perspectivas

Segunda-feira, 4 Outubro 2021

Ó Abreu!: ¿o que é um “negacionista”?!

Temos aqui um Abreu a “tocar rabecão”, alegadamente contra os “negacionistas” — mas fico sem saber o que é um “negacionista”, na medida em que, ao Abreu, não lhe interessam as definições: a rabeca do Abreu pauta-se pelo toque de caixa da ideologia.

E mais, pergunto eu ao Abreu: ¿o que é a “extrema-direita”?

Sem estas noções bem claras nos nossos espíritos, ficamos todos — apenas e só — nos conceitos abstractos que (aparentemente) conduzem ideologicamente o Abreu.

pass-auf-ao-burro-webEsta coisa de dizer das pessoas, com quem nós não concordamos, que são da “extrema-direita” ou que são “fassistas”, é próprio de indigentes intelectuais.
Mas tratando-se de um professor universitário, a coisa assume um contorno muito mais grave. Naturalmente que, para o referido “lente”, quem discorda da mundividência dele deve ser interditado — começa a estar na moda, entre as “elites” na Europa, o modus operandi do Estaline que mandava internar em psiquiatria os dissidentes políticos.

A culpa não é dele: a culpa é de quem o fez professor universitário. Infelizmente, há muita merda como esta, por aí…

Napoleão dizia, e com razão, que “não devemos atribuir à psicopatia o que pode ser explicado pela malícia”.

Mas isso era o Napoleão, que tinha dois dedos de testa. Com “professores” destes, e em barda, estamos todos futricados. A criatura não consegue distinguir o insulto, por um lado, e a manifestação política entendida em si mesma, por outro lado — o que é sinal de cegueira ideológica asinina.

É perfeitamente possível realizar uma Manif política sem que os manifestantes incorram em ataques pessoais (insultos); mas o asno julgador confunde propositadamente as duas coisas — porque, no arquétipo mental do referido lente jumentil, a dissensão em relação a um qualquer intérprete do actual regime político é, em si mesma, entendida como um ataque ad Hominem.

É claro que quem insultou deve ser punido pela lei; mas não deve ser punido porque se manifestou publicamente contra o que o Ferro Rodrigues representa politicamente! — ora, o que aquela cavalgadura defende é que se puna o manifestante anónimo, por delito de opinião. Quando eu falo em “Totalitarismo de Veludo”, é também disto que se trata. Grande besta!

Sábado, 14 Agosto 2021

O jornaleco “Observador” e o jornalismo de merda

Filed under: comunicação social,jornal Observador,me®dia,merdia,vacinas — O. Braga @ 12:24 pm
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Eis aqui um exemplo de desonestidade jornalística e dos “fact-checkers” de merda:

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A verdade dos factos:

  • Uma pessoa (com menos de 50 anos) em cada 50 mil pessoas (rácio de 1 / 50.000), desenvolve coágulos sanguíneos (I.T.P. e/ou VITT) directamente relacionados com a vacina da AZ.
  • Deste rácio de 1/50.000, 23% das pessoas (com menos de 50 anos) morreu.
  • 1 em cinquenta mil não é um “evento raro”! Um “evento raro” seria, por exemplo, 1 em um milhão.
  • Segundo a hematologista britânica Sue Pavord, este fenómeno mortífero (I.T.P. e/ou VITT) afecta normalmente pessoas jovens e saudáveis, e tem uma alta percentagem de mortalidade.


No que diz respeito às outras vacinas (Moderna ou Pfizer), também há inconvenientes graves — mas só acontecem aos outros!

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Quarta-feira, 11 Agosto 2021

O burro José Manuel Oliveira Antunes e o COVID-19

Eu não sei se o José Manuel Oliveira Antunes entende alguma coisa de língua inglesa, mas seria aconselhável que alguém lhe traduzisse este vídeo — um médico americano especialista que demonstra que o Antunes é burrinho todos os dias.

Um dos argumentos mais utilizados pelos burros com alvará de inteligente — como é o caso do Antunes —, para justificar o carneirismo covideiro, é o de quemorriam 300 antes da vacina e agora só morrem 30”. Ou seja, depois de morrerem os velhos quase todos que tinham maleitas graves associadas, vem o burro dizer que “agora morrem 30 por causa da vacina”.

A vacina passou a ser uma espécie de placebo, uma forma de instrumentalização política da ciência.

Naturalmente que o burro jurista Antunes irá dizer que o referido médico imunologista não sabe nada do que diz. Faz parte do argumentário dos burros que escrevem no Observador. Grande burro!

Domingo, 4 Abril 2021

A desonestidade do jornal Observador

A desonestidade do jornal Observador consegue ser mais grave do que a do jornal Púbico — porque ao jornal Púbico já toda a gente lhe viu o cu, ao passo que o jornal Observador exibe uma aura de isenção jornalística que, de facto, não tem.

No caso concreto, refiro-me a uma “notícia” do Observador assinada por um tal Rui Pedro Antunes. A forma como a “notícia” é apresentada é perfidamente insidiosa:

“Obama e Trump em lados diferentes de guerra política que se joga através do basebol”

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O referido jornaleiro criou aqui uma falsa dicotomia, uma vez que Donald Trump defende o status quo (no basebol) que a maioria do povo americano defende também — ou seja, é defensor da situação (no basebol) que existia antes de a Esquerda americana (Obama e seus muchachos) desatar a proibir jogos de basebol por motivos políticos.

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Para além desta falsa dicotomia, o referido jornaleiro incorre em uma mentira, sem vergonha:

“Liga de Basebol decidiu retirar o jogo das estrelas de Atlanta depois de estado aprovar lei que cria obstáculos à participação eleitoral.”

Presumo que o jornaleiro Rui Pedro Antunes é contra a apresentação de um documento de identificação para se poder votar nas eleições portuguesas — a não ser que (segundo o referido jornaleiro) as regras eleitorais vigentes em Portugal não se devam aplicar aos Estados Unidos.

Aquilo a que o jornaleiro chama de “obstáculos à participação eleitoral” é uma nova lei no Estado da Geórgia que exige que os eleitores se identifiquem com o Cartão de Cidadão para poderem votar — o que não acontecia até agora.

Esta mentira jornaleira, insidiosa e pérfida — “lei que cria obstáculos à participação eleitoral” — , é de uma filha-da-putice de difícil qualificação, como se a exigência de identificação dos votantes fosse sinónimo de “criação de obstáculos à participação eleitoral”.

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