perspectivas

Quarta-feira, 7 Junho 2017

O menino sírio Omran Daqneesh e os me®dia marxistas culturais do Ocidente

 

¿Lembram-se do menino sírio Omran, todo sujo e ensanguentado, dentro de uma ambulância?

A apresentadora da CNN até soltou uma lágrima (snif!) porque “o Omram nem chora” (snif).

Omran-Daqneesh-cnn-web

O pai do menino revelou o que se passou: ele foi pago para que o filho fosse maquilhado como sendo vítima de um ataque dos malvados do exército sírio. Ver vídeo abaixo.

Portanto, aconselho o leitor a acreditar sempre nos me®dia — principalmente na RTP3 da Ana Lourenço — para que possa fazer figura de estúpido com a maior dignidade possível. Eu é que já passei o limite temporal de validade para a estupidez natural, e portanto já não acredito nos me®dia.

 

Segunda-feira, 5 Junho 2017

Os mentirosos do Diário de Notícias

 

O jornal Púbico e o Diário de Notícias passam a vida a mentir ao povo. São uns mentirosos. Não comprem esses jornais; se possível, vamos levá-los à falência.

Vamos dar um exemplo da mentira institucionalizada do Diário de Notícias: esta foto aqui em baixo foi publicada no Diário de Notícias, com a seguinte descrição:

“Membros da comunidade muçulmana de Londres – entre eles o imã Mohammad Yazdani Raza, presidente da London Fatwa Council (de óculos) – reuniram-se junto ao mercado de Borough com cartazes de apoio às vítimas e a condenar o terrorismo | EPA/ANDY RAIN”.

jornaleiros-da-cnn-web


Agora, o leitor veja este vídeo em baixo, onde se demonstra que aquele grupelho da foto foi reunido à pressa pela jornaleira e agente ideológica da CNN em Inglaterra, Becky Anderson — ou seja, a Manif islâmica não foi espontânea ou organizada por aqueles muçulmanos em Londres, mas antes foi uma encenação organizada por uns jornaleiros iguais aos do Diário de Notícias.

Não comprem o Diário de Notícias. Vamos levá-los à falência.

Quarta-feira, 31 Maio 2017

A realidade, o mundo e o ser humano, por definição, não são feministas.

 

A Noruega é o exemplo do chamado “paradoxo nórdico”: não obstante a fama da maior igualdade de género do mundo, tem uma das maiores taxas de violência doméstica (entre homens e mulheres) do Ocidente.

Ou seja, a chamada “igualdade de género” não é sinónimo de “maior paz social” — ao contrário do que o politicamente correcto diz aqui e aqui, parafraseando as palavras de uma mulher com cérebro de galinha e que dá pelo nome de Helen Mirren.

“The Nordic countries are the most gender-equal nations in the world, but at the same time, they have a disproportionately high rate of intimate partner violence (IPV) against women. This is perplexing because logically violence against women would be expected to drop as women gained equal status in a society.

A new study published in Social Science & Medicine explores this contradictory situation, which has been labeled the “Nordic paradox.” Researchers believe that gaining understanding of its underlying causes may offer important tools to help curb the worldwide public health epidemic of violence against women”.

→ “Nordic paradox”: highest rate of intimate partner violence against women despite gender equality


Há mais “porrada familiar” na Noruega igualitarista, ateísta e progressista, do que no nosso Portugal católico.

Se ser "feminista" é defender a intermutabilidade de géneros, então a realidade, o mundo e o ser humano, por definição, não são feministas.

Para que a violência doméstica diminua drasticamente, tem que existir complementaridade de facto entre homem e mulher, porque só reconhecendo objectivamente a complementaridade da mulher, o homem dará mais valor à mulher. E essa complementaridade tem que ser reconhecida e reflectida na cultura antropológica — na lei, nos costumes.

A ideia da burrinha Helen Mirren, que os me®dia estúpidos adoptam imediatamente, segundo a qual “com a igualdade de género a vida melhora para todo o mundo”, é contrariada pelos factos do “paradoxo nórdico”.

¿Qual é a noção de “igualdade de género”, segundo a burrinha Helen Mirren, e segundo os jornaleiros mentecaptos Fernando Sobral e Marina Gonçalves?

Para aqueles asnos, “igualdade de género” significa “intermutabilidade de géneros”.

Significa que os homens e as mulheres devem ser intermutáveis – o que só cabe nas cabecinhas daqueles retardados mentais.

Quando uma ideia perversa ou psicótica se transforma em convenção, surge então a generalização da ilusão da sua familiaridade (a ideia torna-se familiar, mas essa familiaridade é ilusória, porque a perversão da natureza e/ou perversão ética, ou a psicose, não podem dominar uma sociedade por muito tempo.

O absurdo da “ideologia de género” tem origem nesse conceito de “intermutabilidade de géneros”, segundo o qual tanto faz ser homem ou mulher: para eles, é tudo igual ao litro. Mas a realidade diz-nos que, se ser feminista é defender a intermutabilidade de géneros, então a realidade, o mundo e o ser humano, por definição, não são feministas.

Quinta-feira, 4 Maio 2017

Os me®dia dizem que Macron ganhou o debate com Marine Le Pen

 

São os mesmos me®dia que disseram que o Brexit perdia o referendo no Reino Unido; os mesmos me®dia que diziam que Donald Trump perdia as eleições nos Estados Unidos. E agora dizem que Marine Le Pen perdeu o debate.

