perspectivas

Quinta-feira, 6 Setembro 2018

Os palhaços do Rerum Natura, “donos da ciência”, voltam à carga !

 

A teoria do Aquecimento Global Antropogénico é, como está explícito, uma teoria.

Em epistemologia, uma teoria deriva, por indução, de dados experimentais; mas isto não significa que não existam outros dados experimentais que contradigam e coloquem em causa a referida teoria…!

Segundo Karl Popper, não é possível compreender totalmente uma teoria formulada, porque é impossível conhecer todas as suas conclusões lógicas — ou seja, é impossível excluir o surgimento de contradições internas dentro de uma teoria. A verdade científica não pode ser provada com certeza nem através da experiência e nem através da intuição intelectual, porque na ciência não existe nenhum indicador infalível para a verdade.

Mas para os idiotas e palhaços do Rerum Natura, em ciência existem indicadores infalíveis para a verdade. Ou seja, a palhaçada no Rerum Natura funciona à base de dogmas. E quem não segue um determinado dogma politicamente correcto, é “negacionista”.

Quando uma das principais luminárias da Universidade de Coimbra é o Carlos Fiolhais, não admira que a referida universidade tenha deixado a lista das melhores 500 universidades do mundo. E, a continuar assim, mais vale fechar a tasca.


O palhaço David Marçal fala em “consenso” científico em torno da ideia da “origem humana” das “alterações climáticas”. E é baseado nesse tal “consenso” que o palhaço pretende proibir — porque a ideia é essa: proibir! Se ele pudesse, proibia !— a realização de uma conferência no Porto que sugere outros caminhos e outras metodologias para a análise do problema climático.

O Carlos Fiolhais e o David Marçal pretendem impôr um discurso ex-cátedra; ou seja, pretendem impôr uma autoridade de direito  em nome da “ciência” — e, desde logo, o David Marçal incorre na falácia Ad Verecundiam: ele não é cientificamente qualificado para impôr paradigmas na matéria em discussão. A opinião dele não passa disso mesmo: opinião.

Um eventual “consenso científico”, a existir, não é garantia de verdade científica, e muito menos de certeza. Os palhaços do Rerum Natura são intelectualmente desonestos.

Dou um exemplo.

Lorentz elaborou uma teoria segundo a qual todos os corpos na Terra se submetem a uma contracção momentânea na direcção do movimento de rotação da Terra através do “éter circundante” (a teoria da contracção, de Lorentz). Ficou assim “explicado” o resultado da experiência Michelson-Morley, que mostrou que a velocidade a que a luz se desloca é a mesma em todas as direcções na superfície terrestre: esta experiência era inconsistente com a teoria do éter, segundo a qual a velocidade a que a luz se desloca deveria ser mais baixa na direcção do movimento da Terra através do éter, do que numa direcção perpendicular a este movimento.

A teoria da contracção de Lorentz estabeleceu a concordância entre a teoria e a experimentação; e, naquela época, também existiu um “consenso científico” que validou a teoria de Lorentz. Mas a teoria de Lorentz estava errada!.

Invocar o “consenso científico” para calar opiniões divergentes, ou mesmo impedir métodos diferenciados de investigação, só pode vir de palhaços que se consideram os “donos da ciência”.

Palhaços!

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Terça-feira, 4 Setembro 2018

O palhaço David Marçal e a pseudo-ciência do Aquecimento Global Antropogénico

 

O blogue Rerum Natura tem dois palhaços residentes: o Carlos Fiolhais e o David Marçal. Ambos falam de “ciência” com autoridade de direito; e quem se atreve a contradizê-los pratica “pseudo-ciência”.
O David Marçal faz a distinção entre “negacionismo” (do Aquecimento Global Antropogénico), por um lado, e “cepticismo”, por outro lado — como se um céptico não fosse um “negacionista” por sua própria natureza…!
Ora, o cepticismo em relação a uma teoria é sempre uma forma de negacionismo; o céptico nega sempre, e muitas vezes até face a inferências consideradas válidas.

Mas os palhaços do Rerum Natura já não falam em “Aquecimento Global Antropogénico”: a palhaçada mudou, e agora falam de “mudanças climáticas” (como se o clima nunca tivesse mudado!, ao longo de milhares de milhões de anos…). Cambada de idiotas! E dizem eles que “fazem ciência”!

A principal estratégia do David Marçal é a utilização recorrente do ad Hominem: por exemplo, para demonstrar que Fulano não tem razão e pratica pseudo-ciência, o Marçal diz (por exemplo) que Fulano é supersticioso porque vai à missa de Domingo. Fica assim “provado” que Fulano não tem razão com a sua teoria e que adopta a pseudo-ciência.

Os palhaços do Rerum Natura fazem lembrar os inquisidores da Idade Média; quem não concorda com o politicamente correcto globalista (sob a batuta política de George Soros e outros muitos plutocratas globalistas) é imediatamente apodado de “herege”; quem tem uma teoria diferente é condenado à fogueira da censura me®diática. Essa gente mete nojo aos cães…!

Domingo, 3 Junho 2018

Margaret Thatcher e o Aquecimento Global

Filed under: Aquecimentismo,aquecimento global antropogénico — O. Braga @ 8:34 pm

 

Margaret Thatcher globalismo-web

Terça-feira, 30 Janeiro 2018

O comuna Carlos Fiolhais e o dogma apocalíptico do Aquecimento Global Antropogénico

 

O Carlos Fiolhais é do tipo de comuna mais perigoso: daqueles que dizem que não são comunas, mas que têm uma ideologia e uma práxis comunas.

nasa-webUm tal Tiago Ramalho escreveu no jornal Púbico um artigo com o título “A relação difícil de Trump com a ciência” que mereceu o apoio total do comuna Carlos Fiolhais. Para o jornaleiro do Púbico (e também para Carlos Fiolhais ), Donald Trump tem “uma relação difícil com a ciência” porque não engole o dogma comuna do Aquecimento Global Antropogénico — e é um dogma porque a teoria do Aquecimento Global não é falsificável.

O pensamento do Carlos Fiolhais acerca das causas ou efeitos do CO2 na atmosfera é dogmático. Aliás, ele parte de um falso pressuposto: o de que o CO2 é a causa de um possível Aquecimento Global, quando na realidade o CO2 é um efeito de um possível e temporário Aquecimento Global devido à actividade do Sol. Senão, vejamos um vídeo (em baixo) em que a NASA desmistifica o tese do Aquecimento Global Antropogénico.

O jornaleiro do Púbico, com o apoio do comuna Carlos Fiolhais , fala mesmo em “apocalipse”:

« As “horas” estão a contar no Relógio do Apocalipse, acertado na última quinta-feira em relação ao ano de 2017. O painel de cientistas que girou os “ponteiros” deste relógio metafórico colocou-nos mais perto da meia-noite, como no tempo da Guerra Fria e da corrida ao armamento nuclear. »

Caros leitores: isto não é ciência!, é ideologia política! O Carlos Fiolhais que vá para a pata que o pôs, mais a Escatologia Aquecimentista que substitui agora o “Fim da História” marxista.

 

Quinta-feira, 25 Janeiro 2018

A impiedade do Carlos Fiolhais

 

Animals are FROZEN SOLID as temperatures drop to MINUS 56C in Kazakhstan

O Carlos Fiolhais diz que é amigo da Natureza, mas em vez de pedir aos deuses da ciência que mandem vir um pouco de Aquecimento Global, deixa que os animais morram congelados.

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Domingo, 21 Janeiro 2018

Temos que pedir ao Carlos Fiolhais para ter pena da Suíça e enviar para lá o calor do Aquecimento Global

 

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Alpes suíços, 21 de Janeiro de 2018

Segunda-feira, 15 Janeiro 2018

Vamos pedir ao Carlos Fiolhais para mandar vir um pouco de Aquecimento Global

 

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Terça-feira, 9 Janeiro 2018

O Carlos Fiolhais já não tem vergonha

 

O Carlos Fiolhais concorda com o NYT na opinião segundo a qual “Donald Trump desdenha a ciência” porque este não se submeteu à agenda política globalista do Aquecimento Global Antropogénico.

aquecimento-global-web

Repare bem, caro leitor: a teoria do Aquecimento Global Antropogénico não é falsificável (seja qual for o fenómeno climático, tudo é atribuído ou ao Aquecimento Global Antropogénico ou às chamadas mudanças climáticas) ; e por isso não pode fazer parte da ciência. E o Carlos Fiolhais tinha a obrigação de saber isto, mas faz de conta que não sabe porque já perdeu a vergonha.

um-caralho-web

Quinta-feira, 16 Novembro 2017

Quem não concorda com a metafísica do Carlos Fiolhais, é ignorante

 

“Donald Trump não será um ditador, embora tenha tiques ditatoriais. É simplesmente um ignorante que desvaloriza o conhecimento científico para impor a sua agenda unilateral e egoísta”.

Rerum Natura : “a ciência e os seus inimigos”


É muito difícil aturar gente como o Carlos Fiolhais — desde logo porque assumem uma condição de superioridade moral e exibem o monopólio da virtude. Naturalmente ao Carlos Fiolhais diz que o Donald Trump é “ignorante” porque este duvida da teoria  do Aquecimento Global Antropogénico (sublinho: é uma teoria, porra!).

Quem não acredita na fé do Aquecimento Global Antropogénico é um relapso que tem que ser castigado.

É óbvio que o Carlos Fiolhais é como uma melancia: vermelho por dentro e verde por fora. Os novos malthusianos são comunistas disfarçados de humanistas. O Carlos Fiolhais faz parte daquela “ciência” que pretende 1/ reduzir a taxa de natalidade das mulheres; 2/ elaborar um modelo de população humana “cientificamente defensável” tendo em vista a redução da natalidade humana.

O Carlos Fiolhais é uma contradição com pernas: diz ele que, “em ciência, tem razão quem tem provas” (falta saber o que é uma “prova”); mas quando alguém lhe diz que “não há provas de que exista um Aquecimento Global Antropogénico”, o Carlos Fiolhais chama-o de “ignorante”, fazendo uso de uma putativa autoridade de direito que lhe permite escrever livros autoritaristas acerca da ciência.

Para o Carlos Fiolhais, “a ciência precisa da liberdade de pensamento” — excepto aquela liberdade do pensamento em relação ao qual ele não concorda. Tudo o que vá contra a fé cientificista do Carlos Fiolhais é “ignorância”.

Sexta-feira, 2 Junho 2017

Os jornaleiros do Público passam a vida a mentir

 

Há uma jornaleira de merda do jornal Púbico que dá pelo nome de Andrea Cunha Freitas que, como a esmagadora maioria dos jornaleiros portugueses, é mentirosa quando escreve:

Enquanto se discute sobre quem fica fora e dentro do Acordo de Paris, o mundo aquece, o Árctico derrete e a Antárctida fica um bocadinho mais verde. Não são projecções ou especulações, são constatações que estão em relatórios de cientistas que continuam a medir os efeitos das alterações climáticas no planeta Terra”.

accumulatedmapOu seja, parece que a NASA anda a mentir, e quem tem razão é o Carlos Fiolhais e os coimbrinhas todos juntos.

Segundo dados oficiais da NASAé de notar que a NASA, quando comparada com o coimbrinha Carlos Fiolhais, é uma merda “the vast majority area of Greenland has seen surface snow and ice gain over the past 9 months. Moreover, Arctic temperatures for now are below normal.”

A teoria malthusiana do Aquecimento Global Antropogénico é uma estratégia política que pretende justificar a necessidade do globalismo plutocrata (sinificação do planeta) e da abolição de fronteiras e dos Estados soberanos.

Um estudo da NASA de 2015 — NASA que é uma merda quando comparado com o Carlos Fiolhais e portugas quejandos, que são mais intelijumentos que a NASA toda — revelou que a massa de gelo na Antárctida está a aumentar:

“A new NASA study says that an increase in Antarctic snow accumulation that began 10,000 years ago is currently adding enough ice to the continent to outweigh the increased losses from its thinning glaciers.

The research challenges the conclusions of other studies, including the Intergovernmental Panel on Climate Change’s (IPCC) 2013 report, which says that Antarctica is overall losing land ice”.

NASA Study: Mass Gains of Antarctic Ice Sheet Greater than Losses

Portanto, ó Andrea Cunha Freitas, em vez de fazeres perder tempo às pessoas, vai apanhar onde apanham as galinhas!


É claro que o clima muda; sempre mudou. Desde que existe uma proto-atmosfera no planeta Terra, o clima mudou sempre. Mas a ideia — por exemplo — do politicamente correcto segundo a qual “os incêndios em Portugal se devem ao Aquecimento Global Antropogénico” só pode vir de gente que, ou é atrasada mental, ou é de uma perversidade infinita. A Andrea é atrasada mental.

Ou seja, a alteração do micro-clima em uma determinada região do globo terrestre não significa necessariamente que exista um Aquecimento Global Antropogénico.

Em 1570, na Holanda, aconteceu uma inundação marítima monstruosa no dia de Todos os Santos (1 de Novembro) com ventos fortes que mataram mais de 20 mil pessoas. Imagine agora, caro leitor, as vidas que se teriam poupado em 1570 se existissem naquele tempo o Acordo de Paris e “taxas de carbono”. ¿Já imaginou? Puta-que-os-pariu!

Comentário pertinente sobre a posição da Ana Lourenço na RTP3 sobre a saída dos Estados Unidos de Donald Trump do Acordo de Paris.

 

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