perspectivas

Quinta-feira, 27 Outubro 2022

¿Por que razão a Esquerda ganha quase sempre as eleições? Porque mente apaixonadamente !

A Direita, em juízo universal e por motivos culturais, tem mais dificuldade em mentir (politicamente) do que a Esquerda.

A Direita (propriamente dita) não é prometaica — é esta uma das razões por que o IL (Iniciativa Liberal), sendo um partido de índole utopista e transumanista ("Os Amanhãs Que Cantam" da pseudo-ciência), não é um partido de direita.

lula vs bolsonaro web

Quando o Carlos Fiolhais (por exemplo) diz que apoia o Lula da Silva porque este defende a ciência (afirmando, pelo contrário e literalmente, que o Jair Bolsonaro não apoia a ciência), o que ele está a fazer é transformar a ciência em ideologia.

“A ciência adapta a teoria à realidade, ao passo que a ideologia adapta a realidade à teoria.” — (Mathias Desmet, "The Psychology of Totalitarianism", 2022, página 44).

carlos fiolhais a ideologia da ciencia webA partir do momento em que o Carlos Fiolhais continua a afirmar a importância das ditas “vacinas” COVID-19 (que não vacinam nada nem ninguém), quando se verificou já o descalabro que estas causaram nas sociedades ocidentais, verificamos que gente como o Carlos Fiolhais transforma a ciência em pura ideologia.

«O totalitarismo é, em última análise, o corolário lógico de uma obsessão generalizada com a ciência, a crença na criação artificial de um paraíso na Terra: “A ciência tornou-se em um ídolo que curará, magicamente, os males da existência [humana] e transformará a natureza do ser humano” [‘As Origens do Totalitarismo’, Hannah Arendt]» — idem, página 48.

O Carlos Fiolhais é uma vergonha. O rei vai nu.

Quarta-feira, 24 Agosto 2022

O tipo de “ciência” do Carlos Fiolhais

Filed under: Aquecimentismo,Carlos Fiolhais,Cientismo,Globalismo — O. Braga @ 9:27 pm

Segundo a “ciência” do Carlos Fiolhais, e na medida em que os índios americanos usavam e abusavam dos combustíveis fósseis, a sua exterminação (por parte dos assassinos de raça branca) causou um arrefecimento global.

ciencia do carlos fiolhais web

Ou seja: segundo a “ciência” do Carlos Fiolhais, os “filhos-de-puta dos brancos” (de raiz cultural cristã, e por isso é que são filhos de puta) são (alegadamente) os responsáveis pelo aquecimento e pelo arrefecimento globais.

Quarta-feira, 20 Julho 2022

A “Ciência Pós-moderna”, de tipo “Carlos Fiolhais”

Filed under: Aquecimentismo,Carlos Fiolhais,Ciência,Cientismo — O. Braga @ 9:47 am

a ciencia do carlos fiolhais web

Quinta-feira, 7 Julho 2022

O cientista que acredita que o processo de Conhecimento não existia antes de o ser humano surgir na Terra

Filed under: Ciência,Cientismo,materialismo,Rerum Natura — O. Braga @ 7:08 pm

No blogue Rerum Natura, faz-se a apologia da ciência da seguinte forma:

«O livro de Gary Ferguson, “Oito grandes lições da Natureza”, publicado recentemente, é muito bom, pelas grandes ideias que contém e pela inspiração que encerra. É que “nós somos natureza,” como o autor refere. Parece óbvio, mas nem sempre é bem entendido. Eu diria mais: o que fazemos e o que produzimos é também Natureza


Pergunto: ¿O que é “Natureza”?

¿A Natureza (segundo o autor do artigo) inclui o Cosmos? ¿Ou apenas se limita ao conjunto ordenado de seres vivos, ou seja, a “natureza das coisas”, segundo o materialista Lucrécio? ¿Será, a “Natureza”, o princípio criador do universo, segundo o ateu e monista Espinoza (Deus Sive Natura)?

Para que haja ciência é necessário postular a insignificância do universo.

O problema que se coloca é o de que, para que haja ciência é necessário postular a insignificância do universo — porque a neutralidade axiológica (que a ciência diz defender) não é uma conclusão científica, mas antes é um postulado metodológico. Por isso, há que saber o que se entende por “Natureza”.

«A primeira “lição” é o mistério. Cita Albert Schweitzer: “à medida que adquirimos mais conhecimento, as coisas não se tornam mais compreensíveis mas sim mais misteriosas”».

