perspectivas

Sexta-feira, 11 Outubro 2019

O pasquim liberal “The Economist” já aprendeu umas coisas com o Carlos Fiolhais

The Economist Light to all nations

Segunda-feira, 23 Setembro 2019

O Carlos Fiolhais já tem falta de vitamina B12, o que lhe causa raquitismo intelectual

burro-com-oculos-300-webO Carlos Fiolhais apoia tacitamente o reitor coimbrinha que proibiu o consumo de carne nas cantinas universitárias, o que é um exemplo do Imbecil Colectivo que promove vigorosamente o raquitismo intelectual na academia politicamente correcta.

Atentemos ao que escreveu aqui (e bem!) a Cristina Miranda:

« Há nutrientes insubstituíveis que só se encontram na carne, no peixe e seus derivados como é o caso da vitamina B12 e que nem os suplementos conseguem suprir eficazmente essa lacuna. A carência desta vitamina – importante para a formação de células vermelhas, essencial para o sistema nervoso central, que previne o risco de quebras nos cromossomas, evita anemia megaloblástica – encolhe o cérebro que como já foi provado, cresceu na nossa evolução até ao que é hoje graças ao consumo de carne.»

O que o Carlos Fiolhais e o reitor coimbrinha promovem é o encolhimento activo dos cérebros constituintes da futura ruling class  e/ou elite política — o que, aliás já está a acontecer em Inglaterra, e de lá nos vem o exemplo.

Continuamos a copiar o pior que existe na estranja.


capitalism-is-killing-the-planet-web

Sexta-feira, 26 Julho 2019

O Islão é uma religião satânica

O Carlos Fiolhais publica aqui um trecho de um livro da autoria de um francês, acerca da violência dos militantes do Estado Islâmico. Estão implícitos no trecho alguns erros comuns de análise, por exemplo:

maome1/ o francês parte do princípio de que as religiões são todas essencialmente iguais — o que é um erro de palmatória;

2/ o francês parte do princípio de que o “secularismo” (entendido como “oposição à religião”) não é uma manifestação peculiar de religiosidade — o que é um erro de burrinho;

3/ o francês não consegue perceber que o Islão é uma religião niilista  (é uma religião negativa); e, neste sentido, é uma religião satânica (do ponto de vista do Cristianismo) — assim como a Esquerda, em geral, tem como base ideológica um niilismo que defende a destruição do status quo humano em nome da “construção do Homem Novo”; e assim como o nazismo se baseou no niilismo de mentes doentes como a de Nietzsche (ou Goethe) para defender a ontologia de um super-homem.

É neste sentido que se se tem construído, no Ocidente, a aliança entre Karl Marx e Maomé.

Perante uma religião satânica (por exemplo, o Islamismo; ou o maoísmo), ou seja, perante uma ideologia niilista, o ser humano equilibrado e normal sente-se impotente e confuso — porque o arquétipo mental do islamista está (literalmente) nos antípodas da mentalidade ocidental herdeira do Cristianismo.

A endogamia (defendida pelo próprio Maomé) é a chave do sucesso do niilismo islâmico: o casamento sistémico entre familiares próximos, ao longo de séculos, marcou o actual baixo nível de QI no mundo islâmico; e este baixo QI do muçulmano médio é essencial para a manutenção da religião satânica islâmica.

Um monge budista afirmou o seguinte acerca do Islão:

“O muçulmano é como a perca africana: primeiro destrói o habitat em que vive, eliminando as outras espécies; e depois de ter eliminado as outras espécies, dedica-se religiosamente a destruir os indivíduos da sua própria espécie”.

vantagem de ser maomerda-web

Sábado, 6 Julho 2019

Um recado do professor James Tour para o Carlos Fiolhais

Filed under: Carlos Fiolhais,David Marçal,Desidério Murcho,Rerum Natura — O. Braga @ 9:17 am

O professor de Química Orgânica na Universidade de Rice, James Tour, passa (no vídeo abaixo) um atestado de ignorância ao Carlos Fiolhais, David Marçal, e demais sequazes do blogue Rerum Natura incluindo o Desidério Murcho.

O caso de David Marçal consegue ser o mais grave, porque se trata de um professor universitário de bioquímica. Em Portugal entra-se para o quadro docente universitário com uma grande “cunha” — como se pode constatar pelo caso do David Marçal, que foi “cunhado” pela Esquerda com um “tacho” à medida.


