perspectivas

Quarta-feira, 13 Abril 2022

Carlos Guimarães Pinto: entrada de leão, saída de sendeiro

Filed under: André Ventura,CHEGA — O. Braga @ 8:39 pm
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Sábado, 9 Abril 2022

O cínico Santos Silva pretende subjectivizar as normas que regem o parlamento

Filed under: André Ventura,CHEGA,Esquerda,Esta gente vota — O. Braga @ 8:24 pm
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«De acordo com o Regimento da Assembleia da República, qualquer orador pode ser “advertido” pelo Presidente da Assembleia quando apresenta um discurso “injurioso ou ofensivo” ou que se desvia do assunto em discussão.

“O orador é advertido pelo Presidente da Assembleia da República quando se desvie do assunto em discussão ou quando o discurso se torne injurioso ou ofensivo, podendo retirar-lhe a palavra”, diz o ponto número 3 do artigo 89 – Modo de usar a palavra.»

(EM QUE SITUAÇÕES PODE O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA INTERROMPER UM DISCURSO?)

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Quando as normas se tornam de execução subjectivista (como pretende a Esquerda), estamos perante uma ditadura. Razão tem o deputado Mithá Ribeiro quando diz que vivemos sob uma ditadura de Esquerda (a que eu chamo de Totalitarismo de Veludo).

Uma norma é o critério (ou princípio) que rege a conduta — ou ao qual nos referimos para fazer um juízo-de-valor. A norma é facilmente associável às noções de “lei” ou de “regra”, porque estes conceitos — que em democracia são fixados por uma instituição, e não por um indivíduo todo-poderoso, como se auto-considera o cínico Santos Silva — levam à prescrição dos comportamentos ou dos estados aos quais está ligado um valor especial.

A norma define o que é normal — porque a norma é instituída em relação a uma medida que estabelece os possíveis desvios, e cuja amplitude se afasta (mais ou menos) da norma.

Ora, acontece, em Portugal, que aquilo que é normal pode, amiúde, ter um critério para a Esquerda, e ter outro critério, bem diferente, definido para a Direita — dependendo apenas da pura subjectividade dos agentes esquerdistas que invariavelmente detêm o Poder.

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Ora, uma norma subjectiva não é propriamente uma “norma”: em vez disso, é um instrumento político totalitarizante, ou de construção de uma ditadura.

Ser “normativo” é privilegiar (ou mesmo tentar impôr) “valores” — que não podem ser confundidos, como faz o cínico Santos Silva, com “facto”, com “medida”, ou com “ideal” (v. Georges Canguilhem, in “O Normal e o Patológico”).

Quando o “valor” da protecção das minorias (que é o que está em causa agora, com a comunidade cigana e com a interrupção do discurso de André Ventura), invocado pelo cínico Santos Silva, obnubila ou reprime a nomeação e/ou identificação pública dos danos que essa minoria (ou comunidade étnica) evidente- e manifestamente causa à sociedade —, então deixamos de estar perante a aplicação de uma norma propriamente dita, mas antes estamos perante uma pura manifestação ideológica (v. ideologia).

O cínico Santos Silva pretende transformar as normas (que são objectivas, por definição, porque são baseadas em valores) que regem a assembleia da república, em critérios ideológicos subjectivos.

Sexta-feira, 8 Abril 2022

O cínico Santos Silva Tenta Calar VENTURA

Filed under: André Ventura,CHEGA — O. Braga @ 8:12 pm

Domingo, 3 Abril 2022

A “bofetada” que André Ventura deu a Augusto Santos Silva na AR

Filed under: André Ventura,CHEGA — O. Braga @ 3:48 pm

Quarta-feira, 23 Março 2022

André Ventura contrata Cristina Rodrigues, e o Ferro "Estou-me Cagando" Rodrigues a rir

Filed under: André Ventura,CHEGA,PAN — O. Braga @ 4:36 pm

A ex-deputada do PAN – Pessoas-Animais-Natureza, Cristina Rodrigues, ¿agora trabalha para o CHEGA?!

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Por este andar, iremos ver o José Manuel Pureza a conselheiro político do André Ventura!

