perspectivas

Sábado, 22 Novembro 2014

Ex primeiro-ministro socialista, José Sócrates, foi preso

Filed under: josé sócrates,Política,politicamente correcto,Portugal — O. Braga @ 8:04 am

 

O ex-primeiro-ministro socialista é suspeito de crimes de corrupção, fraude fiscal agravada, branqueamento de capitais e falsificação de documentos – apurou o SOL junto de fontes conhecedoras do processo.

socrates-malabarista

Volta, Marcello, estás perdoado! Foste preso e deportado para o Brasil, mas sempre um homem honesto e coerente. É de homens como tu que este país precisa.

socrates-vai-pro-caralho

Sexta-feira, 21 Novembro 2014

A irracionalidade da nossa sociedade só poderá ser superada com muita violência

Filed under: ética,cultura,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 6:47 pm
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“Tribunal de Alenquer condenou arguido a pagar uma multa de 1200 euros por ter disparado e agredido o animal com um pau. Decisão poderia ser mais pesada se o caso já estivesse sujeito à nova legislação de protecção dos direitos dos animais.”

Militar da GNR condenado por balear e agredir cadela


“An abortion debate organised by an Oxford University pro-life student group has been cancelled, after a planned protest was said to threaten security.”

Oxford University shuts down abortion debate after protests


premature“Every year, children are born alive at the time of the abortion procedure after the 20th week of pregnancy in Europe. They are, most often, abandoned to die without care, struggling to breathe, sometimes for several hours, or they are killed by the lethal injection or suffocation, then thrown away with organic waste.”

The Council of Europe refuses to oppose neonatal infanticides

Terça-feira, 18 Novembro 2014

¿O que é que Abdool Vakil e o Cheque Munir dizem publicamente do caso de Asa Bibi?

 

Não dizem nada. Silêncio absoluto. Quem cala, consente. A hipocrisia da comunidade islâmica em Portugal manifesta-se nestes pequenos detalhes: perante a condenação à morte de uma cristã paquistanesa por ter “conspurcado um copo de água”, os líderes muçulmanos em Portugal fazem ouvidos de mercador; fazem de conta que nada se passa, que o assunto não é com eles.

Mas notem bem!, senhores Abdool Vakil e Cheque Munir: a história funciona, muitas vezes, com reacções sociais e culturais contra quem colabora com a desumanidade. Infelizmente, cura-se a doença do cão com o pêlo do mesmo cão.

asa_bibi

A favor dos Vistos Dourados

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 6:46 am

 

visto_goldTomara que todos os ricos do mundo tivessem residência em Portugal. Eu prefiro estar perto dos ricos que longe deles. Um rico é, em juízo universal, alguém que fez pela vida e que despreza a indolência própria de um certo tipo de português do sul arreigado aos “amanhãs que cantam”.

Isto não significa que os ricos tenham carta branca para fazer o que quiserem — incluindo práticas de corrupção activa. Os ricos também estão sujeitos à lei. Por isso é que existe o Estado de Direito, e há que separar a condição de rico, por um lado, dos actos de corrupção, por outro lado. A corrupção não é uma característica exclusiva dos ricos: em vez disso, a corrupção pertence à condição humana em geral.

Não é por existir contrafacção de moeda que devemos acabar com a moeda. Não é por existir corrupção em alguns quadros do Estado que devemos acabar com os Vistos Dourados.

Se a União Europeia nos está a “comer de cebolada”, faz todo o sentido aproveitarmos dela quaisquer benefícios que possamos obter.

Segunda-feira, 17 Novembro 2014

Beatriz Gimeno (do partido espanhol “Podemos”) e a falácia do Verdadeiro Escocês

 

“En las últimas semanas leo muchos comentarios en las redes sociales asegurando que Podemos no es feminista o que no hay feministas en este partido. Siento decir que estas críticas desacreditan como feminista a quien las hace.”

Beatriz Gimeno

A falácia do Verdadeiro Escocês no discurso político espanhol:

“Existem feministas no PSOE;
Acontece que há feministas no PSOE que criticam as feministas do Podemos;
Ora porra!, estas não são feministas de verdade!”

