perspectivas

Sábado, 8 Fevereiro 2020

Um exemplo concreto da mentira sistémica dos me®dia: “o aumento da temperatura na Antárctida”

Sai a seguinte “notícia” no jornal Púbico : “Antárctida bate recorde de temperatura e ultrapassa pela primeira vez os 18 graus Celsius”:

«A temperatura registada num dos termómetros da estação de investigação argentina Esperanza bateu o recorde anterior de 17,5 graus Celsius, registado em Março de 2015.»


¿O que é que o jornal Púbico não diz? — porque mente sempre e de forma descarada.

1/ A estação de investigação argentina Esperanza (a que se refere o jornal Púbico) fica localizada no chamado “Glaciar Thwaites”.

2/ O Glaciar Thwaites está localizado sobre um vulcão actualmente activo. Como se sabe, os vulcões activos têm influência no aumento da temperatura do ar local.

3/ O “recorde de temperatura” é também causado pelo efeito Föhn; ou seja, é uma situação conjuntural do tempo, e não uma situação do clima. O jornal Público confunde “tempo”, por um lado, e “clima”, por outro lado; e essa confusão é propositada, para enganar o Zé Povinho.

Não acreditem nos me®dia. Não comprem jornais!: levem-nos à falência!.

Terça-feira, 14 Janeiro 2020

O aquecimentismo dos oceanos : “é como se explodissem cinco bombas atómicas por segundo”, dizem eles

Os me®dia portugueses (vulgo “meios de comunicação social”) são acríticos: copiam as notícias dos seus senhores que são os donos do mundo e da plutocracia globalista. Quando lemos uma “notícia” nos me®dia portugueses, estamos a ler uma narrativa política imposta pelos senhores do mundo.

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Por exemplo, esta “notícia” no Diário de Notícias é igualzinha a esta outra que saiu no “The Times”. Porém, vejamos o que diz o sítio oficial do “novo estudo científico”:

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“De acordo com o estudo, em 2019 a temperatura dos oceanos é superior em 0,075º centígrados à média de 1980 a 2010”.

Ora, um eventual aumento médio de 0,075 graus centígrados dos oceanos é de uma grandeza que não é cientificamente mensurável.

Quando dizem que “a temperatura dos oceanos é superior em 0,075º C à média de 1980 a 2010” → estamos no campo da teoria, e não no campo da experimentação.

Só a pseudo-ciência (cientismo)  pode considerar esta tese como como sendo “ciência” propriamente dita — a não ser que o aquecimentismo tivesse aderido à física quântica; e, neste caso, já vale tudo.

Segunda-feira, 30 Dezembro 2019

A estória das “mudanças climáticas”

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Segunda-feira, 9 Dezembro 2019

Vale tudo (até arrancar olhos), para “destruir o capitalismo”

Em 1950, por cada 10.000 partes da atmosfera, 3 (dessas partes) eram de CO2 (dióxido de carbono).

Desde então, foi adicionada à atmosfera mais 1 parte de CO2; ou seja, hoje temos 4 partes de CO2 para cada 10.000 partes da atmosfera.

Em 1950 → 99,97 % da atmosfera era livre de CO2 (não tinha CO2).

Hoje → a percentagem livre de CO2 é de 99,96% .

Os arautos do apocalipse do “Aquecimento Global Antropogénico” — como por exemplo o “cientista” Carlos Fiolhais — baseiam a sua retórica ideológica (radical e apocalíptica) em uma mudança da atmosfera de 0,01%.


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O que está em curso é um movimento político totalitário a nível global, a começar pelas universidades que pretendem eliminar a liberdade de expressão no espaço académico, passando por políticos de primeiro plano — como é o caso de Ângela Merkel (que nunca perdeu os tiques ideológicos da Alemanha comunista) e do papa Chiquinho (que é nitidamente um simpatizante do marxismo) — que defendem a limitação drástica da liberdade de expressão.

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A liberdade política está a ser seriamente ameaçada, e vemos os “liberais” de pacotilha — por exemplo, Rui Rio e/ou o Cotrim Figueiredo — da nossa praça a alinhar claramente com as teorias da Esquerda marxista radical.

