perspectivas

Segunda-feira, 23 Maio 2022

¿O Carlos Fiolhais será o próximo CEO do Banco inglês HSBC?

Eu fiquei admirado ao saber que o coimbrinha Carlos Fiolhais não tinha sido convidado para a cimeira da "World Economic Forum" que decorre neste momento — porque o Carlos Fiolhais “encaixa” ideologicamente na agenda política da plutocracia globalista.

hsbc

Quinta-feira, 12 Maio 2022

O coimbrinha Carlos Fiolhais, amigo do Putin; e o alegado Aquecimento Global Antropogénico

E ele a dar-lhe. Gente como o Carlos Fiolhais é responsável pelo pânico energético que, por exemplo, encorajou a invasão da Ucrânia por parte de Putin.

Os próceres do capitalismo reúnem-se periodicamente em Davos (Suíça) para determinar, com uma exactidão matemática, quantos graus vai subir a temperatura do planeta se não voltarmos todos ao tempo das cavernas.

Os próceres do capitalismo reúnem-se periodicamente em Davos para determinar, com uma exactidão matemática, quantos graus vai subir a temperatura do planeta se não voltarmos todos ao tempo das cavernas.

Seria estúpido alguém dizer que o Carlos Fiolhais não sabe disto; claro que sabe: e é cúmplice.

Os filhos-de-puta que inventaram o mito das “mudanças climáticas”, cujas consequências imediatas são a criação de impedimentos ao desenvolvimento dos países mais pobres do mundo, já conseguiram os seus objectivos. E Carlos Fiolhais faz parte desse grupo.

Enquanto os países pobres — em África, por exemplo — têm que voltar ao paleolítico porque os próceres do capitalismo globalista exigem que utilizem “energias verdes”, são esses amigos plutocratas do Carlos Fiolhais que, em nome de um método cientificista dogmatizado, conseguem prever com uma exactidão divina quantos graus vai subir a temperatura do planeta nos próximos séculos. (more…)

Terça-feira, 27 Julho 2021

A religião da ciência, as alterações climáticas e o COVID-19

Filed under: Carlos Fiolhais,Ciência,Cientismo — O. Braga @ 6:51 pm

Hoje, há (basicamente) dois tipos de pessoas: as que fazem da ciência uma religião, e as que já não acreditam na ciência.

As primeiras, dogmatizam a ciência; não são apenas pessoas ditas “do povo”, mas também ditos “intelectuais” como (por exemplo) os escribas do blogue Rerum Natura.

dragons dogmaPara os religiosos da ciência, basta que alguém publique “um estudo científico que prova qualquer coisa”, para que essa “qualquer coisa” fique definitivamente “provada” desde que não cause uma dissonância cognitiva em função das crenças ideológicas dessa criatura — o que significa que, se “a prova científica de qualquer coisa” for contra as crenças ideológicas do religioso da ciência, essa “prova de qualquer coisa” ou é ignorada ou mesmo hostilizada pela criatura.

Os religiosos da ciência (por exemplo, Carlos Fiolhais ) desligaram as instituições científicas, por um lado, da filosofia e método científicos, por outro lado; das “alterações climáticas” ao “COVID-19”, esse desligamento entre método científico e instituições científicas é, por demais, evidente.

Quando, por exemplo, a Catarina Martins fez recentemente um discurso de cinco minutos (no parlamento) e fala apenas e só de “alterações climáticas”, alegadamente “baseada na ciência”, temos um exemplo concreto de como a ciência é manipulada pela política, por um lado, e por outro lado de como se verifica o desligamento entre as instituições e o método científicos.

A irracionalidade voltou a estar na moda.

A ciência (ou aquilo que se convencionou actualmente ser “a ciência”) é uma poderosa fonte de Poder político — como podemos ver no discurso da Catarina Martins. Porém, o conformismo científico actual (manipulação política da ciência) é a principal inimiga da ciência propriamente dita.

O silêncio do Carlos Fiolhais (entre outros) perante a escabrosa manipulação da ciência por parte da Esquerda, é um escândalo.