Sexta-feira, 22 Março 2019

O Chiquismo

 

Há um determinado tipo de “conservador católico” que eu considero ser pior do que o esquerdista típico — a nova geração de progressistas direitosos e campeões dos direitos de braguilha; prefiro a bala marxista a uma palmadinha nas costas de um direitóide do CDS da Assunção Cristas ou do PSD do Rui Rio.

Prefiro a bala marxista a uma palmadinha nas costas de um direitóide do CDS da Assunção Cristas ou do PSD do Rui Rio.

Por exemplo, o papa-açorda Chico representa o que mais detestável existe no chamado “conservadorismo católico”. Vamos chamar a este novo “conservadorismo católico” de “Chiquismo”.

O Chiquismo segue a tradição da Teoria Crítica  do marxismo cultural  (que, por sua vez, influenciou a Nova Teologia  que marcou o Concílio do Vaticano II): utiliza violentamente a picareta ideológica, como se não existisse amanhã! Critica tudo e todos, mas não oferece uma alternativa social e política que seja facilmente perceptível: o revezamento ideológico (a alternativa do sentido da vida) é tão “absconditus” como o Deus que já não existe na realidade do actual “conservadorismo católico”. Essa alternativa social e política existe no discurso do Chiquismo, mas é propositadamente escondida para não assustar os católicos em geral.


Podemos ver, bem patente, o Chiquismo neste texto da autoria de moderno “conservador católico” que dá pelo nome de Patrick Deneen, e que o Carlos Fiolhais gostou tanto que transcreveu para o seu blogue. Quando o Carlos Fiolhais transcreve um texto no seu blogue, só devemos desconfiar.


Patrick Deneen faz uma crítica ao liberalismo político (americano). Eu também critico o liberalismo se este for concebido pela ruling class como um fim em si mesmo — que é o que acontece com o liberalismo do globalismo e dos neocons (não confundir “globalismo” e “globalização”: a globalização começou com os descobrimentos portugueses), e não como um meio ou instrumento político de prossecução da Vida Boa.

Ora, o tal Patrick Deneen não faz essa distinção entre meios e fins, no que diz respeito ao liberalismo americano que, conforme fundado no século XVIII, já pouco tem a ver com o liberalismo político actual.

Ou seja, Patrick Deneen não faz (no texto) a distinção entre o liberalismo religioso dos fundadores dos Estados Unidos, por um lado, e, por outro lado, o liberalismo ateu e materialista promovido pela maioria da ruling class americana actual.

Quando Donald Trump fala amiúde em “Deus” nos seus discursos, ele sabe perfeitamente que o liberalismo sem Deus não faz qualquer sentido — ou, como dizia o liberal Montesquieu: “Se Deus não existisse, teria que ser inventado”.

Deus é o fundamento metajurídico do liberalismo dos Estados Unidos; Deus é Aquilo que está “antes e para além” da própria Constituição dos Estados Unidos.

Não é possível defender a democracia e simultaneamente defender as ideias do papa-açorda Chico.

Se retirarmos Deus da simbologia política liberal americana, toda a estrutura constitucional e institucional americana é colocada em causa, como está, aliás, a acontecer actualmente com a radicalização à esquerda de gente como Alexandria Ocasional-Cortex ou Beto O’Dork.

Patrick Deneen não deixa de ter razão em algumas críticas que faz ao liberalismo político, mas “esqueceu-se” de traçar a mudança (na cultura política) do conceito de “liberalismo” desde o século XVIII — por exemplo, no século XVIII começou-se por chamar de “democráticas” às instituições liberais do século XVIII, mas hoje chamamos de “liberal” à servidão “democrática” (que de “democrática” tem apenas o nome): a construção política do leviatão da União Europeia é apenas um dos exemplos da “servidão democrática” que se diz “liberal”, e que obedece claramente a critérios de sinificação institucional.

Não é possível democracia sem o nacionalismo (esta foi a melhor herança de Napoleão: o Estado-Nação que torna possível a democracia). E é o nacionalismo que o Chiquismo condena, horrorizado! Não é possível defender a democracia e simultaneamente defender as ideias do papa-açorda Chico; e é isto que o Patrick Deneen não diz.

O Carlos Fiolhais é “fake news”

Quinta-feira, 31 Janeiro 2019

O pensamento empedernido do galopim do carvalho

 

O galopim escreveu:

“Foram as pedras e os fósseis, que muitas delas trazem dentro, que nos deram a conhecer a origem e a evolução da Terra e da Vida, ao longo de centenas de milhões de anos (Ma). Foi nesta evolução que matéria inerte, como são os átomos de oxigénio, hidrogénio, carbono, azoto e outros como fósforo e enxofre, em muito menores percentagens, se combinou a ponto de gerar a vida e, através do cérebro humano, adquirir capacidade de pensar”.