Domingo, 16 Novembro 2014

Feminismo e o politicamente correcto: “A tua liberdade acaba onde começam os meus sentimentos”

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 5:58 pm
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Soube deste caso através do Blasfémias. Um cientista ligado à Agência Espacial Europeia, de seu nome Matt Taylor, durante um evento televisivo de cariz científico, usou a seguinte camisa:

Matt Taylor

Rapidamente, o politicamente correcto veio a terreiro berrar “Aqui d’El Rei!”, porque é misoginia. Eu não usaria aquela camisa apenas porque é muito colorida para o meu gosto; normalmente uso roupa com cores sóbrias.

Mas pergunto aos leitores — extenditur ad speciem humanam, ergo etiam feminis: ¿as imagens abaixo são uma manifestação de misandria?

misandria_feminista

E esta imagem em baixo, da cantora feminista radical Madonna, ¿também é “misoginia”? ¿Ou apenas o parceiro dela é “misógino”?

madonna_misoginia

Vivemos em uma cultura para-totalitária. Estamos a caminho de um totalitarismo politicamente correcto, e as feministas, gays & companhia, são apenas os idiotas úteis de uma agenda política tenebrosa.

Quarta-feira, 5 Novembro 2014

Vamos interpretar Angela Merkel

Filed under: educação,Política,politicamente correcto,Portugal — O. Braga @ 11:13 am
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“Angela Merkel afirmou esta terça-feira que países como Portugal e Espanha têm demasiados licenciados, o que faz com que não tenham noção das vantagens do ensino vocacional.”

Angela Merkel diz que Portugal tem demasiados licenciados

Eu penso que o que Angela Merkel quis dizer é que existem demasiadas “licenciaturas erradas”, e não propriamente “demasiados licenciados”.

Em Portugal, tira-se um curso superior para se ser automaticamente “general”; ninguém quer ser “sargento”. Uma economia sem “sargentos” não funciona; e uma economia em que os “generais” são produto de um qualquer “alvará de inteligência”, e não são produto de trabalho e demonstração práticos, também não funciona.

Temos que voltar ao velho Liceu e à Escola Técnica. Salazar e Marcello Caetano tinham razão.

Segunda-feira, 3 Novembro 2014

Portugal deve suspender as relações diplomáticas com Timor-Leste

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 2:36 pm
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O embaixador de Portugal em Timor-Leste deve ser chamado a Lisboa, para consultas.

“O Governo de Timor-Leste ordenou aos serviços de migração a expulsão dos funcionários judiciais internacionais, incluindo cinco juízes, um procurador e um oficial da PSP de nacionalidade portuguesa.”

Governo de Timor-Leste ordena expulsão de magistrados portugueses

Não está em causa, neste caso, o direito do governo de Timor-Leste em revogar contratos assumidos, tendo como base eventuais alegações de incompetência, ou coisa do género. O que está em causa é a forma como o governo de Timor-Leste trata os magistrados portugueses — como uma espécie de criminosos, de personae non grata com prazo de 48 horas para sair daquele país.

Terça-feira, 28 Outubro 2014

O Partido Socialista quer discutir o sexo dos anjos

 

“O PS quer que 17 de Maio passe a ser o Dia Nacional contra a Homofobia e a Transfobia. A data – que evoca o dia em que a Organização Mundial de Saúde retirou a homossexualidade da sua classificação de doenças, em 1990 – já é assinalada como Dia Internacional. O PS quer agora consagrá-la no calendário português.”

PS quer criar dia contra homofobia e transfobia

Até hoje, ninguém me conseguiu dar uma definição  de “homofobia”; e de “transfobia”, também não. Haja alguém, por favor, que defina “homofobia”, para eu poder ter uma noção. E o povo português também tem direito a uma noção de “homofobia”, e não a um mero conceito alargado e subjectivista.

