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Segunda-feira, 7 Outubro 2019

Estamos a assistir ao estertor do Partido Social Democrata em câmera-lenta

Filed under: José Pacheco Pereira,partido social-democrata,PSD,Rui Rio — O. Braga @ 9:19 pm
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“O PS ganhou, tranquilizando todos os velhinhos do país e o Dr. Rui Rio. Basta ouvir o seu discurso de viúva alegre, ontem à noite, para perceber o alívio”.

Pedro Picoito


JPP-ZAROLHOSem dúvida.

O Partido Socialista ganhou as eleições, e o Rui Rio ficou tranquilo e o José Pacheco Pereira muito feliz porque o PSD é (alegadamente) “um partido de esquerda”.

A missão de Rui Rio — e do actual ideólogo oficial do PSD (José Pacheco Pereira) — é a de desmantelar o Partido Social Democrata.

Se Rui Rio continuar no PSD por muito tempo — e oxalá continue! Quem nos dera! — o IL (Iniciativa Liberal) e o CHEGA irão sugar aquele partido até ao tutano.

Iremos assistir à parasitação do PSD, por parte do IL (Iniciativa Liberal) e do CHEGA; quando os militantes do PSD se derem conta, o “PSD de Esquerda” (o do José Pacheco Pereira) e “recentrado” (o do Rui Rio) será um mero partido satélite do Partido Socialista.

Terça-feira, 9 Julho 2019

Devemos generalizar para melhor compreender

O politicamente correcto (a Esquerda, mesmo que seja a “Direitinha”) defende a ideia segundo a qual “não devemos generalizar” (nominalismo radical) — excepto quando se trata da promoção pública de ataques ad Hominem contra quem não alinha com a distopia neomarxista.

Ora, a não-generalização é própria de uma mente acientífica (ou mesmo anticientífica), porque a ciências naturais baseiam-se na indução que é, por sua própria natureza, generalizante.


fatima-bonifacio-webTenho discordado fundamentalmente da Fátima Bonifácio — por exemplo, quando ela escreveu que “é uma condição muito solitária, a do liberal deixado frente a frente com as suas dúvidas e angústias, sem poder refugiar-se na invocação de uma Autoridade, divina ou terrena, apenas entregue à racionalidade dos seus argumentos.”

Ou quando a Fátima Bonifácio não se deu conta de que o liberalismo não poderia levar a outro lado senão à construção de um Estado plenipotenciário (por favor ler o livro “¿Por que falhou o liberalismo?”, de Patrick Deneen), como aliás já tinha sido previsto por Carl Schmitt, ou anteriormente por Alexis de Tocqueville na “Democracia na América”).

Porém, desta vez não discordo fundamentalmente da Fátima Bonifácio — porque ela descreve factos (um facto é um dado da experiência com o qual o pensamento pode contar). Através da indução  (que é também característica da intuição acerca dos factos) que generaliza, podemos chegar à mesma conclusão a que chegou a Fátima Bonifácio neste texto.


O “problema” da actual Esquerda (de que faz parte o Partido Socialista de António Costa, e também o PSD de Rui Rio) é complexo: desde logo, 1/ o Partido Comunista, o Bloco de Esquerda, o Partido Socialista e o PSD do Rui Rio participam afanosamente no fenómeno do Imbecil Colectivo português.

Quanto mais imbecil é o colectivo político, mais progressista este se torna.

Depois, 2/ a utopia modernista e esquerdista é uma manifestação actualizada do Romantismo do século XVIII e XIX na cultura contemporânea — o mesmo Romantismo que nasceu com Rousseau no século XVIII e que, já no fim do século XIX, evoluiu para o Niilismo de Schopenhauer, de Byron ou de Nietzsche.

O romantismo é (hoje, como foi no século XIX) a revolta contra os padrões éticos e estéticos tradicionais na Europa, por intermédio da valorização exacerbada da emoção e da desvalorização da razão (o romantismo é feminista). Mas é uma revolta que não nos oferece uma alternativa credível (é a utopia negativa).

Para a Esquerda utópica e romântica, o erro (do indivíduo) nunca é considerado do (seu/dele) foro psicológico, mas antes é atribuído a um qualquer padrão social de valores que (alegadamente) está errado.

Por isso é que, segundo a Esquerda, “a sociedade e a respectiva mentalidade/cultura antropológica podem ser mudadas por decreto” (conforme escreve a Fátima Bonifácio): para a Esquerda, os achaques ou insucessos dos indivíduos (neste caso, os das minorias étnicas) podem ser resolvidos através da mudança por decreto do padrão social de valores em vigor na sociedade em geral: ou seja, a psicologia do indivíduo não conta para nada, a genética não conta também, e a História e a cultura antropológica de origem também não. Tudo se resume ao meio-ambiente.