Só uma pessoa com os neurónios enrijecidos e fossilizados, cristalizados no sistema ortorrômbico ou triclínico, pode afirmar que o cérebro humano adquiriu capacidade de pensar a partir das pedras e da matéria inerte.

O galopim tem um pensamento empedernido; da mente dele já não sai nada senão ideias fossilizadas.

O galopim faz lembrar o alemão Ernst Haeckel, que no século XIX afirmava que a célula viva era uma coisa muito simples e que surgia espontaneamente da lama depois de uma chuvada. Mas o Ernst Haeckel tinha atenuantes: no século XIX ainda não existia, por exemplo, a bioquímica — ao contrário do galopim que viveu a passagem do século XX para o XXI, e que é de facto um burro catedrático!

O galopim do carvalho é uma besta! Mas é solenemente citado por outras bestas alcandoradas na Academia coimbrinha, como é, por exemplo, o Carlos Fiolhais.

Mas reparem bem na besta: “Foi nesta evolução que matéria inerte, como são os átomos de oxigénio, hidrogénio, carbono, azoto e outros como fósforo e enxofre, em muito menores percentagens, se combinou a ponto de gerar a vida”.

Trata-se de um pensamento dogmático; trata-se de uma religião — a organização da matéria inerte é vista como detentora de um sentido metafísico que tem por objectivo final a geração da inteligência humana.

O galopim é tão burro (quase tão estúpido quanto é o Carlos Fiolhais ) que, na sua saga contra a metafísica, não consegue ver que ele próprio defende uma espécie de religião.


Ver o artigo do galopim em formato PDF.

Segunda-feira, 17 Dezembro 2018

O Carlos Fiolhais está muitas vezes errado, mas ele não sabe

Filed under: Carlos Fiolhais,Ciência,Cientismo,Rerum Natura — O. Braga @ 6:24 pm

 

O Carlos Fiolhais está muitas vezes errado; mas ele é das poucas pessoas que não reconhece o seu erro.

Escreveu ele:

“O cientismo ou cientificismo é uma doutrina filosófica que teve origem em França no séc. xix (o termo original é scientisme), que defende o primado, para não dizer mesmo a exclusividade, da ciência empírica na aquisição de conhecimento”.

Anticientismo – Uma entrada do "Dicionário dos Antis"


A correcta definição  (noção ) de “cientismo” é a seguinte:

Atitude intelectual que se desenvolveu a partir da segunda metade do século XIX e que concede um valor absoluto ao progresso científico”.

Depois, podemos adicionar o seguinte ao conceito de “cientismo”:

O cientismo concede à ciência o monopólio do conhecimento verdadeiro e atribui-lhe a capacidade de resolver progressivamente o conjunto dos problemas que se apresentam à Humanidade. A noção de cientismo foi fundada por Augusto Comte, com o Positivismo (o Positivismo, este sim!, é uma doutrina!, e não o cientismo).

Segundo Karl Popper, o cientismo é a crença dogmática na autoridade do método científico e nos seus resultados, que é totalmente errada porque dirigida contra o método crítico da ciência da natureza ou contra os grandes cientistas.


Portanto, o cientismo não se circunscreve à “ciência empírica” (como diz o Carlos Fiolhais) — até porque há positivistas que não são exclusivamente empiristas (por exemplo, Ernst Mach, ou mesmo o Bispo irlandês Berkeley, são dois exemplos de positivistas que não se reduzem ao empirismo), por um lado; e por outro lado, o cientismo abrange teorias ditas “científicas” que não são falsificáveis (princípio da falsificabilidade) , como por exemplo o conceito de “macro-evolução” neodarwinista, ou a teoria do Aquecimento Global Antropogénico, ou ainda a moderna “teoria de género” (Ideologia de Género).

Domingo, 11 Novembro 2018

¿Quem te manda a ti, sapateiro, tocar tão mal rabecão?

 

O Carlos Fiolhais escreveu o seguinte (ver ficheiro PDF):

“Já está nas bancas o novo livro de Peter Atkins, químico e escritor de ciência que estará em Lisboa no Auditório do Oceanário na próxima sexta-feira para fazer uma conferência a convite da Fundação Francisco Manuel dos Santos. O livro, uma edição apoiada por aquela Fundação, intitula-se "Como surgiu o Universo" (colecção "Ciência Aberta" da Gradiva, excelente tradução de Fátima Carmo) e subintitula-se "As origens das leis naturais".

