perspectivas

Terça-feira, 25 Julho 2017

O absurdo da teologia do Frei Bento Domingues

 

Não é preciso ser teólogo para verificar o absurdo na “teologia” do Frei Bento Domingues.

“O Cardeal Robert Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, dirigiu uma Carta aos Bispos diocesanos — ou àqueles que, por direito, lhe são equiparados — para lhes recordar o dever de vigiarem a qualidade do pão e do vinho destinados à Eucaristia e à idoneidade daqueles que os fabricam. Um amigo, pouco versado na linguagem litúrgica, reagiu: querem ver que a ASAE já chegou à Missa!? Acrescentei: ou será que já andam para aí a celebrar com broa de milho?

Esta Carta […] liga a verdade e a eficácia sacramental da Eucaristia à pureza de um cereal — o trigo — e ao produto da videira, o vinho fermentado ou não.

Urge uma alteração de paradigma na teologia dos sacramentos e da liturgia.”

Frei Bento Domingues : ¿Jesus não gostava de broa?


Temos aqui uma descrição hipotética da última ceia de Jesus Cristo.

Sendo hipotética ou não, ou tendo sido de outra forma, existiu — para além do conteúdo — com certeza uma forma que tradicionalmente se opõe à matéria bruta. É o formal, que respeita à forma, por oposição ao material: a distinção lógica entre verdade formal e verdade material permite precisar dois tipos de critérios que devem satisfazer os enunciados ou raciocínios, para serem verdadeiros: conformidade “formal” às regras da lógica, e adequação ao conteúdo — e portanto, adequação do sentido — dos enunciados à realidade a qual se referem.

Ou seja, a crítica do Frei Bento Domingues à preocupação do cardeal Sarah com o formalismo eucarístico é simultaneamente uma crítica a qualquer conteúdo ideológico ou de sentido que a forma requerida implica. Mas os historiadores, ao fazerem a reconstituição do menu da última ceita de Jesus Cristo, revelaram (para além do conteúdo ideológico) o simbolismo da forma que contribuiu também para dar sentido ao acontecimento.

Ou, por outras palavras, o Frei Bento Domingues é estúpido — porque ele parece preocupar-se com o conteúdo [da Eucaristia], sem que demonstre uma equivalente preocupação com a forma. E conteúdo sem forma é o absurdo, não tem sentido nenhum.

Segunda-feira, 3 Julho 2017

O ‘efeito’ Francisco na Igreja Católica, e o Frei Bento Domingues

 

Quando leio alguma coisa escrita pelo Frei Bento Domingues (e pelo Anselmo Borges também), tenho imensa dificuldade em comentar — porque é difícil comentar uma narrativa desprovida de nexo racional.

fbd-2-webPor exemplo, este texto do Frei Bento Domingues: diz ele que Lutero faz falta à Igreja Católica; e (pergunto eu), ¿por que razão Lutero faz falta à Igreja Católica? O Frei Bento Domingues não diz a razão. Seria como se eu dissesse que “faz falta que os portugueses comam muito feijão”, mas não explique por que razão se deve comer tal semente. A narrativa do Frei Bento Domingues não tem nexo racional.

Antes de mais, caro leitor, veja aqui o “efeito Francisco” na Igreja Católica da Austrália. Desde que o Chico entrou no Vaticano, a Igreja Católica australiana têm vindo a decair a olhos vistos. São factos, e não uma narrativa: olhem para os números. Ora, é isto que o Frei Bento Domingues e o Anselmo Borges pretendem para Portugal: o “efeito Francisco”.

Se existe inimigo interno da Igreja Católica em Portugal, é o Frei Bento Domingues.

Aos católicos, pouco interessa que o Chico seja muito popular entre ateus e agnósticos. O que interessa aos católicos é que, de facto, o “efeito Francisco” tem vindo a degradar a Igreja Católica em si mesma, como podemos ver no caso da Austrália.

Portanto, a “deformação da Igreja Católica”, a que se refere o Frei Bento Domingues, vem do próprio Chiquinho.

A ideia do Frei Bento Domingues segundo a qual a Igreja Católica do papa Chico deve adoptar a Doutrina da Justificação de Lutero, é digna de um filho-de-puta; e, a um filho-de-puta destes, só lhe falta a defesa do determinismo calvinista da salvação dos eleitos.

Quarta-feira, 21 Junho 2017

O Frei Bento Domingues considera-se acima dos santos da Igreja Católica

Filed under: Frei Bento Domingues,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:05 am

 

Quando lemos um texto do Frei Bento Domingues, dá-nos a sensação de uma logomaquia: ele mistura propositadamente alhos com bugalhos, porque, no meio da confusão entre verdades e mentiras, ele tem a esperança de que absorvamos as ideias expostas de uma forma acrítica.

