perspectivas

Domingo, 18 Fevereiro 2018

A amálgama política portuguesa

Filed under: António Costa,Partido Socialista,PSD,Rui Rio — O. Braga @ 11:44 am

 

Conforme eu tinha previsto aqui, o Partido Social Democrata de Rui Rio não se distingue do Partido Socialista de António Costa.

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Sexta-feira, 12 Janeiro 2018

José Pacheco Pereira e a depuração necessária

Filed under: José Pacheco Pereira,PSD,Rui Rio,Santana Lopes — O. Braga @ 10:14 am

 

As declarações de hoje de José Pacheco Pereira aos me®dia, acerca de Pedro Santana Lopes, são a demonstração de que o Partido Social Democrata necessita urgentemente de uma depuração assim que Santana assumir o Poder. E que Rui Rio seria a perpetuação da influência do esquerdista José Pacheco Pereira no partido.

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Segunda-feira, 8 Janeiro 2018

Santana Lopes é medíocre, Rui Rio é péssimo

Filed under: PSD,Rui Rio,Santana Lopes — O. Braga @ 11:18 am

 

1/ O argumento das “boas contas”, a favor de Rui Rio e contra Santana Lopes, não serve; hoje, quem manda nas contas portuguesas é a União Europeia. Tanto faz estar lá o Rui Rio como o Santana Lopes: o Orçamento de Estado é previamente sancionado pela União Europeia.

2/ Votar em Rui Rio ou em António Costa é a mesma coisa. São ambos adeptos do politicamente correcto. São ambos revolucionários nos costumes e contra a tradição portuguesa.

3/ Santana Lopes é a favor do Acordo Ortográfico; Rui Rio também. Neste aspecto estão empatados.

4/ Rui Rio é de Esquerda; tem o apoio, por exemplo, de José Pacheco Pereira e de Manuela Ferreira Leite. Santana Lopes é liberal: do mal, o menos.

Domingo, 12 Novembro 2017

No PPD/PSD faltam tomates

 

Não me surpreendeu a posição do José Pacheco Pereira em relação o golpe-de-estado de Outubro de 1917 (a que os comunas chamam de “revolução”) patrocinado pelo império alemão, posição essa expressa neste artigo.

O que me surpreende é que no PPD/PSD não haja alguém com tomates para o colocar com dono.

O José Pacheco Pereira sempre foi um perfeito idiota (um produto político de Cavaco Silva que não fez o liceu); e com o avançar da idade vai ficando pior.

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Sábado, 4 Novembro 2017

Rui Rio pertence à Esquerda

 

Ter Rui Rio como primeiro-ministro, ou ter António Costa, é praticamente a mesma coisa.

São ambos de Esquerda. Mais: a eventual eleição de Rui Rio a presidente do Partido Social Democrata cai que nem uma luva nos planos políticos de José Pacheco Pereira, que assim seria “recuperado” politicamente para o PPD/PSD.

Entre o Rui Rio e o Santana Lopes, venha o diabo e escolha; mas é preferível eleger “os violinos de Chopin”.

Segunda-feira, 2 Outubro 2017

Chegou o momento de expulsar o José Pacheco Pereira do Partido Social Democrata

Filed under: José Pacheco Pereira,partido social-democrata,PSD — O. Braga @ 9:56 am

 

José Pacheco Pereira rejubilou publicamente com a derrota do Partido Social Democrata nas eleições autárquicas. É insustentável que um Partido político mantenha, no seu seio militante, uma figura pública que se congratula com a derrota do Partido.

É tempo de o Partido Social Democrata “limpar a casa”; em um primeiro momento irá causar comoção (ou mesmo escândalo) política, mas o Partido beneficiará a médio prazo.

JPP-ZAROLHO

Quinta-feira, 21 Setembro 2017

Eu já baixei os braços. A única solução é o PNR (Partido Nacional Renovador).

 

Eu já baixei os braços — porque a luta ideológica não passa já por factos, por demonstrações lógicas, por verificação de nexos causais, pela ciência.

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left-freakHoje, a dinâmica política é totalitarizante, e temos que escolher entre o Bloco de Esquerda e Partido Comunista, por um lado, e o PNR (Partido Nacional Renovador), por outro lado. Tudo o que está no meio (ou no chamado “centro político”) está minado pelo marxismo cultural.

O terreno político está totalmente minado; por exemplo, ¿quem manda no CDS/PP?

Resposta: Assunção Cristas (que, por exemplo, defende “quotas de género” para as administrações das empresas privadas e públicas) e o Adolfo Mesquita Nunes (um fanchono que defendeu publicamente o "casamento" gay, a adopção de crianças por pares de invertidos e as "barriga de aluguer"). É esta a tipologia da Ordem no CDS/PP: longe vão os tempos de Manuel Monteiro.

Ora, o CDS/PP era suposto ser um partido da Não-Esquerda. O terreno está minado. A diferença ideológica entre o CDS/PP, por um lado, e o Bloco de Esquerda, por outro lado, não é tão grande como os me®dia nos querem fazer crer.

No Partido Social Democrata de Passos Coelho vive-se a “pluralidade”, que é uma forma de dizer que vingam quase sempre as teses ideológicas que estão na moda. Também no Partido Social Democrata o terreno está minado, com Teresa Leal Coelho, Paula Teixeira da Cruz, e merda quejanda. E no Partido Social Democrata impõe-se a espiral do silêncio em quem não concorda com algumas aberrações humanas que por lá pululam.

Eu não tenho dúvidas que chegará o dia em que o Bloco de Esquerda, por exemplo, irá impôr a mudança de sexo aos 12 anos, a despenalização e descriminalização da pedofilia, e a legalização da eutanásia a pedido do freguês. E o Partido Social Democrata e o CDS/PP protestam “para tuga ver”, mas anuem.

