perspectivas

Sábado, 27 Fevereiro 2021

E ainda dizem que “não há raças…” (sangue tipo RH Negativo)

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 3:56 pm
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Os países da Europa mais homogéneos (por exemplo, Portugal tem uma homogeneidade populacional – e, consequentemente, cultural — de 95%) têm uma percentagem sempre superior a 10% de tipo sanguíneo RH Negativo.

Por exemplo, em Inglaterra, (mesmo com o “multiculturalismo” actual) a percentagem de RH- é de 17%.; na África subsariana, a percentagem média não ultrapassa os 1%, e as raças asiáticas não passam os 2%.

Em Portugal, a incidência do RH- é de 14,5% do total da população; em Espanha é de 18,5%.

Aliás, não sei como estes dados ainda estão disponíveis na Internet; pela lógica comuno-plutocrata actual, “a divulgação desses dados científicos  ‘racistas’ deveria ser proibida”.

É claro que existem raças.

Mais dados de alguns países:

  • Finlândia: 14%
  • Equador: 3,4%
  • Rep. Checa: 15%
  • Rep. Democrática do Congo: 1,6%
  • Dinamarca: 16%
  • Quénia: 3,72%
  • Lituânia: 15,4%
  • China: 0,6%

E por aí afora. E os estúpidos e/ou ignorantes ainda dizem que “não existem raças”.

Sexta-feira, 5 Fevereiro 2021

O empresário Mike Lindell demonstra a fraude eleitoral dos Estados Unidos

Filed under: Donald Trump,Estados Unidos,Globalismo,politicamente correcto — O. Braga @ 7:55 pm

Este vídeo foi censurado por todos os canais intrinsecamente ligados ao Tecno-fascismo globalista.

Só o GAB permitiu a publicação do vídeo da autoria do empresário Mike Lindell que, com recurso a factos concretos e objectivos, denuncia e demonstra a enorme fraude das últimas eleições nos Estados Unidos.

Mike-Lindell-web

O que é assustador é a aliança antidemocrática entre os neocons globalistas, por um lado, e a Esquerda radical trotskista, por outro lado — em Portugal, mutatis mutandis, corresponde à aliança evidente entre o Pinto Balsemão e o Francisco Louçã —, no sentido de instituir a mais rigorosa censura política e uma “lei da rolha” que faria corar o Mussolini.


Os trotskistas definem de modo restrito e economicamente a burguesia, para nos ocultar o facto de que pertencem a esta.

O mundo burguês trata de modo diferente os seus dois principais inimigos: vomita para cima dos indivíduos da Direita tradicionalista, e absorve e recupera os da Esquerda. A actividade revolucionária do jovem utopista é o rito de passagem entre a adolescência e a burguesia (Maio de 1968, por exemplo).


Por maioria de razão, se uma determinada teoria está supostamente errada, não há nenhuma razão para proibir a sua defesa; o ser humano, por inerência, tem direito ao erro.

O que é surpreendente é o facto de as elites demonstrarem medo em relação à divulgação de uma determinada teoria (por mais errada que ela seja) que coloque em causa a justeza das últimas eleições nos Estados Unidos.

A democracia na América tem a sua morte anunciada.

A partir de agora, vale tudo — incluindo o recurso à força bruta necessária para apoiar o povo contra a aliança elitista entre neocons globalistas e trotskistas. Por isso é que a tomada de posse do João Bidé teve a presença de 26 mil tropas em Washington que colocaram a cidade em um autêntico estado-de-sítio. Quem deve, tem muito a temer!

Quarta-feira, 6 Janeiro 2021

O ataque ad Hominem do Adolfo Mesquita Nunes a André Ventura

amn-web


Uma das características do Adolfo Mesquita Nunes — que é comum aos gueis, em geral — é a ambiguidade (deliberada, insidiosa e tortuosa) no discurso: trata-se de gente habituada (e experimentada) a distorcer os factos, de modo a adequá-los à sua forma (identitária e exclusivista) de conceber o mundo.

