perspectivas

Sexta-feira, 5 Agosto 2022

O Sr. Guilherme Valente, e o Ocidente que não compreende os mísseis chineses

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Um indivíduo contrai matrimónio com uma chinesa e passa a defender as acções belicosas do Estado totalitário chinês.
Chama-se Guilherme Valente.

Seria como se eu casasse com uma alemã e passasse, apenas por isso, a defender o Estado nazi.

E depois, o senhor Guilherme Valente ainda diz que “o Ocidente deveria compreender e aceitar o totalitarismo chinês”.

E dizem que ele é “intelectual”! (uma espécie de “bacharel”, à moda do Camilo), muito querido pelo Carlos Fiolhais (o do Rerum Natura) .

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Sábado, 12 Março 2022

Sempre que a Liberdade fenece, a Ciência adormece

Filed under: China,Ciência,Estados Unidos,liberdade,Rússia — O. Braga @ 2:44 pm

Em um dos livros de Ortega y Gasset (não me lembro agora qual), li a seguinte frase:

“Enquanto os chineses desenvolviam a Técnica, os gregos inventavam a Ciência”.

Esta constatação de facto histórico é extremamente importante.


liberdade webNa Antiguidade Tardia, os chineses viviam “agrilhoados” (simbolicamente) pelo despotismo do seu Imperador — o que não os impediu de desenvolver a Técnica; mas, para inventar a Ciência e para a desenvolver, é necessário que exista liberdade (e a democracia grega) em circulação na sociedade.

A tradição despótica chinesa não se alterou, desde o tempo em que o Confucionismo se tornou a ideologia dos seus imperadores. Uma das razões por que o maoísmo foi tão bem aceite na China está intimamente ligada a milénios de cultura confucionista.

Ora, a Ciência necessita de criatividade e empreendimento individual para se desenvolver, e estes dependem, em muito, da liberdade política.

A recente tendência de decadência do Ocidente está relacionada com uma certa deriva para-totalitária, promovida por uma aliança contra-natura entre uma certa Esquerda Neanderthal (marxismo cultural, que o estafermo José Pacheco Pereira diz que não existe) e a plutocracia globalista.

O Poder político actual, a ocidente, é exercido por uma elite que tenta restringir claramente a liberdade política nos países ocidentais, nomeadamente através do politicamente correcto e do controlo globalista dos me®dia.

Sempre que a Liberdade fenece, a Ciência adormece.

Os Estados Unidos (e o mundo anglo-saxónico, em geral) foram o farol da Ciência no mundo — e, concomitantemente, o farol da liberdade — até há escassos 20 anos; basta vermos a lista dos prémios Nobel desde 1901.

Os russos (da União Soviética) e os chineses, com tradições milenares de tirania política, sempre foram uma espécie de “parasitas” que se aproveitavam da criatividade provida pela liberdade anglo-saxónica que naturalmente desenvolvia a Ciência, para depois aplicarem os resultados (da liberdade dos outros) no desenvolvimento das suas Técnicas nacionais.

A liberdade tradicional anglo-saxónica (que nos chegou, nomeadamente, de John Locke) foi minada por dentro nos países anglo-saxónicos (notoriamente desde o advento do pós-modernismo, mas principalmente com a eleição de Bill Clinton), por intermédio do marxismo cultural (que o burro José Pacheco Pereira diz que não existe) ou Esquerda Neanderthal, aliada à ganância descontrolada do Grupo dos Trezentos.

Esta decadência — a decadência da liberdade, e por isso, da Ciência — dos Estados Unidos tornou-se ainda mais notória e evidente com a ascensão de Barack Hussein Obama à presidência deste país.

Com a eleição de Donald Trump, parecia que os faróis da Liberdade e da Ciência voltavam a brilhar; mas foi sol de pouca dura: a aliança entre a Esquerda Neanderthal e o Grupo dos Trezentos  voltou a funcionar, pervertendo a democracia, minando profundamente o sistema político americano e a tradição anglo-saxónica de respeito pela liberdade, e cooptando ao Poder o histrião Joe Biden.