Cheguei à conclusão de que a única solução para o problema nacional é o PNR (Partido Nacional Renovador).

Sábado, 2 Setembro 2017

O gado vacum no Partido Social Democrata

Filed under: eutanásia,Paula Teixeira da Cruz,PSD — O. Braga @ 12:23 pm

 

No Partido Comunista é mais gado bravo; no Partido Socialista predomina o gado cabrum; no Bloco de Esquerda vê-se mais gado miúdo (por exemplo, cabritinhas esganiçadas); no CDS/PP é vulgar o gado de lã à espera de ser tosquiado; e o Partido Social Democrata é coutada de gado vacum.

“De um lado, a deputada do PSD e ex-ministra da Justiça Paula Teixeira da Cruz, a defender que a eutanásia é um “direito” da “vida humana”, e do outro, o deputado do PSD e médico, Ricardo Baptista Leite, a defender o “não”, reforçando antes o dever do Estado de assegurar os cuidados paliativos.”

A múmia que defende a eutanásia


O problema do Partido Social Democrata é o gado vacum. Enquanto não se apartarem as vacas, o partido não vai a lado nenhum.

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Terça-feira, 18 Julho 2017

¿ André Ventura mentiu ? Ou a mulher é estúpida!

 

« Em entrevista ao jornal i, André Ventura afirmava que há pessoas que "vivem quase exclusivamente de subsídios do Estado" e que acham "que estão acima das regras do Estado de direito", considerando que tal acontece particularmente com a etnia cigana. »

CDS rompe coligação e deixa cair André Ventura

Das duas, uma: ou o André Ventura não tem razão, ou tem razão. Não há aqui meio-termo. Se o André Ventura tem razão, então segue-se que, em Portugal, dizer a verdade pode ser  uma forma de manifestação xenófoba; e, portanto, para não se ser xenófobo, somos todos obrigados a mentir.

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Vemos, na imagem acima, a total coincidência ideológica entre o Pedro Marques Lopes, que se diz do Partido Social Democrata, e do Bernardino Soares, do Partido Comunista. E agora temos o CDS/PP da Assunção Cristas a alinhar com o Partido Comunista e com o Bloco de Esquerda:

“O CDS-PP decidiu esta terça-feira romper a coligação com os sociais-democratas em Loures, depois da polémica levantada pelas declarações de André Ventura, candidato à Câmara Municipal de Loures, sobre a comunidade cigana.”

ibidem

O CDS/PP de Assunção Cristas é um partido descaracterizado.

Votar no CDS/PP de Assunção Cristas ou no Partido Socialista de António Costa é praticamente a mesma coisa. Por isso mais vale votar no original que é o Partido Socialista — porque o CDS/PP de Assunção Cristas pretende ser uma cópia de papel carbono do Partido Socialista.

Quando o CDS/PP ficar reduzido ao “partido do táxi”, talvez os militantes desse partido caiam na realidade e verifiquem o enorme erro que foi a eleição de Assunção Cristas para a direcção do partido.


Nós todos, portugueses, queremos a comunidade cigana integrada na sociedade.

Não queremos tratar os ciganos portugueses como o Obama e a Esquerda americana trataram os pretos americanos, com um paternalismo que destruiu a comunidade e os seus indivíduos. Depois de 8 anos de Obama, 70% das crianças negras americanas nascem de mães solteiras que são subsidiadas pelo Estado, e a instituição familiar dos negros americanos foi destruída pelo consulado de Obama e pela Esquerda.

A Esquerda portuguesa, que inclui a Assunção Cristas, pretende que a comunidade cigana não mude de atitude perante a vida e perante a sociedade — porque a Esquerda alimenta-se das deficiências e das carências materiais e morais dos povos: quanto mais miserável é o povo do ponto de vista material e moral, mais força tem a Esquerda.

A contradição da Esquerda verifica-se na atitude incongruente e patética da Assunção Cristas — por exemplo, quando se diz “feminista” e defende quotas para mulherio em tudo o que for possível, ao mesmo tempo que vai fazer visitas a mesquitas sabendo que a mulher muçulmana é tratada abaixo de cão.

A única forma de caracterizar Assunção Cristas é a seguinte: a mulher é francamente estúpida.

Terça-feira, 25 Abril 2017

Os liberais portugueses (PSD) deveriam ser proibidos de criticar o José Pacheco Pereira

Filed under: Globalismo,globalização,Insurgente,liberalismo económico,PSD — O. Braga @ 11:05 am

 

Um Insurgente apresentou este gráfico abaixo com este título: “Foi o livre comércio e a globalização que nos permitiu escapar da pobreza, não a política”.

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Em primeiro lugar, parece que Portugal começou a ter o livre comércio depois dos outros países do mundo; dá a impressão de que o Estado Novo era contra o comércio livre — a não ser que “livre comércio” signifique “défice endémico da balança de transacções”, e, assim sendo, não vejo como se escapa à pobreza com esse défice endémico.

Em segundo lugar, vejam que desde o 25 de Abril de 1974 até ao ano 2000, o PIB português relativo subiu apenas 5 pontos percentuais (em 26 anos!), o que dá um crescimento real e relativo da economia de 0,2% por ano!; e se tivermos em consideração a crise económica e financeira de 2011, a economia portuguesa estará hoje nos mesmos níveis relativos de 1974 (sublinho: nível relativo).

Em terceiro lugar, a chamada “globalização” é hoje a mesma coisa que “globalismo”. E “globalismo” é uma ideologia política que colocou Portugal nos mesmos níveis de economia relativa de 1974 — não obstante a muleta da União Europeia e o apoio do BCE [Banco Central Europeu].

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