Ainda veremos o André Ventura a meter os toureiros, todos amarrados uns aos outros, no Campo Pequeno!

E não vale o estafado argumento segundo o qual “trata-se de apoio meramente profissional”.

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Segundo o jornalista britânico John O’Sullivan, há uma lei segundo a qual uma qualquer organização ou instituição, que não se defina claramente como sendo de Direita nos seus princípios éticos e na sua acção política, com a passagem do tempo acaba sempre e invariavelmente por cair na Esquerda.

Trata-se da Lei de O’Sullivan.

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Parece-me que o André Ventura anda à procura de um pretexto qualquer para substituir Rui Rio no assalto ao “centro político” esquerdista — talvez por isso é que o André Ventura anda obcecado com o Monhé das Cobras. E quem se está a rir, com isto tudo, é o Ferro "Estou-me Cagando" Rodrigues.

Quarta-feira, 2 Fevereiro 2022

O Polígrafo alardeia “verdades” manhosas, seguindo o exemplo do seu guru, o monhé manhoso

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O Polígrafo invoca uma sondagem, de meados de Janeiro de 2022, para dizer que o partido espanhol VOX só tem 14,7% das intenções de voto em Espanha — e que, portanto, André Ventura mente.

O Polígrafo “esquece-se”, ou faz de conta que não sabe, que as intenções de voto não se cristalizam no tempo — as sondagens são dinâmicas e praticamente diárias.

Uma sondagem de 28 de Janeiro de 2022 dava o VOX com 17%, e o Podemos com 11%.

Portanto, se o André Ventura exagera (ou seja, mente) quando fala em 20% para o VOX, o Polígrafo também mente mas de uma forma manhosa, à moda do monhé manhoso.

Eu penso que o Polígrafo mente

Filed under: André Ventura,CHEGA,economia política,imposto é roubo — O. Braga @ 9:55 am
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Eu lembro-me de receber comissões adicionais ao fim do ano (o chamado “prémio anual de produtividade”) de cerca de 5.000 Euros, e de pagar, de IRS, cerca de 40% sobre esse valor ao Estado. O valor do imposto vinha mesmo discriminado na folha de salário.

Outro exemplo: um proprietário de um imóvel (por exemplo, um apartamento) pode pagar cerca de 30% de IRS sobre o valor das rendas que aufere (contrato de arrendamento). Por isso é que anda tanta gente a fugir aos contratos registados nas Finanças. Ora, um proprietário de um apartamento não é necessariamente rico.

O problema do Polígrafo — e da Esquerda, em geral — é que considera que quem ganha mais do que 1.500 Euros mensais já é rico (com excepção dos funcionários do Estado, que são sempre considerados “pobres”, mesmo que tenham rendimentos milionários); mas acontece que os impostos directos (neste caso, o IRS) pagos pelos funcionários do Estado são simples “transferência de caixa”: o dinheiro sai de um bolso do Estado, e entra noutro bolso do Estado; não é dinheiro fresco, como é o dinheiro do IRS pago pelos trabalhadores do sector privado da economia.

Eu não sou economista, e gostaria de ter uma opinião especializada sobre esta mentira do Polígrafo.

Domingo, 14 Novembro 2021

As facções dos bolcheviques e dos mencheviques da política portuguesa

Filed under: André Ventura,CHEGA,José Pacheco Pereira — O. Braga @ 1:38 pm

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Segundo o Pacheco, os partidos políticos portugueses são todos de Esquerda — com excepção do partido CHEGA, que é fassista; mas o CHEGA já está a trabalhar afincadamente para agradar ao Pacheco e à Catarina Martins: afinal, nada melhor, para o André Ventura, do que aspirar pertencer à grande família da Esquerda portuguesa.

Chega aquecimentista web

Com jeitinho e alguma paciência, ainda iremos ver o Ferro a tecer loas ao Ventura.

Sábado, 16 Outubro 2021

André Ventura teria obrigação de RECUSAR entrevistas aos Gouchas, Cristinas Ferreiras, e merda quejanda

Filed under: André Ventura — O. Braga @ 1:26 pm
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“O problema é que para o Carlos Cruz ele parece ter sido fofinho, enquanto com o André Ventura o Goucha foi agressivo, mal educado e muito grosseiro! O Goucha, tal como toda essa gente que apresenta esses programas idiotas do “day-time” é só mais uma peça da engrenagem globalista e do marxismo-cultural. Valem todo o mesmo, ou seja valem [zero]!“.

Maria Vieira ataca Goucha: com o Carlos Cruz foi “fofinho”, com o André Ventura foi “mal educado”

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Segunda-feira, 27 Setembro 2021

Temos que saber quem são os censores portugueses no Twitter

Filed under: André Ventura,censura,CHEGA,Esquerda,Twitter — O. Braga @ 9:16 pm

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Há gente que pensa que (no Twitter) quem censura em Portugal “são os americanos”; mas não é verdade!: são portugas, mesmo. Em alguns casos (poucos) podem ser brasileiros; mas na maioria dos casos, a censura no Twitter é operada por portugueses sentados em Lisboa.

O que nós temos que fazer é descobrir a identidade dos censores — não para os processar judicialmente, porque isso seria improcedente, dado trata-se de uma empresa privada; mas antes para lhes aplicar um correctivo radical e, quiçá, uma “solução final”.

Essa gente (portugueses) vai ter que pagar com língua de palmo o mal que está a fazer à sociedade portuguesa.

Reparem bem no seguinte: André Ventura foi censurado pelo Twitter no dia seguinte às eleições autárquicas, e por uma razão simples: se lhe tivessem cancelado a conta no Twitter antes das eleições, haveria a possibilidade de um “efeito de vitimização” por parte de André Ventura, o que lhe daria mais votos.

Assim, foi-lhe cancelada a conta e sem qualquer razão invocada para tal, no dia imediatamente a seguir às eleições. E não me venham dizer que esta estratégia censória é planeada por americanos.

Em resumo: temos que saber quem são os Tugas que praticam a censura de ideias em plena democracia; e depois, limpar-lhes o sebo. Para radical, radical e meio!

Sábado, 3 Julho 2021

A terrível escolha das palavras

Filed under: André Ventura,CHEGA — O. Braga @ 1:14 pm

O André Ventura terá que ter algum cuidado com a escolha das palavras:

"O partido (CHEGA) deve defender não só a identificação das comunidades subsídio-dependentes, onde estão localizadas, qual é a prevalência da subsídio-dependência, qual é o nível de subsídio-dependência, porque na verdade somos todos nós que estamos a pagar isso, como deve ter uma espécie de cadastro ou de identificação étnica ou racial".

André Ventura

Segundo o dicionário, “cadastro” também pode significar “registo policial ou judicial de criminosos ou de penas aplicadas”. Para evitar mal-entendidos que a extrema-esquerda logo aproveita, seria desejável que o André Ventura evitasse a utilização da palavra “cadastro”, neste contexto.

Por outro lado, o André Ventura comete um erro: a subsídio-dependência é um problema cultural, e não necessariamente um problema racial. Existe subsídio-dependência em comunidades de brancos (por exemplo, nos bairros sociais da cidade do Porto).

O problema da subsídio-dependência não é propriamente um problema “étnico-racial”, mas é sobretudo um problema cultural — ou é característica de micro-culturas de pequenas comunidades.

A partir do momento em que o Estado substitui a capacidade de iniciativa e de auto-organização da sociedade civil, surge a subsídio-dependência. É um problema cultural.

Quinta-feira, 27 Maio 2021

A definição de “politicamente correcto”

Filed under: André Ventura,CHEGA,politicamente correcto — O. Braga @ 10:33 am

"Os Coxi estiveram a trabalhar por todos nós – pelo nosso direito a um espaço público um pouco mais salubre, menos infectado pelo racismo e pelo oportunismo de vigaristas políticos. Graças a esta família, o nosso ambiente fica um pouco mais saudável e a nossa política menos indigna."

→ frase do comunista Rui Tavares (respigada aqui)



Definição de “politicamente correcto”

O politicamente correcto é uma doutrina promovida por uma minoria ilógica e desfasada da realidade, radicalmente propagandeada pelos me®dia sem escrúpulos, que defende o princípio segundo o qual é perfeitamente possível agarrar um cagalhão pela sua parte mais limpa.

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