perspectivas

Terça-feira, 30 Setembro 2014

José Pacheco Pereira: “vale tudo!, até arrancar olhos!”

Filed under: Política,Portugal — orlando braga @ 5:38 am
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Neste texto de José Pacheco Pereira, podemos concordar genericamente com as suas (dele) críticas ao governo de Passos Coelho — por exemplo, quando ele fala nas “previsões neo-malthusianas” do governo de Passos Coelho para orientar a SS (Segurança Social). Mas o sofisma de José Pacheco Pereira consiste em retirar implicitamente, das suas críticas ao governo actual, uma apologia em relação a uma futura e hipotética real oposição de António Costa.

Ou seja: um governo sofrível não significa necessariamente que a oposição seja boa. E não há nenhuma razão objectiva para que se pense hoje que a oposição de António Costa será melhor do que a de António José Seguro: pode ser diferente, mas “diferente” não significa “melhor”.

José Pacheco Pereira parte do princípio de que uma oposição populista (irracional: “populismo” significa o primado da irracionalidade na política) para derrotar um governo sofrível, é coisa boa.

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Este frenesim revolucionário de José Pacheco Pereira, dos “amanhãs que cantam”, borram-lhe a pintura. Podemos trazer José Pacheco Pereira para fora da Revolução (como o Partido Social Democrata de Cavaco Silva fez), mas não poderemos jamais trazer a revolução para fora de José Pacheco Pereira. Por isso é que o anti-populismo de José Pacheco Pereira é populista.

Ficheiro PDF do texto de José Pacheco Pereira

Segunda-feira, 29 Setembro 2014

Adensam-se as nuvens negras

Filed under: Política,politicamente correcto,Portugal — orlando braga @ 8:06 am
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Costa e SócratesPassos Coelho é má-onda. António Costa é um tsunami. António Costa vai acabar o trabalho desastroso que José Sócrates não teve tempo de concluir.

António Costa tem uma visão jacobina da política. O povo português ainda não o conhece bem e parece estar a dar um salto no escuro. A estratégia de António Costa será a de não alterar essencialmente a política económica de Passos Coelho, por um lado, mas por outro lado vai continuar a revolução cultural que José Sócrates não acabou.

Com António Costa, a esquerda radical terá acesso ao Poder pela porta do cavalo. Mesmo que o Partido Comunista, o Bloco de Esquerda e o Livre não estejam fisicamente representados em um governo de António Costa, terão nele uma representação espiritual. E essa representação espiritual radical actuará menos na economia do que na cultura.

António Costa faz lembrar um personagem político saído da I república; e se ele for eleito primeiro-ministro, revelar-se-á o jacobino em todo o seu esplendor! Os portugueses ainda vão ter saudades do Partido Socialista de António Guterres.

Domingo, 28 Setembro 2014

A Inês Teotónio Pereira , Rousseau e a família

Filed under: filosofia,Política,Portugal — orlando braga @ 8:50 pm
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“Quando Rousseau pensou no contrato social, não imaginou que por aqui se fosse tão longe. Não imaginou que as famílias não reclamariam poder, deveres e direitos, e que não se organizassem como a célula-base de qualquer sociedade”.Inês Teotónio Pereira


Acredite o leitor se quiser: Rousseau era contra as associações e contra a família. Talvez a melhor análise do Contrato Social de Rousseau foi a de Bertrand Russell:

“A teoria política de Rousseau é apresentada no Contrato Social, de 1762. É de carácter muito diverso do da maior parte da sua obra; tem pouca sentimentalidade e muito raciocínio. As suas doutrinas, embora preguem democracia, tendem a justificar um Estado totalitário”.

Bertrand Russell, “História da Filosofia Moderna”, página 635, 9ª Edição, tradução do professor doutor Vieira de Almeida, 1961, Lisboa.

E segue-se nas páginas 636 e 637:

“O contrato consiste na ‘alienação total dos direitos de cada associado em favor da comunidade; em primeiro lugar, como cada um se entrega absolutamente, as condições são iguais e daí ninguém ter interesse em torná-las opressivas a outros’. A alienação é sem reserva. ‘Se houvesse indivíduos com certos direitos, não havendo superior comum para decidir entre eles e o público, cada um deles, juiz de si mesmo, pretenderia sê-lo dos outros. Continuar-se-ia o estado de natureza, e a associação necessariamente se tornaria inoperante ou tirânica’.

Isto implica completa ab-rogação da liberdade e completa rejeição dos direitos do homem. É verdade que em capítulo ulterior se atenua a doutrina, dizendo que embora o contrato social dê ao corpo político poder absoluto sobre os seus membros, os seres humanos têm direitos naturais, como homens”.


