perspectivas

Sábado, 19 Janeiro 2019

Tomem nota: podemos muito bem mandar bugiar a “democracia europeísta”

Filed under: Europa — O. Braga @ 9:00 pm
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«Um homem honesto apaixona-se por uma mulher honesta; ele quer, por isso, casar-se com ela, ser o pai dos seus filhos, e ser a segurança da família.

Todos os sistemas de governo devem ser testados no sentido de se saber se ele pode conseguir este objectivo. Se um determinado sistema — seja feudal, servil, ou bárbaro — lhe dá, de facto, a possibilidade da sua porção de terra para que ele a possa trabalhar, então esse sistema transporta em si próprio a essência da liberdade e da justiça.

Se qualquer sistema — republicano, mercantil, ou eugenista — lhe dá um salário tão pequeno que ele não consiga o seu objectivo, então transporta consigo a essência de uma tirania eterna e vergonha».

— G. K. Chesterton, “Illustrated London News”, Março de 1911.

Se um determinado sistema político — por exemplo, corporativista, Salazarista, autocrata e nacionalista — dá a possibilidade de um homem honesto constituir família e ser pai dos filhos de uma mulher honesta; e, simultaneamente, deparamo-nos com a impossibilidade de um sistema dito “democrático” e “europeísta” conseguir esse objectivo para o comum dos cidadãos, então o primeiro sistema “transporta em si próprio a essência da liberdade e da justiça”.

É no sentido dado por G. K. Chesterton que concordo com a Raquel Varela, e só neste sentido: o melhor sistema político é o que melhor garante a continuidade da sociedade e a dignidade mínima devida ao cidadão.

Uma “democracia europeísta” que humilha os cidadãos pode ser muito mais tirânica e vergonhosa do que uma autocracia que se preocupa com a defesa da família e com a continuidade da sociedade.

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Segunda-feira, 14 Novembro 2016

A desonestidade da Esquerda

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 6:42 pm
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A forma como a Raquel Varela “compartimenta” a História, arrepia (até os cuelhos) … ela consegue pegar em uma qualquer década, “estancá-la” e dissociá-la de qualquer nexo causal mais remoto. Por exemplo, imaginem que alguém dissocia a Revolução Francesa, por um lado, das ideias de Rousseau, por outro lado; a Raquel Varela consegue fazer isso.

A desonestidade da Raquel Varela mete nojo (aos cães): para além de compartimentar a História, ela estropia e desfaz os factos documentados, à boa maneira de Estaline que tirou Trotski da fotografia.

stalin_trotsky

Quarta-feira, 9 Novembro 2016

Uma questão de nomes

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 5:40 pm
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A Raquel Varela escreve o seguinte:

“Trump é de direita, proteccionista e conservador, demagógico e grunho. Mas não é fascista”.

Eu diria o seguinte:

A Raquel Varela é de esquerda, internacionalista e libertária, politicamente correcta e vaca. Mas não é estalinista.

Domingo, 16 Outubro 2016

Raquel Varela: a inveja comunista típica

 

A Esquerda é invejosa por definição. E não há defeito mais nocivo, para a sociedade, do que a inveja.

Domingo, 25 Setembro 2016

Estou um pouco surpreso com a evolução da Raquel Varela

 

“(…) nada disto autoriza é que o Estado passe a regulamentar o que se veste, porque isso seria tornar o republicanismo francês em ideologia de Estado e acabar com o princípio do laicismo que diz o seguinte: todas as religiões (e os ateus) têm que ter condições, dadas pelos Estados, para ser praticadas. É no terreno político e social que se combate o obscurantismo, e o relativismo cultural pós-moderno, não é no terreno da concentração de poder no Estado”.

Raquel Varela

Naturalmente que ela fala da polémica das burkas e burkinis em França.


