perspectivas

Sábado, 23 Abril 2022

A obsessão liberal pela “igualdade” é o fundamento do novo totalitarismo

A busca pela “igualdade total” impõe um totalitarismo neognóstico que, através da ideologia, pretende alterar/modificar a estrutura fundamental da Realidade. igualdade novo totalitarismo web

“O gnosticismo é um sistema de crenças que nega e rejeita a estrutura da realidade, particularmente a realidade da natureza humana, e substitui-a por um mundo imaginário construído por intelectuais gnósticos e controlado por activistas gnósticos.”

Eric Voegelin

(more…)

Quarta-feira, 13 Abril 2022

Carlos Guimarães Pinto: entrada de leão, saída de sendeiro

Filed under: André Ventura,CHEGA — O. Braga @ 8:39 pm
Tags:

Segunda-feira, 11 Abril 2022

As múmias paralíticas

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 5:07 pm
Tags: , , , ,

mumias paraliticas web

Quinta-feira, 10 Fevereiro 2022

Cotrim, o peixe da costa: outro que está obcecado com o “centro”

Filed under: liberalismo,neoliberalismo — O. Braga @ 10:46 am
Tags: ,

Rui Rio andava obcecado com o centro político, seguiu as indicações de José Pacheco Pereira e levou uma banhada eleitoral. O próximo será o Cotrim, o peixinho da costa (¿ou o peixe do Costa?).

cotrim peixe miudo web

Segunda-feira, 31 Janeiro 2022

A Esquerda eleitoral uniu-se em torno do monhé Costa para aumentar a corrupção e o nepotismo em Portugal

“O Poder tende a corromper, e o Poder absoluto corrompe absolutamente” → Lord John Dalberg-Acton

poder absoluto web

  • Vem aí uma segunda edição da maioria absoluta de Sócrates — mas, desta vez, com uma estratégia muito mais dissimulada e sofisticada, à imagem do manhoso monhé.
  • Os portugueses vão passar (mesmo!) muito mal nos próximos anos, porque o nepotismo e a corrupção passam agora a ser jurídica- e constitucionalmente sustentados (com o silêncio hipócrita da constitucionalista Isabel Moreira), por um lado, e por outro lado, passamos a ter um presidente da república que é uma pura figura de retórica (sempre foi, mas agora mais ainda): resta, agora, ao Marcelo Rebelo de Sousa ir para casa.
  • O monhé Costa, agora, faz o que quer e lhe dá na real gana — tal como eu escrevi acerca da maioria absoluta de Sócrates: “o povo eleitor e José Sócrates fizeram um acordo: o povo diz cobras e lagartos dele, e ele faz o que quiser.”
    António Costa vai fazer o que quiser.
  • A “bazuca de massa” proveniente da União Europeia vai ser distribuída pelos amigos do monhé. No futuro próximo, iremos ter mais “Rendeiros” e “Salgados”,e maçons quejandos, para disfarçar aqueles que não são apanhados pela Justiça.

    assunçao cristas quotas-web

  • A verdadeira responsabilidade do desaparecimento progressivo (e progressista) do CDS cabe a Assunção Cristas — e não ao Chicão, e ao contrário do que dizem (convenientemente) os me®dia (corruptos). O Chicão já não foi a tempo de parar o processo de degenerescência do CDS. Enquanto os militantes do CDS não compreenderem uma coisa tão simples como esta, não haverá qualquer hipótese de ressurgimento do CDS.
    assunção cristas web