Em primeiro lugar, o Frei Bento Domingues tem uma obsessão com a “igualdade”.

Em matemática, a igualdade é a relação entre grandezas que permite que possam ser substituídas uma por outra.

É neste sentido que os igualitaristas ditos “católicos” — como são, por exemplo, Frei Bento Domingues ou Anselmo Borges — concebem a ideia de “igualdade”: os seres humanos e os respectivos sexos (ou as alegadas inúmeras “identidades sexuais”), são intermutáveis (podem ser substituídos uns por outros).

“Nos finais dos anos 60 do século passado, num curso de cristologia, dediquei algumas aulas a investigar, com os alunos, o contraste entre a atitude de Jesus em relação às mulheres e a sua permanente ausência nas grandes decisões de orientação da Igreja. As mulheres não tinham podido votar os documentos do concílio ecuménico Vaticano II, como também nunca tinham tido voz activa em nenhum outro Concílio. Um estudante, no debate, argumentou que, por isso, era um abuso falar de concílios ecuménicos, porque lhes faltou sempre a voz e o voto das mulheres cristãs”.

Frei Bento Domingues

Esta obsessão com a “igualdade” por parte do frade (que é característica da Esquerda) conduz inexoravelmente a sociedade a uma forma de totalitarismo mediante o controlo da linguagemcomo já está a acontecer no Canadá, por exemplo.

Ademais, é falso (Frei Bento Domingues é um mentiroso!) que Jesus Cristo tenha tratado as mulheres “em contraste com as grandes decisões da Igreja” — como afirma o frade. É mentira. Frei Bento Domingues mente!

O Frei Bento Domingues tem tamanha sapiência que se permite condenar as decisões de um papa que foi santificado pela Igreja Católica (João Paulo II). O Frei Bento Domingues considera-se acima dos santos da Igreja Católica.


A matéria em análise e em causa por parte do frade diz respeito à criação de “sacerdotisas” na Igreja Católica, tal como existiram sacerdotisas nas religiões pagãs. Aliás, o Frei Bento Domingues também é obcecado pelo paganismo, e pretende transformar o catolicismo em uma espécie de religião pagã.

sacerdotisas-web

“When my dad retired in 1976 at 74, the Church was still a male institution. It was still taken seriously.

Since the ordination of the first women in 1994, its make-up has changed quite drastically. Between 2002 and 2012, the number of female full-time clergy increased by 41 per cent while number of full-time male clergy dropped nearly at the same rate. Now women comprise one in five members of the full-time clergy and there are far more part-time clergy the majority of whom are women”.

Women clergy will be the death of the Church of England

Com a criação de sacerdotisas, a Igreja Anglicana está hoje praticamente morta.

A Igreja Anglicana é hoje uma Igreja “colorida”. Só lhe falta agora o “casamento” entre sacerdotisas lésbicas e sacerdotes gays para transformar a Igreja Anglicana em um grupo folclórico colorido. É isto que o Frei Bento Domingues gostaria de ver na Igreja Católica: um grupo folclórico pagão.

Portanto, temos que olhar para a realidade concreta (e não para utopia do Frei Bento Domingues) e, por exemplo, olhar para o que está a acontecer às igrejas protestantes com a criação de sacerdotisas; e retirar daí as respectivas conclusões.

“Vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar!”

Não podemos ignorar a realidade em nome da utopia — a não ser em nome da malícia de um personagem melífluo e serôdio que entrou para o clero da Igreja Católica para ser do contra e do reviralho. O Frei Bento Domingues sempre tentou minar a Igreja Católica por dentro; não há pior inimigo da Igreja Católica senão aquele que opera no seu seio.

Domingo, 21 Maio 2017

Este papa Chico está a criar confusão na Igreja Católica.

 

A confusão, em si mesma, não é necessariamente má quando se sabe que se trilha um caminho positivo; o problema é que ninguém tem um vislumbre de certeza — nem mesmo o Chico — de que o caminho escolhido pela actual elite clerical católica é o melhor caminho.

Por isso é que o Chico ataca descaradamente os cardeais que manifestaram dúvidas em relação à encíclica papal “A Alegria do Adultério”. Para o Chico, perguntar é ofensa; “os quatro cardeais perguntaram e ofenderam, e dividiram a Igreja Católica”. Não foi o Chico que dividiu a Igreja Católica: foram os 4 cardeais.

A justificação melíflua do Chico para atacar os 4 cardeais que fazem perguntas é a seguinte: os cardeais transformam a doutrina  (da Igreja Católica) em ideologia  (política) — que é exactamente que o Chico e os seus apaniguados fazem!: misturar a religião e a política. O Chico cabrão acusa os outros de fazerem aquilo que ele próprio faz.


Eu já começo a reparar alterações na liturgia da missa.

