perspectivas

Terça-feira, 6 Agosto 2019

A ideia desonesta segundo a qual “a selva da Amazónia é o pulmão do planeta”

A ideia segundo a qual “a selva da Amazónia é o pulmão do planeta” não passa de um conceito desonesto vindo de gente como o Carlos Fiolhais que dizem representar a “ciência” — trata-se de uma ideia que pretende impedir o desenvolvimento económico do Brasil e, por isso, garantir a perpetuação da Esquerda no Poder no Brasil por intermédio da manutenção da pobreza.

A Esquerda necessita da pobreza, como a boca precisa de pão.


Pela primeira vez desde Karl Marx, a Esquerda defende hoje um retrocesso económico das sociedades.

Até há pouco mais de 25 anos, a Esquerda defendia os alegados “direitos do trabalhador” (o operário e/ou o campesino) e “o direito a melhores condições de vida do povo”.

Mas a Esquerda actual — por exemplo, o Bloco de Esquerda, ou o PAN (Pessoas-Animais-Natureza) — defende que o nível de vida dos trabalhadores deve regredir (também através da eliminação da classe média), e em nome de um alegado “Aquecimento Global Antropogénico” que a ciência não verificou  (ver o que significa “verificação”, neste contexto), de facto.

Quando a gentalha da laia do Carlos Fiolhais e do Rerum Natura vier dizer que “a Amazónia é o pulmão do planeta”, respondam-lhes da seguinte maneira:

1/ 85% do oxigénio da atmosfera tem origem no plâncton dos oceanos (e não na “selva da Amazónia”);

2/ a quantidade de plâncton nos oceanos tem vindo a aumentar devido ao aumento de partes-por-milhão de CO2 na atmosfera (vemos como o plâncton estabelece a ligação entre o CO2 e o oxigénio na atmosfera).

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Quarta-feira, 10 Julho 2019

A agenda política de um fascismo à escala global

Filed under: Helena Damião,Rerum Natura — O. Braga @ 5:48 pm

Eu tenho o maior desprezo possível pelos editores do blogue Rerum Natura, nomeadamente Carlos Fiolhais, David Marçal, António Piedade e Helena Damião. E eu fundamento esse desprezo, desta vez, neste artigo da Helena Damião:

« O risco de se formar mais um "apartheid" – uma separação entre pessoas – com base na crise climática é real e está iminente. Esta é a principal conclusão do relatório elaborado pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU e que será apresentado na próxima sexta-feira.

Os muito ricos escaparão do calor e da seca em redutos do planeta e continuarão a fazer a sua vida de luxo, o resto da população estará (está) condenada a migrar e a empobrecer até limites extremos.

Os direitos básicos à vida, a um lugar na terra, a água, a comida, tornar-se-ão impossíveis para um crescente número de empobrecidos, abandonados à sua sorte, condenados à fome, a doenças e perseguições. Os direitos civis e políticos enfraquecerão. As revoltas, provocadas pela crescente desigualdade, serão inevitáveis; crescerá o nacionalismo, a xenofobia e o racismo. »

a certeza do futuro

Obviamente que a Helena Damião dirá que se limitou a transcrever uma “notícia” do “jornal” Púbico; mas a verdade é que se trata de uma transcrição acrítica (ela não faz a crítica do texto transcrito) e, por isso, é condescendente (diz o povo: “quem cala, consente”).

  • Esta visão apocalíptica do futuro da vida na Terra é um autêntico veneno ideológico concebido por estúpidos do calibre da Helena Damião e sequazes da nova Esquerda identitária;
  • esta “certeza do futuro” é de uma imbecilidade a toda a prova (ler: a mente revolucionária);
  • e quando bestas daquela índole colocam o patriotismo (nacionalismo) na mesma categoria conceptual do “racismo” e da “xenofobia” (seja o que for o que “xenofobia” signifique), verificamos como as elites globalistas e multimilionárias se aliam à Nova Esquerda com o intuito de instalar um fascismo à escala global (sinificação).

Só não tenho a certeza se a Helena Damião é uma idiota útil ou uma grande besta. Mas, para o caso, pouco importa saber.