  • Rui Rio é um palhaço, que durante anos alimentou a voracidade de Poder do monhé manhoso. Se Rui Rio continuar, vamos ter uma segunda edição do destino do CDS.
  • O IL (Iniciativa Liberal) teve um voto elitista, restrito às duas grandes cidades; o CHEGA teve um voto popular, distribuído por todo o território nacional. O futuro nós dirá se o IL (Iniciativa Liberal) conseguirá negar e retirar ao povo português a sua (deste) integridade territorial e a sua nacionalidade.
  • Portugal continuará a crescer de uma forma anémica, entre 0,5 e 1% por ano. No final da legislatura do monhé corrupto, o PIB per capita da Bulgária e/ou da Turquia serão maiores do que o português, enquanto os amigos e os correligionários do Costa enchem os respectivos bandulhos à custa da corrupção e nepotismo generalizados.
  • Entretanto, todos os anos o monhé irá oferecer dezenas milhões de Euros às empresas de comunicação social (vulgo me®dia), dinheiro esse que pertence ao povo português.
    É assim que se ganham eleições em Portugal: corrompendo tudo e todos.

Sexta-feira, 28 Janeiro 2022

¿O que significa “Globo-Homo” (ou Globohomo)?

Filed under: Globalismo,Globo-Homo,neoliberalismo — O. Braga @ 10:51 pm
Tags:

Conceito composto pelo diminutivo “globo”, referente a “globalismo”, e pelo diminutivo “homo”, de “homossexual” — usado, de forma sarcástica, para denunciar uma determinada ideologia adoptada pela elite ocidental, e comummente chamada de “neoliberalismo”.

O conceito de “Globo-Homo” combina um capitalismo desumano e cruel, operado e coordenado pelas principais empresas multinacionais, por um lado, com uma pura fachada política dita “liberal” e com alegadas e putativas “preocupações sociais”, por outro lado.

retirada globo-homo web

Um exemplo da política Globo-Homo é expressa no seguinte diálogo virtual entre dois cidadãos americanos:

Cidadão #1 :

“¿Sabias que a Coca-Cola lançou um novo anúncio publicitário televisivo com dois homens que estão a criar juntos uma criança, e que se assumem contra a lei do Estado da Geórgia que exige a apresentação de identificação para se poder votar? Fico contente de as empresas estarem a tomar posições a favor de situações correctas”.

Cidadão #2 :

“A Coca-Cola é a mesma empresa que enviou tropas privadas (para-militares) para assassinar sindicalistas e trabalhadores grevistas na sua fábrica na Colômbia. Esse anúncio publicitário não passa de propaganda Globo-Homo”.

Ver : Globohomo, no Dicionário Urbano

Quinta-feira, 27 Janeiro 2022

Adolfo Mesquita Nunes: o liberal Globo-Homo que apoia o partido IL (Iniciativa Liberal)

Filed under: Globalismo,imigração,neoliberalismo — O. Braga @ 10:35 pm
Tags: , , , ,

Em 2012 escrevi um verbete com o título: “Adolfo Mesquita Nunes: o submarino” (dentro do CDS).

A agenda (política) de Paulo Portas e de Adolfo Mesquita Nunes era o de transformar o partido CDS em uma espécie de partido liberal globalista, de tipo Globo-Homo.

Estes dois estafermos, pelo que se vê, (ainda) não conseguiram levar adiante os seus (deles) desígnios — até porque entretanto surgiu o partido IL (Iniciativa Liberal) que é um partido Globo-Homo por excelência, o que retirou espaço ao projecto do “CDS Globo-Homo”.

Entretanto, o submarino Adolfo Mesquita Nunes declarou que iria votar agora no partido IL (Iniciativa Liberal) “Globo-Homo” — o que me deu razão, desde 2012! As pessoas normais têm que perceber uma coisa: estes grandes paneleiros pensam a muito longo prazo.

morangos imigrantes web

A sociedade que os liberais Globo-Homo pretendem para Portugal é a que é espelhada nesta notícia do jornal britânico “The Guardian”: Trabalhadores imigrantes do sul da Ásia recebem menos de um salário mínimo para apanhar morangos em Portugal.

É este o Portugal pretendido pelos liberais Globo-Homo do partido IL (Iniciativa Liberal).

