perspectivas

Domingo, 11 Março 2018

A História está do nosso lado

Filed under: Democracia,Democracia em perigo,Globalismo — O. Braga @ 8:30 pm

 

Steve Bannon-web

Anúncios

Quinta-feira, 7 Dezembro 2017

Isabel Moreira, a dona da Constituição

 

Em Portugal há uma dona da Constituição: é a deputada socialista e “constitucionalista” Isabel Moreira. Ninguém se atreve a contestar qualquer “opinião” da Isabel Moreira acerca da Constituição — porque a Isabel Moreira não dá opiniões: dá ordens! No âmbito da Constituição, a Isabel Moreira ordena.

Ora, chateia-me que haja alguém que se considere dona da Constituição ! Faz-me lembrar a figura do “dono de um jogo de futebol”: ao fim de 45 minutos de jogo não gostou do que viu, e mandou repetir tudo de novo!

(more…)

Sábado, 25 Novembro 2017

Se isto é democracia, então acabe-se com ela !

Filed under: Democracia,marxismo,marxismo cultural,utilitarismo — O. Braga @ 5:53 pm

 

“I protest against the power of mad minorities to treat the majority as if it were another minority. But still more do I protest against the conduct of the majority if it surrenders its representative right so easily”.

→ G. K. Chesterton


O conceito de “democracia” está a ser utilizado pelas elites (marxistas culturais aliados aos globalistas da laia de George Soros) para enganar os respectivos povos; senão vejamos um caso que serve de exemplo para a grande fraude democrática.

Sandwich é uma pequena vila inglesa com cerca de 5 mil habitantes. Uma das igrejas da vila, dedicada a S. Pedro, existe desde (pelo menos) o século XII, e desde o século XVIII que tem um relógio que acciona o sino que marca o tempo a cada 15 minutos.

sandwich-igreja-web

Desses 5 mil habitantes da vila, houve um só (1) habitante que se queixou às autoridades locais acerca do toque do sino. Em consequência da queixa de uma (1) só pessoa (entre cinco mil), as autoridades locais mandaram desligar o sino da igreja.

Há mais de trezentos anos que o sino da igreja marca as horas na vila de Sandwich— até que um neurótico pós-moderno, provavelmente um burocrata espiritualmente embrutecido e ateu, se sentiu incomodado com o toque do sino.

Entretanto, os habitantes da vila uniram-se em um manifesto que reuniu 85% da população no sentido de que a ordem de desligar o sino fosse anulada. Ou seja, mais de 3.500 pessoas da vila assinaram uma petição contra os interesses de uma (1) só pessoa, e o resultado foi que essa maioria foi ignorada pelas autoridades; e o sino continuou desligado por causa de uma (1) só pessoa.


¿O que é que leva a que a opinião de uma só pessoa possa ter maior valor político do que a opinião de (pelo menos) 3.500 pessoas?

Resposta: no Ocidente, a democracia tem vindo a ser minada por dentro do próprio sistema político, e sem que os criminosos (neomarxistas aliados aos globalistas) deixem impressões digitais. E é essa elite, que mina a democracia, que diaboliza a eleição de Donald Trump.

A ideia segundo a qual a opinião de uma só pessoa pode ter mais valor político mais do que a opinião de milhares pessoas, é uma ideia da Esquerda marxista cultural que se afirmou paulatinamente a partir da queda do muro de Berlim. Essa ideia escora-se no princípio marxista cultural do direito de protecção das minorias”, no fundo, contra os interesses das maiorias.

Obviamente que este princípio marxista cultural da “protecção das minorias” serve de pretexto para minar o princípio democrático da prevalência do interesse da maioria da população.

Temos verificado que os países ocidentais, em geral, têm vindo a sacrificar os interesses da maioria em favor dos interesses de pequenos grupos minoritários: é assim que a nova Esquerda tem vindo a minar a democracia a partir de dentro do sistema.

