perspectivas

Quarta-feira, 20 Julho 2016

A preocupação com a desconstrução da História de Portugal

Filed under: Política — O. Braga @ 12:58 pm
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brasoes-lxDizem os radicais de esquerda da Câmara Municipal de Lisboa que “os brasões da Praça do Império não existem, e por isso não estão a apagar nada” (no sentido de “apagar” a memória histórica). Ou seja, parece que deixaram propositadamente a erva daninha cobrir os brasões; e depois de transformar os jardins da Praça do Império em um matagal, dizem que “não está lá nenhum brasão”.

Este episódio dos brasões do império português é apenas um pequeno exemplo do que nos espera: a sistemática obnubilação da memória portuguesa e a desconstrução da nossa História. Estaline retirou Trotski da fotografia; a Esquerda utiliza o mesmo método em relação à História de Portugal: retira determinados símbolos da fotografia histórica nacional. Não tarda nada mudam o nome da Praça do Império para (por exemplo) “Praça da Lusofonia” ou “Praça do Acordo Ortográfico”.

Terça-feira, 19 Julho 2016

O José Pacheco Pereira, a Banca portuguesa, e Angola

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 6:28 pm
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Lembramo-nos das críticas (por exemplo, do José Pacheco Pereira) em relação ao investimento angolano na Banca portuguesa; e agora vemos isto:

FMI aponta os casos de Portugal e de Itália como sendo de risco para a economia mundial até 2017.

O capital angolano era (alegadamente) “podre” e “mau”; e parece que é melhor não haver capital nenhum: é preferível uma Banca falida do que uma Banca com capital angolano. O José Pacheco Pereira deve andar feliz: quanto mais se destrói Portugal, mais ele (e os seus compagnons de route) rejubilam.

Domingo, 17 Julho 2016

O aldrabão Daniel Oliveira e as vítimas do terrorismo na Europa

 

Em um determinado programa de televisão de ontem, o Daniel Oliveira afirmou o seguinte acerca do terrorismo:

  • nas décadas de 1970, 1980 e 1990, houve muitas mais vítimas de ataques terroristas na Europa do que nas décadas depois de 2000;
  • temos que nos habituar ao terrorismo, porque ele sempre existiu, e apenas aumentou a sua visibilidade devido aos me®dia e à Internet.

Podemos ver neste gráfico abaixo (fonte) que, de facto, nas décadas de 1970, 80 e 90, houve mais vítimas de terrorismo na Europa (de cor azul), mas tratou-se do terrorismo da ETA do país basco, do IRA da Irlanda, e do Baader-Meinhof na Alemanha — ou seja, tratou-se de um terrorismo direccionado principalmente contra as elites políticas e/ou contra as forças policiais ou militares.

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daniel_oliveira-webjpgA ETA, o IRA ou o Baader-Meinhof não atacavam deliberadamente crianças e mulheres inocentes: atacavam polícias, militares e dignitários políticos; e não existia, durante essas três décadas, o terrorismo suicida islâmico, que é o que mais sofisticado que podemos conceber em termos de terror.

Vemos a vermelho na imagem, os ataques terroristas islâmicos na Europa que, a partir da década de 2000, aumentaram geometricamente e que implicam, na maior parte dos casos, a figura do kamikaze islâmico, por um lado, e por outro lado o ataque indiscriminado às populações em geral, incluindo mulheres e crianças.

Note bem: uma coisa é um ataque do IRA a um quartel de tropas britânicas na Irlanda que faz 100 mortos; outra coisa é o recente ataque islâmico de Nice que faz outras tantas mortes, mas em que as vítimas não são militares e muitas delas são crianças e mulheres. Não é possível confundir estes dois tipos de terrorismo, e só a mente perversa do Daniel Oliveira poderia misturar as duas coisas.

Uma coisa é a guerra convencional em que as populações inocentes são, em geral, poupadas; outra coisa, bem diferente, é uma guerra islâmica em que o inimigo é a população em geral. E dizemos, “não”: a este tipo de guerra não ficaremos habituados nem indiferentes, nem que passemos a deportar muçulmanos e o Daniel Oliveira também.

Sexta-feira, 8 Julho 2016

A eutanásia legal é a consequência das políticas de esquerda

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:01 am
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Quando a Esquerda defende a legalização da eutanásia, está a ser consequente com a sua acção política passada: depois de ter destruído a cultura da família natural (divórcio unilateral e na hora, "casamento" gay, adopção de crianças por pares de invertidos), e de ter causado o actual inverno demográfico (aborto, perseguição política das famílias numerosas), a Esquerda quer evitar que as pessoas idosas se enforquem em suas casas ou nas árvores dos parques das cidades, remetendo, assim, o suicídio dos mais vulneráveis da nossa sociedade para a privacidade de um quarto de hospital.

Não resta à Esquerda outra via: tem que esconder a merda que defecou.

Quarta-feira, 22 Junho 2016

Todos os cidadãos portugueses são criminosos em potência

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 1:04 pm
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Segundo o governo da geringonça, todos os portugueses são criminosos em potência:

“Até Julho de 2017, as Finanças vão passar a ter acesso aos dados sobre todas as poupanças bancárias portuguesas de cidadãos residentes e não residentes”.

É óbvio que a Esquerda faz isto “para nosso bem”; a geringonça preocupa-se com o “nosso bem”. E em vez de vasculhar as contas bancárias apenas em caso de indícios de crime, passou a considerar que todos os portugueses podem ser criminosos.

Trata-se da inversão do ónus da prova: é o cidadão vulgar que tem que provar que não é criminoso.

Esta lei da geringonça terá que ser revogada — nem que se tenha de criar um novo partido liberal. O problema não está na procura de prevaricadores em relação a lei; o problema está no princípio securitário e orwelliano de eliminação radical da privacidade do cidadão em geral.

os-malandros-web

Sexta-feira, 17 Junho 2016

Os esquerdistas têm um baixo Quociente de Inteligência

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 2:39 pm
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Posso estar errado; mas por favor demonstrem-me que estou errado.

Quinta-feira, 16 Junho 2016

O problema é o de que uma fobia não é uma convicção

 

Uma fobia, por definição, não é racionalizada; uma “fobia racionalizada” é uma contradição em termos.

A fobia pertence ao domínio da emoção, e não ao da razão. Por exemplo, uma pessoa que sofre de aracnofobia, pode até ter consciência da sua fobia, mas não consegue lidar com ela de forma racional (não a consegue racionalizar). A fobia é irracional; e por isso não é uma convicção — porque uma “convicção” é mais do que uma simples crença: é uma crença que passou pelo crivo da razão.

O conceito de “homofobia”, não passa de isso mesmo: um conceito alargado; não existe uma definição clara e concisa de “homofobia”. Homofobia é pau para toda a colher. Em princípio, a homofobia deveria ser o “medo em relação a homossexuais”, e pertenceria ao domínio da emoção.

Um homófobo, porque actua no âmbito da emoção, nunca planearia de uma forma cerebral o assassínio de centenas de pessoas.

terror-franca-20anosO planeamento do morticínio da cidade de Orlando foi racional. Um homófobo pode matar o seu parceiro sexual, em um momento de exaltação emocional; mas porque aquele actua às ordens da emoção, é improvável que ele arquitecte um assassínio em massa que necessita de um cérebro frio e calculista.

O mais que podemos dizer do morticínio da cidade de Orlando é que ele foi perpetrado por um sociopata; mas, como dizia Napoleão, “não atribuamos à sociopatia o que pode ser justificado pela malícia”. E a malícia, neste caso, é determinada por uma determinada ideologia.

Hannah Arendt definiu “ideologia política” como “a lógica de uma ideia” que contém três elementos de natureza totalitária: 1/ a pretensão de explicar tudo; 2/ dentro desta pretensão, está a capacidade de se afastar de toda a experiência; 3/ a capacidade de construir raciocínios lógicos e coerentes que permitem crer em uma realidade fictícia a partir dos resultados esperados por via desses raciocínios — e não a partir da experiência.

A ideologia que determinou o morticínio da cidade de Orlando e muitos outros, é o Islamismo. Eu penso que o Islamismo deveria ser proibido na nossa sociedade, por ser uma ideologia que atenta contra a liberdade básica dos cidadãos.

Mas, para a Esquerda, reconhecer que o Islamismo é totalitário, seria fatal — porque seria reconhecer publicamente que a sua própria ideologia também é totalitária. Para a Esquerda, as ideologias têm que ser salvaguardadas: para a Esquerda, é uma questão de vida ou de morte.

Quando a Esquerda recorre à psicologia (que é subjectiva por excelência) para justificar factos humanos objectivos, entramos em terreno pantanoso. Em ciência, devemos procurar as soluções mais simples e evitar complicar ainda mais aquilo que, já de si, é complicado. obama-islam-web

Domingo, 12 Junho 2016

As excreções da Esquerda brasileira a favor de Dilma e contra Temer

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:55 am
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Fonte.

