perspectivas

Terça-feira, 7 Junho 2022

Mulher norueguesa arrisca três anos de prisão por dizer que “um pau não é uma pedra”

Christina Ellingsen, uma feminista norueguesa, arrisca três anos de prisão por afirmar publicamente (no Twitter) que um indivíduo com cromossomas YX (ou seja, um homem) “não pode ser lésbica”.

Dizer que um “homem pode perfeitamente ser uma lésbica” é coisa própria da Isabel Moreira, do António Costa e/ou do José Pacheco Pereira.

isabel moreira costa os homens podem engravidar web

E quem não concordar com a ideia segundo a qual “um homem pode ser lésbica”, corre o risco de prisão (pelo menos na Noruega). E são estas avantesmas que criticam a censura da PIDE. E são estes estafermos que pretendem criar leis para “combater a desinformação na Internet” — ou seja, pretendem censurar a opinião discordante.

Quando os políticos dizem, por exemplo, que “um pau é uma pedra”, e estabelecem leis que censuram quem discorda dessa proposição, estabelecem uma estratégia política de Estimulação Contraditória em relação ao povo:

“O psicólogo russo Ivan Pavlov ( 1849 – 1936 ) demonstrou que a estimulação contraditória é a maneira mais rápida e eficiente de quebrar as defesas psicológicas de um indivíduo (ou de um punhado deles), reduzindo-o a um estado de credulidade devota no qual ele aceitará como naturais e certos os comandos mais absurdos, as opiniões mais incongruentes.”

Estimulação Contraditória 

Gente como, por exemplo, Isabel Moreira vai ter que ser julgada em tribunal popular (com júri). É uma questão de tempo.

Segunda-feira, 2 Setembro 2019

O conceito de “despotismo do absurdo”, e a Estimulação Contraditória

A Helena Matos escreve aqui:

« Não por acaso tudo neste nosso corpo se tornou pretexto para aplicação de uma moldura ideológica: o corpo tem sexo mas ao sexo há que aplicar a grelha do género. Se do sexo passarmos para a cor da nossa pele entramos no despotismo do absurdo: oficialmente combate-se o racismo mas simultaneamente racializa-se de forma obscena a sociedade.

Veja-se a candidata por Lisboa do partido Livre que transforma a sua candidatura numa questão de cor de pele, declarando esta coisa que seria patética não fosse um exercício de má fé: “Os eleitores vão decidir se desejam uma mulher negra no Parlamento”…»


estimulo-contraditorio-web

O “despotismo do absurdo” é o mesmo que Estimulação Contraditória:

« O psicólogo russo Ivan Pavlov ( 1849 – 1936 ) demonstrou que a estimulação contraditória é a maneira mais rápida e eficiente de quebrar as defesas psicológicas de um indivíduo (ou de um punhado deles), reduzindo-o a um estado de credulidade devota no qual ele aceitará como naturais e certos os comandos mais absurdos, as opiniões mais incongruentes.

estimulacao-contraditoria-webIsso funciona de maneira quase infalível, mesmo que os estímulos sejam de ordem puramente cognitiva e sem grande alarde emocional (frases contraditórias ditas numa sequência camuflada, de modo a criar uma confusão subconsciente). Mas é claro que funciona muito mais se o sujeito for submetido ao impacto de emoções contraditórias fortes o bastante para criar rapidamente um estado de desconforto psicológico intolerável.

Esse mesmo desconforto serve de camuflagem, pois a vítima não tem tempo de averiguar que a contradição vem da fonte, e não do seu próprio interior, de modo que ao estado de aflição vêm somar-se a culpa e a vergonha. A reacção automática que se segue é a busca desesperada de um novo padrão de equilíbrio, isto é, de um sentimento mais abrangente que pareça comportar em si, numa síntese dialéctica, as duas emoções inicialmente vivenciadas como contraditórias, e que ao mesmo tempo possa aliviar o sentimento de vergonha que o indivíduo sente perante a fonte estimuladora, que a esta altura ele toma como seu observador crítico e seu juiz.

Se o leitor examinar com certa atenção o discurso esquerdista, verá que ele procura inspirar no público, ao mesmo tempo, o medo e a compaixão.

Esta dupla de sentimentos não é contraditória em si, quando cada um deles se coloca num plano distinto, como acontece na tragédia grega, onde os espectadores sentem compaixão pelo herói e medo da engrenagem cósmica que o oprime. Mas, se o objecto de temor e de compaixão é o mesmo, você simplesmente não sabe como reagir e entra num estado de “dissonância cognitiva” (termo do psicólogo Leon Festinger), a um passo da atonia mental que predispõe à subserviência passiva.

Digo medo e compaixão, mas nunca se trata de emoções simples e unívocas, e sim de duas tramas emocionais complexas que prendem a vítima ao mesmo tempo, tornando-a incapaz de expressar verbalmente a situação e sufocando-a numa atmosfera turva de confusão e impotência.

Na política revolucionária, a estimulação contraditória toma a forma de ataques terroristas destinados a intimidar a população, acompanhados, simultaneamente, de intensas campanhas de sensibilização que mostram os sofrimentos dos revolucionários e da população pobre que eles nominalmente representam. As destruições de fazendas pelo MST são um exemplo nítido: a classe atacada fica paralisada entre dois blocos de sentimentos contraditórios – de um lado, o medo, a raiva, o impulso de reagir, de fugir ou de buscar protecção; de outro, a compaixão extorquida, a culpa, o impulso de pedir perdão ao agressor. »

→ Olavo de Carvalho, inEngenharia da confusão

Segunda-feira, 4 Junho 2018

O Rui Rio aliou-se à Esquerda na defesa do aborto, e agora diz que defende a natalidade

Filed under: aborto,ética,eutanásia,PSD,Rui Rio — O. Braga @ 9:45 pm
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Se há político desprezível, é Rui Rio. Mete nojo aos cães. Consegue ser pior do que o monhé.

