perspectivas

Sexta-feira, 5 Agosto 2022

O Sr. Guilherme Valente, e o Ocidente que não compreende os mísseis chineses

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Um indivíduo contrai matrimónio com uma chinesa e passa a defender as acções belicosas do Estado totalitário chinês.
Chama-se Guilherme Valente.

Seria como se eu casasse com uma alemã e passasse, apenas por isso, a defender o Estado nazi.

E depois, o senhor Guilherme Valente ainda diz que “o Ocidente deveria compreender e aceitar o totalitarismo chinês”.

E dizem que ele é “intelectual”! (uma espécie de “bacharel”, à moda do Camilo), muito querido pelo Carlos Fiolhais (o do Rerum Natura) .

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Domingo, 24 Julho 2022

O jornaleiro António Marujo, a falácia ad Hitlerum e o “discurso de ódio”

Quando a argumentação dos nossos inimigos políticos entram pelo absurdo adentro, já ganhamos o debate. Podemos não ter ganho a guerra política, mas a vitória no debate intelectual já não nos escapa.

antonio marujo ad hitlerumDou o exemplo de um jornaleiro que dá pelo nome de António Marujo (tem um alvará de inteligente) que utiliza a falácia ad Hitlerum  para atacar o André Ventura. Normalmente, esta falácia é utilizada já entrados no calor da refrega ideológica, mas, neste caso, o marujo entra ab initio no absurdo da comparação de André Ventura com Hitler.

É espantoso o que está a acontecer em Portugal. Um dia destes irão dizer que o André Ventura é o próprio Hitler reencarnado. Parece que, com o CHEGA, o regime corrupto treme.

Claro que o tipo de discurso (o do marujo) não é considerado de “ódio”; o “discurso de ódio” é aquele com que ele (e a comandita que sustém o regime corrupto em que vivemos) não concorda. Todo o discurso que não agrada à Esquerda, por um lado, é à plutocracia globalista, por outro lado, é considerado “discurso de ódio”.

Portanto, podemos definir “discurso de ódio” como segue:

“Discurso de ódio” é qualquer tipo discurso que não agrada ao activismo marxista internacionalista (trotskista) e/ou à plutocracia globalista.

Terça-feira, 7 Junho 2022

Mulher norueguesa arrisca três anos de prisão por dizer que “um pau não é uma pedra”

Christina Ellingsen, uma feminista norueguesa, arrisca três anos de prisão por afirmar publicamente (no Twitter) que um indivíduo com cromossomas YX (ou seja, um homem) “não pode ser lésbica”.

Dizer que um “homem pode perfeitamente ser uma lésbica” é coisa própria da Isabel Moreira, do António Costa e/ou do José Pacheco Pereira.

isabel moreira costa os homens podem engravidar web

E quem não concordar com a ideia segundo a qual “um homem pode ser lésbica”, corre o risco de prisão (pelo menos na Noruega). E são estas avantesmas que criticam a censura da PIDE. E são estes estafermos que pretendem criar leis para “combater a desinformação na Internet” — ou seja, pretendem censurar a opinião discordante.

Quando os políticos dizem, por exemplo, que “um pau é uma pedra”, e estabelecem leis que censuram quem discorda dessa proposição, estabelecem uma estratégia política de Estimulação Contraditória em relação ao povo:

“O psicólogo russo Ivan Pavlov ( 1849 – 1936 ) demonstrou que a estimulação contraditória é a maneira mais rápida e eficiente de quebrar as defesas psicológicas de um indivíduo (ou de um punhado deles), reduzindo-o a um estado de credulidade devota no qual ele aceitará como naturais e certos os comandos mais absurdos, as opiniões mais incongruentes.”

Estimulação Contraditória 

Gente como, por exemplo, Isabel Moreira vai ter que ser julgada em tribunal popular (com júri). É uma questão de tempo.

