perspectivas

Segunda-feira, 31 Janeiro 2022

O senhor Mamadou Ba tem que ser extraditado para a terra dele

Filed under: Bloco de Esquerda — O. Braga @ 10:10 pm
Tags:

Eu fui expulso do Twitter por ter uma opinião contrária ao politicamente correcto, em relação ao COVID-19 e às vacinas: fui expulso do Twitter por me mostrar contra a vacinação obrigatória.

Entretanto, fizeram-me chegar este tuite do senhor Mamadou Ba:

mamadou ba web

O senhor Mamadou Ba, um imigrante senegalês, insulta deputados portugueses e ameaça com violência nas ruas — e o Twitter nada faz contra ele.

Porém, as autoridades portuguesas terão que agir em relação à situação de um imigrante que faz ameaças contra a integridade física de deputados eleitos: se não o fizer, o governo do Costa estará a legitimar a violência de sinal contrário.

Quinta-feira, 18 Março 2021

A diferença entre racismo e racialismo

A actual situação humilhante da minoria branca na África do Sul permitiu que a comunidade negra, entendida aqui a nível internacional, alimente a ideia segundo a qual é possível humilhar (em geral) o homem branco — em uma espécie de “redenção histórica” de soma zero, de uma vingança contra o homem branco.

Por exemplo, na África do Sul actual, é praticamente impossível a um homem branco arranjar um posto de trabalho qualificado que possa ser ocupado por um negro: em primeiro lugar estão os negros; e só depois, os brancos. O governo negro da África do Sul já nem disfarça o seu racialismo ideológico.

hitler-mamadou-webÉ neste contexto de corporização do ideal da supremacia da negritude sobre o homem branco — o racialismo, que é uma das características da África do Sul do apartheid suave contra os brancos — que surge também a diabolização da maioria branca nos Estados Unidos.

O racialismo (sustentado ideologicamente pela evolução do marxismo cultural e do pós-modernismo, até aos nossos dias, e que se materializa na Teoria Crítica de Raças) distingue-se do mero racismo por aquele ser racionalizado — ao passo que o racismo é, em larga medida, irracional; é uma espécie de fobia. Em contraponto, o racialismo é um racismo “racionalmente” fundamentado, expresso em uma qualquer teoria crítica da raça.

Em geral, os seres humanos são (instintivamente) racistas. Trata-se de uma característica natural inerente à própria condição humana.

Por exemplo, durante séculos existiu em Portugal um determinado racismo em relação aos espanhóis (“De Espanha, nem bom vento, nem bom casamento”, diz o povo português); e ainda hoje esse racismo anti-espanhol permanece adormecido no subconsciente dos portugueses (em geral).

Na década de 1980, eu fui objecto de discriminação em um restaurante de uma aldeia recôndita da França provençal, porque me tomaram por alemão: os proprietários do restaurante recusaram-se terminantemente a servir-me uma refeição; e quando eu lhes disse que era português, pediram-me desculpa pelo equívoco e serviram-me a comida.

Por toda a Europa, existe racismo entre os próprios brancos.

O racismo é um fenómeno social natural. Mas o racialismo já não é natural: é fabricado pelos ideólogos marxistas e pós-modernistas (o marxismo cultural, próprio da actual Esquerda), tirando partido da fragilidade natural da condição humana.

Em Portugal, temos também ideólogos do racialismo; por exemplo, o Bloco de Esquerda, ou o Mamadou Ba. É gente que fundamenta “racionalmente” a necessidade de discriminação em relação à cultura europeia (contra a “cultura dos brancos”, um certo racismo anti-branco “racionalizado”), na esteira do ideário político do comunista Gramsci.

O racismo é um fenómeno social e individual natural, porque é instintivo (faz parte do instinto humano).

O racialismo é uma postura de acção política “racionalmente” fundamentada que vê em um determinado tipo de discriminação rácica as virtudes de um futuro utópico e redentor. O racialismo é próprio da mente revolucionária.

Sábado, 20 Fevereiro 2021

Mamadou Ba é uma figura pública e é detentor de um cargo político não-eleito! Seu “liberasno”!

Filed under: Insurgente,neoliberalismo — O. Braga @ 7:40 pm
Tags: ,

Os americanos têm a 1ª emenda da Constituição; mas a liberdade de expressão (nos Estados Unidos) não se aplica a alguém grite “fogo!” dentro de um cinema (metaforicamente). Ou seja: até nos Estados Unidos, existe um limite para a liberdade de expressão.


Mas para um burro “liberal” — neste caso, um burro com um alvará de inteligência (ver ficheiro PDF) —, a liberdade de expressão não tem limites. Mesmo que (simbolicamente!) o Mamadou Ba grite “fogo!” dentro de um recinto fechado, o “liberal” de merda acha que o referido cidadão tem todo o direito de o fazer.


