perspectivas

Domingo, 20 Maio 2018

A degradação do Diário de Notícias

Filed under: comunicação social,Diário de Notícias,me®dia,merdia — O. Braga @ 12:26 pm

 

O Diário de Notícias apresenta a actriz pôrno italiana Asia Argento como uma heroína:

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Entretanto, o jornal inglês Daily Mail refere-se à actriz pôrno italiana como uma mulher reles:

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A imprensa portuguesa, em geral, bateu no fundo. E o Diário de Notícias, desde que entrou a nova gerência, tem piorado a olhos vistos.

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Sábado, 5 Maio 2018

A hipocrisia do movimento ‘feminista’ #metoo

 

Não sou que o digo: são mulheres intelectuais (coisa rara, aliás).

Desde logo uma conferência no Hillsdale College (Michigan, EUA) conduzida por Heather Mac Donald. Podem ver aqui a conferência toda, e em baixo um extracto da dita.

 

Vemos aqui uma intervenção pública da inglesa Melanie Philips acerca do mesmo assunto. E a professora universitária canadiana Janice Fiamengo faz a crítica do movimento #metoo e até do feminismo. E isto para não falar na crítica da feminista (de segunda geração) Germaine Greer ao movimento #metoo.

Mas, em Portugal, vemos mulheres estúpidas — por exemplo, uma tal Ana Sousa Dias — que escrevem nos me®dia e fazem a apologia do #metoo.

Quarta-feira, 4 Abril 2018

Sobre o caso Nasim Aghdam

 

nasin-animalista-webOs me®dia já se esqueceram do episódio de ontem do ataque às instalações do YouTube na Califórnia, porque o caso em si não serve a narrativa de Esquerda. Quem cometeu o crime não era um homem branco heterossexual e rico; por isso, não interessa aos me®dia prosseguir com a cumbersa sobre esse assunto.


O caso de Nasim Aghdam causou-me algum incómodo psicológico, porque ela tinha alguma razão de queixa em relação ao YouTube — embora essa razão de queixa não justificasse uma acção que poderia colocar em causa a vida de gente inocente. O YouTube, assim como o FaceBook e o Twitter, praticam a censura política de forma aberta e descarada, e de tal forma que o senador republicano Ted Cruz já defende a intervenção do Estado em relação ao FaceBook :

“By making editorial judgments about what counts as “quality” news, Facebook has shifted from a neutral platform to a publisher with an editorial opinion. As Sen. Ted Cruz explained to representatives of the tech giants in January, this undermines the case for continued legal immunity under Section 230 of the Communications Decency Act, which exempts online platforms from legal liability for content posted by their users”.


(more…)

Os me®dia mentirosos mentem sobre o tiroteio no YouTube

Filed under: comunicação social,me®dia,merdia,YouTube — O. Braga @ 7:03 am

Sábado, 17 Fevereiro 2018

A propaganda dos me®dia contra a posse de armas nos Estados Unidos

 

Apesar da propaganda dos me®dia, os Estados Unidos não constam dos 10 países do Ocidente com mais mortos em série devido a tiroteios públicos, em termos relativos.

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Terça-feira, 19 Dezembro 2017

A RTP é uma vergonha paga com o dinheiro do povo português

 

Jair Bolsonaro começa a entrevista à RTP dizendo que é contra qualquer tipo de ditadura; e os filhos-de-puta dos jornaleiros da RTP, pagos principescamente com o nosso dinheiro, publicam uma parangona que induz o leitor incauto em erro.

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Quinta-feira, 7 Dezembro 2017

Donald Trump e a mudança da embaixada dos Estados Unidos de Telavive para Jerusalém

Filed under: comunicação social,Donald Trump,Israel,me®dia,merdia — O. Braga @ 7:01 pm

 

A merda dos me®dia andam a dizer que Donald Trump mudou a capital de Israel de Telavive para Jerusalém — e as pessoas acreditam na merda dos me®dia que temos!

O que aconteceu foi que os Estados Unidos de Donald Trump mudaram a embaixada dos Estados Unidos de Telavive para Jerusalém, o que é coisa muito diferente. Outros países já seguiram o exemplo dos Estados Unidos, como por exemplo a República Checa. Qualquer país pode mudar a cidade de embaixada dentro de um país sem que a capital desse país mude.

Temos aqui em baixo uma imagem de uma moeda que foi cunhada há 1.949 anos. Repito: há mil novecentos e quarenta e nove anos. Na cara da moeda vemos escrito “Shekel de Israel” (Shekel é o nome da moeda israelita), e na coroa da moeda vemos escrito Jerusalém Sagrada” em hebreu básico.

Ora, há 1.949 anos ainda não tinha nascido o Maomé (nem havia Maomerdas), e os palestinianos eram todos judeus sob o jugo do império romano. ¿Entenderam?!, ¿ou precisam que eu faça um desenho…?

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Domingo, 19 Novembro 2017

A filha-da-putice do Leopildo do Diário de Notícias

 

O Leopoldo, no Diário de Notícias, faz-nos aqui um apelo pungente em relação aos islâmicos Rohingya. Mas jamais veremos o Leopildo fazer qualquer referência, por exemplo, em relação aos cristãos do Oriente Médio; ou em relação aos hindus que os Rohingya massacraram sistematicamente.

¿E por quê? Porque o Leonardo é um filho-de-puta: já nasceu assim e nada há a fazer, é um caso perdido.

Terça-feira, 7 Novembro 2017

Ferreira Fernandes, um calhau com dois olhos

 

A CNN manipula imagens de Donald Trump, mostrando apenas aquelas que interessam para denegrir a pessoa do actual presidente dos Estados Unidos.

E ¿o que faz este filho-de-puta que escrevinha no Diário de Notícias?

Ele não critica as notícias falsas da CNN; pelo contrário, a grande besta atira para Donald Trump o ónus da culpa da falsa informação dos me®dia a que ele próprio pertence.

Com “jornalistas” destes, justifica-se a censura.

 

Quarta-feira, 1 Novembro 2017

As elites actuais negam que a Natureza Humana seja universal e imutável

O sistema político coloca jovenzinhos a defender o indefensável; são os novos jornaleiros dos me®dia, totalmente manipulados pela ilusão da falácia ad Novitatem segundo a qual “tudo o que é novo é melhor do que é velho”. O jornalismo actual vive da ignorância, como é o caso, por exemplo, desta Marta F. Reis; e quanto mais ignorante e estúpido, melhor é o jornaleiro de serviço.

E depois temos gente radicalmente venenosa, como é o caso do João Semedo (Bloco de Esquerda); e tecnocratas ignorantes que assaltam o Poder, como é o caso de Rui Rio (Partido Social Democrata). Gentalha desta espécie representa o Poder globalista que determina os rabiscos do jornalismo ignorante da laia da Marta F. Reis(more…)

Quarta-feira, 25 Outubro 2017

Cornudos de Portugal: uni-vos !

 

ferreira-fernandes-webHá três dias que o Diário de Notícias abre editoriais com o caso do juiz Neto Moura.

Os me®dia não perdoam ao juiz ter invocado o Antigo Testamento bíblico para criticar o adultério — como é o caso da caricatura de si próprio que é o jornaleiro Ferreira Fernandes.

Até o Marcelo Rebelo de Sousa, talvez o maior cornudo do regime, já botou faladura nos me®dia acerca do caso do juiz Neto Moura.

A julgar pelo mentecapto Ferreira Fernandes, o adultério “virou” virtude, e ser chifrudo passou a ser qualidade de um cidadão de primeira classe que se preze como tal (ele lá sabe da vida dele, ou das filhas que tem).

Ele há homens que têm as putas que merecem, e o Fernandes lá terá as dele.


Ninguém (nos me®dia, na política, o Marcello ramado, a ministra da justiça, etc.) questiona a qualidade da lei. Não. A lei não interessa. O que interessa é condenar à forca o juiz que se serviu do Antigo Testamento para criticar o adultério; então, ¿faxisto?!

Quando o tribunal de primeira instância condenou um homem que agrediu alguém (não interessa se a vítima é homem ou mulher) com uma moca com pregos (e sem ser em legítima defesa!), colocou em risco a vida da vítima. E, por isso, a lei deveria ser diferente daquela que existe, e esse homem deveria apanhar pena de prisão efectiva. Uma coisa é dar umas lambadas; outra coisa é utilizar uma moca com pregos.

Ora, seria isto que o chavelhudo Ferreira Fernandes deveria abordar em editorial do Diário de Notícias. Em vez disso, a criatura ficou escandalizada porque o juiz citou o Antigo Testamento…!

Terça-feira, 24 Outubro 2017

A histeria me(r)diática acerca do caso da Maria Madalena que levou porrada do amante e do ex-marido

 

Vemos uma história extraordinária de uma mulher que levou porrada do ex-marido com a ajuda do amante dela. A história é extraordinária exactamente por isso: amante e ex-marido colaboram na ensaboadela à referida mulher (vamos chamar-lhe “Maria Madalena”). Ela deve ser um bom traste.

Não liguei muito à história até que ouvi a Graça Franco, na Rádio Renascença, a perorar à moda das esganiçadas do Bloco de Esquerda.


A pergunta que se deve fazer é a seguinte: ¿a aplicação da lei foi correcta? Resposta: sim.

O tribunal de primeira instância aplicou correctamente a lei, segundo o Artº 146 § a) do Código Penal que dá pena de prisão até dois anos ou pena de multa, referindo-se às circunstâncias expostas no Artº 133 e no contexto dos factos definido pelo Artº 144.

Normalmente, e não é só neste caso, quando a pena é inferior a três anos e o réu não é reincidente, o juiz dá pena suspensa. Foi o que aconteceu neste caso do ex-marido da Maria Madalena. Mas a sanha feminazi quer sangue.

Os incendiários, por exemplo, que são responsáveis pela morte de dezenas de pessoas, apanham pena suspensa de acordo com a merda da lei que temos; mas as putas e os putos que povoam os nossos me®dia queriam que o ex-marido da Maria Madalena sofresse as consequências de uma lei que não existe.

Portanto, já vimos que, no caso da Maria Madalena, a lei foi aplicada correctamente — embora seja discutível se a lei é correcta; mas isto é outro assunto.

O que aborreceu a Graça Franco, as putas e os putos dos me®dia, e as esganiçadas do Bloco de Esquerda, foram os juízos de valor acerca do adultério feitos pelos juízes do tribunal da Relação do Porto. A opinião do putedo e do panascal é a de que os juízes se devem abster de juízos de valor, excepto se esses juízos de valor forem ao encontro da opinião deles.

Ou a Rádio Renascença já não se distingue da TSF, ou a Graça Franco precisa de emigrar para outras paragens.

Os juízes são livres de emitir juízos de valor, desde que a lei seja aplicada correctamente.

Uma vez, um juiz comunista disse-me que “o roubo é apenas transferência de propriedade”, e que, por isso, “o roubo não tem grande mal”. Eu não gostei desse juízo de valor, mas caguei nele e no juiz. O que me interessa saber é se a lei se aplicou de forma correcta. Podemos questionar se a lei é mais ou menos permissiva; mas isso é assunto que compete ao paralamento alterar, e não aos juízes.

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