O romantismo esquerdista é anti-civilização.

O hábito de renunciar aos desejos e satisfações imediatistas (o “carpe Diem” do esquerdopata) — tendo em vista a realização de necessidades futuras — é considerado penoso (pelo esquerdopata romântico); por exemplo, o anti-capitalismo do esquerdista baseia-se na negação do sacrifício de quem prefere “semear hoje para colher amanhã”: quando as paixões do esquerdopata romântico despertam, as restrições prudentes do comportamento social tornam-se insuportáveis.


O problema da integração das minorias étnicas e culturais na sociedade só se revolve através da valorização sistemática da cultura antropológica (portuguesa) tradicional e de origem — que é exactamente o que a Esquerda (portuguesa e ocidental) não quer fazer, porque reconhecer o valor da cultura antropológica tradicional portuguesa é reconhecer a importância do Cristianismo na cultura antropológica e na História europeias.

Ora, é esse legado histórico cristão (que esteve na origem cultural do próprio capitalismo e da ciência) que a Esquerda pretende destruir com toda a violência possível (na esteira do que foi defendido por Gramsci, entre outros).

Por fim, não concordo com a Fátima Bonifácio sobre as quotas para as mulheres. Por exemplo, a Margaret Thatcher não precisou de quotas.

A igualdade não se aplica na realidade concreta; mas o esquerdopata corta as cabeças dos indivíduos em nome da “igualdade” — porque é a cabeça de cada um que faz a desigualdade. O bom esquerdopata que se preze faz da decapitação pública o ritual da missa esquerdista.

Sexta-feira, 27 Abril 2018

O discurso bovino do Anselmo Borges

 

O Anselmo Borges foi o primeiro sacerdote “católico” português (senão mesmo o único, até hoje) a defender publicamente a legalização do aborto; e agora vem perorar os seus putativos problemas de consciência em relação à legalização da eutanásia.

É desta massa (para não dizer outra coisa) que é feita docência universitária portuguesa.

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A legalização da eutanásia é essencial para a nova agenda política totalitária da Esquerda, porque o controlo político sobre a vida e sobre a morte do cidadão é o objectivo estratégico do novo tipo de totalitarismo que se desenha. E o Anselmo Borges, ao sancionar positivamente a legalização do aborto, faz parte desse novo projecto político totalitário.

Veja-se, por exemplo, o caso recente do bebé Alfie Evans que se encontra em um hospital inglês: o Estado — representado pelos juízes — não o deixa sair de Inglaterra, não obstante a Itália lhe ter concedido já a cidadania italiana, e de este país se oferecer para transportar o bebé gratuitamente para um hospital em Roma. Não só o Estado britânico não deixa o bebé sair do hospital e do país, mas também a polícia britânica ameaça perseguir politicamente os cidadãos ingleses que defendam a saída do Alfie de Inglaterra.

Estamos perante a construção política de um novo tipo de fascismo — a que eu chamei, já há alguns anos, de “sinificação” — que surge precisamente do conluio entre a Esquerda local (marxista ou marxizante), por um lado, e a plutocracia internacional, por outro lado.

É neste contexto que devemos compreender a acção política de George Soros, entre outros bilionários e plutocratas. É na construção deste novo tipo de fascismo que participam principalmente o Partido Socialista e o Bloco de Esquerda (e em menor escala o Partido Comunista, mas também o Partido Social Democrata, porque estes dois partidos não se demarcam claramente dessa estratégia).

A génese evolucionária do novo fascismo é a gradual e inexorável erosão do respeito pela irrepetibilidade de cada vida humana — e o Anselmo Borges é parte responsável por essa erosão. As sociedades laicistas da Europa (a Inglaterra, por exemplo) rejeitam hoje as linhas mestras do comportamento e da moral conforme os ensinamentos judeo-cristãos.

Para o Estado britânico, representado neste caso pelos juízes, o poder sobre a vida e morte do pequeno Alfie é estratégica- e politicamente essencial. A recusa de deixar sair o bebé do hospital e do país não é uma simples birra de um qualquer juiz: faz parte de uma estratégia política tendencialmente fascizante controlada pela Esquerda.

G. K. Chesterton escreveu que “a função da Esquerda é fazer asneiras; e a função da Direita é impedir que essas asneiras sejam corrigidas”.

