perspectivas

Segunda-feira, 6 Julho 2020

Ana Gomes e o “anti-futebolismo”

Se dependesse de gente como Ana Gomes ou/e José Pacheco Pereira, Portugal ficaria paralisado devido a um puritanismo ideológico que impediria qualquer desenvolvimento económico do país.

Este tipo de gente tem que ser afastado da política real.

 

Sábado, 4 Julho 2020

¿O que é o “discurso de ódio”?

Na lei penal portuguesa existe a figura de “incitamento à violência”, que é punível — por exemplo, incitamento à violência contra o Estado de Direito, incitamento à desobediência colectiva, incitamento à guerra civil, incitamento ao suicídio, entre outros.

A injúria também é punível por lei, assim como a calúnia.

Os crimes contra as pessoas também são puníveis — por exemplo, os crimes contra a honra, ou contra a liberdade pessoal (entre estes, o assédio), ou os crimes contra a integridade física, ou contra a liberdade e auto-determinação sexual, ou contra a reserva da vida privada, e contra a vida (intra-uterina ou não), etc.

Neste contexto, não consigo perceber o conceito de “discurso de ódio” de que nos fala aqui o cantarino canhestro Miguel Guedes:

“Desde que a ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, avançou com a garantia de que o discurso de ódio nas plataformas online iria ser monitorizado, protofachos e mini-trumps soltaram angústias existencialistas sobre a sua visão da vida em liberdade, para eles um parente próximo da lei da selva”.

reddit-web


Repare-se que a argumentação do referido “grandoleiro” é, desde logo, ad Hominem; e depois, defende como bom aquilo que ele próprio condena e critica.

A ideia daquela avantesma é a de que “o discurso” (ou seja, a expressão de opinião) “deve ser regulado pelo Estado”; e, segundo o dito cujo, quem não defende a regulação do discurso por parte do Estado é “proto-fassista” e “mini-trump”.

Estamos em presença de um indivíduo com um arquétipo mental totalitário, mas que se considera a si próprio um virtuoso “anti-fascista” (ou seja, trata-se de um puritano do século XXI).

Naturalmente que o referido social-fascista defende a censura na comunicação social — e até menciona abonatoriamente a “censura do Reddit” que permite o bullying e o assédio em relação às maiorias.

Caros leitores: é gente deste calibre que manda em Portugal. É gente que pretende limitar a liberdade de expressão utilizando a força bruta do Estado: hoje é, alegadamente, por “discurso de ódio” (que ninguém sabe bem o que é); amanhã será a censura, pura e dura, por delito de opinião política.

Puta-que-os-pariu!


Ficheiro PDF do texto do cantarino canhestro.

Quarta-feira, 1 Julho 2020

Eu lembro-me da Siderurgia Nacional.

Em Portugal havia uma empresa chamada Siderurgia Nacional (SN) que foi estatizada depois do 28 de Abril de Mil Novecentos e Troca o Passo; aquilo era um antro de comunistas. Embalados pelo nacional-porreirismo, os sucessivos governos socialistas “porreiros-pá” foram deixando os comunas tomar conta da empresa, e a tal ponto que os prejuízos acumulavam-se.

SN-webPara se libertar dos comunas e da dívida, houve um governo que vendeu a empresa portuguesa a uma outra empresa concorrente espanhola; e, depois, Portugal passou a importar de Espanha o aço de que necessita para poder viver.

Além disso, a SN tinha três fábricas de produção em Portugal (uma na zona de Lisboa, outra na zona do Porto, e outra na área de Aveiro), que geravam milhares postos de trabalho. Hoje, só resta a pequena unidade espanhola no Seixal e com uma produção muito restrita.

Uma das primeiras coisas que a empresa espanhola fez foi fechar as unidades de produção no Porto e em Aveiro. E Portugal passou a importar aço de Espanha. E um tal Alexandre Mota ficou muito feliz.

Eu não gosto de comunas, mas não fiquei feliz pela alienação da SN. "País sem siderurgia não é um país, é uma horta", disse o ministro da Economia de Salazar, Ferreira Dias. E eu concordo com ele.

