perspectivas

Quinta-feira, 28 Julho 2022

Ó Moedas (dá cá o troco!): ¿Para quando uma estátua a António de Oliveira Salazar?

O problema do PSD (desde Durão Barroso, e com a ajuda preciosa do José Pacheco Pereira) é este: é condescendente com o radicalismo de Esquerda.

moedas da ca o troco web

Em Lisboa, já existe uma rotunda Hugo Chavez; e agora, o Moedas (Dá Cá o Troco!) apoia a inauguração de uma estátua a Vasco Gonçalves. Não tarda muito, com o Moedas (Dá Cá o Troco!) em Lisboa vamos ter uma Rua José Estaline.

Em contraponto e em compensação, quando o PSD apoiar a construção de uma estátua a António de Oliveira Salazar, talvez (não é certo) eu pondere o voto nesse partido.

Sábado, 14 Maio 2022

Miguel Poiares Maduro: um socialista no PSD

No regime do actual (Estado português), as classes com interesses opostos não são tanto a burguesia (os ricos) e o proletariado (os pobres), mas antes a classe que paga impostos e a classe que vive de impostos.

Miguel Poiares Maduro faz parte da classe que vive dos impostos que outros pagam.

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Ora, é este mesmo Miguel Poiares Maduro (que vive dos impostos dos outros) que vem criticar a regressividade do alegado “imposto” chamado “propina universitária” — quando, de facto, não se trata de um imposto, mas de um mecanismo de selecção que impõe um Numerus Clausus.

No Estado Novo, este Numerus Clausus era garantido por duas vias: 1/ selecção dos alunos ao longo do ensino secundário (ou Escola Técnica, ou Liceu); 2/ selecção dos melhores alunos do Liceu (meritocracia). E as propinas universitárias tinham um valor simbólico!

No Estado socialista do Miguel Poiares Maduro, em que os alunos passam de ano sem saber, o Numerus Clausus é uma propina proibitiva. E depois dizem eles (os socialistas) que os “fassistas” eram os outros!


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Segunda-feira, 31 Janeiro 2022

A Esquerda eleitoral uniu-se em torno do monhé Costa para aumentar a corrupção e o nepotismo em Portugal

“O Poder tende a corromper, e o Poder absoluto corrompe absolutamente” → Lord John Dalberg-Acton

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  • Vem aí uma segunda edição da maioria absoluta de Sócrates — mas, desta vez, com uma estratégia muito mais dissimulada e sofisticada, à imagem do manhoso monhé.
  • Os portugueses vão passar (mesmo!) muito mal nos próximos anos, porque o nepotismo e a corrupção passam agora a ser jurídica- e constitucionalmente sustentados (com o silêncio hipócrita da constitucionalista Isabel Moreira), por um lado, e por outro lado, passamos a ter um presidente da república que é uma pura figura de retórica (sempre foi, mas agora mais ainda): resta, agora, ao Marcelo Rebelo de Sousa ir para casa.
  • O monhé Costa, agora, faz o que quer e lhe dá na real gana — tal como eu escrevi acerca da maioria absoluta de Sócrates: “o povo eleitor e José Sócrates fizeram um acordo: o povo diz cobras e lagartos dele, e ele faz o que quiser.”
    António Costa vai fazer o que quiser.
  • A “bazuca de massa” proveniente da União Europeia vai ser distribuída pelos amigos do monhé. No futuro próximo, iremos ter mais “Rendeiros” e “Salgados”,e maçons quejandos, para disfarçar aqueles que não são apanhados pela Justiça.