Muito antes de Schweitzer, Nicolau de Cusa (1401 – 1464) resumiu esta ideia mediante o conceito de “Douta Ignorância”: se a verdade é do domínio do infinito, e o conhecimento humano é do domínio do finito, por mais que o Homem se aproxime do conhecimento da Verdade por graus sucessivos de conhecimento, todo o esforço de conhecer redundará em um relativo e proporcional “quase nada”.

«Embora a Natureza seja uma fonte sempre promissora de novos medicamentos, esses 60% não são sequer inspirados pelos seres vivos ou pela Natureza “clássica.” São criações humanas usando bases de dados de moléculas, computadores, conhecimentos sobre os alvos terapêuticos, síntese química, e muito mais coisas que a química medicinal inventou. Isso não é maravilhoso? Não aumenta o encanto? Eu acho que sim.»

O autor daquele texto acredita certamente que os números primos são invenções humanas: antes de o ser humano os inventar, “os números primos não existiam”.

A ideia segundo a qual “os conhecimentos sobre os alvos terapêuticos” já existiam antes de o ser humano os descobrir, é-lhe completamente estranha. Para ele, os princípios matemáticos e os axiomas da lógica não existiam antes de o ser humano os “criar”; e o universo também não!: “Afinal, ¿o que seria do universo se não existisse o ser humano?!”

Esta deificação prometaica do ser humano é a coisa mais estúpida que se aprende hoje nas universidades; e está ligada ao completo absurdo que é o materialismo.

Quarta-feira, 9 Fevereiro 2022

Há gente que acredita muito na “ciência”

Filed under: Cientismo,vacinas — O. Braga @ 1:50 pm
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Sexta-feira, 7 Janeiro 2022

COVID-19: a transmissão assintomática

Filed under: Cientismo,vacinas — O. Braga @ 5:49 pm
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O espectro da “transmissão assintomática” do COVID-19 (pseudo-ciência ou subjectivização da ciência) transforma o teu vizinho em uma ameaça potencial em relação à tua própria existência — não havia melhor método para os filhos-de-puta dos globalistas destruírem o tecido social dos países.

Terça-feira, 16 Novembro 2021

A ciência de tipo globalista

Filed under: Cientismo,vacinas — O. Braga @ 9:57 am
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Segunda-feira, 1 Novembro 2021

A ciência parece não ter mudado muito, em 100 anos

Filed under: Ciência,Cientismo,vacinas — O. Braga @ 6:10 pm
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Na pandemia da gripe espanhola de 1918, o governo da Nova Zelândia instalou espaços públicos para inalação de sulfato de zinco. Por exemplo, para se viajar de comboio, as pessoas tinham que apresentar um passaporte comprovando que tinham inalado sulfato de zinco.

A inalação do sulfato de zinco causava danos permanentes nos pulmões e na garganta, tornando as pessoas mais vulneráveis à infecção.

A ciência não mudou muito desde aquela época; pelo menos, na Nova Zelândia.

sulfato de zinco nz web

Terça-feira, 27 Julho 2021

A religião da ciência, as alterações climáticas e o COVID-19

Filed under: Carlos Fiolhais,Ciência,Cientismo — O. Braga @ 6:51 pm

Hoje, há (basicamente) dois tipos de pessoas: as que fazem da ciência uma religião, e as que já não acreditam na ciência.

As primeiras, dogmatizam a ciência; não são apenas pessoas ditas “do povo”, mas também ditos “intelectuais” como (por exemplo) os escribas do blogue Rerum Natura.

dragons dogmaPara os religiosos da ciência, basta que alguém publique “um estudo científico que prova qualquer coisa”, para que essa “qualquer coisa” fique definitivamente “provada” desde que não cause uma dissonância cognitiva em função das crenças ideológicas dessa criatura — o que significa que, se “a prova científica de qualquer coisa” for contra as crenças ideológicas do religioso da ciência, essa “prova de qualquer coisa” ou é ignorada ou mesmo hostilizada pela criatura.

Os religiosos da ciência (por exemplo, Carlos Fiolhais ) desligaram as instituições científicas, por um lado, da filosofia e método científicos, por outro lado; das “alterações climáticas” ao “COVID-19”, esse desligamento entre método científico e instituições científicas é, por demais, evidente.

Quando, por exemplo, a Catarina Martins fez recentemente um discurso de cinco minutos (no parlamento) e fala apenas e só de “alterações climáticas”, alegadamente “baseada na ciência”, temos um exemplo concreto de como a ciência é manipulada pela política, por um lado, e por outro lado de como se verifica o desligamento entre as instituições e o método científicos.

A irracionalidade voltou a estar na moda.

