perspectivas

Quinta-feira, 21 Setembro 2017

O PAN (Pessoas-Animais-Natureza) quer que os animais entrem nos restaurantes

 

jack-fowler-horse-web

Foto de Outubro de 1937. O senhor Jack Fowler, um mercador de carvão de Bedford, levava regularmente o seu cavalo a um bar de uma estalagem (o Balloon Inn) para uma cerveja e um jogo de dominó com os amigos.

Anúncios

Sexta-feira, 15 Setembro 2017

A imbecilidade não tem limites

 

“A Alemanha hoje é a Europa onde podíamos viver, caso a maioria dos países tivesse encetado as reformas que os alemães levaram a cabo com o socialista Gerhard Schröder.”

O Insurgente imbecil

O primeiro-ministro holandês recomendou a Jean-Claude Juncker que vá visitar um psiquiatra; mas o Jean-Claude Juncker é um romântico, e não um imbecil insurgente qualquer: neste último caso, não há psiquiatria que valha: é um problema genético.

Quando não se distingue a estrada da Beira, por um lado, da beira da estrada, por outro lado, não há cura possível. É congénito.

Quarta-feira, 13 Setembro 2017

O papa estúpido

 

O Chico está a estudar uma maneira de dar a volta à encíclica Humanae Vitae do Papa Paulo VI, de forma a que a Igreja Católica aceite e recomende a pílula-do-dia-seguinte, por exemplo; e isto numa altura em que estudos científicos comprovam que as pílulas anticoncepcionais prejudicam seriamente a saúde das mulheres que as tomam.

Logicamente que o próximo passo do Chico será a aceitação do aborto por parte da Igreja Católica. O Anselmo Borges deve andar feliz.

papa-chico-comuna-web

É este mesmo cabrão (um enorme filho de uma puta!) que diz que “quem não acredita no Aquecimento Global Antropogénico é um estúpido”. Ou melhor: quem não acredita nas “alterações climáticas”, porque o conceito de Aquecimento Global Antropogénico já deu com os burros na água porque existe o Sol — quem lhes dera que o Sol não existisse!, em nome da “ciência”!

Quem ouvir este tipo de besta pensa que o planeta Terra nunca teve “alterações climáticas”. Segundo essas bestas bípedes, só agora é que existem “alterações climáticas”. E mais!: declaram (em nome da ciência!) que controlam o curso do clima e que conhecem o futuro das “alterações climáticas”! –> A mesma ciência que no século XIX (por exemplo, com Ernst Haeckel) defendeu a ideia segundo a qual “a célula viva era uma coisa muito simples e que tinha surgido espontaneamente da lama”.

“Puta que os pariu!” (Luiz Pacheco).

Segunda-feira, 11 Setembro 2017

Um socialista é como uma carraça, ou um fungo marítimo

 

A carraça dispõe de um vago sentido da luz que a leva a subir os ramos dos arbustos no sentido da luminosidade crescente, portanto, até à ponta do ramo. Uma vez chegada ali, a carraça socialista (passo a redundância) fica imóvel, se for necessário, durante anos a fio — à espera do cheiro do ácido butírico, o único sinal químico que ela é capaz de registar. Quando surgir este sinal, a carraça deixa-se cair, e tem boas hipóteses de acabar sugando o sangue de um animal até se encher: deste modo, a carraça socialista cumpre todas as tarefas necessárias como requisito para a sobrevivência da sua espécie.

azeredo-lopes-web

A biologia ensina-nos que a consciência é a consequência da mobilidade: devido à mudança de posição, um ser vivo tem de reagir mais rapidamente ao seu ambiente. O mesmo acontece com o socialista, no seu esforço de mobilidade rumo ao Poder: a evolução criou, no socialista, o cérebro que lhe garante o discernimento dado pela mobilidade.

Porém, logo que o socialista chega ao Poder, acontece-lhe o mesmo que ao fungo marítimo Porifera: ele está fixado, sem cérebro, a uma rocha, libertando, na reprodução, um pequeno ser vivo parecido com um peixe com cérebro; e este procura um bom lugar para se fixar. De seguida, logo que se agarra a um bom lugar, o socialista come o seu cérebro, visto que já não precisa dele para se movimentar em direcção ao Poder.

Quinta-feira, 31 Agosto 2017

A Maria João Marques consegue ser pior do que a Fernanda Câncio

 

Das mulheres que escrevem nos me®dia, não há ninguém mais repugnante que a Maria João Marques; ela consegue ser mais repugnante do que a Fernanda Câncio — porque esta toda a gente sabe que é de Esquerda e não engana ninguém.

