perspectivas

Segunda-feira, 27 Fevereiro 2017

Donald Trump é herdeiro da tradição alemã

Filed under: Política — O. Braga @ 3:27 pm
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Donald_Trump_vebO avô de Donald Trump era um alemão luterano nascido na cidade de Karlstadt am Main e que emigrou para os Estados Unidos em finais do século XIX. Ele casou com uma alemã luterana, e desse casamento alemão nasceu o pai luterano de Donald Trump que, por sua vez, casou com uma senhora escocesa calvinista (imigrante nos Estados Unidos) que foi a mãe de Donald Trump.

Se Donald Trump teve uma educação luterana, não deixou de ser influenciado pelo calvinismo da sua (dele) mãe escocesa.

O Pedro Arroja já não se lembra da tradição europeia, e por isso diz que Donald Trump é um “americano típico”.

Eu penso que Donald Trump não é um “típico americano”: ele é um típico alemão do tempo de Bismarck ou do tempo do imperador da Prússia Guilherme II, transportado para os nossos dias, e que vive nos Estados Unidos. Por isso (mas não só) é que o Establishment do Partido Republicano gosta quase tanto dele como dele gostam os democratas da Hillary Clinton e do Obama.

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Sexta-feira, 17 Fevereiro 2017

O André Abrantes Amaral já mete nojo com a estória da carochinha (Fake News) do Donald Trump

 

Vou abrir aqui uma rubrica (ou etiqueta) em nome de “André Abrantes Amaral”, porque o homúnculo começa a meter nojo aos cães e necessita de uma marcação em cima.

Escreve o mentecapto:

“Com Trump na presidência, são muitos os que esperam que o congresso e os tribunais equilibrem a influência do presidente norte-americano. E esperam bem, porque Trump defende políticas desastrosas, como o proteccionismo, que boa parte da esquerda entre nós também advoga.”

Donald Trump foi empossado como presidente dos Estados Unidos no dia 20 de Janeiro de 2017 (ainda não fez 1 mês); ainda não teve tempo de tomar qualquer medida económica de relevo, e aquela abécula diz que Donald Trump é “proteccionista”.

Mas, para aquela besta, o regime chinês já não é “proteccionista”; só o Donald Trump é proteccionista. E os ingleses do Brexit também são “proteccionistas”; e os húngaros, os polacos, desobedientes ao Diktat alemão, também são proteccionistas; e os russos também, porque não obedecem a Bilderberg e desprezam a Trilateral.

Por falar em “Bilderberg”: nem o Pinto Balsemão morre, nem a gente almoça.

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A partir do momento em que as mulheres passaram a poder votar (princípio do século XX), o Estado americano foi “inchando” cada vez mais, com o passar do tempo. Podemos dizer que, com o voto das mulheres, o Estado ficou grávido; mas acaba por parir monstros, como acontece com o sonho da razão de Goya.

Temos hoje um presidente dos Estados Unidos que, por cada uma regulamentação burocrática federal nova a implementar, exige que desapareçam dois regulamentos do Estado. Uma regulação nova = menos duas regulações velhas. E aquele estúpido vem ali comparar o Donald Trump com o Barraca Abana…!

Diz o burro que “a centralização do poder na pessoa do presidente foi um processo longo”, quando, em boa verdade,  a Constituição dos Estados Unidos nunca foi alterada e relação aos poderes do presidente.

O que se foi alterando, com o passar do tempo, foi o poder burocrático do Estado, com o voto das mulheres, por um lado; e o poder financeiro anónimo da Reserva Federal, por outro lado, foi aumentando desde que o Banco Federal foi privatizado também no início do século XX — mas disso, o burro não fala: prefere dizer que houve uma “centralização do poder na pessoa do presidente” que não existiu de facto, até porque a percepção do Poder presidencial depende, em larga medida, do estilo pessoal de cada presidente: por exemplo, dois presidentes democratas: James “Jimmy” Carter e J.F. Kennedy; o segundo parecia ter mais Poder do que o primeiro, devido ao estilo, características e personalidades pessoais.