A nova Esquerda (marxista cultural) — uma avantesma que saiu dos escombros da derrocada do comunismo — leva assim o utilitarismo até às suas consequências mais radicais, chegando ao ponto de, em nome do princípio utilitarista da “maior felicidade para o maior número”, sacrificar os interesses da esmagadora maioria da população para salvaguardar o interesse de uma só pessoa — porque o que está em causa, para as elites marxistas culturais que já governam a Europa, não é o “direito” dessa pessoa (ou daquele pequeno grupo): mas antes é o de saber se esse putativo “direito” dessa pessoa pode contribuir para minar e destruir a ordem cultural da sociedade.

Por outro lado, através da radicalização do utilitarismo, as elites marxistas culturais pretendem impôr à população o princípio da anulação da democracia em função das suas interpretações arbitrárias e discricionárias acerca do que consistem “os direitos das minorias”.

Os “direitos das minorias” são hoje aqueles que as elites marxistas culturais (aliadas aos globalistas) quiserem que sejam. E a maioria do povo não tem voto na matéria.

Se isto é “democracia”, então acabemos com ela, e depressa!

Sexta-feira, 22 Setembro 2017

Esta classe política dita democrática não serve; ou o fim da democracia

 

Lendo aqui um bom pequeno texto (ver em ficheiro PDF) do Henrique Raposo acerca da dita “emancipação da mulher”; há quem lhe chame “autonomia”, desvirtuando o conceito de “autonomia”.

isabel-moreira-tinder-webDe desgraça em desgraça, o Ocidente pós-moderno (e Portugal também) tem hoje que escolher entre o radicalismo marxista cultural que sustenta o feminismo, por um lado, ou, por outro lado, o radicalismo islâmico que trata hoje a mulher como nunca o Cristianismo a tratou, até mesmo na Idade Média!

O problema cultural apontado pelo Henrique Raposo é agravado por “galináceos com vagina importante” — como por exemplo, Isabel Moreira, Paula Teixeira da Cruz, Teresa Leal Coelho, Raquel Varela, Catarina Martins e as outras esganiçadas do Bloco de Esquerda, etc. — que formam opinião em Portugal. Não me esqueço de a Isabel Moreira aconselhar publicamente às mulheres a frequência do TINDER.

A pergunta que se faz é a seguinte: ¿como é possível que uma criatura moralmente enfezada, como é a Isabel Moreira (entre outras quejandas), possa formatar a opinião pública?

E já agora outra pergunta: ¿quem controla os me®dia? Quando gente da pior espécie moral, como é por exemplo o psicopata Pinto Balsemão, detêm um certo Poder nos me®dia, não nos podemos admirar que gentalha como a Isabel Moreira ou a Catarina Martins tenha a primazia da opinião publicada.

Quando verificamos a decadência cultural da nossa sociedade, temos que seguir as conclusões e soluções até às últimas consequências.

modernity-war-on-women-web

Quando a democracia defendida por gente da laia do Bilderberger Pinto Balsemão (por exemplo) conduz a sociedade para uma cultura antropológica decadente, somos obrigados pela lógica e pela razão a colocar em causa a própria democracia.

A democracia só é benéfica para a sociedade se existir nesta um verdadeiro “escol” (que não é a mesma coisa que “elite”) — no sentido dado por Fernando Pessoa a “escol”.

Quando o escol português é constituído por gente eticamente invertebrada e sociopata, como (por exemplo) Pinto Balsemão, não há democracia que se aconselhe: neste caso, a democracia conduz à completa desestruturação e decadência da nossa sociedade.

Ademais, a democracia é incompatível com o internacionalismo (ou seja, com o sacrifício da soberania) que a classe política defende: defender a democracia (como faz o Pinto Balsemão, por exemplo) e simultaneamente defender a alienação da soberania portuguesa em nome de um qualquer internacionalismo (por exemplo, o federalismo europeísta), é uma contradição em termos.

Por isso é que invertebrados morais e sociopatas, como por exemplo o Paulo Rangel, pertencem a uma escória nacional que faz da auto-contradição um instrumento de luta política (ver estimulação contraditória).

O que está a acontecer — não só em Portugal, mas no Ocidente em geral — é que a democracia tem vindo a conduzir as sociedades a uma polarização política que serve essencialmente os radicais marxistas sociopatas da laia do José Pacheco Pereira ou do Fernando Rosas (por exemplo), e o futuro da sociedade deixa de ter um grau credível de previsibilidade.

Em suma: só é possível uma boa democracia, em uma sociedade nacionalista/soberanista (ou seja, em uma nação soberana) e com um escol.

Sábado, 15 Julho 2017

O Carlos Fiolhais acredita na construção da União Europeia, e por isso questiona a democracia que é nacionalista por defeito

 

O Carlos Fiolhais cita aqui um texto de um tal Brennan que diz que é um “cientista político”. Começo a ler o texto, e desato a fazer perguntas: por exemplo,

¿o que é “um governo que produza melhores resultados”? ¿quais são os critérios que definem os “melhores resultados”? ¿o que são “formas de governo que afectam a virtude moral e intelectual dos cidadãos”? ¿o que é a “virtude moral”? ¿o que é a “virtude intelectual”?

Quando começamos a fazer perguntas, o texto do Brennan vai perdendo sentido. Aliás, o conceito de “cientista político” — ou “politólogo”, como está agora em moda — causa-me comichões no cérebro. Quando alguém se anuncia como “politólogo”, só sai “poli-tolo”.

Esta “coisa” da construção política supranacional e antidemocrática que é o leviatão da União Europeia tem levado cérebros lustrosos (como, por exemplo, o Carlos Fiolhais ou o Anselmo Borges, e sobretudo “coimbrinhas”) a pensar como outrora pensou Hobbes acerca do sistema político; como escreveu Bertrand Russell acerca de Hobbes:

“[Hobbes] tem graves defeitos, que não permitem pô-lo na primeira fila [dos filósofos]. Não suporta subtilezas e tem grande tendência para cortar o nó górdio. As suas soluções são lógicas mas pecam por omissão de factos não enquadráveis”.

Esta descrição de Hobbes poderia aplicar-se ao “politólogo” Brennan. E se o Bertrand Russell disse isto de um seu compatriota, imaginem o que ele diria de Rousseau que, na linha de Hobbes, inventou o conceito de "Vontade Geral  que está na base dos totalitarismos do século XX que o Brennan implicitamente defende, para gáudio dos intelectualóides de urinol “europeístas” da nossa praça.


O problema da análise política começou há mais de 2 mil anos com Platão, que fez a seguinte pergunta:

“¿Quem deve governar?”

O corolário histórico desta pergunta gerou duas posturas políticas distintas com o advento da Idade Clássica: a do romântico Rousseau, com a sua "Vontade Geral", por um lado; e por outro lado a do empirista John Locke.

De Rousseau e da sua "Vontade Geral" herdamos, por exemplo, o Salazarismo e/ou o Partido Comunista Português, ou/e o Bloco de Esquerda; de John Locke herdamos a ideia da democracia britânica ou/e da Constituição Americana com a sua primeira emenda.

Os cabrões ideológicos da laia do Brennan — que estão literalmente a soldo da plutocracia globalista — fazem de conta que a manipulação política supranacional (ou, por outras palavras, a corrupção política proveniente da estranja) através do poder do dinheiro não tem qualquer influência na abstenção política dos votantes.

Ou seja, os sofistas pós-modernos, a soldo da plutocracia internacional, fazem de conta que o poder da economia financeira globalista, que se exerce sobre o poder político nacional, não existe.

E toda a retórica do Brennan é baseada na ideia de que não existe qualquer poder do dinheiro que se sobreponha a um qualquer poder político, por um lado; e por outro lado, baseia-se na na ideia de “nação” como uma “entidade metafísica” que, enquanto tal, está obsoleta face à ciência política (leia-se, “cientificismo paradigmático”) em voga (e em vaga) que já aboliu as entidades metafisicas — estupidamente fazendo de conta de que uma qualquer negação da metafísica também não é, ela própria, uma forma de metafisica.

Segundo o princípio de Pareto, 20% dos cidadãos são mais activos politicamente do que 80% deles.

Mas isso não significa que seja legítimo retirar a priori os direitos políticos dos 80% menos activos politicamente — como defende o Brennan e outros filhos da puta da nossa praça e em nome da construção do leviatão europeu, inserida em uma política globalista de sinificação das regiões do globo.

Verificamos, através das ideias do Brennan, como o libertarianismo pode ser uma forma de fascismo.