Por exemplo, o Padre aqui da freguesia já começou a entrar em diálogo com os participantes na missa que se transforma em uma espécie de “brainstorming” de analfabetos funcionais. E depois, o Padre mete os pés pelas mãos nos “diálogos com os crentes”, como aconteceu hoje em plena homilia na missa, por exemplo, quando, em resposta a uma pergunta de um participante na missa, tentou explicar “racionalmente” “o que é o Espírito Santo”. 1 

A hierarquia da Igreja Católica portuguesa — o Bispo do Porto, nomeadamente —, em vez de implementar as modernices que transformam a Eucaristia em uma “pseudo-sessão de reflexão colectiva New Age”, deveria ensinar, por exemplo, os sacerdotes a explicar simbolicamente o que é a Santíssima Trindade, tal como explicou Santo Agostinho há dois mil anos nas “Confessiones”: a realidade humana também é trinitária: nós somos, nós amamos, nós conhecemos.

Nós experimentamo-nos a nós próprios e ao mundo na perspectiva da primeira pessoa (eu sou), na perspectiva da segunda pessoa (eu amo um tu) e na perspectiva da terceira pessoa (eu conheço um ele, uma ela, uma coisa). Eu encontro-me no mundo como um eu, encontro o tu de um outro ser humano, e tudo isto acontece dentro do espaço e do tempo, dentro das estruturas e coisas que são descritas com os pronomes ele e ela. O nosso mundo constrói-se a partir do eu, do tu e das coisas. O mundo aparece-nos nesta trindade: é sempre o mesmo mundo, mas eu tenho uma relação tríplice com ele.

As propriedades de Deus, que são determinantes para a minha existência no tempo e na eternidade, e pelas quais posso orientar a minha vida em confiança e segurança, revelam-se-me no contexto destas três categorias. É neste contexto que o cristão faz as experiências fundamentais sobre a essência interior de Deus, experiências essas que têm o poder de interpretar todas as outras experiências do mundo.

Bastaria ao Padre ter previamente lido Santo Agostinho para explicar simbolicamente ao povo o que é a Santíssima Trindade.

Mas os padres andam confusos com as modernices do Chico. Os padres já não sabem quem é Santo Agostinho: só sabem quem são os teólogos da moda, os supra-sumos do espírito do tempo, os novos fariseus como o Anselmo Borges e o Frei Bento Domingues.


Nota
1. Na Idade Média, os diálogos entre o Padre e os crentes também existiram, mas era sempre no fim da missa, antes de as pessoas abandonarem a igreja — e não em plena homilia!

Sábado, 20 Maio 2017

A anti-igreja diz que houve “visões subjectivas” em Fátima, mas nada de aparições objectivas

 

Num cruzamento com semáforos, um automóvel embateu numa bicicleta. Instintivamente corri para o ciclista para saber se ele estava bem, e comecei a berrar com o automobilista. Foi então que alguém me disse que o ciclista tinha passado o sinal vermelho… ou seja, o meu instinto foi o de proteger o mais fraco (o ciclista), mas eu estava errado porque a culpa do acidente tinha sido do ciclista.

O que eu quero dizer é o seguinte: aconteceu um facto objectivo, mas eu interpretei esse acontecimento à minha maneira, interpretei esse facto conforme uma certa “inclinação” endógena e subjectiva. O facto de a minha interpretação ser subjectiva não retira ao acontecimento a sua objectividade — ou seja: não é por eu interpretar de uma certa forma subjectiva que o acidente deixou de ocorrer objectivamente.


relampago_vaticano_webUma situação análogaanalogia, mas não uma comparação ! — aconteceu com os três pastorinhos de Fátima em 1917: aconteceu “qualquer coisa” de objectivo, factual; e cada uma das crianças interpretou o fenómeno subjectivamente, dando lugar a pequenas discrepâncias na descrição do fenómeno.

E é baseando-se nessas pequenas diferenças subjectivas de relato devidas às interpretações, que a anti-igreja se encontra em um processo de colocar em causa a objectividade da aparição de Nossa Senhora de Fátima.

O Santo João Paulo II, antes de ser Papa e na década de 1970, já nos tinha prenunciado o aparecimento da anti-igreja, que é hoje representada pelo Chico Bergoglio e seus acólitos: em Portugal, temos por exemplo, a representação da anti-igreja em Anselmo Borges, o Bispo rabeta Carlos Azevedo, o Frei Bento Domingues, o Padre estalinista Mário Oliveira, entre outros. Les bons esprits se rencontrent…

A anti-igreja é indistinguível da ideologia secularista que obliterou a Lei Natural e os 10 mandamentos.

