perspectivas

Domingo, 14 Novembro 2021

As facções dos bolcheviques e dos mencheviques da política portuguesa

Filed under: André Ventura,CHEGA,José Pacheco Pereira — O. Braga @ 1:38 pm

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Segundo o Pacheco, os partidos políticos portugueses são todos de Esquerda — com excepção do partido CHEGA, que é fassista; mas o CHEGA já está a trabalhar afincadamente para agradar ao Pacheco e à Catarina Martins: afinal, nada melhor, para o André Ventura, do que aspirar pertencer à grande família da Esquerda portuguesa.

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Com jeitinho e alguma paciência, ainda iremos ver o Ferro a tecer loas ao Ventura.

Sábado, 16 Outubro 2021

André Ventura teria obrigação de RECUSAR entrevistas aos Gouchas, Cristinas Ferreiras, e merda quejanda

Filed under: André Ventura — O. Braga @ 1:26 pm
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“O problema é que para o Carlos Cruz ele parece ter sido fofinho, enquanto com o André Ventura o Goucha foi agressivo, mal educado e muito grosseiro! O Goucha, tal como toda essa gente que apresenta esses programas idiotas do “day-time” é só mais uma peça da engrenagem globalista e do marxismo-cultural. Valem todo o mesmo, ou seja valem [zero]!“.

Maria Vieira ataca Goucha: com o Carlos Cruz foi “fofinho”, com o André Ventura foi “mal educado”

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Segunda-feira, 27 Setembro 2021

Temos que saber quem são os censores portugueses no Twitter

Filed under: André Ventura,censura,CHEGA,Esquerda,Twitter — O. Braga @ 9:16 pm

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Há gente que pensa que (no Twitter) quem censura em Portugal “são os americanos”; mas não é verdade!: são portugas, mesmo. Em alguns casos (poucos) podem ser brasileiros; mas na maioria dos casos, a censura no Twitter é operada por portugueses sentados em Lisboa.

O que nós temos que fazer é descobrir a identidade dos censores — não para os processar judicialmente, porque isso seria improcedente, dado trata-se de uma empresa privada; mas antes para lhes aplicar um correctivo radical e, quiçá, uma “solução final”.

Essa gente (portugueses) vai ter que pagar com língua de palmo o mal que está a fazer à sociedade portuguesa.

Reparem bem no seguinte: André Ventura foi censurado pelo Twitter no dia seguinte às eleições autárquicas, e por uma razão simples: se lhe tivessem cancelado a conta no Twitter antes das eleições, haveria a possibilidade de um “efeito de vitimização” por parte de André Ventura, o que lhe daria mais votos.

Assim, foi-lhe cancelada a conta e sem qualquer razão invocada para tal, no dia imediatamente a seguir às eleições. E não me venham dizer que esta estratégia censória é planeada por americanos.

Em resumo: temos que saber quem são os Tugas que praticam a censura de ideias em plena democracia; e depois, limpar-lhes o sebo. Para radical, radical e meio!

Sábado, 3 Julho 2021

A terrível escolha das palavras

Filed under: André Ventura,CHEGA — O. Braga @ 1:14 pm

O André Ventura terá que ter algum cuidado com a escolha das palavras:

"O partido (CHEGA) deve defender não só a identificação das comunidades subsídio-dependentes, onde estão localizadas, qual é a prevalência da subsídio-dependência, qual é o nível de subsídio-dependência, porque na verdade somos todos nós que estamos a pagar isso, como deve ter uma espécie de cadastro ou de identificação étnica ou racial".

André Ventura

Segundo o dicionário, “cadastro” também pode significar “registo policial ou judicial de criminosos ou de penas aplicadas”. Para evitar mal-entendidos que a extrema-esquerda logo aproveita, seria desejável que o André Ventura evitasse a utilização da palavra “cadastro”, neste contexto.

Por outro lado, o André Ventura comete um erro: a subsídio-dependência é um problema cultural, e não necessariamente um problema racial. Existe subsídio-dependência em comunidades de brancos (por exemplo, nos bairros sociais da cidade do Porto).

O problema da subsídio-dependência não é propriamente um problema “étnico-racial”, mas é sobretudo um problema cultural — ou é característica de micro-culturas de pequenas comunidades.