A Maria João Marques é uma “feminazista de Direita”, o que é uma contradição em termos.

A Maria João Marques é especialista na argumentação sem argumentos válidos. Por exemplo, quando afirma aqui que o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada mente, mas ela nunca diz onde é que ele mente. “Ele mente! Prontos!”

E neste sentido, também é pior do que a Fernanda Câncio — que é o mais aproximado que temos da Maria João Marques: é que a Fernanda Câncio, mesmo entrando por uma interpretação delirante qualquer, fundamenta com argumentos (mesmo que em delírio interpretativo) aquilo que escreve.

Lendo o texto da Maria João Marques, fiquei sem saber em que é que o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada mente neste texto.

O único argumento da Maria João Marques que merece alguma atenção é uma falácia do espantalho, por um lado, e por outro lado é uma falácia tu Quoque. Ou seja, para a Maria João Marquês, o facto de um homem ser um putanheiro justifica perfeitamente que a respectiva mulher seja uma puta. Vemos aqui plasmada a falácia lógica tu Quoque. Escreve ela:

“Também é notório, pelo que vai escrevendo, que o articulista, apesar de padre católico, gostaria de um deus-juiz e não aprecia grandemente a misericórdia. Por isso aproveita para terminar o texto informando que Diana não se portou sempre como a sua posição exigia. Sinceramente, que nojo. Isto perante uma pessoa que já morreu, e que com todos os defeitos que teria (todos temos, e os de Gonçalo Portocarrero de Almada são gritantes), e problemas de saúde vários, tinha um inegável espírito de serviço, grande coragem e – algo que o articulista não percebe – empatia pelo sofrimento alheio. Mostrando o ranço que lhe vai na alma, apesar de declarar que Diana nem sempre se portou como devia, branqueia o comportamento do seu marido, falando na ‘alegada infidelidade conjugal de Carlos’. Bom, Carlos de Gales assumiu numa famosa entrevista televisiva que foi infiel a Diana. Não há nada de alegado nisto.”

Ademais, ela faz uso da falácia do espantalho, porque o artigo do Padre Gonçalo Portocarrero de Almada foca-se especificamente em Diana Duquesa de Gales — e é absurdo que a análise da personalidade, do carácter e do comportamento de uma determinada pessoa (neste caso, de Diana Spencer), dependa da personalidade, do carácter e do comportamento de terceiros!


Noutro artigo, a Maria João Marques acusa uma pessoa de agir de uma determinada forma, mas ao mesmo tempo utiliza o mesmo tipo de argumentário para criticar essa mesma pessoa.

« ‘Sabem quem deu indicação à Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) que ‘recomendou’ (pois) retirada dos cadernos da Porto Editora? O ministro da tutela, Eduardo Cabrita. O deputado socialista que em 2013, para fins políticos, chamou ‘frígida’ a Maria Luís Albuquerque. Cabrita é, além de malcriado e censor, um protozoário machista que não sabe debater política envolvendo uma mulher sem ir buscar ataques sexuais. Donde, para António Costa e PS, é o ministro ideal para tutelar a promoção da igualdade de género. »

Dizer que a Maria Luís Albuquerque é frígida, é “ataque sexual”; mas dizer que o dito cujo é um protozoário machista já não é ataque sexual — porque, pelo que parece, o “ataque sexual” só se define por “coisas feitas na cama”. Por este andar, a Maria João Marques deixará de ver a diferença entre “uma bica e um queque”, por um lado, e “um bico e uma queca”, por outro lado.

A Maria João Marques é daquele género de mulher que faz com que um machista empedernido se sinta orgulhoso.


A realidade é sexista

sexismo-no-trabalho-web

Terça-feira, 29 Agosto 2017

A explicação da teoria da igualdade do Pedro Tadeu

 

Há um burro (com alvará de inteligente) que escreve no Diário de Notícias que dá pelo nome de Pedro Tadeu e que, neste artigo, coloca em causa o alegado Poder dos homens sobre as mulheres, e dos brancos sobre as outras raças; e, colocando em causa esse (alegado) Poder, ele chega à conclusão de que é legítima (para além de dever ser legal) a restrição (ou mesmo abolição) da liberdade de expressão em nome da “igualdade”.

No entanto, o conceito de “igualdade” diz-nos que os homens, mulheres e as raças — que alegadamente e segundo os igualitaristas radicais, não existemnão são diferentes; e, por isso, esse tal “Poder” tem logicamente que ser ilusório.

