perspectivas

Quarta-feira, 4 Outubro 2017

Feminismo : Entrevista de Carolina Reis a Clarice Falcão

 

“A palavra [feminismo] volta e meia é estigmatizada, como se fosse o contrário de machismo. Mas além de as pessoas não entenderem, há muita gente mal intencionada. Há um retrocesso muito grande e muita misoginia, há muita gente com ódio de mulheres. É como se sentissem que estamos a roubar o lugar de alguém, mas é um lugar que sempre foi nosso. É muito confortável a posição de homem branco, de mandar em tudo.

Entrevista de Carolina Reis a Clarice Falcão

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Vemos aqui em baixo algumas imagens que traduzem a “confortável posição do homem branco” que pretende “mandar em tudo” — o que dá razão às feministas e ao imbecil colectivo.

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islamismo-mulheres-para-venda1Nunca veremos uma feminista criticar o Islamismo; jamais!, porque a cultura europeia é que é uma merda!

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Terça-feira, 3 Outubro 2017

A Rita Silva Avelar, o feminismo e a emasculação do homem

 

A Ritinha escreve o seguinte:

« Nunca dizer que se deve fazer ou deixar de fazer uma coisa por se ser rapariga. Esta é uma das ideias reforçadas por Adichie no seu livro. O mesmo para os rapazes: a formação de estereótipos deve evitar-se na infância. Um dos exemplos dados no livro é o de cozinhar. "Saber cozinhar não é um conhecimento pré-instalado na vagina, cozinhar é algo que se aprende", escreve a autora”. »

Vamos ver a definição nominal de “estereótipo”:

  • Ideia, conceito ou modelo que se estabelece como padrão.
  • Ideia ou conceito formado antecipadamente e sem fundamento sério ou imparcial. = PRECONCEITO
  • Coisa que não é original e se limita a seguir modelos conhecidos. = LUGAR-COMUM

Quando a Ritinha burrinha diz que “a formação de estereótipos deve evitar-se na infância”, apenas defende a formação de tipos diferentes de estereótipos (quando comparados com os ditos “estereótipos tradicionais”: ou seja, ela não deixa por isso de defender a formação de estereótipos).

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feminismo actual webVoltamos a cair no mesmo erro romântico da negação da metafísica: é que a negação da metafísica é, ela mesma, uma forma de metafísica. De modo análogo, a negação de estereótipos é uma forma de estereótipo; a negação de determinados padrões é, em si mesmo, um padrão. O que me admira é que os livros feministas sejam lidos por homens que se julgam “inteligentes”.

Todo o ser humano tem preconceitos (incluindo a Ritinha burrinha): a diferença está no preconceito negativo, que é aquele que se transformou em dogma, por um lado, e por outro lado o preconceito positivo que é aquele que está aberto à discussão. O feminismo aliado à Ideologia de Género (defendido pela Ritinha burrinha) assumem a forma de preconceito negativo, uma vez que se transformaram a “igualdade”, em dogma.

Naturalmente que “cozinhar é algo que se aprende”; por isso é que os melhores cozinheiros do mundo são homens (vá-se lá saber por quê !).

O problema tem a ver com a divisão de trabalho, ou com a forma como o trabalho é, ou não é, dividido entre o homem e a mulher. Por exemplo, está cientificamente verificado que uma das razões (senão mesmo a razão principal) da extinção do homem de Neanderthal foi a ausência da divisão de trabalho entre o homem e a mulher: a mulher Neanderthal acompanhava o homem quando este ia à caça, e por isso ela deixava a prole no acampamento (as crianças) abandonada e mal alimentada. A exumação de ossadas comprovou que — ao contrário do que normalmente acontecia com o homo sapiens que dividia o trabalho entre a mulher e o homem — as crianças de Neanderthal eram muito mal alimentadas por causa da ausência sistemática da mãe e da mulher.

Ou seja: o feminismo pretende transformar o Homo Sapiens em Homo Neanderthalensis: desejo muita sorte às feministas — por exemplo, com o advento do Islão na Europa; com jeitinho, converto-me ao Islão para combater o feminismo e para evitar a castração cultural do homem.