As “elites” pretendem que os cidadãos percam mobilidade

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Conta-se aqui a história de duas americanas que resolveram fazer a viagem de Nova Orleães a Chicago (cerca de 1500 quilómetros) em um carro eléctrico de última geração (um Kia EV6 novinho em folha).

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A maioria dos carregadores de baterias disponíveis, ao longo da viagem, demoram 8 horas a carregar; os carregadores mais modernos e mais rápidos (que são poucos) demoram, ainda assim, 3 horas a carregar as baterias do carro.

Durante a viagem de 4 dias, as duas mulheres passaram mais tempo a carregar baterias do carro do que a dormir e a comer.

Uma viagem destas, realizada em um carro eléctrico, é um pesadelo; mas é isto que as “elites” (que viajam em aviões privados) nos querem impingir.

Terça-feira, 31 Maio 2022

O infortúnio da marxista Raquel Varela

Quando leio este escrito (e outros) da Raquel Varela, parece-me estar a ler um artigo do jornal revolucionário estudantil do meu tempo de faculdade, no fim da segunda metade da década de 1970. Porém, aquilo que é tolerável num miúdo de 18 anos, deixa de o ser em uma pessoa de 40.

O mundo não é perfeito; mas a Raquel Varela, nos seus 40, parece pretender a perfeição do mundo em nome de uma certa ideologia, e, por isso, revolta-se contra o mundo porque este não corresponde ao que (alegadamente) deveria ser.

Aquilo que poderia parecer (por parte da Raquel Varela) uma crítica social viável, razoável e plausível — transforma-se em uma hipérbole por intermédio de um radicalismo ideológico próprio de uma adolescente.

O que mais me espanta, na Raquel Varela, é a recusa radical da Natureza Humana; a ideia implícita segundo a qual “é possível haver uma outra Natureza Humana”.

Ora, a tentativa de construção de “uma outra Natureza Humana” foi o que se fez no século XX com as revoluções que causaram centenas de milhões mortes… e, ainda assim, a Raquel Varela — imbuída de uma superioridade moral em relação ao comum dos mortais — defende a construção dessa “outra Natureza Humana” que rejeita a estrutura da realidade, em uma crítica niilista (uma espécie de Teoria Crítica) e radical, criando uma “segunda realidade” que se sobrepõe à natureza das coisas e à realidade propriamente dita.

A deformação do real — e a recusa da Natureza Humana — levou à edificação dos sistemas ideológicos que mataram centenas de milhões de pessoas no século XX.

Sobre a realidade objectiva, um cristão diria o seguinte:

Meu Deus, dá-me a serenidade
para aceitar aquilo que não posso mudar,
a coragem para mudar o que for possível,
e a sabedoria para saber a diferença.

(Reinhold Niebuhr)

Para um revolucionário (Hitler, o revolucionário, do alto do seu palanque comicial, berrava: “Alles Muss Anders Sein!”), não existe essa diferença entre o possível (o que se pode mudar) e o impossível (por exemplo, aquilo que faz parte da Natureza Humana e que não pode ser mudado).

Por isso é que qualquer crítica social, vinda Raquel Varela, é uma espécie de defesa de uma política de terra queimada — como se fosse possível destruir a sociedade inteira para depois, a partir das cinzas do niilismo revolucionário, fazer renascer um “homem novo” com “outra Natureza Humana”.

A tragédia do marxista vencido degenera em um infortúnio patético — porque o marxismo (épico e romântico) ignora a categoria do “trágico”. Na hora de ser fuzilado, seja pelos seus compagnons de route, seja pelos seus inimigos, o marxista morre estupefacto.

Terça-feira, 17 Maio 2022

O Partido Socialista do monhé diz que a “substituição populacional portuguesa” é uma “Teoria da Conspiração racista”

 

Segundo o Partido Socialista do Monhé das Cobras (acolitado pelos me®dia corruptos), a tese da “substituição populacional portuguesa” por imigrantes é coisa de “racistas de extrema-direita”.