Existe actualmente uma tensão entre ditos “cientistas” (da estirpe do Carlos Fiolhais) que pretendem apresentar uma voz unitária e autoritária da ciência, por um lado, e por outro lado, os que defendem a ciência enquanto filosofia que se mantém aberta a alterações de paradigma.

Face aos “religiosos da ciência”, surgem os “cépticos da ciência”.

Por exemplo, se a ciência politizada faz uma previsão incorrecta acerca do COVID-19 que custa ao povo muito dinheiro e restrição da liberdade, esta “ciência” não terá uma segunda oportunidade de dar ordens (de comportamentos) ao povo.

Otelo, a audácia de mandar (matar e roubar)

Era suposto eu não dizer mais nada acerca do Otelo, mas este artigo (ver ficheiro PDF) de Eugénio Lisboa, publicado pelo Carlos Fiolhais (que devia ter um pouco de vergonha na cara) causou-me náuseas.

Especialmente dedicado ao professor Eugénio Lisboa, aqui vai a lista dos crimes do “herói Otelo”:

Sequência cronológica dos atentados

1980

  • Março – Formação da coligação Força de Unidade Popular;
  • 20 de Abril – Apresentação pública da organização Forças Populares 25 de Abril com o rebentamento por todo o país de dezenas de engenhos explosivos de fraca potência contendo o documento “Manifesto ao Povo Trabalhador”;
  • 3 de Maio – Assalto simultâneo a dois bancos no Cacém, Banco Totta e Açores e Crédito Predial Português que resulta na morte do soldado da GNR Henrique do Nascimento Hipólito, durante a confrontação com elementos da organização; Neste assalto foi roubado 5.141.982$00.
  • 9 de Maio – Assalto ao Banco Espírito Santos em Paço de Arcos e colocação de uma bomba- relógio contra o administrador da fábrica Alfa. Esta bomba não chegou a deflagrar.
  • 13 de Maio – Morte do militar da GNR Agostinho Francisco Ferreira, por tiros de pistola metralhadora, durante a detenção de elementos de um comando da organização em Martim Longo, Algarve;
  • 9 de Julho – Assalto ao Banco Borges e Irmão na Cruz de Pau. Neste assalto foram roubados 1.340.207$00;
  • Julho – Destruição por incêndio de viaturas da PSP;
  • 22 de Julho – Assalto à Conservatória do Registo Civil de Vila Nova de Gaia tendo sido roubados impressos para bilhetes de identidade;
  • 30 de Julho – Assalto ao Caixa Geral de Depósitos em Xabregas. Neste assalto foram roubados 113.500$00;
  • 12 de Setembro – Rebentamento de explosivos no consulado e na embaixada do Chile respectivamente no Porto e em Lisboa;
  • 4 de Outubro – Rebentamento de explosivos nas sedes dos ex-Comandos em Faro e Guimarães e Porto; esta associação era considerada pelas FP-25 como a tropa de choque das desocupações de terras no Alentejo;
  • 6 de Outubro – Assalto simultâneo a dois bancos na Malveira na sequência do qual são mortos três pessoas: dois elementos da organização mortos durante a fuga, (Vítor Oliveira David e Carlos Alberto Caldas) um morto por tiros de caçadeira por um comerciante local e outro linchado pela população. Nesse assalto viria ainda a morrer um cliente de um dos Bancos (José Lobo dos Santos), baleado na cabeça quando tentava desarmar um dos terroristas, ficando ainda feridos dois elementos da população local; Neste assalto foram roubados 2.854.822$00;
  • 5 de Novembro de 1980 – Troca de tiros com PJ na Cova da Piedade;
  • 24 de Novembro de 1980 – Assalto ao Banco Pinto e Sotto Mayor no Fogueteiro. Neste assalto foram roubados 3.200.787$00;
  • 28 de Novembro de 1980 – Tentativa de assalto ao Banco Totta e Açores em São Roque da Lameira, Porto. Na troca de tiros com a PSP é morto o terrorista Carlos Pé Curto. Na fuga os terroristas atiram uma granada para baixo de um dos carros da PSP, provocando ferimentos graves em dois agentes e seis transeuntes.