A ciência (ou aquilo que se convencionou actualmente ser “a ciência”) é uma poderosa fonte de Poder político — como podemos ver no discurso da Catarina Martins. Porém, o conformismo científico actual (manipulação política da ciência) é a principal inimiga da ciência propriamente dita.

O silêncio do Carlos Fiolhais (entre outros) perante a escabrosa manipulação da ciência por parte da Esquerda, é um escândalo.

Existe actualmente uma tensão entre ditos “cientistas” (da estirpe do Carlos Fiolhais) que pretendem apresentar uma voz unitária e autoritária da ciência, por um lado, e por outro lado, os que defendem a ciência enquanto filosofia que se mantém aberta a alterações de paradigma.

Face aos “religiosos da ciência”, surgem os “cépticos da ciência”.

Por exemplo, se a ciência politizada faz uma previsão incorrecta acerca do COVID-19 que custa ao povo muito dinheiro e restrição da liberdade, esta “ciência” não terá uma segunda oportunidade de dar ordens (de comportamentos) ao povo.

Quarta-feira, 14 Julho 2021

A necessidade que os me®dia merdosos têm de provar o contra-factual

Filed under: Cientismo,comunicação social,David Hume,me®dia,merdia — O. Braga @ 1:14 pm
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Durante a pandemia de Covid (H1N1) de 1918 (a chamada “gripe espanhola”, que matou cerca de 15 milhões de pessoas em todo o mundo), não havia nem vacinas, nem medicamentos, nem ventiladores nos hospitais; mas a pandemia “desapareceu” porque o vírus sofreu mutações que o tornaram menos mortífero (porque o próprio vírus procura sobreviver, e por isso muda).


fucken-antivaxxers-300-webActualmente, o cientismo – representado politicamente pela aliança entre o internacionalismo de Esquerda e a plutocracia globalista, que se traduz (entre outros fenómenos) no controlo total da Comunicação Social — afirma que o vírus do COVID-19 sofreu mutações mais benignas “por causa das vacinas”, mesmo sabendo nós que a esmagadora maioria dos casos de COVID-19 actuais incide em pessoas já vacinadas!.

O “argumento” utilizado pretende provar o contra-factual; e é o seguinte : “se não fosse a existência da vacina, o vírus não teria mudado para estirpes mais benignas”. Esta proposição é impossível de provar, porque pretende atribuir, a uma determinada consequência, as causas que se pretendem arbitrariamente validar.

Aliás, a estirpe “Delta” do vírus COVID-19 apareceu na Índia antes de qualquer campanha de vacinação naquele país, o que demonstra fortemente que as mutações virais são independentes das vacinas.

David Hume dizia que “a crença é um sentimento natural”; e sou obrigado a dar-lhe razão. “Todo o conhecimento da realidade carece de necessidade racional, e entra no domínio da probabilidade, e não no do conhecimento científico” (idem).

A ideia propalada pelos me®dia segundo a qual “as vacinas do COVID-19” (que, aparentemente, não imunizam grande coisa, porque os vacinados continuam a contrair COVID-19) “são um factor de mutação benigna do vírus do COVID-19”, é, ou uma crença, ou é propaganda ideológica malévola que pretende propalar uma determinada crença.

Um exemplo de uma proposição que pretende afirmar o contra-factual:

“se Portugal não tivesse entrado na zona Euro, não existiriam telemóveis no nosso país”.

É um facto demonstrável que o surgimento em massa de telemóveis coincidiu com a entrada de Portugal no Euro.

E não há forma de provar, de forma objectiva e em bom rigor, que Portugal teria telemóveis se não tivesse entrado na zona Euro — excepto se utilizarmos exemplos (analogia) de outros países que têm telemóveis e que não estão na zona Euro.

Trata-se, também, de uma falácia lógica conhecida como Argumentum ad Ignorantiam: neste caso, a ignorância representa a “falta de provas em contrário”: alegadamente, “a proposição é verdadeira porque não foi provada ser falsa”.

Sábado, 12 Junho 2021

A teoria do Aquecimento Global Antropogénico e o princípio da falsificabilidade de Karl Popper

O Henrique Sousa explana aqui (e muito bem!) as razões por que a teoria do Aquecimento Global Antropogénico é uma teoria  metafísica (é uma teoria que não pode fazer parte das Ciências da Natureza), na medida em que não é falsificável.


Para que se compreenda o que se quer dizer, vejamos a seguinte proposição:

“Todos os deuses falam grego”.

¿Será que esta proposição pode ser considerada como sendo passível de investigação científica? ¿Como é que eu posso ter a certeza de que “todos os deuses falam grego”?!