Alegadamente, trata-se de uma Teoria da Conspiração: a “substituição populacional” simplesmente não existe.

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Sábado, 14 Maio 2022

O Manifesto dos novos revolucionários

“Depois de terem participado na edição deste ano do Festival da Canção com "Povo Pequenino", um dos melhores temas a concurso, os FADO BICHA desviam atenções para o álbum de estreia. E já não falta muito para o podemos ouvir: "Ocupação" ficará disponível nas plataformas digitais a partir de 3 de Junho e tem produção de Luís Clara Gomes (ou seja, Moullinex).

(…)

Relato de uma vida dupla atormentada pelo desejo, o tema carrega no humor para disparar farpas à hipocrisia e à homofobia internalizada. O videoclip, realizado por Marcelo Pereira e Pedro Maia, convida o comediante Hugo van der Ding para encarnar o malogrado protagonista e narrador, acompanhando-o numa vida nocturna e sigilosa à beira do Tejo com uma estética queer inspirada em figuras como Divine ou Klaus (também não está distante de alguns retratos de uns Soft Cell nos anos 80). E tanto a música como as imagens fazem esperar um dos discos nacionais com mais fulgor e personalidade deste Verão, sem meias palavras ou gestos”

Viver como um homem

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Miguel Poiares Maduro: um socialista no PSD

No regime do actual (Estado português), as classes com interesses opostos não são tanto a burguesia (os ricos) e o proletariado (os pobres), mas antes a classe que paga impostos e a classe que vive de impostos.

Miguel Poiares Maduro faz parte da classe que vive dos impostos que outros pagam.

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Ora, é este mesmo Miguel Poiares Maduro (que vive dos impostos dos outros) que vem criticar a regressividade do alegado “imposto” chamado “propina universitária” — quando, de facto, não se trata de um imposto, mas de um mecanismo de selecção que impõe um Numerus Clausus.

No Estado Novo, este Numerus Clausus era garantido por duas vias: 1/ selecção dos alunos ao longo do ensino secundário (ou Escola Técnica, ou Liceu); 2/ selecção dos melhores alunos do Liceu (meritocracia). E as propinas universitárias tinham um valor simbólico!

No Estado socialista do Miguel Poiares Maduro, em que os alunos passam de ano sem saber, o Numerus Clausus é uma propina proibitiva. E depois dizem eles (os socialistas) que os “fassistas” eram os outros!


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Quarta-feira, 4 Maio 2022

A socialista Isabel Moreira é um monstro

A Isabel Moreira compara o caso do aborto nos Estados Unidos com o caso português, quando não há comparação possível porque o aborto nos Estados Unidos não tem prazo limite: em bom rigor, nos Estados Unidos a mulher abortar até aos nove meses de gravidez.

Ora, é isto que a Isabel Moreira pretende para Portugal: o aborto legal até ao nascimento — e, na esteira utilitarista de Peter Singer, quiçá mesmo a legalização do infanticídio. Aquela mulher é um monstro.

Todo este artigo do semanário Expresso, é pura desinformação, porque ninguém pretende proibir o aborto nos Estados Unidos, como afirma a Isabel Moreira. Aliás, daquele estafermo não se poderia esperar outra coisa: uma mulher que afirma que “um homem pode dar à luz uma criança” pretende ser a pregoeira da verdade política em Portugal.

O que o Supremo Tribunal de Justiça dos Estados Unidos se prepara para fazer é delegar nos Estados da União a responsabilidade de referendar, a nível local, a legalização do aborto e as condições específicas dessa legalização — e por uma razão: é que o aborto não é considerado um “direito humano” pela Constituição dos Estados Unidos, e portanto, o Supremo Tribunal de Justiça não tinha (em 1973) que se meter nesse assunto.

Tenham a palavra os povos dos Estados da União.

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Avantesmas monstruosas, como a Isabel Moreira, têm medo das decisões do povo; pretendem construir um leviatão que trate os cidadãos como débeis mentais (o Totalitarismo de Veludo).