1/ Vemos aqui em baixo um exemplo de uma apresentadora italiana de televisão: chama-se Marina Nalesso e apresenta os telejornais com um crucifixo ao peito e com duas medalhas católicas (uma delas de Nossa Senhora de Fátima). A cruz e as medalhas são símbolos. 1

marina-nalesso

Vemos aqui uma outra mulher, Fatma Nabil, da televisão egípcia (¿ou será “egícia”?, ¿segundo o Acordo Ortográfico?), desta vez, islâmica. Os símbolos são diferentes; é a própria indumentária que é simbólica do estatuto da mulher islâmica. Se os símbolos são diferentes, as religiões são diferentes, e as culturas também são diferentes. Portanto, já chegamos à conclusão de que as religiões (e as culturas) são diferentes; o que falta saber é se são equivalentes, ou seja, se podem ser valorizadas de forma igual ou semelhante.

fatma-nabil

2/ naturalmente que se pode dizer que “os gostos não se discutem”; está na moda dizer-se. Kant não concordava: dizia ele que os gostos devem ser discutidos (o racionalista Kant deixou de estar na moda: hoje é mais o romântico Rousseau) — não porque Kant tivesse grande apetência pela estética, mas porque se preocupava com a política. A verdade é que a estética (o belo) e a ética (o bom) estão intimamente ligadas, e a discussão do “belo” e do “bom” é também uma discussão política.

mulher-romana3/ também se pode dizer que “a mulher tem todo o direito de se tapar” — o mesmo soe dizer-se que a mulher tem o direito de não andar com as mamas à mostra e a exibir publicamente o pernão. Este argumento é pertinente e deve ser acolhido como racional. De facto, a mulher tem esse direito.

Mas — ao contrário do que se passa no Islamismo —, no Cristianismo o recato feminino e a indumentária “pudica”, por assim dizer, nunca foram símbolos religiosos em si mesmos, mas antes foram heranças de uma cultura anterior ao Cristianismo (por exemplo, a cultura romana ou grega). Em contraponto, no Islamismo, essa cultura mais antiga da indumentária feminina “pudica” foi integrada na cultura antropológica islâmica como um símbolo religioso entendido em si mesmo.

Teresa-de-AvilaVemos, por exemplo, a monja medieval Teresa de Ávila: a base da indumentária das monjas era (e é ainda hoje) uma herança de uma cultura anterior ao Cristianismo, e não um símbolo religioso entendido em si mesmo. Hoje, a indumentária das monjas segue uma tradição que não se constitui em si mesma como um símbolo religioso — e tanto assim é, que uma qualquer mulher católica não é coagida pelo Vaticano a vestir-se de freira.

Assim como não podemos confundir ou misturar a arte (a estética), por um lado, e a política, por outro lado — assim não podemos confundir a religião e a cultura de um determinado tempo, a não ser que a religião não passe de um princípio de ordem política que se aplica de forma intemporal, como é o caso do Islamismo.

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4/ quando o modo de vestir (a indumentária) se transforma (em si mesma) em um símbolo religioso (e deixa de ser apenas uma manifestação cultural ou uma tradição, como aconteceu ao longo da história do Cristianismo e da Europa), já não estamos na esfera da liberdade moral individual e/ou colectiva, mas antes em uma forma mais ou menos evidente de coerção social e cultural (negação da liberdade). É evidente que o Islamismo é um princípio de ordem política totalitária.

Neste sentido, é um erro afirmar que “todas as religiões são iguais e têm que ser tratadas da mesma forma pelo Estado”. Um erro crasso da Raquel Varela — porque “os gostos devem ser discutidos”, como afirmou Kant.


Nota
1. Os símbolos são claros, são reconhecidos socialmente, têm um poder imanente de convencimento e participam espiritualmente naquilo que simbolizam. Porém, não devemos confundir símbolos com sinais. Os sinais também são claros e reconhecidos: no entanto, falta-lhes a participação no conteúdo do representado/simbolizado, porque, em regra, os sinais são escolhidos arbitrariamente (por exemplo, os sinais de trânsito). Por isso não é possível comparar, por exemplo, um sinal de trânsito com o símbolo de um Deus pessoal, ou mesmo com o símbolo de uma equação matemática.

O símbolo, para além do significado cultural que o sinal também pode ter, tem um significado espiritual (relativo à experiência humana subjectiva que adquire uma experiência intersubjectiva e universal) que o sinal não tem. Um sinal só passa a ser um símbolo quando passa a ter um conteúdo com relação a um representado, o que lhe retira a arbitrariedade previamente existente. Um símbolo nunca se muda, porque isso resultaria também na dissolução do seu significado; em contraponto, um sinal pode ser mudado mantendo-se o seu significado anterior.

Domingo, 31 Julho 2016

O acordo entre a Raquel Varela e a extrema-direita

 

“É absurdo atribuir à extrema-direita xenófoba e racista os recentes atentados na Europa. Embora os autores dos atentados alegadamente exibam um passado de militância na extrema-direita xenófoba e racista, e movimentos da extrema-direita xenófoba e racista os reivindiquem, é preciso não confundir estes elementos radicalizados com a extrema-direita xenófoba e racista em geral. Felizmente, a vasta maioria da extrema-direita xenófoba e racista é constituída por gente pacífica que não se revê em acções violentas. Uma ocasião, aliás, até vi um líder da extrema-direita xenófoba e racista condenar estes excessos.

(…)

De acordo com as informações reveladas pelas autoridades, é notório que os protagonistas de esfaqueamentos, degolações, explosões e atropelamentos em série pertencem a um de dois grupos: a) sujeitos com problemas psiquiátricos, leia-se doentes carenciados da atenção que, evidentemente, a medicina não lhes prestou; b) sujeitos com problemas de integração, leia-se vítimas de governos incapazes de responder com políticas de apoio aos anseios dos filhos da extrema-direita xenófoba e racista. Vamos acusar a extrema-direita xenófoba e racista pelas proezas de pobres malucos e marginais que nós, enquanto sociedade, não soubemos tratar e acolher? Não faz sentido”.

Uma falsa ameaça (Do Homem a Dias)

A culpa dos atentados perpetrados por alguns poucos (e poucas) indivíduos (e indivíduas) que se dizem de “extrema-direita”, e que assolaram recentemente a Europa, é da sociedade capitalista e fassista que cria malucos em barda, e que tem uma política de dominação em relação às minorias.

É claro que a extrema-direita não tem nada a ver com os atentados; e se, como dizia Karl Marx, “A violência é parteira da História”, como marxistas que somos, temos que encarar esta violência com a necessária serenidade revolucionária, e imbuídos (e imbuídas) de um optimismo anti-tradicionalista que alimenta o futuro risonho que almejamos.

Sábado, 30 Julho 2016

É difícil entender o arquétipo mental da Raquel Varela

 

Por juízo universal (ver), dizemos que “a mulher e o homem são diferentes”. É claro que há mulheres e mulheres, e homens e homens: por isso é que falamos em juízo universal, conceito que o nominalismo radical do politicamente correcto tem imensa dificuldade em apreender.

“A pergunta é: será que para se ter o apoio das pessoas progressistas basta ser mulher? Mulher e negra?”Raquel Varela

¿O que é uma “pessoa progressista”? Ou antes, ¿o que é o “progresso”?

A experiência diz-nos o seguinte: só existe progresso, propriamente dito, na ciência. Mas, quando os factos parecem dar razão à tese de uma necessidade interna do progresso científico, esta necessidade começa a aparecer como uma obrigação (cientismo) que é preciso conseguir dominar.

Ou então existe de facto “progresso” na evolução da pessoa enquanto indivíduo (até Proudhon defendeu esta ideia!).

Em termos de sociedade, do que podemos falar não é de “progresso”, mas antes de “civilização”, que pode mais ou menos agradável ao nosso gosto.