Sábado, 6 Julho 2019

Um recado do professor James Tour para o Carlos Fiolhais

Filed under: Carlos Fiolhais,David Marçal,Desidério Murcho,Rerum Natura — O. Braga @ 9:17 am

O professor de Química Orgânica na Universidade de Rice, James Tour, passa (no vídeo abaixo) um atestado de ignorância ao Carlos Fiolhais, David Marçal, e demais sequazes do blogue Rerum Natura incluindo o Desidério Murcho.

O caso de David Marçal consegue ser o mais grave, porque se trata de um professor universitário de bioquímica. Em Portugal entra-se para o quadro docente universitário com uma grande “cunha” — como se pode constatar pelo caso do David Marçal, que foi “cunhado” pela Esquerda com um “tacho” à medida.


Terça-feira, 25 Junho 2019

A instrumentalização da ciência por parte da ideologia; ou a estupidez do Mealha Estrada


“¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?”

(Groucho Marx)


Vemos aqui um texto de um tal Miguel Mealha Estrada (nome alentejano, aposto) que é o exemplo da manipulação da ciência por parte de uma ideologia política — assim como o conceito nazi de “Untermensch” é pura manipulação ideológica da ciência.

O Mealha Estrada é um “nazi ao contrário”.

A existência de ideologias perigosas e desumanas não justifica que se escamoteie ou que se suprima a verdade científica.

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Quinta-feira, 31 Janeiro 2019

O pensamento empedernido do galopim do carvalho

 

O galopim escreveu:

“Foram as pedras e os fósseis, que muitas delas trazem dentro, que nos deram a conhecer a origem e a evolução da Terra e da Vida, ao longo de centenas de milhões de anos (Ma). Foi nesta evolução que matéria inerte, como são os átomos de oxigénio, hidrogénio, carbono, azoto e outros como fósforo e enxofre, em muito menores percentagens, se combinou a ponto de gerar a vida e, através do cérebro humano, adquirir capacidade de pensar”.


Só uma pessoa com os neurónios enrijecidos e fossilizados, cristalizados no sistema ortorrômbico ou triclínico, pode afirmar que o cérebro humano adquiriu capacidade de pensar a partir das pedras e da matéria inerte.

O galopim tem um pensamento empedernido; da mente dele já não sai nada senão ideias fossilizadas.

O galopim faz lembrar o alemão Ernst Haeckel, que no século XIX afirmava que a célula viva era uma coisa muito simples e que surgia espontaneamente da lama depois de uma chuvada. Mas o Ernst Haeckel tinha atenuantes: no século XIX ainda não existia, por exemplo, a bioquímica — ao contrário do galopim que viveu a passagem do século XX para o XXI, e que é de facto um burro catedrático!

O galopim do carvalho é uma besta! Mas é solenemente citado por outras bestas alcandoradas na Academia coimbrinha, como é, por exemplo, o Carlos Fiolhais.

Mas reparem bem na besta: “Foi nesta evolução que matéria inerte, como são os átomos de oxigénio, hidrogénio, carbono, azoto e outros como fósforo e enxofre, em muito menores percentagens, se combinou a ponto de gerar a vida”.

Trata-se de um pensamento dogmático; trata-se de uma religião — a organização da matéria inerte é vista como detentora de um sentido metafísico que tem por objectivo final a geração da inteligência humana.

O galopim é tão burro (quase tão estúpido quanto é o Carlos Fiolhais ) que, na sua saga contra a metafísica, não consegue ver que ele próprio defende uma espécie de religião.


Ver o artigo do galopim em formato PDF.

Segunda-feira, 17 Dezembro 2018

O Carlos Fiolhais está muitas vezes errado, mas ele não sabe

Filed under: Carlos Fiolhais,Ciência,Cientismo,Rerum Natura — O. Braga @ 6:24 pm

 

O Carlos Fiolhais está muitas vezes errado; mas ele é das poucas pessoas que não reconhece o seu erro.

Escreveu ele:

“O cientismo ou cientificismo é uma doutrina filosófica que teve origem em França no séc. xix (o termo original é scientisme), que defende o primado, para não dizer mesmo a exclusividade, da ciência empírica na aquisição de conhecimento”.

Anticientismo – Uma entrada do "Dicionário dos Antis"


A correcta definição  (noção ) de “cientismo” é a seguinte:

Atitude intelectual que se desenvolveu a partir da segunda metade do século XIX e que concede um valor absoluto ao progresso científico”.

