perspectivas

Quinta-feira, 22 Fevereiro 2018

O politicamente correcto é hilariante

 

Um jovem empresário alemão abriu uma loja óptica e chamou-lhe “Six Million Glasses” (ver foto). No seguimento de uma polémica politicamente correcta, o empresário informou que o nome da loja se baseou no nome da série de televisão The Six Million Dollar Man”.

“A Hamburg optics store received widespread criticism for its insensitive choice of name—Six Million Glasses—which evokes a Holocaust connotation of the six million Jews killed by the Nazis as well as the image of a huge pile of glasses, disposed of by Auschwitz victims as they went to their deaths. The store announced that they will change the name to A Million Glasses.”

‘Six Million Glasses’ Hamburg store blasted for insensitive name

Mas o politicamente correcto não quis saber da informação do empresário, alegando que nome da loja era faxista porque não tinha em consideração o “Holocausto e os 6 milhões de judeus” mortos.

Entretanto, o empresário mudou o nome do estabelecimento para “One Million Glasses”, mas o politicamente correcto não descansa: ameaça agora instaurar um processo judicial contra o homem por “negação do Holocausto”.

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Sexta-feira, 16 Fevereiro 2018

A estupidez do “empresário” Ferraz da Costa

 

Em uma entrevista dada a uma estação de rádio inglesa, salvo erro em 2001, o “empresário” português Belmiro de Azevedo afirmou que o “povo português é preguiçoso, não gosta de trabalhar”. Cheguei a ter a gravação áudio dessa entrevista, mas entretanto mudei de computador e perdi-lhe o rasto.

Em uma entrevista à SICn, talvez aí por 2007 (no consulado de José Sócrates), o “empresário” português Pinto Balsemão afirmou que um dos graves problemas de Portugal é ter muita população. “Se Portugal tivesse metade da sua população, muitos dos problemas do país estariam resolvidos”.


Clique Aqui !

Agora temos o “empresário” Ferraz da Costa a afirmar o seguinte: 1/ “Os portugueses não querem trabalhar” (é de igual opinião da do Belmiro); 2/ “Uma economia que não cresce não cria lugares de chefia e não dá hipóteses aos mais jovens que acabam por ficar à espera que os mais velhos morram. Ainda por cima, hoje vive-se mais anos e qualquer dia trabalha-se até aos 80 anos. As empresas são quase lares de terceira idade” — aqui, o Ferraz da Costa está de acordo com o Pinto Balsemão: este país não é para velhos; venha daí a eutanásia para os trastes (excepto para eles!, obviamente) .

É esta merda de gente que dá razão à Esquerda ! Isto não são empresários!: são animais irracionais!

Vemos aqui um anúncio de uma empresa que tem um “empresário” do calibre do Ferraz da Costa, do Pinto Balsemão, ambos ainda por falecer, e do falecido Belmiro de Azevedo. Pretendem um tradutor que fale correctamente cinco línguas pagando 600 Euros por mês. É este o “empresário” português tipo e típico.

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E depois surge o Ferraz da Costa e quejandos, na sua estupidez infinita, a dizer que os tradutores portugueses não querem trabalhar ! Essa gentalha não tem vergonha na cara !

O Pinto Balsemão é o símbolo do globalismo e do grupo de Bilderberg em Portugal.

Toda a classe empresarial portuguesa (toda mesmo, não escapa um!) partilha do mesmo espírito globalista dos Bilderbergers e dos Soros deste mundo, que se aliam à Esquerda na política de imigração em massa e sem limites: a Esquerda pretende os votos dos imigrantes, e os neoliberais — da laia dos “empresários portugueses” — pretendem trabalho escravo: Les bons esprits se rencontrent…

Terça-feira, 30 Janeiro 2018

O comuna Carlos Fiolhais e o dogma apocalíptico do Aquecimento Global Antropogénico

 

O Carlos Fiolhais é do tipo de comuna mais perigoso: daqueles que dizem que não são comunas, mas que têm uma ideologia e uma práxis comunas.

nasa-webUm tal Tiago Ramalho escreveu no jornal Púbico um artigo com o título “A relação difícil de Trump com a ciência” que mereceu o apoio total do comuna Carlos Fiolhais. Para o jornaleiro do Púbico (e também para Carlos Fiolhais ), Donald Trump tem “uma relação difícil com a ciência” porque não engole o dogma comuna do Aquecimento Global Antropogénico — e é um dogma porque a teoria do Aquecimento Global não é falsificável.

