perspectivas

Quarta-feira, 22 Junho 2016

Todos os cidadãos portugueses são criminosos em potência

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 1:04 pm
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Segundo o governo da geringonça, todos os portugueses são criminosos em potência:

“Até Julho de 2017, as Finanças vão passar a ter acesso aos dados sobre todas as poupanças bancárias portuguesas de cidadãos residentes e não residentes”.

É óbvio que a Esquerda faz isto “para nosso bem”; a geringonça preocupa-se com o “nosso bem”. E em vez de vasculhar as contas bancárias apenas em caso de indícios de crime, passou a considerar que todos os portugueses podem ser criminosos.

Trata-se da inversão do ónus da prova: é o cidadão vulgar que tem que provar que não é criminoso.

Esta lei da geringonça terá que ser revogada — nem que se tenha de criar um novo partido liberal. O problema não está na procura de prevaricadores em relação a lei; o problema está no princípio securitário e orwelliano de eliminação radical da privacidade do cidadão em geral.

os-malandros-web

Sexta-feira, 17 Junho 2016

Os esquerdistas têm um baixo Quociente de Inteligência

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 2:39 pm
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Posso estar errado; mas por favor demonstrem-me que estou errado.

Quinta-feira, 16 Junho 2016

O problema é o de que uma fobia não é uma convicção

 

Uma fobia, por definição, não é racionalizada; uma “fobia racionalizada” é uma contradição em termos.

A fobia pertence ao domínio da emoção, e não ao da razão. Por exemplo, uma pessoa que sofre de aracnofobia, pode até ter consciência da sua fobia, mas não consegue lidar com ela de forma racional (não a consegue racionalizar). A fobia é irracional; e por isso não é uma convicção — porque uma “convicção” é mais do que uma simples crença: é uma crença que passou pelo crivo da razão.

O conceito de “homofobia”, não passa de isso mesmo: um conceito alargado; não existe uma definição clara e concisa de “homofobia”. Homofobia é pau para toda a colher. Em princípio, a homofobia deveria ser o “medo em relação a homossexuais”, e pertenceria ao domínio da emoção.

Um homófobo, porque actua no âmbito da emoção, nunca planearia de uma forma cerebral o assassínio de centenas de pessoas.

terror-franca-20anosO planeamento do morticínio da cidade de Orlando foi racional. Um homófobo pode matar o seu parceiro sexual, em um momento de exaltação emocional; mas porque aquele actua às ordens da emoção, é improvável que ele arquitecte um assassínio em massa que necessita de um cérebro frio e calculista.

O mais que podemos dizer do morticínio da cidade de Orlando é que ele foi perpetrado por um sociopata; mas, como dizia Napoleão, “não atribuamos à sociopatia o que pode ser justificado pela malícia”. E a malícia, neste caso, é determinada por uma determinada ideologia.

Hannah Arendt definiu “ideologia política” como “a lógica de uma ideia” que contém três elementos de natureza totalitária: 1/ a pretensão de explicar tudo; 2/ dentro desta pretensão, está a capacidade de se afastar de toda a experiência; 3/ a capacidade de construir raciocínios lógicos e coerentes que permitem crer em uma realidade fictícia a partir dos resultados esperados por via desses raciocínios — e não a partir da experiência.

A ideologia que determinou o morticínio da cidade de Orlando e muitos outros, é o Islamismo. Eu penso que o Islamismo deveria ser proibido na nossa sociedade, por ser uma ideologia que atenta contra a liberdade básica dos cidadãos.

Mas, para a Esquerda, reconhecer que o Islamismo é totalitário, seria fatal — porque seria reconhecer publicamente que a sua própria ideologia também é totalitária. Para a Esquerda, as ideologias têm que ser salvaguardadas: para a Esquerda, é uma questão de vida ou de morte.

Quando a Esquerda recorre à psicologia (que é subjectiva por excelência) para justificar factos humanos objectivos, entramos em terreno pantanoso. Em ciência, devemos procurar as soluções mais simples e evitar complicar ainda mais aquilo que, já de si, é complicado. obama-islam-web

Domingo, 12 Junho 2016

As excreções da Esquerda brasileira a favor de Dilma e contra Temer

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:55 am
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Fonte.

