perspectivas

Terça-feira, 17 Maio 2022

O Partido Socialista do monhé diz que a “substituição populacional portuguesa” é uma “Teoria da Conspiração racista”

 

Segundo o Partido Socialista do Monhé das Cobras (acolitado pelos me®dia corruptos), a tese da “substituição populacional portuguesa” por imigrantes é coisa de “racistas de extrema-direita”.

Alegadamente, trata-se de uma Teoria da Conspiração: a “substituição populacional” simplesmente não existe.

subsituiçao populacional web

Sábado, 14 Maio 2022

O Manifesto dos novos revolucionários

“Depois de terem participado na edição deste ano do Festival da Canção com "Povo Pequenino", um dos melhores temas a concurso, os FADO BICHA desviam atenções para o álbum de estreia. E já não falta muito para o podemos ouvir: "Ocupação" ficará disponível nas plataformas digitais a partir de 3 de Junho e tem produção de Luís Clara Gomes (ou seja, Moullinex).

(…)

Relato de uma vida dupla atormentada pelo desejo, o tema carrega no humor para disparar farpas à hipocrisia e à homofobia internalizada. O videoclip, realizado por Marcelo Pereira e Pedro Maia, convida o comediante Hugo van der Ding para encarnar o malogrado protagonista e narrador, acompanhando-o numa vida nocturna e sigilosa à beira do Tejo com uma estética queer inspirada em figuras como Divine ou Klaus (também não está distante de alguns retratos de uns Soft Cell nos anos 80). E tanto a música como as imagens fazem esperar um dos discos nacionais com mais fulgor e personalidade deste Verão, sem meias palavras ou gestos”

Viver como um homem

novo manifesto web

Miguel Poiares Maduro: um socialista no PSD

No regime do actual (Estado português), as classes com interesses opostos não são tanto a burguesia (os ricos) e o proletariado (os pobres), mas antes a classe que paga impostos e a classe que vive de impostos.

Miguel Poiares Maduro faz parte da classe que vive dos impostos que outros pagam.

numerus clausus web

Ora, é este mesmo Miguel Poiares Maduro (que vive dos impostos dos outros) que vem criticar a regressividade do alegado “imposto” chamado “propina universitária” — quando, de facto, não se trata de um imposto, mas de um mecanismo de selecção que impõe um Numerus Clausus.

No Estado Novo, este Numerus Clausus era garantido por duas vias: 1/ selecção dos alunos ao longo do ensino secundário (ou Escola Técnica, ou Liceu); 2/ selecção dos melhores alunos do Liceu (meritocracia). E as propinas universitárias tinham um valor simbólico!

No Estado socialista do Miguel Poiares Maduro, em que os alunos passam de ano sem saber, o Numerus Clausus é uma propina proibitiva. E depois dizem eles (os socialistas) que os “fassistas” eram os outros!


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Quarta-feira, 4 Maio 2022

A socialista Isabel Moreira é um monstro

A Isabel Moreira compara o caso do aborto nos Estados Unidos com o caso português, quando não há comparação possível porque o aborto nos Estados Unidos não tem prazo limite: em bom rigor, nos Estados Unidos a mulher abortar até aos nove meses de gravidez.

Ora, é isto que a Isabel Moreira pretende para Portugal: o aborto legal até ao nascimento — e, na esteira utilitarista de Peter Singer, quiçá mesmo a legalização do infanticídio. Aquela mulher é um monstro.

Todo este artigo do semanário Expresso, é pura desinformação, porque ninguém pretende proibir o aborto nos Estados Unidos, como afirma a Isabel Moreira. Aliás, daquele estafermo não se poderia esperar outra coisa: uma mulher que afirma que “um homem pode dar à luz uma criança” pretende ser a pregoeira da verdade política em Portugal.

O que o Supremo Tribunal de Justiça dos Estados Unidos se prepara para fazer é delegar nos Estados da União a responsabilidade de referendar, a nível local, a legalização do aborto e as condições específicas dessa legalização — e por uma razão: é que o aborto não é considerado um “direito humano” pela Constituição dos Estados Unidos, e portanto, o Supremo Tribunal de Justiça não tinha (em 1973) que se meter nesse assunto.