Adenda: ¿o Pinto Balsemão ainda não morreu? Já tarda…! É um problema de saúde pública!


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Terça-feira, 3 Maio 2022

A burrice de Daniel Dennett

Um indivíduo que não só concorda as ideia de Richard Dawkins, mas também corrobora quase todas as teses deste último, não pode ser propriamente um “filósofo” — porque as ideias de Richard Dawkins não são minimamente consistentes/coerentes, nem do ponto de vista filosófico/lógico, nem sequer do ponto de vista científico. Por isso, Daniel Dennett, ao concordar e corroborar as teses de Richard Dawkins, não é um filósofo propriamente dito.

Porém, em favor de Daniel Dennett, é utilizado amiúde o argumento do “curso de filosofia” dele; mas, em bom rigor, quanto maior for a importância de uma actividade intelectual, mais ridícula é a pretensão de avalizar a competência de quem a exerce; ou seja: um diploma de “dentista” (ou de “mecânico”), é aceitável; um diploma de “filósofo” é grotesco.

Portanto, o argumento do “cursinho de filosofia” de Daniel Dennett não serve. (more…)

Quinta-feira, 28 Abril 2022

A Raquel Varela e o branqueamento do Holodomor

Um bom comunista, que se preza como tal (ou um cripto-comunista, como é, por exemplo, Putin) nega a existência do Holodomor. É o caso da Raquel Varela.

A Raquel Varela chama ao Holodomor estalinista de “colectivização forçada”. É assim que os “historiadores” branqueiam a História. Não é “genocídio”!: é “colectivização forçada”. Desta não se lembrou o George Orwell!

Para a Raquel Varela, a teoria segundo a qual não teria existido “genocídio” na Ucrânia estalinista, mas antes apenas uma “colectivização forçada”, revela uma incapacidade de moldar os factos aos seus (dela) propósitos. E, a esta incapacidade, ela chama de “contexto”. E disto tudo, a Raquel Varela sai cada vez mais descredibilizada.

Comentar os textos da Raquel Varela é um exercício penoso, chegando por vezes a ponto de causar náusea.

As chamadas “ciências humanas” contemporâneas estão a estrangular a História, porque constroem esquemas atemporais que, de uma forma sub-reptícia, restauram o “homem abstracto” do século XIX — que os “reaccionários” populares actuais chamam de NPC (Non Personal Character).

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A ideia segundo a qual “a bandeira portuguesa é (para o CHEGA) um símbolo fassista”, só poderia vir da cabecinha oca da Raquel Varela — ou então, a utilização da bandeira nacional só pode ser feita pela Esquerda e, portanto, a utilização simbólica da bandeira portuguesa por parte do CHEGA é ilegítima, senão mesmo ilegal, porque, para a Raquel Varela, o CHEGA é um partido “fassista”. Não há como contornar este problema.


Um historiador que investiga “causas”, “estruturas”, ou “leis” na História, acaba por se fechar na sua própria subjectividade: é o caso da Raquel Varela.

A ambição de transcender (ir para além delas) as representações empíricas e extrínsecas da consciência alheia, transforma a História em uma mera projecção do historiador: se tenta ir “para além” da consciência dos sujeitos históricos, o historiador não descobre senão a sua própria consciência.

A maioria dos “historiadores” crê que os critérios de verosimilhança, prevalecentes no seu tempo, são universais.

A complexidade dos factos históricos é de tal forma, que as teorias mais estapafúrdias encontram sempre justificações aplicáveis — como é o caso da redução da ligação simbólica da “cruz de ferro” ao nazismo, ou da redução simbólica da bandeira nacional ao alegado “fassismo do CHEGA”. Na História, abundam exemplos para ilustrar as teorias mais heterodoxas da Raquel Varela.

Para Raquel Varela, o totalitarismo cripto-comunista de Putin deve ser exclusivista: segundo a Raquel Varela, a Ucrânia não tem o direito de se defender utilizando meios políticos semelhantes aos de Putin.