Sexta-feira, 11 Outubro 2019

O pasquim liberal “The Economist” já aprendeu umas coisas com o Carlos Fiolhais

The Economist Light to all nations

Sábado, 5 Outubro 2019

O Engº Rui Gonçalo Moura e o “aquecimento global”

Depois desta entrevista com o engenheiro Rui Moura (em 2009), os me®dia portugueses deixaram de falar em “Aquecimento Global” e passaram a usar o termo "alterações climáticas".

Terça-feira, 24 Setembro 2019

Os liberais, e a culpa da “extrema-direita”

quixote-webMiguel de Cervantes escreveu a obra-prima literária “D. Quixote”, cujo personagem homónimo combatia contra moinhos de vento; hoje vemos os ditos “liberais” a alinhar com a Esquerda radical no “combate às alterações climáticas” — como se nunca, jamais, em tempo algum, se tivessem verificado “alterações climáticas”; quem os ouvir, pode até acreditar que as “alterações climáticas” são um fenómeno físico pós-moderno.

O “liberal” escreve:

“O que há para fazer sobre o combate às alterações climáticas e pela mitigação dos seus efeitos não passa, como não pode passar, pelo fim da liberdade”.

O “liberal” acredita que “o clima muda”; o “liberal” é genial! — porque, alegadamente, podemos deduzir da tese do “liberal” que o clima nunca mudou ao longo de mais de um milhar de milhões de anos!

E, perante a mudança que acontece naturalmente no clima, a Esquerda e os “liberais” (passo a redundância) chegaram à conclusão de que é necessário combater essa mudança (e os burros são, alegadamente, os da “extrema-direita”).

Mesmo que seja cientificamente verificável que o Aquecimento Global Antropogénico existe de facto, as estimativas económicas dizem-nos que (o Aquecimento Global) poderá custar entre 0,2% a 2% do PIB global até 2100 se nada se fizer para o “combater”;

por outro lado, qualquer tipo de “combate” ao Aquecimento Global poderá custar mais de 20% do PIB global até 2100 — portanto, mais vale estar quieto e “deixar correr o marfim”.

Porém, o que é assinalável é que os ditos “liberais” alinhem com a Esquerda radical na treta do «combate às "alterações climáticas"». E depois, “a culpa é da extrema-direita”.


Imagem daqui

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Segunda-feira, 23 Setembro 2019

O Carlos Fiolhais já tem falta de vitamina B12, o que lhe causa raquitismo intelectual

burro-com-oculos-300-webO Carlos Fiolhais apoia tacitamente o reitor coimbrinha que proibiu o consumo de carne nas cantinas universitárias, o que é um exemplo do Imbecil Colectivo que promove vigorosamente o raquitismo intelectual na academia politicamente correcta.

Atentemos ao que escreveu aqui (e bem!) a Cristina Miranda:

« Há nutrientes insubstituíveis que só se encontram na carne, no peixe e seus derivados como é o caso da vitamina B12 e que nem os suplementos conseguem suprir eficazmente essa lacuna. A carência desta vitamina – importante para a formação de células vermelhas, essencial para o sistema nervoso central, que previne o risco de quebras nos cromossomas, evita anemia megaloblástica – encolhe o cérebro que como já foi provado, cresceu na nossa evolução até ao que é hoje graças ao consumo de carne.»

O que o Carlos Fiolhais e o reitor coimbrinha promovem é o encolhimento activo dos cérebros constituintes da futura ruling class  e/ou elite política — o que, aliás já está a acontecer em Inglaterra, e de lá nos vem o exemplo.

Continuamos a copiar o pior que existe na estranja.


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Quinta-feira, 19 Setembro 2019

A aliança entre os Bilderbergers globalistas e os caciques da Esquerda internacionalista

Custa-me reconhecer que a Raquel Varela tem aqui parcialmente razão; e digo “parcialmente” porque já não concordo com ela quando diz que a culpa do radicalismo veganista do reitor da universidade coimbrinha “é do capitalismo” — quando, em boa verdade, impera o silêncio do Partido Comunista e do Bloco de Esquerda em relação ao radicalismo animalista.

Quem manda hoje em Portugal é o PAN (Pessoas-Animais-Natureza): até o António Costa quer proibir a carne de porco.

Escreve a Raquel Varela:

“Marx explicava que a tendência do capitalismo era para tornar vegetarianas as classes trabalhadoras, desde logo diminuindo a parcela de proteína a que têm acesso na reprodução da força de trabalho, vulgo salário”.