Por isso é que (segundo o politicamente correcto que o burro do Tadeu perfilha) os homens que pensam que as mulheres e homens são diferentes, ou aqueles homens que dizem que existem raças, devem ser reprimidos política- e judicialmente, e mesmo despedidos dos seus postos de trabalho, para que não possam deter aquele perigoso Poder que eles, em teoria, não podem de facto ter.

E, o politicamente correcto do burro Tadeu vai mais longe: as acções do marxismo cultural em nome do reforço da “diversidade” (e para além da “igualdade”) — por exemplo, proibindo a livre expressão de opinião, de alguém que diga as raças existem e são diferentes, ou que o homem é diferente da mulher — não é uma manifestação de Poder, porque (alegadamente) o Poder só pode ser detido por aqueles que são contra a “diversidade”.

Sob o “chapéu” da “diversidade”, só encontramos vítimas.

Se não existem diferenças entre pessoas (independentemente da raça e do sexo que, alegadamente, não existem de facto), não é possível distinguir ou diferenciar as pessoas: de facto, os indivíduos (e “indíviduas”) são (alegadamente) intermutáveis; e é por isso que, sob o signo da “diversidade”, devemos então ter que criar novas categorias através das quais o comportamento humano se torna indiferenciado (seja qual for o acto): essas categorias (como sexo e/ou raça) são potencialmente infinitas.

Nenhuma das características de diferenciação humana pode então ter qualquer significado, e qualquer tentativa de categorização dessas características humanas só pode ser levado a cabo por forças reaccionárias contra a “igualdade” e contra a “diversidade”.

E porque não pode haver qualquer diferenciação intrínseca entre o comportamento de um determinado grupo de pessoas em relação a um qualquer outro grupo, os resultados dos comportamentos e das acções são imutáveis e idênticos — uma vez que a “diversidade” esteja a ser aplicada.


“A desigualdade injusta não se cura com igualdade, mas com desigualdade justa.”

Nicolas Gomez Dávila

Segunda-feira, 21 Agosto 2017

Esta é digna do Daniel Oliveira e da Catarina Martins: “o eclipse solar é racista”

 

Segundo uma revista americana, uma professora universitária (de Direito; tinha que ser de Direito) afirma que “o eclipse do Sol é racista” porque não é visto em África.

Já temos concorrência à irracionalidade do Podemos, do Livre e do Bloco de Esquerda.

eclipse-is-raciss-web

O Francisco José Viegas é uma grande besta quadrada

 

O Francisco José Viegas é dos maiores imbecis que já encontrei na blogosfera.

Por exemplo, lembro-me de ele ter escrito, há cerca de 15 anos, que “eu não tenho a obrigação de sustentar as famílias numerosas através dos impostos que eu pago”, ou seja: quem tem muitos filhos não deve ter qualquer apoio do Estado.

Mas quando o Francisco José Viegas teve um “tacho” na RTP, o apoio do Estado já era muito bom…!

Hoje, a crise demográfica portuguesa diz-nos que o Francisco José Viegas é uma grande besta.


“Os nacionalismos são geralmente imbecis.”

Francisco José Viegas

Quem escreveu isto é um idiota que se diz “democrata”; diz-se “democrata” mas é contra a nação — na medida em que o nacionalismo é a ideologia da defesa da existência da nação.

O estúpido Viegas é a favor da democracia (porque ele diz que é “liberal”: o liberalismo não é possível existir sem democracia) e, simultaneamente, ele é crítico da nação. Para ele, é possível existir democracia sendo contra a nação.

Maior besta que esta ainda não encontrei à face da Terra: nem os analfabetos que encontrei durante a minha vida seriam capazes de adoptar acriticamente tamanha contradição.

Domingo, 20 Agosto 2017

A estupidez ignorante da Raquel Varela

 

Um dias destes, escrevi um comentário em um artigo do FaceBook que versava sobre as zonas de estacionamento destinadas aos deficientes motores:

“Eu estaciono nessas zonas, e saio do carro a mancar.”

Bem!, o leitor não imagina o chorrilho de insultos a que fui sujeito por gente da Esquerda.

Porém, acontece que a minha piada sobre o “mancar” era abstracta, ou seja, não se dirigia a ninguém em concreto; mesmo assim fui insultado do pior.


A Raquel Varela escreve o seguinte:

“Gosto do humor de João Quadros, mesmo quando não gosto das suas piadas. O que não tem piada alguma é definirmos colectivamente quais os limites do humor. Além disto – e isto é a liberdade de criação de um artista, não é pouco – o alvo da piada de JQ foi o fascismo e não a esposa de Passos Coelho. Quem não entendeu isto tem ou má vontade ou ignorância, a ambas não se deve ceder”.