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  • A verdadeira responsabilidade do desaparecimento progressivo (e progressista) do CDS cabe a Assunção Cristas — e não ao Chicão, e ao contrário do que dizem (convenientemente) os me®dia (corruptos). O Chicão já não foi a tempo de parar o processo de degenerescência do CDS. Enquanto os militantes do CDS não compreenderem uma coisa tão simples como esta, não haverá qualquer hipótese de ressurgimento do CDS.
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  • Rui Rio é um palhaço, que durante anos alimentou a voracidade de Poder do monhé manhoso. Se Rui Rio continuar, vamos ter uma segunda edição do destino do CDS.
  • O IL (Iniciativa Liberal) teve um voto elitista, restrito às duas grandes cidades; o CHEGA teve um voto popular, distribuído por todo o território nacional. O futuro nós dirá se o IL (Iniciativa Liberal) conseguirá negar e retirar ao povo português a sua (deste) integridade territorial e a sua nacionalidade.
  • Portugal continuará a crescer de uma forma anémica, entre 0,5 e 1% por ano. No final da legislatura do monhé corrupto, o PIB per capita da Bulgária e/ou da Turquia serão maiores do que o português, enquanto os amigos e os correligionários do Costa enchem os respectivos bandulhos à custa da corrupção e nepotismo generalizados.
  • Entretanto, todos os anos o monhé irá oferecer dezenas milhões de Euros às empresas de comunicação social (vulgo me®dia), dinheiro esse que pertence ao povo português.
    É assim que se ganham eleições em Portugal: corrompendo tudo e todos.

Sábado, 25 Setembro 2021

Com todo o respeito pelos cabo-verdianos…

… em Portugal, a língua oficial é o português.

E quem não está contente com a língua portuguesa, ou mesmo alguém que considere que a língua portuguesa é “fassista” e “culunialista”, é respeitosamente convidado a deixar o nosso país. O raio que os parta!

Quanto ao CDS e ao Partido Social-democrata: são partidos de Esquerda. A prova está neste cartaz eleitoral em Cascais.

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Sábado, 4 Setembro 2021

¿O que existe em comum entre o Pacheco e o PAN? São perigosos!

O absurdo tomou conta da nossa realidade política, social e cultural — e a tal ponto que se torna penoso, até, escrever sobre ela, na medida em que devemos ter a preocupação de sintetizar a mensagem escrita, não a tornando complexa em um mundo controlado pelo minimalismo do Twitter e/ou do FaceBook. Ora, não há nada mais absurdo do que sintetizar o absurdo.


O Miguel Sousa Tavares escreve acerca do PAN – Pessoas-Animais-Natureza (ler em PDF); raramente estou de acordo com ele mas, desta vez, assino por baixo.

“Um partido, dito animalista, cujo fanatismo e ignorância podem conduzir à extinção de espécies animais e ao empobrecimento do mundo rural, podem afastar as pessoas da natureza como ela é, tornar as suas vidas mais pobres e mais tristes, é um partido perigoso.”


Ora, é disto que o José Pacheco Pereira não fala; mas desata aos berros por causa de um cartaz de campanha eleitoral da social-democrata Susana Dias (ler em PDF). E a razão é simples: o José Pacheco Pereira tem um arquétipo mental totalitário — o puritanismo pós-modernista, o gnosticismo actualizado.

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Para o Pacheco, não é incomum ou anormal que a Esquerda pretenda proibir tudo e mais alguma coisa; pelo contrário, o espírito puritano do Pacheco acha até normal que se proíba tudo com o que ele não concorde (sem qualquer consulta popular directa; o Pacheco é contra os referendos; o Pacheco é o “Rei-filósofo”, segundo Platão.

O Pacheco, para além de ser um dos mais activos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, assume o papel de “consciência ideológica” do Partido Social-democrata.

“… quando alguém de uma candidatura autárquica da Amadora coloca noutro município um grande cartaz a dizer "No dia 26 de Setembro o sistema vai tremer", este cartaz cujo conteúdo é tipicamente do Chega, mas não é do Chega, faz parte da natural liberdade de expressão que a democracia assegura. O problema é onde ele está: em frente da Assembleia da República. O "sistema" é aquilo que a Assembleia da República personifica, a democracia.”

Para o Pacheco, Democracia = Esquerda. São sinónimos.

jpp-marxTudo o que não seja da Esquerda é anti-democrático. Trata-se do maniqueísmo característico dos puritanos e gnósticos de todos os tempos — o maniqueísmo de que ele acusa a toda a gente que não é de Esquerda.

É surpreendente como aquela besta enganou tanta gente, durante tanto tempo. E não nos esqueçamos que foi o Cavaco Silva (acolitado pelo Pedro Santana Lopes) que o guindou na política.