Como dizia o velho António, “em política, o que parece, é!”. E parece (muito) que é a Esquerda (mais ou menos marxista) que transformou a ecologia em uma religião (a começar pelo Partido Comunista e os Verdes, desde a década de 1980), e os seguidores dessa nova religião em fanáticos.

Hoje, não sei quem é mais fanático: se o jihadista maomerdano, se o animalista abortista e eugenista.


Pela primeira vez na História, a Esquerda defende hoje um retrocesso do nível de vida das populações mais pobres.

Existe um pacto inconfessável entre a plutocracia globalista, por um lado, e os caciques locais de Esquerda internacionalista dos diversos países, por outro lado.

Esse pacto segue o paradigma fascista da China (sinificação), em que coexiste um capitalismo (propriedade privada) estritamente controlado pelo Estado, por um lado, e por outro lado um comunismo/marxismo/colectivismo estatal orgânico.

Esta coexistência contra-natura (entre o controlo do Estado em relação à produção das empresas privadas, e um colectivismo orgânico) é própria dos regimes fascistasvejam como Mussolini e Hitler controlaram a produção das empresas privadas através dos respectivos Estados.

O que acontece na China é um fascismo.

E é o modelo chinês (sinificação) que é defendido (desde a década de 1970, com Henry Kissinger, por exemplo) pela plutocracia globalista em relação às diversas regiões do globo, incluindo a União Europeia.

Por isso é que, por exemplo, o canal de televisão do Pinto Balsemão (o patrão português dos Bilderbergers) é muito “amigo” do Bloco de Esquerda da Catarina Martins: os Bilderbergers têm uma aliança tácita com os caciques locais esquerdistas.

Não devemos esquecer a influência do movimento ecologista radical alemão na construção ideológica do nazismo (Wandervögel). Hitler era radicalmente vegetariano e adorava animais (gostava muito mais de cães do que de seres humanos).

O novo fascismo (a sinificação), que está a ser construído à escala global, serve os interesses da plutocracia globalista, por um lado, mas por outro lado é adoptado pelos caciques de esquerda ávidos de Poder (o exercício do Poder político é uma droga altamente viciante).

E nem o Partido Comunista foge à aliança tácita entre o caciquismo internacionalista de Esquerda e a plutocracia globalista.

As famílias numerosas sempre assustaram os poderosos.

meat-is-murder-webNão é por acaso que a Esquerda americana defende o subsídio abortista da parte do Estado — porque é a mulher negra e pobre quem mais aborta.

O abortismo de Esquerda é uma forma de racismo classista encapotado (desde o tempo de Margaret Sanger), que se esconde por detrás da emoção hipócrita do “coitadismo” em relação aos mais pobres.

Em vez de defender a vida das crianças pobres, a Esquerda actual defende a eugenia em relação aos deserdados e o aborto grátis das crianças pobres – e aqui verificamos a aliança evidente entre a Esquerda (por exemplo, o comunista americano Bernie Sanders) e a plutocracia globalista.

Não é por acaso que o jornaleiro esquerdista Daniel Oliveira é muito querido dentro da organização me®diática do Bilderberger Pinto Balsemão. Les bons esprits se rencontrent…

Sexta-feira, 6 Setembro 2019

A soteriologia aquecimentista ao serviço da versão 2.0 do totalitarismo marxista

O João Távora admira-se pelo facto de um comunista empedernido (americano) defender a ideia da promoção do aborto nos países pobres — alegadamente para “salvar o planeta” do Aquecimento Global Antropogénico: é a soteriologia  aquecimentista ao serviço da versão 2.0 do totalitarismo comunista.

Porém, a soteriologia aquecimentista só se aplica no Ocidente: é o principal instrumento da sinificação dos países ocidentais que possuem (ainda) uma cultura política democrática que (segundo os comunistas ocidentais travestidos de “democratas”) é preciso erradicar.

A soteriologia aquecimentista não se aplica na China, que, por sinal, é o país do mundo que mais emite CO2 1 e sem qualquer “remorso”: a China está a construir geradores eléctricos a carvão que irão produzir (ainda) mais 300GW, até 2030; e a Índia tem programada a extracção de vários milhares de milhões de toneladas de carvão, até 2025.

E, enquanto isto, os comunistas no Ocidente clamam pelo dia do juízo final da Mãe-terra, e apelam à miséria humana (material e ética) em nome da “salvação da humanidade”.

