perspectivas

Terça-feira, 13 Setembro 2022

Vem aí o fim-do-mundo, devido às “mudanças climáticas”! Arrependei-vos!

Hoje está a chover muito; é das “mudanças climáticas”. E passaram-se os últimos meses sem chover — o que se deve também às “mudanças climáticas”.

Se chove, é “mudanças climáticas”; se não chove, é “mudanças climáticas”. Se cai granizo, é “mudanças climáticas”; se cai neve, é “mudanças climáticas”.

Se faz frio, é “mudanças climáticas”; se faz calor, com certeza que é das “mudanças climáticas”.

Esquerda Neanderthal web

Se o monhé Kosta anda de caganeira, é das “mudanças climáticas”; se anda mal-disposto, é das “mudanças climáticas; se diz asneiras, é das “mudanças climáticas. O monhé está sempre desculpado.

Se a Catarina Martins diz que cidade de Almada vai ficar totalmente submersa devido ao derretimento dos aicebergues, é das “mudanças climáticas”.

gelo-polos-web

É tudo a “ciência” das “mudanças climáticas”, com a chancela “científica” do Carlos Fiolhais.

A luta continua! Abaixo o capitalismo!

Segunda-feira, 28 Dezembro 2009

Climategate: uma discussão académica sobre a maior fraude de sempre

“A crippled man, however, does not cease to be a man.

Spiritual obscurantists, or anithumanistic utilitarians, are not animals; they continue to function as humans. Still, they can no longer solve human problems rationally, or on the basis of the spiritual experiences the possession of which characterizes mature man.

Hence there appear the curious transpositions of the problems of mature Western civilization to the new level of utilitarian immaturity.”

Eric Voegelin (“Positivism and Its Antecedents”)

Esta polémica é absurda, por três razões essenciais:
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Quarta-feira, 16 Dezembro 2009

Kopenhagen Entschluss Politik

“Es trat an uns die Frage heran: Wie ist es mit den Frauen und Kindern? Ich habe mich entschlossen, auch hier eine ganz klare Lösung zu finden. Ich hielt mich nämlich nicht für berechtigt, die Männer auszurotten- sprich also, umzubringen oder umbringen zu lassen – und die Rächer in Gestalt der Kinder für unsere Söhne und Enkel groß werden zu lassen. Es musste der schwere Entschluss gefasst werden, dieses Volk von der Erde verschwinden zu lassen.” (1)

— Heinrich Himmler, discurso de 1943

Se o planeta Terra oscilar no seu eixo, como já aconteceu várias vezes desde que foi formado, todas as preocupações dos “aquecimentistas” globais iriam por água abaixo, porque provavelmente uma oscilação do eixo da Terra em apenas dois graus traria um arrefecimento global de tal dimensão que transformaria toda a Europa em uma camada de gelo equivalente à do pólo sul. Para além disso, uma tal oscilação do eixo da Terra daria lugar a um período de catástrofes naturais com vagas de oceânicas a engolir literalmente as regiões costeiras de todos os continentes, e na sequência da acção que tal oscilação axial terrestre teria sobre as placas telúricas, aconteceria uma série terramotos de primeira grandeza em todo o mundo. As consequências de tal oscilação axial terrestre fariam a alegria dos malthusianos utilitaristas e dos niilistas: provavelmente, a população da Terra seria reduzida em [pelo menos] dois terços.

Acontece que a probabilidade de o planeta aquecer 3 graus Celsius até ao fim do século é menor do que a probabilidade de um deslocamento axial que pode acontecer sem qualquer aviso ou sinal, porque a redução dos gases de efeito de estufa passa pela reflorestação do planeta. As plantas alimentam-se de CO2, e mantêm o ciclo de condensação do vapor de água. O que se está a discutir em Copenhaga é um negócio gigantesco a nível global e a atribuição de “jobs for the boys” nos organismos da ONU à custa de um imposto mundial sobre todos os seres humanos cidadãos dos diversos países. Assistimos em Copenhaga à instituição da maior fraude consentida de todos os tempos.