Ser de direita, por exemplo (e digo eu), é ser contra o lóbi político gayzista — de que faz parte o Adolfo Mesquita Nunes — que pretende transformar a identidade “invertida”, em um privilégio cultural e social; ser de direita, por exemplo, é ser contra a ideia propalada subliminarmente (pelo lóbi político gayzista) na nossa cultura, segundo a qual “tomar no cu é factor decisivo para aumentar o QI do indivíduo”.

Portanto, “ser de direita” é ser contra indivíduos — ou contra comunidades étnicas e/ou culturais que actuam uniforme- e identitariamente — que assumem posições ou posturas anti-sociais claras e evidentes.

O facto de “cada um de nós é uma pessoa” (sic) não significa que recusemos a categorização de indivíduos e/ou de comunidades (étnicas ou culturais) em função de critérios objectivos — e essa recusa de categorização, em nome de uma alegada “recusa de estigmatização”, é característica da Esquerda … e do Adolfo Mesquita Nunes.

A principal razão por que o CDS “caiu no poço” é a de gentinha como Adolfo Mesquita Nunes e Assunção Cristas.

Quarta-feira, 14 Outubro 2020

O Diogo Faro e o Ricardo Araújo Pereira: os cromos do regime

Filed under: marxismo,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 12:05 pm

Existe por aí um indivíduo que dá pelo nome de Diogo Faro que é uma contradição com pernas, por um lado, e por outro lado é um símbolo da actual “elite” social e cultural (ruling class).

Não quero com isto dizer que seja possível a qualquer ser humano viver isento de contradições; afinal, o nosso pensamento desenvolve-se a partir de opostos, e portanto a contradição é sempre uma tentação. O próprio conceito de “matéria” é contraditório em si mesmo (v. quântica).

No entanto, é precisamente a procura das contradições que estimula o conhecimento e o progresso científico. Embora vivamos em um mundo de contradições (de opostos), é função da inteligência humana tentar sempre discernir a contradição e a lógica.

O que é assustador é o facto de a forma de pensar do Faro coincidir com a forma de pensar das “elites” que nos comandam. E por isso é que o Faro tem uma projecção social esdrúxula.

«

(…)

Infelizmente há muita gente idiota que ainda acredita nestes cromos do regime.

O Árctico a derreter, a Amazónia a desaparecer, as barreiras de corais a morrer e a Terra a secar.

O fascismo cresce na rua e nos governos, o nazismo ecoa nas redes sociais, o autoritarismo mantém-se firme em tantos países e as democracias abanam como se os seus pilares fossem feitos de areia. O racismo continua a matar, a homofobia continuar a matar, a xenofobia continua a matar, o machismo continuar a matar. Não só matam como são normalizados e até promovidos e aplaudidos. Trabalhamos cada vez mais para viver para cada vez menos, enquanto a desigualdade económica cava um poço entre ricos e pobres tão grande quanto o buraco na camada de ozono. Vivemos em competição e não cooperação, o individualismo mais egoísta prevalece sobre qualquer amor comunitário e do bem comum. Dependemos das redes sociais para ser indivíduos únicos e perdemos para as redes sociais a nossa sanidade mental. E a nossa privacidade. Já nada é nosso. Somos controlados, manipulados e subjugados sem disso dar conta. O livre-arbítrio era dos filósofos, agora é dos plutocratas. E o mundo por todos os lados parece mesmo desabar.

(…)

As alterações climáticas ainda podem ser revertidas e os ecossistemas salvos, parando o aquecimento da terra e a potencial crise de refugiados climáticos.»

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Qualquer político do regime actual concordaria com este discurso do Faro; ou, se não concordasse, ficaria em um silêncio emasculado — mesmo quando os factos nos demonstram o contrário!: por exemplo, a Gronelândia ganhou cerca de 350 mil milhões de toneladas no gelo, apenas em 2019!

greta-taxes-webPara as elites — e para os profetas oficiais do regime, como o Faro —, os factos são irrelevantes; o Iluminismo é rejeitado, a irracionalidade voltou a estar na moda, e impera um novo tipo de obscurantismo que defende o irracional, alegadamente em nome de uma versão acientífica e utópica de “ciência”.

O discurso oficial do regime — amplificado pelos “cromos” do regime, como o Diogo Faro ou o Ricardo Araújo Pereira — é uma mistura de Teoria Crítica e pregação escatológica.

A Teoria Crítica é uma espécie de ácido que dissolve o tecido da realidade social, política, existencial e metafísica: o Diogo Faro é uma picareta falante que pretende transformar a realidade em um inferno.

A pregação escatológica apela a uma soteriologia em função de um putativo “fim do mundo” que se aproxima: à laia da Greta, o profeta Diogo Faro apela ao arrependimento dos Hílicos contemporâneos: “Arrependei-vos!”, diz ele: “O fim está próximo!”

A tentativa de negar a Natureza Humana (por exemplo, quando o Faro diz que infelizmente “vivemos em competição e não cooperação”) tem como objectivo a humilhação do indivíduo (por via da Estimulação Contraditória) ; isto é, se o ser humano é, por sua própria natureza, competitivo, segue-se que a crítica da elite política actual em relação à competição humana, é uma forma de anulação do indivíduo enquanto ser humano, reduzindo-o (através da dissonância cognitiva generalizada) a um mero instrumento da acção política por parte da elite.

Por fim: a ideia peregrina das elites actuais, segundo a qual “as alterações climáticas ainda podem ser revertidas e os ecossistemas salvos, parando o aquecimento da terra, através do aumento de impostos e da estatização da economia.

É como se dissemos que “a rotação da Terra poderia ser parada se o Bloco de Esquerda tivesse o Poder absoluto”. Ou como se dissemos que “o facto de o clima mudar” — como tem mudado desde que existe atmosfera na Terra — “é culpa do capitalismo”.

Infelizmente há muita gente idiota que ainda acredita nestes cromos do regime.

Quarta-feira, 16 Setembro 2020

Jornalismo é crime

Já não consigo ouvir / ver noticiários dos me®dia.

O enviesamento ideológico é de tal forma; o culto do ilógico e do anti-factual chegou a um tal ponto, que é impossível a alguém com um mínimo de inteligência ver (por exemplo) telejornais na TVI ou ouvir os noticiários da TSF.

A estupidez, nos me®dia, é hoje cultivada com requinte. O jornalismo actual é criminoso.

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Sexta-feira, 4 Setembro 2020

A Esquerda brasileira vence pelo cansaço, e com a sua estupidez

É a segunda vez que esquerdistas brasileiros vêm aqui ao blogue afirmar que “quem está em cima no mapa, sempre se achará superior”, pensando que assim criticam os portugueses.

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Hoje, outra abécula brasileira veio defender a mesma tese segundo a qual “quem está em cima no mapa, sempre se achará superior”:

em-cima-no-mapa-web

Ora, se for necessário inverter o mapa-múndi para que os brasileiros se sintam felizes e reconciliados com eles próprios, então que o façam; Ninguém impede o Brasil de inverter o mundo! (more…)

Sexta-feira, 31 Julho 2020

Para a actual Esquerda, a mulher não existe

Vemos aqui uma notícia da CNN: em lugar do conceito de “mulheres”, os esquerdistas da CNN usam o termo ideológico “indivíduos com colo do útero”.

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A despersonalização do ser humano sempre foi uma das características da Esquerda — desde Estaline a Hitler, passando pela actual promoção do aborto e da eutanásia (que são duas faces da mesma moeda).

A despersonalização do ser humano, por parte da Esquerda, é (e sempre foi) anunciada em nome de uma qualquer virtude e/ou com boas intenções.

A obliteração, por parte da Esquerda, da noção de “mulher” na cultura é agora realizada em nome de uma putativa “igualdade” entre homens e mulheres.

Em nome dessa alegada “igualdade”, a actual Esquerda despersonaliza o ser humano transforma o ser humano em um objecto biologicamente neutro e ontologicamente asséptico, tal como o fizeram os estalinistas e os nazis em um passado recente.

A História repete-se.

Terça-feira, 28 Julho 2020

Bardamerda, Joana!, Bardamerda!