É o que se passa em quase todos os países da Europa: quem controla o processo de sinificação da sociedade é a Esquerda aliada à plutocracia internacional (“uma mão lava a outra”, diz o povo), e a Direita é apenas uma “direitinha” dialéctica e bem comportada que tem como função validar a acção nociva e fascizante da Esquerda. E, segundo o idiota Marcelo Rebelo de Sousa, quem tem dois dedos de testa e não se enquadra nem na Esquerda e nem nessa “direitinha”, é “populista”; e a Catarina Martins diz que é “fassista”.

A legalização da eutanásia em Portugal faz parte deste processo político gradativo de instalação de um novo tipo de totalitarismo que passa pela insensibilização moral do povo através de uma massiva estimulação contraditória (por exemplo, quando se utilizam eufemismos que transformam um mal moral em um bem) que conduzem a uma dissonância cognitiva geral e colectiva.

Sábado, 21 Abril 2018

Com o actual regime político, Portugal não tem qualquer hipótese de existência futura

 

Eu penso hoje que Portugal é um país que não tem qualquer hipótese de existência futura.

Dou um exemplo da inviabilidade portuguesa: a Esquerda (que inclui o Partido Social Democrata) fez a promoção do aborto “gratuito” (andam todos os portugueses a pagar “cambalhotas” irresponsáveis) e dos contraceptivos em massa, o que levou a uma taxa de fertilidade de 1,53 bebés por mulher que é inferior à taxa de reposição populacional (2,1 crianças por mulher).

Ou seja, a Esquerda, em vez de apoiar a maternidade, promoveu o aborto e a contracepção massivos e “gratuitos” (pagos pelo Estado que somos todos nós).

É claro que as políticas de Esquerda levaram Portugal a um inverno demográfico. Para resolver o problema, ¿o que faz agora a Esquerda? Em termos práticos, acaba com a nacionalidade portuguesa!

Nacionalidade automática para filhos de imigrantes há dois anos em Portugal

Esquerda e PAN aprovam alterações. Os centristas votaram contra e o PSD absteve-se. Nacionalidade pela ascendência introduzida por projecto do PS.

Vendo a porcaria que fizeram em matéria demográfica, os esquerdistas (incluindo o Partido Social Democrata) tentam agora que qualquer imigrante seja “português automático” : bastam dois anos de residência em Portugal para que uma criança imigrante (não nascida em Portugal) obtenha a nacionalidade portuguesa.

Ou seja: a nacionalidade portuguesa está em saldo; vale praticamente nada!

Um dia destes a Esquerda vai oferecer grátis a nacionalidade portuguesa, sem necessidade de qualquer tempo de permanência em Portugal. E como tudo o que é grátis (ou quase grátis), perde o seu valor.

Este regime político está a destruir Portugal, por um lado, e a substituir a sua população, por outro lado; por isso temos o dever de acabar (literalmente) com as elites temos.

(via)

Segunda-feira, 22 Janeiro 2018

A loucura da Ideologia de Género

 

Vivemos tempos de total loucura. Os loucos tomaram o Poder; e não podemos fazer nada: se reagimos (mesmo pacificamente), apontando o absurdo da ideologia do Bloco de Esquerda & Cia Lda., somos ostracizados e até perseguidos.

 

Domingo, 12 Novembro 2017

No PPD/PSD faltam tomates

 

Não me surpreendeu a posição do José Pacheco Pereira em relação o golpe-de-estado de Outubro de 1917 (a que os comunas chamam de “revolução”) patrocinado pelo império alemão, posição essa expressa neste artigo.

O que me surpreende é que no PPD/PSD não haja alguém com tomates para o colocar com dono.

O José Pacheco Pereira sempre foi um perfeito idiota (um produto político de Cavaco Silva que não fez o liceu); e com o avançar da idade vai ficando pior.

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Sábado, 4 Novembro 2017

Rui Rio pertence à Esquerda

 

Ter Rui Rio como primeiro-ministro, ou ter António Costa, é praticamente a mesma coisa.

São ambos de Esquerda. Mais: a eventual eleição de Rui Rio a presidente do Partido Social Democrata cai que nem uma luva nos planos políticos de José Pacheco Pereira, que assim seria “recuperado” politicamente para o PPD/PSD.

Entre o Rui Rio e o Santana Lopes, venha o diabo e escolha; mas é preferível eleger “os violinos de Chopin”.