Domingo, 27 Fevereiro 2022

No decorrer da agressão russa, temos a necessidade de retirar à China algum Poder logístico

Filed under: China,Rússia,Ucrânia — O. Braga @ 11:14 pm

A invasão da Rússia à Ucrânia revelou o seguinte:

  • nenhum país (desnuclearizado) da Europa está livre de ser invadido pela Rússia, ou até destruído por armas nucleares russas;
  • o apoio claríssimo (político, logístico) da China a esta Rússia agressiva terá que ser (parcialmente) coarctado mediante a transferência (paulatina, mas sistemática) da produção industrial — necessária ao Ocidente —, para outras paragens (por exemplo, nos países da Europa de leste, ou mesmo países da América latina);
  • para que se consiga o desiderato do ponto anterior, os globalistas plutocratas terão que ser disciplinados pela política — nomeadamente através da instauração de cargas fiscais adicionais sobre as importações da China, mas também e sobretudo com uma política concertada de criminalização pesada (com penas de prisão pesadas) sobre o investimento triangular ocidental na China que beneficie a Rússia.

Naturalmente que não será possível desindustrializar a China; mas será possível, se se actuar imediatamente, impedir a invasão de Taiwan por parte da China, por um lado, e por outro lado beneficiar outras zonas do mundo que merecem, de facto, maior e melhor investimento industrial e em detrimento de um país (China) com aspirações imperiais.

Segunda-feira, 14 Fevereiro 2022

Embaixador russo na Suécia: “Estamos-nos cagando para todas as vossas sanções!”

Filed under: China,Russia — O. Braga @ 1:54 pm
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Com um aliado como a China, ¿quem é que se preocupa com as sanções dos Estados Unidos?

Segunda-feira, 7 Junho 2021

O Coronavirus ou “vírus da China” foi fabricado por um laboratório chinês

Filed under: China — O. Braga @ 7:27 pm
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No dia 11 de Março de 2020, escrevi aqui o seguinte, acerca do vírus chinês:

“A ideia propalada pelos me®dia, segundo a qual o vírus da China é originário de um mercado de animais vivos da cidade chinesa de Wuhan, não passa de uma narrativa (de uma estória) semelhante a qualquer outra. A verdade é que, na referida cidade, existe o único laboratório biológico de segurança de nível 4 (BSL–4) em toda a China.

A probabilidade de o vírus da China ter tido origem no laboratório da cidade Wuhan é (pelo menos) tão credível como a narrativa jornaleira da probabilidade do mercado de animais.”

No dia 31 de Março de 2020, escrevi o seguinte:

“Estas descobertas científicas permitem afirmar que o vírus da China não é um simples vírus: é uma arma biológica de origem chinesa — 40 variantes de um mesmo vírus, e apenas em um território minúsculo como é a Islândia, indiciam engenharia humana.”

Cerca de um ano depois, os factos dão-me razão (pelo menos, em grande parte). O que era considerada uma “Teoria da Conspiração”, passou a ser parte da realidade objectiva.

Segunda-feira, 24 Maio 2021

A China comunista prepara-se para invadir Taiwan com o apoio explícito do corrupto Joe Biden

Filed under: China,João Bidé — O. Braga @ 7:36 pm
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“Australia’s military is ‘weak,’ ‘insignificant’ and will be the ‘first hit’ in any potential conflict over Taiwan, Chinese propagandists have warned.

The chilling message in the Communist Party mouthpiece, the Global Times, comes as Australian naval forces completed war game exercises with the US, France and Japan held between May 11 and 17 in the East China Sea.

The first ever training drill between the four nations called Exercise Jeanne d’Arc 21 – or ARC21 – practiced amphibious assaults, urban warfare and anti-aircraft defence – and was met with fury by Beijing.”


O corrupto João Bidé apoia discretamente a invasão comunista, a troco de milhares de milhões de US Dollars para os bolsos de seus familiares (seu filho Hunter Biden incluído) provenientes da China comunista.

Quarta-feira, 24 Fevereiro 2021

A cumplicidade criminosa dos neocons e a Esquerda do João Bidé, por um lado, e a China comunista, por outro lado

Filed under: China,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,João Bidé,Neocons — O. Braga @ 3:27 pm

Se o João Bidé (ou/e Kamala Harris) estiverem na Casa Branca dois mandatos seguidos, Taiwan será anexada pela China comunista. Aposto o que quiserem.

Sexta-feira, 1 Janeiro 2021

Como a China ganha a guerra sem disparar um tiro

Filed under: China — O. Braga @ 11:44 am
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Imagens da cidade chinesa de Wuhan (de onde saiu o vírus COVID-19 de um laboratório de “alta segurança”), à esquerda; e da cidade de Nova Iorque, à direita  — na madrugada do dia 1 de Janeiro de 2021.

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Terça-feira, 8 Dezembro 2020

A cumplicidade das democracias ocidentais em relação ao totalitarismo chinês

Filed under: China,Sinificação — O. Braga @ 4:41 pm

Domingo, 25 Outubro 2020

O vírus COVID-19 é um produto laboratorial chinês

Filed under: China — O. Braga @ 2:54 pm
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Segundo a médica e bióloga investigadora chinesa Li-Meng Yan (que conseguiu fugir da China comunista e vive hoje nos Estados Unidos), o COVID-19 é um produto do laboratório biológico da cidade chinesa de Wuhan — o que, aliás, eu já tinha defendido aqui em Março p.p..

O vírus COVID-19 não existia na Natureza antes de ser criado laboratorialmente pela China.

Li-Meng Yang web


A ler :

Segunda-feira, 12 Outubro 2020

A “geração melhor preparada de sempre”, ou o Partido Socialista do Monhé das Cobras

Filed under: China,Democracia,Partido Socialista — O. Braga @ 9:37 am

Em um tuite entretanto apagado pelo próprio, o presidente da juventude socialista, Tiago Santos, escreveu o seguinte:

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“Relembrando que Trump perdeu nos votos, ou seja no voto popular. Xi JINPING é nomeado por diversos órgãos muitos democraticamente eleitos.

Acho que a definição de democracia vai para além da democracia representativa. E por muito que a democracia seja importante.”

É esta gente que critica e condena o CHEGA e o André Ventura.

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Domingo, 27 Setembro 2020

Se os americanos não quiseram investir em Portugal, não podem agora reivindicar direitos de preferência

Filed under: China,Donald Trump,Estados Unidos,Portugal — O. Braga @ 5:01 pm

Quando o governo de Passos Coelho (2010 / 2011) quis privatizar a REN (Rede Eléctrica Nacional) e a EDP, nenhuma oferta credível foi feita a partir dos Estados Unidos (com excepção de uma oferta manhosa de uma EDGE FUND suspeita baseada em um OFF SHORE). Da União Europeia veio uma mão cheia de nada: ninguém credível se chegou à frente para comprar as referidas duas empresas portuguesas valiosas.

As únicas ofertas credíveis vieram da China: duas empresas que pertenciam ao Estado português passaram a pertencer ao Estado chinês.

marcelo-eua-webUma das razões por que Donald Trump foi eleito: Obama destruiu o capitalismo nos Estados Unidos — sendo que “capitalismo” não é a concentração da riqueza (de um país) em meia dúzia de plutocratas; isso é fascismo; ou, como escreveu G. K. Chesterton : “demasiado capitalismo não significa a existência de demasiados capitalistas, mas antes significa a existência de muito poucos capitalistas”.

Na Europa, o capitalismo (propriamente dito) foi destruído pela União Europeia, por duas vias: a primeira, o aumento desmedido das dívidas soberanas nacionais; a segunda, a espoliação dos capitais nacionais, ou seja, o favorecimento da fuga do capital nacional privado, dos diferentes países da União Europeia, para paraísos fiscais, devido ao aumento brutal de impostos.

O investimento (empresarial) dos Estados Unidos em Portugal é muito baixo; talvez o único país da União Europeia que tem recebido investimento americano considerável, é a Irlanda.

E as empresas americanas (em geral) não investem nos países da União Europeia porque, ou estão descapitalizadas (a descapitalização operada pela governança de Obama), ou as grandes empresas que não estão descapitalizadas estão nas mãos de uma dúzia de plutocratas “anti-Trump” que mantêm relações privilegiadas com o Estado chinês (Google, Microsoft, Amazon, Apple, etc.).

É neste contexto de “descapitalização do capitalismo” norte-americano que surge a eleição do “reaccionário” Donald Trump.

O problema é o de que duas das maiores empresas públicas portuguesas já foram vendidas à China. Ou seja, quem não “se chegou à frente” em 2011, não pode agora reivindicar direitos. Se os americanos não quiseram investir em Portugal em tempo de crise, não podem agora reivindicar direitos de preferência.

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