(more…)

Segunda-feira, 9 Dezembro 2019

Vale tudo (até arrancar olhos), para “destruir o capitalismo”

Em 1950, por cada 10.000 partes da atmosfera, 3 (dessas partes) eram de CO2 (dióxido de carbono).

Desde então, foi adicionada à atmosfera mais 1 parte de CO2; ou seja, hoje temos 4 partes de CO2 para cada 10.000 partes da atmosfera.

Em 1950 → 99,97 % da atmosfera era livre de CO2 (não tinha CO2).

Hoje → a percentagem livre de CO2 é de 99,96% .

Os arautos do apocalipse do “Aquecimento Global Antropogénico” — como por exemplo o “cientista” Carlos Fiolhais — baseiam a sua retórica ideológica (radical e apocalíptica) em uma mudança da atmosfera de 0,01%.


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O que está em curso é um movimento político totalitário a nível global, a começar pelas universidades que pretendem eliminar a liberdade de expressão no espaço académico, passando por políticos de primeiro plano — como é o caso de Ângela Merkel (que nunca perdeu os tiques ideológicos da Alemanha comunista) e do papa Chiquinho (que é nitidamente um simpatizante do marxismo) — que defendem a limitação drástica da liberdade de expressão.

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A liberdade política está a ser seriamente ameaçada, e vemos os “liberais” de pacotilha — por exemplo, Rui Rio e/ou o Cotrim Figueiredo — da nossa praça a alinhar claramente com as teorias da Esquerda marxista radical.

Sexta-feira, 11 Outubro 2019

O pasquim liberal “The Economist” já aprendeu umas coisas com o Carlos Fiolhais

The Economist Light to all nations

Segunda-feira, 23 Setembro 2019

O Carlos Fiolhais já tem falta de vitamina B12, o que lhe causa raquitismo intelectual

burro-com-oculos-300-webO Carlos Fiolhais apoia tacitamente o reitor coimbrinha que proibiu o consumo de carne nas cantinas universitárias, o que é um exemplo do Imbecil Colectivo que promove vigorosamente o raquitismo intelectual na academia politicamente correcta.

Atentemos ao que escreveu aqui (e bem!) a Cristina Miranda:

« Há nutrientes insubstituíveis que só se encontram na carne, no peixe e seus derivados como é o caso da vitamina B12 e que nem os suplementos conseguem suprir eficazmente essa lacuna. A carência desta vitamina – importante para a formação de células vermelhas, essencial para o sistema nervoso central, que previne o risco de quebras nos cromossomas, evita anemia megaloblástica – encolhe o cérebro que como já foi provado, cresceu na nossa evolução até ao que é hoje graças ao consumo de carne.»

O que o Carlos Fiolhais e o reitor coimbrinha promovem é o encolhimento activo dos cérebros constituintes da futura ruling class  e/ou elite política — o que, aliás já está a acontecer em Inglaterra, e de lá nos vem o exemplo.

Continuamos a copiar o pior que existe na estranja.


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Sexta-feira, 26 Julho 2019

O Islão é uma religião satânica

O Carlos Fiolhais publica aqui um trecho de um livro da autoria de um francês, acerca da violência dos militantes do Estado Islâmico. Estão implícitos no trecho alguns erros comuns de análise, por exemplo:

maome1/ o francês parte do princípio de que as religiões são todas essencialmente iguais — o que é um erro de palmatória;

2/ o francês parte do princípio de que o “secularismo” (entendido como “oposição à religião”) não é uma manifestação peculiar de religiosidade — o que é um erro de burrinho;

3/ o francês não consegue perceber que o Islão é uma religião niilista  (é uma religião negativa); e, neste sentido, é uma religião satânica (do ponto de vista do Cristianismo) — assim como a Esquerda, em geral, tem como base ideológica um niilismo que defende a destruição do status quo humano em nome da “construção do Homem Novo”; e assim como o nazismo se baseou no niilismo de mentes doentes como a de Nietzsche (ou Goethe) para defender a ontologia de um super-homem.

É neste sentido que se se tem construído, no Ocidente, a aliança entre Karl Marx e Maomé.