O homem idealizado pelas feministas é eunuco.

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« A justiça e a igualdade de direitos são conceitos reforçados por Nuria Varela em Feminismo para Principiantes. Nele, a autora explica que "o contrário da igualdade é a desigualdade, não a diferença; todos e todas somos diferentes e isso é maravilhoso nos seres humanos, mas o problema começa quando sobre essa diferença construímos desigualdades". E é por isso importante, e referindo-se aos filhos, "ensinar-lhes que não sejam indiferentes à injustiça e à desigualdade, para que sejam adultos solidários e comprometidos em tornar o mundo cada vez mais justo". »

A desigualdade injusta não se cura com igualdade, mas antes com desigualdade justa (Nicolás Gómez Dávila).

STOP-opressing-me-feminism-400-webA Ritinha burrinha confunde (como faz toda a Esquerda) “igualdade”, por um lado, com “identidade”, por outro lado. A Ritinha burrinha, mesmo que não tenha consciência disso, é comunista. A igualdade de direitos (ou igualdade cívica e política), isto é, a “igualdade perante a lei”, é diferente da “igualdade social” segundo Karl Marx que a Ritinha burrinha defende.

A “igualdade perante a lei” baseia-se numa ideia de igualdade natural entre os Homens (extenditur ad speciem humanam, et etiam feminis); isto não significa que todos tenham o mesmo Poder ou as mesmas características, mas que têm uma dignidade igual.

Em contraponto, a “igualdade social” que a Ritinha burrinha defende, pretende igualar os meios e as condições de existência, orientando-se em direcção a um igualitarismo totalitário.

O feminismo, à semelhança da Ideologia de Género, é uma ideologia totalitária.

A Ritinha burrinha — tal como acontece com toda a Esquerda — identifica “diferença” com “hierarquia”, quando ela diz que “construímos desigualdades sobre as diferenças”. Sem tirar nem pôr.

A Ritinha burrinha sacrifica a liberdade individual em favor da igualdade; e esse sacrifício da liberdade individual tem como alvo principal as características biológicas endógenas (em juízo universal) do homem enquanto indivíduo e pessoa.

Ela confunde igualdade e identidade — porque a igualdade parte do princípio de que os indivíduos têm uma natureza ou uma dignidade comuns, mas não que são semelhantes em todos os outros aspectos. Igualdade e diferença são, portanto, perfeitamente conciliáveis.

E mais: a Ritinha burrinha não concebe que seja possível distinguir a “igualdade”, por um lado, e a “justiça”, por outro lado: a desigualdade social (ou entre sexos) não é injusta em si mesma, só o sendo quando impede os indivíduos de usufruir os seus direitos naturais (não confundir Direito Natural e Direito Positivo). Perante a desigualdade injusta, impõe-se a “equidade” (entre sexos, por exemplo) , que não é a mesma coisa que “igualdade”.

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Quinta-feira, 28 Setembro 2017

O feminismo é uma espécie de mulismo

 

Longe vão os tempos das sufragistas (ver em baixo imagem de uma sufragista que se prendeu com um cadeado a uma vedação, em sinal de protesto, cerca de 1900), que reclamavam por direitos inequívocos; hoje, as feministas não pretendem direitos: exigem privilégios. Isto aplica-se tanto à Joana Amaral Dias como a quem a critica, por exemplo, a uma tal Paula Cordeiro.

A suffragette chaining herself to railings in protest in the early 1900s-web.

O textículo da tal Paula é venenoso (ver em PDF); revela alguém que já sabe a cartilha de cor e salteado.

Mas a cartilha que ela decorou só serve para lidar com gente com QI abaixo de 90 — por exemplo, quando ela diz que “o feminismo existe por força do seu contrário”: ela não diz que “contrário” é esse; mas se a afirmação do feminismo (que ela defende) implica a negação do seu “contrário (seja qual for esse “contrário”), a negação de um não conduz automaticamente à afirmação do seu “contrário” (por exemplo: não possuir uma qualidade não significa obrigatoriamente possuir uma qualidade inversa).

Isto significa uma coisa muito simples (seguindo o raciocínio da Paula): o feminismo legitima o machismo. Eu costumo dizer que, sendo o feminismo o contrário do machismo, o feminismo é mulismo, porque a fêmea do macho é a mula.


Dentro da gama de privilégios que as feministas reclamam, está a condição de uma vida profissional sem “sabores agridoces” — como reclama a tal Paula.

Note-se que ninguém deve estar, à partida, dogmaticamente contra a existência de privilégios; o problema é o de saber se os privilégios concedidos (a uma pessoa ou a uma categoria de pessoas) contribuem decisivamente para a sobrevivência da sociedade. É por isso que a sociedade normalmente concede privilégios às instituições.

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Diz a Paula que a mulher portuguesa (e por extensão, a mulher ocidental) pode tomar decisões sobre o seu corpo (é claro que se refere ao aborto livre e grátis, mas pago com o meu dinheiro dos impostos); e, como termo de comparação da condição feminina, ela vai buscar a Arábia Saudita.

Por aqui vemos o discurso venenoso e pouco credível. A lógica é sempre a mesma: por exemplo, para justificar a legalização da eutanásia, eles vão buscar uma doença fatal que vitima uma pessoa em um milhão; para justificar o aborto grátis e à la carte, elas vão buscar (por exemplo) aquele caso excepcional daquela mulher que estava grávida de um feto sem cabeça. E por aí afora.

O irónico deste absurdo todo (que é o discurso feminista) é o de que a proposta de Joana Amaral Dias não é original: foi, em primeiro lugar, uma proposta do comuna inglês Jeremy Corbyn, para defesa das mulheres contra o real perigo dos Maomerdas que frequentam o Metro londrino.

Sexta-feira, 22 Setembro 2017

Esta classe política dita democrática não serve; ou o fim da democracia

 

Lendo aqui um bom pequeno texto (ver em ficheiro PDF) do Henrique Raposo acerca da dita “emancipação da mulher”; há quem lhe chame “autonomia”, desvirtuando o conceito de “autonomia”.

isabel-moreira-tinder-webDe desgraça em desgraça, o Ocidente pós-moderno (e Portugal também) tem hoje que escolher entre o radicalismo marxista cultural que sustenta o feminismo, por um lado, ou, por outro lado, o radicalismo islâmico que trata hoje a mulher como nunca o Cristianismo a tratou, até mesmo na Idade Média!

O problema cultural apontado pelo Henrique Raposo é agravado por “galináceos com vagina importante” — como por exemplo, Isabel Moreira, Paula Teixeira da Cruz, Teresa Leal Coelho, Raquel Varela, Catarina Martins e as outras esganiçadas do Bloco de Esquerda, etc. — que formam opinião em Portugal. Não me esqueço de a Isabel Moreira aconselhar publicamente às mulheres a frequência do TINDER.

A pergunta que se faz é a seguinte: ¿como é possível que uma criatura moralmente enfezada, como é a Isabel Moreira (entre outras quejandas), possa formatar a opinião pública?

E já agora outra pergunta: ¿quem controla os me®dia? Quando gente da pior espécie moral, como é por exemplo o psicopata Pinto Balsemão, detêm um certo Poder nos me®dia, não nos podemos admirar que gentalha como a Isabel Moreira ou a Catarina Martins tenha a primazia da opinião publicada.

Quando verificamos a decadência cultural da nossa sociedade, temos que seguir as conclusões e soluções até às últimas consequências.

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Quando a democracia defendida por gente da laia do Bilderberger Pinto Balsemão (por exemplo) conduz a sociedade para uma cultura antropológica decadente, somos obrigados pela lógica e pela razão a colocar em causa a própria democracia.

A democracia só é benéfica para a sociedade se existir nesta um verdadeiro “escol” (que não é a mesma coisa que “elite”) — no sentido dado por Fernando Pessoa a “escol”.

Quando o escol português é constituído por gente eticamente invertebrada e sociopata, como (por exemplo) Pinto Balsemão, não há democracia que se aconselhe: neste caso, a democracia conduz à completa desestruturação e decadência da nossa sociedade.