Tenham a palavra os povos dos Estados da União.

isabel moreira costa os homens podem engravidar web

Avantesmas monstruosas, como a Isabel Moreira, têm medo das decisões do povo; pretendem construir um leviatão que trate os cidadãos como débeis mentais (o Totalitarismo de Veludo).

Adenda: ¿o Pinto Balsemão ainda não morreu? Já tarda…! É um problema de saúde pública!


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Terça-feira, 3 Maio 2022

A burrice de Daniel Dennett

Um indivíduo que não só concorda as ideia de Richard Dawkins, mas também corrobora quase todas as teses deste último, não pode ser propriamente um “filósofo” — porque as ideias de Richard Dawkins não são minimamente consistentes/coerentes, nem do ponto de vista filosófico/lógico, nem sequer do ponto de vista científico. Por isso, Daniel Dennett, ao concordar e corroborar as teses de Richard Dawkins, não é um filósofo propriamente dito.

Porém, em favor de Daniel Dennett, é utilizado amiúde o argumento do “curso de filosofia” dele; mas, em bom rigor, quanto maior for a importância de uma actividade intelectual, mais ridícula é a pretensão de avalizar a competência de quem a exerce; ou seja: um diploma de “dentista” (ou de “mecânico”), é aceitável; um diploma de “filósofo” é grotesco.

Portanto, o argumento do “cursinho de filosofia” de Daniel Dennett não serve. (more…)

Quinta-feira, 28 Abril 2022

A Raquel Varela e o branqueamento do Holodomor

Um bom comunista, que se preza como tal (ou um cripto-comunista, como é, por exemplo, Putin) nega a existência do Holodomor. É o caso da Raquel Varela.

A Raquel Varela chama ao Holodomor estalinista de “colectivização forçada”. É assim que os “historiadores” branqueiam a História. Não é “genocídio”!: é “colectivização forçada”. Desta não se lembrou o George Orwell!

Para a Raquel Varela, a teoria segundo a qual não teria existido “genocídio” na Ucrânia estalinista, mas antes apenas uma “colectivização forçada”, revela uma incapacidade de moldar os factos aos seus (dela) propósitos. E, a esta incapacidade, ela chama de “contexto”. E disto tudo, a Raquel Varela sai cada vez mais descredibilizada.

Comentar os textos da Raquel Varela é um exercício penoso, chegando por vezes a ponto de causar náusea.

As chamadas “ciências humanas” contemporâneas estão a estrangular a História, porque constroem esquemas atemporais que, de uma forma sub-reptícia, restauram o “homem abstracto” do século XIX — que os “reaccionários” populares actuais chamam de NPC (Non Personal Character).

npcmeme


A ideia segundo a qual “a bandeira portuguesa é (para o CHEGA) um símbolo fassista”, só poderia vir da cabecinha oca da Raquel Varela — ou então, a utilização da bandeira nacional só pode ser feita pela Esquerda e, portanto, a utilização simbólica da bandeira portuguesa por parte do CHEGA é ilegítima, senão mesmo ilegal, porque, para a Raquel Varela, o CHEGA é um partido “fassista”. Não há como contornar este problema.


Um historiador que investiga “causas”, “estruturas”, ou “leis” na História, acaba por se fechar na sua própria subjectividade: é o caso da Raquel Varela.

A ambição de transcender (ir para além delas) as representações empíricas e extrínsecas da consciência alheia, transforma a História em uma mera projecção do historiador: se tenta ir “para além” da consciência dos sujeitos históricos, o historiador não descobre senão a sua própria consciência.

A maioria dos “historiadores” crê que os critérios de verosimilhança, prevalecentes no seu tempo, são universais.

A complexidade dos factos históricos é de tal forma, que as teorias mais estapafúrdias encontram sempre justificações aplicáveis — como é o caso da redução da ligação simbólica da “cruz de ferro” ao nazismo, ou da redução simbólica da bandeira nacional ao alegado “fassismo do CHEGA”. Na História, abundam exemplos para ilustrar as teorias mais heterodoxas da Raquel Varela.