Depois, podemos adicionar o seguinte ao conceito de “cientismo”:

O cientismo concede à ciência o monopólio do conhecimento verdadeiro e atribui-lhe a capacidade de resolver progressivamente o conjunto dos problemas que se apresentam à Humanidade. A noção de cientismo foi fundada por Augusto Comte, com o Positivismo (o Positivismo, este sim!, é uma doutrina!, e não o cientismo).

Segundo Karl Popper, o cientismo é a crença dogmática na autoridade do método científico e nos seus resultados, que é totalmente errada porque dirigida contra o método crítico da ciência da natureza ou contra os grandes cientistas.


Portanto, o cientismo não se circunscreve à “ciência empírica” (como diz o Carlos Fiolhais) — até porque há positivistas que não são exclusivamente empiristas (por exemplo, Ernst Mach, ou mesmo o Bispo irlandês Berkeley, são dois exemplos de positivistas que não se reduzem ao empirismo), por um lado; e por outro lado, o cientismo abrange teorias ditas “científicas” que não são falsificáveis (princípio da falsificabilidade) , como por exemplo o conceito de “macro-evolução” neodarwinista, ou a teoria do Aquecimento Global Antropogénico, ou ainda a moderna “teoria de género” (Ideologia de Género).

Domingo, 11 Novembro 2018

¿Quem te manda a ti, sapateiro, tocar tão mal rabecão?

 

O Carlos Fiolhais escreveu o seguinte (ver ficheiro PDF):

“Já está nas bancas o novo livro de Peter Atkins, químico e escritor de ciência que estará em Lisboa no Auditório do Oceanário na próxima sexta-feira para fazer uma conferência a convite da Fundação Francisco Manuel dos Santos. O livro, uma edição apoiada por aquela Fundação, intitula-se "Como surgiu o Universo" (colecção "Ciência Aberta" da Gradiva, excelente tradução de Fátima Carmo) e subintitula-se "As origens das leis naturais".

Para Atkins o Universo surgiu espontaneamente, sem necessidade de intervenção de um criador.”


Longe vão os tempos em que Einstein dizia que “Deus não joga aos dados”; hoje, os palhaços que mandam na ciência transformam Einstein num palhaço.

¿Por que razão um químico se aventura na metafísica, em vez de se concentrar nas retortas de alquimista? E ¿por que razão o Carlos Fiolhais escreve sistemicamente asneiras?

O discurso do referido químico é anti-realista (contra o realismo filosófico) quando revela a habitual hostilidade empiricista em relação à matemática, por um lado, e é positivista, por outro lado. Continuamos com a mania da predominância do positivismo na cultura “intelectual” — eu, que pensava que o positivismo tinha sido metido no seu lugar próprio.


atkins

Num outro postal, o Carlos Fiolhais continua com a saga do referido químico (ver ficheiro PDF):

"Gostaria de afirmar que não aconteceu nada de extraordinário na Criação — escreveu o químico. Naturalmente que o Carlos Fiolhais, com o seu cérebro de galináceo, subscreve esta teoria segundo a qual “não aconteceu nada de extraordinário na Criação”; porque, caso contrário, o Carlos Fiolhais teria escrito qualquer coisa em contraditório.

Escreve o químico retardado:

«Não aconteceu nada de extraordinário? Sim, é um grande passo pensar em toda essa hiper-actividade, energia e emergência [do Big Bang] da matéria fundamental em geral como não sendo nada de extraordinário

naturalismo_darwinO químico retardado classifica o início do universo como um “enigma”; ora, um enigma tem resolução. O que ao tem resolução científica, nem terá, é um “mistério”. Podemos inferir a forma do fenómeno do Big Bang, mas nunca saberemos exactamente o seu conteúdo. Por isso trata-se de um mistério, e não de um enigma. Mas falar disto ao Carlos Fiolhais é perder tempo com alguém que utiliza sistematicamente o argumento Ad Verecundiam nos seus textos → não é por que um homem é químico que tem autoridade em metafísica, ou mesmo na física.

O texto do químico é histriónico. A ideia-base do químico é a seguinte: se nós dissermos, por exemplo, que “o sistema imunitário animal é um sistema muito simples e de fácil construção”, então torna-se provável que a ciência consiga explicar a construção do sistema imunitário.