O pensamento do Carlos Fiolhais acerca das causas ou efeitos do CO2 na atmosfera é dogmático. Aliás, ele parte de um falso pressuposto: o de que o CO2 é a causa de um possível Aquecimento Global, quando na realidade o CO2 é um efeito de um possível e temporário Aquecimento Global devido à actividade do Sol. Senão, vejamos um vídeo (em baixo) em que a NASA desmistifica o tese do Aquecimento Global Antropogénico.

O jornaleiro do Púbico, com o apoio do comuna Carlos Fiolhais , fala mesmo em “apocalipse”:

« As “horas” estão a contar no Relógio do Apocalipse, acertado na última quinta-feira em relação ao ano de 2017. O painel de cientistas que girou os “ponteiros” deste relógio metafórico colocou-nos mais perto da meia-noite, como no tempo da Guerra Fria e da corrida ao armamento nuclear. »

Caros leitores: isto não é ciência!, é ideologia política! O Carlos Fiolhais que vá para a pata que o pôs, mais a Escatologia Aquecimentista que substitui agora o “Fim da História” marxista.

 

Domingo, 7 Janeiro 2018

A Maria e o contra-factual: “se a minha avó tivesse asas era um Boeing 747”

 

“Todos apontam o dedo à privatização dos CTT como a causa de todos os males. Mas o problema dos CTT não desapareceria com a presença do Estado, pelo contrário, era provável que se agravasse, pois haveria uma inércia para mudar o modelo de negócio, e que mais uma vez seria o Orçamento de Estado a pagar os prejuízos crescentes de uma empresa pública. (Não vale a pena virem com o argumento que os CTT dão lucro desde antes da privatização. Pois essa coisa do lucro tende sempre a cair e a acabar com a quebra das receitas por se manter um modelo de negócio obsoleto. Era apenas uma questão de tempo).”

→ Assina: a Maria do corta-fitas


ctt-logoA blogosfera anda muito pobre. Paupérrima. Não tem classificação possível. Utilizar o contra-factual para justificar uma gestão de uma empresa ao arrepio de contratos previamente firmados, só pode vir de uma mente estupidificada. Mas essa gente vota e tem opinião!

Como parece ser evidente, eu estou longe de ser marxista. Mas não posso estar ao lado de vigaristas que não cumprem os contratos assumidos com o Estado. Os CTT começam a não cumprir o previamente contratualizado com o Estado — esta é a verdade que a Maria pretende esconder.

Se os CTT não podem cumprir o contrato com o Estado, cabe ao Estado acabar com o contrato.

Aliás, a própria sigla “CTT” e o respectivo logótipo fazem parte do contrato que não está a ser cumprido, e a nova empresa privada deve ficar sem a sigla e logótipo que passarão para uma nova empresa a fundar pelo Estado.


Facto:

Desde que os CTT foram privatizados, uma carta pode demorar mais de uma semana a chegar a um destino português. Os correios portugueses são hoje um dos piores da Europa.


Não me interessa saber se os CTT são privados ou são do Estado: o que me interessa é ter um serviço de correios razoável. E o serviço de correios que temos hoje é mau! E se o sector privado não aguenta o negócio, então terá que ser o Estado a garantir um serviço de qualidade aceitável. Ponto final.

E mandemos as ideologias à merda!