(1) “É-nos colocada a pergunta: o que fazer com as mulheres e as crianças? Encontrei aqui uma solução clara. Não me considerei satisfeito em exterminar os homens – isto é, matá-los ou proporcionar a sua morte – e permitir que os vingadores dos nossos filhos e netos, na forma das suas crianças, possam crescer. A difícil decisão teve que ser tomada para fazer este povo desaparecer da terra.”

Terça-feira, 8 Dezembro 2009

O ambientalismo das “mudanças climáticas antropogénicas” é uma religião gnóstica (3)

O que se está a passar em Copenhaga é uma hierofania, isto é, o aparecimento ou a revelação de uma religião que tem a característica de ser uma corruptela gnóstica judaico-cristã. Se não, reparem neste texto editorial publicado no jornal Público e em mais 56 jornais de 44 países, em que são utilizados termos e conceitos como:
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Quinta-feira, 19 Novembro 2009

A origem do ecologismo (1)

O movimento ecologista nacional e internacional, em termos gerais, deve merecer a nossa atenção pelo extremo perigo que representa; e isso significa que a noção de “esquerda” e de “direita” deve ser equacionada e definida à luz da razão e não ao sabor de emoções mais ou menos fortes. Desde logo, surge uma pergunta: os movimentos ecologistas são de esquerda? E depois outra pergunta: o partido nacional-socialista (Nazi) da Alemanha era de esquerda ou de direita? E finalmente uma outra: o que é “ser de direita” ?

Se analisarmos a amálgama ideológica que deu corpo ao nacional-socialismo, não podemos chegar a uma conclusão senão a de que o nazismo era de esquerda. Aliás, a aliança entre o nazismo e o fascismo italiano era, de certa forma, contra-natura, porque este último era de facto um sistema (e o único) de extrema-direita: o corporativismo é antítese gnóstica da esquerda, também ela gnóstica.
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Sexta-feira, 30 Outubro 2009

O “aquecimento global” é a religião politicamente correcta

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O novo inferno religioso

Este artigo é de leitura obrigatória porque denuncia (de uma forma tão simples que impressiona) o facto de a esquerda internacionalmente organizada estar a trabalhar activamente para a estupidificação do ser humano, com o compadrio e apoio financeiro de uma parte da maçonaria internacional e da plutocracia organizada em torno dos Bilderberg, CFR & Cia Lda.

A associação política entre uma esquerda marxista cultural ― esquerda fabiana ou a chamada “terceira via” ― e a plutocracia dirigida por gente como George Soros ou Rockefeller, parece contra-natura; mas não é. As partes comungam do mesmo objectivo, a nível global, de coerção da liberdade do indivíduo ― ambos os grupos são intrinsecamente contra a liberdade com excepção daquela que possa decorrer das suas próprias acções políticas decorrentes de uma condição de “elite”. Como dizia Estaline: “ não são os votos que contam, mas quem conta os votos”; e os votos podem ser contados de várias formas e segundo diversos critérios que dependem exclusivamente de quem manipula os votos.

A estratégia política ― aparentemente contra-natura ― que une a plutocracia internacional e a esquerda herdeira da queda estrondosa do muro de Berlim, aposta numa religião sem religiosidade, isto é, numa religião em que o juízo teleológico inerente à existência humana não só está ausente como é propositadamente suprimido; trata-se de um Ersatz da religião, uma cópia que é sempre de pior qualidade. Trata-se de uma ideologia compartilhada pelos senhores do mundo distribuídos à esquerda marxista e à direita neoliberal e plutocrata.

Mas, além da pobreza material que assola a humanidade, vivemos também uma época de pobreza espiritual. Não temos mais nossas antigas utopias. Não acreditamos mais na revolução socialista, mas o capitalismo tampouco nos parece uma via confiável. Não acreditamos mais em Deus, mas não conseguimos suprir nosso desamparo.