Depois de se ter aliado ao Bloco de Esquerda na defesa do aborto, e depois de tornar vender a alma ao diabo na tentativa de legalização da eutanásia, o cabrão vem agora tentar limpar a sua (dele) imagem pública pútrida com uma pseudo campanha de defesa da natalidade.

O cabrão defende o aborto livre (pago com o dinheiro de todos os contribuintes), e depois diz que é preciso mais crianças.

Bardamerda para a avantesma. Puta-que-pariu!

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Sexta-feira, 6 Dezembro 2013

Partido Socialista e Partido Social Democrata: especialistas em estimulação contraditória e dissonância cognitiva

 

“Sociais-democratas entregaram ontem uma proposta que prevê prisão até dois anos para maus-tratos e até seis meses para quem abandone animais de companhia”

Um exemplo de estimulação contraditória que provoca uma dissonância cognitiva transversal a toda a sociedade: ao mesmo tempo que criminalizam o abandono de animais, os partidos políticos descriminalizam o aborto e tornam-no gratuito.

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Domingo, 23 Janeiro 2011

Comentários feitos recentemente neste blogue e que não foram publicados

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Domingo, 2 Janeiro 2011

O social-fascista Zapatero foge para a frente

O governo social-fascista de Zapatero acaba de radicalizar a lei anti-tabaco, com a particularidade de a nova lei ter duas características fascistas :

  1. é proibido fumar ao ar livre — em uma distância que se calcula de 500 metros mas que não foi definida pela lei — em redor de hospitais e outros estabelecimentos públicos;
  2. a nova lei social-fascista zapaterista permite e incentiva denúncias anónimas em relação a quem eventual e alegadamente estiver a fumar num local proibido.


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Sábado, 25 Setembro 2010

A essência da estratégia política da esquerda contemporânea

« (…) a lógica do liberalismo político leva-o a tolerar ideias ou movimentos que têm como finalidade destruí-lo. A partir daí, perante a ameaça, o liberalismo está condenado, quer a tornar-se autoritário, isto é, a negar-se ― provisória ou duradouramente ― a si mesmo, quer a ceder o lugar à força totalitária colocada no poder por meio de eleições legais (por exemplo, Alemanha, 1933) »

— Edgar Morin, ex-comunista e crítico do marxismo

A gente vota em determinados políticos pensando que são gente normal, e quando eles se apanham no poder fazem notar a sua demência voltando o poder político contra a cultura da maioria do povo que os elegeu. Dou como exemplo o caso de Obama e Hillary Clinton, que segundo o congressista americano Christopher Smith, pretendem incluir no documento final das Nações Unidas sobre as Metas de Desenvolvimento do Milénio uma alínea política de promoção do aborto em todo o mundo.

A contradição é gritante: segundo Obama e Hillary Clinton, o aborto salva vidas de crianças. Esta contradição é passada para a opinião pública através de um processo de infantilização dos povos, como é exemplo a recente comunicação da ministra da educação ao povo português.

Esta estratégia política de esquerda tem dois compassos: o primeiro é o da estimulação contraditória — quando o político diz ao povo que uma coisa é exactamente o seu contrário.

E um segundo compasso — quando imediatamente a seguir o político age de forma a infantilizar a opinião pública, por forma a que o cidadão se convença que a contradição é apenas aparente e que a sua não compreensão se deve à sua pura ignorância. Em função disto, o cidadão fica paralisado na sua acção e reacção, ou seja, entra em dissonância cognitiva.


Temos, portanto, a essência da estratégia política da esquerda contemporânea:

estimulação contraditória → infantilização da opinião pública → dissonância cognitiva do cidadão → totalitarismo suave politicamente correcto ou marxista cultural.

A esquerda contemporânea, tal como aconteceu no passado recente com o estalinismo e com o maoísmo, transformou os fins políticos que se fundamentam em princípios éticos, em meios de acesso e controlo político e perpetuidade no poder. O que está a acontecer na prática é que o povo elege uma esquerda que não só paulatinamente vai desvalorizando as eleições como as vai eliminando — como é o caso de Chavez na Venezuela, e Lula da Silva quando apoia abertamente uma terrorista marxista à presidência da república do Brasil.

Quinta-feira, 4 Fevereiro 2010

Um exemplo do que é a “estimulação contraditória” esquerdista

« O crucifixo nas paredes do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro não pode, mas na Sapucaí, pode. O crucifixo a inspirar os julgadores cariocas não pode, mas a “acompanhar” a celebração da luxúria e da pornografia, pode. »

“Na pornografia pode, no tribunal não…”

Terça-feira, 19 Janeiro 2010

Casal e Casamento

« Imagine o leitor que vai a uma loja ou a uma feira de animais comprar, por exemplo, um casal de cães ou de gatos. Chega a casa e verifica que lhe entregaram dois machos ou duas fêmeas.

Diga-me agora com franqueza: acha-se ou não com o direito de reclamar? E agora imagine que, ao apresentar a sua reclamação, o vendedor lhe responde: “o senhor pediu para lhe vender um casal e eu vendi-lhe um casal de machos”. Diga-me com franqueza: a não ser que estejamos num manicómio, acha que uma conversa deste tipo faz sentido?

Mas para os socialistas, pelos vistos, faz. »

Casal e Casamento

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