Para Raquel Varela, o totalitarismo cripto-comunista de Putin deve ser exclusivista: segundo a Raquel Varela, a Ucrânia não tem o direito de se defender utilizando meios políticos semelhantes aos de Putin.

Por isso, “a abolição de partidos políticos, jornalistas, perseguições a gente de esquerda e imposição da censura nos media ucranianos” (sic) são atributos e meios de acção a que só o Putin tem direito legítimo: para a Raquel Varela, a utilização destes expedientes “fassistas” para defesa da Ucrânia, não é legítima.

Para Raquel Varela, o “fassismo” do cripto-comunista Putin é tolerável; mas o “fassismo” semelhante, o do Zelensky, já não é.

É este o “contexto” histórico defendido pela Raquel Varela que transforma a sua (dela) análise histórica (da invasão russa da Ucrânia) em uma projecção da sua própria (dela) ideologia.

A Raquel Varela não se dá conta — porque o QI não ajuda, por um lado, e porque ela teria que ter estudado filosofia muitos anos a fio, por outro lado — de que um “historiador” estrangeiro, por mais sagaz que seja, transcreve sempre a sinfonia histórica da Ucrânia em uma partitura para flauta. E, a esta simplificação da História daquele país, a Raquel Varela chama de “contexto”.

Sexta-feira, 8 Abril 2022

O ministério da inducação socialista e o culto da homossexualidade, e as virtudes da Joana pacheca

Filed under: Cuidado que esta gente tem opinião!,Esta gente vota — O. Braga @ 6:51 pm
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O  jornal “SOL” publicou um artigo com o título “Manual de Educação Sexual com 11 anos reacende polémica nas redes sociais”, que entretanto apagou — compreendo perfeitamente a auto-censura: “quem tem cu, tem medo”, diz o povo. Contudo, consegui ler o artigo “apagado” através do Google Cache (podem ler também aqui em PDF).

manual edu sexual web

Uma das perguntas que o ministério da inducação faz aos alunos, no referido “manual”, é a seguinte:

“A maioria dos abusadores de menores é heterossexual. Achas que é seguro expor as crianças a educadores heterossexuais?”

Outra pergunta do ministério da inducação, feita aos alunos do 3º ciclo:

“Se a heterossexualidade é normal porque é que existem tantos doentes mentais heterossexuais?”

A “lógica” do ministério da inducação é, alegadamente, a de “obrigar o aluno a colocar-se no lugar do outro que é guei”; porém, o ministério induz propositadamente os alunos em erro através de uma “lógica falaciosa”: por exemplo, as estatísticas (nos Estados Unidos) comprovam que uma pequena minoria de homossexuais e bissexuais (cerca de 5% do total da população) é responsável por mais de 30% do total dos abusos sexuais de crianças.

Para o ministério da inducação socialista, a Teoria das Probabilidades é uma batata.


joana torres

No mesmo dia, uma tal Joana Torres publicou esta algaraviada (ler em PDF, porque o artigo é restrito) no jornal Púbico.

“As últimas semanas colocaram em cima da mesa preocupantes situações de assédio sexual, moral, racismo, sexismo e homofobia dentro da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL), relativas a docentes desta instituição.” → Joana Torres

Para além de “assédio sexual”, “moral”, “racismo”, “sexismo” e “homofobia”, faltou ali mencionar “transfobia”, “ableísmo”, “bifobia”, “machismo”, etc.

O discurso oficial do sistema político actual — traduzido por aquela pacheca — é assustador: estamos a lidar com um puritanismo político pidesco, que faria dos puritanos calvinistas do século XVII uns meninos de coro.

Se lermos a pacheca Joana, ficamos com a ideia de que ela só tem virtudes. Os defeitos pertencem todos aos outros. Ela é perfeita, virtuosa; um exemplo a seguir. É uma santa pós-moderna de um culto progressista e puritano.

E, por isso, a Joana pacheca, representante insigne da classe dos Pneumáticos pós-modernos, sugere a censura da opinião dos Hílicos que não merecem sequer viver. E são estes pachecos que criticam a censura dos costumes no Estado Novo !