Não temos mais a esperança de juntos conseguirmos controlar a política ou a economia de nossos países; não controlamos nem sequer nossos filhos, nem sequer nossas próprias vidas. Sob tais condições, em que nos percebemos tão pequenos, tão insignificantes, a ideia de que nossas atitudes mais simples podem controlar o clima do planeta é recebida com grande entusiasmo. Com o simples acto de virar a chave do carro, sentimo-nos com o poder de destruir ou melhorar o clima do planeta! Ademais, seria um erro terrível pensar que, quando executamos algum “pecado” ambiental, sentimos simplesmente remorso por estarmos contribuindo para a destruição total.

Sentimos também prazer, sentimo-nos todo-poderosos ao percebermos que, mesmo tão pequeninos, mesmo tão esmigalhados pela sociedade em que estamos inseridos, ainda temos o poder de destruir essa mesma sociedade, de nos vingarmos dela, e o que é melhor, com atitudes igualmente pequeninas, que qualquer um pode executar todos os dias! A revolta que as pessoas sentem contra os cépticos do aquecimento global não é somente por estes serem, segundo suas visões, corrompidos pelo sistema e destruidores do meio ambiente; é também uma revolta contra o facto de eles serem destruidores de sua última esperança de ainda possuírem algum poder sobre o mundo em que se inserem.

Quinta-feira, 13 Agosto 2009

O mito social do dióxido de carbono

eco-fascism

O mito social do aquecimento global por efeito do CO2 começa a ser preocupante assumindo contornos de um ambientalismo misantrópico. Não é possível dissociar o fenómeno do misantropismo ambientalista de outros fenómenos que actuam em conjunto ao que parece ser uma estratégia articulada, a ver, as indústrias do aborto e da eutanásia, a Nova Ordem Mundial maçónica, e a elevação do niilismo gay a um princípio moral. Podemos dizer com toda a certeza que estamos em presença de um ecofascismo, de uma ideologia anti-humanista que assume contornos de uma periculosidade que é urgente combater.

Este artigo no Hora Absurda faz uma análise de um outro artigo me®diático do Público. Quem tiver um pouco de intuição ― e para além da manifesta sociopata misantrópica ― pressentirá o objectivo de um enorme negócio que, para além do lucro, terá a vantagem que moldar uma Nova Ordem Mundial através de um sistema de controlo fascista das nações, da imposição do aborto que alimenta uma indústria diabólica, da eutanásia como medida profiláctica “para salvar o planeta”, do infanticídio de crianças deficientes e da celebração do niilismo gay ― tudo isto para mitificar socialmente e impôr um negócio à escala global.

Primeira verdade: sempre existiram mudanças climáticas. O clima nunca foi sempre o mesmo no planeta.

Segunda verdade: as mudanças climáticas devem-se à actividade solar, e não ao CO2 na atmosfera. É muito mais prejudicial o próprio vapor de água na atmosfera do que o CO2.

Terceira verdade: o CO2 na atmosfera é essencial para a manutenção das nossas florestas ― assim se queira proceder ao reflorestamento do planeta.


Caro leitor(a): não se deixe enganar pelos me®dia como o Público. Denunciem esta farsa politicamente correcta. Passem palavra, com os amigos, no café, no trabalho. Não se deixem levar e manipular por uma cambada de chicos-espertos que querem fazer de si um(a) parvo(a).


Desde os anos 80, a expectativa de vida de um chinês passou de 65,3 para 73 anos, hoje. Na Índia, a expectativa de vida em 1980 era de 52,5 anos e passou para 67 anos, hoje.

O que está por detrás do mito social ecofascista e anti-humanista é a tentativa de controlo férreo — por parte do clube maçónico que controla a economia global a partir de Wall Street e da City de Londres — das potências emergentes.

Há uns anos atrás, a estratégia da Trilateral era a do endividamento externo extremo dos países emergentes; agora mudou a táctica porque a primeira não deu o resultado que queriam.
A judaico-maçonaria nunca perdoou a rebeldia insubmissa do islamismo na economia globalizada, e o ambientalismo misantrópico é uma das formas encontradas para justificar também o controlo dos países islâmicos.