A partir do momento em que o Estado substitui a capacidade de iniciativa e de auto-organização da sociedade civil, surge a subsídio-dependência. É um problema cultural.

Quinta-feira, 27 Maio 2021

A definição de “politicamente correcto”

Filed under: André Ventura,CHEGA,politicamente correcto — O. Braga @ 10:33 am

"Os Coxi estiveram a trabalhar por todos nós – pelo nosso direito a um espaço público um pouco mais salubre, menos infectado pelo racismo e pelo oportunismo de vigaristas políticos. Graças a esta família, o nosso ambiente fica um pouco mais saudável e a nossa política menos indigna."

→ frase do comunista Rui Tavares (respigada aqui)



Definição de “politicamente correcto”

O politicamente correcto é uma doutrina promovida por uma minoria ilógica e desfasada da realidade, radicalmente propagandeada pelos me®dia sem escrúpulos, que defende o princípio segundo o qual é perfeitamente possível agarrar um cagalhão pela sua parte mais limpa.

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É esta a merda de “Direita” que temos

Filed under: André Ventura,CHEGA,direitinha educadinha,direitinha paneleira — O. Braga @ 9:59 am

No momento em que o ministro socialista Pedro Nuno Santos hostiliza o investimento estrangeiro em Portugal, Pedro Santana Lopes diz que “Sá Carneiro nunca aceitaria ser invocado pelo Chega”, José Miguel Júdice diz que “Ventura não devia ter sido convidado para a Convenção do Movimento Europa e Liberdade”, e Paulo Portas lamenta democracia transformada em “gritaria” com o advento do CHEGA.

É esta a merda de Direita que temos.

Pedro Santana Lopes é, de longe, o mais burrinho de entre os três “direitinhas” supracitados; o burro consegue saber os sentimentos mais íntimos de alguém que morreu há mais de 40 anos!

Os outros dois “direitinhas” são daqueles “serenos”: perante os berros da Esquerda radical, mantém-se calminhos… porque lhes convém: enquanto “rolar o marfim” (“uma mão lava a outra”, diz o povo), qualquer tipo de reacção veemente contra a Esquerda, é contraproducente.

Além disso, a agenda cultural da Esquerda mais radical vai ao encontro dos desideratos de Paulo Portas: ele é “anti-Bloquista”, mas nem tanto… e só quando lhe convém. Ólarilas!

Segunda-feira, 24 Maio 2021

A juíza Francisca Martins Preto terá que ser (necessariamente) afastada da magistratura

Filed under: André Ventura,CHEGA,Justiça,Marcelo Rebelo de Sousa — O. Braga @ 9:30 pm

Temos aqui uma descrição do que se passou em Janeiro de 2019 no bairro da Jamaica, em que um grupo de imigrantes agrediu a polícia.

politicamente correcto gráfico webPortanto, quando alguém (neste caso, André Ventura) chama de “bandidos” a um grupo de pessoas que agride a polícia, ele está a dizer a verdade. São bandidos.

Por isso, não se compreende por que razão a verdade é punida pela juíza Francisca Martins Preto — a não ser que haja alguma conotação sentimental entre o seu (dela) sobrenome e a cor da pele dos agressores.

A politização da Justiça chegou a um grau insuportável, e agentes como a juíza Francisca Martins Preto terão que ser responsabilizados por instrumentalização da Justiça para fins políticos.

  • Não há nada, na lei, que me impeça de chamar “ladrão” a um ladrão objectivamente comprovado.

  • Não há nada, na lei, que me impeça de chamar “bandido” a quem é julgado em tribunal por agredir um polícia.

Dizer a verdade não é ilegal — a não ser que acreditemos (como parece ser o caso da dita juíza e do Marcelo) ser possível agarrar num cagalhão pela sua parte mais limpa.

O que é importante é que activistas políticos, da índole de Francisca Martins Preto, sejam rápida- e sumariamente afastadas da Justiça (tal como o juízo dela foi rápido e sumário).

Terça-feira, 11 Maio 2021

A juíza francisca e a justiça marcelista

Filed under: André Ventura,CHEGA,Justiça,Marcelo Rebelo de Sousa — O. Braga @ 5:38 pm

Em Portugal, se eu chamar publicamente (nos me®dia) de “ladrão” a um ladrão comprovado, há sempre uma juíza francisca qualquer que me irá condenar por crime de calúnia.