Sábado, 6 Janeiro 2018

O burro Insurgente

 

A burrice no Insurgente não tem limites. Em primeiro lugar, porque se acredita no que se publica no NYT. Só de burro. E depois porque parece que é proibido processar judicialmente o autor de um determinado livro devido ao seu conteúdo.

Confundir “processo judicial por difamação ou injúria”, por um lado, com “proibição de publicação de um livro”, por outro lado — só pode vir de uma cavalgadura alfabetizada.

Não há como classificar a incapacidade mental da maior parte dos escrevinhadores do Insurgente.

Quarta-feira, 27 Dezembro 2017

Por outras palavras: são burros

 

É curioso o facto de os ateístas (em geral) se preocuparem (pelo menos) tanto com Deus quanto os católicos. dawkins-and-freud-web

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Terça-feira, 19 Dezembro 2017

A RTP é uma vergonha paga com o dinheiro do povo português

 

Jair Bolsonaro começa a entrevista à RTP dizendo que é contra qualquer tipo de ditadura; e os filhos-de-puta dos jornaleiros da RTP, pagos principescamente com o nosso dinheiro, publicam uma parangona que induz o leitor incauto em erro.

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Sexta-feira, 8 Dezembro 2017

A hipocrisia de Ribeiro e Castro não ajuda nada

 

A Constituição serviu para aprovar o referendo acerca da legalização do aborto, mas segundo o Ribeiro e Castro e a Isabel Moreira (les bons esprits se rencontrent…), a Constituição já não serve para aprovar o referendo sobre a eutanásia.

Ou seja, segundo aquelas duas avantesmas, “a Constituição é clara” em 2017, mas não era “clara” em 1997 e em 2007. Ou seja: puta-que-pariu!

A Constituição só é “clara” quando convém às cavalgaduras que nos controlam.

É pena que o Ribeiro e Castro se sirva de um assunto sério, como é o da legalização da eutanásia, como instrumento de arremesso político contra a liderança do actual CDS/PP. É por causa de hipócritas deste calibre que Portugal caiu já na merda.

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A Esquerda é uma anedota !

 

Da Esquerda espanhola já vi muita coisa absurda — como, por exemplo, a defesa de largar cadáveres humanos nas montanhas para alimentar as aves de rapina, em vez de lhes dar um funeral católico.

A última anedota da Esquerda espanhola vem de Madrid, pela mão da respectiva alcaidessa Manuela Carmena (na imagem), eleita com o apoio do partido Podemos (o Bloco de Esquerda de Espanha).

Com o fim de evitar aglomerações no centro de Madrid por ocasião do Natal, a Manuela Carmena teve uma brilhante ideia: criar ruas de sentido único para peões!

Esta parece uma medida digna de António Costa e da geringonça! Se o Merdina sabe disto, vamos ter sentido único para peões no Rossio!

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Quinta-feira, 23 Novembro 2017

Psicose em estado irreversível e incurável

 

“Um dos grandes mitos da história de Portugal é a «balda» da gestão democrática na revolução. Na verdade nunca tivemos na nossa história uma gestão tão controlada, democrática, e limitada no seu poder de abuso como aquela que nasceu no 25 de Abril em escolas, hospitais, bancos, empresas”.

Raquel Varela

A Raquel Varela é um caso perdido de demência psicótica que a levou a um estado patológico de delírio interpretativo.

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Domingo, 5 Novembro 2017

O Chico Burrico e o casamento dos sacerdotes: quando o facto faz o direito

 

tabus webVemos aqui um parolo da Madeira a citar o Anselmo Borges e o Frei Bento Domingues quando defende o fim do celibato dos sacerdotes católicos.

O argumento é sempre o mesmo: “há padres que fornicam”. A partir de um facto (o de haver padres que fornicam), pretende-se criar um putativo direito (o fim do celibato dos padres) — como se o fim do celibato dos padres acabasse com a tendência fornicadora promíscua dos padres que já fornicam.