Esta proposição poderia fazer parte da ciência (da investigação científica) se alguém pudesse demonstrar que existe (pelo menos) um deus que falasse latim (por exemplo) — o que faria com que a referida proposição pudesse ser falsificada, porque a ciência parte do princípio segundo o qual toda a regra ou categoria tem (implicitamente) excepções (indução).

E são as excepções (demonstráveis) à regra geral que definem a falsificabilidade de uma teoria, e por isso, são as excepções que estipulam que uma teoria pode fazer parte de uma investigação científica.

Portanto, a proposição “todos os deuses falam grego” é uma proposição metafísica; não pode fazer parte das Ciências da Natureza enquanto não for encontrada uma excepção à regra proposicional que seja demonstrável.


Vejamos outra proposição:

“Todos os cisnes são brancos”.

A partir do momento em que alguém demonstre que existe (pelo menos) um cisne preto, esta proposição é falsificada, e por isso ela pode passar a fazer parte de uma investigação científica. A partir do momento em que a proposição “todos os cisnes são brancos” é falsificada, deixa de ser uma proposição metafísica e passa a ser uma proposição científica.

(more…)

Quarta-feira, 9 Junho 2021

Não confundir “epistemologia” com “epidemiologia”

Filed under: Ciência,Ciências Sociais,Cientismo,Raquel Varela — O. Braga @ 11:35 am

Ao contrário da literatura, que apenas interessa à pessoa particularizada (interessa ao indivíduo, enquanto tal, que lê a obra literária), a ciência interessa a todos, em geral (e não só ao indivíduo isolado). Ou seja: por definição, a ciência (refiro-me concretamente às Ciências da Natureza) tem, por finalidade, o interesse do colectivo humano.

Em todas as Ciências da Natureza, a epistemologia [epistemologia = estudo filosófico da evolução histórica de uma ciência em particular] é essencial para o seu desenvolvimento; e nesse sentido, podemos dizer que a filosofia (por exemplo, a filosofia da ciência) e a História são factores epistemológicos essenciais para as Ciências da Natureza. Mas isto não significa que a filosofia e a História façam parte das Ciências da Natureza!

Já não é a primeira vez que a Raquel Varela confunde “ciências humanas e sociais” com “Ciências da Natureza”, e com “ciências exactas” — por exemplo, quando ela escreveu que “a diferença entre ciências sociais” (por exemplo, a História), por um lado, “e ciências exactas” (por exemplo, a matemática), “é fictícia”.

As “ciências humanas e/ou sociais”, não são apenas ciências inexactas; são essencialmente ciências do inexacto.

Nas Ciências da Natureza, onde impera o princípio da falsificabilidade, apenas se arquivam os erros do passado; nas ciências sociais, onde impera a moda, os acertos também são arquivados à medida em que a moda “passa de moda”.

As ciências sociais (ou humanas) cristalizam-se em um sistema simplicíssimo, e não fluem através da História (ao contrário do que acontece com as Ciências da Natureza).

Nas Ciências da Natureza, uma pessoa que compreendeu uma determinada noção, compreendeu tudo o que é possível compreender acerca dessa noção; nas ciências ditas “humanas e sociais”, uma pessoa que compreendeu uma determinada noção, apenas compreendeu o que ela pôde (pessoalmente) compreender — nas ciências sociais e humanas, a inteligência (do indivíduo) é o único método que nos protege do erro; mas o problema é que muitos “cientistas sociais” são burros que nem portas!


karl popperNo sítio americano da C.D.C, “epidemiologia” é definida assim:

“By definition, epidemiology is the study (scientific, systematic, and data-driven) of the distribution (frequency, pattern) and determinants (causes, risk factors) of health-related states and events (not just diseases) in specified populations (neighborhood, school, city, state, country, global). It is also the application of this study to the control of health problems”.

A Raquel Varela escreveu o seguinte:

“Penso que 1 ano e meio depois ainda muitos não sabem que a epidemiologia não é uma ciência médica, muito menos matemática, certamente nunca uma ciência computacional. Tanto que a Associação Portuguesa de Epidemiologia tem no seu primeiro objectivo é, cito, “Estimular a abordagem multi-sectorial e interdisciplinar dos assuntos de âmbito epidemiológico”, ou seja, vários dos seus membros são das ciências sociais.”


Quando o conceito de “epidemiologia” se afasta das Ciências da Natureza (como defende a Raquel Varela), entra pela ideologia política adentro.

Epidemiologia é uma ciência da natureza que, como todas as ciências da natureza, conta com o apoio epistemológico da filosofia e da História. A ciência natural baseia-se sempre no passado (na experimentação, que pertence obviamente ao passado, e não apenas na experiência), e, por isso, a História e a filosofia são essenciais para o seu desenvolvimento.

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