Não é de todo paranóico afirmar que um dia destes serão impostas políticas draconianas de controlo populacional na sociedade tendo como justificação o dióxido de carbono ― o que é um absurdo monstruoso de um anti-humanismo que faria corar Adolfo Hitler. O clima tornou-se uma desculpa sempre pronta para se imporem crescentemente políticas de controlo social destinadas a impedir o desenvolvimento humano, e taxar com impostos absurdos a livre iniciativa na economia. O absurdo é de tal ordem que o mito social do ambientalismo misantrópico passa a personalizar a flora e a fauna ao mesmo tempo que despersonaliza os seres humanos mais vulneráveis.

Denunciem. Não se deixem manipular!

Sexta-feira, 10 Julho 2009

O “aquecimento global” da treta

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Vivemos uma esquizofrenia geral: enquanto o herdeiro à coroa britânica faz um prognóstico do fim do mundo por causa do aquecimento global provocado pelo CO2, um cientista australiano vem dizer que o CO2 não só não provoca nenhum aquecimento global, como é absolutamente necessário para as plantas e para a manutenção das florestas.

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O professor universitário de geologia, Ian Plimer, é peremptório:
“O CO2 não polui. O CO2 é o alimento das plantas”

Segunda-feira, 12 Janeiro 2009

Os me®dia e as “mudanças climáticas”

A causa da “mudança climática” é actividade solar, e não é devida à defecação dos bebés que aconselha o aborto livre e o niilismo gay. É de um cinismo filho-da-puta que uma cáfila de iluminados venha dizer nos me®dia que, para “salvar o planeta”, se tenha que abortar até à exaustão e/ou que tenhamos todos que passar a tomar no cu.

Tenho reparado que a RTP é o único canal de televisão que ainda fala ― nos telejornais e nos programas de informação ― em “Aquecimento Global por acção do Homem”; os outros canais de informação mudaram o discurso e já não se referem ao “Aquecimento Global por acção do Homem”, mas falam antes em “Mudança Climática”. A razão desta diferença é que os editores responsáveis pelos canais privados de TV (SIC e TVI) têm alguma vergonha na cara, enquanto que a RTP é manipulada pelo partido socialista, o que significa que mesmo que queiram ter vergonha na cara, os editores da RTP estão impedidos de ter cara, e quem não tem cara não pode sequer aspirar a ter vergonha.

Perante o ridículo do conceito de “Aquecimento Global causado pelo Homem”, os me®dia mais espertos e os seus mentores tiveram a decência de mudarem o nome do conceito para “Mudança Climática”. Contudo, o revolucionarismo serôdio da União Europeia, dirigido pelo ex-radical da extrema-esquerda maoísta portuguesa, Durão Barroso, teima em continuar a hastear o ridículo como bandeira atribuindo ao ser humano a “culpa” do “Aquecimento Global”, apoiado pela esquerda mais desonesta e truculenta de que há memória na história da Europa. Estaline e Hitler, pelo menos, eram demasiado óbvios para enganarem a maioria.

O conjunto das duas palavras ― “mudança climática” ― é uma tautologia, tal como é tautológico alguém dizer “subir para cima” ou “descer para baixo”. O clima pressupõe mudança; não há clima sem mudança, sempre foi e sempre será assim. Dizer “mudança climática” é uma redundância.
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Sexta-feira, 21 Novembro 2008

Aquecimento global: péssimas notícias!

A porcaria do planeta continua a arrefecer!

Global Warming Theory has ‘failed consistently and dramatically’

Quinta-feira, 7 Agosto 2008

Al Gore anda preocupado com o meio ambiente

De tão preocupado está com o meio ambiente, Al Gore comprou um Iate de luxo no valor de alguns milhões de Euros para poupar gasolina nas filas de trânsito, para deixar de ligar o ar-condicionado do carro que emite o CO2, e para dar de comer aos peixes — coitadinhos dos peixinhos…

Quarta-feira, 4 Junho 2008

Aquecimento global em Marte

Parece que a temperatura em Marte subiu 0,5º Celsius, desde os anos setenta do século pretérito. Contudo, os marcianos andam desconfiados: segundo consta, acham que o aquecimento global em Marte é obra dos humanos terráqueos.

Imagem daqui.

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