Bem sei que a ideia que a Inês Teotónio Pereira tem de Rousseau é vulgar e comum; mas nem tudo o que é vulgar e comum corresponde à verdade. Ela deveria ter escrito o seguinte:

“Quando Rousseau pensou no contrato social, imaginou que por aqui se fosse tão longe. Imaginou que as famílias não reclamariam poder, deveres e direitos, e que não se organizassem como a célula-base de qualquer sociedade”.

Quinta-feira, 25 Setembro 2014

O debate socialista

Filed under: Política,Portugal — orlando braga @ 5:53 pm
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Imagem daqui.

O Bloco de Esquerda deveria ser proibido como partido político

Filed under: Política,Portugal — orlando braga @ 10:49 am
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“Um ano depois de ter trazido o piropo para a discussão pública com uma primeira intenção de o criminalizar, o Bloco de Esquerda insiste no assunto. O partido leva esta quarta-feira à discussão no plenário do Parlamento uma proposta que classifica como crime o assédio sexual – onde se inclui o assédio verbal – e outra para perseguição.”

Bloco leva piropo ao Parlamento com punição até três anos

Por detrás do aparente libertarismo do Bloco de Esquerda está um totalitarismo feroz que se revela a espaços. ¿O que leva um partido político a considerar o piropo — por mais ordinário que seja — uma forma de “assédio sexual”?!


És como um helicóptero: “gira” e “boa”.
Ó fêvera!, junta-te aqui à brasa.
Ó jóia!, anda aqui ao ourives.
Ó filha!, aperta aqui que é mais fofo.
Ó jeitosa!, és mais apertadinha que os rebites de um submarino.
¿Andas na tropa? É que já marchavas…
Tantas curvas e eu sem travões!
¿Usas cuecas TMN? É que tens um rabinho que é um mimo.
Ó filha!, agora já percebo porque é que tenho a talocha nas mãos.
Ainda dizem que as flores não andam.
Que rica sardinha para o meu gatinho!
Só a mim é que não me calha uma destas na rifa!


O assédio sexual, conforme previsto no Código Penal, implica uma qualquer situação de dependência em relação ao agressor (ou agressora) — seja uma dependência económica, hierárquica, social, etc.. — que retira à vítima o seu direito ao exercício de livre-arbítrio. Ora, não vejo como é que um trolha empoleirado em um andaime estabelece uma relação de poder ou de domínio sobre uma qualquer “boazona” que passa.

O Bloco de Esquerda pretende proibir o discurso — qualquer discurso. Esta coisa abstrusa de tentar transformar um piropo em um crime punível com pena de prisão faz parte de uma visão estratégica orwelliana de proibição do discurso.

O Bloco de Esquerda deveria ser proibido como partido político. Um partido que se arvora exclusivista no discurso, pretendendo punir criminalmente todo o discurso que não seja o seu, deveria ser extinto e os seus caudilhos deveriam ser presos por crime de atentado contra a democracia.

Quarta-feira, 24 Setembro 2014

O que vai acontecer a nível nacional se o António Costa for primeiro-ministro

Filed under: Política,Portugal — orlando braga @ 8:14 am
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“A partir de 3 de Novembro está prevista, em Lisboa, a interdição de circulação a veículos com matrículas anteriores a 2000 na zona da Baixa, Avenida da Liberdade e Cais do Sodré – área onde hoje não podem circular veículos com matrícula anterior a 1996.”

A aliança entre a máfia verde e a indústria automóvel

Com António Costa como primeiro-ministro, é o Bloco de Esquerda que governa Portugal.

Domingo, 14 Setembro 2014

¿Por que é que a mulher tem que imitar o homem?

Filed under: Política,Portugal — orlando braga @ 2:03 pm
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“Há dias em que me sinto uma mãe-da-noite. Qualquer comparação com uma mulher-da-noite é injusta, trabalho somente para um cliente e com objectivos relativamente altruístas. É que, na maior parte do tempo, é à noite que sou, efectivamente, mãe.”

Educar não é ocupação de tempos livres



Quando a mulher imita o homem, despersonaliza-se — porque a mulher (em juízo universal) tem uma natureza própria que é diferente da do homem.

 

mulher bolchevique na fábrica web

marxismo e o trabalho domestico webNão é utopia concebermos uma sociedade que desfaça o nó da estigmatização do feminino que se acentuou com a revolução burguesa de 1789 e que se adensou com o golpe-de-estado bolchevique de 1917.

Não é utopia concedermos à mulher o direito à sua própria natureza, sem que a obriguemos a imitar o homem. Não é utopia que a natureza da mulher seja reconhecida e valorizada pela sociedade, sobretudo através da ética — porque a lei não impede a primazia do princípio do interesse próprio e egoísta.

Não é utopia quebrar o maniqueísmo marxista que identifica o trabalho doméstico com a ignorância da mulher, por um lado; e, por outro  lado, não é utopia denunciar o sofisma burguês segundo o qual o trabalho doméstico não contribui para a o PIB e para a riqueza nacional.