Para o Pacheco, o “sistema” (que a Susana Dias critica) é a “democracia” que, por sua vez, é a “Esquerda”.

“Sistema” = Democracia = Esquerda.

Por isso, na visão míope do Pacheco, quem se atreve a criticar a Esquerda, está “tomaticamente” a condenar a própria “democracia”.

Há muito tempo que o Pacheco deveria ter sido sumariamente expulso do PPD/PSD — mas a cobardia política dos sucessivos dirigentes deste partido tem tido custos avultados, como podemos ver hoje com os números das intenções de voto.

O Pacheco, enquanto comissário ideológico do Politburo do P.S.D., pretende transformar este partido em uma espécie de “partido suplente do Partido Socialista” — e está a conseguir isso, através de uma estratégia de “agit-prop” repugnante.

Para o Pacheco, a democracia só existe se as diferenças ideológicas entre os vários partidos se resumem às diferenças de prioridades na acção política. Ou seja: “estamos todos de acordo, uns com os outros e em praticamente tudo — excepto no que diz respeito às prioridades na execução das várias políticas (com que todos concordamos)”. Para o Pacheco, é nisto que consiste a “democracia”.

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Segunda-feira, 16 Agosto 2021

A oposição controlada, em Portugal

Filed under: José Pacheco Pereira,partido social-democrata,PSD,Rui Rio — O. Braga @ 7:12 pm

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“A melhor forma de controlar a oposição política é assumirmos a sua liderança” — Vladimir Lenine

Sábado, 14 Agosto 2021

Strange things happened on a Walk About at Figueira da Foz

Filed under: PSD,Rui Rio,Santana Lopes — O. Braga @ 11:30 am

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Domingo, 11 Julho 2021

O Partido Social-democrata tem aqui um problema muito complicado

Filed under: José Pacheco Pereira,Monhé Costa,monhé das cobras,PSD — O. Braga @ 1:19 pm

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Quinta-feira, 10 Junho 2021

Quem não deve, não teme!, ó Pacheco!

Filed under: José Pacheco Pereira,PSD — O. Braga @ 9:21 pm

¿Como foi possível que o Partido Social-democrata recrutasse um radical esquerdista como o José Pacheco Pereira?! Cavaco Silva e Pedro Santana Lopes têm culpas no cartório.

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Se lerem este texto, verificarão que pouca diferença existe entre o Luís Fazenda, ou o Mário Tomé, por um lado, e o José Pacheco Pereira, por outro lado. De facto, estão alinhados pelo mesmo diapasão ideológico; a diferença é que o último é mais dissimulado, e, por isso, muito mais perigoso.

O José Pacheco Pereira acusa, de facto, a Direita (qualquer Direita) de pretender restaurar uma ditadura corporativista em Portugal — exactamente no momento em que assistimos, em Portugal, à paulatina instauração de um Totalitarismo de Veludo por parte da Esquerda. E mais: para o José Pacheco Pereira, qualquer tipo de Direita é sempre “Direita radical” (não existe Direita que não seja “radical”).

Para o Pacheco, quem não condena radicalmente — em bloco e irracionalmente — o Estado Novo, é “fassista”; quem consegue vislumbrar alguma coisa de positivo — por coisa pouca que seja — nos 48 anos de ditadura de Salazar, é de “extrema-direita”.

Quem não deve, não teme!, ó Pacheco! E da maneira que apoia politicamente o Costa Manhoso, ele tem muito a temer.

Quinta-feira, 27 Maio 2021

Os cangalheiros do P.S.D.

Filed under: José Pacheco Pereira,partido social-democrata,PSD,Rui Rio — O. Braga @ 9:27 pm

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Enganaram o povo durante quarenta anos

Quinta-feira, 3 Setembro 2020

O Francisco Sá Carneiro deve estar a dar voltas na tumba

Filed under: José Pacheco Pereira,PSD,Rui Rio — O. Braga @ 5:53 pm

O Rui Rio está a liquidar o Partido Social Democrata.

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Sexta-feira, 24 Julho 2020

PSD: Partido Social D’Esquerda

Filed under: José Pacheco Pereira,PSD,Rui Rio,socialismo — O. Braga @ 1:28 pm

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