A civilização é o conjunto de fenómenos sociais de ordem religiosa, moral, estética ou técnica e científica, que determinam o estado dos costumes e conhecimentos de uma sociedade. O conjunto coerente de regras, saberes e crenças que correspondem a uma determinada civilização, não podem ser hierarquizadas numa escala de “progresso”.

Talvez o que a Raquel Varela pretende dizer com “progresso” é a defesa de um tipo diferente de civilização. Mas então que fale claro e em uma “civilização diferente” (e explique qual é), e deixe de conceber o “progresso” como uma lei da Natureza e da História.

Sexta-feira, 15 Julho 2016

Para a Raquel Varela, os verdadeiros terroristas são os que denunciam o terrorismo

 

O Iluminismo transportou consigo a própria negação do Iluminismo, através do Romantismo. A Raquel Varela faz lembrar Rousseau:

“A organização colectiva das pessoas é a única forma de sairmos vivos do declínio histórico que estamos a viver e que faz o declínio do feudalismo parecer uma brincadeira de meninos”.

É claro que “o declínio histórico que estamos a viver” não tem nada a ver com as ideias da Raquel Varela. Ela é impoluta (entre outras coisas). Atira a pedra e esconde a mão; comete o crime sem deixar impressões digitais; e continua a ter acesso aos me®dia em posição de Vampe.

Conclui a Raquel Varela o seu raciocínio romântico afirmando que o camião de Nice foi conduzido por um terrorista ou por um louco (ela não tem a certeza se é terrorista ou louco), e que se trata de uma excepção, porque há muitos camiões que não são conduzidos por terroristas ou loucos; e por isso, não devemos generalizar o comportamento dos condutores de camiões e considerá-los todos terroristas ou loucos.

“A distopia é usar o excepcional e torná-lo na norma, usar a barbárie e concluir que nada podemos fazer a não ser fugir. Fugir para onde? e de quem?”

E — continua a Raquel Varela —, quem denuncia publicamente esses actos isolados e excepcionais dos poucos condutores loucos ou terroristas, está a usar a barbárie para criar o pânico social, ou seja, os verdadeiros terroristas são os que denunciam o terrorismo.

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Quarta-feira, 13 Julho 2016

O marxismo é o ópio dos intelectuais.

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 10:28 am
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Naturalmente que o conceito de “intelectual” vulgarizou-se, como podemos ver em Raquel Varela. Um intelectual é hoje uma pessoa que diz umas coisas; e sobretudo é uma pessoa que leu Karl Marx sem ter lido, por exemplo, David Hume ou Karl Popper.

Se lermos este textículo da Raquel Varela, não constatamos apenas ignorância: sobretudo a estupidez da criatura.

Naturalmente que, para a Raquel Varela, não existia “angústia social” na URSS ou em Cuba; ou então, esses países traíram a revolução: a verdadeira revolução está para chegar, à semelhança do Messias judeu da escatologia. A verdadeira revolução irá acabar com as “angústias social e religiosa” e com a “dor real” da existência humana: passaremos todos a ser super-homens.

É (também) por existirem criaturas como a Raquel Varela que sou um reaccionário: não acredito que os problemas fundamentais do ser humano tenham soluções humanas.

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Segunda-feira, 13 Junho 2016

A Raquel Varela diz que é “doença mental”

 

“Há terrorismo ou crime de ódio num massacre desta dimensão, talvez sim, não sei, há antes disso, tenho a certeza, um profundo sinal de doença mental – quando somos saudáveis o desconhecido desperta-nos curiosidade, quando somos doentes o desconhecido atiça-nos o medo.”

Raquel Varela

Ou seja, segundo a Raquel Varela, o problema da Jihad islâmica é do foro psiquiátrico. E ela aparece na televisão!

o islamismo e o pc-web

Quinta-feira, 28 Abril 2016

¿Por que é que a Raquel Varela não se dedica à História?

 

A Raquel Varela faz aqui uma confusão de grelos! Aliás, já desisti de tentar compreender o arquétipo mental da criatura.

