perspectivas

Terça-feira, 23 Junho 2020

A censura sistémica da opinião nos me®dia

Filed under: comunicação social,Facebook,me®dia,merdia — O. Braga @ 8:07 pm

Segunda-feira, 25 Maio 2020

A TVI é o canal de televisão menos pluralista e mais próximo do Bloco de Esquerda

Filed under: Brasil,comunicação social,me®dia,merdia,TVI — O. Braga @ 4:00 pm

Hoje, a TVI anunciou as “catástrofes” do COVID-19 nos Estados Unidos de Donald Trump e no Brasil de Jair Bolsonaro — mas “esqueceu-se” de falar na Bélgica, por exemplo, que atingiu as 800 mortes por milhão de habitantes; ou a Espanha que já ultrapassou as 600 mortes por milhão.

Os editores da TVI não têm vergonha na cara; aliás!: não têm cara.

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Sexta-feira, 15 Maio 2020

Eu não sei se é uma agenda política (dos me®dia), ou pura estupidez natural

“Todos os dias, depois de engolirem impávidos e serenos tudo o que o poder e a DGS lhes digam ou o contrário, os pobres diabos dos telejornais têm dois pequenos momentos obtusos sobre o Brasil e os EUA. O conteúdo é planeado e escrito por uma combinação de imbecis e chicos-espertos.”

A horinha dos imbecis


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Segunda-feira, 11 Maio 2020

Um resumo da escatologia política dos me®dia portugueses

Filed under: comunicação social,Donald Trump,me®dia,merdia,Obamacrimes — O. Braga @ 8:04 am

Quando o Trump dá um peido, os me®dia portugueses vêm logo a terreiro fazer um eco desgraçado; mas quando o Obama se borra todo, os me®dia (incluindo o José Pacheco Pereira) fazem de conta que ‘no pasa nada’.

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Sábado, 9 Maio 2020

Os jornaleiros do jornalixo do Observador

Filed under: comunicação social,merdia — O. Braga @ 10:31 am

“Layoff” … “ espera”!

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Imagem daqui.

Sexta-feira, 24 Abril 2020

O jornaleco “Observador” e o Argumentum ad Trumpum

Como toda a gente sabe — excepto o jornaleco Observador  (o artigo do pasquim não está assinado) —, as ondas ultravioletas são (há bastante tempo) utilizadas para descontaminar biologicamente superfícies fechadas (por exemplo, o interior de aviões, ou de espaços restritos em hospitais).
Mas quando o Donald Trump se referiu aos raios ultra-violetas para desinfectar os vírus, caiu o Carmo e a Trindade nos me®dia, e “Aqui d’El Rei que o homem é ignorante!”.

Temos aqui mais um exemplo do Argumentum ad Trumpum.


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Depois, para os jornaleiros dos me®dia cognitivamente deficientes (incluindo os do Observador, em juízo universal), uma pergunta feita por Donald Trump é sempre uma afirmação peremptória.

Se, por hipótese, Donald Trump perguntar: “¿Será que é possível ir ao Sol de noite?” — os jornaleiros dos me®dia que temos irão publicar: “Donald Trump disse que é possível ir ao Sol de noite!”.

Ora, uma pergunta, por mais estúpida que nos possa parecer, não é uma afirmação. Confundir uma afirmação e uma pergunta só pode vir de um liberal retardado (passo a redundância).

Eu tenho mais respeito pelo pasquim Público do que pelo jornaleco Observador — desde logo porque o Público não segue o Acordo Ortográfico, ao passo que o Observador seguiu as ordens dos neoliberais “progressistas” e globalistas, no que diz respeito à cultura e língua portuguesas; e depois porque o pasquim Público não engana ninguém, ao contrário do jornaleco Observador que passa a vida a fingir que é de Direita.

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Quarta-feira, 25 Março 2020

O jornalismo entendido como uma “aristocracia”

Filed under: comunicação social,merdia — O. Braga @ 9:33 pm

Sexta-feira, 29 Novembro 2019

O mentiroso Gustavo Sampaio e a mentira do Polígrafo

Filed under: CHEGA,comunicação social,me®dia,merdia — O. Braga @ 9:07 pm
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O Polígrafo é como a “Rádio Moscovo”: diz que fala sempre a verdade. Mas, pelo menos neste caso (e analisaremos outros), mente de uma forma descarada.