Terça-feira, 15 Março 2022

A sinificação da Europa

Perante o aumento dos preços de combustíveis, e em vez de baixar impostos, o governo socialista espanhol lançou uma campanha denominada “Vamos de bicicleta para o trabalho”, com o lema: “Porque ir trabalhar de bicicleta não custa trabalho”.

bici trabajo web 

¿Percebem agora por que razão os grandes filhos-de-puta estão a construir ciclovias por todo o lado?

«Con el diésel y la gasolina alcanzando precios récord, el Gobierno ha lanzado la campaña "En bici al trabajo" con el lema: "Porque ir en bici a trabajar no cuesta trabajo". Según el Ministerio de Transportes, Movilidad y Agenda Urbana, el objetivo es promover la idea de que la bicicleta en la empresa es "movilidad, salud, medioambiente, economía y nuevas oportunidades".»

A Europa socialista aproxima-se da China da década 1960. O governo socialista espanhol vai gastar 3 mil milhões de Euros até 2025, para promover o uso da bicicleta, a construção de novas ciclovias e outros transportes alternativos.


Faz lembrar o falecido ministro das Finanças português, Medina Carreira, que em plena crise do petróleo na década de 1970, e quando interrogado pelos jornalistas sobre o aumento desmesurado dos combustíveis, aconselhou os portugueses a “andar de burro” (sic).

Sábado, 5 Março 2022

A "Direitinha Fachistazinha" compara o bombardeamento da Sérvia pela O.T.A.N. (em 1999), com os actuais bombardeamentos russos na Ucrânia

Uma das características da "Direitinha Fachistazinha" é a burrice crónica e endémica; vejam uma imagem que saquei do canal de Telegram do “direitinho” Joseph Paul Watson (já deixei de o seguir):

direitinho watson web

O “direitinho” Watson diz que “o Ocidente é hipócrita porque bombardeou a Sérvia, e simultaneamente critica o bombardeamento da Ucrânia pela Rússia”. O “direitinho” Watson faz lembrar a estupidez do Partido Comunista ou do Bloco de Esquerda: são gémeos chapados.

Uma pergunta: os ucranianos tinham campos de concentração com prisioneiros russos, e praticavam a limpeza étnica de russos? Claro que não. Toda a gente sabe que não se passava nada disto na Ucrânia.

Mas, segundo o “direitinho” Watson, na Bósnia também não existiam campos de concentração de limpeza étnica de muçulmanos. Chama-se a isto branqueamento da História. Com jeitinho, o “direitinho” Watson ainda vai dizer que não existiu tal coisa como “campos de concentração nazis”.

muslim serbia web

Quinta-feira, 3 Março 2022

A "Direita" que defende a ocupação russa da Ucrânia

Que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista apoiem a agressão militar e ocupação da Rússia à Ucrânia, já seria de esperar; mas que uma certa “Direita” o faça, é extraordinário!

Joseph Paul Watson webUm dos “argumentos” dessa “Direita” é o seguinte:

a Arábia Saudita bombardeia o Iémene, e o Ocidente não diz nada; mas se a Rússia invade a Ucrânia, o Ocidente critica a Rússia.

Este é um dos argumentos utilizados (nomeadamente) por Joseph Paul Watson, um inglês de “Direita” com um canal no YouTube.

Em primeiro lugar, trata-se de uma falácia Tu Quoque:

“se a Arábia bombardeia o Iémene e ninguém diz nada, então segue-se que a Rússia também tem o direito a bombardear a Ucrânia”.

Esta “Direita” está a tornar-se estúpida, embrutecida.

Em segundo lugar, a comparação é desproporcionada — porque a Arábia Saudita não ocupou território do Iémene. Só podemos comparar aquilo que é comparável. Joseph Paul Watson gosta de ser “original” de “Direita”, e depois acaba por dizer merda.

Finalmente, a Arábia saudita responde a uma guerra de guerrilha vinda do Iémene contra a sua própria população; e, que eu saiba, a Ucrânia não apoia e/ou financia uma guerra de guerrilha em território russo: a agressão militar russa é absolutamente unilateral.

