perspectivas

Quarta-feira, 30 Novembro 2016

“Homofobia” é a pata-que-os pôs! É Pedofilofobia, estúpido!

 

Os mesmos que celebram a vida de Fidel Castro e o seu regime como um exemplo, são os mesmos que utilizam a liberdade de expressão para minar o senso-comum que nos resta na cultura antropológica.

“A ministra francesa (socialista) da Saúde, Marisol Touraine, vai levar a tribunal os autarcas conservadores que inviabilizaram nas suas cidades a exibição de cartazes da campanha contra a sida que contam com imagens de homens a abraçar-se e a beijar-se.

“Pela vida, por um fim de semana… Com um amante, com um amigo, com um desconhecido… As situações variam, assim como a protecção”, lê-se num dos outdoors, com a mensagem acompanhada pela fotografia de um homem a abraçar outro pelas costas,

A campanha conta com a apresentação de cartazes em 130 cidades francesas, mas em 12 delas surgiram entraves das autoridades locais que os têm procurado remover.

O autarca de Aulnay-sous-Bois, próximo de Paris, encontra-se entre os que removeram os posters, substituindo-os por imagens com a frase “Proteger as nossas crianças”. Também o autarca de Angers ordenou que fossem retirados os cartazes colocados junto a escolas”.

Ministra francesa processa autarcas por homofobia

ministra-fancesa-homofobia
Ou seja, dá-nos a ideia de que os países da Europa precisam de uma espécie de Fidel Castro de cor oposta.


Os socialistas, e a esquerda em geral, pretendem passar a mensagem segundo a qual “tomar no cu faz bem à saúde e faz crescer as crianças”, conforme vemos nesta outra notícia:

“EVIDENCE has emerged that the views of the Paedophile Information Exchange influenced policy-making at the National Council for Civil Liberties when it was run by former Labour Health Secretary Patricia Hewitt”.

‘We can’t prove sex with children does them harm’, says Labour-linked NCCL

Ou seja, diz a esquerda de que não há provas de que enrabar putos lhes faça mal. E mais: segundo a opinião da Esquerda, não só não faz mal, como até faz bem aos putos serem enrabados.

“Childhood sexual experiences, willingly engaged in, with an adult result in no identifiable damage”.

E mais: a perseguição aos pedófilos é um preconceito inaceitável, porque os pedófilos só fazem bem às crianças quando lhes vão ao cu:

“The present legal penalties are too high and reinforce the misinformation and prejudice. The duty of the court should be to inquire into all the relevant circumstances with the intention, not of meting out severe punishment, but of determining the best solution in the interests of both child and paedophile.”

Isto já não vai com falinhas mansas e argumentos racionais. Precisamos, na Europa, de um enorme paredão de sinal contrário ao de Fidel.


« (…) a lógica do liberalismo político leva-o a tolerar ideias ou movimentos que têm como finalidade destruí-lo. A partir daí, perante a ameaça, o liberalismo está condenado, quer a tornar-se autoritário, isto é, a negar-se ― provisória ou duradouramente ― a si mesmo, quer a ceder o lugar à força totalitária colocada no poder por meio de eleições legais (Alemanha, 1933) »

— Edgar Morin

Segunda-feira, 7 Novembro 2016

A estratégia política da Esquerda: o Síndrome de Münchhausen colectivo, e Sneaky Fucker Strategy

 

Se ouvirmos o discurso político radical igualitarista da Esquerda — desde o António Costa até Catarina Martins ou ao José Pureza —, detectamos o Síndrome de Münchhausen “by proxy”, que induz a proliferação cultural do dito síndrome a nível do indivíduo, mas desta feita, “by self”: a sociedade é transformada em um manicómio colectivo.

E quando ouvimos um macho de Esquerda a defender o “direito” (feminista) da mulher ao aborto a pedido e pago pelo Estado, estamos perante uma conjugação entre o Síndrome de Münchhausen “by proxy” e a chamada Sneaky Fucker Strategy.

Domingo, 16 Outubro 2016

Raquel Varela: a inveja comunista típica

 

A Esquerda é invejosa por definição. E não há defeito mais nocivo, para a sociedade, do que a inveja.