Ou seja: em Portugal, dizer a verdade sobre outrem é crime punível por lei.

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Domingo, 9 Maio 2021

Em França, 1 nova mesquita é construída a cada 15 dias

Em França, 1 nova mesquita é construída a cada 15 dias; e uma igreja ou capela cristã é destruída nesse mesmo período de tempo.

Entretanto, a socialista Ana Catarina Martins escandalizou-se, no paralamento, quando André Ventura defendeu a ideia segundo a qual a imigração islâmica para Portugal deve ser evitada a todo o custo.

São estas as “socialistas feministas”.

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Sábado, 23 Janeiro 2021

Um idiota chapado

Filed under: André Ventura,CDS,CDS/PP,Marcelo Rebelo de Sousa — O. Braga @ 6:34 pm

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Para este idiota chapado, Marcelo Rebelo de Sousa é um “candidato da Direita”. O tipo é mesmo burro; ou pretende fazer de nós, burros.

Sendo eu monárquico, normalmente não voto em eleições presidenciais; mas desta vez irei votar em André Ventura.

Sexta-feira, 22 Janeiro 2021

O jornalixo da TVI a “acicatar o ódio” contra André Ventura

Filed under: André Ventura,CHEGA,comunicação social,me®dia,merdia,TVI — O. Braga @ 6:30 pm

Segunda-feira, 11 Janeiro 2021

Assunção Cristas diz que pertence a uma “direita diferente” — graças a Deus !

Filed under: André Ventura,Assunção Cristas,CDS/PP,CHEGA — O. Braga @ 2:06 pm

Assunção Cristas defende (no texto à direita; clique na imagem para ampliar) uma Direita com pena máxima de 25 anos (por exemplo) para assassinos em série. Neste aspecto (como em muitos outros), a direita da Assunção Cristas é de Esquerda. É a chamada “direitinha educadinha”, domesticada pela Esquerda (e pela maçonaria irregular).

asscris-direitas diferentesAdemais, a Assunção Cristas mente: André Ventura nunca defendeu pessoalmente a pena-de-morte.

Escreve, a referida criatura, que a Igreja Católica não defende a prisão perpétua — o que é falso: não há nada, no Direito Canónico, que interdite a prisão perpétua; e, até há pouco tempo, o catecismo da Igreja Católica admitia a pena-de-morte em circunstâncias especiais.

Não fica bem, à senhora Assunção Cristas, meter no mesmo saco ético, a pena-de-morte, por um lado, e a prisão perpétua, por outro lado. O método argumentativo tortuoso e insidioso da criatura faz lembrar o do Adolfo Mesquita Nunes (Les bons esprits se rencontrent…).

Outro argumento dela : “o assassino em série pode-se arrepender”. Questiono-me como esta senhora pode ser licenciada em Direito, porque o conceito de “revisão de pena” parece não fazer parte do seu (dela) universo ideológico.

Quando a pobre criatura compara a vida de um assassino em série, por um lado, e a vida de S. Paulo, por outro lado — podemos verificar a confrangedora indigência da sua (dela) argumentação.

Assunção Cristas apoia Marcelo Rebelo de Sousa; e este apoia António Costa. ¿Será preciso dizer mais alguma coisa?!

Assunção Cristas é a principal responsável pelo descalabro eleitoral do CDS/PP. Ela destruiu o partido. Mas, ainda assim, a pobre criatura continua a apregoar publicamente as suas virtudes de Esquerda, em nome de uma putativa e alegada “direita diferente”.


Nota: acerca da “invasão do capitólio” nos Estados Unidos — que a criatura invoca patética- e subliminarmente como sendo da responsabilidade do André Ventura — no final da sua (dela) escrevinhação, vejam (aqui em baixo) um conjunto de parangonas dos me®dia acerca dos distúrbios continuados e violência (de Maio a Setembro) por parte dos grupos radicais de esquerda Black Lives Matter e Antifa.

Jamais veremos que Assunção Cristas tecer qualquer crítica pública à violência esquerdista — quem se mete com a Esquerda, leva!: Ó Assunção, olha que a Isabel Moreira anda vigilante! Não saias da linha!

E caso para dizer: bardamerda!, Assunção!

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