Tanto o marxismo como o neoliberalismo violam a natureza da mulher — porque uma mulher pode ser ignorante trabalhando em uma fábrica, ou pode ser culta trabalhando em casa e cuidando da família.

A formação intelectual da mulher não depende do trabalho na fábrica ou no escritório.

Tal como aconteceu na cultura romana do período imperial (que sucedeu ao período da república romana), a educação (da mulher e do homem) deve ser um fim em si mesma, independente de qualquer utilidade prática. E quando a educação é um fim em si mesma, cada ser humano pode ser livre para seguir a sua própria natureza, sem que a sua função social seja estigmatizada pelo tipo de trabalho que exerce.

Com o Inverno demográfico em que vivemos, causado pelo marxismo e pelo neoliberalismo, ou mudamos a nossa cultura antropológica, ou desaparecemos como sociedade. 

Quinta-feira, 11 Setembro 2014

“Partido Democrático Republicano”, de Marinho Pinto

Filed under: Política,Portugal — orlando braga @ 6:33 pm
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Marinho Pinto pretende excluir os monárquicos. Conheço um monárquico que diz que vota no Partido Comunista. E depois Marinho Pinto dirá que “não faz fretes à Direita”.

Quarta-feira, 10 Setembro 2014

A Inês Pedrosa e os comités de bairro à moda da URSS

 

“Não sei por que razão não se incluem automaticamente todos os registos de nascimento no sistema de protecção de crianças. Parece-me evidente que todas as casas com crianças pequenas – independentemente do seu estatuto sócio-económico — deveriam ser visitadas pela Segurança Social.”

Inês Pedrosa


Cada vez me interessa menos saber quem são as pessoas que escrevem nos me®dia, e que são os arautos da construção paulatina de um totalitarismo suave. Em bom rigor, para mim, a tal Inês Pedrosa não se distingue de uma sopeira da freguesia de Miragaia. Mas a verdade é que ela escreve “coisas”.

Esta gente deveria ser censurada. Com gente deste tipo, deveria haver “lápis azul” — porque não se trata de simples opinião: quando esta gente fala ou escreve, trata-se de um prenúncio de acção política.

Acontecem oito desgraças (8 crianças assassinadas) no país em dois anos; ¿e o que é que aquela cavalgadura sugere para acabar com essas desgraças? O policiamento estatal de todas as famílias portuguesas!, sem excepção.

Os polícias da SS (Segurança Social) — segundo aquela alimária — passariam a entrar pelas casas dos portugueses adentro, seja no seguimento de uma qualquer delação, ou por simples militantismo ideológico à moda dos comités de bairro da antiga URSS. Passaria a existir uma cultura do delator: se alguém não gosta do vizinho, liga para o 112 para denunciar aquilo que provavelmente não existe; e, acto contínuo, teríamos as SS (Segurança Social) a patrulhar a zona sob o comando da Inês Pedrosa.

Depois, a ornejadora bípede continua:

“Sim, caríssimos: os nossos filhos não são propriedade nossa. Não são os pais quem tem direito aos filhos; os filhos é que têm direito a ter pais – ou seja: pessoas responsáveis que saibam cuidar deles.”

Quer ela dizer, azurrando: “os nossos filhos não são propriedade nossa, mas são propriedade do Estado!”.

Esta gente é perigosa e deveria ser proibida de escrever nos me®dia. É gente psicótica, desfasada da realidade — porque uma coisa é as SS (Segurança Social) seguirem casos pontuais de famílias devidamente identificadas (sejam ricas ou pobres), e outra coisa é o Estado passar a patrulhar a propriedade privada e a intimidade dos lares de todos os portugueses.

Domingo, 7 Setembro 2014

O perigo que representa António Costa em um possível governo socialista

 

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada escreve aqui (e bem!) um artigo acerca da recente supressão dos brasões das antigas possessões ultramarinas na Praça do Império, em Lisboa. O vereador radical da Câmara Municipal de Lisboa responsável por aquele acto de vandalismo político e cultural, faz parte do elenco camarário da cidade de Lisboa liderado por António Costa.

jacobinosTrata-se de um prenúncio do que pode acontecer com um governo de António Costa: a esquerda mais radical entrará em um futuro governo socialista pela “porta do cavalo”; o Bloco de Esquerda terá luz verde para vandalizar Portugal em larga escala, por exemplo, mudando nomes das ruas e de freguesias que tenham uma conotação religiosa, eliminando feriados religiosos, nacionalizando igrejas e transformando-as em museus depois de lhes ter obliterado o nome histórico — em suma, um pouco como o que aconteceu com o jacobinismo da I República.