Segunda-feira, 2 Outubro 2017

Chegou o momento de expulsar o José Pacheco Pereira do Partido Social Democrata

Filed under: José Pacheco Pereira,partido social-democrata,PSD — O. Braga @ 9:56 am

 

José Pacheco Pereira rejubilou publicamente com a derrota do Partido Social Democrata nas eleições autárquicas. É insustentável que um Partido político mantenha, no seu seio militante, uma figura pública que se congratula com a derrota do Partido.

É tempo de o Partido Social Democrata “limpar a casa”; em um primeiro momento irá causar comoção (ou mesmo escândalo) política, mas o Partido beneficiará a médio prazo.

JPP-ZAROLHO

Terça-feira, 18 Julho 2017

¿ André Ventura mentiu ? Ou a mulher é estúpida!

 

« Em entrevista ao jornal i, André Ventura afirmava que há pessoas que "vivem quase exclusivamente de subsídios do Estado" e que acham "que estão acima das regras do Estado de direito", considerando que tal acontece particularmente com a etnia cigana. »

CDS rompe coligação e deixa cair André Ventura

Das duas, uma: ou o André Ventura não tem razão, ou tem razão. Não há aqui meio-termo. Se o André Ventura tem razão, então segue-se que, em Portugal, dizer a verdade pode ser  uma forma de manifestação xenófoba; e, portanto, para não se ser xenófobo, somos todos obrigados a mentir.

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Vemos, na imagem acima, a total coincidência ideológica entre o Pedro Marques Lopes, que se diz do Partido Social Democrata, e do Bernardino Soares, do Partido Comunista. E agora temos o CDS/PP da Assunção Cristas a alinhar com o Partido Comunista e com o Bloco de Esquerda:

“O CDS-PP decidiu esta terça-feira romper a coligação com os sociais-democratas em Loures, depois da polémica levantada pelas declarações de André Ventura, candidato à Câmara Municipal de Loures, sobre a comunidade cigana.”

ibidem

O CDS/PP de Assunção Cristas é um partido descaracterizado.

Votar no CDS/PP de Assunção Cristas ou no Partido Socialista de António Costa é praticamente a mesma coisa. Por isso mais vale votar no original que é o Partido Socialista — porque o CDS/PP de Assunção Cristas pretende ser uma cópia de papel carbono do Partido Socialista.

Quando o CDS/PP ficar reduzido ao “partido do táxi”, talvez os militantes desse partido caiam na realidade e verifiquem o enorme erro que foi a eleição de Assunção Cristas para a direcção do partido.


Nós todos, portugueses, queremos a comunidade cigana integrada na sociedade.

Não queremos tratar os ciganos portugueses como o Obama e a Esquerda americana trataram os pretos americanos, com um paternalismo que destruiu a comunidade e os seus indivíduos. Depois de 8 anos de Obama, 70% das crianças negras americanas nascem de mães solteiras que são subsidiadas pelo Estado, e a instituição familiar dos negros americanos foi destruída pelo consulado de Obama e pela Esquerda.

A Esquerda portuguesa, que inclui a Assunção Cristas, pretende que a comunidade cigana não mude de atitude perante a vida e perante a sociedade — porque a Esquerda alimenta-se das deficiências e das carências materiais e morais dos povos: quanto mais miserável é o povo do ponto de vista material e moral, mais força tem a Esquerda.

A contradição da Esquerda verifica-se na atitude incongruente e patética da Assunção Cristas — por exemplo, quando se diz “feminista” e defende quotas para mulherio em tudo o que for possível, ao mesmo tempo que vai fazer visitas a mesquitas sabendo que a mulher muçulmana é tratada abaixo de cão.

A única forma de caracterizar Assunção Cristas é a seguinte: a mulher é francamente estúpida.

Domingo, 2 Abril 2017

¿A tua vida está completa? Então vai suicidar-te à Holanda!

 

«Last October we reported that the Dutch government were planning to expand their euthanasia law to include people who are not physically or psychologically suffering but who believe that their "life is complete."

The DutchNews.NL reported that the Dutch doctors association (KNMG) was not in favour of developing a section of the euthanasia law to prescribe lethal drugs for "completed life."»

Dutch doctors group rejects separate rules concerning euthanasia for "completed life."


O governo holandês prepara uma lei de “suicídio assistido”, pago pelo Estado, para as pessoas na idade de reforma, saudáveis mas que “sentem que a sua vida está completa” (sic). Trata-se de poupar o dinheiro das reformas, matando os idosos saudáveis.

Anseio pelo dia da instituição de um Estado islâmico na Holanda; vai ser um festival ver esses políticos enforcados na praça pública.

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