Quarta-feira, 1 Fevereiro 2017

Pensamento único dos me®dia

 

Ainda não vi um jornalista português escrever qualquer coisa de apoio a uma só medida ou decisão de Donald Trump. Uma só.

Terça-feira, 31 Janeiro 2017

Quando leio a Maria João Marques sinto ganas de me converter ao Islamismo

 

“O que é Trump e ao que vinha estava à vista de toda a gente. O tipo de pessoa que Trump é – e, inevitavelmente, o tipo de líder que Trump poderia ser, porque é uma impossibilidade pessoas execráveis darem líderes decentes – estava escancarado. As ideias e as tendências autoritárias e antidemocráticas foram escritas em letra fluorescente. A megalomania e a obsessão com as audiências televisivas gritavam a pedir atenção. Quem não quis ver, foi porque assim escolheu”.

Maria João Marques


Domingo, 29 Janeiro 2017

Donald Trump “tem que ser assassinado: é um político desonesto” (diz a esquerda)

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 11:37 am
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O que é imperdoável, num político, é cumprir as promessas eleitorais. Essa é uma das razões por que os me®dia e a Esquerda andam atordoados com Donald Trump: ele é considerado desonesto e tem que ser assassinado.

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Sábado, 28 Janeiro 2017

Quando os “factos alternativos” correspondem à verdade que o politicamente correcto detesta

 

“num programa de televisão, uma conselheira do recém eleito presidente do EUA afirma uma mentira, o jornalista confronta-a com isso mesmo e apresenta factos, ela, muito desenvolta, diz que se baseia em “factos alternativos", ao que o jornalista responde que “factos alternativos, não são factos, são falsidades”… ela nega, ele…”

Helena Damião

¿E qual é a mentira? Não interessa saber. O que interessa à Helena Damião é a narrativa segundo a qual  “uma conselheira do recém eleito presidente do EUA afirma uma mentira”.

Naturalmente que, para a Helena Damião, os jornalistas apresentam sempre factos (os jornalistas não mentem) — isto se os jornalistas forem de esquerda: se forem de direita, os jornalistas apresentam sempre mentiras.

Mas afinal ¿qual era a mentira? A CNN publicou esta imagem da tomada de posse de Donald Trump:

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só que a imagem da CNN foi tomada às 10 horas da manhã, muito antes do discurso de Donald Trump. Mas a Helena Damião diz que a mentira não é da imprensa: é do Donald Trump. Ver mais informação factual e documental, aqui.

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A análise vesga do José Pacheco Pereira em relação a Donald Trump

 

clinton_russiaQuando leio o José Pacheco Pereira, faz-me lembrar a Teoria Crítica da Escola de Frankfurt: critica, critica, critica, mas não dá solução alternativa. O José Pacheco Pereira é uma espécie de picareta falante: quando não tem argumentos ideológicos, entra pelo ataque pessoal adentro.

Este texto do José Pacheco Pereira acerca de Donald Trump é próprio de um mentecapto — eu posso afirmar que o José Pacheco Pereira é um atrasado mental sem ter que o demonstrar; porque é o que o José Pacheco Pereira faz em relação a Donald Trump: afirma muita coisa, mas sem demonstração. Ele, José Pacheco Pereira, afirma a “opinião-verdade” que acusa aos outros de terem.

Temos aqui ao lado uma foto de um político americano (marido de uma candidata de esquerda à presidência dos Estados Unidos) que, segundo o José Pacheco Pereira (por oposição a Donald Trump), “respeita as mulheres”; mas quando alguém gravou uma conversa de balneário em que Donald Trump falou de mulheres, o José Pacheco Pereira agarra-se a ela como uma carraça em pêlo de cão. O raciocínio do José Pacheco Pereira funciona em modo de tolerância repressiva.

JPP-ZAROLHOPara o José Pacheco Pereira, o exercício do Poder legitimado pelos votos em urna é “autoritarismo” — excepto se for a Esquerda a exercer o Poder.

