perspectivas

Domingo, 21 Outubro 2018

Os jornalistas do Diário de Notícias deveriam ter vergonha na cara

 

Se há um me®dia que não tem autoridade moral para criticar as "Fake News", é o Diário de Notícias. Este pasquim consegue ser ideologicamente mais puro do que o jornal Púbico.

orange-man-npc-webA ideia que o Diário de Notícias pretende fazer passar é a de as "Fake News" são um fenómeno de direita — o que é absolutamente falso, não só em Portugal como a nível internacional, e a começar pelo próprio Diário de Notícias que é um pasquim que dá prioridade à narrativa em lugar de factos. (ver ficheiro PDF do artigo do Diário de Notícias).

O Diário de Notícias descobriu que circula na Internet uma mentira descarada sobre um relógio de Catarina Martins; e, vai daí, o Diário de Notícias cria "Fake News" alegando que há muitas notícias falsas como esta, oriundas da Direita — o que é falso. “Bem prega o frei Tomás…!” Chama-se a isto “falácia da generalização”.

O Diário de Notícias assenta a sua propaganda “noticiosa” em falácias.

Se olharmos, por exemplo, para o conteúdo do canal esquerdopata americano CNN, verificamos a propaganda política e ideológica diária, e um constante chorrilho de mentiras — como foi o caso das "Fake News" relativas ao juiz Brett Kavanaugh no intuito de impedir a sua eleição para o Supremo Tribunal de Justiça dos Estados Unidos.

A verdade pura e dura é a de que a Esquerda é campeã das "Fake News".

Os jornalistas do Diário de Notícias deveriam ter vergonha na cara, mas cada mentira que eles publicam é considerada uma medalha pelos globalistas plutocratas que os compraram e os controlam.

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Sexta-feira, 21 Setembro 2018

O CDS de Assunção Cristas faz parte da estratégia da Geringonça, e tem a função de “amortecedor”

 

feminismo-catolico-cristas-webConcordo, em geral, com um artigo publicado no Observador, relativo à substituição da Procuradora Geral da República, Joana Marquês Vidal, por uma militante comunista do MRPP.

É disto que estamos a falar: da radicalização política da Justiça em Portugal, o que significa uma forte tendência para a judicialização da política. Não me surpreenderia nada que os tribunais passassem, a partir de agora, a substituir esporadicamente o parlamento no acto legislativo.

Em relação ao PSD de Rui Rio, o artigo é claríssimo:

“Foi assim que o Partido Comunista, com os seus sindicatos de funcionários, e o Bloco de Esquerda, com a sua universidade e o seu jornalismo, acabaram na rede – a mesma rede em que um desesperado Rui Rio tenta agora arranjar o seu pequeno lugar.”

Ou seja, o Rui Rio também quer um lugarzinho ao sol da Geringonça. E ¿qual é o papel do CDS da Assunção Cristas?

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O CDS de Assunção Cristas é aparentemente contra a Geringonça (que inclui também o PSD de Rui Rio).

O CDS de Assunção Cristas “amortece”, na opinião pública portuguesa, o impacto do escândalo provocado pelo radicalismo da extrema-esquerda que nos governa.

Neste caso, o “ser contra a Geringonça” é reunir em si a discordância popular em relação à agenda política radical esquerdista que tomou conta da governança e da ruling class  em Portugal.

Assunção-Cristas-webMas esse “ser contra a Geringonça”, por parte do CDS de Assunção Cristas, não oferece alternativas à Geringonça: apenas diz que “é contra a Geringonça” — porque as alternativas à Geringonça (quaisquer que fossem) seriam imediatamente apodadas, pelos me®dia, de “nazis”, “xenófobas”, “homófobas”, “sexistas”, “racistas”, “fassistas”, “nacionalistas”, “patrióticas” e “de extrema-direita”, etc..

