perspectivas

Domingo, 27 Julho 2014

O critério duplo dos me®dia internacionais

Filed under: Política,politicamente correcto — orlando braga @ 11:41 am
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EUA Bush

Sábado, 26 Julho 2014

Os revolucionários reaccionários

Filed under: A vida custa,Política,politicamente correcto — orlando braga @ 8:14 am

 

Eu pertenço à reacção tradicional contra a revolução reaccionária: hoje, a revolução não é um conceito revolucionário, mas antes é uma racionalização política demencial.

Por exemplo, a ideologia de género, as engenharias sociais na área dos costumes que pretendem (delirantemente) alterar o fundamento da natureza humana (por exemplo, a adopção de crianças por pares de invertidos, a equiparação do “casamento” gay ao casamento natural, o negócio sórdido das “barriga de aluguer”, etc.), são formas de negação do real por parte dos novos reaccionários ditos “revolucionários”, desfasados da realidade por intermédio de construções lógicas delirantes.

Quinta-feira, 24 Julho 2014

O Novo Anti-semitismo da Esquerda

Filed under: Política,politicamente correcto — orlando braga @ 8:31 pm
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“La bonne conscience de gauche, habituellement sûre d’elle-même et dominatrice, regarde avec effarement cet objet idéologique imprévu, le nouvel antisémitisme.”

→ Christian Vanneste: “La Gauche ne reconnaît pas son enfant : le Nouvel Antisémitisme”.

Quarta-feira, 23 Julho 2014

Pode ser legal, mas não é legítimo que Isabel Moreira seja deputada

Filed under: Política,politicamente correcto,Portugal — orlando braga @ 11:21 am

 

Se os portugueses votassem nos candidatos a deputados apresentados à sua área de residência, e não somente no partido político como acontece com o actual sistema eleitoral, provavelmente a Isabel Moreira não teria sido eleita deputada pelo Partido Socialista. E provavelmente o Bloco de Esquerda nunca teria tido o protagonismo político que tem tido nos me®dia.

E por isso é que a chamada “direita” portuguesa nada mais é do que uma extensão da esquerda. O que distingue a esquerda da “direita” são apenas as folhas Excel da economia. Não existe direita em Portugal; até o PNR é socialista.

A direita só surgirá em Portugal quando existirem círculos uninominais para a eleição dos deputados. Ora, é isto que a esquerda cultural (leia-se, Partido Comunista, Bloco de Esquerda, Partido Socialista, Partido Social Democrata e CDS/PP) quer evitar a todo o custo, nem que seja à custa da morte da democracia.

Sábado, 19 Julho 2014

O José Pacheco Pereira e a superioridade moral da esquerda

Filed under: Política,politicamente correcto,Portugal — orlando braga @ 7:03 pm
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“Voltar a falar de moralidade é algo que só faço com imensa relutância. A palavra e a coisa são tão ambíguas e prestam-se a tantas manipulações, que a probabilidade de sair asneira ao usá-la é grande. Por regra, entre o moralismo hipócrita, tão comum no mundo católico apostólico romano, e o cinismo, eu acho que o cinismo faz menos estragos em democracia.”

José Pacheco Pereira

Em primeiro lugar, o José Pacheco Pereira entra na falácia da generalização, o que significa que ele não se baseia em um juízo universal para criticar “o moralismo hipócrita do mundo católico apostólico”. Trata-se de um preconceito negativo, e não de um juízo de valor razoável.

“O ponto de vista realista, ou, se se quiser, cínico, pode ser pedagógico em política, quando esta está cheia de falsos moralismos, densa de presunção moral.”

A “densa presunção moral” também é — e sobretudo —, em boa verdade, de uma certa esquerda puritana, que hoje até abrange uma parte do Partido Comunista e uma grande parte do Partido Socialista; e não consta que estes partidos estejam impregnados de um “moralismo hipócrita católico”: pelo contrário!, trata-se de um puritanismo revolucionário e invertido. Mas o José Pacheco Pereira faz de conta que este moralismo puritano invertido da esquerda não existe.

Depois de ter generalizado em relação aos políticos católicos, e depois de se ter esquecido de referir a esquerda muitas vezes anticatólica e/ou maçónica — ou seja, depois de um critério duplo e enviesado do juízo —, o José Pacheco Pereira entra na moralização:

“Mas no tempo em que vivemos não é o moralismo o risco, dada a natureza dos nossos governantes que cresceram numa cultura amoral e de “eficácia”. Por isso é preciso o contrário, chamar a moralidade para a praça pública, porque há coisas que são inaceitáveis numa democracia que desejamos minimamente decente.”