¿Quem deve governar?

Karl Popper — na linha de John Locke — deu-nos a resposta: para evitar recorrentes guerras civis e constante derramamento de sangue, deve governar quem o povo elegeu a cada período eleitoral — mesmo que os 20% do princípio de Pareto sejam mais activos do que a maioria do povo.

E, para além do problema de ¿quem deve governar?, as eleições baseiam-se na nação que tem que ter um escol que não se confunde com o povo, e nem se confunde necessariamente com os 20% a que o Brennan chama de “hooligans”.

Sem nação, não há democracia.

Por isso é que, cada vez mais, vemos manifestações contra a democracia por parte das luminárias que defendem a construção do leviatão da União Europeia — como por exemplo, o Paulo Rangel, o Anselmo Borges ou o Carlos Fiolhais; tudo gente pouco recomendável.

Segunda-feira, 8 Maio 2017

A vitória de Pirro dos globalistas em França

 

Marine Le Pen teve mais votos dos trabalhadores / operários do que Macron (63/37). Ora, a economia real de um país é feita de produção concreta, e não só de especulação financeira como se está a transformar o Ocidente.

Tendencialmente, os mais pobres votaram em Marine:

os-mais-ricos-votaram-macron

Pergunto-me como é que um candidato dito de “centro-esquerda”, como se diz ser Macron, teve menos votos dos operários do que a candidata que se diz ser de “extrema-direita” que é Marine Le Pen. Coisa estranha. A verdade é que, sendo que Macron serve os interesses dos globalistas plutocratas, a extrema-direita francesa é representada por ele, e não por Marine Le Pen.

Segundo o Wikileaks, George Soros ofereceu à campanha de Macron 2.365.910 Euros; David Rothschild ofereceu a Macron 976.126 Euros; e a Goldman-Sachs ofereceu a Macron 2.145.100 Euros.

plutocracia-macron-web

Naturalmente que Marine Le Pen não foi financiada pela plutocracia globalista; e depois, os filhos da puta insurgentes dizem que “o Macron é de centro-esquerda e que a Marine Le Pen é de extrema-direita”.


Os nacionalistas da Front Nationale tiveram 44% dos votos dos jovens franceses entre 18 e 24 anos.

Tenho muitas dúvidas de que o futuro da França (e da Europa) esteja nas mãos dos globalistas antidemocráticos — porque a democracia só é possível no (e com o) Estado-Nação.

Quando nós lemos o Insurgente  ou o Observador, por exemplo, ou ouvimos e vemos os me®dia portugueses em geral — estamos perante os verdadeiros fascistas, que são aqueles que negam a democracia na medida em que se posicionam politicamente contra o Estado-Nação.

Domingo, 6 Dezembro 2015

Mário Soares e a retórica democrática da igualdade

Filed under: Democracia,Mário Soares,Política,Portugal — O. Braga @ 10:38 am

 

“A pior retórica é cultivada nos regimes democráticos, onde todo o formalismo encena hipocritamente uma atitude espontânea e sincera. A retórica monárquica é um formalismo que reconhece e admite o que realmente é, uma espécie de etiqueta”.

→ Nicolás Gómez Dávila


O caso da fuga de Mário Soares do local de um acidente de viação em que foi culpado remete para o formalismo dos regimes democráticos, onde a retórica da “igualdade” parece espontânea e sincera, através dos me®dia. Mas o que Mário Soares fez é próprio de um rei de uma monarquia absoluta, em que as Cortes não se reúnem nem o povo é ouvido.

Pergunto-me se, alguma vez, o Professor Dr. António de Oliveira Salazar seria capaz de abandonar o local de um acidente em que seria culpado. Nunca o saberemos. Mas temos a certeza de um presidente da república do Estado Novo que, quando o seu (dele) filho teve um acidente e telefonou ao pai a pedir o automóvel do Estado, o dignitário presidencial sugeriu que o seu filho apanhasse um táxi; e isto seria impensável no Portugal “democrático”.

Existe na classe política “democrática” em geral — e não só em Mário Soares — um sentimento de inimputabilidade que parece colocá-la acima da lei.

ms-acidente-web

Imagem daqui

Create a free website or blog at WordPress.com.