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Sábado, 18 Maio 2013

A quântica deve fazer parte do ensino da filosofia

Filed under: filosofia,Quântica,Ut Edita — O. Braga @ 8:33 pm
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Os princípios que orientam a dialéctica hegeliana e/ou marxista estão hoje destruídos pela verificação dos factos científicos.

A quântica deveria ser uma disciplina do curso superior de filosofia. Não a mecânica quântica propriamente dita (com o seu formalismo matemático), mas antes as consequências teóricas e filosóficas da mecânica quântica. Se a quântica fosse uma cadeira do curso superior de filosofia, haveria desde logo duas implicações directas na cultura intelectual: os paradigmas da ciência passariam a ser olhados muito mais criticamente, por um lado, e, por outro lado, a dialéctica hegeliana e marxista seriam totalmente destruídas através da infiltração dos novos intelectuais nos me®dia. Ora, é isto que não convém à actual classe política. À actual classe política convém o obscurantismo.

Os princípios que orientam a dialéctica hegeliana e/ou marxista estão hoje destruídos pela verificação dos factos científicos, mas a maioria das pessoas ainda não se deu conta disso. A filosofia não pode só olhar para o passado. Tem que olhar também para o presente, para aquilo que existe hoje. A filosofia não pode olhar só para o passado para fazer de conta que o presente não existe. A filosofia não pode continuar a validar a dialéctica hegeliana e marxista, mesmo que se saiba hoje que a ciência já as invalidou. A filosofia não se pode afastar da ciência.

Mesmo em Proudhon, a sua “dialéctica das sociedades” — oposto a Hegel na medida em que recusa o movimento da síntese — é aparente. Se eu olho para, ou analiso a sociedade que me rodeia, é-me impossível dissociar dela, fazer de conta de que eu estou numa posição exterior a ela. É essa também a dificuldade dos antropólogos e dos sociólogos que estudam a sociedade como um objecto em relação ao qual eles se colocam numa posição de sujeito, como se estivessem separados da sociedade que analisam. No conceito de “dialéctica das sociedades” de Proudhon, acontece um fenómeno semelhante: conceitos como os da “dialéctica das sociedades” são simplificadores, interpretam a aparência.

A lógica matemática, que está na base da física quântica, tem símbolos que se referem representações. A filosofia não tem que se preocupar com os símbolos matemáticos, mas com as representações desses símbolos com recurso a imagens perfeitamente compreensíveis por alguém minimamente preparado intelectualmente.

Com a quântica, alguns conceitos familiares — como por exemplo, o de dialéctica, de Hegel ou de Proudhon — abrem falência desde que tentemos transpô-los para fora do domínio limitado no qual têm uma utilidade prática. A dialéctica é um método aparente ( uma “bengala” ) de interpretação de uma parte da realidade, assim como o conceito abstracto mas inexistente de “espaço absoluto” foi um método (uma “bengala conceptual”) utilizado por Newton para conceber a sua mecânica.

A dialéctica, com síntese (Hegel e Karl Marx) ou sem síntese (Proudhon) é uma interpretação ingénua da realidade, porque num caso como noutro, pressupõe um determinismo na acção humana ou das sociedades. Um exemplo de um “escritor quântico”, por assim dizer, é José Luís Borges, que através da sua obra desenvolveu o paroxismo a tal ponto em que as estratégias de conhecimento desembocam num universo labiríntico em relação ao qual não se aplica qualquer sistema dialéctico, em que a acção flui sem que se oponham tese e antítese e sem que exista uma síntese, e na medida em que cada momento do tempo é totalmente independente de qualquer outro momento — como se o universo fosse recriado a cada segundo cósmico.

Da mesma forma que nós vemos de facto uma trajectória de uma seta disparada contra um alvo, quando na realidade essa trajectória não existe de facto mas é apenas a soma de todas as posições isoladas, e independentes umas das outras, da seta no decurso do movimento em direcção ao alvo — assim a dialéctica é a trajectória da História que nós “vemos”, ilusoriamente, mas que não existe na realidade enquanto tal.

‘ O progresso da opinião pública ‘

“Quando aprovaram o casamento gay disseram que a adopção era um assunto completamente diferente. Depois passaram a argumentar que é apenas justo que os casais tenham todos os mesmos direitos de co-adopção, mas que a co-adopção é uma coisa diferente de adopção. Aprovada a co-adopção passarão a dizer que até já há casais gays que adoptam e que uns não podem ser discriminados em relação aos outros.” (via)

Através do “progresso da opinião pública”, a classe política acabará por convencer o povo de que uma pedra é um pau, um velho está a mais na sociedade e deve ser eutanasiado, uma criança recém-nascida “não é uma pessoa porque não tem consciência” e pode ser legal e legitimamente morta pela mãe, e que Estaline e Trotski eram boas pessoas.

É tudo uma questão de “progresso da opinião pública”. O problema é se o progresso sai ao contrário.

Sexta-feira, 10 Maio 2013

A racionalidade da História e da Vida

José Pacheco Pereira faz aqui uma confusão entre racionalidade (da História) e racionalismo (da História).

“Eu não tenho a certeza que a história não seja fundamentalmente irracional, até por outras razões. Basta que se abandone qualquer transcendência (*), qualquer destino manifesto, qualquer variante hegeliana da História com H grande, seja marxista, seja cristã (como em Teilhard de Chardin) . Tira-se a teleologia e ficam os humanos com o ónus de fazerem a história, ficando os humanos, é o que se vê.”

Reconhecer uma racionalidade na História é equivalente (isto é uma analogia!, e não uma comparação) a reconhecer a presença de um designer na feitura da célula que é a base da vida. O que se passa é que o facto de se reconhecer a presença de um designer na criação da vida (na célula) não significa, para a ciência, que se tenha que identificar esse designer. Existe uma racionalidade de um designer na construção da célula, e ponto final — porque é impossível, para a ciência, determinar quem é esse designer.

Saber quem é o designer da vida não faz parte dos atributos da ciência, embora esta reconheça o facto insofismável segundo o qual é matematicamente impossível, por exemplo, que vinte blocos de aminoácidos se juntem, na natureza e de forma espontânea, para formar uma simples proteína — e pior ainda se tivermos em consideração a formação de um sistema irredutivelmente complexo, como é por exemplo, o cílio da célula eucariótica, ou o flagelo bacterial, ou o sistema de coagulação do sangue, ou o olho dos vertebrados, etc., etc..

Da mesma forma que a ciência actual e actualizada diz que a vida teve, na sua origem, a influência racional de um designer inteligente, mas não se imiscui na especulação racionalista que consista em identificar esse designer, podemos dizer também que a História tem uma base racional mas não devemos especular e/ou racionalizar sobre o fundamento dessa base racional — porque é impossível determinar as características dessa racionalidade histórica. E aquilo que o marxismo e outras doutrinas fizeram, em relação à História, foi racionalizar, e não raciocinar.

A base racional da História, por um lado, e a identificação do designer da célula, por outro lado, pertencem à teologia, e não à filosofia e/ou à ciência respectivamente. Enquanto não aprendermos a separar estas áreas e atribuindo a todas elas uma dignidade intrínseca própria, caímos nas religiões políticas que caracterizam a mentalidade actual: vemos hoje o cientismo que é a manipulação da ciência pelas ideologias políticas; vemos o Historicismo — que é uma forma de milenarismo — que consiste na redução de toda realidade à imanência mediante um racionalismo irracional; e vemos a teologia misturada com o presentismo paradigmático da ciência.

(*) À moda hegeliana, José Pacheco Pereira confunde transcendência com imanência. Para Hegel (influenciado pela Cabala e pelas ideias cabalísticas de Jaques Böhme e de Schelling), como para outros hegelianos como por exemplo, Karl Marx ou Heidegger, a imanência é sinónimo de transcendência que foi assim erradicada da mundividência moderna. A modernidade voltou aos gregos, fazendo de conta (irracionalmente, mas em nome do racionalismo) de que 1500 anos de história das ideias posteriores simplesmente não existiu.

Domingo, 28 Abril 2013

O Dalai-lama diz que é marxista

Marx não era contra a religião ou filosofia religiosa em si, mas contra as instituições religiosas aliadas à classe dirigente europeia”. — ‘Sou marxista’, diz Dalai Lama a estudantes chineses.

O Dalai-lama teria que ler alguns livros de Karl Marx para não dizer asneiras. Normalmente dizemos asneiras mesmo lendo (errar é humano), mas quando a gente não sabe do que fala, então insultamos amiúde a inteligência dos outros.

Karl Marx não era só contra a religião: era também contra a filosofia.

“Feuerbach parte do facto da auto-alienação do homem, do desdobramento do mundo em um mundo religioso e um mundo terreno (1). O seu trabalho (de Feuerbach) consiste em reduzir o mundo religioso ao seu fundamento terreno. Mas o facto de que o fundamento terreno se separe de si próprio para se plasmar como um reino independente que flutua nas nuvens, é algo que só pode explicar-se pelo próprio afastamento e contradição deste fundamento terreno consigo mesmo.

Portanto, é necessário tanto compreendê-lo na sua própria contradição como revolucioná-lo praticamente. Assim, pois, por exemplo, depois de descobrir a família terrena como o segredo da família sagrada, há que destruir teórica e praticamente a primeira.” — Karl Marx, Manuscritos Económicos-Filosóficos, Porto, 1971.

Neste trecho, Karl Marx não só nega qualquer metafísica (o que é, em si mesmo, uma forma de metafísica), como defende abertamente a destruição teórica e prática da família — que é o que está a acontecer actualmente na Europa e nos Estados Unidos.

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Terça-feira, 12 Março 2013

O “bullying homofóbico” e o lóbi político homofascista

policia pensamentoA notícia do pasquim Público é extraordinária: alegadamente, crianças entre os 6 anos de idade e os 9 anos, são vítimas de “bullying homofóbico” nas escolas primárias (ensino básico) — como se as crianças dessa faixa etária tivessem uma vida sexual activa. ¿ Como é possível levar a sério esta gente? ¿ O que é que se passa com a imprensa?

1/ ¿ O que é o “bullying homofóbico”?

2/ ¿ O que são “comentários homofóbicos”?

Desde logo, o lóbi político gayzista constata, alegadamente, que existe em Portugal uma média de 3,36 queixas de “bullying homofóbico” por ano, e em todos os estabelecimentos de ensino do país. O que é que este número significa? Significa que o lóbi político gayzista acha que 3 queixas — por aquilo que se entende por “bullying homofóbico” — por cada ano, e em todas as escolas primárias, secundárias e universidades do país, é um “número monstruoso” e que merece o policiamento do pensamento dos alunos.


liberdade de expressão web png1/ Não existe uma definição de “homofobia” (até porque não existe uma definição de “homossexualidade”!). Desafio a quem quer que seja que defina “homofobia”. Existe um conceito de “homofobia” — mais ou menos alargado e/ou subjectivo —, mas não existe uma noção de “homofobia”. Ora, se não existe uma definição de “homofobia”, ¿ como se pode, então, definir “bullying homofóbico”? Podemos falar em bullying, em termos gerais, mas a noção de “bullying homofóbico” é um absurdo, porque se qualifica a priori uma categoria específica de bullying que não é definível.

2/ O lóbi político homofascista considera que comentários de tipo “os sapatos cor-de-rosa, nos homens, são uma característica dos invertidos” são “comentários homofóbicos”. O problema do lóbi político homofascista relaciona-se com a linguagem utilizada, e não com a particularidade de o comentário ser verdadeiro, ou não. Dou um exemplo com uma proposição:

“As mulheres, em geral, pensam de uma forma independente e livre, libertas em relação às normas masculinas e opressivas que se caracterizam pela dedução racional”.

Qualquer feminista radical aplaudiria esta minha proposição (até a deputada do Partido Socialista, Isabel Moreira!). Agora, a seguinte proposição:

“As mulheres, em geral, são ilógicas”.

¡ Explodem as cabeças das feministas e dos agentes do politicamente correcto!

E porquê? Porque, na primeira proposição, está implícita uma apologia (um pretenso elogio) da ilogicidade da mulher, e na segunda está implícita uma crítica. O problema do politicamente correcto está em relação a qualquer crítica a qualquer comportamento que diga respeito a um qualquer grupo social considerado alegadamente vítima de “dominação” — mesmo que esse grupo social seja intrinsecamente totalitarista.

Se disséssemos assim: “os sapatos cor-de-rosa, nos homens, são uma característica da diversidade sexual” — então, veríamos o politicamente correcto bater palmas. Mas no fundo, as duas frases significam a mesma coisa: a diferença é que a primeira frase é crítica de um comportamento, e a segunda frase pretende fazer a apologia desse mesmo comportamento.

Quando, numa sociedade, a liberdade de qualquer crítica a um qualquer comportamento passa a ser reprimida pela força bruta do Estado, estamos em presença de uma deriva totalitária da democracia — mais ou menos aquela que Tocqueville denunciou e que consiste na atomização da sociedade mediante a quase total intermutabilidade do indivíduo.

Constatamos o paradoxo do politicamente correcto: alegadamente em nome dos direitos privados do indivíduo, anulam-se os direitos sociais e privados do indivíduo.

Quinta-feira, 14 Fevereiro 2013

Segundo o movimento revolucionário, “a Lógica evolui”

« O marxismo afirma que a forma de pensar de uma pessoa é determinada pela classe a que pertence.  Toda classe social tem sua lógica própria.  Logo, o produto do pensamento de um determinado indivíduo não pode ser nada além de um “disfarce ideológico” dos interesses egoístas da classe à qual ele pertence.  A tarefa de uma “sociologia do conhecimento”, segundo os marxistas, é desmascarar filosofias e teorias científicas e expor o seu vazio “ideológico”.  A economia seria um expediente “burguês” e os economistas são sicofantas do capital.  Somente a sociedade sem classes da utopia socialista substituirá as mentiras “ideológicas” pela verdade.

Este polilogismo, posteriormente, assumiu várias outras formas.  O historicismo afirma que a estrutura lógica da acção e do pensamento humano está sujeita a mudanças no curso da evolução histórica. O polilogismo racial atribui a cada raça uma lógica própria.

O polilogismo, portanto, é a crença de que há uma multiplicidade de irreconciliáveis formas de lógica dentro da população humana, e estas formas estão subdivididas em algumas características grupais. »

via Mídia Sem Máscara – O que os nazistas copiaram de Marx.

Segunda-feira, 26 Novembro 2012

O Neoliberalismo combate o Estado, mas depende do Estado para combater o Estado

Os insurgentes explanam aqui sobre o conceito de Neoliberalismo, não como uma teoria económica, mas como uma ideologia política — porque o “desprezo” do Neoliberalismo pela política é uma componente central da ideologia política neoliberal. E mais: o Neoliberalismo, desprezando o Estado, não pode vingar, como ideologia política, sem o Estado: estamos em presença de uma ideologia parasitária e auto-contraditória, à semelhança do marxismo (embora o marxismo tenha outro tipo de contradições).
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Sábado, 10 Novembro 2012

A julgar pelo pasquim / jornal Público, Ronald Reagan teve um “casamento moderno”

Mas a fotografia tem uma notável mensagem latente, muito específica. Ao contrário de muitas imagens de casais políticos, em que o marido reclama a sua mulher num gesto simbolicamente possessivo – tocando-lhe no ombro, levantando a sua mão ou beijando-a -, o abraço entre estas duas pessoas parece mútuo. A primeira-dama é, entre muitas outras coisas, uma mulher alta, famosa pelos seus músculos tonificados, e nesta imagem, o abraço é tanto dela como dele. O Presidente parece precisar deste abraço, parece quase dependente e até vulnerável. Os obrigatórios sinais masculinos de liderança – determinação, auto-suficiência e equanimidade emocional – dissolvem-se, obliterados pela comunhão daquelas duas pessoas perdidas no seu próprio mundo.

via O que está numa foto: a definição de um casamento moderno – Mundo – PUBLICO.PT.

A foto de Obama a que o pasquim Público faz referência é esta já a seguir:


As fotos que se seguem são do presidente Ronald Reagan e da sua mulher, Nancy:



A estupidez presentista do politicamente correcto prima pela falácia ad Novitatem e pela tentativa permanente de corte epistemológico mesmo com o passado muito recente. A estupidez presentista do politicamente correcto pretende continuar a guerra perdida pelo marxismo clássico da construção do Homem Novo.

Obama é visto, aqui na foto e no artigo do pasquim Público, ou seja, pela estupidez presentista do politicamente correcto, como o protótipo do “Homem Novo” no “Casamento Novo”; só lhe falta, na foto, o “Cão Novo”, a “Casa Nova”, e o “Admirável Mundo Novo”.

A apologia estúpida e politicamente correcta em relação a Obama transformou-o numa espécie de Rei Midas contemporâneo: tudo em que ele toca se transforma em ouro. O problema é que o povo americano não consegue comer nem digerir metais.

Segunda-feira, 29 Outubro 2012

O enorme problema ético que é o marxismo e a Esquerda em geral

Asked in a BBC television interview in 1994 whether the creation of a communist utopia would be worth the loss of “15, 20 million people,” he replied clearly, “Yes.”

via Is the Response to Totalitarianism More Totalitarianism? :: Gatestone Institute.


Em 1994, portanto já depois da queda do muro de Berlim, a BBC entrevistou o historiador marxista inglês Eric Hobsbawm, falecido no dia 1 de Outubro p.p., e fez-lhe a seguinte pergunta:

¿A criação da utopia comunista valeu a perda de 15 a 20 milhões de pessoas, vítimas do processo revolucionário? Eric Hobsbawm respondeu: “sim”.

Portanto, para o comunista Eric Hobsbawm, 15 a 20 milhões de pessoas é nada. Matar 15 a 20 milhões de pessoas é, segundo o comunista, como “dá lá aquela palha”. Eric Hobsbawm foi franco e disse o que pensava, mas a maioria dos marxistas pensa o mesmo, mas não diz; apenas escondem. Colocados na situação histórica ideal (ou seja, colocados na “ocasião que faz o ladrão”), gente como Jerónimo de Sousa ou Francisco Louçã não hesitariam, um minuto sequer, pela via do genocídio revolucionário. Álvaro Cunhal recuou em 1975/76, apenas e só porque verificou in loco que as “condições da luta” não permitiam, com alguma segurança, a garantia de um massacre em massa do povo português.

Partidos como o Bloco de Esquerda ou o Partido Comunista são células terroristas adormecidas, à espera da melhor oportunidade para perpetrar o genocídio revolucionário. Dêem-lhes a ocasião e veremos o ladrão. Este tipo de gente não se arrepende de nada do que faz ou do que pensa, porque ou são psicopatas, ou são psicóticos: os primeiros são a encarnação do mal e os segundos são doentes mentais.

Domingo, 28 Outubro 2012

Contra a deles, a nossa luta também é de morte

Filed under: A vida custa,religiões políticas — O. Braga @ 8:56 pm
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Segunda-feira, 25 Junho 2012

A eterna auto-vitimização brasileira

Filed under: A vida custa,cultura,Esta gente vota,politicamente correcto — O. Braga @ 10:01 am
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O desenho aqui ao lado apareceu no Facebook, publicado obviamente por um brasileiro. O Brasil é um caso curioso, porque parece que toda a gente tem opinião, e isso é bom; pelo menos, têm opinião. Um português não publicaria uma coisa semelhante com relação a Portugal, talvez por indiferença em relação à política ou mesmo por insensibilidade política. Enquanto que o brasileiro que fez o desenho, errou, o português talvez não errasse porque é, cada vez mais, politicamente amorfo.

A Bíblia está na base da teologia. Ainda hoje, na academia, a teologia é considerada a “ciência das ciências”. A teologia implica, nomeadamente, o estudo profundo da filosofia e, desta, das áreas de lógica, ética e de metafísica. Não fosse o estudo medieval da teologia, a ciência que temos hoje não seria possível.

O desenho supracitado erra essencialmente por quatro razões.
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Segunda-feira, 4 Junho 2012

Aquilo que resta da guerra cultural marxista

« Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?! » — Groucho Marx

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