Segunda-feira, 1 Agosto 2016

A evolução ideológica da Esquerda: “o acto sexual não é importante para a transmissão da SIDA/AIDS”

 

Na sua sanha contra a Tradição que já vem do Iluminismo mas principalmente do século XIX, a Esquerda coloca em causa a Lógica e a própria realidade e a natureza das coisas. Se for necessário afirmar que “o mundo não existe”, para que, com essa afirmação, se coloque em causa o pensamento tradicional, a Esquerda não hesita em fazê-lo.

Mas podemos perguntar: afinal, ¿a Tradição não morreu?!

Para a Esquerda, a Tradição não pode morrer, porque sem a Tradição (ou sem o fantasma desta), a Esquerda não sobreviveria. O anti-tradicionalismo da Esquerda só é provido de sentido e de significado no âmbito dessa oposição a uma Tradição que vem de Platão e Aristóteles, e que se consolidou com o império romano e, mais tarde, com a Igreja Católica. A Tradição é o “ódio de estimação” da Esquerda e, por isso, a Tradição não pode morrer.

E quando a sociedade (em geral) desvaloriza a oposição da Esquerda em relação à Metaxia, ou seja, quando a sociedade aceita, benevolente, as teses de oposição da Esquerda em relação à Tradição e as integra no ordenamento jurídico, acontece um esvaziamento do sentido e do significado da Esquerda; e, num esforço de sobrevivência, a Esquerda tem que se reinventar (ou seja, radicalizar) na sua oposição sistemática em relação à Tradição (a trindade romana: religare, auctoritas, traditionem) — o que significa literalmente “oposição sistemática em relação à realidade”.

Ou seja, para a Esquerda, se a Tradição não existisse, teria que ser inventada. Aquela não pode viver sem esta.

Depois da legalização do "casamento" gay, da adopção de crianças por pares de invertidos, da "barriga de aluguer", etc. — a sociedade desvalorizou a lógica do sentido de oposição da Esquerda em relação à Tradição. Perante este esvaziamento do sentido do reviralho esquerdista, a Esquerda necessita de se reinventar constantemente no âmbito dessa vital oposição à Tradição.


É neste contexto que surge nos Estados Unidos a reivindicação das casas-de-banho públicas assexuadas, por exemplo; ou que, em uma recente conferência da ONU realizada na África do Sul, surge a ideia segundo a qual a propagação da SIDA tem menos a ver com o comportamento sexual do que com a homofobia, sexismo e racismo. Estas conferências da ONU fazem lembrar a ideia de “imbecil colectivo”, de Olavo de Carvalho: “O ‘imbecil colectivo’ é uma comunidade de pessoas de inteligência normal ou superior que se reúnem com o propósito de imbecilizar-se umas às outras”.

lobotomy

 

Voltamos hoje ao Romantismo (e ao Positivismo, que é o Romantismo da ciência traduzido no cientismo) dos séculos XVIII e XIX: “a culpa não é do comportamento do indivíduo!: a culpa é da sociedade!” (o “bom selvagem” de Rousseau).

Este tipo de abordagem em relação ao problema traduz-se em uma infinita insolubilidade do problema: o problema nunca poderá ser resolvido ou mitigado, porque a Esquerda vive à custa da existência do próprio problema, e por isso não lhe interessa a sua solução — porque o problema só se resolve, ou se mitiga, adoptando padrões do pensamento lógico característicos da Tradição que a Esquerda renega.

Quarta-feira, 20 Julho 2016

A preocupação com a desconstrução da História de Portugal

Filed under: Política — O. Braga @ 12:58 pm
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brasoes-lxDizem os radicais de esquerda da Câmara Municipal de Lisboa que “os brasões da Praça do Império não existem, e por isso não estão a apagar nada” (no sentido de “apagar” a memória histórica). Ou seja, parece que deixaram propositadamente a erva daninha cobrir os brasões; e depois de transformar os jardins da Praça do Império em um matagal, dizem que “não está lá nenhum brasão”.