Desde logo: o Mamadou Ba não é um político eleito; mas é uma figura pública que exerce um cargo político. Só o burro “liberal” parece não ver isto.

Ou seja, sendo o Mamadou Ba uma figura pública exercendo um cargo político não-eleito, ele não tem o direito de gritar por “fogo” dentro de um recinto fechado (não levar esta metáfora ad Litteram) . Pelo contrário! O acto de uma figura pública gritar por “fogo” dentro de um recinto fechado, configura crime, se quisermos levar o Código Penal até às suas últimas consequências.

Depois, não podemos dissociar uma petição para a revogação da nacionalidade portuguesa do facto de existir um passado ou um historial de actos perpetrados pelo Mamadou Ba — como defende o burro dito liberal. Ou seja, para o liberal de merda, o histórico dos actos do Mamadou Ba não contam: só conta o presente.


Para que os “liberais” entendam, eu vou fazer um desenho:

uma coisa é o cidadão Mamadou Ba, enquanto cidadão, afirmar publicamente que “Portugal é uma merda”; outra coisa é o cidadão Mamadou Ba, enquanto figura pública e detentor de um cargo político não-eleito, afirmar publicamente que “Portugal é uma merda”. Quem não vê a diferença entre uma coisa e outra, só pode ser burro..

Daquilo que eu li, o partido CHEGA pede a revogação da nacionalidade — e não propriamente a “deportação do Mamadou Ba” (como afirma o liberasno).


O referido liberasno parte do princípio de que um indivíduo que nasce em Portugal tem o mesmíssimo direito à nacionalidade que um outro que nasceu no Senegal e se nacionalizou português.

Para os liberais, a nacionalidade portuguesa não vale um caracol! É esta uma das grandes diferenças entre o CHEGA, por um lado, e o IL (Iniciativa Liberal), por outro lado.

Ou seja, para os liberais, “um cão que nasce num estábulo é um cavalo; mas mesmo que o cão nasça num canil, pode ser considerado um cavalo”.

É este raciocínio que é adoptado pela Esquerda neomarxista, que utiliza os liberais como idiotas inúteis. Quem não percebe isto é liberasno.

Domingo, 22 Novembro 2020

A linguagem ideológica é inimiga da mente científica

Filed under: CHEGA,Racismo — O. Braga @ 7:15 pm
Tags:

1/ Quando invocamos sistematicamente figuras de autoridade de direito, assinalamos a fraqueza do nosso discurso e dos nossos argumentos — porque não nos conseguimos afirmar, por moto próprio e através da nossa argumentação, mas antes recorremos a figuras de autoridade ideológica, alegadamente (e falsamente) reputadas de “científicas”.

O problema da invocação da autoridade de direito coloca-se apenas quando não acrescentamos mais nada ao nosso discurso senão a própria invocação da autoridade de direito, considerada apenas em si mesma.

Mamado Ba e a morte do homem branco

"Um declínio na coragem pode ser a característica mais marcante que um observador externo nota hoje no Ocidente …
Tal declínio da coragem é particularmente notada entre as elites dominantes e intelectuais, causando a impressão de uma perda de coragem por parte da sociedade inteira."

→ Aleksandr Solzhenitsyn

Verificamos, por exemplo, neste vídeo, como o Mamadou Ba não diz nada de coerente e concreto, senão escorando-se em uma putativa autoridade de direito de algumas personagens que ele invoca — trata-se de um certo “intelectualismo” próprio da negritude marxista, próprio de uma certa mentalidade de colonizado que marca o complexo de inferioridade do negro marxista radical.

2/ Imaginem que um branco emigre para um país africano e tenha publicamente uma linguagem racista (contra o negro) do calibre demonstrado por Mamadou Ba em relação ao homem branco.

Quando o Mamadou Ba, vivendo em Portugal, vem defender publicamente “a morte do homem branco”, confia, por um lado, na cobardia da ruling class portuguesa (aquilo a que Aleksandr Solzhenitsyn chamou de “declínio da coragem do Ocidente”), e por outro lado confia também que essa cobardia das elites se estende à sociedade inteira.

Porém, a ideia (preconcebida pelos radicais) segundo a qual “a cobardia das elites já infectou a populaça”, é enganadora: o fenómeno do partido CHEGA está aí, bem vivo, para dizer aos radicais que o “declínio da coragem” das elites não contaminou o povo português.

3/ O Mamadou Ba pensa que pode, de forma incólume, emigrar para Portugal e invocar publicamente “a morte do homem branco” (nem que seja, simbolicamente, a morte da cultura portuguesa), e através dessa posição radical, eticamente repreensível e politicamente insustentável, tirar dividendos políticos e pecuniários. E, para esse efeito, conta com o “declínio da coragem” das elites, putativamente extensível a todo o povo.

Penso que chegou a hora de recambiar o Mamadou Ba para o Senegal.

%d bloggers like this: