perspectivas

Segunda-feira, 12 Agosto 2019

Angela Merkel vai provar do seu próprio veneno

¿Quem não se lembra dos sorrisos amarelos de Passos Coelho, na presença da Troika?

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Foi esta subserviência formal em relação à Troika que me levou à crítica sistemática de Passos Coelho. O meu “problema” com o Passos Coelho não foi o de ele ter obedecido às ordens da Troika: em vez disso, foi a forma como ele obedeceu às ordens da Troika (“As árvores morrem de pé”).

merkel-and-schauble-web

coelho-merkel-x-300¿Quem não se lembra das exigências de Angela Merkel em relação à austeridade na economia portuguesa, e em nome da exigência de um Orçamento de Estado com um défice máximo de 3% do PIB?

¿Quem não se lembra do ministro das Finanças “manquinho” da Alemanha que infernizou a vida dos portugueses por causa do défice?

Pois bem, é agora a Esquerda alemã (o partido SPD, que faz parte do governo de coligação presidido por Angela Merkel) que defende um défice do Orçamento de Estado, um brutal aumento dos impostos, e um aumento da dívida do Estado alemãopara combater o Aquecimento Global!

Entretanto, a China está a construir novas centrais de produção de electricidade a carvão que, só em 2019, irão aumentar a produção chinesa de energia fóssil (a carvão) em 45GW.

Este aumento de produção de energia chinesa (à base de carvão e só em 2019) corresponde a 107% do total da produção de energia fóssil (carvão) da Alemanha.


O “combate ao Aquecimento Global” é a nova forma de promoção política e cultural do comunismo na Europa.

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Terça-feira, 6 Agosto 2019

A ideia desonesta segundo a qual “a selva da Amazónia é o pulmão do planeta”

A ideia segundo a qual “a selva da Amazónia é o pulmão do planeta” não passa de um conceito desonesto vindo de gente como o Carlos Fiolhais que dizem representar a “ciência” — trata-se de uma ideia que pretende impedir o desenvolvimento económico do Brasil e, por isso, garantir a perpetuação da Esquerda no Poder no Brasil por intermédio da manutenção da pobreza.

A Esquerda necessita da pobreza, como a boca precisa de pão.


Pela primeira vez desde Karl Marx, a Esquerda defende hoje um retrocesso económico das sociedades.

Até há pouco mais de 25 anos, a Esquerda defendia os alegados “direitos do trabalhador” (o operário e/ou o campesino) e “o direito a melhores condições de vida do povo”.

Mas a Esquerda actual — por exemplo, o Bloco de Esquerda, ou o PAN (Pessoas-Animais-Natureza) — defende que o nível de vida dos trabalhadores deve regredir (também através da eliminação da classe média), e em nome de um alegado “Aquecimento Global Antropogénico” que a ciência não verificou  (ver o que significa “verificação”, neste contexto), de facto.

Quando a gentalha da laia do Carlos Fiolhais e do Rerum Natura vier dizer que “a Amazónia é o pulmão do planeta”, respondam-lhes da seguinte maneira:

1/ 85% do oxigénio da atmosfera tem origem no plâncton dos oceanos (e não na “selva da Amazónia”);

2/ a quantidade de plâncton nos oceanos tem vindo a aumentar devido ao aumento de partes-por-milhão de CO2 na atmosfera (vemos como o plâncton estabelece a ligação entre o CO2 e o oxigénio na atmosfera).

Sábado, 29 Junho 2019

Os charlatães do Aquecimento Global Antropogénico

Uma notícia em um “jornal” :

"Germany recorded its hottest-ever June temperature Wednesday — 101.5F — breaking a 72-year record."


Pretende-se assim fazer “prova” do Aquecimento Global Antropogénico; mas esta gente é tão burrinha que não se questiona sobre a razão por que essa temperatura foi superior (na Alemanha) há 72 anos, quando (alegadamente) havia menos CO2 na atmosfera.

¿Há 72 anos também havia Aquecimento Global?!

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Por outro lado, em 1930 fez muito mais calor em França do que agora. E em 1870 fez ainda mais calor em França do que em 1930 e em 2019 — e não consta que em 1870 houvesse “Aquecimento Global Antropogénico”.

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A teoria do Aquecimento Global Antropogénico foi a estratégia política mais engenhosa que poderia ter saído das mentes dos arquitectos da concepção de um leviatão controlado por um Estado plenipotenciário.


Os aquecimentistas, tal como os marxistas, têm a certeza do futuro (a mente revolucionária); e tiram partido do Milenarismo cristão, que marca a cultura das sociedades ocidentais pós-cristãs, para impôr, na cultura antropológica, uma visão apocalíptica do presente que justifique a transferência para o Estado de um Poder absolutista.

Quando alguém tem a certeza do futuro, não é possível discutir quaisquer ideias. A Esquerda nunca quer discutir ideias: a Esquerda apenas quer o Poder absoluto.

Sexta-feira, 21 Junho 2019

O carro eléctrico não tem futuro! Não se deixem enganar pela Esquerda!

Sexta-feira, 22 Março 2019

O Carlos Fiolhais é “fake news”

Sábado, 8 Dezembro 2018

A grande mentira globalista

Quinta-feira, 6 Setembro 2018

Os palhaços do Rerum Natura, “donos da ciência”, voltam à carga !

 

A teoria do Aquecimento Global Antropogénico é, como está explícito, uma teoria.

Em epistemologia, uma teoria deriva, por indução, de dados experimentais; mas isto não significa que não existam outros dados experimentais que contradigam e coloquem em causa a referida teoria…!

Segundo Karl Popper, não é possível compreender totalmente uma teoria formulada, porque é impossível conhecer todas as suas conclusões lógicas — ou seja, é impossível excluir o surgimento de contradições internas dentro de uma teoria. A verdade científica não pode ser provada com certeza nem através da experiência e nem através da intuição intelectual, porque na ciência não existe nenhum indicador infalível para a verdade.

Mas para os idiotas e palhaços do Rerum Natura, em ciência existem indicadores infalíveis para a verdade. Ou seja, a palhaçada no Rerum Natura funciona à base de dogmas. E quem não segue um determinado dogma politicamente correcto, é “negacionista”.

Quando uma das principais luminárias da Universidade de Coimbra é o Carlos Fiolhais, não admira que a referida universidade tenha deixado a lista das melhores 500 universidades do mundo. E, a continuar assim, mais vale fechar a tasca.


O palhaço David Marçal fala em “consenso” científico em torno da ideia da “origem humana” das “alterações climáticas”. E é baseado nesse tal “consenso” que o palhaço pretende proibir — porque a ideia é essa: proibir! Se ele pudesse, proibia !— a realização de uma conferência no Porto que sugere outros caminhos e outras metodologias para a análise do problema climático.

O Carlos Fiolhais e o David Marçal pretendem impôr um discurso ex-cátedra; ou seja, pretendem impôr uma autoridade de direito  em nome da “ciência” — e, desde logo, o David Marçal incorre na falácia Ad Verecundiam: ele não é cientificamente qualificado para impôr paradigmas na matéria em discussão. A opinião dele não passa disso mesmo: opinião.

Um eventual “consenso científico”, a existir, não é garantia de verdade científica, e muito menos de certeza. Os palhaços do Rerum Natura são intelectualmente desonestos.

Dou um exemplo.

Lorentz elaborou uma teoria segundo a qual todos os corpos na Terra se submetem a uma contracção momentânea na direcção do movimento de rotação da Terra através do “éter circundante” (a teoria da contracção, de Lorentz). Ficou assim “explicado” o resultado da experiência Michelson-Morley, que mostrou que a velocidade a que a luz se desloca é a mesma em todas as direcções na superfície terrestre: esta experiência era inconsistente com a teoria do éter, segundo a qual a velocidade a que a luz se desloca deveria ser mais baixa na direcção do movimento da Terra através do éter, do que numa direcção perpendicular a este movimento.

A teoria da contracção de Lorentz estabeleceu a concordância entre a teoria e a experimentação; e, naquela época, também existiu um “consenso científico” que validou a teoria de Lorentz. Mas a teoria de Lorentz estava errada!.

Invocar o “consenso científico” para calar opiniões divergentes, ou mesmo impedir métodos diferenciados de investigação, só pode vir de palhaços que se consideram os “donos da ciência”.

Palhaços!

Terça-feira, 4 Setembro 2018

O palhaço David Marçal e a pseudo-ciência do Aquecimento Global Antropogénico

 

O blogue Rerum Natura tem dois palhaços residentes: o Carlos Fiolhais e o David Marçal. Ambos falam de “ciência” com autoridade de direito; e quem se atreve a contradizê-los pratica “pseudo-ciência”.
O David Marçal faz a distinção entre “negacionismo” (do Aquecimento Global Antropogénico), por um lado, e “cepticismo”, por outro lado — como se um céptico não fosse um “negacionista” por sua própria natureza…!
Ora, o cepticismo em relação a uma teoria é sempre uma forma de negacionismo; o céptico nega sempre, e muitas vezes até face a inferências consideradas válidas.

Mas os palhaços do Rerum Natura já não falam em “Aquecimento Global Antropogénico”: a palhaçada mudou, e agora falam de “mudanças climáticas” (como se o clima nunca tivesse mudado!, ao longo de milhares de milhões de anos…). Cambada de idiotas! E dizem eles que “fazem ciência”!

A principal estratégia do David Marçal é a utilização recorrente do ad Hominem: por exemplo, para demonstrar que Fulano não tem razão e pratica pseudo-ciência, o Marçal diz (por exemplo) que Fulano é supersticioso porque vai à missa de Domingo. Fica assim “provado” que Fulano não tem razão com a sua teoria e que adopta a pseudo-ciência.

Os palhaços do Rerum Natura fazem lembrar os inquisidores da Idade Média; quem não concorda com o politicamente correcto globalista (sob a batuta política de George Soros e outros muitos plutocratas globalistas) é imediatamente apodado de “herege”; quem tem uma teoria diferente é condenado à fogueira da censura me®diática. Essa gente mete nojo aos cães…!

Domingo, 3 Junho 2018

Margaret Thatcher e o Aquecimento Global

Filed under: Aquecimentismo,aquecimento global antropogénico — O. Braga @ 8:34 pm

 

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Terça-feira, 30 Janeiro 2018

O comuna Carlos Fiolhais e o dogma apocalíptico do Aquecimento Global Antropogénico

 

O Carlos Fiolhais é do tipo de comuna mais perigoso: daqueles que dizem que não são comunas, mas que têm uma ideologia e uma práxis comunas.

nasa-webUm tal Tiago Ramalho escreveu no jornal Púbico um artigo com o título “A relação difícil de Trump com a ciência” que mereceu o apoio total do comuna Carlos Fiolhais. Para o jornaleiro do Púbico (e também para Carlos Fiolhais ), Donald Trump tem “uma relação difícil com a ciência” porque não engole o dogma comuna do Aquecimento Global Antropogénico — e é um dogma porque a teoria do Aquecimento Global não é falsificável.

O pensamento do Carlos Fiolhais acerca das causas ou efeitos do CO2 na atmosfera é dogmático. Aliás, ele parte de um falso pressuposto: o de que o CO2 é a causa de um possível Aquecimento Global, quando na realidade o CO2 é um efeito de um possível e temporário Aquecimento Global devido à actividade do Sol. Senão, vejamos um vídeo (em baixo) em que a NASA desmistifica o tese do Aquecimento Global Antropogénico.

O jornaleiro do Púbico, com o apoio do comuna Carlos Fiolhais , fala mesmo em “apocalipse”:

« As “horas” estão a contar no Relógio do Apocalipse, acertado na última quinta-feira em relação ao ano de 2017. O painel de cientistas que girou os “ponteiros” deste relógio metafórico colocou-nos mais perto da meia-noite, como no tempo da Guerra Fria e da corrida ao armamento nuclear. »

Caros leitores: isto não é ciência!, é ideologia política! O Carlos Fiolhais que vá para a pata que o pôs, mais a Escatologia Aquecimentista que substitui agora o “Fim da História” marxista.

 

Quinta-feira, 25 Janeiro 2018

A impiedade do Carlos Fiolhais

 

Animals are FROZEN SOLID as temperatures drop to MINUS 56C in Kazakhstan

O Carlos Fiolhais diz que é amigo da Natureza, mas em vez de pedir aos deuses da ciência que mandem vir um pouco de Aquecimento Global, deixa que os animais morram congelados.

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Domingo, 21 Janeiro 2018

Temos que pedir ao Carlos Fiolhais para ter pena da Suíça e enviar para lá o calor do Aquecimento Global

 

suiça-janeiro-2018-web

Alpes suíços, 21 de Janeiro de 2018

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