Para Atkins o Universo surgiu espontaneamente, sem necessidade de intervenção de um criador.”


Longe vão os tempos em que Einstein dizia que “Deus não joga aos dados”; hoje, os palhaços que mandam na ciência transformam Einstein num palhaço.

¿Por que razão um químico se aventura na metafísica, em vez de se concentrar nas retortas de alquimista? E ¿por que razão o Carlos Fiolhais escreve sistemicamente asneiras?

O discurso do referido químico é anti-realista (contra o realismo filosófico) quando revela a habitual hostilidade empiricista em relação à matemática, por um lado, e é positivista, por outro lado. Continuamos com a mania da predominância do positivismo na cultura “intelectual” — eu, que pensava que o positivismo tinha sido metido no seu lugar próprio.


atkins

Num outro postal, o Carlos Fiolhais continua com a saga do referido químico (ver ficheiro PDF):

"Gostaria de afirmar que não aconteceu nada de extraordinário na Criação — escreveu o químico. Naturalmente que o Carlos Fiolhais, com o seu cérebro de galináceo, subscreve esta teoria segundo a qual “não aconteceu nada de extraordinário na Criação”; porque, caso contrário, o Carlos Fiolhais teria escrito qualquer coisa em contraditório.

Escreve o químico retardado:

«Não aconteceu nada de extraordinário? Sim, é um grande passo pensar em toda essa hiper-actividade, energia e emergência [do Big Bang] da matéria fundamental em geral como não sendo nada de extraordinário

naturalismo_darwinO químico retardado classifica o início do universo como um “enigma”; ora, um enigma tem resolução. O que ao tem resolução científica, nem terá, é um “mistério”. Podemos inferir a forma do fenómeno do Big Bang, mas nunca saberemos exactamente o seu conteúdo. Por isso trata-se de um mistério, e não de um enigma. Mas falar disto ao Carlos Fiolhais é perder tempo com alguém que utiliza sistematicamente o argumento Ad Verecundiam nos seus textos → não é por que um homem é químico que tem autoridade em metafísica, ou mesmo na física.

O texto do químico é histriónico. A ideia-base do químico é a seguinte: se nós dissermos, por exemplo, que “o sistema imunitário animal é um sistema muito simples e de fácil construção”, então torna-se provável que a ciência consiga explicar a construção do sistema imunitário.

Estamos em presença da invasão da ciência por parte do subjectivismo pós-modernista que caracteriza a politização da ciência pelo marxismo cultural. Ou seja: para o referido químico, as coisas não são o que são: em vez disso, as coisas são aquilo que nós quisermos que sejam. Não tarda nada veremos o químico mudar de sexo.

Mais tarde, no texto, o químico rectificou a teoria e diz que “o universo surgiu do nada” (plagiou a tese do paraplégico Hawking) . Naturalmente que teríamos que definir “nada”. Mas, para estes “cientistas” da treta, as definições contam pouco: o que interessa é a prestidigitação das palavras para enganar os incautos — a “traição dos intelectuais”, de acordo com Julian Benda.

A partir deste livro (o do referido químico e endossado pelo Carlos Fiolhais) ficou demonstrado que “a ciência pode provar que uma coisa não existe” — o que revela um avanço metafísico enorme na ciência marxista cultural.


Repare bem, caro leitor, em um par de pérolas do químico endossado pelo Carlos Fiolhais :

“a eliminação de uma pergunta pode ser uma forma legítima de lhe responder”

“Sem actividade, não é necessário agente.”

Coloco aqui, por exemplo, a pergunta de Leibniz: “¿por que razão existe algo, em vez de nada?”. Segundo o referido químico e o galináceo cerebral Carlos Fiolhais, basta eliminar a pergunta de Leibniz e fica o problema resolvido. “Prontos! Negamos a pregunta e tomaticamente ficou respondida a pregunta!”

A ideia do químico é a de que o estado actual do conhecimento científico é suficiente e bastante (presentismo epistemológico); a dinâmica da epistemologia é negada em função de uma obsessão anti-metafisica (esquecendo-se que a negação da metafísica é sempre uma forma de metafísica) — assim como Galileu errou a sua teoria das marés por ter subestimado a influência da Lua nas marés, devido à sua (dele) obsessão contra a astrologia.


¿Quem te manda a ti, Carlos Fiolhais, tocar tão mal rabecão? Dedica-te à pesca!

Quarta-feira, 17 Outubro 2018

Quando ouço falar em “mundo melhor”, fujo a sete pés !