Em contraponto, o Alexandre Mota prefere alienar empresas, para ver se consegue livrar-se dos comunas; mas, afinal, as empresas vão-se embora e os comunas ficam teimosamente por cá.

A T.A.P. (assim como era a Siderurgia Nacional) era uma empresa privada, antes do 28 de Abril de Mil Novecentos e Troca o Passo; mas o capital da empresa (antes de os comunas nacionalizarem a empresa) pertencia a empresários portugueses.

Porém, para o Alexandre Mota, o facto de o capital da T.A.P. ser de portugueses, ou não, não tem qualquer importância; o que interessa é vermo-nos livres dos comunas, e vender a T.A.P. ao desbarato a um qualquer Edge Fund americano que pretenda fazer uns patacos de circunstância. Que se foda a pátria.

A chamada “crise do capitalismo” é evidente, e é encarnada por gente da laia do Alexandre Mota. Esta gentinha está a dar cabo do capitalismo; até parecem aliados do Bloco de Esquerda!

Assim como a democracia representativa só funciona em função do Estado-Nação, assim o capitalismo necessita de um Estado de Direito e do Estado-Nação para poder ser plenamente produtivo. E quem disser o contrário disto é burro.

Quarta-feira, 17 Junho 2020

Black Lives Matter 2

Segunda-feira, 8 Junho 2020

A crítica a Donald Trump… porque sim!

Até há pouco tempo, um tal José Miguel Roque Martins (ena pá! tantos nomes…!) escrevinhava no Corta-Fitas na condição de escrevinhador “convidado”. Nisto, passou a escrevinhador efectivo. E o Corta-Fitas reforçou a sua condição politicamente correcta.

pass-auf-ao-burro-webEscreve o referido escrevinhador:

«Trump e Bolsonaro são objectivamente do pior que há. Apenas um pouco menos maus do que ditadores autocráticos como aquele que está na Venezuela, ou dos que presidem a China, Cuba ou a Coreia do Norte. É uma convicção que tenho justificada com dezenas de factos e é um dos poucos pontos em comum que tenho com a imprensa em geral.

Trump será certamente lembrado como o pior Presidente dos Estados Unidos de todos os tempos.»

Talvez a maior crítica vinda da Esquerda, em relação a Donald Trump, é a de este defende a “desregulação da economia” e um “capitalismo selvagem” — mas esta crítica da Esquerda a Trump é objectiva, e não baseada apenas em “convicções” subjectivas.

Incomoda que alguém me diga: “Fulano é um filho-de-puta!”. E eu pergunto: “¿porquê?”. E responde-me: “Porque sim! É a minha convicção! Além disso, eu li isso nos jornais…!”

Se não houver cautela, o Corta-Fitas transforma-se rapidamente em mais um Imbecil Colectivo.

Segunda-feira, 1 Junho 2020

O José Pacheco Pereira é constrangedoramente patético

Filed under: Cuidado que esta gente tem opinião!,José Pacheco Pereira — O. Braga @ 10:04 am

breitbart-tuga

Alguma vez, alguém no seu perfeito juízo ¿poderá estabelecer qualquer semelhança entre o Observador, por um lado, e o Breitbart co-fundado por Steve Bannon?!

¿Como é possível àquele burro fazer esta comparação?!!

¿Comparar o Observador com a Fox News?!!!! Interpretação delirante! Ou o tipo está a ficar senil.

Quinta-feira, 21 Maio 2020

O senhor Guilherme Valente apazigua a China, na esperança de ser o último a ser comido

O senhor Guilherme Valente escreve aqui uma ode prosaica à China. Ou seja, temos um exemplo de um Valente que se acobarda perante o Poder chinês.


As ideias mestras do senhor Valente, em relação à China, são as seguintes:

1/ Os europeus são os culpados pelo regime comunista chinês.

2/ Se o Ocidente não chatear a China, o regime chinês evoluirá (“se não se sentir ameaçado”) — para uma coisa qualquer que o senhor Valente não diz o que é.