“Existia em 1974 no sector industrial 1.246.000 de tipos, em 2011, 1.272.9 (mais portanto ligeiramente em 2011 do que em 1974!) e em 2015, já depois de uma sangria migratória e imobilização da capacidade produtiva 1.107.000. E escrevo sobre números brutos porque por força da tecnologia a produção de valor pelo mesmo número é muito superior…Ou seja o país está mais rico (outro grande mito, o de que somos um país pobre)”.

Vejamos aqui a análise de um economista:

“O Índice de Desenvolvimento Humano calculado pela ONU é o índice sintético mais utilizado para medir e comparar o desenvolvimento dos países. Foi calculado pela primeira vez em 1975 (normalmente, é calculado com dados estatísticos dos dois últimos anos, neste caso 1973, 1974).

Nesse ano existiam apenas 23 países com um IDH superior a Portugal (o IDH de 1975 não está calculado para a Alemanha, mas considerei ser superior ao de Portugal). Portanto, o Estado Novo deixou Portugal como o 24º país mais desenvolvido do mundo.

Em 2015 Portugal era o 43º país mais desenvolvido do mundo, segundo o mesmo indicador”.

Ou seja, Portugal era mais rico — em termos relativos, obviamente — em 1974 do que em 2015.

É óbvio que, ao longo de 40 anos, a economia portuguesa cresceu; mas não cresceu (nem de longe nem de perto) ao nível do crescimento verificado durante o Estado Novo (maldito Salazar! Faxista! Então, faxisto?!); e, entretanto, também se alterou o quadro político e macroeconómico: por exemplo, hoje não temos controlo sobre a política monetária, e a circulação de capitais é livre — o que não acontecia em 1974.

Portanto, dizer que o país é hoje “mais rico” quando o dinheiro foge a sete pés daqui para fora, só pode ser estupidez: um país “mais rico” teria a capacidade de ter uma Banca sólida. E isso só se faz com o afastamento radical de pessoas como a Raquel Varela da vida pública.

Mesmo que os números apresentados pela Raquel Varela sejam verdadeiros, o pico da indústria de mão-de-obra intensiva aconteceu na década de 1980 em Portugal; ou seja, o número de “tipos” trabalhando na indústria foi maior na década de 1980 quando comparado com os anos de 1974 e de 2011. Portanto, aconteceu de facto uma desindustrialização em Portugal.

Segunda-feira, 18 Abril 2016

O discurso da Raquel Varela: “ou eles ou nós” é o princípio do terceiro excluído

Filed under: Política — O. Braga @ 1:02 pm
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A Raquel Varela coloca aqui o problema da oposição em relação à Esquerda: ou eles ou nós: e eles têm que desaparecer. Ela aplica à política o princípio lógico do Terceiro Excluído: Uma coisa é ou não é, P V~P; não há uma terceira possibilidade.

A corrupção generalizada no Brasil, que o P.T não só não mitigou como até fomentou, não é problema para a Raquel Varela. Para ela, o que importa é a oposição em relação à Esquerda; a superioridade moral da Esquerda está acima de questiúnculas menores relacionados com a corrupção: a Esquerda tem toda a legitimidade moral para ser corrupta.

O discurso da Raquel Varela é delirante: por exemplo, por um lado, defende o Estado Social; mas, por outro lado, critica o Estado Assistencial — como se a lógica de ambos fosse diferenciada. Não há um fio condutor no raciocínio da criatura, misturando alhos com bugalhos em uma logomaquia indizível. O conceito de Raquel Varela de “família nova, de afectos”, é extraordinário!, como se existisse uma família velha, sem afectos que é “a dos pobres que não querem ter uma família diferente”.

Que horrível cheiro a povo!, Raquel Varela!

Perante essa posição de Raquel Varela do eles ou nós, não temos outra alternativa senão alinhar com ela: ficamos à espera do dia do ajuste de contas, em que gente como Raquel Varela é erradicada como se fazem às ervas daninhas.

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