Por isso, “a abolição de partidos políticos, jornalistas, perseguições a gente de esquerda e imposição da censura nos media ucranianos” (sic) são atributos e meios de acção a que só o Putin tem direito legítimo: para a Raquel Varela, a utilização destes expedientes “fassistas” para defesa da Ucrânia, não é legítima.

Para Raquel Varela, o “fassismo” do cripto-comunista Putin é tolerável; mas o “fassismo” semelhante, o do Zelensky, já não é.

É este o “contexto” histórico defendido pela Raquel Varela que transforma a sua (dela) análise histórica (da invasão russa da Ucrânia) em uma projecção da sua própria (dela) ideologia.

A Raquel Varela não se dá conta — porque o QI não ajuda, por um lado, e porque ela teria que ter estudado filosofia muitos anos a fio, por outro lado — de que um “historiador” estrangeiro, por mais sagaz que seja, transcreve sempre a sinfonia histórica da Ucrânia em uma partitura para flauta. E, a esta simplificação da História daquele país, a Raquel Varela chama de “contexto”.

Sexta-feira, 8 Abril 2022

O ministério da inducação socialista e o culto da homossexualidade, e as virtudes da Joana pacheca

Filed under: Cuidado que esta gente tem opinião!,Esta gente vota — O. Braga @ 6:51 pm
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O  jornal “SOL” publicou um artigo com o título “Manual de Educação Sexual com 11 anos reacende polémica nas redes sociais”, que entretanto apagou — compreendo perfeitamente a auto-censura: “quem tem cu, tem medo”, diz o povo. Contudo, consegui ler o artigo “apagado” através do Google Cache (podem ler também aqui em PDF).

manual edu sexual web

Uma das perguntas que o ministério da inducação faz aos alunos, no referido “manual”, é a seguinte:

“A maioria dos abusadores de menores é heterossexual. Achas que é seguro expor as crianças a educadores heterossexuais?”

Outra pergunta do ministério da inducação, feita aos alunos do 3º ciclo:

“Se a heterossexualidade é normal porque é que existem tantos doentes mentais heterossexuais?”

A “lógica” do ministério da inducação é, alegadamente, a de “obrigar o aluno a colocar-se no lugar do outro que é guei”; porém, o ministério induz propositadamente os alunos em erro através de uma “lógica falaciosa”: por exemplo, as estatísticas (nos Estados Unidos) comprovam que uma pequena minoria de homossexuais e bissexuais (cerca de 5% do total da população) é responsável por mais de 30% do total dos abusos sexuais de crianças.

Para o ministério da inducação socialista, a Teoria das Probabilidades é uma batata.


joana torres

No mesmo dia, uma tal Joana Torres publicou esta algaraviada (ler em PDF, porque o artigo é restrito) no jornal Púbico.

“As últimas semanas colocaram em cima da mesa preocupantes situações de assédio sexual, moral, racismo, sexismo e homofobia dentro da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL), relativas a docentes desta instituição.” → Joana Torres

Para além de “assédio sexual”, “moral”, “racismo”, “sexismo” e “homofobia”, faltou ali mencionar “transfobia”, “ableísmo”, “bifobia”, “machismo”, etc.

O discurso oficial do sistema político actual — traduzido por aquela pacheca — é assustador: estamos a lidar com um puritanismo político pidesco, que faria dos puritanos calvinistas do século XVII uns meninos de coro.

Se lermos a pacheca Joana, ficamos com a ideia de que ela só tem virtudes. Os defeitos pertencem todos aos outros. Ela é perfeita, virtuosa; um exemplo a seguir. É uma santa pós-moderna de um culto progressista e puritano.

E, por isso, a Joana pacheca, representante insigne da classe dos Pneumáticos pós-modernos, sugere a censura da opinião dos Hílicos que não merecem sequer viver. E são estes pachecos que criticam a censura dos costumes no Estado Novo !

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