perspectivas

Quarta-feira, 30 Março 2022

Em Espanha, a Direita tem maioria absoluta — com o VOX com 22% dos votos

Filed under: Espanha — O. Braga @ 6:28 pm

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Quarta-feira, 2 Fevereiro 2022

O Polígrafo alardeia “verdades” manhosas, seguindo o exemplo do seu guru, o monhé manhoso

poligrafo vox web

O Polígrafo invoca uma sondagem, de meados de Janeiro de 2022, para dizer que o partido espanhol VOX só tem 14,7% das intenções de voto em Espanha — e que, portanto, André Ventura mente.

O Polígrafo “esquece-se”, ou faz de conta que não sabe, que as intenções de voto não se cristalizam no tempo — as sondagens são dinâmicas e praticamente diárias.

Uma sondagem de 28 de Janeiro de 2022 dava o VOX com 17%, e o Podemos com 11%.

Portanto, se o André Ventura exagera (ou seja, mente) quando fala em 20% para o VOX, o Polígrafo também mente mas de uma forma manhosa, à moda do monhé manhoso.

Terça-feira, 1 Fevereiro 2022

Em Espanha, o negócio da eutanásia já vai de vento em popa

Filed under: Espanha,eutanásia,socialismo — O. Braga @ 9:10 am

A eutanásia em Espanha foi normalizada no ano passado, mas o negócio do tráfico legalizado de órgãos humanos já começa a mexer. Não há nada como a legalização da eutanásia para dinamizar a economia espanhola (que está no charco), e pôr o PIB a crescer.

eutanasia espanha web

E nem de propósito: uma conselheira socialista na área da economia, e autarca na zona de Madrid, escreveu seguinte no Twitter:

elena munoz web

“A economia espanhola cresceu uns 5%, mas não nos esqueçamos que partíamos de -10%. Ora isto leva a um crescimento económico de 15%, o que é algo histórico.”

O socialismo também é isto: aproveitamento da eutanásia para negócios de órgãos humanos, e teoria económica que faria corar de vergonha um aluno do ensino secundário.

Quarta-feira, 16 Setembro 2020

Os filhos-de-puta socialistas em acção, desta vez em Espanha

Filed under: Espanha,socialismo — O. Braga @ 6:28 pm

O governo socialista espanhol está a tributar as empresas que fornecem telemóveis e computadores aos seus empregados, considerando a dádiva desses instrumentos de trabalho como “salário em espécie”.

Mas não fica por aqui: os “bloquistas de Espanha” consideram também, como sendo “salário em espécie” sujeito a tributação especial, as cadeiras e as mesas que as empresas fornecem aos seus trabalhadores!

pablo-iglesias-coleta-web

Por “coincidência”, a lei dos filhos-de-puta socialistas — tributando o fornecimento, por parte das empresas, de telemóveis e computadores aos seus empregados — vem no momento em que os ditos filhos-de-puta preparam uma lei sobre o “tele-trabalho”.

O que se está a passar em Espanha é uma perseguição governamental em relação às empresas privadas.

Quinta-feira, 3 Janeiro 2019

Invasão dos amigos da Angela Merkel na fronteira espanhola de Melilha

Filed under: Espanha,imigração,União Europeia — O. Braga @ 6:27 pm

Estas imagens não aparecem nos me®dia.

Os amigos da Angela Merkel e do Macron “atropelam” a fronteira espanhola de Melilha na véspera de ano novo, e os polícias a soldo da geringonça espanhola fazem de conta que correm atrás deles.

Sexta-feira, 8 Dezembro 2017

A Esquerda é uma anedota !

 

Da Esquerda espanhola já vi muita coisa absurda — como, por exemplo, a defesa de largar cadáveres humanos nas montanhas para alimentar as aves de rapina, em vez de lhes dar um funeral católico.

A última anedota da Esquerda espanhola vem de Madrid, pela mão da respectiva alcaidessa Manuela Carmena (na imagem), eleita com o apoio do partido Podemos (o Bloco de Esquerda de Espanha).

Com o fim de evitar aglomerações no centro de Madrid por ocasião do Natal, a Manuela Carmena teve uma brilhante ideia: criar ruas de sentido único para peões!

Esta parece uma medida digna de António Costa e da geringonça! Se o Merdina sabe disto, vamos ter sentido único para peões no Rossio!

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Sábado, 4 Novembro 2017

Um português ou espanhol mediano já não consegue distinguir o radicalismo político

Filed under: Catalunha,Escócia,Espanha,Pedro Arroja,Reino Unido — O. Braga @ 10:43 am

 

Muitas vezes não compreendo o raciocínio do Pedro Arroja. Eu bem tento, mas não chego lá.