Por isso é que os jornais, em geral, e o Observador em particular, estão constantemente a dizer que “falta mão-de-obra em Portugal”: de facto, é verdade: falta mão-de-obra a ganhar menos do salário mínimo português!

Por isso é que esses criminosos (em conluio com o Partido Socialista, PAN – Pessoas-Animais-Natureza e Bloco de Esquerda, mas por razões relacionadas com a intenção de formação de formação de uma nova classe social de miseráveis) pretendem abrir as fronteiras à imigração massiva.

Sexta-feira, 14 Janeiro 2022

¿O partido IL (Iniciativa Liberal) é de Direita? (parte 1)

Filed under: Esquerda,Vamos Endireitar — O. Braga @ 8:20 pm
Tags:

Hoje, os ditos “intelectuais” insistem na ideia de que “já não existe Esquerda e/ou Direita”; a primeira vez que ouvi esta tese foi em uma entrevista radiofónica em meados da primeira década do século XXI, na rádio TSF, proferida pela militante do CDS, Teresa Caeiro; fiquei logo “com a pulga atrás da orelha”: quando uma militante proeminente do CDS (e pessoa de confiança de Paulo Portas) diz publicamente que “já não existe Esquerda e/ou Direita”, não seria de estranhar que o CDS acabasse como acabou hoje.

O que define a Esquerda ou a Direita, em primeiro lugar (há outros factores, embora menos importantes) é a mundividência (a forma como se vê o mundo e o ser humano). Obviamente, há quem se diga “de Direita” (ou de Esquerda) e, na prática, não é. Uma coisa é ser; outra coisa é parecer. Há muita gente que se esforça por parecer aquilo que não é.

Entre a Esquerda e a Direita existe uma diferença fundamental, e absolutamente irreconciliável. A Direita (a propriamente dita) escora-se no conceito de “autonomia do indivíduo” como base da liberdade inerente à Natureza Humana como algo de intrínseca- e fundamentalmente inalterável — ao passo que a Esquerda nega o conceito de Natureza Humana essencialmente perene, e acredita que pode alterá-la radicalmente através de engenheiras sociais promovidas pela elite gnóstica (gnosticismo moderno).

Por isso é que, por exemplo, o Anselmo Borges, que se diz “católico”, é de esquerda — porque acredita que a Natureza Humana pode ser radicalmente alterada por uma elite gnóstica: trata-se de um Pneumático moderno; e o mesmo se aplica ao Chico, o tal que se diz “papa”.

Ser católico, por exemplo, não significa que se é de Direita: o católico de Esquerda tem uma visão monista e imanente da realidade (por exemplo, Anselmo Borges ou o Chico), ao passo que católico de direita tem uma visão exclusivamente transcendental da realidade.

* Um indivíduo de direita segue os princípios da cultura ancestral — conforme Mircea Eliade nos relatou nos seus livros de investigação antropológica — que se baseiam no conceito de “pecado original”. O ser humano é visto (pela pessoa de direita)como um “anjo caído”, um “animal ferido” na sua origem ontológica, e o objectivo da política é o de suprir as lacunas dessa fraqueza originária humana mediante instituições fortes e que se fundamentem na herança histórica. O indivíduo de direita é um herdeiro de uma civilização, e ao mesmo tempo é o transmissor dessa civilização para as gerações futuras. Para um indivíduo de direita, a tradição é a condição do progresso.

* Um indivíduo de esquerda recusa a herança da tradição porque acredita que o futuro (a utopia, sempre presente) é portador de maior felicidade e de sempre crescente liberdade, e considera o passado como limitador dessa felicidade e dessa liberdade. Por isso, para o indivíduo de esquerda, a política significa romper com a tradição em nome de um alegado  “progresso”. Para a esquerda, o ser humano é um ser naturalmente bom (o “bom selvagem”, de Rousseau) e sem “pecado original”, que tende, pelo sentido da História, a um progresso em direcção à perfeição (Historicismo, e o “progresso” utópico visto como uma “lei da natureza”), sendo que considera que os “arcaísmos do passado” são obstáculos a ser removidos em função desse progresso rumo à perfeição do ser humano e ao paraíso na Terra — e a política é vista como uma forma de libertação desse “passado arcaico”.