Estamos em presença da invasão da ciência por parte do subjectivismo pós-modernista que caracteriza a politização da ciência pelo marxismo cultural. Ou seja: para o referido químico, as coisas não são o que são: em vez disso, as coisas são aquilo que nós quisermos que sejam. Não tarda nada veremos o químico mudar de sexo.

Mais tarde, no texto, o químico rectificou a teoria e diz que “o universo surgiu do nada” (plagiou a tese do paraplégico Hawking) . Naturalmente que teríamos que definir “nada”. Mas, para estes “cientistas” da treta, as definições contam pouco: o que interessa é a prestidigitação das palavras para enganar os incautos — a “traição dos intelectuais”, de acordo com Julian Benda.

A partir deste livro (o do referido químico e endossado pelo Carlos Fiolhais) ficou demonstrado que “a ciência pode provar que uma coisa não existe” — o que revela um avanço metafísico enorme na ciência marxista cultural.


Repare bem, caro leitor, em um par de pérolas do químico endossado pelo Carlos Fiolhais :

“a eliminação de uma pergunta pode ser uma forma legítima de lhe responder”

“Sem actividade, não é necessário agente.”

Coloco aqui, por exemplo, a pergunta de Leibniz: “¿por que razão existe algo, em vez de nada?”. Segundo o referido químico e o galináceo cerebral Carlos Fiolhais, basta eliminar a pergunta de Leibniz e fica o problema resolvido. “Prontos! Negamos a pregunta e tomaticamente ficou respondida a pregunta!”

A ideia do químico é a de que o estado actual do conhecimento científico é suficiente e bastante (presentismo epistemológico); a dinâmica da epistemologia é negada em função de uma obsessão anti-metafisica (esquecendo-se que a negação da metafísica é sempre uma forma de metafísica) — assim como Galileu errou a sua teoria das marés por ter subestimado a influência da Lua nas marés, devido à sua (dele) obsessão contra a astrologia.


¿Quem te manda a ti, Carlos Fiolhais, tocar tão mal rabecão? Dedica-te à pesca!

Quarta-feira, 17 Outubro 2018

Quando ouço falar em “mundo melhor”, fujo a sete pés !

 

PROBLEMAS, CONJECTURAS E TEORIAS PARA UM MUNDO MELHOR

Quinta-feira, 6 Setembro 2018

Os palhaços do Rerum Natura, “donos da ciência”, voltam à carga !

 

A teoria do Aquecimento Global Antropogénico é, como está explícito, uma teoria.

Em epistemologia, uma teoria deriva, por indução, de dados experimentais; mas isto não significa que não existam outros dados experimentais que contradigam e coloquem em causa a referida teoria…!

Segundo Karl Popper, não é possível compreender totalmente uma teoria formulada, porque é impossível conhecer todas as suas conclusões lógicas — ou seja, é impossível excluir o surgimento de contradições internas dentro de uma teoria. A verdade científica não pode ser provada com certeza nem através da experiência e nem através da intuição intelectual, porque na ciência não existe nenhum indicador infalível para a verdade.

Mas para os idiotas e palhaços do Rerum Natura, em ciência existem indicadores infalíveis para a verdade. Ou seja, a palhaçada no Rerum Natura funciona à base de dogmas. E quem não segue um determinado dogma politicamente correcto, é “negacionista”.

Quando uma das principais luminárias da Universidade de Coimbra é o Carlos Fiolhais, não admira que a referida universidade tenha deixado a lista das melhores 500 universidades do mundo. E, a continuar assim, mais vale fechar a tasca.


O palhaço David Marçal fala em “consenso” científico em torno da ideia da “origem humana” das “alterações climáticas”. E é baseado nesse tal “consenso” que o palhaço pretende proibir — porque a ideia é essa: proibir! Se ele pudesse, proibia !— a realização de uma conferência no Porto que sugere outros caminhos e outras metodologias para a análise do problema climático.

O Carlos Fiolhais e o David Marçal pretendem impôr um discurso ex-cátedra; ou seja, pretendem impôr uma autoridade de direito  em nome da “ciência” — e, desde logo, o David Marçal incorre na falácia Ad Verecundiam: ele não é cientificamente qualificado para impôr paradigmas na matéria em discussão. A opinião dele não passa disso mesmo: opinião.

