficial da Igreja Católica do papa Chicão.

O mesmo se passa com o Frei Bento Domingues: casos como o da Mary Wagner devem ser escondidos da opinião pública, e por isso não consta de crónicas ideologicamente comedidas e politicamente correctas.

A Igreja Católica que temos hoje é uma vergonha! Uma Vergonha Hedionda! Amaldiçoados sejam os actuais dignitários principais da Igreja Católica!


Mary Wagner foi presa outra vez, por ter entrado em uma “clínica” de abortos em Toronto, Canadá, levando rosas vermelhas para as mães que ali se encontravam à espera de abortar, tentando persuadi-las a escolher a vida para os seus filhos.

Foi por isto que Mary Wagner foi presa mais uma vez — e o papa Chicozinho e os seus sequazes mantêm um silêncio cúmplice em relação à tirania abortista do sistema implementado pela “elite” globalista.

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