Portanto, caros amigos: a Esquerda e a Direita (ainda) existem. O que se passa é que a maioria actual é de Esquerda.

Na segunda parte deste verbete irei escrever acerca deste artigo do Inconveniente.

Terça-feira, 16 Março 2021

Um postal dedicado aos “liberais” Insurgentes e ao IL (Iniciativa Liberal)

Aquando das eleições americanas no passado mês de Novembro, um tal Insurgente de seu nome Mário Amorim Lopes (MAL), escreveu no Twitter que preferia “de longe” que o João Bidé ganhasse as eleições (em vez de Donald Trump);

mas não foi o único: vários “insurgentes” criticaram ferozmente o Donald Trump durante os quatro anos em que este foi presidente. E mesmo no Blasfémias, “liberais” como o Gabriel Silva ou o Telmo Três Nomes, não se cansaram de criticar o Donald Trump “por ser de direita”.

Pergunto-me se os referidos “liberais” — que apoiaram e torceram pelo João Bidé — são, de facto, liberais. Das duas, uma: ou são “liberais socialistas”, ou são “liberais de merda”. Venha o diabo e escolha.

joao-bide-impostos-web

Sexta-feira, 3 Maio 2019

A “pessoa”, como princípio de diferenciação cultural que caracteriza a singularidade da Europa (1)

 

A Cristina Miranda diz aqui aquilo que eu já resumi (neste espaço) da seguinte forma: a diferença entre o Bloco de Esquerda, por um lado, e os liberais portugueses, por outro lado, reduz-se à (concepção da) economia. Em tudo o resto são semelhantes, são compagnons de route do movimento revolucionário que conduzirá inevitavelmente a um novo tipo de totalitarismo.

« [os liberais portugueses] são uma espécie de “bloco de esquerda” nas liberdades individuais e no progressismo, mas liberais “não-socialistas” na economia.»

Lamento mas a Direita nunca governou em Portugal


A redução da realidade inteira à economia é uma característica própria de indigentes intelectuais, ou então de marxistas (o que vai dar no mesmo).

O “dilema” dos liberais portugueses é o de que não é possível (em termos práticos) defender o liberalismo na economia ao mesmo tempo que se defende uma cada vez maior (e multifacetada) intervenção do Estado na sociedade (ou seja, defender o liberalismo económico e, simultaneamente, defender a negação crescente e progressiva do liberalismo político).

Os liberais portugueses vivem em uma situação política de contradição insanável. Os liberais portugueses caíram numa armadilha ideológica que os conduzirá inexoravelmente à sua (deles) morte política.

E a armadilha ideológica colocada pela Nova Esquerda (a que se seguiu à queda do muro) consiste na ideia segundo a qual “é preciso cada vez mais intervenção do Estado na sociedade para assim defender uma cada vez maior afirmação da liberdade do indivíduo”. Mas os liberais portugueses não vêem a contradição do propósito da Esquerda.

Uma crescente e cada vez maior intervenção do Estado na sociedade não pode obviamente conduzir a uma maior liberdade individual, mas antes conduz à anomia e ao isolamento do indivíduo face a um Estado plenipotenciário  — ou seja, conduz ao prelúdio de um novo tipo de totalitarismo que tem como desígnio o fascismo chinês.

Não é por acaso que o fascismo chinês é o modelo político defendido pelas elites mundialistas para as diferentes regiões do planeta, e a União Europeia é uma clara tentativa impôr na Europa um fascismo político à imagem da China (sinificação).

A discussão deste assunto é prolixa: os liberais portugueses, salvo excepções, têm um baixo Coeficiente de Inteligência. Discutir com eles é “chover no molhado”.

%d bloggers like this: