perspectivas

Terça-feira, 25 Julho 2017

Temos que controlar o acesso das mulheres ao Poder político

 

Uma jornaleira do Jornal de Notícias que dá pelo nome de Catarina Pires escreveu esta pérola; e ¿o que são os “discursos de ódio”? São aqueles discursos em relação aos quais ela não concorda: tudo o que ela discorda é “de ódio”.

soteriologia-modernista

Por exemplo, eu também poderia considerar que o discurso da Catarina Pires é “de ódio”; e, já agora: ¿que tal uma guerra civil para limpar o sebo ao esquerdalho inteiro? Por este andar e com esse ódio, lá virá o dia…. já não estamos muito longe: quanto mais não seja, a escumalha decadente de Esquerda será eliminada pela Sharia islâmica que se prepara para tomar conta da Europa. Ainda veremos a Catarina Pires vestida de Burka.

No Irão anterior a 1979, aconteceu um fenómeno político que se caracterizou pela aliança entre a Esquerda (marxista, ou marxista cultural) iraniana, por um lado, e o xiismo islâmico dos Aiatólas, por outro lado. E ambos, coligados, derrubaram o Xá da Pérsia. Depois, surgiu a revolução islâmica que massacrou a Esquerda de uma forma impiedosa: centenas de milhares de militantes da Esquerda (marxista) foram silenciosamente fuzilados ou enforcados sem julgamento.

Uma situação semelhante já está a acontecer na Europa, com a aliança entre Karl Marx e Maomé; e mais uma vez, os marxistas irão dar com os cornos no chão, porque os esquerdistas nunca aprendem com a experiência → o que é próprio dos psicóticos e dos psicopatas.

Reparem no título do textículo da tal Catarina: “Só a educação (e um mundo mais justo) pode salvar-nos”.

Traduzindo: trata-se de uma soteriologia, de uma ideologia de “salvação”, de uma religião imanente. Deparamo-nos com uma doutrina de salvação terrena, com a ideia da construção de um paraíso na Terra que será a “salvação da humanidade”. Para que a humanidade se possa “salvar”, há que classificar as pessoas de boas ou más — o maniqueísmo moral é imprescindível à “salvação”. Estamos perante uma nova espécie de “puritanismo” que necessita da existência dos “maus”, para que possam existir os “bons” que são eles.

Tal como aconteceu com os Quacres (puritanos) ingleses do tempo de Cromwell, a existência dos “maus”, dos “ímpios”, dos “pecadores”, era o combustível soteriológico que impelia o crente para uma superioridade moral e para um exibicionismo moral que o conduzia à “salvação”.

Hoje, ser “mau” ou/e “ímpio” é não concordar com o pensamento único emanado do marxismo cultural — mesmo que nos baseemos na ciência para contestar a sua “doutrina da salvação”. Tal como no tempo dos Quacres, quem pensa cientificamente é “pecador”: a irracionalidade voltou a estar na moda.

Esta irracionalidade (que voltou a estar na moda) deve-se, em grande medida, ao aumento da influência da mulher na sociedade e no Poder político — o que está a criar na Europa uma espécie de matriarcado, e a cultura islâmica imigrante aproveita-se para implantar um patriarcado muitíssimo mais marcante e feroz do que o patriarcado da “família cristã” segundo Karl Marx.

Ou seja, para podermos controlar a influência islâmica na Europa, temos que controlar previamente o acesso das mulheres ao Poder político e limitar a sua influência social — porque é o sentimentalismo feminino, e a sua força social, a principal causa da cedência cultural europeia ao Islamismo (como podemos verificar no caso da Suécia, por exemplo, ou da Alemanha de Angela Merkel).

asscristas-mesquita1-web

Em 1754, Rousseau publicou um ensaio denominado “Discurso sobre a Desigualdade”; nele, afirmou que “o homem é naturalmente bom e só as instituições o tornam mau” — ou seja, a antítese da doutrina do pecado original.

Nos românticos, o erro (o “pecado”) não é do âmbito da psicologia, mas antes é derivado do padrão de valores (meio-ambiente, educação, etc.). Para o romântico, o hábito de renunciar a satisfações presentes para obter vantagens futuras é muito penoso (vem daí o dito que está na moda: “carpe Diem”); e quando as paixões despertam, as restrições prudentes do comportamento social são difíceis de suportar.

A revolta dos instintos contra as restrições, é a chave da filosofia, da política, e dos sentimentos, não só do chamado “movimento romântico”, mas também da sua progénie até hoje. Hoje temos românticos da estirpe de Byron (os nietzscheanos ou os anti-semitas, por exemplo), ou românticos da estirpe de Rousseau (os marxistas, igualitaristas): as duas estirpes, cada uma à sua maneira, são uma ameaça à nossa civilização.