Perante uma religião satânica (por exemplo, o Islamismo; ou o maoísmo), ou seja, perante uma ideologia niilista, o ser humano equilibrado e normal sente-se impotente e confuso — porque o arquétipo mental do islamista está (literalmente) nos antípodas da mentalidade ocidental herdeira do Cristianismo.

A endogamia (defendida pelo próprio Maomé) é a chave do sucesso do niilismo islâmico: o casamento sistémico entre familiares próximos, ao longo de séculos, marcou o actual baixo nível de QI no mundo islâmico; e este baixo QI do muçulmano médio é essencial para a manutenção da religião satânica islâmica.

Um monge budista afirmou o seguinte acerca do Islão:

“O muçulmano é como a perca africana: primeiro destrói o habitat em que vive, eliminando as outras espécies; e depois de ter eliminado as outras espécies, dedica-se religiosamente a destruir os indivíduos da sua própria espécie”.

vantagem de ser maomerda-web

Sábado, 6 Julho 2019

Um recado do professor James Tour para o Carlos Fiolhais

Filed under: Carlos Fiolhais,David Marçal,Desidério Murcho,Rerum Natura — O. Braga @ 9:17 am

O professor de Química Orgânica na Universidade de Rice, James Tour, passa (no vídeo abaixo) um atestado de ignorância ao Carlos Fiolhais, David Marçal, e demais sequazes do blogue Rerum Natura incluindo o Desidério Murcho.

O caso de David Marçal consegue ser o mais grave, porque se trata de um professor universitário de bioquímica. Em Portugal entra-se para o quadro docente universitário com uma grande “cunha” — como se pode constatar pelo caso do David Marçal, que foi “cunhado” pela Esquerda com um “tacho” à medida.


Sexta-feira, 22 Março 2019

O Chiquismo

 

Há um determinado tipo de “conservador católico” que eu considero ser pior do que o esquerdista típico — a nova geração de progressistas direitosos e campeões dos direitos de braguilha; prefiro a bala marxista a uma palmadinha nas costas de um direitóide do CDS da Assunção Cristas ou do PSD do Rui Rio.

Prefiro a bala marxista a uma palmadinha nas costas de um direitóide do CDS da Assunção Cristas ou do PSD do Rui Rio.

Por exemplo, o papa-açorda Chico representa o que mais detestável existe no chamado “conservadorismo católico”. Vamos chamar a este novo “conservadorismo católico” de “Chiquismo”.

O Chiquismo segue a tradição da Teoria Crítica  do marxismo cultural  (que, por sua vez, influenciou a Nova Teologia  que marcou o Concílio do Vaticano II): utiliza violentamente a picareta ideológica, como se não existisse amanhã! Critica tudo e todos, mas não oferece uma alternativa social e política que seja facilmente perceptível: o revezamento ideológico (a alternativa do sentido da vida) é tão “absconditus” como o Deus que já não existe na realidade do actual “conservadorismo católico”. Essa alternativa social e política existe no discurso do Chiquismo, mas é propositadamente escondida para não assustar os católicos em geral.


Podemos ver, bem patente, o Chiquismo neste texto da autoria de moderno “conservador católico” que dá pelo nome de Patrick Deneen, e que o Carlos Fiolhais gostou tanto que transcreveu para o seu blogue. Quando o Carlos Fiolhais transcreve um texto no seu blogue, só devemos desconfiar.


Patrick Deneen faz uma crítica ao liberalismo político (americano). Eu também critico o liberalismo se este for concebido pela ruling class como um fim em si mesmo — que é o que acontece com o liberalismo do globalismo e dos neocons (não confundir “globalismo” e “globalização”: a globalização começou com os descobrimentos portugueses), e não como um meio ou instrumento político de prossecução da Vida Boa.

Ora, o tal Patrick Deneen não faz essa distinção entre meios e fins, no que diz respeito ao liberalismo americano que, conforme fundado no século XVIII, já pouco tem a ver com o liberalismo político actual.