3/ A China, ao contrário do Ocidente, “não impõe aos outros os modos de viver próprios”.

4/ A Teresa de Sousa é ignorante porque critica a China.

5/ Na China, o sistema actual é “capitalista” (segundo o senhor Valente).


Tenho muita dificuldade em compreender o arquétipo mental do senhor Valente. (more…)

Segunda-feira, 18 Maio 2020

O José Pacheco Pereira diz que “os factos que não me interessam, não existem”

«EL máximo error moderno no es anunciar que Dios murió, sino creer que el diablo ha muerto.»
→ Nicolás Gómez Dávila

Razão tinha o mestre Nicolás Gómez Dávila: se as pessoas se convencem de que o diabo não existe, isso dá muito jeito à acção diabólica.

JPP-ZAROLHOTal como ao diabo lhe dá jeito ocultar a sua acção (através da divulgação da sua morte), ao José Pacheco Pereira também lhe convém que o marxismo cultural não exista; mas ele não é o primeiro burro que nega as evidências de uma doutrina a que os mais comedidos e prudentes lentes em filosofia chamam de “Utopia Negativa”.

É uma questão de semântica. Por exemplo, o termo “interseccionalidade” é muito usado hoje nos Estados Unidos para para traduzir a “práxis” (a prática política) marxista cultural que tem (entre outros conceitos) como base o conceito de “tolerância repressiva” de Marcuse.

Se o José Pacheco Pereira diz que “o marxismo cultural não existe”, então induzo eu a teoria segundo a qual ele também pensa (¿será que ele pensa?!) que Gramsci e Lukacs não existiram; ou então o Pacheco “pensa” que Gramsci e Lukacs não eram marxistas; e que ambos não insistiram na instrumentalização da cultura na acção política (em vez da acção política de classes do marxismo clássico).

É claro que “marxismo cultural” é um conceito abrangente: representa uma corrente política e ideológica que “se desviou”, por assim dizer, do marxismo clássico, seja através da Escola de Frankfurt, seja através de Gramsci e Lukacs.

Caros leitores: o José Pacheco Pereira é uma fraude intelectual. O rei vai nu!.

Porém, ele tem uma virtude: assim como o bom carioca consegue escrever um samba partindo do simbolismo de uma casca de amendoim, assim o Pacheco escreve um longo texto a partir de uma merda qualquer. É obra desenganada!

Eu não vou aqui entrar na crítica que o Pacheco fez a um determinado texto de Nuno Melo, pela simples razão de que não li o texto deste último. Porém, seja qual for a pertinência da crítica do Pacheco ao Nuno Melo, não se lhe dá o direito ao burro de afirmar que “o marxismo cultural não existe”. É burrice. Ou truculência política e desonestidade intelectual.

Quarta-feira, 29 Abril 2020

O José Pacheco Pereira e o Argumentum ad Trumpum (1)

O José, da Porta da Loja, publica aqui a opinião do José Pacheco Pereira acerca daquilo que é considerado um “facto”, pelos me®dia politicamente correctos internacionais: a ideia segundo a qual um homem morreu porque seguiu as alegadas indicações que Donald Trump (Argumentum ad Trumpum) terá dado no sentido de ingestão de um determinado extracto de quinino que é normalmente utilizado para limpeza de aquários.

Acontece que a polícia americana está a investigar a esposa do homem morto (a mulher é de Esquerda e militante do partido Democrata) por homicídio.

Mas este novo facto (o de que a polícia está investigar o homicídio do homem) é cuidadosamente escondido pelos me®dia mafiosos de que o José Pacheco Pereira faz parte activa.

Vou mantendo aqui os leitores sobre o desenrolar das investigações policiais americanas sobre este assunto.

Sábado, 25 Abril 2020

Quando os ateus de serviço nos me®dia têm mais respeito pelo papa Chicozinho do que pelo povo católico

«Ou falamos, afinal, da intolerância do fundamentalismo católico que tudo faz para se opor ao Papa Francisco, cuja coragem e espírito progressista tanto incomodam os conservadores da igreja, dos “huguinhos”, à Fraternidade São Pio X, passando pelos “legionários de Cristo”?»