Obama governou quase sempre por decretos-lei (executive orders), mas nunca ouvimos do José Pacheco Pereira qualquer acusação de “autoritarismo” em relação a Obama. É esta dualidade de critérios que nos enoja em José Pacheco Pereira e quejandos; metem nojo aos cães! Deixam de ter qualquer credibilidade quando só olham para um dos lados — o José Pacheco Pereira é zarolho.

Em relação à deportação de imigrantes ilegais, o José Pacheco Pereira critica o Donald Trump; mas não critica quem os deixou entrar, ou seja, Obama e comandita: para o José Pacheco Pereira (como para a esquerda radical que nos governa) as fronteiras não existem.

Por isto (entre outras coisas) é que a crítica do José Pacheco Pereira a Donald Trump não tem consistência: é uma crítica zarolha e vesga. O José Pacheco Pereira, para além de só ver do olho esquerdo, ainda por cima é vesgo desse mesmo olho.

Sexta-feira, 20 Janeiro 2017

Os chinocas podem ser proteccionistas; mas os outros, não!

 

Há no Ocidente uma espécie de tendência para o suicídio, seja na cultura antropológica ou na economia; e a tal ponto que se a China, por exemplo, protege (de várias maneiras) a sua economia, as cabeças bem pensantes do Ocidente acham normal; mas se os Estados Unidos fazem o mesmo, então já é “proteccionismo”.

E são essas luminárias suicidárias que transformam a economia política em uma ciência exacta; desenham um gráfico qualquer e atribuem-lhe a exactidão de um axioma. E pensam exactamente (sem tirar nem pôr) como pensa o George Soros (o tal que levou o Banco de Inglaterra à falência). É desta estirpe de animais suicidários de que se constitui o capitalismo actual.


"Those who will not even admit the Capitalist problem deserve to get the Bolshevist solution."

→ G. K. Chesterton

Por isso é que temos uma geringonça a governar Portugal: é produto dos “liberais” que temos.

Quinta-feira, 12 Janeiro 2017

A merda intelectual em Portugal

 

O filho-de-puta que escreveu isto esqueceu-se de falar no #pizzagate; ou na descriminalização da prostituição infantil na Califórnia, em nome do progresso: preferiu atirar sobre sobre uma lei russa que coloca a violência doméstica em um determinado contexto cultural que não seja o motor da atomização da sociedade russa.

Quando os americanos legalizam os lupanares para os putos, os filhos-de-puta calam-se; quando os russos calibram a lei da violência doméstica, os filhos-de-puta desatam aos berros. E é este tipo de filho-de-puta, desprovido de espinha dorsal, que tem acesso aos me®dia em Portugal.

Enrabar os putos é o padrão por que se pauta a civilização dos filhos-de-puta — foder os putos é democrático e progressista.

Vem daí toda uma panóplia de teorias progressistas que transformam os russos em trogloditas, e inferem a ideia de que Donald Trump saiu agora da caverna.

E depois transforma o NYT, cujo dono é o multi-bilionário mexicano Carlos Slim, em uma espécie de Bíblia. É desta merda intelectual que temos em Portugal.

Segunda-feira, 12 Dezembro 2016

Donald Trump : o essencial da carta astral

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:50 pm
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No dia em que Donald Trump nasceu, houve um eclipse total da Lua (Lua cheia) — na carta astral de nascimento, Donald Trump tem uma oposição entre o Sol e a Lua, para além da conjunção entre o Sol e Urano.

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Reparem na casa 10: tem o Sol, Urano e o Nodo Norte; mas tem também as seguintes estrelas fixas: Al Anz (ou Epsilon Aurigae) ; Haedi (ou Zeta Aurigae); Arneb (ou Alpha Neporis); Meissa (ou Lambda Orionis); Alnilam (ou Epsilon Orionis); Capella (ou Alpha Aurigae).

Sol em gémeos, ascendente em leão. Marte em leão, perto do ascendente.

Neptuno, Quíron e Júpiter na casa 2 (a casa do EU TENHO).


