perspectivas

Terça-feira, 24 Março 2020

A estória do #Coronavirus está mal contada

Filed under: A vida custa,China — O. Braga @ 4:32 pm
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Em 2018, a China gabava-se de possuir o maior banco de vírus de toda a Ásia (1.500 estirpes diferentes de vírus!), no Instituto de Virologia da cidade de Wuhan. E ainda dizem que o vírus não é chinês !

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Quarta-feira, 11 Março 2020

É preciso rever urgentemente a relação do Ocidente com a China

Filed under: China — O. Braga @ 8:43 pm

O regime chinês é hermético e estanque. É impossível qualquer tipo de controlo ou simples monitorização eficaz do regime chinês a partir de fora dele.

Em fim de Novembro do ano passado, quando se registaram oficiosamente os primeiros casos do chamado “vírus da China”, os Estados Unidos disponibilizaram-se para ajudar a rastrear e a estudar cientificamente o referido vírus; o regime chinês recusou a oferta americana, e o resultado está à vista.

Para o regime comunista chinês, a morte de uns poucos milhões de cidadãos — por exemplo, com um epidemia viral construída em um qualquer laboratório chinês — pode ser considerada (pelas elites do Partido Comunista chinês) um dano colateral inserido em uma qualquer estratégia política global.

A ideia propalada pelos me®dia, segundo a qual o vírus da China é originário de um mercado de animais vivos da cidade chinesa de Wuhan, não passa de uma narrativa (de uma estória) semelhante a qualquer outra. A verdade é que, na referida cidade, existe o único laboratório biológico de segurança de nível 4 (BSL–4) em toda a China.

A probabilidade de o vírus da China ter tido origem no laboratório da cidade Wuhan é (pelo menos) tão credível como a narrativa jornaleira da probabilidade do mercado de animais.

Eu não tenho dúvidas nenhumas acerca do seguinte: o regime comunista chinês — ao contrário do regime russo, construído sobre uma sociedade de tradição cristã — não tem qualquer pejo em sacrificar milhões dos seus próprios cidadãos para causar um qualquer dano ao Ocidente.

Nós não devemos ver a China com os olhos da tradição cristã ocidental: a mente chinesa funciona de modo diferente da nossa.

Quarta-feira, 10 Maio 2017

A razão por que a China tem um futuro, e a França nem sequer tem passado

 

« Il n’y a pas de culture française. Il y a une culture en France. Elle est diverse. »

Telle est la dernière sortie d’Emmanuel Macron, lors de son meeting dominical, tenu dans la capitale des Gaules. Le personnage étant ce qu’il est, nul doute que cette saillie puisse s’annoncer comme la première d’une longue série. En marche, qu’il est, le Macron…

Pour Macron, la culture française n’existe pas !


« Macau "tem um passado muito especial" e que é preciso "dar a conhecer aos estudantes a história e cultura chinesa, ou seja, o docente, tem que dar a conhecer o patriotismo aos estudantes", considerou.

"Temos de cultivar o amor à pátria, porque o amor à pátria não é só um ‘slogan’, tem de ser implementado", disse. »

"Número três" da China defende reforço da educação patriótica em Macau


A liderança chinesa defende o conceito de “pátria”; o presidente eleito de França renega o conceito de “pátria”.

A França do Macron não tem um futuro civilizado: reserva-se-lhe a barbárie em nome da “diversidade”.

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