Uma coisa é dizer uma piada sobre “mancos” (em geral), por exemplo; outra coisa, bem diferente, Ó Raquel!, é dizer uma piada sobre “aquele manco” em particular. Portanto, o limite do humor é o ad Hominem — mas não estejamos à espera que a estúpida criatura entenda isso: é muita “História” naquela cabecinha de alho chocho.

Além de não saber qual o limite do humor (o ad Hominem), a Raquel Varela pretende dizer que qualquer discurso depende da sua interpretação — o que exponencia a estupidez da criatura: diz ela que “o alvo da piada de JQ foi o fascismo e não a esposa de Passos Coelho”; ou seja, nós é que interpretamos mal.


"Interpretar" pode ter basicamente três sentidos:

  • tornar claro, encontrar um sentido escondido, hermenêutica;
  • deformar, desfigurar;
  • abordar uma obra de maneira a exprimir-lhe sentido; exegese.

No caso da Raquel Varela, “interpretar” é “deformar”.

raque-varela-wc-webGadamer defendeu a ideia segundo a qual o acto de compreender comporta três momentos: a apreensão da ideia original (ou compreensão propriamente dita), a interpretação, e a aplicação.

Por exemplo, podemos compreender o conceito de “virtude”, segundo Aristóteles, e conforme a sua ideia original. Depois, interpretarmos (à nossa maneira) esse conceito original, mesmo deturpando-o ou desfigurando-o, de forma "nova" e "diferente", a cada instante e conforme ao espírito de cada época. E finalmente podemos aplicar e adaptar, a cada situação concreta, essa interpretação.

Os três momentos — compreensão, interpretação e aplicação — são indissociáveis porque não pode existir compreensão sem interpretação, na medida em que a significação que podemos deduzir no fim de uma investigação nossa, encontra-se também no princípio da investigação, devendo o investigador antecipar sempre a significação consoante os seus interesses privados e as suas escolhas pessoais.

No entanto, a interpretação de uma ideia não se desliga, total ou parcialmente, da intenção dessa ideia.

Por exemplo, não é legítimo nem racional que se interprete a Bíblia num sentido oposto ou contraditório em relação às ideias originais nela expressas.

Ou seja, quando a interpretação é desprovida de lógica e de bom-senso, é deformação e desfiguração. Para a Raquel Varela, interpretar é deformar o significado original de uma determinada ideia. Por isso é que ela estudou História: para a deformar e desfigurar.

E se fizer uma exegese da piada de João Quadros, chegaremos à conclusão inevitável de que não é eticamente aceitável que se ataque politicamente uma determinada pessoa, por exemplo, através do ataque ad Hominem em relação à sua esposa ou à sua filha ou à sua bisneta (que o diga o Daniel Oliveira).

A Raquel Varela é um símbolo da putrefacção moral e intelectual da Esquerda — porque não podemos esperar do mentecapto João Quadros outra coisa; mas de uma criatura que aparece nos me®dia, esperaríamos pelo menos o silêncio acerca deste assunto.

Sexta-feira, 18 Agosto 2017

Intelectualóides de merda, como a Alexandra Lucas Coelho

 

A julgar pela amostra, nunca comprarei qualquer coisa escrita por aquela criatura. E você, caro leitor, se se quer um pouco mais embrutecido, leia os livros dela.

Com muita pena minha, aquela criatura é estúpida quando defende a ideia segundo a qual todas as culturas são equivalentes (ou têm um valor similar). Aliás, aquela cabeça de alho-chocho entra na mesma contradição de Rousseau com o conceito do “bom selvagem”; vira o disco e toca o mesmo: o romantismo e a irracionalidade (característica do feminino) estão de volta com a chancela de alvará de inteligência.


Em 1754, Rousseau escreveu um livro com o título “Discurso Sobre a Desigualdade” em que afirmou que “o “homem é naturalmente bom e só as instituições [da sociedade] o tornam mau”.

“O primeiro homem que vedou um terreno e disse: ‘isto é meu’, e achou pessoas bastantes simples para acreditar nisso, foi o verdadeiro fundador da sociedade civil”.

Rousseau vai ao ponto de deplorar a introdução da metalurgia e da agricultura. O trigo é símbolo da nossa infelicidade. A Europa é um continente infeliz por ter o máximo do trigo e do ferro. Para abandonar o mal, basta abandonar a civilização, porque “o homem é naturalmente bom, e o selvagem depois de jantado está em paz com toda a natureza e é amigo de todas as criaturas.”