A Joana Amaral Dias — e os seus (dela) camaradas do Bloco de Esterco e o camarada Mamadou Ba do “SOS Racismo” — vieram a terreiro clamar por “acto de racismo” (ver vídeo abaixo) no caso do homicídio de Bruno Candé. Porém, não me lembro de a Joana Amaral Dias (e a escumalha dela) vir berrar por “racismo” quando, no passado dia 25 de Maio, um cigano assassinou um preto no Seixal.

Chama-se a isto “memória selectiva” de marxista cultural: só quando o branco agride um preto se pode invocar o “racismo”; quando um cigano mata um preto, No Pasa Nada.


(more…)

Segunda-feira, 13 Julho 2020

O discurso político kafkiano do governo de António Costa

Filed under: António Costa,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 5:02 pm

antonio-costa-wc-webDesde 2015 que eu venho aqui chamando à atenção para a periculosidade política de António Costa — não é por acaso que o José Pacheco Pereira o apoia quase incondicionalmente.

António Costa tem um discurso melífluo, mascarado de tolerante mas que esconde um ressentimento endógeno em relação ao português comum. Comparado com António Costa, José Sócrates é (ideologicamente) um menino de coro.

Quando a Ministra-Filha-do-Vieira-da-Silva se propõe “monitorizar o discurso de ódio na Internet”, o que o governo do António Costa pretende é instituir — na cultura portuguesa e com implicações no ordenamento jurídico — e legitimar politicamente a “armadilha kafkiana”.


Na sua obra “O Processo”, Franz Kafka relata a estória de um homem que é acusado de crimes que nunca são especificados e definidos pela acusação.

E mais: quando o referido arguido nega que tenha praticado os tais “crimes não-especificados”, a acusação conclui “logicamente” que a negação da prática desses crimes (não-especificados) é sinal “evidente” de culpa que decorre naturalmente de ele ter — de facto — praticado esses “crimes” (não-especificados).

Ou seja: a negação da prática de um crime (não-especificado) é a prova necessária da sua prática.

Chama-se a isto, em Retórica, a “armadilha kafkiana”. Ou, neste caso, a “armadilha do Costa”.  


O “politicamente correcto” (ou marxismo cultural) significa “leis com dois pesos e duas medidas”

Filed under: marxismo,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 3:35 pm

“As tretas do politicamente correcto tornaram-nos cúmplices com uma violência ignóbil”.

Helena Matos


Estamos em presença do conceito maniqueísta de “tolerância repressiva”, de Marcuse: tudo o que vem da Esquerda é bom (ou não é mau), e tudo o que vem da Direita é mau.

É assim, por exemplo, que o vandalismo de uma catedral é coisa boa ou, no mínimo, coisa inócua; e pintar por cima de um símbolo dos Black Lives Matter já é “crime de ódio”.

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Domingo, 21 Junho 2020

A diversidade da polícia de Los Angeles

Filed under: Estados Unidos,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 7:21 pm

Há muitas décadas que a Esquerda radical governa o Estado da Califórnia. Finalmente conseguiram que a polícia da cidade de Los Angeles se tornasse etnicamente diversa — como podemos ver (na imagem) os novos polícias provenientes da formação.

Lembrem-se sempre do seguinte: para a Esquerda, “diversidade” é sinónimo de “ausência de brancos”. “Diversidade” significa a afirmação política de um “racismo intocável” contra os europeus.

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Quinta-feira, 4 Junho 2020

The Times They Are A-Changin’

Um tal Bernardo Blanco, ligado ao IL (Iniciativa Liberal), passou a “seguir-me” no Twitter; e — por uma questão de reciprocidade e não porque concorde com as ideias dele — coloquei-o na minha lista de “seguimento”.

Nisto estávamos, quando eu deixei de fazer parte da lista “tuiteira” do Blanco. Fui ver a página do IL (Iniciativa Liberal) no Twitter e deparei-me com este desenho infantil:

il-lgbt-web

Logo a seguir, deparei-me com esta notícia:

il-amn-web

É o desespero do Blanco e dos seus amig@s, que reflecte a realidade da contra-cultura no Ocidente.

CONTRA-CULTURA-web

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