Um bêbedo entra num urinol, saca um testículo para fora da braguilha, faz força, urina no interior das calças, e depois desata a berrar que tem “os testículos rotos!”…
A ciência está igual ao bêbado: descobre uma determinada partícula a que chamou de “bosão de Higgs”, identificou essa partícula com o Graviton (*), e porque essa partícula — que a ciência diz (alegadamente) ser o Graviton — tem um campo baixo de energia, conclui a ciência que o Big Bang não existiu, que o universo surgiu do nada e é eterno (não sei como é possível uma coisa “surgir do nada” e ser simultaneamente “eterno”: mas isso sou eu, que sou estúpido).
C’a Gand’a ciência!
O problema da ciência com o Big Bang, é ideológico, e por isso não é científico. Ou seja: o problema da ciência é que a merda da teoria do Big Bang, e das estúpidas inferências de facto que levaram a ela, é coincidente com a porcaria da metáfora do Génesis bíblico!
Mas C’a Gand’a Treta do Big Bang!
Para a ciência, em vez da teoria do Big Bang inferida da estupidez factual da radiação de base e da maldição obscurantista do efeito de Doppler (Hubble) — é preferível uma teoria que recuse o princípio de causalidade e que defenda a ideia segundo a qual “o universo surgiu do nada”.
C’a Gand’a metafísica! Quanto mais esta ciência “avança”, mais o bêbedo tem razão!
(*) o Graviton é o “missing link” da Física: é a partícula charneira entre a força quântica e a força entrópica da gravidade.
A característica moral definida dos segundos [os bárbaros] é a sua amoralidade; tanto Shakespeare como Whitman eram indiferentes aos valores morais, excepto na medida em que estes eram susceptíveis de serem convertidos pela emoção temporária em valores estéticos. Diga-se de passagem que ambos eram pederastas…
Mas mesmo que queiramos estender o conceito de “naturalismo” à Antiga Grécia, não seria seguramente a Aristóteles, porque este nunca rejeitou a metafísica do seu tempo (repito: do seu tempo). No tempo de Aristóteles, como em quase toda a Grécia Antiga, a alma humana era tão imanente quanto a alma de um cavalo — o que não fazia de Aristóteles um “naturalista”, porque a metafísica da alma imanente não deixou de existir na cultura daquela época.
Quando dizemos que “aquele animal sente dor”, essa nossa constatação é intuitiva.
O verdadeiro burro não é aquele que não sabe: quem não sabe, pode não ser burro e ser apenas ignorante. O verdadeiro burro é aquele que pensa que sabe e que transforma a sua espécie de “sabedoria” em dogma, incólume às evidências que apontam para o oposto da sua “sabedoria”. 