Além disso, esquece-se o papel que os diáconos e diaconisas poderiam desempenhar na Igreja Católica. Por exemplo, se as hóstias já estiverem previamente consagradas por um sacerdote, um diácono pode conduzir uma missa:

“Os poderes de um diácono são: ministrar os sacramentos do baptismo e do matrimónio, dar bênçãos diversas, dar a bênção do santíssimo sacramento, fazer a celebração da palavra, distribuir a sagrada comunhão e fazer pregações.”Wikipédia

Mas não vemos ninguém na Igreja Católica do Chico, incluindo o Anselmo Borges e o Frei Bento Domingues, falar do diaconato. Não interessa falar disso.

A falácia do argumento do parolo madeirense é a que alimenta a sanha destruidora da Igreja Católica que orienta o Chico que habita o Vaticano — por exemplo, quando a referida besta se prepara para legalizar o casamento dos sacerdotes no interior do Brasil, alegando “falta de padres” ao mesmo tempo que se esquece da figura bíblica do diácono.

Essa mesma falácia é a que alimenta o argumento da legalização da pedofilia, por exemplo:

“se existem pedófilos, então temos um facto; e se o facto existe, há que instituir o direito”.

Ou seja, “se é um facto que os pedófilos existem, então há que legalizar a pedofilia”.

Demonstramos aqui como um facto não cria necessariamente o direito. Aliás, a Esquerda (de que faz parte o Chiquitito) sabe perfeitamente disso; por exemplo, não é porque é um facto que existem capitalistas que o capitalismo passa a ter características de um direito inquestionável.

Portanto, convém dizer aos parolos deste país, o seguinte: ao longo de mais de 2000 anos da Igreja Católica, sempre houve sacerdotes que fizeram filhos, e muitas vezes nas mulheres dos outros.

Mas não é porque isso é um facto que vamos instituir um direito.

Não é casando os padres que fazem filhos nas mulheres dos outros que vamos acabar com a promiscuidade sexual desses padres. Mais: sabendo que existem padres homossexuais, só falta ao parolo madeirense, ao Anselmo Borges, ao Frei Bento Domingues e ao Chiquinho defender a instituição do "casamento" gay para os sacerdotes da Igreja Católica.

 

Quarta-feira, 25 Outubro 2017

Cornudos de Portugal: uni-vos !

 

ferreira-fernandes-webHá três dias que o Diário de Notícias abre editoriais com o caso do juiz Neto Moura.

Os me®dia não perdoam ao juiz ter invocado o Antigo Testamento bíblico para criticar o adultério — como é o caso da caricatura de si próprio que é o jornaleiro Ferreira Fernandes.

Até o Marcelo Rebelo de Sousa, talvez o maior cornudo do regime, já botou faladura nos me®dia acerca do caso do juiz Neto Moura.

A julgar pelo mentecapto Ferreira Fernandes, o adultério “virou” virtude, e ser chifrudo passou a ser qualidade de um cidadão de primeira classe que se preze como tal (ele lá sabe da vida dele, ou das filhas que tem).

Ele há homens que têm as putas que merecem, e o Fernandes lá terá as dele.


Ninguém (nos me®dia, na política, o Marcello ramado, a ministra da justiça, etc.) questiona a qualidade da lei. Não. A lei não interessa. O que interessa é condenar à forca o juiz que se serviu do Antigo Testamento para criticar o adultério; então, ¿faxisto?!

Quando o tribunal de primeira instância condenou um homem que agrediu alguém (não interessa se a vítima é homem ou mulher) com uma moca com pregos (e sem ser em legítima defesa!), colocou em risco a vida da vítima. E, por isso, a lei deveria ser diferente daquela que existe, e esse homem deveria apanhar pena de prisão efectiva. Uma coisa é dar umas lambadas; outra coisa é utilizar uma moca com pregos.

Ora, seria isto que o chavelhudo Ferreira Fernandes deveria abordar em editorial do Diário de Notícias. Em vez disso, a criatura ficou escandalizada porque o juiz citou o Antigo Testamento…!

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