Sexta-feira, 5 Maio 2017

#MulherNãoEntra : o que elas querem é só o “bem-bom”

 

Bangladesh sewer cleaner has to dive into liquid filth to claw out blockages

mulher-nao-entra-web
Quando uma feminista vier com a “cumbersa” do costume, diz-lhe para ela ir fazer o trabalho deste porco machista.

Quarta-feira, 19 Abril 2017

As novas prostitutas finas que trabalham ao nosso lado

 

Bill O’Reilly tem vindo a ser acusado de “coacção sexual” na Fox News. Uma após outra, cinco mulheres exigiram da Fox News 13 milhões de dólares para não irem para tribunal, alegadamente acusando o Bill O’Reilly de coacção sexual. Agora já apareceu uma sexta acusação; com jeitinho, irão surgir umas cem mulheres “vítimas” à procura dos milhões da FOX NEWS. 

“Complaints included verbal abuse, unwanted advances and lewd comments, the paper said, citing documents and interviews.”

Bill O’Reilly sexual harassment scandal explained

Segundo consta, dentro do pacote de 13 milhões de dólares de “coacção sexual” que a Fox News pagou a cinco ex-funcionárias tipo “prostitutas”, cabe eventualmente o “abuso verbal”, alegados “avanços indesejados” e “comentários lascivos”.

A mulher ocidental criou uma fonte de rendimento extra, uma nova forma de prostituição.

Imaginemos uma situação em que uma empregada vem vestida com um decote extraordinário, e o chefe chama à atenção: “Ó Fulana, não venha aqui para o local de trabalho mostrar as mamas ao pessoal!” → É “abuso verbal”; e pode ser considerado “comentário lascivo”, com direito a uns 5 ou 6 milhões de dólares de indemnização.

Ou o chefe diz à subordinada: “Não tenho nada contra as mini-saias normais, mas você escusava de vir para aqui sem cuecas!”. → É “abuso verbal” e “avanço indesejado”, com direito a uns 2 ou 3 milhões de dólares de indemnização.

E basta que a mulher “denuncie”: a palavra do homem nada vale. Ela aponta o dedo ao desgraçado e diz: “abuso verbal”, “avanços indesejados” e “comentários lascivos”ergo, 5 milhões de dólares, e bico calado.

São as putas que trabalham ao nosso lado.

Sábado, 15 Abril 2017

Obama, a Esquerda, o feminismo, e o Estado-providência

 

 

Quinta-feira, 9 Março 2017

Agora, que já passou o “dia da mulher”…

 

Quando ouço falar em “igualdade”, fico com os cabelos em pé. A liberdade é o direito a ser diferente; e a igualdade é a proibição de o ser.

Quarta-feira, 8 Março 2017

O Dia Internacional da Mulher Progressista e Feminista

Filed under: feminazismo,feminismo,mulher,politicamente correcto — O. Braga @ 1:44 pm

 

dia-da-mulher-web

Domingo, 5 Março 2017

Não é verdade, Joana Petiz: não é a verdade. Mas podes mentir à vontade.

verdade

“Nunca defendi sistemas artificiais para impor o que me parece natural, que homens e mulheres, sendo diferentes, são igualmente capazes de desempenhar as mesmas tarefas. O que faz a diferença será o feitio de cada pessoa, as competências, as ambições, as capacidades; mas nunca é o género que determina uma maior ou menor aptidão para o que quer que seja.”

Joana Petiz: No mundo dos homens

Não é por dizeres uma mentira muitas vezes que ela passa a ser verdade. Aconselho a Joana Petiz a ver esta série de vídeos realizados na Noruega acerca da “igualdade da capacidade de desempenhar as mesmas tarefas”: Brainwash.

Há muitas tarefas que são melhor desempenhadas por uma mulher do que por mim; e nem por isso me sinto “discriminado”: é a natureza das coisas.

Dizer a verdade é o novo “discurso de ódio”. Dizer a verdade desperta o ódio de excrementos existenciais, como é o caso da Joana Petiz. E dizer a verdade — doa a quem doer — é hoje um acto revolucionário.

Por exemplo: eu estou absolutamente convencido — provem-me o contrário! — de que o direito de voto da mulher, em geral (há excepções que confirmam a regra), aumenta o Poder do Estado sobre os cidadãos.

A mulher actual procura no Estado a figura do “marido protector” que ela recusa no homem. E quanto mais forte é o Estado, menor é a liberdade: a mulher prefere a protecção do Estado, em lugar da liberdade. A mulher é, em grande parte, responsável pela dinâmica para-totalitária estatal adoptada pelos estados europeus contemporâneos e pelo leviatão europeísta.

 

Site no WordPress.com.