Sexta-feira, 18 Fevereiro 2022

Em política, não é possível combater um radicalismo com palavras meigas

A ideia de que a política é uma espécie de paraíso, onde as pessoas se perdoam sistematicamente umas às outras, só pode vir de uma cabecinha tonta e demagógica como a da Carmo Afonso.

« (1) No dizer desses dirigentes [do IL (Iniciativa Liberal) e do CHEGA] , a governação do país tem-se caracterizado como sendo “socialismo”. Reparar que não radicalizam apenas o seu próprio discurso, incutem também a ideia do radicalismo dos seus opositores.

(2) Veja-se o caso do Partido Socialista; que dizer de um socialismo que, tendo conseguido uma maioria absoluta, recebeu congratulações dos bancos, dos banqueiros e do patronato? O socialismo do PS chama-se social-democracia e é puramente social-democrata a governação política dos últimos anos em Portugal. »


Repare, caro leitor: para ela [Carmo Afonso], “socialismo” é sinónimo (ou equivalente a) “comunismo”. e, portanto, o PS não é socialista.

E depois confunde o ideário do Partido Socialista, por um lado, com os dos partidos sociais democratas dos países escandinavos, por outro lado — onde a liberdade económica e empresarial é incomparavelmente maior do que a do Portugal controlado pelo Partido Socialista.

O Partido Socialista tem uma faceta [uma “quinta coluna”] marcadamente marxista — o que não significa que todos os militantes do Partido Socialista sejam marxistas. Isto é um facto que só uma advogada truculenta não vê.

A agenda política [imposta por forças globalistas, tipo Bilderberg ou/e WEF] de aproximação ideológica e programática do PSD de Rui Rio ao Partido Socialista de António Costa — que pretendia criar em Portugal uma “canadanização” [de “Canadá”] da política portuguesa, em que seria praticamente o mesmo votar maioritariamente no PSD como no PS — saiu “furada” com o aumento de influência política do IL (Iniciativa Liberal) e do CHEGA.

trudeau china web

Depois, a truculenta advogada vem implicitamente dizer que o estalinismo (ou comunismo) e/ou o nazismo não foram financiados directamente por grandes corporações capitalistas ocidentais — quando ela se admira tanto que o Partido Socialista tenha recebido “congratulações dos bancos, dos banqueiros e do patronato”. 

Peço aos leitores que procurem saber o que se passou com o financiamento das corporações capitalistas americanas em relação aos regimes de Hitler e de Estaline: não acreditem em mim, e tão pouco numa advogada truculenta: investiguem.

bill gates socialismo  web

O “socialismo” de Bill Gates, por exemplo, é “socialismo para ti, mas não para mim”; e é garantido por um modelo de globalização que transforma as diferentes regiões culturais do planeta em emulações da China comunista (Mercosul, União Europeia, etc.) , por um lado, e onde os países anglo-saxónicos (por exemplo, Estados Unidos, etc.) garantem a excepção insubmissa das elites plutocratas, por outro lado. Ou seja, é um “socialismo” em que as empresas privadas multinacionais colaboram estreitamente com os Estados [regionais] totalitários, construindo assim vários fascismos regionais a nível planetário (sinificação).

É isto que a comunista Carmo Afonso pretende ocultar dos leitores. E é por isto que o CHEGA incomoda tanto.

Quinta-feira, 10 Fevereiro 2022

A imunização passou a significar “protecção “

“Imunização” vem de “imunidade” que, segundo o dicionário, significa: “propriedade de um organismo vivo que tem mecanismos de defesa contra determinados elementos, geralmente patogénicos, o que lhe permite, por exemplo, ficar isento de determinada doença.”

Porém, a Esquerda Neanderthal (aliada ao neoliberalismo plutocrata, globalista e transumanista), alterou a noção de “imunidade”, que passou a ser simples “protecção” biológica:

«… a definição de “vacinação” era “o acto de introduzir uma vacina no corpo para produzir imunidade a uma doença específica”, segundo as más línguas subversivas. Agora, a palavra “imunidade” foi alterada para “protecção”.»

foi o covid web

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