Ademais, a democracia é incompatível com o internacionalismo (ou seja, com o sacrifício da soberania) que a classe política defende: defender a democracia (como faz o Pinto Balsemão, por exemplo) e simultaneamente defender a alienação da soberania portuguesa em nome de um qualquer internacionalismo (por exemplo, o federalismo europeísta), é uma contradição em termos.

Por isso é que invertebrados morais e sociopatas, como por exemplo o Paulo Rangel, pertencem a uma escória nacional que faz da auto-contradição um instrumento de luta política (ver estimulação contraditória).

O que está a acontecer — não só em Portugal, mas no Ocidente em geral — é que a democracia tem vindo a conduzir as sociedades a uma polarização política que serve essencialmente os radicais marxistas sociopatas da laia do José Pacheco Pereira ou do Fernando Rosas (por exemplo), e o futuro da sociedade deixa de ter um grau credível de previsibilidade.

Em suma: só é possível uma boa democracia, em uma sociedade nacionalista/soberanista (ou seja, em uma nação soberana) e com um escol.

Quarta-feira, 23 Agosto 2017

A Maria João Marques merece a lei da Sharia

 

Um sueco disse-me (há dias) que — devido à forma como as mulheres suecas, escudadas pela lei, tratam os homens suecos —, com o advento da Sharia islâmica, não se iria opôr à islamização do país.

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O feminismo é uma guerra política contra o masculino.

Neste aspecto, a Maria João Marques não se distingue das esganiçadas do Bloco de Esquerda.

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Eu começo a dar razão ao meu amigo sueco, quando verifico que feministas como a Maria João Marques começam a perceber o contra-senso do “feminismo contra o patriarcado da cultura cristã”. Elas não sabem o que as espera… venha daí o Islamismo, que “eu alinho”; e bico calado! (“vai lavar a loiça!”). Smile


A Maria João Marques é feminista; mas quando os Maomerdas se impõem ao matriarcado que ela defende, são os homens europeus que têm que resolver o problema. Assim não custa ser feminista: são os homens que lhe resolvem os problemas reais e sérios.

Podem ver aqui uma série sobre as consequências culturais do feminismo na Suécia.

O problema da Maria João Marques em relação ao Islamismo é a preocupação com o estatuto superior da mulher, e apenas isso.

O meu problema com o Islamismo é o de que se trata de uma doutrina política totalitária; mas a Maria João Marques não se preocupa muito com o totalitarismo, desde que este seja feminista — conforme se pode ver documentado no vídeo abaixo.

É caso para dizer: a Maria João Marques merece a lei da Sharia. E vai tê-la — se não for ela, as mulheres europeias por ela, porque a paciência masculina tem limites.

Entre o totalitarismo islâmico e o totalitarismo feminista, prefiro o primeiro.

 

O feminismo que a Maria João tanto gosta.

Terça-feira, 25 Julho 2017

Temos que controlar o acesso das mulheres ao Poder político

 

Uma jornaleira do Jornal de Notícias que dá pelo nome de Catarina Pires escreveu esta pérola; e ¿o que são os “discursos de ódio”? São aqueles discursos em relação aos quais ela não concorda: tudo o que ela discorda é “de ódio”.

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Por exemplo, eu também poderia considerar que o discurso da Catarina Pires é “de ódio”; e, já agora: ¿que tal uma guerra civil para limpar o sebo ao esquerdalho inteiro? Por este andar e com esse ódio, lá virá o dia…. já não estamos muito longe: quanto mais não seja, a escumalha decadente de Esquerda será eliminada pela Sharia islâmica que se prepara para tomar conta da Europa. Ainda veremos a Catarina Pires vestida de Burka.

No Irão anterior a 1979, aconteceu um fenómeno político que se caracterizou pela aliança entre a Esquerda (marxista, ou marxista cultural) iraniana, por um lado, e o xiismo islâmico dos Aiatólas, por outro lado. E ambos, coligados, derrubaram o Xá da Pérsia. Depois, surgiu a revolução islâmica que massacrou a Esquerda de uma forma impiedosa: centenas de milhares de militantes da Esquerda (marxista) foram silenciosamente fuzilados ou enforcados sem julgamento.

Uma situação semelhante já está a acontecer na Europa, com a aliança entre Karl Marx e Maomé; e mais uma vez, os marxistas irão dar com os cornos no chão, porque os esquerdistas nunca aprendem com a experiência → o que é próprio dos psicóticos e dos psicopatas.

Reparem no título do textículo da tal Catarina: “Só a educação (e um mundo mais justo) pode salvar-nos”.

Traduzindo: trata-se de uma soteriologia, de uma ideologia de “salvação”, de uma religião imanente. Deparamo-nos com uma doutrina de salvação terrena, com a ideia da construção de um paraíso na Terra que será a “salvação da humanidade”. Para que a humanidade se possa “salvar”, há que classificar as pessoas de boas ou más — o maniqueísmo moral é imprescindível à “salvação”. Estamos perante uma nova espécie de “puritanismo” que necessita da existência dos “maus”, para que possam existir os “bons” que são eles.

Tal como aconteceu com os Quacres (puritanos) ingleses do tempo de Cromwell, a existência dos “maus”, dos “ímpios”, dos “pecadores”, era o combustível soteriológico que impelia o crente para uma superioridade moral e para um exibicionismo moral que o conduzia à “salvação”.

Hoje, ser “mau” ou/e “ímpio” é não concordar com o pensamento único emanado do marxismo cultural — mesmo que nos baseemos na ciência para contestar a sua “doutrina da salvação”. Tal como no tempo dos Quacres, quem pensa cientificamente é “pecador”: a irracionalidade voltou a estar na moda.

Esta irracionalidade (que voltou a estar na moda) deve-se, em grande medida, ao aumento da influência da mulher na sociedade e no Poder político — o que está a criar na Europa uma espécie de matriarcado, e a cultura islâmica imigrante aproveita-se para implantar um patriarcado muitíssimo mais marcante e feroz do que o patriarcado da “família cristã” segundo Karl Marx.

Ou seja, para podermos controlar a influência islâmica na Europa, temos que controlar previamente o acesso das mulheres ao Poder político e limitar a sua influência social — porque é o sentimentalismo feminino, e a sua força social, a principal causa da cedência cultural europeia ao Islamismo (como podemos verificar no caso da Suécia, por exemplo, ou da Alemanha de Angela Merkel).

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Em 1754, Rousseau publicou um ensaio denominado “Discurso sobre a Desigualdade”; nele, afirmou que “o homem é naturalmente bom e só as instituições o tornam mau” — ou seja, a antítese da doutrina do pecado original.

Nos românticos, o erro (o “pecado”) não é do âmbito da psicologia, mas antes é derivado do padrão de valores (meio-ambiente, educação, etc.). Para o romântico, o hábito de renunciar a satisfações presentes para obter vantagens futuras é muito penoso (vem daí o dito que está na moda: “carpe Diem”); e quando as paixões despertam, as restrições prudentes do comportamento social são difíceis de suportar.

A revolta dos instintos contra as restrições, é a chave da filosofia, da política, e dos sentimentos, não só do chamado “movimento romântico”, mas também da sua progénie até hoje. Hoje temos românticos da estirpe de Byron (os nietzscheanos ou os anti-semitas, por exemplo), ou românticos da estirpe de Rousseau (os marxistas, igualitaristas): as duas estirpes, cada uma à sua maneira, são uma ameaça à nossa civilização.

Sexta-feira, 5 Maio 2017

#MulherNãoEntra : o que elas querem é só o “bem-bom”

 

Bangladesh sewer cleaner has to dive into liquid filth to claw out blockages

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Quando uma feminista vier com a “cumbersa” do costume, diz-lhe para ela ir fazer o trabalho deste porco machista.

Quarta-feira, 19 Abril 2017

As novas prostitutas finas que trabalham ao nosso lado

 

Bill O’Reilly tem vindo a ser acusado de “coacção sexual” na Fox News. Uma após outra, cinco mulheres exigiram da Fox News 13 milhões de dólares para não irem para tribunal, alegadamente acusando o Bill O’Reilly de coacção sexual. Agora já apareceu uma sexta acusação; com jeitinho, irão surgir umas cem mulheres “vítimas” à procura dos milhões da FOX NEWS. 

“Complaints included verbal abuse, unwanted advances and lewd comments, the paper said, citing documents and interviews.”

Bill O’Reilly sexual harassment scandal explained

Segundo consta, dentro do pacote de 13 milhões de dólares de “coacção sexual” que a Fox News pagou a cinco ex-funcionárias tipo “prostitutas”, cabe eventualmente o “abuso verbal”, alegados “avanços indesejados” e “comentários lascivos”.

A mulher ocidental criou uma fonte de rendimento extra, uma nova forma de prostituição.

Imaginemos uma situação em que uma empregada vem vestida com um decote extraordinário, e o chefe chama à atenção: “Ó Fulana, não venha aqui para o local de trabalho mostrar as mamas ao pessoal!” → É “abuso verbal”; e pode ser considerado “comentário lascivo”, com direito a uns 5 ou 6 milhões de dólares de indemnização.

Ou o chefe diz à subordinada: “Não tenho nada contra as mini-saias normais, mas você escusava de vir para aqui sem cuecas!”. → É “abuso verbal” e “avanço indesejado”, com direito a uns 2 ou 3 milhões de dólares de indemnização.

E basta que a mulher “denuncie”: a palavra do homem nada vale. Ela aponta o dedo ao desgraçado e diz: “abuso verbal”, “avanços indesejados” e “comentários lascivos”ergo, 5 milhões de dólares, e bico calado.

São as putas que trabalham ao nosso lado.

Sábado, 15 Abril 2017

Obama, a Esquerda, o feminismo, e o Estado-providência

 

 

Quinta-feira, 9 Março 2017

Agora, que já passou o “dia da mulher”…

 

Quando ouço falar em “igualdade”, fico com os cabelos em pé. A liberdade é o direito a ser diferente; e a igualdade é a proibição de o ser.

Quarta-feira, 8 Março 2017

O Dia Internacional da Mulher Progressista e Feminista

Filed under: feminazismo,feminismo,mulher,politicamente correcto — O. Braga @ 1:44 pm

 

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Domingo, 5 Março 2017

Não é verdade, Joana Petiz: não é a verdade. Mas podes mentir à vontade.

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“Nunca defendi sistemas artificiais para impor o que me parece natural, que homens e mulheres, sendo diferentes, são igualmente capazes de desempenhar as mesmas tarefas. O que faz a diferença será o feitio de cada pessoa, as competências, as ambições, as capacidades; mas nunca é o género que determina uma maior ou menor aptidão para o que quer que seja.”

Joana Petiz: No mundo dos homens

Não é por dizeres uma mentira muitas vezes que ela passa a ser verdade. Aconselho a Joana Petiz a ver esta série de vídeos realizados na Noruega acerca da “igualdade da capacidade de desempenhar as mesmas tarefas”: Brainwash.

Há muitas tarefas que são melhor desempenhadas por uma mulher do que por mim; e nem por isso me sinto “discriminado”: é a natureza das coisas.

Dizer a verdade é o novo “discurso de ódio”. Dizer a verdade desperta o ódio de excrementos existenciais, como é o caso da Joana Petiz. E dizer a verdade — doa a quem doer — é hoje um acto revolucionário.

Por exemplo: eu estou absolutamente convencido — provem-me o contrário! — de que o direito de voto da mulher, em geral (há excepções que confirmam a regra), aumenta o Poder do Estado sobre os cidadãos.

A mulher actual procura no Estado a figura do “marido protector” que ela recusa no homem. E quanto mais forte é o Estado, menor é a liberdade: a mulher prefere a protecção do Estado, em lugar da liberdade. A mulher é, em grande parte, responsável pela dinâmica para-totalitária estatal adoptada pelos estados europeus contemporâneos e pelo leviatão europeísta.

 

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