Um eventual “consenso científico”, a existir, não é garantia de verdade científica, e muito menos de certeza. Os palhaços do Rerum Natura são intelectualmente desonestos.

Dou um exemplo.

Lorentz elaborou uma teoria segundo a qual todos os corpos na Terra se submetem a uma contracção momentânea na direcção do movimento de rotação da Terra através do “éter circundante” (a teoria da contracção, de Lorentz). Ficou assim “explicado” o resultado da experiência Michelson-Morley, que mostrou que a velocidade a que a luz se desloca é a mesma em todas as direcções na superfície terrestre: esta experiência era inconsistente com a teoria do éter, segundo a qual a velocidade a que a luz se desloca deveria ser mais baixa na direcção do movimento da Terra através do éter, do que numa direcção perpendicular a este movimento.

A teoria da contracção de Lorentz estabeleceu a concordância entre a teoria e a experimentação; e, naquela época, também existiu um “consenso científico” que validou a teoria de Lorentz. Mas a teoria de Lorentz estava errada!.

Invocar o “consenso científico” para calar opiniões divergentes, ou mesmo impedir métodos diferenciados de investigação, só pode vir de palhaços que se consideram os “donos da ciência”.

Palhaços!

Segunda-feira, 23 Julho 2018

Os comunistas não desistem de lutar pelo Poder totalitário

Filed under: Comunismo,Helena Damião,Rerum Natura,socialismo — O. Braga @ 11:00 pm

 

É claro que sempre houve injustiças e desigualdades, e sempre as haverá enquanto existirem seres humanos. Mas os comunistas juram a pé juntos “que não”, “que lhes dêem o Poder concentrado, e eles resolvem o problema da injustiça e da desigualdade” — mais de 100 milhões de vítimas mortas, depois de Lenine.

Os comunistas dizem-nos: “dêem-nos a concentração do Poder político, e construiremos o paraíso na Terra” — como defende a Helena Damião em nome de uma qualquer utopia, e parafraseando um qualquer comunista de seu nome Riccardo Petrella —, o mesmo “paraíso na Terra” de sempre: mas logo que tomam o Poder totalitário, a elite comunista entretém-se a matar gente em nome da utopia. Sempre foi assim, mas a Helena Damião diz que não: “aquilo que se passou, no século XX, não era o verdadeiro comunismo!”: são necessárias mais uns 100 milhões de vítimas assassinadas para que a verdadeira utopia se cumpra!

verdadeiro-socialismo-web

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Quinta-feira, 22 Fevereiro 2018

O maniqueísmo politicamente correcto da “ciência que só tem um lado”

 

O Carlos Fiolhais plasmou no seu (dele) blogue um texto de uma tal Vera Novais acerca da “ciência oficial”, por um lado, e dos “hereges”, por outro lado — é claro que o Carlos Fiolhais faz parte da versão correcta da ciência que é aquela que faz parte do paradigma vigente.

Pelo que compreendi, a tal Vera quis saber se o leite faz mal ou bem à saúde, e para isso parece que “recorreu à ciência” que, diz ela, “se opõe à pseudo-ciência” — para escrever um artigo sobre o assunto (artigo esse a que eu não tive acesso, e até seria prolixo e improfícuo que eu tivesse porque não é isso que me interessa agora).

O que me interessa saber, da tal Vera, é esta proposição :

“ (Ela) não tinha de ouvir dois lados da questão, tinha de ouvir apenas um: o lado da Ciência”.

É claro que o Carlos Fiolhais, o sumo-sacerdote da ciência oficial e sacrossanta (positivista) em Portugal, tinha que vir a terreiro dar a bênção à Vera Novais. O problema é que a ciência tem de facto “vários lados”, ou seja, podemos dizer que “existem vários lados da ciência”.


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Quinta-feira, 25 Janeiro 2018

A impiedade do Carlos Fiolhais

 

Animals are FROZEN SOLID as temperatures drop to MINUS 56C in Kazakhstan

O Carlos Fiolhais diz que é amigo da Natureza, mas em vez de pedir aos deuses da ciência que mandem vir um pouco de Aquecimento Global, deixa que os animais morram congelados.

cazaquistao-web

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