 

PROBLEMAS, CONJECTURAS E TEORIAS PARA UM MUNDO MELHOR

Quinta-feira, 6 Setembro 2018

Os palhaços do Rerum Natura, “donos da ciência”, voltam à carga !

 

A teoria do Aquecimento Global Antropogénico é, como está explícito, uma teoria.

Em epistemologia, uma teoria deriva, por indução, de dados experimentais; mas isto não significa que não existam outros dados experimentais que contradigam e coloquem em causa a referida teoria…!

Segundo Karl Popper, não é possível compreender totalmente uma teoria formulada, porque é impossível conhecer todas as suas conclusões lógicas — ou seja, é impossível excluir o surgimento de contradições internas dentro de uma teoria. A verdade científica não pode ser provada com certeza nem através da experiência e nem através da intuição intelectual, porque na ciência não existe nenhum indicador infalível para a verdade.

Mas para os idiotas e palhaços do Rerum Natura, em ciência existem indicadores infalíveis para a verdade. Ou seja, a palhaçada no Rerum Natura funciona à base de dogmas. E quem não segue um determinado dogma politicamente correcto, é “negacionista”.

Quando uma das principais luminárias da Universidade de Coimbra é o Carlos Fiolhais, não admira que a referida universidade tenha deixado a lista das melhores 500 universidades do mundo. E, a continuar assim, mais vale fechar a tasca.


O palhaço David Marçal fala em “consenso” científico em torno da ideia da “origem humana” das “alterações climáticas”. E é baseado nesse tal “consenso” que o palhaço pretende proibir — porque a ideia é essa: proibir! Se ele pudesse, proibia !— a realização de uma conferência no Porto que sugere outros caminhos e outras metodologias para a análise do problema climático.

O Carlos Fiolhais e o David Marçal pretendem impôr um discurso ex-cátedra; ou seja, pretendem impôr uma autoridade de direito  em nome da “ciência” — e, desde logo, o David Marçal incorre na falácia Ad Verecundiam: ele não é cientificamente qualificado para impôr paradigmas na matéria em discussão. A opinião dele não passa disso mesmo: opinião.

Um eventual “consenso científico”, a existir, não é garantia de verdade científica, e muito menos de certeza. Os palhaços do Rerum Natura são intelectualmente desonestos.

Dou um exemplo.

Lorentz elaborou uma teoria segundo a qual todos os corpos na Terra se submetem a uma contracção momentânea na direcção do movimento de rotação da Terra através do “éter circundante” (a teoria da contracção, de Lorentz). Ficou assim “explicado” o resultado da experiência Michelson-Morley, que mostrou que a velocidade a que a luz se desloca é a mesma em todas as direcções na superfície terrestre: esta experiência era inconsistente com a teoria do éter, segundo a qual a velocidade a que a luz se desloca deveria ser mais baixa na direcção do movimento da Terra através do éter, do que numa direcção perpendicular a este movimento.

A teoria da contracção de Lorentz estabeleceu a concordância entre a teoria e a experimentação; e, naquela época, também existiu um “consenso científico” que validou a teoria de Lorentz. Mas a teoria de Lorentz estava errada!.

Invocar o “consenso científico” para calar opiniões divergentes, ou mesmo impedir métodos diferenciados de investigação, só pode vir de palhaços que se consideram os “donos da ciência”.

Palhaços!

Quinta-feira, 22 Fevereiro 2018

O maniqueísmo politicamente correcto da “ciência que só tem um lado”

 

O Carlos Fiolhais plasmou no seu (dele) blogue um texto de uma tal Vera Novais acerca da “ciência oficial”, por um lado, e dos “hereges”, por outro lado — é claro que o Carlos Fiolhais faz parte da versão correcta da ciência que é aquela que faz parte do paradigma vigente.

Pelo que compreendi, a tal Vera quis saber se o leite faz mal ou bem à saúde, e para isso parece que “recorreu à ciência” que, diz ela, “se opõe à pseudo-ciência” — para escrever um artigo sobre o assunto (artigo esse a que eu não tive acesso, e até seria prolixo e improfícuo que eu tivesse porque não é isso que me interessa agora).

O que me interessa saber, da tal Vera, é esta proposição :

“ (Ela) não tinha de ouvir dois lados da questão, tinha de ouvir apenas um: o lado da Ciência”.

É claro que o Carlos Fiolhais, o sumo-sacerdote da ciência oficial e sacrossanta (positivista) em Portugal, tinha que vir a terreiro dar a bênção à Vera Novais. O problema é que a ciência tem de facto “vários lados”, ou seja, podemos dizer que “existem vários lados da ciência”.


(more…)

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