DTRUMP

Quinta-feira, 8 Dezembro 2016

As mentiras do João César das Neves

 

À medida em que envelhece, o João César das Neves vai perdendo qualidade — exactamente o contrário do que seria natural: com a idade, a qualidade apura-se. Podemos ver a decadência ideológica do João César das Neves neste artigo.

O João César das Neves chama aos fenómenos “Donald Trump” e ao “Brexit”, de fenómenos do “tempo da pós-verdade” e “populismo”.

“Populismo” é o termo usado pelos democratas quando a democracia os assusta; e a democracia parece assustar o João César das Neves.

Por isso ele tem necessidade de dizer que Donald Trump e Nigel Farage são produto da “Era da pós-verdade”, ou seja, da Era da Mentira — como se fosse possível, em qualquer tempo, mas muito menos na modernidade, uma adequação da política à verdade (ler Hannah Arendt, sff); e como se fosse possível falar de “verdade” quando falamos de Angela Merkel ou de Hillary Clinton, comadres aconchegadas de George Soros.

O mais perverso (e idiota) no texto do João César das Neves é a utilização da mentira para criticar a pseudo-mentira de Donald Trump ou Nigel Farage: o João César das Neves nega factos objectivos, acusando quem verifica esses factos de “mentirosos”.

Verificamos no João César das Neves um vislumbre da mente revolucionária: a inversão dos factos (a inversão do sujeito-objecto); e isto por uma razão: o João César das Neves está vendido a um determinado sistema político globalista plutocrata, que submete a política à finança.

E depois o João César das Neves diz dele próprio que é um “democrata contra os populismos”! — como se fosse possível a existência de um Estado de Direito e da democracia sem a subordinação da finança à política, e sem a soberania dos Estados-Nação!

¿Vêem a contradição do João César das Neves? Por um lado, é um “democrata contra os populismos”; mas, por outro lado, ele é a favor da negação dos Estados-Nação e da soberania dos Estados (globalismo plutocrata).

Essa contradição é produto da sua (dele) “pós-verdade” que ele acusa nos outros. Repare, caro leitor: não é possível democracia sem o Estado-Nação! E o verme (que ele acusa os outros de serem) é ele próprio, quando ele se rebela contra os alegados “populistas” que defendem o Estado-Nação, ao mesmo tempo que ele se diz “democrata”.

Domingo, 20 Novembro 2016

O palhaço Pedro Marques Lopes

 

Nos Estados Unidos, grande parte dos assassinos e psicopatas têm três nomes; em Portugal, a maioria dos palhaços que escrevem nos me®dia têm três nomes. Por exemplo, Pedro Marques Lopes. O que muda é o grau de sociopatia.

O palhaço Pedro Marques Lopes escreveu o seguinte acerca de Donald Trump:

“Não perceber que ter como líder da maior potência mundial um indivíduo que nega grande parte dos valores da democracia, que acha que se se tem armas nucleares são para ser usadas, que nega o aquecimento global, que tem criacionistas e racistas confessos no seu gabinete, que advoga armas nas salas de aulas, que quer acabar com a progressividade dos impostos, que se devem abandonar os doentes na rua se não tiverem dinheiro para pagar um médico, que quer negar a entrada de pessoas no país só por que são fiéis de uma certa religião é um dos maiores ataques à nossa civilização, à nossa forma de vida, está cego.”

Só faltava dizer que Donald Trump come criancinhas ao pequeno-almoço e a dá injecções atrás das orelhas aos velhinhos. Aquele texto, se não tivesse maiúsculas, poderia ter sido escrito pela Fernanda Câncio (de tão estúpido que é).

Por exemplo, o racismo é muito mais uma característica dos darwinistas (incluindo o darwinismo social) do que dos criacionistas; mas o palhaço faz uma ligação directa ente criacionistas e racistas. De resto, aquele texto não tem ponta por onde se lhe pegue — para além das invectivas a um texto de António Barreto que ele não compreendeu, e em relação a quem o palhaço não tem estaleca sequer para lhe lamber os pés.

 

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