Ora, o CDS de Assunção Cristas foge da crítica radical-esquerdista dos me®dia como o diabo da cruz, ou o Maomé foge de um cão. O CDS de Assunção Cristas faz parte da estratégia da Geringonça, e tem a função de “amortecedor”.

O CDS de Assunção Cristas “amortece”, na opinião pública portuguesa, o impacto do escândalo provocado pelo radicalismo da extrema-esquerda que nos governa.

O CDS de Assunção Cristas adopta a Teoria Crítica, mas de sinal inverso: ao criticar sem dar soluções (porque tem medo de assumir quaisquer soluções para não ter a oposição dos me®dia), o CDS da Assunção Cristas apenas vai “trabalhando” para uma postura de resignação da população que não concorda com o radicalismo da Geringonça — nomeadamente, os católicos.

Quando o CDS da Assunção Cristas critica a Geringonça sem dar soluções reais para os problemas (porque tem medo de assumir as soluções que são óbvias!), a população que não concorda com a Geringonça acaba por se resignar, baixar os braços, e habituar-se ao autoritarismo suave imposto ao país pela aliança política entre António Costa, Catarina Martins, Jerónimo de Sousa e Rui Rio.

O CDS de Assunção Cristas faz parte do problema, e não da solução !

Sábado, 1 Setembro 2018

A política nos me®dia

Filed under: comunicação social,Maçonaria,me®dia,merdia,Política — O. Braga @ 11:39 am

 

tv_propaganda-web« O que há nas nossas (salvo seja) televisões não é política. É propaganda do “sistema”, tão solícita que envergonharia o “sistema” caso este tivesse pingo de vergonha.

É prestação de serviços, disfarçada de “objectividade”, às espectaculares figuras que mandam nisto. É um interminável rol de “comentadores” indignos de comentário.

É o descaramento dos “debates” desprovidos de contraponto ou decoro.

Às vezes, arrisca-se breve incursão por temas “internacionais”, espaço reservado à condenação do sr. Trump e das “mudanças climáticas”, fora outros desabafos assim profundos.

Para escrever sobre política, meus caros, é vital ignorar aquilo que as televisões vendem no lugar da política: uma feira de horrores sem o bálsamo do cuspidor de fogo ou, se não incluirmos certas activistas, da mulher barbuda.»

O fim da televisão (O Homem-a-dias)

Sábado, 25 Agosto 2018

O Diário de Notícias é uma vergonha escandalosa

 

O Diário de Notícias é o exemplo do que o jornalismo não deve ser.

Eu, que não sou jornalista, tenho uma preocupação mínima em verificar a veracidade das fontes de notícias que publico aqui; e, por maioria de razão, um jornalista deveria ter muito mais cuidado com as fontes do que eu.

Vemos aqui uma “notícia” do Diário de Notícias segundo a qual “Bolsonaro defende a esterilização dos pobres no Brasil”. A “notícia” teve a sua origem em um blogue brasileiro de Esquerda (pasme-se!, em um blogue!) e rapidamente alastrou como fogo em palheiro esquerdista.

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¿Verificar a veracidade da notícia? ¿Para quê? O que interessa é fazer do jornalismo um meio de propaganda política!

Vemos aqui em baixo um vídeo que esclarece a “notícia”.

 

O Diário de Notícias é uma vergonha. Em um país (como é Portugal), em que um jornal economicamente deficitário não fosse subsidiado por empresas privadas que dependem directamente dos favores do Estado, o Diário de Notícias já teria ido à falência.

Sábado, 18 Agosto 2018

O racismo dos jornais esquerdistas ocidentais

Filed under: comunicação social,me®dia,merdia — O. Braga @ 11:05 am

 

Os me®dia ocidentais da esquerda : “tudo o que é branco tem que ser exterminado!” E depois, quem reage a isto é apodado de “racista”!

 

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Sexta-feira, 17 Agosto 2018

O jornal Púbico é uma anedota (¿aquela pocilga ainda não fechou?!)