Sexta-feira, 10 Junho 2016

A Helena Damião e a “educação para o empreendedorismo”

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:57 am
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Eu concordo parcialmente com a Helena Damião: o conceito de “educação para o empreendedorismo” é um absurdo, porque a liderança não se aprende na escola: é inata — a não ser que a “educação para o empreendedorismo” seja sinónimo de “educação para gestão de empresas”: um bom gestor de empresas pode não ser um líder natural.

“E deixam uma questão: "não haverá razões para estarmos preocupados com esta socialização precoce para a competição?"”

Porém, o que preocupa a Helena Damião não é o absurdo da “educação para o empreendedorismo” : o que a preocupa é o fomento da competição entre as crianças.

São duas coisas diferentes: o fomento da competição entre as crianças não tem necessariamente a ver com o absurdo do “educação para o empreendedorismo”; mas a Helena Damião mistura as duas coisas.

A Esquerda — de que a Helena Damião faz parte — diz que defende a mobilidade social (os “elevadores sociais”), por um lado, mas, por outro lado, tem horror à competição.

É claro que sem competição não pode existir mobilidade social. Esta contradição da Esquerda não é irracional: tem um propósito: é preciso proteger o Poder as elites de Esquerda em relação a qualquer tipo de concorrência política, e sem que esse proteccionismo seja facilmente detectado pela opinião pública.

Finalmente, sendo que a Helena Damião critica o absurdo da “educação para o empreendedorismo”, nunca a vi criticar a propaganda absurda da Ideologia de Género nas escolas. Ou seja, na educação, há coisas absurdas que são boas (as de Esquerda) e outras que são más.

Quinta-feira, 9 Junho 2016

A Direita portuguesa obedece aos critérios marxistas de discussão política

Filed under: Política — O. Braga @ 8:00 pm
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“O problema de PSD e CDS, nesta altura, é que reduziram a diferença face ao PS – ainda por cima nesta direcção comunista, do velho MES leninista e revolucionário – à questão do dinheiro (a economia…e… e…!…)”.

→ ABC : “A degenerescência de PSD e CDS

Tenho afirmado aqui isto desde, pelo menos, 2009. A política portuguesa foi reduzida à economia, o que é uma herança marxista. Ou seja, o CDS/PP e o Partido Social Democrata obedecem aos critérios de debate impostos pela Esquerda.

As circunstâncias sociais a ter em conta são tanto políticas como económicas: relacionam-se com o Poder, de que a riqueza é apenas uma forma. Ou seja, o Poder não se reduz ao dinheiro, à riqueza e à economia.

Para se conseguir o Poder, tem que se controlar a cultura antropológica. Para se controlar a cultura antropológica, tem que se manipular a ética, por um lado, e, por outro lado, criar uma determinada metafísica de acordo com o Zeitgeist.

Temos, pois:

  • metafísica → ética → política → cultura antropológica → economia

A metafísica marxista é monista  e imanente ; a ética marxista é antropocêntrica.

Quando a Esquerda impõe a toda a sociedade a sua metafísica e a sua ética, já ganhou a batalha política; e apenas resta à “Direita” divergir na economia.

Mas, à medida que a cultura antropológica se vai alienando da realidade e transferindo a sua autonomia para o Estado, é uma questão de tempo que Passos Coelho e Assunção Cristas se transformem em meros porta-vozes de correntes divergentes no seio da Esquerda.

Sábado, 4 Junho 2016

O José Pacheco Pereira é zarolho

 

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JPP-ZAROLHOAlguém se apercebeu que o José Pacheco Pereira tenha feito alguma crítica a este cartaz do Bloco de Esquerda? Nope! O José Pacheco Pereira não critica a Esquerda; e quando critica, é para criticar sobretudo o que não é de Esquerda — como acontece com esta crítica à JSD na questão do cartaz e Estaline.

Para o José Pacheco Pereira, a Esquerda pode dizer qualquer tipo de dislate que passa despercebida — é a tolerância repressiva do José Pacheco Pereira; mas quando a não-esquerda (porque não existe Direita em Portugal: em vez disso, existe uma esquerda positiva e outra negativa) diz asneiras, temos o José Pacheco Pereira a berrar na praça pública.

O cartaz da JSD do “Mário Nogueira estalinista” é insultuoso; mas o cartaz do Bloco de Esquerda sobre Jesus Cristo não é nem insultuoso nem tem importância alguma.

Terça-feira, 31 Maio 2016

A “diversidade” e a “inclusão” progressistas

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:31 am
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O europeu não faz parte do futuro. É uma raça a eliminar.

diversidade

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