Este episódio dos brasões do império português é apenas um pequeno exemplo do que nos espera: a sistemática obnubilação da memória portuguesa e a desconstrução da nossa História. Estaline retirou Trotski da fotografia; a Esquerda utiliza o mesmo método em relação à História de Portugal: retira determinados símbolos da fotografia histórica nacional. Não tarda nada mudam o nome da Praça do Império para (por exemplo) “Praça da Lusofonia” ou “Praça do Acordo Ortográfico”.

Terça-feira, 19 Julho 2016

O José Pacheco Pereira, a Banca portuguesa, e Angola

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 6:28 pm
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Lembramo-nos das críticas (por exemplo, do José Pacheco Pereira) em relação ao investimento angolano na Banca portuguesa; e agora vemos isto:

FMI aponta os casos de Portugal e de Itália como sendo de risco para a economia mundial até 2017.

O capital angolano era (alegadamente) “podre” e “mau”; e parece que é melhor não haver capital nenhum: é preferível uma Banca falida do que uma Banca com capital angolano. O José Pacheco Pereira deve andar feliz: quanto mais se destrói Portugal, mais ele (e os seus compagnons de route) rejubilam.

Domingo, 17 Julho 2016

O aldrabão Daniel Oliveira e as vítimas do terrorismo na Europa

 

Em um determinado programa de televisão de ontem, o Daniel Oliveira afirmou o seguinte acerca do terrorismo:

  • nas décadas de 1970, 1980 e 1990, houve muitas mais vítimas de ataques terroristas na Europa do que nas décadas depois de 2000;
  • temos que nos habituar ao terrorismo, porque ele sempre existiu, e apenas aumentou a sua visibilidade devido aos me®dia e à Internet.

Podemos ver neste gráfico abaixo (fonte) que, de facto, nas décadas de 1970, 80 e 90, houve mais vítimas de terrorismo na Europa (de cor azul), mas tratou-se do terrorismo da ETA do país basco, do IRA da Irlanda, e do Baader-Meinhof na Alemanha — ou seja, tratou-se de um terrorismo direccionado principalmente contra as elites políticas e/ou contra as forças policiais ou militares.

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daniel_oliveira-webjpgA ETA, o IRA ou o Baader-Meinhof não atacavam deliberadamente crianças e mulheres inocentes: atacavam polícias, militares e dignitários políticos; e não existia, durante essas três décadas, o terrorismo suicida islâmico, que é o que mais sofisticado que podemos conceber em termos de terror.

Vemos a vermelho na imagem, os ataques terroristas islâmicos na Europa que, a partir da década de 2000, aumentaram geometricamente e que implicam, na maior parte dos casos, a figura do kamikaze islâmico, por um lado, e por outro lado o ataque indiscriminado às populações em geral, incluindo mulheres e crianças.

Note bem: uma coisa é um ataque do IRA a um quartel de tropas britânicas na Irlanda que faz 100 mortos; outra coisa é o recente ataque islâmico de Nice que faz outras tantas mortes, mas em que as vítimas não são militares e muitas delas são crianças e mulheres. Não é possível confundir estes dois tipos de terrorismo, e só a mente perversa do Daniel Oliveira poderia misturar as duas coisas.

Uma coisa é a guerra convencional em que as populações inocentes são, em geral, poupadas; outra coisa, bem diferente, é uma guerra islâmica em que o inimigo é a população em geral. E dizemos, “não”: a este tipo de guerra não ficaremos habituados nem indiferentes, nem que passemos a deportar muçulmanos e o Daniel Oliveira também.

Sexta-feira, 8 Julho 2016

A eutanásia legal é a consequência das políticas de esquerda

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:01 am
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Quando a Esquerda defende a legalização da eutanásia, está a ser consequente com a sua acção política passada: depois de ter destruído a cultura da família natural (divórcio unilateral e na hora, "casamento" gay, adopção de crianças por pares de invertidos), e de ter causado o actual inverno demográfico (aborto, perseguição política das famílias numerosas), a Esquerda quer evitar que as pessoas idosas se enforquem em suas casas ou nas árvores dos parques das cidades, remetendo, assim, o suicídio dos mais vulneráveis da nossa sociedade para a privacidade de um quarto de hospital.

Não resta à Esquerda outra via: tem que esconder a merda que defecou.