Segundo o José Pacheco Pereira, está implícito que os governantes que cresceram numa cultura amoral e de “eficácia” são os conservadores católicos. Os anticatólicos da esquerda e/ou maçons, por exemplo, segundo ele, não cresceram numa cultura amoral de “eficácia” e constituem um bom exemplo — segundo se pode ler de forma implícita no texto do José Pacheco Pereira — do que deve ser a ética em política.


“Um político geralmente não faz aquilo em que acredita, mas antes aquilo que julga ser eficaz.”

— Nicolás Gómez Dávila

Esta máxima de Nicolás Gómez Dávila não tem ideologias políticas. Mas o José Pacheco Pereira acredita que ela só se aplica aos políticos católicos.

Terça-feira, 15 Julho 2014

A SIDA/AIDS é monstruosamente homófoba, reaccionária, conservadora e ignorante

 

A SIDA é ignorante; e homófoba!, (todos os homófobos são ignorantes).  

gayroller-webNo seguimento de uma “explosão da epidemia” homófoba que atinge os “grupos de risco” que são vitimas da homofobia da SIDA, a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda que “homens que têm actividade sexual com homens” tomem medicamentos retrovirais — à custa de todos os contribuintes homófobos —, como “método suplementar de prevenção”, para que dessa forma se possa atenuar a homofobia da SIDA.

Actualmente, e devido ao conceito homófobo de “SIDA”, os pobres homossexuais — que não passam de vítimas da SIDA homófoba — têm 19 vezes maior risco de serem contaminados, quando comparados com o resto da população que é, por definição, também homófoba. Por isso, a OMS (Organização Mundial de Saúde) aconselha que os homossexuais tomem diariamente uma pílula que combina dois tipos diferentes de retrovirais — para além do preservativo —, alegadamente no sentido de diminuir os riscos de contaminação de 20 a 25%, o que alegadamente significa “evitar um milhão de novas infecções homófobas nos próximos dez anos”.

Os retrovirais diários contra a homofobia da SIDA serão pagos, como é óbvio, pela esmagadora maioria da população que é homófoba e ignorante.

Eu penso que se deveria retirar o termo “homofobia” dos dicionários, e proibir que se falasse de “homofobia” em público, para que automaticamente a SIDA desaparecesse. Porque tudo isto é uma questão de linguagem: se o conceito de “homofobia” não existisse ou fosse proibido, a SIDA também não existiria!

Domingo, 13 Julho 2014

Hotéis portugueses proíbem o alojamento de famílias com filhos

 

A Helena Matos chama aqui à atenção da nova moda: hotéis que proíbem a hospedagem de famílias com crianças (mas os animais de estimação não estão proibidos). Em um país com uma depressão demográfica inédita, é incrível como podem existir hotéis que proíbem o alojamento das famílias.

hotel no children allowed web

O Diário de Notícias escreve:

“A lei mudou e não é taxativa sobre a interdição de crianças nos hotéis e restaurantes. Polémica reacendeu-se com debate na blogosfera.”

Domingo, 29 Junho 2014

O Bloco de Esquerda deveria ser proibido por lei

 

“Este ano, a 9.ª Marcha do Orgulho LGBT no Porto tem como tema a família LGBT e a parentalidade LGBT.”

Bloco de Esquerda vai levar co-adopção ao parlamento em Setembro

Segundo o Bloco de Esquerda, existe uma “família LGBT” e uma “parentalidade LGBT”.

Aparentemente, e seguindo este raciocínio, a “família” é concebida como uma marca de automóvel: existem as marcas Opel, Mercedes, Renault, etc.. Mas é só aparentemente, porque, segundo o raciocínio do Bloco de Esquerda, os conceitos de “família LGBT” e de “parentalidade LGBT” não têm definição — uma vez que LGBT é uma sigla genérica para Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros.

Teríamos, por isso, que conceber, por exemplo, uma “família de bissexuais”, ou uma “família de transgéneros” que, segundo o Bloco de Esquerda, também deveriam ter direito a adoptar crianças.

Ou seja, o Bloco de Esquerda defende a ideia segundo a qual um “casal de transgéneros” também deveria ter o direito a adoptar crianças — o que é um absurdo, porque o transgénero procura quase sempre o sexo oposto ao daquele que se diz ser o seu, a não ser que exista um “transgénero lésbico” ou uma “transgénera gay” (um azar nunca vem só!). Portanto, o conceito de “casal de transgéneros” não é praticamente materializável na realidade.

Por outro lado, por exemplo, um “casal de bissexuais” proclamado por lei, embora possa existir na prática, é suruba. Já imaginaram um “casal de bissexuais” a adoptar crianças?! É “swing”, na certa. E o Bloco de Esquerda pretende incluir as crianças dentro de um ambiente de deboche sexual.

O Bloco de Esquerda pretende transformar a adopção de crianças como parte de um processo político de aculturação do “síndroma do bonobo”.

Sábado, 28 Junho 2014

Feministas: “A culpa é da sociedade, do mundo e até do universo!”