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Diz o Polígrafo que o CHEGA defende a privatização dos hospitais; mas não diz onde (em que texto) é que o CHEGA defende a privatização dos hospitais.

Lendo a o programa eleitoral do CHEGA, verificamos que o Gustavo Sampaio é um mentiroso: o que o CHEGA defende é “a promoção da gestão privada dos hospitais públicos” (sic), que não é a mesma coisa que “privatizar os hospitais públicos”.

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Eu não concordo com a prospecção política do CHEGA em relação à política pública de saúde (penso que é possível a coexistência entre as gestões privada e pública dos hospitais) — o que não significa que seja legítimo mentir descaradamente, como fazem o Polígrafo e o Gustavo Sampaio.

O Polígrafo não tem credibilidade.

Quinta-feira, 10 Outubro 2019

A mentira sistémica do Diário de Notícias

Dois colaboradores do advogado pessoal do presidente dos EUA foram detidos. Estão a ser acusados de violarem as regras de financiamento da campanha eleitoral. Lev Parnas e Igor Fruman terão ajudado Rudy Giuliani a pressionar a Ucrânia para investigar Joe Biden.”

Detidos dois colaboradores do advogado de Trump - DN -web

Vemos aqui a notícia verdadeira na Fox News News: os dois homens detidos são empresários (“homens de negócios”), e não trabalham para o advogado de Donald Trump; ou seja, não são “colaboradores” do advogado de Donald Trump. (ver aqui a notícia do pasquim em PDF).

Reparem bem como a “notícia” do Diário de Notícias (seguindo o paradigma da CNN) foi construída de tal modo que 1/ não só branqueia os crimes de corrupção do vice-presidente de Obama, Joe Biden, mas sobretudo 2/ utiliza a acusação de alegado crime de doação excessiva de dinheiro para a campanha de Donald Trump para induzir no leitor a ideia segundo a qual a investigação dos crimes de corrupção do esquerdista Joe Biden, em si mesma, é um crime.

Domingo, 21 Outubro 2018

Os jornalistas do Diário de Notícias deveriam ter vergonha na cara

 

Se há um me®dia que não tem autoridade moral para criticar as "Fake News", é o Diário de Notícias. Este pasquim consegue ser ideologicamente mais puro do que o jornal Púbico.

orange-man-npc-webA ideia que o Diário de Notícias pretende fazer passar é a de as "Fake News" são um fenómeno de direita — o que é absolutamente falso, não só em Portugal como a nível internacional, e a começar pelo próprio Diário de Notícias que é um pasquim que dá prioridade à narrativa em lugar de factos. (ver ficheiro PDF do artigo do Diário de Notícias).

O Diário de Notícias descobriu que circula na Internet uma mentira descarada sobre um relógio de Catarina Martins; e, vai daí, o Diário de Notícias cria "Fake News" alegando que há muitas notícias falsas como esta, oriundas da Direita — o que é falso. “Bem prega o frei Tomás…!” Chama-se a isto “falácia da generalização”.

O Diário de Notícias assenta a sua propaganda “noticiosa” em falácias.

Se olharmos, por exemplo, para o conteúdo do canal esquerdopata americano CNN, verificamos a propaganda política e ideológica diária, e um constante chorrilho de mentiras — como foi o caso das "Fake News" relativas ao juiz Brett Kavanaugh no intuito de impedir a sua eleição para o Supremo Tribunal de Justiça dos Estados Unidos.

A verdade pura e dura é a de que a Esquerda é campeã das "Fake News".

Os jornalistas do Diário de Notícias deveriam ter vergonha na cara, mas cada mentira que eles publicam é considerada uma medalha pelos globalistas plutocratas que os compraram e os controlam.

Sexta-feira, 21 Setembro 2018

O CDS de Assunção Cristas faz parte da estratégia da Geringonça, e tem a função de “amortecedor”

 

feminismo-catolico-cristas-webConcordo, em geral, com um artigo publicado no Observador, relativo à substituição da Procuradora Geral da República, Joana Marquês Vidal, por uma militante comunista do MRPP.

É disto que estamos a falar: da radicalização política da Justiça em Portugal, o que significa uma forte tendência para a judicialização da política. Não me surpreenderia nada que os tribunais passassem, a partir de agora, a substituir esporadicamente o parlamento no acto legislativo.

Em relação ao PSD de Rui Rio, o artigo é claríssimo:

“Foi assim que o Partido Comunista, com os seus sindicatos de funcionários, e o Bloco de Esquerda, com a sua universidade e o seu jornalismo, acabaram na rede – a mesma rede em que um desesperado Rui Rio tenta agora arranjar o seu pequeno lugar.”

Ou seja, o Rui Rio também quer um lugarzinho ao sol da Geringonça. E ¿qual é o papel do CDS da Assunção Cristas?

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O CDS de Assunção Cristas é aparentemente contra a Geringonça (que inclui também o PSD de Rui Rio).

O CDS de Assunção Cristas “amortece”, na opinião pública portuguesa, o impacto do escândalo provocado pelo radicalismo da extrema-esquerda que nos governa.

Neste caso, o “ser contra a Geringonça” é reunir em si a discordância popular em relação à agenda política radical esquerdista que tomou conta da governança e da ruling class  em Portugal.

Assunção-Cristas-webMas esse “ser contra a Geringonça”, por parte do CDS de Assunção Cristas, não oferece alternativas à Geringonça: apenas diz que “é contra a Geringonça” — porque as alternativas à Geringonça (quaisquer que fossem) seriam imediatamente apodadas, pelos me®dia, de “nazis”, “xenófobas”, “homófobas”, “sexistas”, “racistas”, “fassistas”, “nacionalistas”, “patrióticas” e “de extrema-direita”, etc..

Ora, o CDS de Assunção Cristas foge da crítica radical-esquerdista dos me®dia como o diabo da cruz, ou o Maomé foge de um cão. O CDS de Assunção Cristas faz parte da estratégia da Geringonça, e tem a função de “amortecedor”.

O CDS de Assunção Cristas “amortece”, na opinião pública portuguesa, o impacto do escândalo provocado pelo radicalismo da extrema-esquerda que nos governa.

O CDS de Assunção Cristas adopta a Teoria Crítica, mas de sinal inverso: ao criticar sem dar soluções (porque tem medo de assumir quaisquer soluções para não ter a oposição dos me®dia), o CDS da Assunção Cristas apenas vai “trabalhando” para uma postura de resignação da população que não concorda com o radicalismo da Geringonça — nomeadamente, os católicos.

Quando o CDS da Assunção Cristas critica a Geringonça sem dar soluções reais para os problemas (porque tem medo de assumir as soluções que são óbvias!), a população que não concorda com a Geringonça acaba por se resignar, baixar os braços, e habituar-se ao autoritarismo suave imposto ao país pela aliança política entre António Costa, Catarina Martins, Jerónimo de Sousa e Rui Rio.

O CDS de Assunção Cristas faz parte do problema, e não da solução !

Sábado, 1 Setembro 2018

A política nos me®dia

Filed under: comunicação social,Maçonaria,me®dia,merdia,Política — O. Braga @ 11:39 am

 

tv_propaganda-web« O que há nas nossas (salvo seja) televisões não é política. É propaganda do “sistema”, tão solícita que envergonharia o “sistema” caso este tivesse pingo de vergonha.

É prestação de serviços, disfarçada de “objectividade”, às espectaculares figuras que mandam nisto. É um interminável rol de “comentadores” indignos de comentário.

É o descaramento dos “debates” desprovidos de contraponto ou decoro.

Às vezes, arrisca-se breve incursão por temas “internacionais”, espaço reservado à condenação do sr. Trump e das “mudanças climáticas”, fora outros desabafos assim profundos.

Para escrever sobre política, meus caros, é vital ignorar aquilo que as televisões vendem no lugar da política: uma feira de horrores sem o bálsamo do cuspidor de fogo ou, se não incluirmos certas activistas, da mulher barbuda.»

O fim da televisão (O Homem-a-dias)

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