Rousseau enviou uma cópia do livro a Voltaire que depois de o ler, escreveu-lhe em 1755 uma carta em que dizia o seguinte:

“Recebi o seu novo livro contra a raça humana, e agradeço. Nunca se utilizou tal habilidade no intuito de tornar-nos estúpidos. Lendo este livro, deseja-se andar de gatas; mas eu perdi o hábito há mais de sessenta anos, e sinto-me incapaz de readquiri-lo. Nem posso ir ter com os selvagens do Canadá porque as doenças a que estou condenado tornam-me necessário um médico europeu, e por causa da guerra actual naquelas regiões; e porque o exemplo das nossas acções fez os selvagens tão maus como nós.”


Ora, a criatura em epígrafe não tem a originalidade de Rousseau; é alguém à procura do protagonismo vulgar e ordinário que honra o certo intelectualismo luso-brasileiro (em alternativa, existe uma intelectualidade que se concentra principalmente naquilo que é português).

A ideia da criatura acerca dos “descobrimentos portugueses” é uma espécie de Teoria Crítica aplicada à História e à Nação Portuguesas. É um conjunto de conceitos pós-modernos que constituem, em si mesmos, a redução ao absurdo das suas próprias teses.

Por exemplo: “se cá nevasse, fazia-se cá ski”; ou “se a minha avó tivesse asas seria um Boeing 747”. A exploração ad Nauseam da superioridade histórica do contra-factual está na base de um discurso niilista e absurdo que vai beber a sua essência à Teoria Crítica  do marxismo cultural  da Escola de Frankfurt.

A narrativa da criatura convida à inacção — na medida em que toda a acção recomendada por ela é utópica ou desvalidada pelo contra-factual.

“Os descobrimentos portugueses foram” — segundo a criatura — “sinónimo de horror, dor, sangue e sofrimento”; e, quiçá, talvez até melhor teria sido que Portugal nunca tivesse existido … 

O discurso da criatura está exactamente nos antípodas do discurso de Fernando Pessoa: “tudo vale a pena, se a alma não é pequena”.

O Portugal dos intelectualóides de merda é feito de almas pequenas.

Quarta-feira, 9 Agosto 2017

Os futuros exemplos de intelectualidade de Portugal (quiçá, os novos ‘Marcelos dos Amanhãs que Cantam’)

Filed under: A vida custa,Cuidado que esta gente tem opinião!,Insurgente — O. Braga @ 12:57 pm

 

O blogue Insurgente é uma mistela ideológica; não é um albergue espanhol: é mais uma casa de putas (faça-se justiça ao Blasfémias que é coerente, goste-se ou não dele).

Dou como exemplo duas “postas”: a primeira compara as atrocidades do nazismo e do imperialismo japonês, por um lado, com as duas bombas atómicas americanas lançadas no Japão, por outro lado — colocando a luta pela liberdade e pela democracia dos aliados no mesmo nível da guerra lançada pelo regime de Hitler, por exemplo. Inqualificável. É esta merda de gente que vai herdar a intelectualidade portuguesa. Só lhe falta colocar no mesmo nível de comparação o Kim Jong-un e o Donald Trump.

Outro exemplo, é esta outra “poia” que diz que “a xenofobia é um instinto básico como a inveja ou o medo”. Trata-se de uma não-definição à moda do Bloco de Esquerda. O Insurgente é o Bloco de Esquerda da não-esquerda. O autor do texto é, com certeza, outro intelectual português com grande futuro na vida política.

Segundo o argumento do intelectualóide de urinol lisboeta com grande futuro:

  • se eu sinto medo de alguém que me aponta uma pistola, trata-se de um “instinto básico” da minha parte, ou seja, não é um medo consciente: trata-se de uma “fobia”, que é inconsciente por definição e natureza.

E, seguindo o mesmo raciocínio, é possível — através da evolução cultural — não sentir medo racionalizado de alguém que nos aponta uma pistola e continuar saudável mentalmente.

Segundo o referido autor, a inveja é também um “instinto básico”, ou seja, não existe tal coisa como inveja conscientemente interiorizada. E finalmente compara a relação com os ciganos, por um lado, com a relação com turistas, por outro lado — que é uma comparação genial e que não lembra nem ao careca nem ao Marcelo.

Sábado, 29 Julho 2017

A psicose do Boaventura Sousa Santos

 

“A Venezuela vive um dos momentos mais críticos da sua história. Acompanho crítica e solidariamente a revolução bolivariana desde o início. As conquistas sociais das últimas duas décadas são indiscutíveis. Para o provar basta consultar o relatório da ONU de 2016 sobre a evolução do índice de desenvolvimento humano.”

Boaventura Sousa Santos

boaventura sousa santos web

Página seguinte »

Create a free website or blog at WordPress.com.