Quarta-feira, 22 Junho 2016

Todos os cidadãos portugueses são criminosos em potência

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 1:04 pm
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Segundo o governo da geringonça, todos os portugueses são criminosos em potência:

“Até Julho de 2017, as Finanças vão passar a ter acesso aos dados sobre todas as poupanças bancárias portuguesas de cidadãos residentes e não residentes”.

É óbvio que a Esquerda faz isto “para nosso bem”; a geringonça preocupa-se com o “nosso bem”. E em vez de vasculhar as contas bancárias apenas em caso de indícios de crime, passou a considerar que todos os portugueses podem ser criminosos.

Trata-se da inversão do ónus da prova: é o cidadão vulgar que tem que provar que não é criminoso.

Esta lei da geringonça terá que ser revogada — nem que se tenha de criar um novo partido liberal. O problema não está na procura de prevaricadores em relação a lei; o problema está no princípio securitário e orwelliano de eliminação radical da privacidade do cidadão em geral.

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Sexta-feira, 17 Junho 2016

Os esquerdistas têm um baixo Quociente de Inteligência

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 2:39 pm
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Posso estar errado; mas por favor demonstrem-me que estou errado.

Quinta-feira, 16 Junho 2016

O problema é o de que uma fobia não é uma convicção

 

Uma fobia, por definição, não é racionalizada; uma “fobia racionalizada” é uma contradição em termos.

A fobia pertence ao domínio da emoção, e não ao da razão. Por exemplo, uma pessoa que sofre de aracnofobia, pode até ter consciência da sua fobia, mas não consegue lidar com ela de forma racional (não a consegue racionalizar). A fobia é irracional; e por isso não é uma convicção — porque uma “convicção” é mais do que uma simples crença: é uma crença que passou pelo crivo da razão.

O conceito de “homofobia”, não passa de isso mesmo: um conceito alargado; não existe uma definição clara e concisa de “homofobia”. Homofobia é pau para toda a colher. Em princípio, a homofobia deveria ser o “medo em relação a homossexuais”, e pertenceria ao domínio da emoção.

Um homófobo, porque actua no âmbito da emoção, nunca planearia de uma forma cerebral o assassínio de centenas de pessoas.

terror-franca-20anosO planeamento do morticínio da cidade de Orlando foi racional. Um homófobo pode matar o seu parceiro sexual, em um momento de exaltação emocional; mas porque aquele actua às ordens da emoção, é improvável que ele arquitecte um assassínio em massa que necessita de um cérebro frio e calculista.

O mais que podemos dizer do morticínio da cidade de Orlando é que ele foi perpetrado por um sociopata; mas, como dizia Napoleão, “não atribuamos à sociopatia o que pode ser justificado pela malícia”. E a malícia, neste caso, é determinada por uma determinada ideologia.

Hannah Arendt definiu “ideologia política” como “a lógica de uma ideia” que contém três elementos de natureza totalitária: 1/ a pretensão de explicar tudo; 2/ dentro desta pretensão, está a capacidade de se afastar de toda a experiência; 3/ a capacidade de construir raciocínios lógicos e coerentes que permitem crer em uma realidade fictícia a partir dos resultados esperados por via desses raciocínios — e não a partir da experiência.

A ideologia que determinou o morticínio da cidade de Orlando e muitos outros, é o Islamismo. Eu penso que o Islamismo deveria ser proibido na nossa sociedade, por ser uma ideologia que atenta contra a liberdade básica dos cidadãos.

Mas, para a Esquerda, reconhecer que o Islamismo é totalitário, seria fatal — porque seria reconhecer publicamente que a sua própria ideologia também é totalitária. Para a Esquerda, as ideologias têm que ser salvaguardadas: para a Esquerda, é uma questão de vida ou de morte.

Quando a Esquerda recorre à psicologia (que é subjectiva por excelência) para justificar factos humanos objectivos, entramos em terreno pantanoso. Em ciência, devemos procurar as soluções mais simples e evitar complicar ainda mais aquilo que, já de si, é complicado. obama-islam-web

Domingo, 12 Junho 2016

As excreções da Esquerda brasileira a favor de Dilma e contra Temer

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:55 am
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