Por exemplo, neste poste: Pedro Arroja parece querer sustentar o caso da legitimidade da independência da Catalunha caso existisse em Espanha uma independência do poder judicial em relação ao poder político.

Vamos comparar o caso da independência da Escócia, por um lado, com o caso da independência da Catalunha, por outro lado.

A diferença é que, no caso da Catalunha, o processo de independência foi conduzido e orquestrado por radicais marxistas — ao passo que o referendo da independência da Escócia realizado há pouco tempo (ganhou o “não”), por exemplo, manteria a rainha de Inglaterra como chefe-de-estado da Escócia (tal como acontece ainda hoje com o Canadá, com a Austrália e outros países) se o “sim” ganhasse.

Em contraponto ao que se passa na Escócia, os radicais marxistas catalães pretendem não só uma ruptura total com a história de Espanha (implantação da república), mas vão ainda mais longe: não se importam de levar a Catalunha à bancarrota (a Catalunha já perdeu cerca de 22% do seu PIB) só para tomar o Poder político de assalto.

Se os independentistas catalães defendessem a incorporação da Catalunha independente no reino de Espanha (ou seja, se não fossem radicais marxistas), talvez tivessem tido mais aceitação dos povos de Espanha.

Terça-feira, 3 Outubro 2017

O tempo da Catalunha independente já passou

Filed under: Catalunha,Espanha — O. Braga @ 10:22 am

 

Por princípio, sou a favor da independência das nações, quanto mais não seja porque Portugal é uma nação independente desde 1143 Anno Domini, e é o país que tem as fronteiras definitivas mais antigas da Europa (desde o Tratado de Alcanizes em 1297).

A Catalunha foi outrora um reino independente, o Reino de Aragão, com capital em Barcelona.

Quando se casaram as dinastias com as do reino de Castela, a capital passou para Madrid, e a Catalunha passou a província. Uma coisa parecida aconteceu com Portugal entre 1580 e 1640, com a diferença de que o território português é maior do que o da Catalunha (e com mais população) e Portugal tem fronteiras naturais (rios, montanhas) que tornavam muito mais difícil a penetração dos exércitos castelhanos.

Ao longo de séculos, a nacionalidade catalã teve as suas oportunidades para vingar, mas nunca foi suficientemente forte para se impôr ao centralismo de Madrid. A partir de finais do século XVII iniciou-se a colonização da Catalunha por parte de gente de outras regiões de Espanha, e com a industrialização da Catalunha temos hoje já uma grande percentagem de população que não é etnicamente catalã e não fala catalão.

A independência da Catalunha é hoje uma tarefa quase impossível, porque a sua legitimidade está ferida de morte.

Eu não aprecio as ideias de Unamuno, mas ele estava certo quando escreveu quea religião faz a pátria e é a pátria do espírito”.

Enquanto a Espanha (incluindo a Catalunha) foi católica, os independentismos espanhóis ficaram mais ou menos adormecidos — até que os ateus marxistas resolveram iniciar uma sangrenta guerra civil que Franco ganhou. Hoje, a independência da Catalunha volta a ser uma iniciativa dos novos marxistas e ateístas, que não perceberam que a independência de um país pertence à nação, e não a uma ideologia política qualquer.

Terça-feira, 6 Junho 2017

Madrid instala semáforos contra a homofobia

 

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Quarta-feira, 17 Maio 2017

A classe política espanhola falsificou as estatísticas da violência doméstica

 

A classe política espanhola falsificou os números estatísticos para justificar uma “lei de violência de género” em que só a mulher é vítima.

“Y como la cifra real de víctimas no correspondía a ese esquema (había casi empate técnico de muertes masculinas y femeninas en el ámbito doméstico) se falsearon las cifras y se amañaron las estadísticas, eliminando las muertes de menores, ancianos y hombres, de suerte que apareciera únicamente la mujer.

Era preciso justificar que se iba a hacer una Ley de Violencia de Género y, sobre todo, era preciso justificar el maná de la Unión Europea del que se iban a beneficiar consejerías, expertos, psicólogos sociales, despachos de abogados y asociaciones feministas.”

A chave da vigarice da “lei de violência de género” é… 24 mil milhões de Euros!, para alimentar uma série de chulos e putas politicamente correctos que se abotoam com o dinheiro “dado” pela União Europeia.

Ley de Violencia de Género / Así falsearon PP y PSOE la cifra de mujeres maltratadas

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