Filed under: Política,politicamente correcto — orlando braga @ 8:12 pm
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Temos aqui uma interpretação feminista da estória de Helena Costa, a portuguesa que treinou a equipa masculina de futebol do Clermont Foot 63, da 2ª Divisão francesa, durante 49 dias. E depois demitiu-se.

Pergunta: ¿uma mulher tem capacidade para treinar uma equipa masculina de futebol? Resposta: em princípio, tem.

Helena_CostaMas há que atender ao conceito de “juízo universal”: pela natureza das coisas, apenas uma minoria de mulheres poderá cumprir uma função desse género. É uma estupidez pensar que uma mulher qualquer, se ela quiser e mesmo que tire vários cursos de treinadora, pode treinar uma equipa masculina de futebol.

Assim como há mulheres que correm mais rápido do que a maioria de homens, assim também há mulheres que podem treinar uma equipa de futebol masculina melhor do que a maioria de homens.

Mas essa função não é parte endógena da idiossincrasia feminina — e continuo a falar em juízo universal: hoje, com o politicamente correcto, perdeu-se a noção de juízo universal.

O que foi escrito acima não significa que não existam funções ou tipos de trabalho que se adeqúem melhor à mulher do que ao homem. O que acontece com as feministas é que desvalorizam o tipo de trabalho mais adequado ao feminino (continuo a falar em juízo universal), e devido a preconceitos culturais que o próprio feminismo alimenta.

E depois as feministas culpam a sociedade, o mundo inteiro e até o universo.

O síndroma do bonobo

 

Vemos aqui na foto abaixo a nova chefe do governo da província do Ontário, Canadá, de seu nome Kathleen Wynne, acompanhada pela sua “marida” (ela é lésbica), durante a Starry Night Gala no WorldPride em Toronto no dia 26 de Junho de 2014.

premier-Wynne-canada

Este é o exemplo da Alta Política ocidental marcada pelo “síndroma do bonobo”. O síndroma do bonobo é um condicionamento psicológico e cultural marcado pela crença segundo a qual os conflitos sociais se resolvem com a prática indiscriminada de sexo.

dois-bonobos

Sexta-feira, 27 Junho 2014

Os atrasados mentais do Partido Socialista

Filed under: Política,politicamente correcto — orlando braga @ 4:19 pm
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No Partido Socialista existe um grupo de atrasados mentais, composto, nomeadamente, pelos deputados Marcos Perestrello, Sérgio Sousa Pinto, Pedro Delgado Alves, e a deputeda Isabel Moreira.

«O projecto de resolução da maioria PSD/CDS-PP para criar o Dia Nacional do Peregrino (13 de Maio) foi hoje aprovado no Parlamento, embora quatro deputados socialistas tenham votado contra e outros 26 optassem pela abstenção.

Com sociais-democratas, democratas-cristãos e a maioria dos socialistas de acordo com a iniciativa, Marcos Perestrello, Sérgio Sousa Pinto, Isabel Moreira e Pedro Delgado Alves opuseram-se. PCP, com declaração de voto, BE e “Os Verdes” abstiveram-se.»

Parlamento aprova Dia do Peregrino com quatro “contras” e 26 abstenções no PS

Ellinor Grimmark, a enfermeira sueca que foi despedida por recusar fazer abortos

Filed under: aborto,Política,politicamente correcto — orlando braga @ 12:58 pm
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Para o politicamente correcto, “defender a vida é característica dos loucos; só um louco, a precisar de ser interditado, se recusa a fazer abortos”.

Ellinor GrimmarkEllinor Grimmark é uma enfermeira sueca que foi despedida em Janeiro de 2014 por recusar fazer abortos. Depois de uma campanha de sensibilização mundial para o problema da objecção de consciência, os dirigentes do hospital da cidade de Eksjö, na Suécia, acabaram por a reintegrar nos quadros do hospital, mas com uma condição: Ellinor Grimmark tem que se sujeitar a tratamento psiquiátrico, porque “só uma doente mental se recusa a fazer abortos”.

A Suécia é um país em que existe objecção de consciência em relação ao uso de armas de fogo, mas a objecção de consciência em relação ao acto de abortar é proibida por lei. É a inversão total da lógica das coisas e da Lei Natural — porque uma arma de fogo pode ser utilizada para defesa pessoal.

O caso de Ellinor Grimmark não é único; o que há de especial em Ellinor Grimmark é que ela reagiu e pediu protecção legal — ao passo que a maioria dos objectores de consciência em relação ao aborto da Suécia já baixaram os braços. A Suécia está hoje acusada por violação dos direitos dos cidadãos pelo Comité Europeu dos Direitos Sociais do Conselho da Europa.

Se você tem uma conta no FaceBook, vá até aqui e apoie a posição ética de Ellinor Grimmark.

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