Talvez as pessoas, em geral, não se tenham dado conta: estamos a viver um prelúdio de um PREC [Processo Revolucionário em Curso] suave, porque ataca a sociedade pela cultura antes de chegar à economia. A esquerda radical chegou à conclusão que não pode actuar na economia sem formatar primeiro a cultura do povo.

A estratégia dos radicais (tolerados por António Costa) já não é a da década de 1970, em que a economia foi nacionalizada mas depois houve uma inversão contra-revolucionária; agora, pretendem lobotomizar o povo, destitui-lo de auto-estima histórica, imbuir na cultura portuguesa um sentimento de culpa em relação à História que paralise a acção da construção do futuro — porque um povo sem passado não tem futuro.

O que António Costa e os jacobinos que o acompanham pretendem é roubar o passado a Portugal, para que, colocados sem perspectiva de futuro, o povo baixe os braços e aceite uma intervenção radical e comunista na economia sem qualquer reacção.

Terça-feira, 26 Agosto 2014

O problema de fundo do actual capitalismo

Filed under: Política,politicamente correcto,Portugal — orlando braga @ 9:54 am
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Leio este artigo no blogue Blasfémias:

“Com este governo, esta maioria e, sobretudo, estas pessoas, não vamos lá: o défice voltou a entrar em descontrolo e adivinha-se novo aumento de impostos.

Por razões próprias e alheias, este governo não fez as reformas que tinha que fazer para domar a despesa pública, isto é, para atacar as causas profundas do défice. Pelo contrário, convenceu-se o governo de que o nível da despesa pública até poderia ser mantido ou baixar pouco («vamos manter o estado social», não cansaram de proclamar os seus dirigentes), caso os impostos aumentassem e as exportações também, fórmula mágica que dificilmente se consegue manter por muito tempo, porque explica o bom senso que nenhuma economia se desenvolve se não conseguir aforrar e investir. Um erro de amadores, portanto.”

E leio estoutro:

“As a result of Obamacare Medicaid expansion coupled with means-tested Obamacare assistance, I estimate welfare rolls expanded from 35.4% of the population in 2012 to about 40% in 2014.”

Almost Half of America on Welfare

Cerca de metade da população americana já vive do Estado Social. Portanto, o problema não existe só em Portugal. E isto leva-me a um texto de Kant, escrito poucos anos antes de ele morrer [“Teoria e Prática”, 1793]:

“Um governo que fosse fundado sobre o princípio da benevolência para com o povo — tal o do pai para com os seus filhos, quer dizer, um governo paternal —, onde, por consequência, os sujeitos, tais filhos menores, incapazes de decidir acerca do que lhes é verdadeiramente útil ou nocivo, são obrigados a comportar-se de um modo unicamente passivo, a fim de esperar, apenas do juízo do chefe do Estado, a maneira como devem ser felizes, e unicamente da sua bondade que ele o queira igualmente — um tal governo, digo, é o maior despotismo que se pode conceber.”

Aquilo que o blogue Blasfémias talvez não tenha compreendido é o facto de ser a própria plutocracia — ou seja, o capitalismo actual — que apoia e incentiva o Estado Social: basta verificarmos as posições políticas da maioria dos 50 mais ricos do mundo, incluindo Bill Gates, Rockefeller ou Rothschild. A ideia da actual plutocracia é a criação do “maior despotismo que se pode conceber”. É a isto que Adriano Moreira chama de “neoliberalismo repressivo”, em que a solidariedade cristã do capitalismo primordial é substituída por um capitalismo instrumental e utilitarista que, em troca do Estado Social, restringe a liberdade da pessoa.

(more…)

Domingo, 24 Agosto 2014

Quem tem uma vagina, tem uma mina

 

Fernanda cancio webHá um ditado popular português que reza assim (devidamente adaptado): “Quem tem uma vagina, tem uma mina; quem tem um pénis, tem um pau”.

Indo ao encontro do ditado popular, só uma mulher poderia dar-se ao luxo de escrever isto em um jornal português e sair impune.

Se um grupo de 500 jovens “cabeças rapadas”, conotado com o PNR, tivesse invadido um centro comercial e sido expulso pela polícia; e, depois da expulsão, dois ou três “cabeças rapadas” quisessem reentrar no mesmo centro comercial e a polícia não deixasse — provavelmente a Fernanda Câncio ficaria calada.

Mas quando um grupo de 500 jovens pretos invade um centro comercial e foi expulso pela polícia; e, depois da expulsão, dois ou três pretos quiseram reentrar no mesmo centro comercial e a polícia não deixou – a Fernanda Câncio diz que “a polícia é racista”.

Segundo a Fernanda Câncio, a polícia não seria “racista” se fossem brancos prevaricadores a ser impedidos, pela polícia, de reentrar no referido centro comercial; a polícia só é “racista” quando se trata de pretos prevaricadores.

No entanto, ela escreve aquilo em um jornal de referência português; ou seja: “quem tem uma vagina, tem uma mina”…

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