Quinta-feira, 11 Maio 2017

Gente iconoclasta ( Anselmo Borges, Torgal Ferreira, Frei Bento Domingues) que se diz “católica” mas que é avessa a símbolos

 

Chego a sentir pena do Frei Bento Domingues, do Bispo Torgal Ferreira, do Anselmo Borges, e de outros; pena, como a que se sente em relação a gente inconsciente, gente a quem Jesus Cristo se referiu, dizendo: “Pai, perdoai-lhes, porque não sabem o que fazem!”.

Vamos chamar, a essa casta de gente, de “católicos gnósticos”, porque se julgam acima do povo ignaro que vai a Fátima manifestar a sua fé.

Os “católicos gnósticos” têm o conhecimento que lhes permite “pairar” acima do comum dos católicos (são os Pneumáticos da modernidade do Concílio do Vaticano II e da Nova Teologia), fazer-lhes críticas desveladas, tratá-los como animais irracionais — enquanto se auto-outorgam a capacidade sobranceira de fazer juízos metafísicos definitivos sobre todo e qualquer fenómeno ou facto da Igreja Católica.


O Torgal Ferreira — o Bispo vermelho, comunista inveterado, hipócrita marxistaterá afirmado:

“Não quero exagerar e dizer que é idolatria, mas o facto de a fé das pessoas em Nossa Senhora se prender tanto com uma imagem, que até vai pelo mundo, em digressão, obriga-me a perguntar: será que não educámos mal o povo? Escandaliza-me que as pessoas só rezem àquela imagem, que se despeçam dela a chorar, na Procissão do Adeus. Eu nunca me despeço de Nossa Senhora, porque ela está sempre comigo. Aquilo para mim não é nada, é um pedaço de barro!”

torgal-ferreira-web¿Como é possível que aquela mente não compreenda o que nos parece evidente?

Seguindo o raciocínio do Bispo Torgal, a cruz de Cristo de cada igreja é um pedaço de madeira“Aquilo não é nada!: é um pedaço de madeira!”, diria o Bispo. Aliás, nem sei o que está a fazer o madeiro na igreja, porque Jesus Cristo está sempre comigo, e eu nunca me despeço da cruz de pau quando saio da igreja.

¿Por que razão és idiota, Torgal? ¿Por que não vais à bardamerda e nos deixas em paz?!

  • Pergunta: ¿O fenómeno de Fátima transformou-se em negócio para muita gente? (hotéis, restaurantes, etc.).
  • Resposta: Sim, é verdade.

Mas não devemos ser estúpidos — como o Torgal e o Anselmo Borges — e confundir o cu com as calças.

Os estúpidos pretendem criticar o fenómeno de Fátima; mas, em vez disso, criticam o negócio à volta do fenómeno de Fátima, julgando que, dessa forma, criticam também o fenómeno de Fátima — como é o caso do atoleimado e senil Padre Mário de Oliveira; ou seja, incorrem na falácia lógica Ignoratio Elenchi, que consiste em querer provar a veracidade de um argumento ou de um facto, mas em vez disso, o raciocínio da argumentação chega a um conclusão que não prova o facto ou a situação que se pretendia; ou então, prova outra coisa qualquer.

Em bom português, quando nos deparamos com a falácia Ignoratio Elenchi, normalmente dizemos que “o cu não tem nada a ver com as calças”. Pois não tem nada a ver (directamente) o negócio de Fátima, por um lado, com o fenómeno religioso de Fátima que teve origem em 1917, por outro lado.

Não é racional que se critique o fenómeno religioso de Fátima mediante a crítica ao negócio à volta de Fátima. “O cu não tem nada a ver com as calças”.


Até o Islamismo, que se diz iconoclasta, tem um livro como símbolo (o Alcorão) religioso; esse símbolo do Alcorão existe por si mesmo, e não depende directamente do seu conteúdo que assume outras formas simbólicas. Para que o muçulmano iconoclasta fosse totalmente coerente, teria que abolir também o símbolo do livro alcorânico — porque, de facto, os maomedanos adoram Alá através do livro Alcorão que é, em si mesmo, um símbolo.

O símbolo é a intermediação; neste caso, o Alcorão é um símbolo, é a intermediação da fé dos maomedanos.

É tão iconoclasta o muçulmano que “adora” o livro Alcorão para “chegar” a Alá (tentem queimar um livro do Alcorão em frente a um muçulmano, a ver o que dá), como é iconoclasta o católico que “adora” a imagem de Maria para “chegar” a Jesus Cristo. São ambos, símbolos.

O que nos interessa saber, em qualquer religião, é o valor do símbolo — o que vale o símbolo, qual é o valor da sua representação e do seu representado, se esse valor é positivo ou negativo, pior ou melhor.

E o que deve preocupar os católicos é a sanha anticatólica de alguns “católicos gnósticos” infiltrados no Poder do Vaticano por intermédio do papa Chiquitito, cuja sapiência teológica dispensa a simbologia na prática religiosa. São os novos iconoclastas puritanos.

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