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Eu vi o debate no Canal France24, em língua francesa, naturalmente — e não na horrível tradução propositadamente encomendada pela RTP. A minha percepção é a de que Macron jogou quase sempre à defesa — excepto quando insultava Marine Le Pen e assumia uma posição arrogante. E a experiência diz-nos que quem joga à defesa e insulta o adversário, normalmente perde; puro senso-comum.

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As France Prepares to Vote, Angela Merkel Praises Emmanuel Macron

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Os me®dia são comandados por meia-dúzia de bilionários em todo o mundo, incluindo os Rothschild que foram os patrões de Macron, e são hoje os seus mentores. Quem manda realmente na imprensa portuguesa não vive em Portugal. Pessoas como Pinto Balsemão são uns palhaços; e a televisão do Estado — por exemplo, com a tenebrosa Ana Lourenço — está ao serviço dos interesses de Brochelas e da Ângela Merkel.

Sábado, 15 Abril 2017

O "casamento" gay é mais importante do que o terrorismo

 

A Helena Matos aborrece-se porque os me®dia praticamente não falaram do que aconteceu em Sevilha na Sexta-feira Santa passada — mas não é surpresa nenhuma: para os globalistas que nos comandam (e controlam os me®dia) , é mais importante impôr o "casamento" gay em todo o lado, do que combater o terrorismo islâmico em qualquer sítio.

Segunda-feira, 10 Abril 2017

Testemunho de um jornalista britânico na Síria

 

 

Terça-feira, 28 Março 2017

O Diário de Notícias não deixa de me surpreender, no seu fatal caminho para se transformar no jornal Público

 

Os me®dia (o Diário de Notícias também) chegaram à conclusão de que os italianos que vêem os canais de televisão do Berlusconi têm uma maior tendência para votar no partido político do Berlusconi (!), ou nos partidos políticos apoiados pelo Berlusconi.

Perante tanta sapiência dos me®dia, curvo-me humildemente.

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Sábado, 18 Março 2017

O jornalismo de sacanas

Filed under: comunicação social,jornal Público,me®dia,merdia,semanário Sol — O. Braga @ 11:27 am

 

O semanário SOL está cada vez mais parecido com o jornal Público.

O jornal Púbico tem uma tiragem de cerca de 13.000 unidades diárias — o que significa que está tecnicamente falido; quem está a sustentar este jornal de Esquerda é o capitalista Belmiro de Azevedo & Filho. Vemos, com perplexidade, um capitalista a subsidiar a propaganda radical de Esquerda: chegará a hora em que irão “chiar”, mas será tarde. Ainda iremos ver o senhor Paulo Azevedo a fugir para o Brasil.

Uma das características do jornal Púbico é escolha criteriosa de fotografias mal-paridas de determinadas personalidades, em relação a quem a direcção do jornal tem alguma animosidade especial. O semanário SOL está a imitar o jornal Púbico: vemos aqui em baixo a escolha da fotografia que o SOL faz sistematicamente em qualquer notícia de Joana Marques Vidal.

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É certo que, em Joana Marques Vidal, a cara não ajuda. Mas a escolha sistemática de determinadas “poses fotográficas”, que não favorecem a personagem, é própria de um jornalismo de sacanas.

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Quinta-feira, 16 Março 2017

O maniqueísmo totalitário do socialista João Galamba

 

As críticas ao jornalismo são diferentes — segundo o Galamba — se forem da Esquerda ou da Direita.

 

Ou seja, o pensamento lógico não se aplica da mesma maneira a uma pessoa de Direita ou a outra de Esquerda. A crítica lógica (seja qual for) só é válida (a tolerância repressiva) se vier da Esquerda: aliás, a julgar pelo Galamba, até a lógica-matemática é de Esquerda.

E ainda dizem que não vivemos no PREC [Processo Revolucionário em Curso].

Quinta-feira, 9 Março 2017

A idiotice do Paulo Baldaia

 

O Baldaia, de vez em quando, balda-se no que respeita ao bom-senso. Desta vez escreveu esta esterqueira ideológica.

O parvalhão Paulo Baldaia fez uso da opinião do parvalhão polaco Janusz Korwin-Mikke para nos tentar aparvalhar a todos: trata-se da lei universal da afinidade: os parvalhões encontram-se e tentam fazer de nós parvos.

Diz o Baldaia que “a sociedade continua bastante machista” — o que pressupõe que, para as filhas dele, recomenda-se o mulismo. Em vez do machismo, convém-lhe mais o mulismo, quiçá por causa das filhas que ele tem em casa.

Há uma coisa que a inteligência do Baldaia parece não abarcar: não devemos reduzir a política ao jurídico — nem tão pouco reduzir a cultura antropológica à política, e muito menos reduzir a ética à política e ao jurídico.

Pelo facto de haver uma lei de mil novecentos e troca o passo que tem que ser mudada, ou por haver uma lei actual que (alegadamente) o Bloco de Esquerda vai mudar — não é por esse facto que um homem deixa de ser biologicamente homem e uma mulher deixa de ser biologicamente mulher.

Ó Baldaia: é ciência, parvalhão!

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