Pela primeira vez na História, a Esquerda defende actualmente um retrocesso do nível de vida das massas trabalhadoras.

Hoje, as elites de Esquerda defendem o fomento activo da miséria (material) humana 2.

Ainda assim, imagine-se a estupefacção do João Távora quando souber que um “cientista social” esquerdista sueco defende a ideia segundo a qual é necessário promover o canibalismo na cultura antropológica dos países ocidentais, para salvar o planeta.

Até agora, os comunistas “doavam o corpo à ciência”; não tarda nada, os comunistas irão “doar os seus corpos” ao talho mais próximo.

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Notas
1. não é verdade que o CO2 cause o aquecimento do planeta: um novo estudo científico irlandês demonstra que os chamados “efeitos de gases de estufa” não causam o Aquecimento Global
2. E o papa Chicuzinho apoia a actual Esquerda

Segunda-feira, 12 Agosto 2019

Angela Merkel vai provar do seu próprio veneno

¿Quem não se lembra dos sorrisos amarelos de Passos Coelho, na presença da Troika?

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Foi esta subserviência formal em relação à Troika que me levou à crítica sistemática de Passos Coelho. O meu “problema” com o Passos Coelho não foi o de ele ter obedecido às ordens da Troika: em vez disso, foi a forma como ele obedeceu às ordens da Troika (“As árvores morrem de pé”).

merkel-and-schauble-web

coelho-merkel-x-300¿Quem não se lembra das exigências de Angela Merkel em relação à austeridade na economia portuguesa, e em nome da exigência de um Orçamento de Estado com um défice máximo de 3% do PIB?

¿Quem não se lembra do ministro das Finanças “manquinho” da Alemanha que infernizou a vida dos portugueses por causa do défice?

Pois bem, é agora a Esquerda alemã (o partido SPD, que faz parte do governo de coligação presidido por Angela Merkel) que defende um défice do Orçamento de Estado, um brutal aumento dos impostos, e um aumento da dívida do Estado alemãopara combater o Aquecimento Global!

Entretanto, a China está a construir novas centrais de produção de electricidade a carvão que, só em 2019, irão aumentar a produção chinesa de energia fóssil (a carvão) em 45GW.

Este aumento de produção de energia chinesa (à base de carvão e só em 2019) corresponde a 107% do total da produção de energia fóssil (carvão) da Alemanha.


O “combate ao Aquecimento Global” é a nova forma de promoção política e cultural do comunismo na Europa.

Terça-feira, 6 Agosto 2019

A ideia desonesta segundo a qual “a selva da Amazónia é o pulmão do planeta”

A ideia segundo a qual “a selva da Amazónia é o pulmão do planeta” não passa de um conceito desonesto vindo de gente como o Carlos Fiolhais que dizem representar a “ciência” — trata-se de uma ideia que pretende impedir o desenvolvimento económico do Brasil e, por isso, garantir a perpetuação da Esquerda no Poder no Brasil por intermédio da manutenção da pobreza.

A Esquerda necessita da pobreza, como a boca precisa de pão.


Pela primeira vez desde Karl Marx, a Esquerda defende hoje um retrocesso económico das sociedades.

Até há pouco mais de 25 anos, a Esquerda defendia os alegados “direitos do trabalhador” (o operário e/ou o campesino) e “o direito a melhores condições de vida do povo”.

Mas a Esquerda actual — por exemplo, o Bloco de Esquerda, ou o PAN (Pessoas-Animais-Natureza) — defende que o nível de vida dos trabalhadores deve regredir (também através da eliminação da classe média), e em nome de um alegado “Aquecimento Global Antropogénico” que a ciência não verificou  (ver o que significa “verificação”, neste contexto), de facto.

Quando a gentalha da laia do Carlos Fiolhais e do Rerum Natura vier dizer que “a Amazónia é o pulmão do planeta”, respondam-lhes da seguinte maneira:

1/ 85% do oxigénio da atmosfera tem origem no plâncton dos oceanos (e não na “selva da Amazónia”);

2/ a quantidade de plâncton nos oceanos tem vindo a aumentar devido ao aumento de partes-por-milhão de CO2 na atmosfera (vemos como o plâncton estabelece a ligação entre o CO2 e o oxigénio na atmosfera).

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