1/ Quando vemos os ateus em geral — e esta ateísta em particular — a tecer loas ao papa Chico, algo de muito grave se passa na estrutura hierárquica da Igreja Católica. Contudo, penso que o professor Bacelar Gouveia não deveria gastar cera com tão ruim defunta.

O facto de o papa Chiquinho e o cardeal de Lisboa beijarem os genitais ao António Costa não significa que os artigos da Constituição percam o seu valor e a sua objectividade.

Parece-me claro que se a Constituição não permite que o estado de excepção (ou estado de emergência) limite a liberdade religiosa, então segue-se que a Constituição deve ser revista para satisfazer a ateísta Bárbara Reis; ou então, a criatura deve meter a viola ao saco e ir cavar batatas, em vez de escrever em jornais.

papa-chico-comuna-400-webO que não vale (não é legítimo) é dizer-se que a Constituição pode ser sujeita a interpretações que justifiquem a própria defesa da inconstitucionalidade dos seus artigos.

Assim, por exemplo, o artigo 24, alínea 1., da Constituição, diz que “a vida humana é inviolável”; e o artigo 25, alínea 1., diz que “a integridade moral e física das pessoas é inviolável”. E o conjunto destas duas disposições legais não permite a eutanásia, ou mesmo o suicídio assistido patrocinado pelo Estado.

Ou seja, para que a eutanásia seja legalizável, é preciso previamente rever a Constituição. Não há aqui margem para “subjectivismos interpretativos” à moda da Bárbara Reis.

A ideia segundo a qual “nada, na lei fundamental, é objectivo” e “tudo na Constituição está sujeito à nossa interpretação” mais conveniente politicamente — esta ideia é assustadora. Passamos a viver juridicamente sobre areias movediças.

2/ A sra. Bárbara Reis deveria saber distinguir entre a lei, por um lado, e o seguidismo político do actual clero da Igreja Católica, por outro lado. Mas ela não parece saber fazer a distinção; e por isso é que o professor Bacelar Gouveia “está a chover no molhado” quando lhe faz qualquer crítica.

O facto de o papa Chiquinho e o cardeal de Lisboa beijarem os genitais ao António Costa não significa que os artigos da Constituição percam o seu valor e a sua objectividade.

Sexta-feira, 24 Abril 2020

A lésbica militante Graça Fonseca, e a tauromaquia

“A tauromaquia não é uma questão de gosto, é uma questão de civilização (Graça Fonseca, a Ministra da Cultura socialista, lésbica assumida).

graca-fonseca-tourada-webSe dependesse apenas dos homossexuais de cada época histórica, não haveria sequer civilização.

A homossexualidade é ontologicamente anti-civilizacional, porque a cultura homossexual não favorece a reprodução da espécie.

“A conversa moderna sobre “o sexo ser livre como qualquer outra coisa”, acerca do “corpo que é belo como qualquer árvore ou flor” — ou é uma descrição do Jardim do Éden, ou é um discurso de péssima psicologia da qual o mundo já se tinha cansado há dois mil anos”. (G. K. Chesterton)

Segunda-feira, 20 Abril 2020

¿Como se arranja vacina para um vírus que já tem mais de 100 variantes/mutações?!

Filed under: A vida custa,Cuidado que esta gente tem opinião! — O. Braga @ 8:12 pm
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Quando eu vejo  certa gente a pensar, por vezes convenço-me mesmo de que a lógica é uma batata.

Se estivermos à espera de uma vacina para um vírus que foi (propositadamente) criado (em laboratório) para ser dinâmico e mutante (só na minúscula Islândia há 40 variantes do vírus), então vamos ter que esperar sentados.

A solução para o problema do covid19 é a descoberta de tratamentos comuns a várias estirpes do vírus (que deve ser imediata), e não a vacina (a do monhé Costa que, alegadamente, só chega no Verão de 2021).

Andamos a brincar com coisas sérias.

covid19-web

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