Ou seja, Patrick Deneen não faz (no texto) a distinção entre o liberalismo religioso dos fundadores dos Estados Unidos, por um lado, e, por outro lado, o liberalismo ateu e materialista promovido pela maioria da ruling class americana actual.

Quando Donald Trump fala amiúde em “Deus” nos seus discursos, ele sabe perfeitamente que o liberalismo sem Deus não faz qualquer sentido — ou, como dizia o liberal Montesquieu: “Se Deus não existisse, teria que ser inventado”.

Deus é o fundamento metajurídico do liberalismo dos Estados Unidos; Deus é Aquilo que está “antes e para além” da própria Constituição dos Estados Unidos.

Não é possível defender a democracia e simultaneamente defender as ideias do papa-açorda Chico.

Se retirarmos Deus da simbologia política liberal americana, toda a estrutura constitucional e institucional americana é colocada em causa, como está, aliás, a acontecer actualmente com a radicalização à esquerda de gente como Alexandria Ocasional-Cortex ou Beto O’Dork.

Patrick Deneen não deixa de ter razão em algumas críticas que faz ao liberalismo político, mas “esqueceu-se” de traçar a mudança (na cultura política) do conceito de “liberalismo” desde o século XVIII — por exemplo, no século XVIII começou-se por chamar de “democráticas” às instituições liberais do século XVIII, mas hoje chamamos de “liberal” à servidão “democrática” (que de “democrática” tem apenas o nome): a construção política do leviatão da União Europeia é apenas um dos exemplos da “servidão democrática” que se diz “liberal”, e que obedece claramente a critérios de sinificação institucional.

Não é possível democracia sem o nacionalismo (esta foi a melhor herança de Napoleão: o Estado-Nação que torna possível a democracia). E é o nacionalismo que o Chiquismo condena, horrorizado! Não é possível defender a democracia e simultaneamente defender as ideias do papa-açorda Chico; e é isto que o Patrick Deneen não diz.

O Carlos Fiolhais é “fake news”

Quinta-feira, 31 Janeiro 2019

O pensamento empedernido do galopim do carvalho

 

O galopim escreveu:

“Foram as pedras e os fósseis, que muitas delas trazem dentro, que nos deram a conhecer a origem e a evolução da Terra e da Vida, ao longo de centenas de milhões de anos (Ma). Foi nesta evolução que matéria inerte, como são os átomos de oxigénio, hidrogénio, carbono, azoto e outros como fósforo e enxofre, em muito menores percentagens, se combinou a ponto de gerar a vida e, através do cérebro humano, adquirir capacidade de pensar”.


Só uma pessoa com os neurónios enrijecidos e fossilizados, cristalizados no sistema ortorrômbico ou triclínico, pode afirmar que o cérebro humano adquiriu capacidade de pensar a partir das pedras e da matéria inerte.

O galopim tem um pensamento empedernido; da mente dele já não sai nada senão ideias fossilizadas.

O galopim faz lembrar o alemão Ernst Haeckel, que no século XIX afirmava que a célula viva era uma coisa muito simples e que surgia espontaneamente da lama depois de uma chuvada. Mas o Ernst Haeckel tinha atenuantes: no século XIX ainda não existia, por exemplo, a bioquímica — ao contrário do galopim que viveu a passagem do século XX para o XXI, e que é de facto um burro catedrático!

O galopim do carvalho é uma besta! Mas é solenemente citado por outras bestas alcandoradas na Academia coimbrinha, como é, por exemplo, o Carlos Fiolhais.

Mas reparem bem na besta: “Foi nesta evolução que matéria inerte, como são os átomos de oxigénio, hidrogénio, carbono, azoto e outros como fósforo e enxofre, em muito menores percentagens, se combinou a ponto de gerar a vida”.

Trata-se de um pensamento dogmático; trata-se de uma religião — a organização da matéria inerte é vista como detentora de um sentido metafísico que tem por objectivo final a geração da inteligência humana.

O galopim é tão burro (quase tão estúpido quanto é o Carlos Fiolhais ) que, na sua saga contra a metafísica, não consegue ver que ele próprio defende uma espécie de religião.


Ver o artigo do galopim em formato PDF.

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