Sexta-feira, 10 Junho 2016

A Helena Damião e a “educação para o empreendedorismo”

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:57 am
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Eu concordo parcialmente com a Helena Damião: o conceito de “educação para o empreendedorismo” é um absurdo, porque a liderança não se aprende na escola: é inata — a não ser que a “educação para o empreendedorismo” seja sinónimo de “educação para gestão de empresas”: um bom gestor de empresas pode não ser um líder natural.

“E deixam uma questão: "não haverá razões para estarmos preocupados com esta socialização precoce para a competição?"”

Porém, o que preocupa a Helena Damião não é o absurdo da “educação para o empreendedorismo” : o que a preocupa é o fomento da competição entre as crianças.

São duas coisas diferentes: o fomento da competição entre as crianças não tem necessariamente a ver com o absurdo do “educação para o empreendedorismo”; mas a Helena Damião mistura as duas coisas.

A Esquerda — de que a Helena Damião faz parte — diz que defende a mobilidade social (os “elevadores sociais”), por um lado, mas, por outro lado, tem horror à competição.

É claro que sem competição não pode existir mobilidade social. Esta contradição da Esquerda não é irracional: tem um propósito: é preciso proteger o Poder as elites de Esquerda em relação a qualquer tipo de concorrência política, e sem que esse proteccionismo seja facilmente detectado pela opinião pública.

Finalmente, sendo que a Helena Damião critica o absurdo da “educação para o empreendedorismo”, nunca a vi criticar a propaganda absurda da Ideologia de Género nas escolas. Ou seja, na educação, há coisas absurdas que são boas (as de Esquerda) e outras que são más.

Quinta-feira, 9 Junho 2016

A Direita portuguesa obedece aos critérios marxistas de discussão política

Filed under: Política — O. Braga @ 8:00 pm
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“O problema de PSD e CDS, nesta altura, é que reduziram a diferença face ao PS – ainda por cima nesta direcção comunista, do velho MES leninista e revolucionário – à questão do dinheiro (a economia…e… e…!…)”.

→ ABC : “A degenerescência de PSD e CDS

Tenho afirmado aqui isto desde, pelo menos, 2009. A política portuguesa foi reduzida à economia, o que é uma herança marxista. Ou seja, o CDS/PP e o Partido Social Democrata obedecem aos critérios de debate impostos pela Esquerda.

As circunstâncias sociais a ter em conta são tanto políticas como económicas: relacionam-se com o Poder, de que a riqueza é apenas uma forma. Ou seja, o Poder não se reduz ao dinheiro, à riqueza e à economia.

Para se conseguir o Poder, tem que se controlar a cultura antropológica. Para se controlar a cultura antropológica, tem que se manipular a ética, por um lado, e, por outro lado, criar uma determinada metafísica de acordo com o Zeitgeist.

Temos, pois:

  • metafísica → ética → política → cultura antropológica → economia

A metafísica marxista é monista  e imanente ; a ética marxista é antropocêntrica.

Quando a Esquerda impõe a toda a sociedade a sua metafísica e a sua ética, já ganhou a batalha política; e apenas resta à “Direita” divergir na economia.

Mas, à medida que a cultura antropológica se vai alienando da realidade e transferindo a sua autonomia para o Estado, é uma questão de tempo que Passos Coelho e Assunção Cristas se transformem em meros porta-vozes de correntes divergentes no seio da Esquerda.

Sábado, 4 Junho 2016

O José Pacheco Pereira é zarolho

 

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JPP-ZAROLHOAlguém se apercebeu que o José Pacheco Pereira tenha feito alguma crítica a este cartaz do Bloco de Esquerda? Nope! O José Pacheco Pereira não critica a Esquerda; e quando critica, é para criticar sobretudo o que não é de Esquerda — como acontece com esta crítica à JSD na questão do cartaz e Estaline.

Para o José Pacheco Pereira, a Esquerda pode dizer qualquer tipo de dislate que passa despercebida — é a tolerância repressiva do José Pacheco Pereira; mas quando a não-esquerda (porque não existe Direita em Portugal: em vez disso, existe uma esquerda positiva e outra negativa) diz asneiras, temos o José Pacheco Pereira a berrar na praça pública.

O cartaz da JSD do “Mário Nogueira estalinista” é insultuoso; mas o cartaz do Bloco de Esquerda sobre Jesus Cristo não é nem insultuoso nem tem importância alguma.

Terça-feira, 31 Maio 2016

A “diversidade” e a “inclusão” progressistas

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:31 am
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O europeu não faz parte do futuro. É uma raça a eliminar.

diversidade

Segunda-feira, 30 Maio 2016

A Esquerda contra a pobreza

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:10 am
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O PIB per capita português triplicou desde 1974, embora eu tenha dúvidas se o PIB per capita actual é real (um PIB construído sobre dívida é um PIB contabilístico). Isso significa que um pobre é hoje alguém que, por exemplo, não come regularmente três refeições por dia (se comer apenas duas refeições, já é pobre); ou, se um indivíduo não tem um computador pessoal ou um automóvel, é pobre. Hoje, um pobre é essencialmente um indivíduo que não tem acesso suficiente à sociedade de consumo. Estamos longe da pobreza do pé rapado — embora possam existir casos isolados de pobreza real.

Portanto, o conceito de pobreza “evoluiu”. Se o PIB continuar a aumentar, um pobre será, no futuro, por exemplo alguém que tem um automóvel em segunda mão (em vez de comprar novo), não tem televisão LCD de 80 polegadas em casa, e não tem dinheiro para alimentação VEGAN. Nessa altura, a Esquerda virá para a rua reclamar contra a pobreza através do slogan “nutrição Vegan para todos!”. Ou seja, a luta de classes não tem um fim senão transformando toda a gente em pobres. E quando toda a gente for pobre, só então a Esquerda dirá que “somos todos iguais”.

Em vez de “pobreza real”, devemos utilizar hoje o conceito de “pobreza relativa”. Se há ricos, há sempre os que são mais pobres do que os ricos.

A Esquerda vive daquilo que é considerado “pobreza relativa” a cada momento, mesmo que a pobreza seja não comer Vegan. Por isso, a Esquerda tem que fomentar o valor cultural da pobreza relativa; sem pobres relativos, a Esquerda perde o seu valor de mercado. A Esquerda vende, no mercado político, o conceito de “pobreza relativa”. Por isso é que a Esquerda é contra a existência do Banco Alimentar Contra a Fome.

Para aumentar a pobreza relativa em circulação na sociedade, por exemplo, a Esquerda transformou a instituição do casamento em uma espécie de “amizade permitida pela polícia”; desvalorizando o casamento, a Esquerda garante que os índices de pobreza relativa se mantêm na sociedade.

Hoje, já não é a pobreza real que mata, mas antes é o estilo de vida das pessoas.

Por isso, a Esquerda pretende que as pessoas tenham um estilo de vida tão desbragado e excêntrico quanto possível, em nome de uma suposta “autonomia do individuo” que conduz, por exemplo, ao aumento de filhos ilegítimos (procriação medicamente assistida, "barriga de aluguer", aumento astronómico de mães solteiras, etc.).

Reforçar o valor cultural do casamento natural não interessa à Esquerda, porque isso iria diminuir a quota de pobres relativos na sociedade. Em vez do valor do casamento, a Esquerda prefere instituir os “direitos de braguilha”, criando estilos de vida esdrúxulos que fomentem a pobreza relativa na sociedade.

Por exemplo, a Esquerda pretende que a SIDA se espalhe o mais possível na sociedade (através dos “direitos de braguilha”, por exemplo, com o conceito de “famílias alternativas”), para que depois exista o direito dos pobres relativos a programas gratuitos de tratamento da SIDA. Pretende legalizar as drogas para que, depois, os pobres relativos que resultem do consumo de drogas possam ter apoio financeiro do Estado.

Transformando a sociedade em um manicómio, a Esquerda cria malucos para depois os poder tratar.

Sexta-feira, 27 Maio 2016

O laicismo esquerdista é anticatólico

 

“Quando se fala em católicos, a esquerda é toda laica – e quer a Igreja longe dos dinheiros públicos. Quando se fala em muçulmanos, a esquerda é multicultural – e chega-se à frente com o cheque.”

João Miguel Tavares

Siga os conselhos do Bloco de Esquerda: 5 maneiras de saber se você é sexista

 

Quinta-feira, 26 Maio 2016

A Direita não se dá conta de como a Esquerda já ganhou a batalha ideológica do género

 

Repare-se no que escreveu a Maria Teixeira Alves:

“Nem queria acreditar quando li, assim de raspão (porque já nem vale a pena ralar-me com esta espiral de loucura em que vivemos) que o Bloco de Esquerda quer legalizar a mudança de sexo aos 16 anos. Já para beber só aos 18, tal como guiar e comprar cigarros!”.

catarina-martins-neanderthal-webO problema da Maria não é a “mudança de sexo”, entendida em si mesma: o problema dela é que a “mudança de sexo”, (seja o que isso for) se realize aos 16 anos de idade. Para a Maria, a “mudança de sexo” parece ser inócua e admissível, por exemplo, a partir dos 21 anos de idade.

Ou seja, a Catarina Martins já ganhou a batalha; mas ainda não ganhou a guerra (porque o futuro a Deus pertence).

O que o Bloco de Esquerda e a Catarina Martins defendem é uma monstruosidade; é uma desumanidade. Dizer que um transgénero é mulher, é o mesmo que dizer que não é um ser humano — na medida em que a sua mente é considerada independente dos respectivo corpo (biológico). Para além de a ideologia do Bloco de Esquerda ser anticientífica, a verdade é que a Lei governa pessoas de corpo inteiro, e não “mentes”.

Ao retirar, do Direito, a importância do corpo biológico do ser humano, o Bloco de Esquerda pretende minar o fundamento do próprio Direito — porque o corpo biológico é constitutivo daquilo que somos enquanto seres humanos e cidadãos. A dessexualização dos conceitos de “homem” e de “mulher” significa a expurgação do conceito de “corpo biológico” em relação ao Direito Positivo — sendo que a Lei apenas pode governar pessoas com corpos biológicos.

O movimento ideológico transgénero e/ou de género, defendido pelo Bloco de Esquerda, ataca principalmente a mulher.

Por exemplo, quando o Bloco de Esquerda defende que os homens podem ser mulheres, transformam o aborto em uma questão que não é tipicamente feminina — porque, alegadamente, os “homens” também podem engravidar. O seja, o Bloco de Esquerda recusa a ideia de que a mulher possa pertencer a uma categoria jurídica distinta da do homem: a mulher torna-se invisível na lei, na sociedade e na política.

Mesmo que retirem o útero a uma mulher, ela não deixa de ser mulher.

Retirar o sexo biológico a uma pessoa é o mesmo que transformá-la em coisa nenhuma. O sexo de uma pessoa não é nem uma parte da pessoa, nem é uma propriedade do corpo: o sexo é algo constitutivo da essência/natureza fundamental do próprio corpo. O sexo biológico é algo que nós somos, e não algo que nós temos.

Perante a impossibilidade de redefinir realmente as realidades naturais que se chamam “homem” ou “mulher”, o Bloco de Esquerda (e a Esquerda em geral) jogam com as palavras chamando “homem” a uma mulher e “mulher” a um homem. Mas, no Direito, essas palavras (homem e mulher) deixaram de ter corpos biológicos por detrás delas: ao retirarmos o sexo biológico da Lei, retiramos desta todos os corpos biológicos, tornando-os invisíveis no Direito Positivo. E este é o pior totalitarismo que podemos conceber.

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