Não havendo uma definição de “homofobia”, o Partido Socialista anda a discutir o sexo dos anjos. Ou seja, está a falar de algo que não se sabe bem o que é. O conceito abstracto de “homofobia” está a ser utilizado pelo Partido Socialista para enganar os portugueses e para desviar a atenção do povo em relação à realidade concreta e objectiva do país.

Segunda-feira, 27 Outubro 2014

Eu vou ter que dizer alguma coisa acerca das eleições no Brasil…

Filed under: Política — O. Braga @ 8:28 am
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Não se pode desligar o que se passa no Brasil do que se passa no processo de controlo globalista. Dilma Roussef é apenas a ponta do aicebergue.

O Globalismo actua sempre de forma dialéctica: qualquer dos candidatos, Dilma ou Aécio, a serem eleitos, serviam os interesses dos globalistas, embora de maneira diferente — e não servem propriamente os interesses do Brasil. Ganhou Dilma e os mentores do globalismo estão satisfeitos, como ficariam satisfeitos se Aécio tivesse sido eleito.

Os globalistas actuam dialecticamente, em todo lado, da seguinte maneira: ou a sinificação (Dilma) ou a desnacionalização (Aécio). Os dois processos são sancionados pela plutocracia globalista.

Tanto num caso como no outro, a plutocracia globalista fica sempre a ganhar. Hoje, não existe nacionalismo político no Brasil; pode existir nacionalismo na cultura antropológica brasileira, mas a ruling class ou tende a um processo político de sinificação (Dilma) ou a um processo político de desnacionalização (a chamada “direita liberal”). Só o futuro poderá dizer qual dos dois processos políticos, minimamente controlados pelos globalistas, irá ter sucesso definitivo no Brasil.

O processo de sinificação, encarnado por Lula / Dilma, é o mais perigoso para o Brasil, porque tende a enquistar-se a si próprio e ao país. Apesar dos seus inconvenientes, a desnacionalização liberal teria a vantagem de tirar rapidamente o Brasil do seu actual estatuto global de “anão comercial”.

Através de argumentos ad Terrorem contra Aécio, Dilma nada mais fez do que continuar o processo de enquistamento do Brasil na cena internacional: esse enquistamento pode ser o prelúdio de um provável desenvolvimento da sinificação do Brasil.

“Sinificação” não significa que o Brasil se transforme em uma cópia fiel da China. Isso seria impossível.

O que é comum a todos os países, no processo de sinificação, é o desenvolvimento de uma qualquer forma absolutista de Poder “em nome do povo”, que em uma fase inicial pode utilizar as eleições para legitimar o enraizamento cultural da necessidade de um Poder político cada vez mais discricionário. O Brasil tem vindo a resistir a esse processo de sinificação, como prova o facto de Aécio ter tido uma votação próxima de Dilma.

Este processo político — de sinificação progressiva do Brasil — só poderá ser contrariado mediante um qualquer fenómeno político extraordinário que hoje não podemos prever. Hoje encontrei um texto no FaceBook que resume a realidade do processo de sinificação no Brasil:

“Ganhou a Dilma de novo.

O pobre não entrava na faculdade. O que o PT fez? Investiu na Educação? Não, tornou a prova mais fácil.

Mesmo assim, os negros continuaram a não conseguir entrar na faculdade. O que o PT fez? Melhorou a qualidade do ensino médio? Não, destinou 30% das vagas nas universidades públicas aos negros que entram sem fazer as provas.

O analfabetismo era grande. O que o PT fez? Incentivou a leitura? Não, passou a considerar como alfabetizado quem sabe escrever o próprio nome.

A pobreza era grande. O que o PT fez? Investiu em empregos e incentivos à produção e ao empreendedorismo? Não. Baixou a linha da pobreza e passou a considerar classe média quem ganha R$300,00.

O desemprego era grande. O que o PT fez? Deu emprego? Não. Passou a considerar como empregado quem recebe o “bolsa família” ou não procura emprego.

A saúde estava muito ruim. O que o PT fez? Investiu em hospitais e em infraestrutura de saúde, criou mais cursos na área de medicina? Não. Importou um monte de cubanos que sequer fizeram a prova para comprovar sua eficiência e que aparentemente nem médicos são. (Um já foi identificado como capitão do exército cubano)

Alguém ainda duvida que esse governo é uma tremenda mentira?”