 

“O PÚBLICO continuará a ser o lugar onde todas as opiniões cabem, excepto as que promovam valores atentatórios ao nosso estatuto editorial, sejam o racismo, a xenofobia, a homofobia ou a apologia da violência.”

Os compromissos da Direcção Editorial


O anti-racismo fica muito bem ao jornal Púbico, mas nunca vi nesse pasquim uma só notícia sobre o racismo negro na África do Sul e acerca do ostracismo em relação aos brancos neste país (por exemplo, quando existe agora um partido político reservado exclusivamente a negros).

Ou seja, quando se trata de discriminar os brancos, o jornal Púbico é racista.

Em relação à “apologia da violência”: é crime. O incitamento público à violência é punível pelo Código Penal. Portanto, era o que faltava que o jornal Púbico não cumprisse a lei…

Em relação à xenofobia, parece que existe uma xenofobia boa e outra má; a má é a xenofobia portuguesa, porque, por exemplo, as xenofobias moçambicana e/ou sul-africana são silenciadas pelos me®dia, a xenofobia chinesa é tabu me®diático, e ninguém fala da xenofobia japonesa. O que convém ao jornal Púbico é seguir à risca as ordens dos plutocratas globalistas contra qualquer resquício da pátria portuguesa. E, portanto, tudo o que mexe é xenófobo.

Quanto à “homofobia”, até hoje não encontrei uma definição real do conceito. Se ser contra a homofobia é ser homófilo, convém então que todo o corpo redactorial do jornal público venha a terreiro revelar que “saiu do armário”.

Domingo, 12 Agosto 2018

Hoje, quem gosta de Portugal e da sua História, é classificado de “fassista”

 

Podemos inferir deste artigo no Diário de Notícias (escrito por uma jornaleira de seu nome Valentina Marcelino) que todas as pessoas que se preocupam com o futuro do seu povo e com a preservação da sua cultura, são fassistas.

Ou seja, parece que existe um movimento político-cultural dirigido e conduzido pelas elites políticas (mormente pela maçonaria) no sentido de estigmatizar as pátrias e quem as defende.

Os portugueses têm o direito de defender, nomeadamente através do voto, os valores da preservação da sua nação e da sua cultura.

O que as elites (proprietárias do actual sistema político coordenado pela maçonaria) pretendem é destruir, na cultura antropológica portuguesa, os valores da pátria, da nação, e da Portugalidade. Trata-se de uma agenda política radical de anulação da História e da Nação portuguesas, dentro de uma lógica de alienação e submissão ao leviatão da União Europeia. E quem não concorde com esta agenda política, é catalogado de fassista (para além de xenófobo, homófobo, transfobo, sexista, misógino, e toda uma panóplia de adjectivos amigáveis).

Existe hoje uma certa elite política radical que apelida a maioria do povo de “fassista”.

Para essa elite, o povo é fassista, e tem que ser substituído por outro povo com um QI inferior a 80. Pretendem construir um país de uma espécie de símios, onde eles (os da elite) seja senhores absolutos e totalitários.

Em nome do combate à chamada “extrema-direita”, a elite política (vendida e controlada pela plutocracia globalista, entre muitos outros, por George Soros) mete tudo no mesmo saco e classifica qualquer patriota português de “fassista”. Todos os patriotas passam a ser “fassistas”, e através da espiral do silêncio promovida pelos me®dia (como é o caso do artigo em causa), os patriotas portugueses calam-se e permitem o esventrar da pátria que os canalhas que nos governam promovem.

Quinta-feira, 2 Agosto 2018

Um filho-de-puta chamado Fernandes

 

Ele há um filho-de-puta que se diz “jornalista” e de seu nome Fernandes. Um filho-de-puta que diz do brasileiro Bolsonaro o que o Maomé não diria do toucinho, mas que se cala em relação ao Maduro da Venezuela — um filho-de-puta vesgo e esquerdista que dá o péssimo nome aos me®dia.

É por causa de filhos-de-puta daquela dimensão — aqui, como no Brasil — que muita gente apoia o Bolsonaro: porque a dicotomia não é falsa: há realmente que escolher entre marxistas, por um lado, e os “bolsonaros” desta vida, por outro lado.

Para o filho-de-puta do Fernandes, é preferível um Maduro ao Bolsonaro. Se o Maduro é homófobo, ou não, não lhe vem ao caso: o que lhe interessa é que “o Bolsonaro é homófobo”. Naturalmente que o filho-de-puta do Fernandes não é homófobo: deve ter a peida em pior estado do que o chapéu de um pobre…! (Ainda hoje estou à espera de uma definição de “homofobia”).

Caro leitor: não há outra forma de lidar com filhos-de-puta da laia do Fernandes, senão “chamar o boi pelo seu (dele) nome”, e dizer o que ele é: um filho de uma grandessíssima alternadíssima. Gente dessa laia deve ser banida do jornalismo, da mesma forma que esse tipo de gente pretende banir da política as pessoas com quem não concorda.

Quinta-feira, 21 Junho 2018

Não é preciso ter cérebro para falar

Filed under: A vida custa,comunicação social,me®dia,merdia — O. Braga @ 9:53 am

 

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Domingo, 20 Maio 2018

A degradação do Diário de Notícias

Filed under: comunicação social,Diário de Notícias,me®dia,merdia — O. Braga @ 12:26 pm

 

O Diário de Notícias apresenta a actriz pôrno italiana Asia Argento como uma heroína:

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Entretanto, o jornal inglês Daily Mail refere-se à actriz pôrno italiana como uma mulher reles:

actriz-porno-italiana

A imprensa portuguesa, em geral, bateu no fundo. E o Diário de Notícias, desde que entrou a nova gerência, tem piorado a olhos vistos.

Sábado, 5 Maio 2018

A hipocrisia do movimento ‘feminista’ #metoo

 

Não sou que o digo: são mulheres intelectuais (coisa rara, aliás).

Desde logo uma conferência no Hillsdale College (Michigan, EUA) conduzida por Heather Mac Donald. Podem ver aqui a conferência toda, e em baixo um extracto da dita.

 

Vemos aqui uma intervenção pública da inglesa Melanie Philips acerca do mesmo assunto. E a professora universitária canadiana Janice Fiamengo faz a crítica do movimento #metoo e até do feminismo. E isto para não falar na crítica da feminista (de segunda geração) Germaine Greer ao movimento #metoo.

Mas, em Portugal, vemos mulheres estúpidas — por exemplo, uma tal Ana Sousa Dias — que escrevem nos me®dia e fazem a apologia do #metoo.

Quarta-feira, 4 Abril 2018

Sobre o caso Nasim Aghdam

 

nasin-animalista-webOs me®dia já se esqueceram do episódio de ontem do ataque às instalações do YouTube na Califórnia, porque o caso em si não serve a narrativa de Esquerda. Quem cometeu o crime não era um homem branco heterossexual e rico; por isso, não interessa aos me®dia prosseguir com a cumbersa sobre esse assunto.


O caso de Nasim Aghdam causou-me algum incómodo psicológico, porque ela tinha alguma razão de queixa em relação ao YouTube — embora essa razão de queixa não justificasse uma acção que poderia colocar em causa a vida de gente inocente. O YouTube, assim como o FaceBook e o Twitter, praticam a censura política de forma aberta e descarada, e de tal forma que o senador republicano Ted Cruz já defende a intervenção do Estado em relação ao FaceBook :

“By making editorial judgments about what counts as “quality” news, Facebook has shifted from a neutral platform to a publisher with an editorial opinion. As Sen. Ted Cruz explained to representatives of the tech giants in January, this undermines the case for continued legal immunity under Section 230 of the Communications Decency Act, which exempts online platforms from legal liability for content posted by their users”.


(more…)

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