Sábado, 25 Outubro 2014

A lei 36/98 ou Lei de Saúde Mental

 

Trata-se de uma lei iníqua e monstruosa que só poderia ter origem em uma mente socialista.

A lei 36/98 (ver PDF) foi assinada pelo presidente da república socialista Jorge Sampaio durante o governo socialista de António Guterres. Os pareceres técnicos foram da lavra do psiquiatra socialista Daniel Sampaio, irmão do presidente da república socialista.

O Vítor Cunha, do blogue Blasfémias, traz aqui um assunto pertinente e que está ligado à lei socialista 36/98. O problema não está propriamente na área da psiquiatria, mas está sobretudo no facto de a lei criar um espartilho à acção da psiquiatria. O Direito não se deveria meter em áreas que não são da sua lavra.

A lei 36/98 faz com que alguém com uma neurose histérica, por exemplo, passe a ser tratada legalmente como se fosse esquizofrénica. Ora, uma neurose histérica não é uma esquizofrenia, embora uma neurótica histérica também recuse tratamento e não tenha plena consciência da gravidade do seu estado — embora esteja em um sofrimento psicológico atroz. A lei não distingue casos de mais gravidade e de menos gravidade, e trata todos os casos por igual.

Por outro lado, a lei dificulta, ou impossibilita mesmo, qualquer revisão de diagnóstico psiquiátrico quando a doente se encontra em tratamento ambulatório (fora de internamento em hospital) — uma vez que a doente passa a estar sob alçada de um tribunal.

Quando a máquina enferrujada da “justiça” entra na equação do processo de tratamento ambulatório, acontece uma certa inibição médica em relação a qualquer revisão de diagnóstico.

Ou seja, o primeiro diagnóstico saído do internamento compulsivo passa a ser de difícil modificação por parte do médico do ambulatório — não só porque existe uma resistência natural e corporativista em relação a um diagnóstico anterior de um profissional do mesmo ofício, mas sobretudo porque existe uma enorme inércia burocrática da “justiça” que é necessário vencer. O tribunal passa a ser uma espécie de “eminência parda” em todo o processo de tratamento médico, e inflexibiliza a acção médica.

Na prática, a lei 36/98 nega direitos essenciais e básicos ao doente. Por exemplo, ao incentivar o imobilismo do diagnóstico médico, não reconhece nem prevê a possibilidade de que o primeiro diagnóstico possa estar errado ou inadequado. Ao doente é negada qualquer tentativa de recusa racional do diagnóstico inicial, porque o estigma fica instalado através da intervenção ilegítima da lei. Trata-se de uma lei iníqua e monstruosa que só poderia ter origem em uma mente socialista.

Sexta-feira, 24 Outubro 2014

A ILGA Portugal, os me®dia, e a destruição linguagem

 

ilga filhos de gays

Repare-se na linguagem: “Portugal ainda não protege filhos de casais homossexuais”. Parece que os “casais” homossexuais dão filhos.

Um gay adopta uma criança, por exemplo, e automaticamente a criança passa a ser “filha” de outro gay com quem ele vive. Através da destruição da linguagem e do senso-comum, pretende-se a destruição da família natural.

Se um homem tem uma filha, essa filha tem uma mãe. E se uma mulher tem um filho, esse filho tem um pai. Mas o politicamente correcto elimina, da cultura, a noção de maternidade e de paternidade naturais. E os me®dia aplaudem. E depois temos toda a gente a dizer que existe uma crise de natalidade em Portugal.

Se um homem tem uma filha de uma mulher e depois casa-se com outra mulher, ninguém diz que a filha é da segunda mulher do referido homem. Mas se um gay tem um filho de uma mulher e depois “casa-se” com um outro gay, os me®dia e o politicamente correcto dizem que o filho é também do outro gay com quem ele vive. Os gays passam a parir pelo cu.

fascista familiar

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